Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita

Posso até imaginar o chilique dos metaleirinhos true com esta série. Como os coxinhas ousam falar em Rock de direita?

O rock é contestação, quebra de padrões, antissistema, anti-establishment! Será que os reaças piraram?

A reação é esperada. Quase ninguém no Brasil entende o que a Direita pensa. Estamos num país em que a definição da esquerda é feita pela própria esquerda, e a definição de direita também é feita pela esquerda. Não é preciso ser um grande gênio para perceber que há um descompasso aí… E é lógico que é por isso que fabricamos esquerdistas tolinhos como que em uma esteira de produção. Saem todos sob medida, replicando conceitos obtusos e odiando o espantalho de direita que lhes ensinaram, já que nunca leram sequer um livro de algum pensador de direita.

O maniqueísmo se torna o mais reducionista possível: a esquerda é boa, tolerante, igualitária, compartilhadora e progressista. A direita é elitista, egoísta, intolerante e atrasada. A triagem sempre coloca todas as qualidades de um lado e os defeitos do outro, por isso o metaleirinho esquerdista, que nos chama de intolerantes, não consegue tolerar a ideia de que defendamos a existência de princípios defendidos pela direita dentro do Rock.

Vivemos o triunfo do politicamente correto. A Era do Vitimismo, do mimimi, com todo mundo ofendido e querendo mais direitos, prioridades e retratações. O Rock entrou na onda. Ninguém quer ir contra as bandeiras politicamente corretas.

Se você acha que é truezão metal porque fala mal do cristianismo, sorry, falar mal do cristianismo já faz parte do establishment há muito tempo.

E isso porque aquilo que chamam de sistema se tornou progressista há muito tempo. Ser antissistema hoje é questionar a cartilha do politicamente correto e ir contra a dogmática do choque. É bater o pau na mesa e dizer: nessa merda mando eu e não quero o Estado, ONG ou algum lacrador levantador de hashtag me dizendo o que posso ou não fazer, pensar e dizer.

Criticaram tanto o cristianismo, mas criaram uma igrejinha ideológica, que excomunga qualquer um que não reze segundo a cartilha.

Isso é perceptível em muitos roqueirinhos brasileiros. Eram politizados até um partido de esquerda chegar ao poder. O partido passou 13 anos roubando sistematicamente. Durante este período não deram um pio. Se tornaram apolíticos. Foi só o partido sair, que voltaram a ser politizados de novo, para criticar a corrupção, mas como essa gente é seletiva, só lhes interessa criticar algumas corrupções. Sobre as outras é melhor silenciar.

O Rock então é contra o sistema capitalista opressor, que impulsiona as maiores economias do mundo, nos emprega e alimenta.

E esse mesmo trouxa que diz que o Rock não pode ser de direita, paga 400 pilas pra assistir o U2 e o Pink Floyd falarem mal do capitalismo.

Quem vai querer saber de princípios quando o cachê de cada show é 1 mi de dólares, né não?

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O socialismo e suas veleidades continuam sendo apresentados como a solução futura, e você, um roqueirinho burro, enfia no seu liquidificador de paspalhice o capitalismo, o conservadorismo, o Trump, o Reagan e o Churchill (que você nem sabe quem são, mas que te disseram pra odiar), o cristianismo e a sociedade ocidental e diz que odeia tudo porque é metaleiro. Mesmo que o Rock só exista devido às condições proporcionadas pela sociedade ocidental capitalista, meu brother!

E com toda essa burrice vistosa, você posta nos comentários do whiplash que Rock de direita é impossível.

O objetivo desta série não é somente divulgar artistas ou bandas de rock que possuem viés direitista/conservador, também o é, mas mais do que isso, é postar músicas que defendam e exaltem valores direitistas mesmo que seus artistas não sejam direitistas ou sejam, mas não tenham coragem de se assumir.

E isso existe de monte. Justamente porque o meio artístico é majoritariamente progressista. De modo que, para um cara se assumir de direita e continuar tendo abertura no mercado, é preciso que seja estabelecido o suficiente para que sua posição não o lance ao ostracismo.

A esquerda, por ser hipócrita, dá mais valor a quem diz do que ao que se diz. Por essas e outras que certas piadas consideradas de mau gosto pelos politicamente corretos se tornam sentença de morte se ditas por um conservador, mas são relevadas se quem disser for um lacrador.

Nós não. De modo que às vezes você verá por aqui músicas de artistas que odeiam a direita, mas que defendem ou exaltam valores próprios à direita. E é isso que eu quero: esfregar na sua cara que nossos valores são mais importantes do que quem os profere.

Sendo assim, a banda não precisa ser de direita, desde que a música seja.

Na próxima semana publicaremos o primeiro Rock de direita aqui no Voltemos à Direita.

E pode chamar de coxinha, reaça, bolsomimion e etc, que a gente não se ofende.

I know it’s only rock ‘n’ roll…

but I like it

Por Renan Alves da Cruz

 

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10 comentários em “Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita”

  1. Não sou esquerdista mas acho que quando se quer respeito precisa respeitar tb. O texto tinha tudo pra ser bom mas as ofensas dignas de quinta série tiram a credibilidade. Ah! Não me ofenda, é so uma opinião construtiva 😉 paz.

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