Uma significativa vitória contra o totalitarismo LGBT

No excelente artigo totalitarismo LGBT, (clique AQUI para ler o artigo) nosso colunista e editor Renan Alves da Cruz foi ao cerne da questão sobre a natureza do dito movimento LGBT.

O totalitarismo LGBT habilmente ocupou espaços e cotizou o ambiente acadêmico/cultural com outras minorias barulhentas e oportunistas, que se perfazem e subsistem com a própria militância como profissão. Neste balaio todo podemos incluir radicais esquerdistas de diversos matizes, todos empanturrados de marxismo cultural, tendo como princípios orientadores de ação o sufocamento das ideias que se opõe à sua ideologia.

Não por acaso, cristianismo e marxismo não se aglutinam. Os princípios norteadores de um são sempre afrontosos ao outro.

Trocando em miúdos, para os adeptos do totalitarismo LGBT, eles podem dizer e fazer o que bem entenderem, já àqueles que não concordam com suas práticas e pautas, não podem fazer e muito menos dizer nada que desagrade a tal comunidade. Se for cristão, então, é processo na certa!

Foi exatamente isso que aconteceu com o americano Jack Phillips. Por ser cristão, Phillips não aceitou confeccionar o bolo de “casamento” de um “casal homossexual” e por essa atitude, foi processado.

Após os tribunais estaduais decidirem contra Jack Phillips, seu caso chegou à Suprema Corte americana que finalmente decidiu em favor do confeiteiro.

Em seu voto, o juiz Anthony Kennedy, embora se valha de eufemismo, deixa claro que o caso foi pautado por uma declarada perseguição religiosa. Argumentou o magistrado:

“Ainda assim, a delicada questão de quando o livre exercício de sua religião deve ceder a um exercício de poder estatal de outra forma válido precisava ser determinado em um julgamento no qual a hostilidade religiosa (grifo nosso) por parte do próprio Estado não deveria ser um fator na balança. Essa exigência, no entanto, não foi cumprida aqui”.

Da minha parte, acredito que o totalitarismo LGBT não é capaz de encontrar respaldo legal para obrigar quem quer que seja a prestar serviços aos ditos casais gays. Quando conseguem, por meio de força de leis, deixam em evidência uma afrontosa guerra não por direitos, mas, em prol da supressão deles. Para o totalitarismo LGBT, se for pela supressão dos direitos dos cristãos, melhor ainda. Nesse caso, a força das leis passa a ser mais um eufemismo para aquilo que conhecemos como perseguição religiosa.

Que o caso do confeiteiro Jack Phillips seja-nos não apenas um alerta, mas, sobretudo, um encorajamento e motivação para enfrentarmos com perseverança e não nos curvarmos diante dos diversos tipos de totalitarismos que continuamente surgem e insurgem-se, especialmente, contra a família e os cristãos.

Por Jakson Miranda

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