As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 1

Conheci recentemente o portal O Direitista. Comecei a ler os textos e logo percebi que havia grande confluência entre as ideias de Alexandre B. Cunha, o autor, e as minhas a respeito do PT.

No momento em que li a série “As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT” pensei em republicá-la aqui no Voltemos à Direita.

Contatei o Alexandre, que me respondeu com enorme cortesia e me autorizou a republicar a série. Agradeço publicamente a ele e recomendo aos nossos leitores que acessem o portal www.odireitista.com para conhecer seu excelente trabalho.

Este é o primeiro de uma série de seis textos nos quais são discutidas algumas das recentes demonstrações da natureza antidemocrática do PT. Idealmente, eu discutiria neste blog todas as evidências que aquela organização já forneceu da sua essência totalitária. Contudo, essa tarefa não é exequível, pois tais evidências estão bem longe de serem poucas. Assim sendo, restringir-me-ei a discutir alguns episódios, todos relativamente recentes, que estabelecem de forma inequívoca que o referido partido possui um caráter ditatorial.

Considere o julgamento da AP (Ação Penal) 470, popularmente conhecida como o caso do mensalão. Naquela ocasião, o STF condenou por corrupção os proeminentes petistas José Dirceu, José Genoino, João Paulo Cunha e Delúbio Soares. Qual foi a reação dos militantes do PT? Passaram a se referir aos criminosos como “guerreiros do povo brasileiro”. Como se isso não bastasse, eles não hesitaram em declarar que os corruptos petistas devidamente encarcerados eram “presos políticos”.

Esse comportamento demonstra de forma clara o desapreço do PT pela democracia. Afinal de contas, como é possível que uma pessoa condenada pela mais alta corte de justiça de um país seja um herói ou um preso político? Ora, isso somente pode ocorrer em uma ditadura. Ou seja, com intuito de defender os seus militantes corruptos, o PT não hesitou em equiparar o Brasil a uma nação não democrática. Tal atitude é ainda mais condenável quando se leva em consideração que dos treze juízes que participaram do julgamento, dez foram indicados para o STF por Lula e Dilma.

O episódio acima discutido traz à luz outra característica do PT. Em sociedades democráticas, existe uma separação entre estado, governo e partido (ou partidos) no poder. A título de exemplo, considere o caso dos EUA. O presidente não pode utilizar recursos públicos para custear a festa de aniversário do seu partido; similarmente, a Reserva Federal (órgão equivalente ao Banco Central) não está subordinada a qualquer partido político (esteja ele no governo ou não). Exatamente o oposto ocorre em uma ditadura socialista. Em uma sociedade desse tipo, há uma submissão de toda máquina administrativa aos ditames do partido comunista. Como consequência, não existe uma efetiva separação entre governo, estado e partido.

Durante e depois do julgamento do mensalão, os petistas manifestaram abertamente o seu inconformismo com o fato de a justiça não atuar em consonância com os interesses do seu partido. Em outras palavras, eles são incapazes de aceitar que as instituições públicas não estejam a serviço da sua agenda política. Todavia, a separação entre estado, governo e partido no poder é um dos pilares da democracia. Aquilo que os petistas desejam somente ocorre em regimes totalitários. Assim sendo, esse episódio, isoladamente, já é suficiente para estabelecer a natureza antidemocrática do PT.

O próprio PT já discutiu essa questão ao analisar a sua passagem pelo governo. Em um documento aprovado pelo diretório nacional do partido em maio de 2016, está escrito o seguinte:

Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação.

Ou seja, na visão dos petistas, o partido errou ao não se apropriar de algumas instituições do estado brasileiro. Como não é razoável supor que eles persistam no erro, a conclusão a que se chega é que o PT tentará colocar toda a máquina pública a serviço do seu projeto de poder caso retorne ao Palácio do Planalto.

Ao menos em uma ocasião, a incapacidade petista de respeitar o princípio da separação entre estado, governo e partido se manifestou de uma forma que chegou a ser primária. Em 2004, durante o primeiro mandato de Lula, verbas públicas foram utilizadas para decorar os jardins do Palácio da Alvorada com uma estrela vermelha!

Concluindo, não devemos nos iludir com relação à real natureza do PT. Ele não aceita a separação entre estado, governo e partido. E não poderia ser de outra forma, pois os petistas têm como objetivo final transformar o Brasil em uma tirania socialista na qual todos os indivíduos e instituições estarão subordinados aos ditames daquela organização extremista.

 

Artigo de Alexandre B. Cunha, publicado em O Direitista

Aécio livre: dia de festa PARA OS PETISTAS!!!

O Senado livrou a cara de Aécio Neves e isso é motivo de comemoração nas latrinas petistas, já que se encaixa perfeitamente na narrativa que o PT precisa emplacar em 2018.

Os leitores do Voltemos à Direita já sabem disso. Demonstramos aqui em diversos artigos que o renascimento do PT em 2018 depende da construção da narrativa de que o partido é vítima da tal “conspiração das elites”.

É óbvio que esta narrativa não passa de desonesta ficção, entretanto o PT não procura emplacá-la em nome de sua honestidade, mas sim como única forma de justificativa pública passível de ser absorvida pelo cidadão comum, desinformado e suscetível, que ainda coliga o partido às suas próprias conquistas sociais que, no todo, são resultado de toda a conjuntura econômica herdada de FHC, que se não foi um primor de presidente, engatilhou um positivo potencial econômico futuro.

Para este cidadão comum, desinformado e maleável, a alegação de que há uma elite política que conspirou para tirar o PT do poder porque ele a desfavorecia e ajudava os mais pobres,se torna mais palatável quando os atores políticos de oposição ao PT se blindam, favorecendo que o partido alegue ser o único perseguido.

Leia mais

O que fortalece o PT não é a queda de Temer, mas sua permanência

Senado derruba decisão do STF: o Aécio é um bom companheiro 

E o PT é mestre nisso. Lula é mestre nisso. E quanto mais argumentos lhes são dados, mais os petistas de latrina festejam, porque sabem que a munição que lhes está sendo dada pela oposição pode ser o ponto de reação em 2018. 

Escrevi no artigo O que fortalece o PT não é a queda de Temer, mas sua permanência o seguinte:

Se Temer cair, o PT vai usar a queda a seu favor, mas é muito melhor pro partido que ele permaneça. Para que, com toda a cara de pau que lhe é peculiar, Lula diga que a elite política brasileira tirou o PT do poder alegando corrupção, mas protegeu suas velhas raposas, com uma mãozinha do STF, outra do PSDB, e etc.

A tese preferida do PT, a da conspiração das elites, ganhará força.

Sim, e chegaremos a 2018 com Temer no governo, as reformas acontecendo (ou não) e Lula, se não for tornado inelegível – e hoje não é possível saber se isso acontecerá – poderá estar surfando num discurso de vitimismo, que é o seu preferido, com o jeito velhaco de sempre, “provando” com “fatos”, que houve um grande golpe para tirar o PT do poder sob alegação de corrupção, mas que os perpetradores do golpe, também corruptos, se blindaram.

E aí, Lula, calejado neste tipo de enfrentamento, ganhará musculatura para disputar para valer em 2018.

Perceba que a tática relatada neste artigo de meses atrás permanece funcionando a contento. Temer permanece ladeado pelos políticos ligados à tal elite, sobrevivendo a cada denúncia e delação, o mesmo ocorre com Aécio, que pego de maneira mais flagrante que o presidente, foi protegido por seus pares.

O PT festeja.

Mesmo que condenado, não se descarta a hipótese de que Lula concorra em 2018 baseado em liminares.

Caso não concorra, seu capital político será fundamental para as pretensões de qualquer candidato à esquerda que o substitua.

O Senado fez o jogo petista. A narrativa já estava pronta. Agora ganharam de bandeja os personagens e o enredo desejado.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Senado derruba decisão do STF: O Aécio é um bom companheiro!

Por 44 votos a 26, o senado derruba decisão do STF e devolve o mandato de senador ao mineirin Aécio Neves. O resultado da votação indica a fragilidade da democracia brasileira uma vez que não há democracia quando não se vive sob o império das leis.

De igual modo, votos deixados pelos nobres senadores passaram ao largo de terem sido votos políticos. O nome que se dá à prática de fugir dos necessários esclarecimentos à justiça não é política, mas covardia e impunidade.

Leiam reportagem

O Senado derrubou decisão de turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e Aécio Neves retoma seu mandato de senador. Votaram sim, 26 senadores, e não, 44. Com a decisão, o senador Aécio Neves, afastado desde o fim de setembro por uma decisão da Primeira Turma do STF, retomará seu mandato.

O PMDB, maior partido do Senado, com 22 senadores, decidiu fechar questão e encaminhou voto favorável ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), nesta terça-feira, 17. Outros partidos como PP, PR, PRB, PTC e PROS se manifestaram pelo voto “não”, ou seja, contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e pela manutenção do mandato do tucano.

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O sepultamento da carreira política de Aécio Neves é mais uma vitória da Lava Jato

De Temer a Aécio Neves: A culpa é da direita xucra ou, tem que manter isso aí, viu?

Apesar do receio de que a sessão acabasse ficando esvaziada, o quórum da votação foi alto, com 70 dos 81 parlamentares presentes. De acordo com entendimento do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), o voto “sim” ou “não” precisaria reunir pelo menos 41 votos. Caso contrário, seria preciso realizar uma nova votação.

Falaram contra a decisão do STF os parlamentares Jader Barbalho (PMDB-PA), Telmário Mota (PTB-RR), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Roberto Rocha (PSDB-MA) e Romero Jucá (PMDB-RR).

Álvaro Dias (PODE-PR), Ana Amélia (PP-RS), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Reguffe (Sem partido-DF) foram favoráveis ao afastamento.

Encerramos

A decisão do STF de afastar o senador Aécio Neves de suas funções parlamentares se deu por conta do pedido feito pelo senador, da quantia de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista. Para a PGR, o tucano praticou corrupção passiva.

Não podemos ser mais claros do que fomos no início desse texto. Arremato registrando que para confrontar a decisão do STF, Aécio Neves contou com o apoio de bons companheiros, entre eles Jader Barbalho, Romero Jucá e Renan Calheiros.

Aécio Neves é um bom companheiro!

Por Jakson Miranda

Show do esquerdão: humor como arma na Guerra Cultural

Bons canais de humor direitistas estão surgindo no youtube e nosso papel, como propagadores do conservadorismo, é divulgá-los, afinal, como já disse no artigo NOTA DE ESCLARECIMENTO DE UM BANCO QUALQUER, o humor é uma arma fundamental na Guerra Cultural.

Vídeos de humor só são bons se nos fizerem rir. Não adianta ser pretenso humor e só defender uma ideia e posição política sem arrancar risadas da plateia… e, posso lhes garantir, ri demais assistindo este vídeo.

Subscrevam o canal Spider Consense. Desmascara a hipocrisia esquerdista da forma mais engraçada possível.

Segue o vídeo O Show do esquerdão:

Por Renan Alves da Cruz

 

 

Ex-presidente Dilma Rousseff tem bens bloqueados pelo TCU

Ex-presidente Dilma Rousseff tem bens bloqueados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), cuja medida tem por objetivo ressarcir a Petrobrás pelos danos causados pela petista e Cia com a compra da refinaria de Pasadena.

Leiam matéria do site da Isto É

O Tribunal de Contas da União (TCU) decretou nesta quarta-feira o bloqueio dos bens da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros ex-integrantes do Conselho de Administração da Petrobras visando ressarcir a empresa do prejuízo de 580 milhões de dólares provocado pela compra da Refinaria de Pasadena, nos EUA.

A decisão atinge ainda o ex-ministro Antônio Palocci; o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, Claudio Luis da Silva Haddad, Fábio Colletti Barbosa e Gleuber Vieira.

O bloqueio é passível de recurso tanto no TCU quanto na Justiça, mas tem efeito imediato e deixa os bens indisponíveis até que se atinja o valor de 580 milhões de dólares.

Segundo o TCU, o bloqueio vale até que o mérito do processo seja julgado, com a condenação ou absolvição dos citados.

Os afetados pelo bloqueio integravam o Conselho de Administração da Petrobras quando foi aprovada a compra de 50% da refinaria de Pasadena, em 2006. Dilma também era ministra da Casa Civil do então governo de Luiz Inácio Lula da Silva e presidia o Conselho.

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A aquisição de 50% da refinaria, por 360 milhões de dólares, excedeu em muito os 42,5 milhões de dólares pagos um ano antes pela belga Astra Oil por todo o complexo.

Em 2012, a Petrobras foi obrigada a comprar 100% da unidade, elevando o custo final do negócio a 1,2 bilhão de dólares para a estatal.

A assessoria de Dilma informou que a ex-presidente recorrerá da decisão “para comprovar que não houve qualquer ato ilegal ou irregular que o Conselho à época tivesse conhecimento”.

A nota afirma que o Conselho foi comunicado apenas dois anos depois que as informações que obteve sobre Pasadena “eram parciais e incorretas”.

Voltamos

Está corretíssimo o TCU. Até que se julgue a culpabilidade ou inocência da ex-presidente Dilma, os bens de todos os que faziam parte da Conselho Administrativo devem estar à disposição da justiça.

Por Jakson Miranda

J. R. Guzzo e os cristãos que não sabem interpretar texto

Quando li o artigo Essa gente incômoda de J.R. Guzzo na Veja, confesso ter ficado positivamente surpreso.

Há muito tempo um veículo da grande imprensa não publicava algo favorável ou em defesa dos evangélicos. O texto de Guzzo, irônico, toca numa ferida bem própria da contemporaneidade: o ódio dos progressistas pelos evangélicos, justamente por não poderem controlá-los e doutriná-los conforme sua agenda.

Os evangélicos, portanto, se tornam “essa gente incômoda” do título, que se recusam a fazer o que os sedizentes donos do monopólio da virtude consideram adequado.

O texto de Guzzo, aliás, era a única coisa de aproveitável que havia naquela edição da revista.

Dias depois, li uma notícia que me deixou estupefato (e morrendo de vergonha).

Um monte de evangélicos estavam revoltados com J.R. Guzzo! Teve notinha de repúdio de Conselho Geral de pastores, vídeo revoltado de pastor-deputado, chilique de senador evangélico, fora os textos-resposta publicados em diversos sites evangélicos, acusando Guzzo de perseguição religiosa.

Gente… Que vergonha…

As pessoas não sabem interpretar textos simples. O texto de Guzzo era CRISTALINO na forma de demonstrar que estava ironizando justamente os progressistas de esquerda, revelando aquilo que eles manifestam de ódio por não conseguirem virar o jogo do evangelicalismo crescente no Brasil.

O troço virou uma celeuma e, de repente, até quem não leu o texto estava pedindo a cabeça do único colunista da Veja atual que mantém algum resquício de conservadorismo expresso nos textos.

Que vergonha destes muitos cristãos que fizeram este papelão… e que quando realmente tem sua crença aviltada, não dizem um pio.

Depois de algumas horas achando que o louco em tudo isso era eu, topei com um texto no Gospel Prime, de Gutierres Siqueira, chamado “Essa gente incômoda que não sabe ler ironias” e pude respirar aliviado por não estar sozinho.

O autor, aliás, fez uma pergunta que me deu até calafrios:

“Ora, se um simples texto em uma revista causa tanta incompreensão, como eles lidam com um texto tão difícil como o da Bíblia?”

Dá para refletir, não acham? Sempre correlacionei algumas hediondas heresias à má-intenção, mas acho que dá para colocar a burrice neste caldo também.

Até quando alguns cristãos farão apologia da incultura?

Semanas atrás publiquei o artigo Brigas de Galo na Rinha Teológica num portal evangélico, depois o republiquei aqui.

Recebi no site evangélico uma enxurrada de críticas porque pautei uma análise teológica em duas frases do conto Os teólogos de Jorge Luis Borges, um ficcionista brilhante, que era ateu.

Pediram minha cabeça ao site, disseram que eu estava escrevendo heresias porque recomendei aos leitores que lessem Borges…

Ninguém se importou com nada do que escrevi, muito menos se empenharam em entender que eu não estava usando Borges como guru teológico, pelo contrário, estava apontando justamente de que forma a teologia é enxergada numa visão externa.

Mas fui achincalhado, por gente que não lê, se orgulha disso e ainda quer impedir os outros.

Será que entendem moderadamente os textos bíblicos?

Será que se lerem 30 vezes o texto de Guzzo conseguirão entendê-lo?

Que vergonha, minha gente!

Perdoe-os, Guzzo, eles não entendem o que leem.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Revista Veja, obrigado por odiar Jair Bolsonaro

Não há anormalidade alguma no fato de a Revista Veja considerar Jair Bolsonaro uma ameaça.

Estranho seria, e me preocuparia, se a revista estivesse o apoiando.

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Agradeço inclusive à Veja por me certificar de que as coisas se encontram dentro da normalidade, e que o candidato conservador permanece despertando a fúria dos progressistas e se opondo às suas pautas.

Se em lugar de “Ameaça”, a revista tivesse escrito “Esperança”, certamente Bolsonaro não teria mais os predicados que fazem com que nós, conservadores, o apoiemos.

O interessante é que não se consegue pinçar do texto nenhuma real ameaça proporcionada pelo candidato. É um texto caricato, escrito por uma jornalista estulta e que tentou dar base fática ao que não passa de militância pessoal sua (apoiada pela revista).

Há mentiras, mas se tratando de Veja analisando a direita, elas também são esperadas. Creio que a mais perigosa é a que insinua que Flávio Bolsonaro cria jargões viralizantes com incentivo ao ódio, que são repercutidos por seguidores do deputado. O exemplo que a porca reportagem fornece é “Comunista tem que morrer, gays e feminazis também”.

Esta é uma acusação grave, lesiva e falsa, e creio que os Bolsonaros deveriam processar a Revista e a jornalista por ela. A liberdade de imprensa é um valor essencial, que deve ser resguardado, ademais, este trecho da reportagem acusa os Bolsonaros de crime, e um crime que não praticaram.

No mais, há muita lenga-lenga, conclusões baseadas em meias verdades, situações tiradas de contexto e mentiras puras e simples.

Jair Bolsonaro deve se orgulhar de ser considerado uma ameaça pela Veja. O periódico hoje dista pouco, no campo da militância progressista, de uma Carta Capital, por exemplo. Ao assumir o comando, André Petry, que sempre foi uma das vozes mais à esquerda da revista nas últimas décadas, imprimiu seu tom ao conteúdo geral.

O resultado está aí para todo mundo ver.

Não é de hoje que alertamos sobre o processo de esquerdização da Veja, que hoje parece irreversível.

Todos os artigos a seguir, produzidos aqui em diferentes momentos, mostram esta guinada:

A horrorosa edição de retrospectiva da revista Veja

A decadência da Revista Veja

Veja e PSDB contra Jair Bolsonaro

Revista Veja: Alfred Kinsey ficaria orgulhoso

Revista Veja e a Teoria Queer

Kalleo Coura, o garotinho esquerdista da Veja

Veja começa a campanha contra Bolsonaro

 

O que Veja produz hoje em dia é jornalismo parcial, partidário, militante, incapacitante, desinformador e desinteressante.

Jair Bolsonaro não é perfeito, é um candidato que responde a antigos anseios da sociedade brasileira, cansada da proteção aos bandidos e de financiar privilégios a minorias específicas.

Bolsonaro merece os parabéns. Não é sem mérito que alguém desperta tanto fúria na esquerda progressista.

E tudo continua normal. A direita segue seu caminho e a esquerda assustada, a chama de ameaça.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

 

Mãe que incentiva filha a tocar homem nu é militante do PT e trabalhou para o Itaú

Por Marcelo Faria, no ILISP: 

A mãe da criança que toca o “coreógrafo” Wagner Schwartz, nu em um tablado, durante a abertura da exposição “35º Panorama da Arte Brasileira – 2017″ no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) é militante do PT e trabalhou até poucos meses em um projeto do Banco Itaú – o mesmo que patrocina o MAM por meio da Lei Rouanet, mentiu ao afirmar que não patrocina o museu e tem uma de suas sócias, Milú Villela, como presidente do MAM

De acordo com informações fornecidas pelo MAM ao G1, o público presente na performance era formado essencialmente por artistas e uma das pessoas que prestigiou a apresentação foi a coreógrafa Elisabete Finger acompanhada da filha. O vídeo (acima) que viralizou nas redes sociais mostra o momento em que Schwartz está nu enquanto Elisabete incentiva a filha a tocá-lo.

De acordo com posts públicos no perfil de Elisabete no Facebook – o qual foi fechado para amigos após a divulgação de seu nome – a coreógrafa é militante do Partido dos Trabalhadores (PT), apoiando desde a campanha de Dilma Rousseff em 2014 até o atual “Fora Temer”.

Elisabete Finger em 2014: apoio à campanha de Dilma
Elisabete Finger em 2014: apoio à campanha de Dilma
Elisabete Finger em 2017: "Fora Temer" em companhia da filha incentivada a tocar coreógrafo nu
Elisabete Finger em 2017: “Fora Temer” em companhia da filha incentivada a tocar coreógrafo nu (rosto da filha borrado por nós)

As coincidências não param por aí. Elisabete Finger trabalhou por três anos e meio (até junho de 2017) como apresentadora de um projeto do Itaú Cultural chamado “Discoreografia – Música, Dança e Blá, Blá, Blá“, braço cultural do Banco Itaú que também é financiado por meio da Lei Rouanet. Na terceira edição do programa, que foi ao ar em 25 de fevereiro de 2014, Elisabete entrevistou o próprio coreógrafo Wagner Schwartz, aquele que incentiva sua filha a tocar enquanto ele está nu. De acordo com a descrição do programa, os trabalhos de Wagner “transitam entre práticas e culturas diferentes” tornando “viável a fisicalidade dos seus experimentos”.

Cabe lembrar que o presidente do Itaú, Roberto Setúbal, defendeu em 2015 que Dilma continuasse no cargo de Presidente da República.

A Revolução Anticristã

Equacione estes dados:

Grupos extremistas islâmicos assassinam e barbarizam cristãos como forma de expressão religiosa.

Em nome da “tolerância”, intelectuais e militantes de esquerda manifestam apoio aos islâmicos, mediante alegação de terem sua cultura desrespeitada pelo ocidente judaico-cristão.

Intelectuais e militantes de esquerda acusam o cristianismo de intolerância e mobilizam maneiras de destruí-lo, impedindo algumas de suas manifestações religiosas e filosóficas.

Grande parte dos países islâmicos, apoiados pelos progressistas, executam sumariamente homossexuais e mulheres que se insurgem contra a autoridade masculina.

Os intelectuais e militantes de esquerda, no entanto, acusam apenas o cristianismo de homofóbico e machista.

Seria de se considerar, a julgar por tais reações, que maior crime contra a dignidade humana de um homossexual é cometido quando se considera o ato homossexual pecaminoso, sem que ele seja proibido, impedido ou coagido, do que quando se estabelece por decreto que praticar atos homossexuais resultará em execução por enforcamento ou degolação.

A execução de cristãos, para os envolvidos nos circuitos de debates meio intelectuais, meio de esquerda, não passa de um efeito colateral desagradável, mas justificado pelo ódio fomentado pelo Ocidente bem fornido e seu aliado Israel contra o pacífico e recatado muçulmanismo. Mais ovos quebrados para a omelete da causa multicultural. Alguns limões espremidos para a limonada do mundo mais igualitário.

A sugestão, ademais, de que os países cristãos procurem proteger-se da Vingança Do Profeta é rechaçada de imediato. Coisa de fascistas. Métodos da direita intolerante que se recusa a colocar-se à mercê dos seus carrascos.

E o professor escolar, enchido até as tampas de doutrinação politicamente correta, ensinará ao alunado as normas contraditórias deste novo método em que homossexualidade e islamismo são expressões evoluídas, esperadas e bem vindas, ainda que incongruentes, na medida em que um deles é educado a assassinar o outro.

Logo teremos a nova construção do jardim de ideias da bolha esquerdista, e haja contorcionismo retórico para explicar ao futuro muçulmano homossexual do Ocidente que ele não deve executar a si mesmo.

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado no portal Gospel Prime: 

Politicamente correto e servidão mental

Artigo de Percival Puggina:

Lembro-me da primeira vez em que fui advertido de estar sendo politicamente incorreto. “Isso significa que não posso usar a palavra promiscuidade?”, perguntei receoso. “Claro que não pode!”, foi a resposta que ouvi. Desde então, ser contra essa arenga virou preceito para mim. Tornou-se evidente, ali, que o controle do vocabulário é sutil forma de dominação cultural e política. Impõe servidão mental.

O politicamente correto declara encerrados certos debates e dá por consensuais, por irrecorríveis, conceitos boa parte das vezes insustentáveis numa interlocução esclarecida e bem intencionada. Estamos vendo isso acontecer todos os dias e o fato que trago à reflexão dos leitores dá testemunho.  Encontrei-o por acaso, na internet.

Em maio passado, um delegado de polícia, que é também jornalista, comentou em grupo do whatsapp um estupro de menor (menina de 11 anos que vivia com a mãe). Referindo-se ao caso, observou que “crianças estão pagando muito caro por esse rodízio de padrastos em casa”. O delegado ocupava função de direção na área de comunicação social de sua instituição. A frase foi qualificada como machista e ele, de imediato, exonerado. Fora, politicamente incorreto! Constatara uma obviedade: as sucessivas trocas de parceiros por parte de mulheres independentes expunha as crianças a contatos de risco.

Indagado pelo Jornal Metrópole sobre se estava arrependido o delegado respondeu que não.

“Precisamos discutir responsabilidades e freios morais. As crianças não podem pagar pelas atitudes desmedidas dos adultos, sejam eles homens ou mulheres. Quem leva uma prostituta para casa está arriscando a segurança de seus filhos. Da mesma forma como alguém que levar um psicopata, um ladrão, um homicida para dentro de casa estará colocando a vida dos filhos em risco”. E mais adiante:“Precisamos ter responsabilidade para enfrentar esse tema”.

Criado o monstro é preciso alimentá-lo. E ele é nutrido por casos como esse em que o referido delegado ousou expor ideias que não devem ser expressas. Uma coisa é a dignidade da pessoa humana e o respeito a ela devido. Outra é assumir que, em vista dessa dignidade, resultem abolidos os valores que lhe são inerentes. Ou que esses valores sequer possam ser explicitados em público. E ai de quem faça alguma afirmação na qual se possa intuir fundamento religioso ou da moral correspondente!

A afirmação do policial foi irretocável, mas envolvia uma advertência sobre o exercício irresponsável dos direitos sexuais. E há, sim, uma correspondência entre direitos e deveres que, na situação genérica descrita, são os da mãe, do pai, ou do cuidador responsável por menores no âmbito do lar. Ora bolas!

 

Publicado no portal www.puggina.org

 

Nota do Voltemos à Direita: Leia e divulgue os textos de Percival Puggina. É conservadorismo de altíssima categoria