Para ator Paulo Gustavo, Cristo está morto

O ator Paulo Gustavo, estrela global, não esconde que é homossexual, ao contrário. Essa tem sido a tônica de muitos famosos. Quanto a isso, nada tenho a dizer. Eles que vivam suas vidas!

No entanto, é praxe dessa turma, como uma espécie de obsessão, quererem que Deus, a Bíblia e os cristãos se conformem a suas práticas.

Em matéria de Veja ficamos sabendo que o ator Paulo Gustavo fez o seguinte comentário:

“Quem escreveu essa Bíblia está desatualizado. Se Jesus Cristo fosse vivo, estaria no show de Pabllo Vittar. Está todo mundo indo, menino”.

O que Paulo Gustavo deve saber, porém, teima em não admitir, é que Jesus Cristo está vivo!  Diante dessa verdade, não é preciso fazer muito esforço para entender que Cristo Jesus não está em um show de Pablo Vittar.

Certamente nada impediria Jesus de ir a tal show, mas, com o único fim de cumprir a missão de converter o pseudoartista, “Vai-te, e não peques mais”!

Como afirmei no inicio, os ativistas homossexuais e não só eles, mas alguns ateus também, demonstram ter verdadeira fixação obsessiva por Deus e pela Bíblia. Ora tecem criticas a Palavra de Deus, ora negam a existência do Criador e não poucas vezes, optam pelo simples e puro deboche, zombaria ou ironias. Quando tomo conhecimento desses casos, chego à conclusão que tais querem mesmo é chamar atenção de Deus. Seria o caso do ator Paulo Gustavo?

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Todavia trata-se de uma estratégia inócua. Agem como crianças birrentas? Talvez. Mas, a Bíblia lembra-nos que diante do Cristo pregado na cruz seus algozes seguiram esse mesmo caminho:

E o povo estava olhando. E também os príncipes zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Cristo, o escolhido de Deus.
E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre.
E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo.
(LC 23: 35-37)

Qual a conclusão?

Invariavelmente, àqueles que se opõem a Cristo, apresentam características idênticas entre si, seja no contexto da crucificação, seja nos dias de hoje. São pessoas que negam a existência de Deus, a Santidade de Cristo e a autoridade da Bíblia porque não querem abrir mão de seu orgulho, vaidade e egoísmo. Emaranham-se em seus prazeres afirmando terem encontrado o amor e a felicidade, mas, ouso dizer, a grande verdade é que fazem isso para ocultar a triste vida que têm: sem sentido e sem esperança.

Por Jakson Miranda

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Cristãos oram pela Coreia do Norte

A Coreia do Norte é um dos países mais fechados e repressivos do mundo. Ser cristão por lá, é sinônimo de perseguição. No entanto, os cristãos oram pela Coréia.

O encontro de Donald Trump com o ditador da Coreia do Norte Kim Jung-Un, será sem dúvida um dos momentos políticos mais marcantes desse ano. Se vierem dividendos positivos, será um dos momentos que entrará para a história e marcará de forma inquestionável a gestão do atual presidente americano.

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Enquanto o encontro entre Trump e Kim teve como tônica no noticiário a desnuclearização do país asiático, mas, o que pouco se falou é que outro tema de extrema importância também foi tratado entre os dois lideres: Os Direitos Humanos, mais precisamente, a falta deles e por consequente a falta de liberdade religiosa.

Nos últimos dias, várias organizações cristãs estão fazendo campanhas de oração em prol do encontro dos líderes em Cingapura.

Líderes da Igreja na Coreia do Sul, que há anos clamam pela reunificação dos dois países e a volta da liberdade religiosa para os moradores do Norte, vêm dizendo que tudo que está acontecendo na península é resposta de Deus a suas orações.

A missão Portas Abertas iniciou uma campanha online, pedindo que os cristãos de todo o mundo orem para que:

– Kim Jung-Um liberte os mais de mais de 50.000 cristãos injustamente mantidos em centros de detenção e campos de prisioneiros em todo o país.

– O regime norte-coreano permita a abertura de novas igrejas, onde os cidadãos do país possam cultuar livremente.

– Os cristãos que restaram na Coréia do Norte tenham coragem renovada para conduzir o país a um renascimento da fé cristã naquela nação. (Trecho extraído do Gospel Prime)

Finalizando

A grande verdade, do que se extrai do noticiário, é que muitos estão torcendo para que o acordo entre os EUA e a Coreia do Norte vá para o vinagre. Outros optam por ridicularizar ora Trump, como de praxe, ora Kim Jung-Un.

E mais uma vez, o bom exemplo vem dos cristãos ao lembrar-se de pautas que deveriam ser de todos. Nós cristãos somos melhores que os outros por isso? Não estou em posição para fazer tal afirmação. Porém, diante de uma realidade de repressão, prisões arbitrárias e violação dos direitos humanos, TODOS deveriam está na torcida para que o acordo tenha resultados e que milhões de pessoas possam ter uma vida digna e prospera.

Por Jakson Miranda

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O homem contra Deus

A Bíblia informa-nos que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, não obstante, esse homem criado, resolve voltar-se contra Deus, esquecendo pouco a pouco, sua natureza e necessidade transcendente. Ou seja, desde sua origem, a natureza humana é voltada, instintivamente, a satisfazer suas necessidades, que agrupam-se na seguinte ordem: espirituais, fisiológicas e culturais. É nesse processo que o homem encontra prazer em coisas mais elevadas, como as artes, a política, filosofia, etc.

Nessa jornada a partir de certo momento da História, fica mais em evidencia a luta do homem contra Deus. Troca-se o culto a Deus, pelo culto do homem pelo homem. O Antropocentrismo do inicio da Idade Moderna, em clara oposição ao Teocentrismo de séculos anteriores, é um notório exemplo dessa inversão.

Não obstante, aqui pondero que mesmo no Humanismo, Deus não estava morto. Apenas havia perdido espaço. Apenas havia sido ferido. O Criador continuava vivo, ativo, ou seja, mesmo que em menor grau, o homem, em seu íntimo, continuava a preocupar-se com sua vida espiritual. É esse aspecto que permite o sucesso da  Reforma Protestante.

Assim, na batalha do homem contra Deus, coube ao Existencialismo decretar a morte de Deus. Mesmo que nesse Movimento houvesse pensadores cristãos, como Kierkegaard, as mentes que ofereceram maior expressão ao Existencialismo foram sem sombra de dúvidas o velho Nietzsche e Jean-Paul Sartre. O primeiro, lembrado pela Times quando a revista lança a pergunta: Is God Dead?

Se Deus está morto, então tudo está permitido. O homem é seu próprio senhor.

Aqui vão alguns exemplos das “benéficas” consequências do Movimento. Maio de 68, Woodstock, drogas, sexo, lutas por autoafirmação. Esse era o lema. AUTOAFIRMAÇÃO! Os novos senhores tiveram um pequeno tropeço, medo e desalento: o surgimento do vírus da AIDS. Mas, nada que diminuísse a grandeza do homem.

Sua grandeza é tal, que não cabe neste planeta. É preciso chegar as alturas, conquistar o espaço.

Todavia, o resultado é que de lá para cá, o hedonismo foi se aperfeiçoando. Ganhou uma roupagem pós-moderna, pós-contemporânea, ou, pós alguma coisa que ajude o homem a se sentir mais pleno e realizado.

Sociologia, psicanálise, prozac, diazepan, rivotril, um cigarro de maconha aqui, uma cheirada de pó acolá. Qualquer coisa que oferecesse e oferecer ao homem o sentimento de paz e liberdade são validos, exceto, voltar-se para Deus, afinal, Ele mantém o homem preso, alienado, com desejos reprimidos e com muitas ameaças de condenação eterna ao menor tropeço. Essas são as armas que o homem saca em sua luta contra Deus.

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Por que não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

Enfim, o homem está livre! E ganha como prêmio por essa liberdade e busca desenfreada por prazer, o ônus de estarmos, atualmente, experimentando um dos períodos de maior declínio moral da história.

Nesse cenário, se alguma família tem por objetivo levar uma vida moralmente decente e pretende assistir a um filme, em família, são obrigados a ler minuciosamente a sinopse do filme e mesmo assim, podem ser surpreendidos lá pelas tantas, com cenas pra lá de sensuais.

Novelas? As cenas de sexo pipocam a cada minuto. Hormônios incontroláveis! Sim, não só nas telas, mas incrivelmente na vida real, tornou-se comum o sexo por acaso, com direito a “dicas para não haver gafes”, antes, durante e depois do ato. Isso realmente traz felicidade? É isso que buscam essas pessoas, tão somente prazer sexual?

“Oras, não há problemas em dois jovens responsáveis fazerem sexo.”

“Não me venha posar de puritano”.

“Não sejas hipócrita”!

“Onde está a maldade no ato sexual, feito por duas pessoas que se amam?”

São algumas das frases que com certeza alguns proferirão, ou pensarão sarcatiscamente. Onde está a maldade no relacionamento sexual? No relacionamento sexual, nenhuma, desde que, praticada por pessoas casadas. Fora do casamento, portanto, há maldade no relacionamento sexual, disso temos absoluta certeza!!!

Vejamos

Centenas de famílias são destruídas por conta do adultério. Quando a família não é desfeita, tem-se, por conta da traição, um relacionamento de aparências ou, não totalmente feliz, incompleto. O processo de reestruturação é doloroso e não ocorre da noite para o dia, com remédios ou psicanálise. leva anos!!

O número de jovens que tiveram seus planos interrompidos ou adiados por conta de uma gravidez indesejada é assustador. O número de crianças nascidas e criadas por pessoas totalmente inexperientes e despreparadas é igualmente assustador.

Para mitigar isso, tenta-se aprovar a descriminalização do aborto. Que solução, hein?! Mesmo com o governo distribuindo preservativos de forma indiscriminada, os casos de AIDS continuam altos, isso sem mencionar as demais DSTs. Falta informação. Dizem as autoridades. Não, não falta!

Agora, pisamos mais um degrau na baixeza moral. Crescem os escândalos protagonizados por fotos e vídeos íntimos divulgados nas Redes Sociais, sites e blogs. Jovens, por não suportarem a humilhação a qual são expostas, cometem suicídio, deixando familiares e amigos (sinceros) destruídos, perplexos.

Não há maldade nisso tudo? Não há maldade em abortar? Não há maldade no fato de uma criança ser educada por pais ineptos? Quando estes, com um pouco mais de paciência, poderiam casar-se e conceber um filho num lar sadio?

Não há maldade em vidas serem interrompidas,  resultado da maléfica influencia e apelo em torno da sensualização e exposição nunca antes vistas?

É certo que Hitler relativizou a moral para extrapolar na maldade, idem para Stalin e tantos outros. Mas hoje, o homem comum, não só relativiza a moral, mas também, enxerga virtudes no mal. Consultem vossas consciências!

Falta-nos resgatarmos uma sociedade orientada por princípios morais, que lembrem aos indivíduos que os mesmos não são meros animais insaciáveis por prazer.

Ok, mas o que podemos fazer para resgatarmos essa sociedade?

Bem, devo lembrar-lhes que Deus não está morto. Deus vive!  Seu Livro tem a receita. Seu Livro dar-nos a receita para estruturar famílias, orientar jovens, consolar pais e mães. Como também, aceitar mães solteiras e oferecer-lhe apoio a fim de que, consigam preparar-se e construir uma família.

O homem agir contra Deus deu no que deu. É necessário, portanto, cessar essa luta e trilhar o caminho inverso, pois, reiteramos, não precisamos de mais psicologias, sociologias, antropologias ou qualquer outra Ciências Humanas, precisamos sim, MAIS de DEUS!!

Por Jakson Miranda

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Por que não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

O filme Vingadores – Guerra Infinita simplesmente alcançou o recorde de possuir, até aqui, a maior bilheteria de estreia do cinema de todos os tempos. Apenas no Brasil, o filme já arrecadou mais de R$ 40 milhões.

Cumprindo minhas obrigações paternas, fui assistir ao blockbuster baseado em personagens da Marvel. Com um elenco recheado de estrelas hollywoodianas e eximia produção, é compreensível que o filme lidere as bilheterias mundo afora.

Ao sair da sala de cinema, minha esposa, que nos aguardava do lado de fora, indagou-me se eu havia gostado do filme. Não, não gostei. Foi minha resposta. E por que não gostei?

Talvez eu possa ser visto por muitos como um esquisitão, mas, os super-heróis tanto da Marvel quanto da DC Comics não fizeram parte da minha infância e juventude. Das histórias em quadrinhos, meus personagens favoritos eram Chico Bento e Cascão. Assim, me surpreende o fascínio que tantos jovens e adultos nutrem por super-heróis como superman, Batman, Capitão América ou Thor.

Mesmo assim, não faço grandes objeções para assistir produções do gênero.

Então, por que recomendo vocês a não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

Vamos lá! Ao assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita com um olhar mais atento e treinado, é inescapável identificarmos a enorme quantidade, de forma implícita ou não, de mensagens não cristãs. Logo, para um cristão, torna-se um filme desconfortável.

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Nesse sentido, a mensagem não cristã que claramente aparece no filme e que permeia toda a trama, diz respeito às tais “Joias do Infinito” surgidas com o “Big Bang” e possuidoras de fortes poderes sobre o universo: espaço (azul) mente (amarela), poder (roxo), tempo (verde), realidade (vermelha) e alma (laranja). Assim, em muitas passagens do filme, encontramos falas sobre o “equilíbrio do cosmos” E “equilíbrio do universo”.  Aonde se encaixa, nessas tais “joias”, a existência de um Deus Trino, onipresente e onipotente?

Mocinhos X vilão

Logicamente que não seria um filme de super-heróis se não houvesse o embate dos mocinhos lutando em defesa da humanidade contra uma poderosa e perigosa ameaça que no caso do filme Vingadores – Guerra Infinita , responde pelo nome de Thanos. É Thanos o grande vilão da história.

O problema é que Thanos é um monstro que tenta ter em mãos, literalmente, as já citadas “Joias do Infinito”, cuja finalidade, com o poder conferido por elas, é exterminar metade da humanidade e assim, evitar que todos perecem com a escassez de recursos. É um necessário e misericordioso mal, com um verniz malthusiano, em nome de um bem maior: a preservação da espécie.

Não obstante, é na figura do vilão que o filme desperta uma boa discussão, afinal, podemos ver em Thanos, uma analogia ao papel do Estado, cada vez mais gigante, cada vez mais poderoso e com uma fome insaciável por mais poder; tornando-se o responsável por dar de forma arbitrária a última palavra sobre quem tem o direito de viver e quem foi o escolhido para morrer.

Também é possível enxergarmos em Thanos figuras como Hitler e tantos outros genocidas que sempre justificaram e justificam seus atos em nome de um bem maior. No filme, esse mal é combatido pelos super-heróis.

Em essência, são os super-heróis os responsáveis por defender os mais fracos: são fortes, corajosos e possuem os meios materiais e habilidades que a grande maioria dos meros mortais não possui, ou seja, têm poderes sobre humanos. Também faz parte desses poderes o senso de justiça, bondade, gratidão, amor e um estoico comportamento ético e moral que sobrepuja todas as suas fraquezas humanas.

Portanto, na descrição de um super-herói, descobrimos que suas qualidades são quase inatingíveis pela grande maioria da população. E esse dado contribui para reforçar minha desaprovação pelo filme Vingadores – Guerra Infinita e mais ainda, não recomendar vocês a assisti-lo

Não recomendo  o filme e saí do cinema com essa certeza porque o mal que Thanos representa e que está longe de ser uma mera ficção pode ser combatido por todos os indivíduos que compõem nossa sociedade, desde que, todos, possuam coragem, justiça, gratidão, amor, senso ético e moral, logo, prontos para defender os fracos e indefesos.

Mas como isso é possível se já foi falado que ser um super-herói é algo inalcançável à grande maioria?  Na sala ao lado em que se passava o filme da Marvel passava outro, cujo personagem central deixou-nos, dentre muitos outros, o seguinte ensinamento: Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo.

Jesus Cristo é nosso verdadeiro herói. Foi Ele quem morreu e ressuscitou por nós. E embora Seu padrão moral, Seu amor e Sua bondade sejam inalcançáveis por nós, o Espírito Santo de Deus, através do apóstolo Paulo, nos exorta a imitá-lo.

É desta forma e não de outra, que conseguiremos vencer o mal representado por Thanos, Hitler, principados e todos os dominadores deste mundo.

Mas infelizmente, é isso que jovens e adultos já vazios dos padrões de Deus e cheios do relativismo do nosso tempo, deixam de aprender e apreender ao assistirem ao filme Vingadores – Guerra Infinita. Ao assistirem, ficam ainda mais distantes da Verdade porque alimentam o imaginário de que algumas virtudes estão tão naturalmente distantes que são apenas para alguns poucos afortunados.

Nesse sentido, não recomendo o filme Vingadores – Guerra Infinita.

Por Jakson Miranda

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Prática do “aborto pós-nascimento”” ganha defensores no meio acadêmico

Texto de Jônatas Dias Lima, publicado na Gazeta do Povo: 

A ideia de matar recém-nascidos tende a causar repulsa em qualquer sociedade civilizada, mas a crescente aceitação acadêmica do chamado “aborto pós-nascimento” mobiliza entidades pró-vida e defensores dos direitos da infância para o risco de uma relativização radical do direito à vida. Motivados pela tese de que uma pessoa só pode ser considerada como tal quando tem consciência de si, os entusiastas dessa visão consideram o homicídio infantil legítimo e fazem seguidores.

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Embora a base conceitual para esse pensamento venha de autores do século 20, as tentativas mais recentes de legitimar a eliminação de bebês ganharam divulgação internacional em 2012, quando a dupla de filósofos italianos Alberto Giublini e Francesca Minerva, docentes da Universidade de Melbourne, Austrália, publicaram o artigo “After-birth abortion: why should the baby live?” (em português, “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?”), no Journal of Medical Ethics, um reconhecido periódico científico na área da Bioética. Os pesquisadores partem do princípio de que não há diferenças relevantes entre o feto e o recém-nascido. Portanto, se há aceitação do aborto, não faz sentido criminalizar a eliminação de um bebê, apenas por este ter deixado o útero materno.

Uma das justificativas seriam as estatísticas de diagnósticos de síndrome de Down. Os pesquisadores lembram que apenas 64% dos casos registrados na Europa são detectados em exames pré-natais, o que resulta no nascimento de centenas de bebês portadores da síndrome. Segundo a lógica da dupla, se o problema fosse detectado com a criança ainda no útero, o aborto comum seria uma opção, mas nos casos em que isso não é possível, os pais deveriam ter o direito de matar a criança logo após o parto.

Giublini e Minerva, no entanto, deixam claro que não apoiam o infanticídio apenas do que chamam de pessoas “sem potencial de vida saudável”. Para eles, o direito de decidir sobre a vida de uma criança que ainda não tem cons-ciência de si caberia exclusivamente aos pais e aos médicos.

Um levantamento feito em outubro em universidades americanas dos estados de Minnesota, Flórida e Ohio, mostrou haver em todas as cidades estudantes que concordam com o aborto pós-nascimento.

“Eles justificam sua posição dizendo que alguém só é plenamente humano quando se torna consciente sobre si mesmo, o que só ocorre por volta dos 4 anos”, relata a uma publicação local Kristina Garza, dirigente de uma das ONGs responsáveis pelo levantamento.

Embora preocupante, o resultado não aponta necessariamente uma tendência de apoio popular à ideia. Uma pesquisa feita em 40 países em abril deste ano, pelo Pew Research Center, mostrou forte rejeição ao aborto, em qualquer etapa.

Estudo foi motivo de repúdio

As reações ao estudo de Giublini e Minerva foram intensas. Artigos criticando e rebatendo o texto foram publicados em jornais da Europa e dos Estados Unidos, e houve centenas de manifestações na internet, o que levou os autores a publicarem um pedido de desculpas. Eles lamentaram que o debate tenha saído dos círculos acadêmicos e afirmaram que não estavam propondo políticas públicas, mas fazendo apenas “um exercício de pura lógica”.

Cerca de um ano depois, em maio de 2013, o mesmo periódico publicou uma coletânea com 31 comentários de eticistas de todo o mundo sobre o infanticídio. Alguns deles voltaram a defender a prática como um ato aceitável. O próprio editor da revista, Julian Savulescu, assume seu lado no debate e abre a edição vinculando o assunto a outro tema controverso da bioética. Para ele, a discussão sobre a moralidade do infanticídio “é importante e digna de atenção acadêmica, porque toca em uma área de preocupação que algumas sociedades tiveram a coragem de enfrentar honesta e abertamente: a eutanásia”.

Internautas se revoltam contra campanha de revista pela legalização do aborto

A campanha que a revista TPM lançou em novembro, em defesa da legalização do aborto, têm resultado em diversas reações de repulsa nas redes sociais. Para se antepor a hashtag #precisamos falar sobre aborto, lançada pela publicação, usuários do Twitter e do Facebook lançaram a hashtag #precisamos falar sobre assassinato de bebês e passaram a postar fotos de si mesmos com cartazes exibindo a frase. A página de resposta à TPM, criada no dia 19 de novembro Facebook, e que tem como nome a mesma hashtag, alcançou em uma semana cerca de cinco mil seguidores.

“Uma coisa é discutir o aborto com base em estatísticas verdadeiras, agora o que a revista está fazendo é mera propaganda do aborto como se ele fosse um tipo de ‘solução’ para a gravidez”, diz Guilherme Ferreira, diretor local da CitizenGo, uma plataforma de petições online. Ele lembra que o aborto é crime no Brasil, em qualquer circunstância, sendo apenas não punido em casos específicos. “O que a revista está fazendo é apologia, não se trata de debate democrático”, diz.

Para defender a causa, a publicação alega que o aborto é “a questão feminina mais urgente e menos discutida no país”, embora o assunto seja tema de frequentes audiências públicas no Congresso Nacional, foi discutido por juristas e parlamentares na formulação do projeto do novo Código Penal, em 2013, e surgiu como tema em debates transmitidos pela tevê entre candidatos à presidência, nas eleições de outubro.

Projetos de lei pretendem garantir proteção legal ao bebê em gestação

Em agosto de 2013, a comissão especial do Senado responsável pelo projeto do novo Código Penal emitiu seu relatório final, mantendo o aborto como crime. Os senadores rejeitaram a proposta de descriminalizar a prática até a 12ª de gestação. O projeto do novo Código Penal segue em tramitação no Senado.

Também tramita no Congresso o Projeto de Lei 478/2007, chamado de Estatuto do Nascituro, que pretende dar proteção jurídica ao bebê, desde a concepção. O projeto foi aprovado na Comissão de Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados, aguarda por votação, desde de junho de 2013, na Comissão de Constituição e Justiça.

Outra projeto relacionado ao tema é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 164/2012, que pretende incluir na Constituição Federal as palavras “desde a concepção” no artigo 5º, quando há menção à inviolabilidade da vida humana.

Igreja não é circo: ordem e decência no culto já!

No artigo Ordem e Decência no culto: comecemos pelo respeito aos horários ponderamos sobre a necessidade de que o Culto ao Senhor seja organizado, com horário para começar e terminar, dentro de parâmetros de convivência social que abençoem a comunidade, sem causar escândalo e embaraço.

Também mencionamos que a vontade prevalecente num Culto deve ser a do cultuado, não a do cultuador, de maneira que se queremos adorar a Deus, os parâmetros a seguir são os Dele não os nossos.

Hoje prosseguimos no tema, afinal, manter-se dentro do horário e do volume apropriado não garante por si só que um Culto seja decente e ordeiro.

O melhor capítulo bíblico para evocarmos é I Co 14. Extrai dele alguns versículos para que nos norteiem. Mas recomendo que você o leia por completo ao término da leitura deste artigo.

Dou graças a Deus por falar em línguas mais do que todos vocês.
Todavia, na igreja prefiro falar cinco palavras compreensíveis para instruir os outros a falar dez mil palavras em língua.
Irmãos, deixem de pensar como crianças. Com respeito ao mal, sejam crianças; mas, quanto ao modo de pensar, sejam adultos.
Pois está escrito na Lei: “Por meio de homens de outras línguas e por meio de lábios de estrangeiros falarei a este povo, mas, mesmo assim, eles não me ouvirão”, diz o Senhor.
Portanto, as línguas são um sinal para os descrentes, e não para os que crêem; a profecia, porém, é para os que crêem, e não para os descrentes.
Assim, se toda a igreja se reunir e todos falarem em línguas, e entrarem alguns não instruídos ou descrentes não dirão que vocês estão loucos?
1 Coríntios 14:18-23

Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar.
Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus.
1 Coríntios 14:27,28

Pois Deus não é Deus de desordem, mas de paz. Como em todas as congregações dos santos,
1 Coríntios 14:33

Mas tudo deve ser feito com decência e ordem.
1 Coríntios 14:40

Os versículos listados estão todos dentro do mesmo contexto, em continuidade à mesma tratativa, não tendo sido pinçados aleatoriamente para construir uma defesa.

À luz destes versículos como não questionar algumas práticas cada vez mais recorrentes no meio cristão atual?

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Como não reconhecer que há divergências cruciais entre as recomendações dadas por Paulo sobre o uso dos dons de línguas no culto e o que se vê hoje em dia em algumas igrejas?

Me digam onde está a biblicidade de determinadas “unções” e “moveres” que se proliferam em determinadas igrejas, onde a ordem e a decência são sobrepujadas por espalhafato, teatralidade espiritual e, em alguns casos, até mesmo a truculência?

Onde a Bíblia diz que devem falar dois, NO MÁXIMO TRÊS e alguém deve interpretar, vemos agora dezenas, muitas vezes centenas de irmãos gritando ao mesmo tempo, sem qualquer condição de edificação, muito menos de que haja possibilidade de se interpretar o que estão dizendo.

Meu querido, se você crê que a Bíblia é inerrante, ou seja, é a Palavra INFALÍVEL de Deus, e ela diz que no culto público devem orar em línguas no máximo dois ou três e haver interpretação, só podemos chegar à conclusão de que se há dezenas ou centenas verberando em línguas estranhas sem nenhuma interpretação, tal movimento não está alinhado ao que o próprio Espírito inspirou Paulo a escrever em Sua Palavra!

Pois se Paulo escreveu sob inspiração e seu escrito contraria o que se vislumbra em diversas igrejas, como considerar que o Espírito que atua é o mesmo, se a mensagem e a ação se contradizem?

Há casos em que uns correm pelos corredores, outros giram e agitam mãos, não raro atingindo ou lançando cadeiras em irmãos indefesos.

O versículo 33, ainda no mesmo assunto e contexto é taxativo, “pois Deus não é Deus de desordem, é Deus de paz”. Pois bem: Que paz e ordem há numa ação coordenada pelo próprio Espírito em que temos que permanecer em estado de atenção para não sermos atingidos por um “crente cheio da unção”?

Cadê a ordem numa manifestação em que os membros correm, rolam no chão, uivam e aparentam ter perdido o controle dos seus atos, assustando eventuais visitantes e descrentes que estejam visitando a Igreja?

Paulo escreve: Assim, se toda a igreja se reunir e todos falarem em línguas, e entrarem alguns não instruídos ou descrentes não dirão que vocês estão loucos?

Sim. É óbvio. Um descrente que esteja visitando se sentirá muito mais acuado e assustado com o que está vendo do que atraído para a catarse coletiva.

Infelizmente, vivemos uma fase de imediatismo na igreja. Ir prestar Culto e Reverência ao Senhor dos senhores não basta, é preciso uma nova experiência o tempo todo. Todos têm que sair do culto cambaleando no Espírito ou não receberam o Poder.

Não esqueçamos que uma das evidências do Fruto do Espírito é o domínio próprio!

Não esqueçamos que o culto não é somente o lugar para você “caçar” novas experiências, é o momento em que o Senhor deve ser adorado e onde você, muitas vezes, deve se calar em reverência para ouvi-Lo falar.

Respeitando sempre as regras de culto estabelecidas pelo cultuado, pois, repito, quem decide como um culto deve ser prestado é o cultuado, não o cultuador. O padrão precisa ser aquele que Ele especificou.

A partir do momento em que alguém da sapiência do Apóstolo Paulo diz: “Todavia, na igreja prefiro falar cinco palavras compreensíveis para instruir os outros a falar dez mil palavras em língua.”, creio que, de nossa parte, ao menos uma reflexão deve ser suscitada.

Deus é Deus de ordem e decência. O Culto é a Ele e deve ser realizado conforme Ele ordenou. Deus não é Deus de confusão ou mentira. Sendo Ele Espírito, que sentido faria Ele próprio causar o rebuliço que inspirou Paulo a repreender?

Concluo com as palavras do apóstolo:

Portanto, meus irmãos, busquem com dedicação o profetizar e não proíbam o falar em línguas.
Mas tudo deve ser feito com decência e ordem. 
1 Coríntios 14:39,40

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado no portal Gospel Prime

 

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Ordem e decência no culto: comecemos pelo respeito aos horários!

Infelizmente temos visto despreparo e desconhecimento no culto público praticado em algumas igrejas. Creio que nossos irmãos possuem a melhor das intenções, mas lhes falta um debruçar dedicado à Palavra.

Deus exige ordem e decência no culto a Ele, porque estes princípios Lhe são caros. Ele não abre mão deles. As verdades do Senhor são absolutas. Ele é quem recebe a adoração e o ato de culto, cabendo a Ele determinar de que forma este culto deve ser prestado.

Temos aqui já um ponto digno de menção. Se quero prestar um culto verdadeiro ao Senhor, não me cabe decidir de que forma quero adorá-lo, mas sim, preciso buscá-lo da forma que Ele deseja ser adorado.

E Ele o quer com ordem e decência, como explicitou em sua Palavra.

Não existe ordem e decência num culto que não tem horário para começar ou terminar. O horário projetado para um culto deve ser rigorosamente respeitado.

Atrasar um culto para esperar mais gente é desdenhar do cultuado. Protelá-lo além do estabelecido é assumir que ocorreram coisas na reunião que não deveriam ter acontecido se o estivesse Senhor à frente, ou, dizendo de maneira mais clara, ocorreram coisas que não provieram de Deus, mas da carne.

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O Deus de ordem e decência realiza seu tratar dentro dos parâmetros determinados por Ele mesmo. Se o tempo vigente de culto não é suficiente para cumprir todos os compromissos da reunião, das duas uma: ou o pastor da igreja não consultou o Senhor a respeito do tempo de culto, ou está permitindo que coisas alheias ao ato aconteçam.

Alguns pensam que estender um culto indefinidamente demonstra que “não querem sair da presença do Senhor”. Esta ideia, vista pelo lado reverso, suscita a constatação de que, para estes, sair da igreja representa deixar Deus lá. Pensam estes que o Senhor habita em templos feitos por mãos humanas?

Não tiveram eles a experiência de sair de um culto nutridos da presença de Deus, aptos a permanecer neste estado por toda a semana?

Estes alongadores já pararam para pensar nas irmãs que não possuem maridos convertidos, maridos estes que as esperam em casa no horário definido para término do culto? E nos jovens que não tem pais na igreja, será que pensaram? Qual a responsabilidade da igreja do “o culto vai até quando Deus mandar” com estas pessoas?

E os cultos noturnos que se estendem além dos horários apropriados, irritando vizinhos, dando péssimo testemunho, colocando a congregação em papel de vilania ante a vizinhança, com som alto, gritarias e estripulias frívolas que recaem na carnalidade?

Que representatividade esta igreja possui no meio em que está inserida? Qual seu papel de Embaixada do Reino?

Creem estes que o Deus onipotente se impacta com despautérios? Que aquele que disse a Moisés “Eu Sou” através de uma sarça que ardia sem se consumir, aprova que os seus ajam de maneira desordenada e inconsequente?

O culto público, reitero, é o ato de adoração a um Deus soberano. Tal adoração deve submeter-se aos desejos Dele.

Deve ter ordem e decência.

Na próxima semana, dentro do mesmo tópico, nos debruçaremos mais atentamente sobre I Coríntios 14 para abordar alguns excessos tratados como “unções” e “derramamentos” que não possuem estofo bíblico e são, na melhor das hipóteses, rebuliços carnais.

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado no portal Gospel Prime

 

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Novas 95 teses para uma Reforma da igreja evangélica atual

Em 1517, o monge Martinho Lutero mudou a história do mundo ao expor publicamente suas 95 teses na porta da Catedral de Wittenberg. Todo o molde histórico e geográfico da Europa foi alterado e o cristianismo protestante nasceu com o intuito de se distanciar das heresias apoiadas e propaladas pela Igreja.

500 anos depois o cristianismo protestante subsiste, embora seja cada vez mais premente a necessidade de se desligar dos hereges, ladrões, mercenários e aproveitadores entranhados no meio dos cristãos verdadeiros. A sujeira começa a se tornar insuportável, de modo que a denúncia destes falsos profetas se demonstra inadiável.

Escrevo estas 95 teses como uma humilde contribuição, buscando denunciar o igrejismo mercadológico, barganhoso e antibíblico. Repito simbolicamente o ato de Lutero por convicção, necessidade e, sobretudo, homenagem.

 

1º tese. Cristo nos conclamou ao arrependimento. Reconheçamos, portanto, que somos pecadores e deixemos de pregar que somos cheios de poder, reconhecendo que o Poder pertence somente a Ele;

2º tese. Nos reconhecendo pecadores, automaticamente, assumimos que precisamos de perdão e redenção, que só podem vir através de Jesus Cristo;

3º tese. Entendamos que o nosso arrependimento precisa gerar frutos visíveis, que nos identifiquem como servos do Deus altíssimo;

4ºtese. E que o pecado que habita em nós, inerente à nossa carne, nos afastaria por completo de Deus caso Ele não tivesse misericórdia de nós, sendo um contrassenso qualquer um de nós se considerar “cheio do poder”;

5ºtese. Um pastor só está de acordo com a vontade de Deus se se mantém, em tudo, baseado na Palavra Dele, sem priorizar seus próprios achismos e interesses;

6ºtese. A obra que Cristo realizou na Cruz já está cumprida. Nenhum homem deve cobrar para intermediá-la;

7ºtese. O perdão de Deus não está à venda e nem sob posse de liberação de quem quer que seja, senão Dele próprio;

8ºtese. A salvação, tal qual o perdão de Deus, são intransferíveis. Não podem ser comprados, vendidos ou herdados;

9ºtese. Os pastores, bispos, presbíteros e líderes estão sujeitos aos mesmos princípios bíblicos que aqueles a quem conduzem;

10ºtese. Ninguém tem poder para estipular juízos, julgamentos e sentenças que não encontrem embasamento bíblico, de acordo com as orientações e procedimentos dados à Igreja Primitiva através de Paulo e dos apóstolos;

11ºtese. Os falsos profetas e falsos ensinos proliferam quando os verdadeiros servos de Deus se calam;

12ºtese. Somente o Deus que por sua infinita Graça concede o perdão pode julgar a sinceridade do coração do pecador arrependido;

13ºtese. Enfermidades não são evidências de vida em pecado, sendo portanto um logro espiritual perturbar os enfermos com acusações de que sua doença provém de castigo e/ou consequência dos seus atos;

14º tese. É doloso exigir dos enfermos valor material como barganha para oferecimento de cura, mediante a imputação de “falta de fé” se o preço é pago e a cura não é alcançada;

15º tese. Só o Senhor determina a cura, bem como conhece as razões para a existência de uma enfermidade, estando tudo sujeito à Sua onisciência plena;

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16º tese. O Inferno prometido aos que não reconhecerem o sacrifício de Cristo não pode ser tornado instrumento de chantagem emocional por pastores e líderes religiosos, de modo a atemorizar o povo para que cumpram suas vontades;

17ºtese. Peca gravemente contra o Senhor aquele que engana o povo e usa o medo do inferno como forma de locupletar-se;

18ºtese. Sendo o Senhor o doador da Redenção, cabe somente a Ele proferir quem é e quem não é digno de padecer no Inferno;

19ºtese. Os atos condenáveis pelo Senhor estão dispostos em sua Palavra. Aquele que acrescenta à Bíblia pecados que Deus não condenou é falso profeta;

20ºtese. Nenhum homem tem poder para condenar ou livrar alguém do inferno, tal qual não tem poder para salvar pela sua palavra quem quer que seja;

21ºtese. Portanto, estão em pecado aqueles que, tomados pela vaidade do cargo e nomenclatura religiosa, lançam pragas e decretam condenações;

22ºtese. São soberbos e mentirosos aqueles que alegam possuir uma “autoridade espiritual” especial vinda de Deus, e que com isso oprimem e enganam o povo;

23ºtese. Cada qual será galardoado pelo Senhor na Eternidade. Os que se auto-galardoam e se consideram autoridades irretocáveis, se afastando do povo e vivendo como nababos, não se apresentam como ministros de acordo com o padrão bíblico;

24ºtese. Os que se refestelam em seus títulos soberbos e orgulhosos, alterando sua nomenclatura ministerial para se elevarem pessoalmente, são os que se tornaram incapazes de esconder sua própria arrogância;

25ºtese. Não é vergonha ser pastor ou presbítero, de modo que não é necessário que tantos se promovam a apóstolos e a outros títulos que foram esvaziados do seu sentido bíblico;

26ºtese. Quem serve a Deus com humildade dá pouca importância à titulação. Mudar a nomenclatura do próprio cargo para algo que se considera de impacto superior é marketing humano, mas vergonha espiritual;

27ºtese. Os apóstolos bíblicos enfrentaram profundas perseguições no propósito de expandir a fé cristã por todo o mundo até então conhecido. Os apóstolos de hoje em dia estão dispostos a deixar suas igrejas portentosas para realizar tal tarefa?

28ºtese. A atuação dos falsos profetas é abundante e incontida porque grande parte dos que se pretendem cristãos não leem a Bíblia, de modo a serem facilmente ludibriados;

29ºtese. A pregação bíblica deve se esmerar em fornecer um parâmetro de vida calcado nos princípios presentes na Palavra de Deus;

30ºtese. Ao pregarem sobre futilidades e escorados em princípios de auto-ajuda, os pregadores impedem a consolidação de uma igreja sábia e forte;

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31ºtese. A norma máxima objetivada por um pregador deve ser estar de acordo com a Palavra de Cristo e se fazer entender pelo maior número de pessoas;

32ºtese. É mais importante pregar a Bíblia como ela está disposta do que utilizar técnicas de marketing pessoal, que enfatizam o magnetismo do orador e não a verdade do seu discurso;

33ºtese. Não encontra base bíblica a chamada “pregação antropocêntrica”, que coloca o homem, e não Deus, no centro da ação;

34ºtese. O pregador nunca deve esquecer que um culto é o lugar onde os homens devem servir a Deus, não onde vão para que Ele os sirva;

35ºtese. O cuidado de Deus para conosco foi manifesto através do sacrifício redentor de Jesus Cristo, de modo que nada mais seria necessário que Ele nos fizesse, mesmo assim Ele nos supre com aquilo que precisamos;

36ºtese. O sermão proferido no culto deve servir ao propósito de cultuá-Lo, lembrando do que Ele já realizou por nós e não focando somente no que ainda devemos querer Dele;

37ºtese. Por tal, é lesiva e oportunista a pregação que se fixa somente na conquista de bens financeiros e materialidades, na medida em que apresenta Deus como um gênio da lâmpada despertado pelas vultuosas ofertas de seus súditos;

38ºtese. Pregadores que só falam de bençãos materiais criam igrejas frágeis, cuja membresia se desestimula se os resultados financeiros não são brevemente conquistados;

39ºtese. Tem sobre si responsabilidade aquele que perde uma vida sob seu pastorado, por pregar um evangelho incondizente;

40ºtese. O incentivo à barganha financeira impede que os crentes tenham verdadeiro prazer em contribuir com o sustento da obra, fazendo com que o prazer em contribuir seja advindo somente da crença de que receberão em troca o investimento multiplicado;

41ºtese. Além do fato de que os abusos praticados dão mal testemunho e afastam os descrentes do Caminho;

42ºtese. Por causa destes, o nome do Senhor acaba blasfemado entre os ímpios, e o peso de seus maus atos recaí sobre todos, inclusive os que procedem retamente;

43ºtese. Que amor cristão há nos que, ensandecidos e tomados pela cobiça, dão dízimos e ofertas em caráter de barganha, visando riqueza material?

44º tese. Os que ofertam como forma de chantagem a Deus porque querem ser recompensados financeiramente são servos do dinheiro, não Dele;

45º tese. Os proponentes do evangelho materialista da Teologia da Prosperidade diminuem o sacrifício de Cristo;

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46º tese. Em lugar da pregação do que Cristo já operou na cruz, focam seus esforços em promessas de riquezas terrenas;

47ºtese. São lobos aqueles que falseiam a Palavra para obtenção de lucro, usando o nome de Deus como fachada para seus negócios escusos;

48ºtese. Os que não se empenham em pregar o Evangelho, mas em conseguir novos pretextos para falsear Malaquias 3.10;

49ºtese. Não entendem o conceito de soberania os que, por inocência ou interesse, alegam que o devorador é um demônio limitante ao poder de Deus, não podendo ser por Ele repreendido;

50ºtese. Comete-se injustiça contra Deus aquele que gasta tanto ou mais tempo falando de dinheiro e prosperidade do que pregando o verdadeiro evangelho;

51ºtese. Atentam contra a fé os que acreditam que a conquista de bens materiais é evidência de aprovação divina;

52ºtese.  Os que dizem querer engrandecer a Deus através dos bens são mentirosos, pois o que querem são os tesouros terrenos;

53ºtese. Se quisessem engradecer a Deus o fariam com seus corações, que já possuem, e não com riquezas que anseiam conquistar;

54ºtese. Verdadeira é a igreja que não se escora em “movimentos” e modismos falsamente chamados de “avivamentos”, mas se mantém fiel à Palavra;

55ºtese. Heresias nascem diariamente sob a condição de “movimentos” e “novidades”, sendo essencial seguir o Evangelho Puro e Simples;

56ºtese. Pois para que haja hereges, é preciso haver quem os siga;

57ºtese. Novidades teológicas são perigosas, pois o Texto Sagrado permanece o mesmo;

58ºtese. As obras não salvam, mas são as credenciais demonstradas publicamente por aquele que é salvo;

59ºtese. Pois só dá testemunho do amor de Cristo aquele que transborda publicamente do que está cheio;

60ºtese. O “cristão” que mira somente tesouros terrenos transbordará ao mundo apenas sua ganância incontida;

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61ºtese. O verdadeiro tesouro da igreja de Cristo é o Evangelho da Graça e da Glória de Deus;

62ºtese. Como este tesouro exalta os humildes e humilha os soberbos, é repelido por muitos dos pastores midiáticos;

63ºtese. Pois a pregação da humildade não combina com a pregação da honra e luxo prometida aos que contribuírem de modo incessante;

64ºtese. Tais falsos profetas, se realmente tivessem fé no que pregam, deveriam eles próprios contribuir consigo mesmos, para que multiplicassem suas próprias contribuições e prosperassem toda a igreja!

65ºtese. Servos de Deus não adivinham documentos de identidades ou manipulam serpentes de forma exibicionista, mas dão testemunho de Cristo em sua vida diária.

66ºtese. Não cultuam a Deus somente no templo no domingo, mas cultuam todos os dias, em todos os lugares, porque eles são a Igreja;

67ºtese. No templo adoram a Deus em comunhão com seus irmãos, como Cristo assim ordenou, mas são cristãos o tempo todo, em todos os lugares;

68ºtese. Gírias e roupas de crente não elevam o grau de santidade de ninguém. Os servos de Cristo são reconhecidos pelos seus frutos, não pelo figurino;

69ºtese. A Palavra de Deus é a Verdade da fé cristã, imutável e irrelativizável, exigindo, portanto, que os servos deste Reino não se contaminem com verdades relativas;

70ºtese. É mais justo o cristão que se eleva contra os ensinos de um falso profeta do que o que se cala temendo uma pretensa autoridade espiritual;

71ºtese. A autoridade espiritual suprema é a Palavra de Deus. Os pastores e líderes devem ser respeitados somente quando sujeitos à autoridade Dela;

72ºtese. Os líderes que Deus levanta agem em amor, sabedoria e justiça, não com opressão ou chantagem emocional;

73ºtese. Não é papel da igreja proporcionar entretenimento às pessoas. A igreja se fragiliza toda vez que se descaracteriza do padrão bíblico sob a justificativa de estar buscando ganhar almas;

74ºtese. O modo de se evangelizar é pregando o Evangelho e demonstrando-o na vida prática. A igreja deve ser menos pirotécnica e mais fiel à essência bíblica;

75ºtese. Em nada se diferenciam dos cartomantes e adivinhos aqueles que se nomeiam profetas e fazem previsões descabidas a qualquer um que os consulte;

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76ºtese. Supremo tolo entre os tolos é aquele que só procura a voz de Deus na boca dos falsos profetas e não em Sua Palavra;

77ºtese. Orações escandalosas demonstram falsa santidade. São tal qual galos que querem se impor no galinheiro pelo barulho que fazem;

78ºtese. Deve-se tomar muito cuidado com aqueles que querem ser mais misericordiosos do que Deus. Ao que Ele considerou pecado, não cabe ao homem fornecer atenuação;

79ºtese. O amor de Deus se manifesta através de nós quando alertamos o mundo de que o sacrifício de Cristo limpa nossos pecados, não quando, em nome do amor, ensinamos que o pecado é tolerável;

80ºtese. Igreja que falsifica o Evangelho sob a “desculpa” do amor é casa de mentiras. Não se pode servir a Cristo sem renúncia;

81ºtese. A única forma de demonstrar às pessoas que elas precisam de um Salvador, é ensinando-as que são pecadoras. Sem esse reconhecimento, não existe transformação;

82ºtese. De modo que é por isso que tantos males são causados pelas Igrejas materialistas, que usam como argumento de convencimento a ganância pela prometida prosperidade;

83ºtese. O Evangelho não deve ser modificado ou suavizado para que não ofenda as pessoas. Se isso tivesse de ser feito, o próprio Senhor teria suavizado Sua Palavra;

84ºtese. O cristão DEVE julgar os modismos e heresias que falseiam o meio cristão. Silenciar perante evidências de uma pregação falsa é colaborar com a permanência do engano;

85ºtese. Os que muito repetem “não julgueis para não serem julgados” tiram a orientação do contexto, para se protegerem dos questionamentos às suas heresias;

86ºtese. Afinal, eles próprios julgam e subjugam o povo, usando sua falsa autoridade espiritual como instrumento de opressão;

87ºtese. A Igreja deve, diuturnamente, procurar e promover o verdadeiro avivamento;

88ºtese. O avivamento, diferente do que muitos pregam, não é baseado na ocorrência de sinais e milagres, mas sim no reconhecimento da Soberania e da Obra de Cristo;

89ºtese. Se tal reconhecimento acontecer fundamentado na Palavra e não nos sinais físicos, este será genuinamente um avivamento, já que estará calcado em solo firme;

90ºtese. O culto público deve ser realizado de acordo com os parâmetros fornecidos pelo próprio cultuado, não segundo os desejos dos homens;

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91ºtese. Não devemos, portanto, decidir de que forma adorá-Lo, mas sim respeitar o modo como Ele o exigiu em Sua Palavra, mediante ordem e decência.

92ºtese. Ordem e decência não combinam com “unções” e “moveres” escandalosos, repletos de teatralidade, carnalidade e desejo de destaque;

93ºtese. Busquemos a Deus em reconhecimento pela salvação gratuita a nós concedida, não em constante e incansável busca por novas experiência o tempo todo;

94ºtese. Afinal, há experiência ou prosperidade maior que a constatação de que o mesmo Senhor a quem meu pecado ofendeu, pagou a minha dívida e me fez salvo e livre?

95ºtese. Entendamos que a porta é estreita, e poucos são os que entram por ela. Ao Senhor toda honra, glória e majestade.

 

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado originalmente no portal Gospel Prime: 

Filme cristão é proibido na França

Ano passado postamos aqui o trailer do filme cristão ” A Estrela de Belém”. Na ocasião, usamos o seguinte titulo: A estrela de Belém promete ser boa animação para a criançada

Reveja o trailer

Pois bem, já há alguns dias saiu a informação de que o filme cristão foi proibido na França. Leia matéria do site Gospel Prime:

A cidade de Langon, no Estado de Gironde, como quase toda a França usa um padrão duplo nas questões religiosas. Ao mesmo tempo que permite orações muçulmanas nas ruas às sextas-feiras, fechando ruas e desviando o trânsito para garantir a “liberdade” de seus cidadãos, usa o argumento de Estado laico toda vez que a questão envolve o cristianismo.

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Uma animação norte-americana sobre o Natal, chamada “A Estrela do Natal” em francês (por aqui é A Estrela de Belém) foi proibida de ser apresentada para alunos das escolas públicas de Langon. O argumento é que ela era “cristã demais”.

O longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais que estariam envolvidos na jornada da Sagrada Família até Belém. Mais de 80 alunos de uma escola municipal assistiam ao filme no cinema Le Rio, quando alguns professores pediram que a exibição fosse interrompida, mesmo estando perto do fim.

Encerramos

Aqueles que Proibiram as crianças de verem o final de um filme cristão certamente não proibiriam a exibição de um filme sobre Maomé.

Aqueles que praticam uma desmascarada Cristofobia, não titubeiam em exibir para crianças em tenra idade, filmes e “aulas” em clara apologia à ideologia de gênero.

O que ocorre na França não é muito diferente do que ocorre no Brasil, quando o Ministério Público ordenou que uma rede de supermercados suspendesse a distribuição de uma cartilha cristã.

Proíbe-se filme cristão. Proíbe-se devocionais cristãos. Logo mais, o cristianismo como um todo será proibido, em nome da democracia e do respeito às diferenças.

Por Jakson Miranda

Cristãos: os únicos que não podem se sentir ofendidos

No mundo contemporâneo, todo mundo o tempo todo está se sentindo ofendido por algo e reclamando direitos. Não há grupo identificatório que não esteja participando de alguma gritaria em prol da satisfação de suas necessidades.

O vitimismo atinge patamares estelares: homossexuais, militantes raciais, muçulmanos, seguidores de religiões de matriz africana, feministas, abortistas, maconheiros… todo mundo tem seu canal próprio de escândalo para exigência de seus direitos.

E tais demandas acabam sempre amplificadas pelo poder midiático, que, em sua inclinação progressista indisfarçável, transforma quaisquer destes manifestos em verdadeiros movimentos sociais vultuosos, mesmo que o evento em si tenha contado com meia dúzia de imbecis defendendo maconharias estúpidas na frente do MASP.

Quando qualquer crítica é realizada contra a violência praticada por grupos terroristas islâmicos o papel é rapidamente invertido. A Globo News consegue transformar um atentado terrorista de islâmicos contra cristãos num motivo para advogar o quão injusto é tachar os muçulmanos de terroristas!

Se o tema é intolerância religiosa, as vitimadas serão sempre as religiões de matriz africana. O tom usado faz parecer que há um verdadeiro exército das Cruzadas exterminando seus praticantes, ou que os mesmos precisam se reunir em catacumbas para se esconder do ímpeto censório dos cristãos intolerantes.

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Em relação aos homossexuais então nem se fala. Espirre alto perto de um homossexual e você pode ser acusado de homofobia. Se disser então que perante a Bíblia a homossexualidade é pecado, estará sujeito às acusações de propagador de crime de ódio, não importa que os “ofendidos” não sigam seu parâmetro de fé e, portanto, não liguem para o que você considera ou não pecado, assim como também não se leva em consideração o fato de que dizer que algo é pecado não obriga ninguém a concordar com isso ou mesmo parar de pecar.

Mas não. É ofensa. É radicalismo. É ódio.

Os únicos que não podem se sentir ofendidos por nada são os cristãos.

Se reclamarem, serão acusados de censores das opiniões alheia, afinal, no atual pós-moderno, só é liberdade a liberdade dos não cristãos.

Assim, mesmo quando sob vítima de atentados islâmicos, os cristãos que não ousem manifestar indignação, não no mundo multicultural que legitima que os muçulmanos exprimam suas diferenças culturais através do morticínio de quem não siga seus preceitos.

E mesmo que seu ardor corânico recaía sobre os homossexuais, os mesmos juízes não darão um pio, e se algum cristão ousar apontar a contradição, será ele o acusado de intolerância.

De igual modo, que os cristãos não se metam a criticar os artistas ou militantes gayzistas que praticarem vilipêndio contra sua crença. Não importa que a “arte” seja um Cristo sendo violentado sexualmente ou alguém realizando atos masturbatórios com cruzes.

Nestes casos, e tão somente nestes, o grupo ofendido não tem o direito de reclamar. Nestes casos, e somente nestes, vale a liberdade de expressão do ofensor.

Cristão conservador, no novo modal contemporâneo, não possui liberdade de expressão.

Cristão conservador, no novo modal contemporâneo, é sempre o ofensor.

 

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado no portal Gospel Prime