Uma resposta épica à questão da “maioria pacífica” de muçulmanos

Já escrevi em outros textos que o maior sinal de degradação do mundo atual é ver os atos terroristas cometidos por islâmicos se transformarem rapidamente em discursos contra a islamofobia. Ou seja, a sociedade ocidental é atacada, e ainda por cima acusada de rotular de maneira preconceituosa seus destruidores.

Leia também: 

Discussões sobre intolerância religiosa sempre são anticristãs

Ocidente Islamofóbico?

No entanto, Brigitte Gabriel proporcionou uma das respostas mais épicas dos últimos tempos a respeito do tema, quando interpelada por uma estudante americana de direito, muçulmana, durante um evento. Assumindo tom professoral, a estudante mencionou o número de 1,8 bilhões de muçulmanos no mundo e evocou a desculpa da maioria pacífica.

Tomou uma invertida que demorará para esquecer.

Assista o vídeo. Garanto que vale cada segundo. E como a audiência fez, você também terá vontade de aplaudi-la.

Touche! Havendo projeções de que os extremistas se tratam de 15% a 25% do total de muçulmanos, temos um contingente de 200 milhões de terroristas em potencial, apoiando atos de terrorismo ou capazes eles próprios de atacar o Ocidente. Este número, pode ter certeza, dobra quando o assunto é Israel e a possibilidade de varrê-lo do mapa.

A lenga-lenga progressista, com seu falso e seletivo amor ao próximo, quer fazer parecer que tratar o islamismo como perigoso é um ato de intolerância. O engraçado, porém é que essas carpideiras optam por ignorar que um quarto de bilhão de seus seguidores são não apenas intolerantes, mas terroristas em potencial.

E a escalada de violência na Europa é a prova tácita desta constatação.

Se necessário, o islamismo deve sim ser analisado à luz da minoria violenta, porque estamos lidando com uma “minoria” de centenas de milhões. Se os pacíficos ou moderados estão preocupados com a generalização, que se juntem a nós na trincheira, se posicionando e enfrentando os radicais.

Na situação atual o Ocidente precisa se proteger. E para isso, se necessário for, apelará à generalização.

Uma “minoria” de 200 milhões de extremistas não suscita postura diferente.

Por Renan Alves da Cruz 

2 comentários em “Uma resposta épica à questão da “maioria pacífica” de muçulmanos”

  1. “Temos um contingente de 200 milhões de terroristas em potencial”. Considerando que esse argumento seja verdade. O que deve ser feito?

    • Creio que a melhor posição é ter um controle de fronteiras que investigue o histórico e os antecedentes de imigrantes oriundos de países islâmicos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *