Rede: um novo partido da velha esquerda

Quem ainda cai na conversa de que Marina Silva representa uma nova política, se faz digno de ser encaminhado ao canto da sala com o chapéu de burro.

Marina Silva é, politicamente, cínica, e com sua aparência moldada na melhor agência de marketing do drama, como se tivesse se retirado da pobreza, mas a pobreza nunca tivesse se retirado dela, engana incautos e inocentes, que enxergam nela um messianismo ambientalista de saias.

Se proclama evangélica, mesmo sem coragem para defender publicamente uma única causa calcada no cristianismo, enquanto, por outro lado, vive falando, naquele seu linguajar que é uma mistura de auto-ajuda com música de Gilberto Gil, groselhas da velha esquerda.

Marina diz que seu partido não é direita nem de esquerda, é para frente; mas é de esquerda, diz que faz nova política, mas não há nada de novo num grupelho que reúne a carcaça sobejante de PT e PSOL.

Marina só inovou em tirar o vermelho de evidência e pintá-lo de verde, enganando incautos que não conseguem entrever que por trás de sua austeridade pretensamente evangélico-assembleiana, existe uma socialista parruda, mantida de pé numa carreira política pelo soro petista, que deixou resquícios ainda visíveis em sua veia política.

Mirando evangélicos desinformados, gosta de dizer que toma suas decisões após a ler a Bíblia. Fico curioso, gostaria de saber que passagens em específico Marina leu antes de criar um partido próprio, em que ela é o cacique máximo, onde a ideologia sobressalente é aquela que matou e ainda mata milhões de cristãos no mundo.

Na Rede de Marina eu não caio. Gosto de quem diz sim sim ou não não, não quem recorre à rebimboca da parafuseta toda vez que precisa dar uma resposta direta. Incapacidade de defender em todos os momentos o que se acredita é prática de charlatães. Quem precisa ter um discurso pronto, diferente e oposto, para cada público que discursa, não merece credibilidade.

Alessandro Molon, o queridinho dos menores infratores, já se embolou na Rede de Marina.

Gente do PSOL, que, lembremos, foi fundado por ex-petistas que achavam que o PT era muito pragmático e que precisavam ser mais radicais, deixam o partido da esquerda-caviar carioca para ir pra Rede de Marina…

Qual é a novidade?

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

Leia Também:

 

E a Marina Silva?

Lula sabota Dilma, Dilma sabota Lula

Lulinha, o neto do Brasil

No que acredita um eleitor petista

O Livramento de Aécio Neves

 

Um comentário em “Rede: um novo partido da velha esquerda”

  1. A tal rede é apenas um depósito de políticos que estão morrendo de medo da estrela vermelha do PT ofuscar suas próximas candidaturas. Olho vivo, eleitor brasileiro, por baixo da pseuda NOVA PELE não existe nenhum cordeiro…

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *