Uma resposta a Haddad e uma dica para Eduardo Bolsonaro

(artigo publicado em 22/10/2018)

Fernando Haddad, candidato do PT a presidência está em desespero. Tenta de tudo para reverter o quadro atual que tudo indica, será de uma surra histórica no petismo.

É não digo que o tentar de tudo seja o esgoelar que o candidato ensaiou com o suposto escândalo das mensagens de WhatsApp. Até um pum do Bolsonaro o Haddad achará um escândalo.

Como a natureza na maioria dos casos sempre se impõe, Haddad é com frequência pego na mentira, no cinismo, no descaramento ou pode ser esses três juntos, unidos em um único ato do candidato.

Foi o que aconteceu neste último fim de semana. Consta que Haddad esteve em campanha no Ceará e isso levou o candidato às redes sociais. No sábado, O petista publicou a seguinte mensagem no twitter:

 “Hoje fui abençoado pelo Padre Cícero e fiz meus três desejos. Dois eu já posso contar para vocês: paz e o amor para o Brasil. O terceiro é segredo, eu só conto dia 29 de outubro”.

Como pode uma mensagem tão curta conter uma infinidade de erros. O candidato foi abençoado e ato continuo se viu na condição de fazer três pedidos. Para Haddad, ser abençoado não é suficiente! Um segundo erro é achar que católicos pedem aos santos a realização dos seus desejos… Enfim, e ainda há padres que defendem o poste de Lula.

Ao ler a mensagem não perdemos tempo e respondemos ao candidato de forma simples e objetiva.

Esse tipo de pessoa que fala de religião quando lhe convém não passa de um cínico e hipócrita que abusa da fé das pessoas. Aliás, é tão cristão que não sabe diferenciar “desejo” de promessa (para os católicos) e bençãos (para os evangélicos). Se converta, Haddad, e pare de mentir.

No dia em que um petista efetivamente se converter, ele deixará de ser petista! Já gastamos muita tinta com Fernando Haddad.

O fim de semana foi tomado de uma nova polêmica divulgada aos quatro ventos pelos principais jornais. Não estou falando das milhares de pessoas que foram as ruas em apoio a Bolsonaro. Isso, ninguém dos jornais viu!

Estou falando da frase dita por Eduardo Bolsonaro. Em uma palestra dada há quatro meses atrás, o deputado citou uma brincadeira segundo a qual, para fechar o STF bastaria um soldado e um cabo. Pronto! Bastou isso para que os ciosos por justiça, petistas inclusos, (atenham-se a ironia) chamassem Eduardo Bolsonaro daquilo que adoram chamar: faxistinha.

Não há muito o que dizer nessa situação. Sabemos quem eles são! Apenas, deixo uma dica para o deputado federal mais votado na história do Brasil:

Eduardo Bolsonaro errou ao falar sobre fechar o STF. Não precisa fechar a Suprema Corte! Só precisa o Congresso abrir processo de impeachment sempre que um ministro de lá faça da Constituição e do Código Penal um mero jogo de palavras para livrar os poderosos amigos políticos da cadeia.

 

Por Jakson Miranda

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