“Por que podemos criticar o cristianismo, mas não o Islã?”, quer saber Richard Dawkins

Richard Dawkins dedicou boa parte da sua vida acadêmica à crítica ao cristianismo. Entretanto, ao se manifestar recentemente contra o Islã, teve uma palestra sua cancelada em Berkeley e enfrentou a fúria do politicamente correto, que despejou cisternas de ódio contra o cientista.

Leia trecho da matéria de Gabriel de Arruda Castro, na Gazeta do Povo:

Um evento com a presença do cientista Richard Dawkins na universidade de Berkeley foi cancelado por causa de declarações “ofensivas” dele contra muçulmanos, o que reacendeu o debate sobre a falta de liberdade de expressão em uma das mais conceituadas dos Estados Unidos. 

O evento havia sido agendado pela rádio KPFA, de Berkeley, para agosto. A ideia era que Dawkins falasse sobre seu livro de memórias, “Brief Candle in the Dark”. Mas o evento foi cancelado depois que alguns tuítes de Dawkins com críticas ao Islã foram enviados aos organizadores do evento.

Dawkins, o mais famoso expoente do chamado neoateísmo e autor do best-seller “Deus, um delírio”, tem um longo histórico de críticas à religião em geral, e ao Cristianismo especificamente.

Nos últimos anos, entretanto, com a ascensão de grupos terroristas muçulmanos, ele tem centrado boa parte de seus ataques no fundamentalismo islâmico. 

“Nós não sabíamos que ele tinha ofendido – em seus tuítes e outros comentários sobre o Islã – tantas pessoas. A KPFA não apoia discursos ofensivos”, disse a rádio, em um comunicado. 

Em um dos tuítes citados pela KPFA para justificar sua decisão, Dawkins afirma que o Islã é “a maior força para o mal no mundo de hoje”. 

Dawkins, por sua vez, criticou a decisão da rádio, que ele disse ser sem fundamento. 

“Eu sou conhecido como um crítico frequente do Cristianismo e nunca foi desconvidado por causa disso. Por que dar um passe livre para o Islã? Por que é aceitável criticar o Cristianismo mas não o Islã?”, disse ele. 

O autor também disse que, longe de atacar os praticantes do Islã, entende que os próprios muçulmanos são as primeiras vítimas da cultura do Islamismo militante. 

Retomo:

Considero este um dos acontecimentos mais icônicos dos últimos tempos no meio acadêmico: o momento em que Richard Dawkins, até então um dos mais enfáticos odiadores profissionais do cristianismo, percebeu e reconheceu publicamente que há uma bolha protetiva em relação ao Islã, e que o cristianismo oferece, civilizacionalmente, um contexto cultural superior.

Tal reconhecimento é constante por parte dos cristãos, que nem conseguem expressar sua incredulidade quando acusados de fundamentalismo num mundo que protege enfaticamente a opressiva cultura islâmica. Ademais, a beleza da ironia é perceber que essa verdade foi assumida e está sendo defendida pelo maior dos detratores do cristianismo.

Richard Dawkins agora percebe que fez fortuna batendo num inimigo que nunca o confrontou num campo que não o das ideias e o dá fé, que mesmo não tendo validade como análise científica, não se compara com ações tais quais o boicote e a ameaça. O cristianismo é um pilar civilizacional incomparável, tendo legado ao Ocidente todos os principais valores que nos protegem da barbárie.

As religiões não são todas iguais. Os religiosos não são todos iguais.

Só o cristianismo pode salvar o ocidente.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Marmanjo no banheiro da sua filha? Agradeça ao Alckmin!

Artigo de Thiago Cortês, publicado no Reaçonaria: 

 

Se sua filha é aluna da rede de ensino público no Estado de São Paulo, ela estará sujeita a dividir, a partir de agora, o banheiro da escola com colegas do sexo masculino. Sim, qualquer um deles poderá levar o pênis para passear no banheiro que sua filha frequenta.

É este o resultado prático da pérfida e abusiva lei estadual nº 10.948, assinada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 24 de maio passado.

Por meio dela, Alckmin “regulamentou o uso do banheiro nas escolas públicas do Estado de acordo com a identidade de gênero em que cada aluno se reconhece”.

Em bom português, o aluno que se identificar como mulher ou com alguma das dezenas de variações que o elástico e indefinível rótulo de transgênero oferece, poderá ir ao banheiro feminino para quebrar tabus enquanto urina ou defeca.

Um atentado contra a segurança e a privacidade das crianças e adolescentes, sancionado por Geraldo Alckmin – esta massa humana de covardia, tibieza de espírito e falta de coragem moral a quem entregamos São Paulo por absoluta falta de opção.

Para tentar justificar esta situação kafkiana inaugurada nas escolas paulistas, o governo Alckmin enviou um release mentiroso e vergonhoso à imprensa, afirmando, em tom triunfal, que o banheiro unissex é um “direito garantido aos alunos paulistas”.

O texto cita que “já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social” em São Paulo, como se isso justificasse alguma coisa. Mas é exatamente o contrário!

Ora, basta ponderar que são quatro milhões de crianças e adolescentes matriculados na rede estadual de ensino de São Paulo. Portanto, a lei de Alckmin submete milhões de estudantes aos caprichos de pouco mais de 300 indivíduos…

A gulosa militância LGBT

A medida levará ao constrangimento centenas de milhares de alunos e alunas que não pediram para dividir seus banheiros com colegas do sexo oposto.

Alckmin apresentou sua lei na semana que se comemora a Semana Internacional de Luta Contra a Homofobia. Um claro agrado à gulosa militância LGBT, que só estará satisfeita quando os héteros forem privados do direito a clubes e banheiros exclusivos.

O que combate a homofobia – bem entendida como atos de violência contra homossexuais, e não o desconforto natural e não-violento que muitos têm diante deles – são punições exemplares e não uma lei estúpida que transforma banheiros, que costumamos usar para defecar e urinar, em espaços para afirmação de novas identidades sexuais.

Geraldo Alckmin é incapaz de oferecer segurança aos estudantes e professores que são obrigados a frequentar suas escolas estaduais caindo aos pedaços, mas instalou nelas banheiros unissex para satisfazer meia dúzia de militantes que votam no PSOL.

Alckmin personifica o vácuo de ideias próprias e o medo das patrulhas que corrompeu praticamente toda a classe política. Graças ele, agora todo tipo de sujeito depravado terá franco acesso ao banheiro feminino nas escolas.

Vagões exclusivos para mulheres e banheiros para todos?

Em 2015 o então governo Dilma já havia instituído uma norma federal para banheiros de escolas e universidades, mas sem nenhuma regulamentação específica. Os estados, então, passaram a agir por contra própria em competição pela simpatia das militâncias.

É interessante notar o grau de esquizofrenia dos militantes que exigem vagões específicos para mulheres nos trens, promovendo uma segregação politicamente correta, ao passo que lutam por uma orgia de pênis e vaginas nos banheiros das escolas.

Apenas uma classe política radicalmente apartada da sociedade, ludibriada por fantasias politicamente corretas forjadas por militantes e jornalistas,  respirando em um ambiente de corrupção moral, pode se entregar a tamanhas contradições e falácias.

Geraldo Alckmin, a personificação do exposto acima, é o governador mais frouxo que São Paulo já teve e o seu lugar certamente não é na presidência, mas na lixeira da História.

Por Thiago Cortês, publicado no Reaçonaria: 

 

 

Totalitarismo LGBT

Na coleção de insânias que molda a vida no mundo politicamente correto do século XXI, relembro uma situação específica que explicita o quanto estamos subordinados a um novo jugo totalitário.

Durante um debate eleitoral em 2014, Levy Fidelix, então candidato à Presidência da República, pronunciou uma frase que se tornaria fator de discussão em âmbito nacional.

Fidelix disse: “Aparelho excretor não reproduz”, ganhando o ódio eterno da militância LGBT, da mídia progressista e de todo o establishment intelectual brasileiro.

O candidato foi alvo de protestos, “beijaços” notas de repúdios, acusações de homofobia e ações na justiça.

Mais do que isso. Sua figura recebeu o carimbo de intolerância legado a todo aquele que se pronuncia de modo discordante às pretensões e concepções do homoativismo.

Desde então a cartilha é seguida à risca. Uma matilha de farejadores grassa às redes sociais à procura de “manifestações homofóbicas” que, na novilíngua esquerdista, são quaisquer opiniões que difiram dos ditames totalitários da nova elite cultural brasileira: os progressistas.

Tolher opiniões é o ingrediente principal do totalitarismo, sistema que se impõe pela coerção, através da proibição do pensamento contrário ao sistema dominante.

O totalitarismo LGBT habilmente ocupou espaços e cotizou o ambiente acadêmico/cultural com outras minorias barulhentas e oportunistas, que se perfazem e subsistem com a própria militância como profissão. Neste balaio todo podemos incluir radicais esquerdistas de diversos matizes, todos empanturrados de marxismo cultural, tendo como princípios orientadores de ação o sufocamento das ideias que se opõe à sua ideologia.

Não por acaso, cristianismo e marxismo não se aglutinam. Os princípios norteadores de um são sempre afrontosos ao outro.

O rigor censório é tão extremado que uma manifestação como a de Fidelix, que diz que quando dois homens ou duas mulheres se relacionam sexualmente, o ato não possui caráter reprodutivo se torna uma afronta imensurável.

Para os relativistas não importa que a asserção de Fidelix seja irrelativizável! Eles não permitirão que alguém diga que o único sexo que naturalmente suscita procriação é entre homem e mulher. Qualquer um que disser que a prática homossexual não gera descendência, a despeito de estar amparado pela lógica racional e biológica, se torna um proscrito.

Afinal, o novo império totalitarista decide que verdades podem ser proclamadas, e o fato de casais homossexuais só poderem ter filhos por adoção ou através de intervenção científica não pode ser diferenciado dos casais heterossexuais, mesmo que somente estes tenham dado condição de subsistência à vida na Terra através da procriação.

Toda a tecnologia e ciência do Séc. XXI se torna inútil a partir do momento em que temos de nos calar ante a indiscutível condição biológica exigida para a reprodução.

Sistemas totalitários não estão abertos ao contraditório e sempre perseguem quem ousar discordar.

Sistemas totalitários sempre criam uma elite de poder, que se assenhora de privilégios e se esbalda no status adquirido.

Sistemas totalitários estipulam suas verdades e assolam todos aqueles que não as cumprirem conforme sua orientação.

Levy Fidelix sabe, eu sei e você também sabe, leitor, que o intuito dos praticantes do sexo homossexual não é gerar descendência, mesmo porque isso é impossível… mas eles não admitem que essa impossibilidade seja lembrada. É uma verdade, mas uma verdade proibida pelo novo sistema totalitário.

O ativismo LGBT gosta de se vitimizar, acusando os cristãos de persecução, considerando-se um movimento reativo, entretanto, é só ler as notícias que fica fácil perceber quem é que detém a influência na mídia e nas universidades e que está disposto a fazer qualquer coisa para calar as vozes discordantes.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado no Gospel Prime

Deus e o problema do mal

Publicado no Gospel Prime 

A existência do mal num mundo criado por um Deus bom é, quase sempre, a boia de salvação retórica da militância ateísta e antiteísta.

Se escoram em campos da ciência que desconsideram a existência de Deus por não poderem medi-lo pelo método científico, desprezando a premissa lógica de que, havendo um Deus onipotente, Ele não se obrigará a caber na régua de medição da ciência humana.

Mas quero abordar a existência do mal sob o prisma cristão. Todos padecemos de dores e males, como reflexo da sociedade ímpia em que estamos encaixados.

O mal não pode ser coibido e nem evitado por meios humanos. Faz parte da nossa existência aprender a conviver com ele e reconhecer que muitas vezes somos seus causadores.

Mas é impressionante como até no mal é possível ver o propósito redentivo do Autor de todas as coisas.

Pois no grande e vasto mistério do Senhor, até o mal serve para manifestação do seu amor.

O amor de Deus se manifesta no perdão. Na graça e em nosso não merecimento em recebê-la. É através da misericórdia que tão profundo amor é demonstrado.

Para tal é preciso haver o mal, para que o perdão possa ser manifestado.

Num mundo integralmente privado do mal, não receberíamos a maior prova de amor já realizada, que é a Dele para conosco, fornecendo a pecadores e praticantes do mal a possibilidade de perdão.

É claro que a estrondeante militância antiteísta se recusará a atinar com a imensidão desde conceito, tendo a mente subjugada por sua própria conceituação e subracionalidade melindrada, que prefere atribuir engenhosidade à soma de acasos do que admitir que não aceitam o padrão de vida estabelecido por quem tudo gerou, e que por isso se rebelam.

Mas é fato que num mundo sem mal, a conquista da salvação seria meritocrática, tomada como um pagamento justo, conquistado por nossas boas práticas, o que impediria a plena revelação do amor de Deus derramado aos homens.

Afinal, o fato de termos tendência ao erro é o que possibilita a admissibilidade de nossas fraquezas, pedindo por misericórdia e a recebendo, sem qualquer mérito, mediante nenhuma troca ou conchavo, mas apenas por nosso reconhecimento de dela necessitar.

Talvez só saibamos que Deus nos ama porque o mal existe.

Senão, como reconheceríamos a dimensão do perdão que nos foi dado?

Por Renan Alves da Cruz 

Qual a importância da igreja para o cristão?

Peço licença aos amigos leitores para abordar um tema essencialmente religioso, a importância da igreja para o cristão. Porém, trata-se de uma questão que tem suas consequências visualizadas em todas as áreas da sociedade: da política à economia; da cultura à justiça. Se você é cristão, considere tudo o que pontuamos aqui. Se você não segue Cristo, apelamos pela sua atenção, leitura e meditação no que está escrito.

Vivemos uma era de questionamentos. Aquilo que até outro dia era dado como de extrema importância, hoje não é mais relevante. De fato, a sociedade continuamente está passando por mudanças, ou, por readequações. Por exemplo, se antes era comum famílias com cinco, seis filhos, hoje, há casais que optam por terem apenas um filho, ou mesmo nenhum.

Nessa esteira, instituições são questionadas, ao passo que as escolhas e posições individuais passam a ser cada vez mais valoradas. “Desde que não fira o direito do outro”. Não se trata apenas de atitudes que se restringem à opção sexual, família, emprego, politica, ou ainda, a esta ou aquela doutrina econômica.

Como não poderia deixar de ser, a própria igreja, como instituição, passa a ser questionada e em muitos casos, instada a readequar-se. Afinal, qual a importância da igreja para o homem pós-moderno?

Inserido em um mundo de facilidades, o homem pós-moderno é moldado por esse mundo, que também o sufoca. Não à toa, livros de autoajuda fazem sucesso e figuram em qualquer lista dos mais vendidos; filósofos, psicólogos, gurus e artistas se apresentam como portadores de respostas que objetivam livrar ou amenizar as múltiplas pressões que recaem sobre o homem desses tempos.

Não obstante, a importância da igreja é questionada. E se sobre o homem recaem múltiplas pressões, sob a igreja passa-se a acumular incertezas sobre o seu real papel e significado.

Para alguns, a igreja deixa de ser relevante e perde significado se não for voltada para ações de cunho social. Para outros, a igreja passa a ser um local de experiências com o divino. Há aqueles que unem as duas coisas. Mas também há aqueles que cada vez mais, ao questionarem a importância da igreja, não encontram respostas satisfatórias.

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Para quem está envolvido com alguma igreja, salta aos olhos a quantidade de pessoas que ora estão em uma igreja, ora em outra. Porém, o mais preocupante é o número dos desigrejados. De acordo com estatísticas oficiais, os números são de 4 milhões de pessoas que se consideram cristãs evangélicas mas que não são membros de uma igreja local.

Trata-se de um fenômeno que tem chamado atenção, cujas causas uma vez identificadas, devem ser combatidas, sobretudo pela igreja. Todavia, não é possível alguém está desigrejado e ao mesmo tempo conformar-se com tal situação, acreditando que assim, estará em melhores condições de servir à Cristo. Não está!

Obviamente que qualquer causa apontada para o fenômeno não passa de mero pano de fundo, uma vez que a principal questão é a importância da igreja. Assim, fica claro, que para o desigrejado, conformado com a situação, a igreja perdeu relevância.

Nosso colunista e editor Renan Alves da Cruz pontuou ricamente a questão em seu artigo Como derrubar os argumentos dos desigrejados.

De fato é na igreja que, vivendo em comunhão uns com os outros, desenvolvemos dons e talentos. Estes, por sua vez, são usados em todas as áreas de nossas vidas, dentro e fora da igreja.

Na igreja nos tornarmos mais tolerantes, suportando uns aos outros. Tornamos-nos mais comedidos, tardios no falar e nos tornamos mais cautelosos, acautelai-vos dos falsos profetas.

Não obstante, creio que todos esses elementos abarcados não respondem adequadamente, ou, na sua inteireza, a questão: Qual a importância da igreja para o cristão?

A resposta a essa indagação pode ser encontrada na carta aos Hebreus. Leiam:

Porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe”. Hebreus 12:6

E ainda,

Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados”. Hebreus 12:11

Sem eufemismos, as passagens bíblicas acima citadas não deixam dúvidas quanto à possibilidade de sermos disciplinados por um Deus Pai amoroso e justo. E não é para menos. Somos humanos, somos imperfeitos, somos pecadores. Carregamos em nós o DNA da inveja, da arrogância, da cobiça, do individualismo e da perversão.

Vivemos em um mundo que nos convida sem cessar, a praticarmos todo tipo de leviandade, onde o que vale é o prazer a todo custo e vantagens advindas daquela “oportunidade única”. Passar a perna em alguém ou levar mais uma para o motel se tornam as regras do jogo.

Urge a igreja fazer uso da inerrante Palavra de Deus e seguir, sem fazer concessões, os ensinamentos recomendados em Hebreus 12.

Fazendo isso, a igreja se torna imprescindível na vida de cada cristão.

Agindo assim, para com os de casa, a igreja gabarita-se a apontar os desvios de condutas para os que não são de casa.

Por outro lado, na ausência desses elementos, deixa-se de ser igreja e se torna não mais do que uma ONG humanística, com o agravante de ser corresponsável por levar centenas de milhares de pessoas a cometerem suicídio espiritual. Assim, não é “radicalismo” puritano afirmarmos categoricamente, que quando as pessoas morrem espiritualmente, a sociedade padece da falta de valores.

Fica a dica. Fica o alerta!

Por Jakson Miranda

ONU é dominada pela religião islâmica

Não se trata de nenhuma novidade: A ONU é dominada pelos seguidores da religião islâmica! Sempre que a Organização das Nações Unidas votam alguma resolução contra Israel, EUA ou tomam alguma medida que afrontam os princípios cristãos, são na verdade, medidas orquestradas por países que professam a religião islâmica.

É obvio que isso não é bom! Afinal, estamos em uma sociedade que não pode aceitar imposições feitas por este ou aquele grupo e quando isso não é obedecido, abre-se espaço para o totalitarismo e para o esmagamento dos demais grupos, que ocorre mediante mentiras e/ou uma horrível desconsideração do passado.

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Uma resposta épica à questão da “maioria pacífica” de muçulmanos

No último dia 7, a UNESCO ligada à ONU, jogou o mínimo de escrúpulos que tinha na lata do lixo e provou uma vez mais que o terrorismo praticado por alguns dos seguidores da religião islâmica não se restringe ao ISIS ou Al Qaeda.

O que aconteceu na UNESCO trata-se de um ato tão terrorista quanto às explosões de homens-bomba. Curvando-se a religião islâmica, a UNESCO trata o Estado de Israel como se o povo judeu não tivesse história.

Em outra decisão controversa, aprovada nesta sexta-feira (7), a UNESCO declarou que a Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas, são Patrimônios Mundiais do Estado da Palestina. Em uma eleição secreta, 12 países votaram a favor da inclusão, três foram contra e seis se abstiveram.

Obviamente, a decisão foi duramente criticada por Israel. Nem mesmo a pressão diplomática exercida pelos EUA teve resultado. Recentemente, a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres e à diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, para que se opusessem à decisão.

Considerada sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, em Hebron fica a construção conhecida como Túmulo dos Patriarcas, onde segundo a tradição estão sepultados Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea.

Para as autoridades israelenses, a decisão da UNESCO de classificar a cidade como propriedade “islâmica”, equivale a rasgar a Bíblia, negando os cerca de 4.000 anos de presença judaica na região. Conforme o Livro de Gênesis, ali viveu e foi sepultado Abraão, o pai dos judeus. O próprio termo “hebreu” é uma derivação de Hebrom.

Desde 2011, quando a Palestina foi reconhecida como estado-membro pela Unesco, este é o terceiro Patrimônio Mundial entregue a eles. Os outros foram a Basílica da Natividade e a Terra das Oliveiras e Vinhedos, em Belém. Em maio o Brasil votou junto com os países muçulmanos na resolução da ONU que negava a soberania de Israel sobre Jerusalém.

Encerramos

Falando como cristão e historiador, o fato chega às raias da pura insanidade. Por outro lado, eu estaria sendo igualmente insano se acreditasse que uma nova Cruzada seja a alternativa para barrar o avanço da religião islâmica. Não é!

Por Jakson Miranda

Caracas, Bergoglio, ou, papa Francisco, se lembra da Venezuela em suas orações

Jorge Mario Bergoglio tenta se apresentar como a autoridade maior da igreja católica, sob o título de Papa Francisco. O máximo que consegue é tornar-se a caricatura de um líder cristão.

Como papa, Bergoglio pede uma solução pacifica e democrática para a crise política na Venezuela e afirma que ora pelo fim da violência naquele país aonde já morreram 86 pessoas em protestos contra o governo de Nicolás Maduro.

Autoridades venezuelanas afirmaram que pelo menos quatro pessoas foram mortas e oito ficaram feridas durante protestos contra o governo na região central do país. A procuradora-chefe do país, Luisa Ortega Diaz, informou, no sábado, que as mortes ocorreram um dia antes, em confrontos em Barquisimeto, capital e cidade mais populosa do estado de Lara.

O prefeito Alfredo Ramos atribuiu as mortes a milícias armadas que apoiam o governo da Venezuela. Pelo menos 80 pessoas morreram desde que os protestos contra o governo eclodiram, há três meses.

Milhares de opositores do presidente Nicolás Maduro foram às ruas de Caracas no sábado, em uma marcha para mostrar apoio à procuradora. O governo está ameaçando tirá-la do cargo, embora a Constituição venezuelana diga que isso pode ser feito apenas pela legislatura, que agora é controlada pela oposição.

Ontem, o Papa Francisco pediu o fim das manifestações violentas e expressou solidariedade com as famílias dos mortos. O pontífice conduziu uma oração lembrando que o país vai comemorar aniversário de sua independência na próxima quarta-feira. “Eu direciono minhas orações a esta querida nação e expresso minha solidariedade com as famílias que perderam seus filhos nos protestos. Apelo para o fim da violência e para uma solução pacífica e democrática para a crise”, disse Francisco. 

Voltamos

Não obstante, o cargo papal e o titulo de Francisco, não foram suficientes para suprimir o que Bergoglio verdadeiramente é: um homem dividido entre sua crença em Cristo e a simpatia pelo marxismo.

Lendo atentamente a declaração de Bergoglio, constatamos que o papa se exime de criticar os responsáveis pela crise venezuelana. Ou seja, sua fala em nada se diferencia do que diria um político interessado em manter boas relações com o governo da Venezuela, mesmo que esse governo prenda arbitrariamente seus opositores e mate indiscriminadamente quem vai as ruas protestar.

Bergoglio faria o mesmo caso o governo fosse, hipoteticamente, o do americano Donald Trump?

Por falar em Donald Trump, partiu do seu governo criticas a situação venezuelana mais contundente do que ao bla, bla, bla do papa.

Disse a embaixadora americana Nikki Haley, na ONU:

“Na Venezuela, estamos à margem de uma crise humanitária. Manifestantes pacíficos foram feridos, detidos e inclusive assassinados por seu próprio governo. Os remédios não estão disponíveis, falta material nos hospitais e está cada vez mais difícil encontrar comida”, 

“Pelo bem dos venezuelanos e pela segurança na região, devemos trabalhar juntos para assegurar que o presidente Maduro detenha esta violência e opressão e restaure a democracia”.

Ainda assim, criticamos Trump por ainda não ter aplicado pesadas sansões contra a Venezuela.

Voltando a Bergoglio. Que fique claro, não duvidamos da sinceridade do papa quando este diz que se lembra da situação venezuelana em suas orações. Vejam:

A imagem acima é de outubro de 2016. De lá pra cá, como sabemos, a situação da Venezuela só piorou. E o que a imagem revela? Alguém precisa orar mais.

Por Jakson Miranda

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Honrar e interceder pela polícia é um dever de todo cristão

Vivemos uma inversão de valores tão excruciante que a imprensa e os círculos intelectuais brasileiros instigam e fomentam a população contra a polícia.

É claro que por trás deste comportamento nojento há um forte componente ideológico, encasquetado nas universidades e transportado às mais diferentes instâncias da vida comum.

Os policiais são muitas vezes marginalizados e tratados como causa da violência que se esmeram e, não raro, dão a vida para combater.

Perceber traços desta inversão em cristãos mostra o quanto as ideologias mais espúrias, advindas do esquerdismo rastaquera, seduzem incautos.

De tantas profissões louváveis, a qual se podem citar os médicos, enfermeiros, professores e etc., os policiais se destacam por colocar suas próprias vidas em risco em favor de pessoas que sequer conhecem.

Quando uma pessoa é feita de refém ou é colocada à mercê de criminosos e o policial é chamado para intervir, sabe que enfrentará risco de morte para proteger alguém que ele nunca viu antes, que pode ser inclusive um de seus tantos críticos. Mas na hora da ação, nada disso é aventado.

Eles se colocam no front para enfrentar aqueles que optaram quebrar o pacto de vida social praticando crimes, mesmo sabendo que a sociedade que ela protege muitas vezes se volta contra ela a seguir.

É papel de todo cristão orar pelos policiais que deixam suas famílias em casa diariamente para proteger as nossas. Interceder para que no momento do confronto, subsistam aqueles que prezam pela lei e pela convivência dentro dos princípios ordeiros consagrados pela vida em sociedade.

Assim como os policiais, os bombeiros também arriscam suas próprias vidas para salvar a de desconhecidos. A diferença é que o heroísmo dos bombeiros é tradicionalmente reconhecido, enquanto os policiais brasileiros, subvalorizados, subequipados e sub-remunerados, recebem petardos de todos os lados, mas mesmo com toda uma conjuntura que os avilta, permanecem colocando suas próprias vidas em risco para salvar as nossas.

Que o Senhor os abençoe, guarde e proteja! Cristo, que deu sua vida em nosso favor, com certeza os honrará e galardoará por tão bela vocação!

Dar a própria vida em favor de outro. Arriscar-se por quem sequer se conhece!

Há profissão mais nobre?

Estado Laico: que diabo é isso?

Por Alexandre Borges, publicado na Gazeta do Povo: 

O episódio final do Big Brother Brasil 5 conquistou 47 pontos de audiência, um recorde. Ainda mais se comparado à média do principal produto da emissora, a novela das nove, que hoje se equilibra entre os 25 e 30 pontos. A disputa ficou entre a ex-Miss Paraná Grazi Massafera, uma loura estonteante de 1,73m e futura estrela global, e um baiano do interior sem qualquer carisma, homossexual assumido e socialista radical, chamado Jean Wyllys.

O Brasil “homofóbico” escolheu Jean Wyllys, atualmente no segundo mandato de deputado federal, para receber o prêmio de R$ 2 milhões (valores atuais). Agora tente imaginar esta mesma disputa envolvendo eleitores da Arábia Saudita, Somália ou Iêmen. Ou explique para um islâmico salafista que aqui a loura perdeu. É este Brasil que os organizadores da 21ª edição da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo sugerem que é preconceituoso e intolerante com gays por ser cristão.

A passeata de ontem, segundo o noticiário, pede “estado laico”. É um país realmente curioso. Aqui se faz manifestação pedindo algo que, até a última vez que eu chequei, já existe, está consolidado na Constituição, e que ninguém discute ou ameaça. É como fazer passeata em favor na construção de Brasília ou pela substituição do Cruzeiro pelo Real.

A primeira Constituição brasileira, de 1824, instituía em seu artigo 5º uma religião oficial do império, a católica apostólica romana. As outras religiões eram permitidas desde que praticadas em cultos particulares. Na segunda Constituição, de 1891, o estado já era oficialmente laico.

Não há nada no Brasil remotamente parecido com o que existe numa teocracia, tanto no ordenamento jurídico como nos costumes do país do sincretismo religioso, da festa de ano novo com milhões vestindo branco e jogando oferendas para Iemanjá, do budismo e da cabala de butique dos endinheirados, do povo que cultua o espírita Chico Xavier com o mesmo fervor que reza para Nossa Senhora Aparecida.

Segundo o último censo (2010), 65% dos brasileiros se declaram católicos e 22% protestantes, num total de quase 90% de cristãos. Mesmo assim, a participação da igreja católica na política brasileira é praticamente irrelevante, exceção feita ao lobby pela manutenção dos feriados religiosos tradicionais e da estátua do Cristo Redentor no topo do Corcovado. A organização católica mais influente na política brasileira, CNBB, por seu alinhamento quase total com a Teologia da Libertação e com a esquerda, dificilmente pode ser associada aos cânones do catolicismo.

Os protestantes controlam ao menos dois partidos políticos atualmente (PRB e PSC). Diversos pastores e políticos oriundos da comunidade evangélica como Anthony Garotinho, Marina Silva, Magno Malta, Marco Feliciano e Eduardo Cunha já ocuparam ou exercem cargos políticos de destaque. O prefeito do Rio de Janeiro, desde o início do ano, é o Bispo Marcelo Crivella. Ainda assim, não há absolutamente nada que aproxime o Brasil de um estado religioso como se vê no mundo islâmico.

A Constituição brasileira, não custa lembrar, já garante que vivemos um estado laico (“leigo”), ou seja, no Brasil há total liberdade de crença, inclusive a liberdade de não tem crença alguma. No artigo 19, inciso I, artigo 5, lê-se: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.”

Se o estado é laico na lei e nos costumes, o que diabos está por trás desse pedido?

Por que a Avenida Paulista foi tomada, num domingo, por uma multidão que pedia algo que é desnecessário pedir? Como uma manifestação de “Orgulho LGBT” autorizada pela prefeitura da maior cidade do país, apoiada por grandes empresas, realizada na sua principal avenida em pleno domingo, celebrada pelos principais órgãos de comunicação e artistas, estaria de alguma forma servindo para protestar contra qualquer tipo de perseguição? Para entender o que está em jogo é preciso abrir mão do sentido literal do que é dito e buscar nas entrelinhas.

O que fica sugerido, especialmente pelo noticiário, é que, de alguma forma, o Brasil, pela influência do cristianismo, é intolerante com gays. É mesmo? Vejamos. O Brasil é um país que:

1) Criminaliza e persegue o homossexualismo, como vários países islâmicos hoje?

2) Proíbe ou não reconhece a união civil entre adultos do mesmo sexo?

3) Exclui gays da fila de adoção de crianças?

4) Mesmo com incríveis 60 mil homicídios por ano, sofre algo parecido com um surto de violência contra gays?

5) Discrimina a comunidade LGBT na cultura, na música, na academia e nos espaços públicos?

Se você respondeu “não” para todas as perguntas acima, entenda que a pauta é muito mais sutil e insidiosa. É o preconceito religioso e, especialmente, anti-cristão que exala enxofre por trás do discurso alegadamente laicista. Para os ativistas que pedem “estado laico” no Brasil, que já existe, é preciso que ele seja ateu. Para combater o cristianismo, sonham ressuscitar o jacobinismo.

“O homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre”

Jean Meslier (1664-1729)

Como queriam os iluministas franceses, intelectuais como Nietzche, Sartre ou Foucault, toda esquerda desde os jacobinos, passando por Marx, Mao, Lênin, Stálin e Castro, e como defendem hoje muitos cientificistas neoateus e radicais islâmicos, a meta é eliminar qualquer traço dos valores e preceitos judaico-cristãos que construíram o Ocidente. É a autofagia da sociedade mais livre e próspera que humanidade concebeu e que acolhe até quem se volta contra ela.

Um estado laico e secular, liberal e democrático, é perfeitamente compatível com o cristianismo e com o judaísmo, e não é coincidência. Ele é filho legítimo destas religiões, com alguns acréscimos de preceitos filosóficos da Grécia antiga incorporados pelos próprios pensadores cristãos como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Como disse um dos pais fundadores dos EUA e seu segundo presidente, John Adams, “nossa Constituição foi feita apenas para um povo moral e religioso, sendo totalmente inadequada para governar qualquer outro”. A cópia de aspectos meramente formais e normativos da lei de outros povos desprezando a cultura e tradições que produziram aquele ordenamento social e jurídico é meio caminho para o caos.

Foram as tradições judaico-cristãs que criaram as bases para a tolerância e o respeito que gozam homossexuais no Brasil. Abrir mão delas, por mais que os líderes do braço político do movimento LGBT não entendam ou aceitem, é namorar com o risco de um retrocesso como se vê em alguns regiões da Europa que começam a ser ocupadas por povos com culturas distintas e que não demonstram qualquer inclinação para assimilação ou aceitação dos costumes e do ordenamento social e jurídico dos país anfritriões. Os verdadeiros defensores dos gays sabem disso.

Richard Dawkins, ícone máximo da militância ateísta no mundo, declarou semana passada que a educação religiosa é “crucial” para as crianças britânicas. Aterrorizado com a invasão islâmica do seu país, o biólogo passou a reconhecer publicamente a importância da cultura cristã para a preservação do Ocidente no choque atual de civilizações. Nada mais que o óbvio, mas o óbvio não costuma ser popular no Brasil.

Sem uma cultura de tolerância e respeito, sem “amar ao próximo” e considerar todos “filhos de Deus” e cada vida sagrada, optando por proibir a discriminação com a mão de ferro da coerção estatal, é abreviar o caminho para o totalitarismo, já que a lei não refletirá os valores e crenças da população. E isso é tudo menos democracia.

Uma passeata pedindo “estado laico” poderia ser mais impactante em Riad, capital da Arábia Saudita, mas não é preciso explicar porque a Parada do Orgulho LGBT de ontem prefere mostrar sua revolta contra as tradições culturais da religião cristã num país cristão que permite que essa manifestação ocorra.

Ao final, a passeata serviu como prova involuntária de tudo que seus líderes insistem em negar sobre o cristianismo. Deus sabe ser irônico.

Uma resposta épica à questão da “maioria pacífica” de muçulmanos

Já escrevi em outros textos que o maior sinal de degradação do mundo atual é ver os atos terroristas cometidos por islâmicos se transformarem rapidamente em discursos contra a islamofobia. Ou seja, a sociedade ocidental é atacada, e ainda por cima acusada de rotular de maneira preconceituosa seus destruidores.

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Ocidente Islamofóbico?

No entanto, Brigitte Gabriel proporcionou uma das respostas mais épicas dos últimos tempos a respeito do tema, quando interpelada por uma estudante americana de direito, muçulmana, durante um evento. Assumindo tom professoral, a estudante mencionou o número de 1,8 bilhões de muçulmanos no mundo e evocou a desculpa da maioria pacífica.

Tomou uma invertida que demorará para esquecer.

Assista o vídeo. Garanto que vale cada segundo. E como a audiência fez, você também terá vontade de aplaudi-la.

Touche! Havendo projeções de que os extremistas se tratam de 15% a 25% do total de muçulmanos, temos um contingente de 200 milhões de terroristas em potencial, apoiando atos de terrorismo ou capazes eles próprios de atacar o Ocidente. Este número, pode ter certeza, dobra quando o assunto é Israel e a possibilidade de varrê-lo do mapa.

A lenga-lenga progressista, com seu falso e seletivo amor ao próximo, quer fazer parecer que tratar o islamismo como perigoso é um ato de intolerância. O engraçado, porém é que essas carpideiras optam por ignorar que um quarto de bilhão de seus seguidores são não apenas intolerantes, mas terroristas em potencial.

E a escalada de violência na Europa é a prova tácita desta constatação.

Se necessário, o islamismo deve sim ser analisado à luz da minoria violenta, porque estamos lidando com uma “minoria” de centenas de milhões. Se os pacíficos ou moderados estão preocupados com a generalização, que se juntem a nós na trincheira, se posicionando e enfrentando os radicais.

Na situação atual o Ocidente precisa se proteger. E para isso, se necessário for, apelará à generalização.

Uma “minoria” de 200 milhões de extremistas não suscita postura diferente.

Por Renan Alves da Cruz