Quem vai DENUNCIAR o baile Funk? Voltemos à Direita

(Artigo publicado em 02/12/2019)

A noticia de que 9 pessoas morrem em baile funk é algo estarrecedor e mais uma vez, o ônus da culpa recai sobre a PM de São Paulo, óbvio! Ninguém da grande mídia, ou qualquer outra voz influente, irá denunciar o baile funk. O que torna o ocorrido ainda mais estarrecedor.

Nessa manhã, publiquei nas redes sociais do Voltemos à Direita a seguinte mensagem:

O que vai na mensagem é claro e inequívoco. Ninguém que se valha de um mínimo de honestidade poderá contestar a verdade expressa em poucas linhas, pois, para chegar a essa conclusão não é necessário ler nenhum tratado filosófico, basta mensurar o que acontece em um baile funk.

Por falar nisso, recordo-me de um post que publicamos nesse espaço em julho de 2016 cujo titulo é: Pancadão da PUC e a cultura da bestialidade. Do texto, destaco o seguinte:

Pois bem, em reportagem da Folha de São Paulo, tomamos conhecimento do pancadão da PUC.

Segundo é noticiado, a festa é regrada a som em volume máximo. Consumo de drogas e sexo em plena rua.

Situações que naturalmente, causam horror aos moradores da região. Isso tudo se dá nos arredores de uma das mais conhecidas universidades do Brasil, patrocinado por seus alunos.

E como deixa claro a reportagem, nada deixa a desejar aos bailes funks dos morros e periferias nos grandes centros urbanos, estes, patrocinados por criminosos.

Se você se pergunta: “o que é um baile funk”? O que vai acima é um aperitivo.

Infelizmente não é difícil concluir que o baile funk de Paraisópolis seguisse a regra, a exemplo do baile funk da gaiola e tantos outros país afora.

Para finalizar, lanço alguns questionamentos que até agora a grande mídia ainda não fez diante da tragédia de Paraisópolis.

Havia armas no baile funk?

A festa estava devidamente autorizada junto aos órgãos da prefeitura?

Os menores de idade presentes estavam acompanhados por um adulto responsável?

Esses menores de idade estavam tendo acesso à bebida alcoólica?

Havia consumo de outras drogas no local?

Ok, ok! Alguém pode falar que era uma festa na periferia e, portanto, não havia controle sobre nada. Nesse caso, tanto faz se foi na periferia ou no Itaim Bibi, o baile funk precisa ser denunciado e a presença da PM deve ser constante.

Por Jakson Miranda

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