Professora agredida por aluno aplaudiu agressão contra Bolsonaro

Lamentavelmente uma professora foi agredida por um aluno de 15 anos. Como também sou professor e conheço de perto as agruras da profissão, que vão da agressão física às constantes e rotineiras agressões verbais, me solidarizo com a dor que a senhora Marcia Friggi está sentindo.

Na verdade, o texto que eu havia imaginado era bem diferente deste. O título passaria longe do que vai acima. Fui obrigado a alterar radicalmente o roteiro do meu texto ao saber que a referida professora aplaudiu a agressão de que foi vítima o deputado federal Jair Bolsonaro.

Por outro lado, eu poderia reforçar a ideia de que a professora agredida sentiu na pele o que é ser agredido. Mas não é por esse caminho que vou seguir.

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Valho-me do caso, para mais uma vez, denunciar o quanto a classe docente sofre de uma severa lavagem cerebral.

A professora agredida certamente está nesse momento clamando por justiça e dificilmente alcançará, visto que, seu agressor é um menor de quinze anos.

Marcia Friggi em suas redes sociais, achou positivo o fato de Jair Bolsonaro ter sido alvo de uma agressão infinitamente mais branda do que a sofrida por ela. Ambos os casos são repugnantes.

Na entrevista abaixo, no entanto, fica claro que a professora Marcia tenta justificar a agressão sofrida por Bolsonaro a quem ela chama de neonazista.

Digo tudo isso porque chega a ser de uma graça deprimente constatar, como já disse, a lavagem cerebral dos meus colegas de profissão, que não se dão conta da esquizofrenia em que estão mergulhados.

Oras, fica-nos fácil concluir que a professora agredida tem verdadeira repulsa a um dos poucos políticos no Brasil que apoiam a redução da maioridade penal. De outra forma, Marcia Friggi dá indícios de ser mais uma entusiasta daqueles que querem que o ECA permaneça como está.

Jair Bolsonaro diria que o moleque que a agrediu mereceria cadeia. Maria do Rosário, que o menor não passa de uma vítima da sociedade opressora.

A professora Marcia prefere a segunda opção. E mesmo dilacerada e agredida, não mudará de opinião e enquanto a opinião da classe docente não mudar, seremos alvos de socos, pontapés e xingamentos. São os rebentos da revolução pondo na prática aquilo que leem nas redes sociais e escutam nas salas de aula.

Do que reclamas? Viva a revolução!

Por Jakson Miranda

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