PROCURADORA CITADA PELO INTERCEPT DESMASCARA SITE

(Post publicado em 29/06/19)

Verdevaldo está cada vez mais em descrédito, se é que teve crédito em algum momento. O Intercept menciona uma suposta conversa da procuradora Monique Checker e Ângelo.

Como lembra O Antagonista, nem Ângelo é Ângelo, nem Monique é Monique. E a própria procuradora esclarece os fatos de forma inequívoca.

“Sobre a parte em que o The Intercept diz que escrevi: ‘Desde que eu estava no Paraná, em 2008, ele (Sergio Moro) já atuava assim. Alguns colegas do MPF do PR diziam que gostavam da pro atividade dele, que inclusive aprendiam com isso’, esclareço que, conforme pode ser obtido publicamente dos meus assentos funcionais, durante praticamente todo o ano de 2008 eu trabalhei como procuradora de contas do Ministério Publico junto ao TCE do Rio de Janeiro, cargo que assumi em 2006. Nunca tinha ouvido falar do ex-juiz Sergio Moro, muito menos tive contato com alguém do MPF/PR. Tomei posse no MPF em dezembro de 2008, com lotação numa cidade do interior do Paraná. Da posse, seguiu-se logo o curso de ingresso e vitaliciamente em Brasília, e o recesso judicial, e só fui conhecer alguém do MPF/PR que já tinha trabalhado com o ex-juiz Sergio Moro, ou menção a esse nome, tempos depois.

Não reconheço os registros remetidos pelo The Intercept, com menção a minha pessoa, mas posso assegurar que possui dados errados e alterações de conteúdo, pelos motivos expostos acima.”

Em nosso primeiro post, (INTERCEPT: MANIPULAÇÃO DE MENSAGENS É CADA VEZ MAIS EVIDENTE) já registramos que o intercept manipulou mensagens, agora, com a declaração da procuradora Monique Checker, as coisas começam a ganhar contornos ainda mais obscuros.

Por Jakson Miranda

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