REFORMA DA PREVIDÊNCIA ENTRE AS MAIS COMENTADAS NO TWITTER

(Post publicado em 09/07/19)

Frequentemente reformas duras propostas pelo governo são rechaçadas pela população. Não é o que ocorre com a Reforma da Previdência.

Em uma sociedade como a nossa, que até pouco tempo estava acostumada a “privilégios” e “direitos” é virtuoso que isso seja rechaçado em prol de um Brasil melhor.

É com essa percepção popular, contrária a “direitos” e “privilégios” que hoje o plenário da Câmara começa a discutir e encaminhar a votação da reforma da previdência.

Observa-se não só pelas redes sociais mais nos grupos de conversas no mundo real, é um forte apoio às mudanças propostas pelo governo. No twitter, a hashtag #1TrilhaoSemPrivilegios ocupa as primeiras posições.

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Que frise-se. Tudo isso é resultado da conscientização de que da forma que está não podemos continuar. Ou o Brasil cresce e oferece oportunidades a todos ou ficará estagnado, com alguns poucos usufruindo direitos e privilégios. E essa quebra passa pela reforma da previdência.

Há alguns dias trouxemos a informação de que a Bovespa havia batido mais um recorde e registramos que com a aprovação da reforma, outros recordes virão.

Até o final de 2020, não tenho dúvidas, estaremos em outro patamar de crescimento. Aí sim, muitos outros índices históricos serão alcançados pela Bovespa.

É obvio que aqueles que se opõem à Nova Previdência fazem presença, no mundo real e nas redes sociais. Todavia, fazer oposição a algo obriga o opositor a oferecer uma alternativa melhor. Não precisamos dizer que esses que se opõem estão na esquerda, certo? Também não precisamos lembrar que eles não têm nada melhor a oferecer.

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Por Jakson Miranda

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Um comentário em “REFORMA DA PREVIDÊNCIA ENTRE AS MAIS COMENTADAS NO TWITTER”

  1. Considero uma necessidade a reforma da previdência. Contudo a que está sendo aprovada pelo congresso, além de modificar a constituição, esta passando por cima de direitos adquiridos, de ato jurídico perfeito e de isonomia. Os trabalhadores que estão no sistema, assinaram um contrato (ato jurídico perfeito), que é o embrião dos direitos adquiridos e a isonomia, que é tratar os iguais como iguais e os desiguais como desiguais, garantias da constituição a favor do povo, foram completamente esquecidos pela reforma. Assim, um trabalhador que em 1990, com 14 anos, começou a trabalhar, quando completar 65 anos terá contribuído por mais de 50 anos, quando a maioria terá contribuído por apenas 40 anos, isso por conta de se eliminar a aposentadoria por tempo de contribuição. Por outro lado, o servidor público que não contribui sobre o teto do INSS, será prejudicado quando for receber sua aposentadoria.

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