A saída é pela direita

Parece que a humanidade, ou parte dela, começa finalmente a tirar as escamas dos olhos e trilhar pela direita, pois, finalmente enxergaram que a realidade é bem diferente da falaciosa utopia da esquerda.

Os EUA seguiram esse caminho e elegeram Donald Trump ao invés da louca esquerdista Hillary Clinton. Antes disso, Mauricio Macri já havia ganho na Argentina.

No continente europeu não tem sido diferente. Na Áustria, a direita está no governo. E os políticos e partidos críticos a UE têm ganhado força na Alemanha, França, Polônia, etc. Além do Brexit.  A saída é pela direita!

Voltando ao nosso continente, os chilenos deram um belo de um chega pra lá na esquerda, representada por Bachelet, e elegeram o conservador Sebastian Pinera. Há poucos dias, foi a vez do Paraguai: Vitória do candidato conservador Mario Abdo Benítez.

E no Brasil? Será que os brasileiros também optarão pela saída à direita?

No nosso post, Qual critério você usará na escolha do seu candidato? perguntamos a nossos leitores quais candidatos poderiam promover as mudanças de que o Brasil realmente necessita. De forma intencional, não colocamos na enquete o nome do único candidato da direita com chances de vitória, Jair Bolsonaro.

Vote em nossa enquete

 

Pois bem, o resultado daquela enquete foi esclarecedor: Nenhum dos nomes citados (Ciro Gomes, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Joaquim Barbosa), desperta a simpatia e confiança dos nossos leitores. Uma verdade sobre os referidos nomes: São todos representantes da esquerda!

Não obstante, são exatamente os representantes da esquerda, que possuem as melhores estruturas partidárias e de financiamento, que certamente exercerá forte apelo junto ao eleitorado. Nessa seara, os desafios de Jair Bolsonaro serão enormes.

A despeito disso tudo, devemos manter o otimismo e a convicção de que a melhor saída é pela direita, se não for possível desde do Executivo, porque os adversários virão com todo tipo de estratégias e meios escusos, que possamos eleger o maior número de conservadores no Legislativo.

Por Jakson Miranda

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Homem negro cospe em deficiente cobrando a tal “dívida histórica”

A notícia é de meses atrás, mas é claro que você não viu nenhuma comoção a respeito. Mesmo que o homem agredido seja um sem-teto deficiente, como é branco, não está protegido pela carapaça protetiva dos progressistas bonzinhos.

Este é o resultado até previsível do que o pensamento de esquerda está promovendo, com seu separatismo mau caráter, que se traveste de discurso de união, paz e amor.

Rodrigo Constantino escreveu o seguinte sobre a ocorrência:

Um homem negro teria atacado um companheiro de ônibus, um sem-teto deficiente de 52 anos, por ser branco. Ele teria cuspido na cara do outro, culpando-o por ter transformado sua avó numa escrava. Marquis Evans-Royster, de 27 anos, achava que o outro era devedor dele por conta do passado de escravidão.

De acordo com a WJLA-TV, a vítima inicialmente ignorou os avanços e provocações do agressor. Então, o jovem negro começou a mexer nos bolsos da vítima, o que levou demais passageiros a intervir na situação. Foi aí que Evans-Royster teria cuspido na vítima, além de ter ameaçado jogar-lhe uma xícara com urina.

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O ataque só foi interrompido quando o motorista alertou que iria chamar a polícia. O suspeito saiu do ônibus então, sem pagar. O motorista contou que o agressor se referiu a todas as pessoas brancas como “malvadas”, e disse que dois passageiros brancos deveriam morrer.

Ao sair do veículo, o agressor ainda teria quebrado o retrovisor do ônibus, antes de fugir da cena. A polícia o prendeu quatro dias depois, numa estação local de metrô. Ele foi acusado de agressão racial e religiosa, roubo, e destruição de propriedade.

É claro que Evans-Royster pode ser apenas um maluco, ou um marginal que usa como pretexto a cartada racial. Mas ele pode muito bem ser fruto do meio, influenciado por uma narrativa cada vez mais racista da esquerda, especialmente de grupos como o Black Lives Matter, que gosta de demonizar todos os brancos, que seriam “demônios”.

O discurso de “reparação histórica” pode levar a esse tipo de situação no extremo. O rapaz jovem, por ser negro, sente-se no direito de tomar satisfação ou mesmo agredir o outro, por ser branco. Os indivíduos desaparecem da equação, com seus méritos, qualidades e defeitos, suas características todas, mais relevantes, restando apenas esta: a cor da pele.

 

Pois é, amigos, não se pode plantar bananas esperando colher mamões. Este é o resultado da guerra racial que a esquerda urdiu.

Como já escrevi aqui outras vezes, a esquerda fomenta sistematicamente o ódio que ela alega combater. Se você ainda não entendeu isso é porque não entendeu NADA!

Por Renan Alves da Cruz

 

Joaquim Barbosa é de esquerda. É só isso que sei!

O ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa é de esquerda, e é só isso que sei sobre a vida pública do agora pré-candidato à presidência da República. Não será por isso, no entanto, que irei negar seu ótimo serviço no STF quando do julgamento do mensalão.

Mas sim, Joaquim Barbosa é de esquerda! E sim, Joaquim Barbosa foi um fiel eleitor de Lula, mesmo após o escândalo do mensalão. Não só isso; repetiu a dose votando em Dilma Rousseff na eleição de 2010.

Mais uma vez, não condeno o ex-ministro por ter votado em Lula. Muitos brasileiros acreditaram na candura do líder sindical. (Nunca foi o meu caso. Não carrego essa vergonha!)

Recomendamos a leitura:

Joaquim Barbosa: Qual Sistema implodir? O político ou a democracia?

Em 2018, Rodrigo Maia será o candidato da politicagem

Não obstante, não condeno o voto de Joaquim Barbosa em Lula ANTES do escândalo do mensalão. Após vir à tona as roubalheiras do PT, é inadmissível que alguém com um mínimo de senso de justiça e ética, tenha votado em algum candidato do PT. Isso serve tanto para os joãos das periferias Brasil afora, quanto para os Joaquins e Barbosas que alcançaram, com méritos intelectuais, o mais alto posto do Judiciário.

Sendo assim, no caso do ex-ministro do STF, só há uma explicação para ter votado em candidatos do Partido dos Trabalhadores: convicção ideológica!

Somente as convicções ideológicas, que no caso da esquerda se provaram chegar próximas ao fanatismo, levam os indivíduos a abrirem mão de suas convicções de justiça, ética e moral. No caso de Joaquim Barbosa, no momento, não tenho elementos para crer no contrário.

Além de ter sido eleitor do PT, o que mais sabemos sobre Joaquim Barbosa?

Sabemos que Barbosa é a favor das cotas raciais.

Sabemos também, que Joaquim Barbosa acredita que todos os meios de comunicação são representados por “brancos e conservadores”.  E foi além:

A imprensa brasileira é toda ela branca, conservadora. O empresariado, idem”, diz. “Todas as engrenagens de comando no Brasil estão nas mãos de pessoas brancas e conservadoras.” Isso é um pouco do que pensa Joaquim Barbosa.

Em poucas palavras, Joaquim Barbosa externa todo um ranço contra aqueles que ele acredita serem os responsáveis pelo atraso e preconceito no Brasil: os brancos e conservadores!

Em síntese, Joaquim Barbosa é de esquerda. É só isso que sei!

Ele é pré-candidato a presidente pelo PSB. Partido Socialista Brasileiro.

E até o momento, não sabemos o que Joaquim Barbosa pensa sobre segurança pública.

Muito menos o que pensa sobre economia.

O ex-ministro defende um Estado mínimo ou o contrário? Qual modelo de reforma da Previdência Barbosa defende?

Não sabemos o que Joaquim Barbosa pensa sobre a educação pública.

Não sabemos o que Joaquim Barbosa pensa sobre saúde pública.

Enfim, só sei que Joaquim Barbosa é de esquerda e isso diz muita coisa sobre todos os temas elencados acima. E o que isso diz, caros e caras, não é nada bom!

Por Jakson Miranda

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Qual critério você usará na escolha do seu candidato?

Após um forçado período sabático, retomo ao Voltemos à Direita com essa questão que repasso a vocês, nossos queridos leitores. Nas eleições 2018, qual critério você usará na escolha do seu candidato?

Após a prisão do senhor condenado Lula da Silva, noto que a pauta dos principais jornais do país passa a ser as eleições presidenciais. Agora, Marina Silva dividirá os holofotes com Joaquim Barbosa. Enquanto Geraldo Alckmin tentará fazer os eleitores com memória esquecerem sua “inesquecível” campanha nas eleições de 2006.

Nessa toada, muitos concordam e propagam a ideia de que as eleições de 2018 será marcada pela imprevisibilidade: muitos candidatos, algumas caras novas diante de um eleitor desconfiado.

Da minha parte, não sou adepto dessa tese.

A conclusão que chego ao ver as inúmeras matérias publicadas nos meios de comunicação é a de que a principal estratégia do mainstream político nacional, não é sanar as dúvidas do eleitorado, ao contrário, é conduzi-lo até outubro sob uma atmosfera de descrença e dúvidas. Qual o busílis?  O eleitor chegará ao dia da eleição com uma única certeza: tanto faz se o eleito for Joaquim, Alckmin, Marina, Ciro ou Maia.

 

Desse modo, o que se tem, ao invés de uma eleição, onde seriam eleitos os melhores representantes da sociedade aos olhos dos eleitores, é uma mera e desavergonhada disputa pelo poder. Só assim para explicar o fato de um instituto de pesquisa que quer ser levado a sério, colocar como candidato a presidente um condenado pela justiça pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Creio que o eleitor não precisará recorrer a carceragens e presídios para encontrar os melhores representantes da sociedade…

Recomendamos essas importantes leituras:

E a Marina Silva?

Por que a esquerda prefere Geraldo Alckmin?

É diante desse quadro, que os referidos candidatos apresentarão suas propostas. (Assusta-me o fato de nenhum grande jornal ter indagado Marina Silva, Joaquim Barbosa e Ciro Gomes, sobre segurança pública ou educação). É nesse contexto que o eleitor se encontrará diante da cabine de votação.

Assim, indagamos:

Ganhará o seu voto o candidato que apresentar a melhor proposta para a segurança pública?

Ou será aquele que apresentar uma saída para os treze milhões de desempregados?

Ganhará seu voto aquele candidato que prometer ser firme no combate a corrupção?

Ou aquele que priorizar a educação?

Qual critério vocês usarão, caríssimos leitores e eleitores? Reflita e deixe seu comentário!

Por Jakson Miranda

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DETRAN: HABILITAÇÃO PARA DIRIGIR CARRO OU PILOTAR AVIÃO?

Texto de Jenifer Castilho, publicado originalmente em seu blog:

Você, com certeza, já viu uma cena de algum filme em que o adolescente que mora nos Estados Unidos completa 16 anos e implora aos pais para o levarem para tirar sua carteira de motorista.

O procedimento é simples: apesar de existir, você não é obrigado a passar por nenhuma auto escola.

1 – Você apresenta seus documentos;

2 – Faz exame de vista;

3 – Faz a prova teórica;

4 – Faz a prova de direção (que pode ser no seu próprio carro).

Passou? Eles te darão um documento no valor de 20 dólares para você pagar e pegar sua habilitação. Tudo isso no mesmo dia.

E no Brasil? Bem, é um pouquinho mais complicado.

Procedimentos:

1 – Você tem que ter 18 anos completos para tirar sua habilitação;

2 – Pagar de cara o DUDA que custa R$ 270,65 só para iniciar o processo. Ele tem validade de um ano.

E não esqueça! Só é aceito em dinheiro e pago através de boleto bancário. É basicamente uma propina legalizada para você ter o direito de ter uma carteira de motorista.

3 – Você vai a um posto do DETRAN com o documento da propina legalizada pago, eles verificam seus documentos de Identidade e CPF, tiram suas digitais e uma foto sua.

Depois, eles te entregam um formulário chamado RENACH(Registro Nacional de Condutores Habilitados) que só existe essa via, é sua e intransferível. Se perder terá que pagar outro DUDA e começar tudo do zero em qualquer etapa do processo.

Então, o DETRAN escolherá em qual médico e psicólogo você deverá fazer os exames.

4 – No dia do exame você paga em torno de R$ 150,00 em dinheiro vivo para o teste médico e psicológico da primeira habilitação.

Isso tudo para conversar com um médico clínico geral que acha que é oftalmologista e para desenhar pauzinhos numa folha com o psicólogo. E, preste atenção, pois se você fizer o pauzinho torto no teste, você é reprovado e terá que pagar mais R$ 150,00 para refazer o “exame”. Se o médico burocrata achar que você tem que utilizar óculos, você está ferrado, terá que voltar nele usando óculos e com o laudo de um oftalmologista. Além de, é claro, pagar os R$ 150,00 em dinheiro vivo na hora do seu retorno ao médico burocrata.

5 – Finalmente, você pode se matricular na autoescola.

É por volta de R$ 1200,00 e obrigatório.

6 – De início são 45 horas/aulas teóricas que você é obrigado a assistir numa sala da autoescola com controle de presença biométrica do governo.

Lembra que eles colheram suas digitais?

Entre uma hora/aula e outra os alunos têm cerca de 5 minutos para irem ao banheiro, beber água e comer senão o sistema não valida a sua impressão digital que tem que ser colocada no início e no fim de cada hora/aula.

Você só pode assistir no máximo 10 horas/aulas por dia. Se quiser terminar isso tudo em uma semana, terá que fazer uma maratona na autoescola de segunda à quinta-feira 10 horas diárias e na sexta-feira 5 horas.

Acredite, muitas pessoas fazem isso só para acelerar esse processo angustiante.

7 – Você terá que marcar a prova teórica na autoescola e fazê-la em um posto do DETRAN que eles indicarem pra você.

Isso dura cerca de 1 ou 2 semanas, ou até mais. Nessa prova, você responde 30 perguntas, das quais tem que acertar 21 delas, se conseguir estará apto a começar as aulas de direção na sua autoescola que o governo obrigou você a contratar.

8 – Nas aulas de direção, você é obrigado a ter cinco horas em um simulador de automóvel.

Isso mesmo, parece que você vai tirar um brevê de piloto.

9 – Depois do simulador, você terá 25 horas de direção com um carro de verdade, adaptado para o instrutor ao seu lado poder controlar o carro através dos pedais instalados no banco do passeiro.

Das 25 horas de direção, 5 horas são obrigatoriamente em horário noturno.

10 – Feito as aulas práticas, a autoescola marcará sua prova prática de direção e claro, o governo escolherá o melhor dia e o horário para você. Isso pode demorar 30 à 60 DIAS.

11 – Foi aprovado na prova prática? Depois de 5 dias úteis a contar da data da aprovação da prova, você pode pegar a sua carteira de habilitação no posto do DETRAN que você se inscreveu.

Mas não se anime tanto assim. A primeira carteira de habilitação não é uma carteira de habilitação. Ela é apenas uma permissão que o governo dá para você dirigir. Ela tem validade de 1 ano.

Se você levar uma multa, já era, terá que fazer o processo todo de novo do zero. Ou seja, depois de tirar a habilitação é melhor você ficar longe do carro por um ano para poder pegar sua verdadeira carteira de habilitação. Aí sim, poderá comemorar e dar uma volta no seu carro.

Se você for reprovado em qualquer etapa do exame teórico ou prático terá que pagar uma taxa de reexame que custa hoje R$ 101,16.

Tempo estimado para tirar habilitação: 

De 90 à 120 dias se tiver sorte e se dedicar a isso. Pessoas comuns e muito ocupadas podem levar de 7 a 10 meses.

Valor total para tirar a habilitação no Brasil:

R$ 270,65 do DUDA + R$ 150,00 do exame médico e psicológico mais + R$ 1200,00 da autoescola. Vai gastar em torno de R$ 1620,65. Isso sem contar os seus custos como passagem de ônibus e/ou alimentação para frequentar a autoescola nas aulas teóricas e práticas e para fazer os exames médico e psicológicos.

Você realmente ficará preso durante 10 horas em uma sala de aula comendo fandangos e tomando água porque almoçar, só se você pedir para entregar comida. E, sim, algumas pessoas fazem isso.

E aí, se animou para tirar sua carteira de habilitação no Brasil?

 

Danilo Gentili é o artista mais censurado da atualidade, mas não se vê nenhum esquerdista o defendendo

Texto de Roger Scar, publicado originalmente no Jornalivre:

Gentili já sofreu censura de todo tipo, seja por causa de comentários em entrevistas ou de piadas de “mau gosto”. Ele é, na atualidade, uma das figuras no país que mais sofreu processos por danos morais, em alguns casos sendo obrigado a indenizar pessoas a quem não fez mal algum só porque ousou pisar no calo de gente poderosa.

Já tentaram calá-lo diversas vezes, já o intimidaram e até ameaçaram, e mesmo assim ele se manteve firme e forte, continuou na TV, ainda que tenha trocado de emissora, e seu programa atual no SBT é um dos maiores sucessos de audiência no país, ganhando muitas vezes da Rede Globo.

The Noite já chegou a bater a audiência do Programa do Jô, hoje extinto, e tem diversas vezes destroçado seus concorrentes como o atual Conversa com Bial, Programa do Porchat e outros. É nítido que ele tem amplo apoio popular e carisma, do contrário isso não funcionaria como não funcionou com Rafinha Bastos.

Toda essa perseguição, então, só pode vir de um lugar: a extrema-esquerda. Radicais comunistas não toleram a divergência, e se alguém ousa confrontá-los, ainda que esteja apenas fazendo piadas, vira um inimigo mortal de todos eles. É por isso que Gentili sofre esse tipo de perseguição, algo que nem Rafinha Bastos e nem Fábio Porchat chegaram perto de sofrer. Certamente isso tem a ver com o fato de que tais figuras levantaram publicamente a bandeira do “impeachment é golpe”, enquanto Gentili teve a decência de continuar defendendo aquilo que acredita e exercendo sua liberdade de expressão.

De todo modo, isso prova que grupos como o #342 – Artes não estão nem aí para lutar contra a censura. Pelo contrário, eles defendem a censura de quem criticou as exposições pedófilas do MAM e do Santander Cultural. Defendem também a censura contra quem quer lançar biografias não autorizadas, como Paula Lavigne passou mais de uma década fazendo.

É claro que também defendem a censura contra Danilo Gentili. Se não defendessem a censura estariam agora mesmo lutando contra ela em casos nos quais ela realmente ocorreu.

 

 

 

 

23 notas de Olavo de Carvalho sobre Jair Bolsonaro

Selecionadas e organizadas por Pedro Henrique Medeiros. 

Publicado no portal Mídia sem Máscara

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está dispostos a votar, é o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

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Juca Kfouri associa torcedores violentos a Jair Bolsonaro 

O ódio de Reinaldo Azevedo pelos Bolsonaros ultrapassou o limite da crítica racional 

11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da Pepública e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;
1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.
Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.
Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

 

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De que importa sua formação, pós-graduação, especialização e experiência?

O que vale mesmo é ser trans-alguma coisa, qualquer coisa, transhomem que gosta de mulher, transmulher que gosta de homem, transmulher que gosta de transhomem, transhomem que gosta de transmulher.

Só não ouse ser hétero.

Ser cotista também conta muitos pontos.

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E ser de qualquer minoria, mesmo que seja uma minoria que é uma maioria, mas que o politicamente correto posicionou na novilíngua como minoria.

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Não entendeu? Assista este vídeo do canal Hipócritas:

Quer dar uma guinada profissional? Já sabe. Atualize o currículo. Há alguma lacração escondida aí, não? Qualquer elementinho lacrativo já conta… Se não estiver pensando em nada, talvez seja uma boa hora para experimentar coisas novas, o que acha?

Saia do armário. Está super em voga no mercado de trabalho.

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita

Posso até imaginar o chilique dos metaleirinhos true com esta série. Como os coxinhas ousam falar em Rock de direita?

O rock é contestação, quebra de padrões, antissistema, anti-establishment! Será que os reaças piraram?

A reação é esperada. Quase ninguém no Brasil entende o que a Direita pensa. Estamos num país em que a definição da esquerda é feita pela própria esquerda, e a definição de direita também é feita pela esquerda. Não é preciso ser um grande gênio para perceber que há um descompasso aí… E é lógico que é por isso que fabricamos esquerdistas tolinhos como que em uma esteira de produção. Saem todos sob medida, replicando conceitos obtusos e odiando o espantalho de direita que lhes ensinaram, já que nunca leram sequer um livro de algum pensador de direita.

O maniqueísmo se torna o mais reducionista possível: a esquerda é boa, tolerante, igualitária, compartilhadora e progressista. A direita é elitista, egoísta, intolerante e atrasada. A triagem sempre coloca todas as qualidades de um lado e os defeitos do outro, por isso o metaleirinho esquerdista, que nos chama de intolerantes, não consegue tolerar a ideia de que defendamos a existência de princípios defendidos pela direita dentro do Rock.

Vivemos o triunfo do politicamente correto. A Era do Vitimismo, do mimimi, com todo mundo ofendido e querendo mais direitos, prioridades e retratações. O Rock entrou na onda. Ninguém quer ir contra as bandeiras politicamente corretas.

Se você acha que é truezão metal porque fala mal do cristianismo, sorry, falar mal do cristianismo já faz parte do establishment há muito tempo.

E isso porque aquilo que chamam de sistema se tornou progressista há muito tempo. Ser antissistema hoje é questionar a cartilha do politicamente correto e ir contra a dogmática do choque. É bater o pau na mesa e dizer: nessa merda mando eu e não quero o Estado, ONG ou algum lacrador levantador de hashtag me dizendo o que posso ou não fazer, pensar e dizer.

Criticaram tanto o cristianismo, mas criaram uma igrejinha ideológica, que excomunga qualquer um que não reze segundo a cartilha.

Isso é perceptível em muitos roqueirinhos brasileiros. Eram politizados até um partido de esquerda chegar ao poder. O partido passou 13 anos roubando sistematicamente. Durante este período não deram um pio. Se tornaram apolíticos. Foi só o partido sair, que voltaram a ser politizados de novo, para criticar a corrupção, mas como essa gente é seletiva, só lhes interessa criticar algumas corrupções. Sobre as outras é melhor silenciar.

O Rock então é contra o sistema capitalista opressor, que impulsiona as maiores economias do mundo, nos emprega e alimenta.

E esse mesmo trouxa que diz que o Rock não pode ser de direita, paga 400 pilas pra assistir o U2 e o Pink Floyd falarem mal do capitalismo.

Quem vai querer saber de princípios quando o cachê de cada show é 1 mi de dólares, né não?

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Iron Maiden no Brasil: Heavy Metal antiesquerdista

O socialismo e suas veleidades continuam sendo apresentados como a solução futura, e você, um roqueirinho burro, enfia no seu liquidificador de paspalhice o capitalismo, o conservadorismo, o Trump, o Reagan e o Churchill (que você nem sabe quem são, mas que te disseram pra odiar), o cristianismo e a sociedade ocidental e diz que odeia tudo porque é metaleiro. Mesmo que o Rock só exista devido às condições proporcionadas pela sociedade ocidental capitalista, meu brother!

E com toda essa burrice vistosa, você posta nos comentários do whiplash que Rock de direita é impossível.

O objetivo desta série não é somente divulgar artistas ou bandas de rock que possuem viés direitista/conservador, também o é, mas mais do que isso, é postar músicas que defendam e exaltem valores direitistas mesmo que seus artistas não sejam direitistas ou sejam, mas não tenham coragem de se assumir.

E isso existe de monte. Justamente porque o meio artístico é majoritariamente progressista. De modo que, para um cara se assumir de direita e continuar tendo abertura no mercado, é preciso que seja estabelecido o suficiente para que sua posição não o lance ao ostracismo.

A esquerda, por ser hipócrita, dá mais valor a quem diz do que ao que se diz. Por essas e outras que certas piadas consideradas de mau gosto pelos politicamente corretos se tornam sentença de morte se ditas por um conservador, mas são relevadas se quem disser for um lacrador.

Nós não. De modo que às vezes você verá por aqui músicas de artistas que odeiam a direita, mas que defendem ou exaltam valores próprios à direita. E é isso que eu quero: esfregar na sua cara que nossos valores são mais importantes do que quem os profere.

Sendo assim, a banda não precisa ser de direita, desde que a música seja.

Na próxima semana publicaremos o primeiro Rock de direita aqui no Voltemos à Direita.

E pode chamar de coxinha, reaça, bolsomimion e etc, que a gente não se ofende.

I know it’s only rock ‘n’ roll…

but I like it

Por Renan Alves da Cruz

 

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Breve história do ativismo pedófilo

Existiu, entre 1974 e 1984, na Inglaterra, um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais, uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. O movimento recebia dinheiro do governo britânico para a sua atividade por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. O PIE acabou sendo fechado, na década de 80, depois que as investigações de frequentes escândalos de pedofilia acabaram levando a membros do movimento. Além disso, a sua atividade política começou a se tornar ultrajante para a sociedade britânica.

Entre as ações empreendidas por este movimento durante sua atividade, esteve a luta pela redução da idade de consentimento para QUATRO anos de idade, o que começou a despertar indignação. Mas houve resistência do governo pois a atividade do movimento estava abrigada pelo Conselho Nacional para Liberdades Civis.

Ficou claro na época que nenhuma iniciativa pedófila teria exito enquanto a prática mantiver um estigma negativo na sociedade, isto é, contrária a valores tradicionais ainda em voga.

Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos) com o mesmo objetivo do PIE. NAMBLA é considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, pertenceu à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido o objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas.

A ONU chegou a dar esse status ao ILGA em 1993 mesmo com a associação com o NAMBLA, mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, o ILGA decidiu pela dissociação com o  NAMBLA, sendo então admitido pela ONU no ano seguinte após protestos de organizações pedófilas de outros países.

O ILGA é um dos principais promotores da Ideologia de Gênero na ONU por meio da UNESCO, embora haja hoje centenas de outros movimentos e ONGs feministas empenhadas na causa da educação sexual para idades cada vez menores.

Links pesquisados:
Pedophilia Is A Sexual Orientation Under new California state law!!!

http://www.nambla.org/

Atualmente, no Brasil, por meio do Ministério da Educação e Cultura, rios de dinheiro são investidos na elaboração de programas educacionais que levam a temática da Ideologia de Gênero para ser ensinada a creches de todo o país. Essa ideologia, a pretexto de combater a discriminação, oferece às crianças um leque de opções sexuais e orientações possíveis que chama de gêneros.

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A mudança de estratégia surtiu efeito. Hoje, na maioria dos países, a educação sexual é comum, embora a pedofilia seja oficialmente proibida. Um dos expedientes caros aos ativistas é a distinção, bastante arbitrária, entre pedófilos e abusadores de crianças. Segundo eles, há o pedófilo inofensivo que somente sente atração sexual por crianças mas não a pratica. Enquanto aos abusadores mantém-se a condenação penal, ao pobre pedófilo caberia tratamento, ajuda e toda a compreensão, cabendo inclusive, quem sabe, uma campanha de combate à discriminação contra ele.

O novo movimento pedófilo está hoje infiltrado nos movimentos LGBT por meio do “combate ao preconceito nas escolas”. Diante do preconceito sofrido por crianças com tendências homossexuais, sugere-se o ensino de todo tipo de prática sexual imaginável às crianças da mais tenra idade.

A mais conhecida teórica da Ideologia de Gênero, Judith Butler, porém, afirma que “gênero é o seu comportamento”, fazendo do conceito um tipo de cultura ou revolução comportamental. Ora, segundo ela, não há homens ou mulheres, mas simplesmente pessoas. A consequência lógica deste pensamento impõe que não exista nem mesmo preconceito e, no entanto, este é o conceito que está sendo utilizado para ensinar as crianças, a partir dos 4 anos, a explorarem seus corpos e os de seus colegas em busca de prazeres sexuais para, assim, definirem seu “gênero”.

A conceituação de Butler, se bem compreendida, já demonstra que não é o problema do preconceito que desejam resolver.

É sabido pela psicologia que para mudar a mentalidade de alguém, basta mudar-lhe o comportamento, pois o indivíduo lutará para adequar o pensamento às ações praticadas anteriormente, de modo a reduzir a dissonância cognitiva. Portanto, a mudança da mentalidade é o alvo principal, fazendo de crianças e adolescentes militantes eficientes pela destruição de todos os padrões morais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a Ideologia de Gênero não torna as crianças homossexuais, mas as transforma em órfãos incapazes de perceber a realidade justamente porque habituam-se a adequá-la aos seus desejos e às ideologias do momento. Convertem as crianças a meros brinquedos de adultos.

Por Cristian Derosa, publicado no portal Estudos Nacionais

 

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