A rápida virulência contra Temer mostra a força do esquerdismo na mídia

Estou no grupo dos que creem que Michel Temer não possui mais legitimidade para conduzir o país.

A somatória de fatos vindos à tona, delações e gravações o expõem de forma inafiançável.

Não nego que a melhor coisa para o país seria sua permanência até as eleições de 2018, ademais não posso contrariar aquilo que sempre prezei desde meu primeiro texto neste portal. Se Michel não possui o componente ético requerido para o cargo, deve ser retirado pelas vias legais.

Creio que seu governo já pereceu e que a oficialização do fim acontecerá em breve, de modo que já me vejo como um obituarista me aquecendo para o exercício do ofício.

Mas não posso me furtar à constatação de que a rapidez das exigências em relação à queda de Temer ocorreram em tempo recorde. Lembrar da leniência da mídia para com a corrupção durante o período Lula/Dilma contrapondo à súbita revolta contra Temer é um exercício simples que mostra como o viés esquerdista da imprensa brasileira já não pode mais ser ocultado.

E não só na mídia. Com uma rapidez supersônica a OAB preparou um pedido de Impeachment contra Temer, sendo que contra Dilma, mesmo com o estupefaciente volume de crimes cometidos, o pedido quase precisou ser extraído a fórceps.

Temer tem que cair, mas perceber o desespero da mídia, dos sedizentes intelectuais e de determinados poderes embasa aquilo que escrevemos aqui muitos vezes, e que o professor Olavo de Carvalho, dentre outros, cita recorrentemente. Não será possível resolver o problema do Brasil com um impeachment ou dois que sejam. O esquerdismo está empesteado na cultura, na Academia e na educação.

Para a direita conseguir alguma coisa a média prazo, precisa batalhar nestes campos, não se satisfazendo com vitórias pueris, mas entendendo que o contexto é muito maior.

Os ditos intelectuais brasileiros leram tanto que ficaram burros, como dizia Schopenhauer, e demolir o poderio de ação destas fraudes é um dos primeiros e mais importantes passos da retomada.

A direita precisa tomar a análise da virulência contra Temer em relação a contra Dilma como uma exortação de que há muito, muito, muito a ser feito, antes de que qualquer vitória obtida apresente resultados perceptíveis.

Por Renan Alves da Cruz 

Lula e o PT não querem derrubar Temer

Lula e o PT estão articulando ferozmente para derrubar Michel Temer da presidência. Esta é a ladainha que está ganhando corpo entre muitos ditos da direita.

É com certa decepção que vejo pessoas que até outro dia clamavam por justiça e um Brasil livre da corrupção, hoje, encampam um histérico discurso em favor da manutenção do governo Temer.

Nesse momento sobressaem-se comentários sobre a entrevista que Joesley Batista concedeu à revista Época. Segundo o dono da JBS, Michel Temer é “o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”. Obviamente que essa sentença não coaduna com a ideia de que o comandante da quadrilha é outro.

Nesse sentindo, são muitos os que acreditam que Joesley faz parte de um plano arquitetado para derrubar Temer. E quem seria o arquiteto desse engenhoso plano? Alguns apontam o petista José Dirceu. Para outros, Luiz Inácio Lula da Silva. Qual o objetivo? Derrubar Temer, forçar novas eleições para que o PT retome o poder elegendo Lula presidente.

Trata-se de um argumento forte. À medida que ver-se na iminência de ser condenado, o ex-presidente enxerga como única saída concorrer a presidência e assim, saindo-se vencedor, ganhar não só o foro privilegiado como mandar para as calendas qualquer investigação de corrupção. É um argumento que ganha sentido quando concluímos que esperar as eleições de 2018 é muito tempo para quem já tem contra si inúmeras denúncias, daí, a saída: derrubar Michel Temer.

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Michel Temer vai e deve continuar no cargo?

Infelizmente não é assim que entendo as coisas. E não é assim que os fatos indicam que sejam as coisas.

Lula e o PT não querem derrubar Michel Temer!

E entendam, não estou endossando a entrevista de Joesley Batista. Todavia, e mais uma vez me vejo forçado a reafirmar isso: acredito que há elementos suficientes para que Temer seja afastado da presidência. Ou seja, a manutenção do seu governo é que é um golpe.

Nesse ponto, tomo como mote a matéria de capa da revista Veja desta semana quando afirma que Temer, Lula e Aécio Neves estão unidos para escaparem da Lava Jato.

A revista Veja não traz nenhuma novidade. Lula e Temer juntos já foram tema de inúmeras reportagens desde o inicio do ano. E não tem sentido?

Tem e faz todo sentido.

Para os que acreditam que Michel Temer está sendo vítima de um golpe, lembro que os partidos que montaram o petrolão foram o PT, PP e ora vejam, o PMDB!  Lula sempre foi o Manda-Chuva do PT e Temer, por 15 longos anos, esteve à frente do PMDB. Repetindo, quando o PMDB participava ativamente da roubalheira na Petrobrás, no comando do partido estava o hoje Presidente da República Michel Temer.

Portanto, pegando apenas o petrolão como ponto de referência, o PT é tão inocente quanto o PMDB. Temer é tão inocente quanto Lula.

Acredite quem quiser em papai Noel.

Mas a verdade é que Lula e o PT não querem derrubar Temer!

Por Jakson Miranda

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Uma resposta épica à questão da “maioria pacífica” de muçulmanos

Já escrevi em outros textos que o maior sinal de degradação do mundo atual é ver os atos terroristas cometidos por islâmicos se transformarem rapidamente em discursos contra a islamofobia. Ou seja, a sociedade ocidental é atacada, e ainda por cima acusada de rotular de maneira preconceituosa seus destruidores.

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No entanto, Brigitte Gabriel proporcionou uma das respostas mais épicas dos últimos tempos a respeito do tema, quando interpelada por uma estudante americana de direito, muçulmana, durante um evento. Assumindo tom professoral, a estudante mencionou o número de 1,8 bilhões de muçulmanos no mundo e evocou a desculpa da maioria pacífica.

Tomou uma invertida que demorará para esquecer.

Assista o vídeo. Garanto que vale cada segundo. E como a audiência fez, você também terá vontade de aplaudi-la.

Touche! Havendo projeções de que os extremistas se tratam de 15% a 25% do total de muçulmanos, temos um contingente de 200 milhões de terroristas em potencial, apoiando atos de terrorismo ou capazes eles próprios de atacar o Ocidente. Este número, pode ter certeza, dobra quando o assunto é Israel e a possibilidade de varrê-lo do mapa.

A lenga-lenga progressista, com seu falso e seletivo amor ao próximo, quer fazer parecer que tratar o islamismo como perigoso é um ato de intolerância. O engraçado, porém é que essas carpideiras optam por ignorar que um quarto de bilhão de seus seguidores são não apenas intolerantes, mas terroristas em potencial.

E a escalada de violência na Europa é a prova tácita desta constatação.

Se necessário, o islamismo deve sim ser analisado à luz da minoria violenta, porque estamos lidando com uma “minoria” de centenas de milhões. Se os pacíficos ou moderados estão preocupados com a generalização, que se juntem a nós na trincheira, se posicionando e enfrentando os radicais.

Na situação atual o Ocidente precisa se proteger. E para isso, se necessário for, apelará à generalização.

Uma “minoria” de 200 milhões de extremistas não suscita postura diferente.

Por Renan Alves da Cruz 

Cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

Você percebe que no Brasil as coisas beiram o surreal, quando descobre que até escolas de samba recebem uma “ajudinha” do governo.  Não precisamos dizer que o Estado brasileiro é demasiado grande, presente em quase todos os setores da sociedade.

Também não precisamos mencionar os inúmeros problemas que o Estado brasileiro, por conta do seu gigantismo irresponsável, não consegue resolver. Saúde, educação, segurança, infraestrutura e por aí vai.

Some-se à irresponsabilidade de um Estado perdulário, a corrupção endêmica. O mensalão e o petrolão são os exemplos mais citados, mas não os únicos. Por aqui, é raro não se criar dificuldades a fim de vender facilidades. É o jeitinho brasileiro.

Dito isto, gerou notícia em todos os grandes jornais e nas redes sociais, a intenção da prefeitura do Rio de Janeiro de reduzir em 50% da verba destinada pela prefeitura às escolas de samba.

Como de praxe, muitos seguiram pelo viés preconceituoso disfarçado de crítica, argumentando que o prefeito tomara tal medida por conta de sua religião. Estaria Crivella confundido a gestão da prefeitura com sua igreja e crença religiosa.

Acredito que esse tipo de “crítica”, como já afirmamos, além de preconceituosa, desvia o foco da verdadeira questão que deveria estar em discussão: Afinal, cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

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As escolas de samba do Rio de Janeiro, por meio da Liesa, argumenta que o carnaval carioca atrai turistas de todo o mundo, gerando empregos e impulsionando a economia da cidade, além, claro, de valorizar a imagem da cidade perante o mundo.

Por ora, me abstenho de tecer algum comentário detalhado sobre a “valorização da imagem da cidade” perante o mundo por meio do carnaval. Restrinjo-me apenas em lembrar que todos nós já sabemos o que os gringos pensam sobre as mulheres brasileiras e especificamente, sobre o carnaval carioca.

Sobre a questão econômica, o argumento utilizado pela Liesa escorrega em uma observação clara e precisa: O repasse da prefeitura às escolas de samba é conhecido como subvenção que nada mais é do que auxílio pecuniário, ou, socorro. Oras, se o carnaval é rentável economicamente e gera empregos, porque então não se buscam recursos junto à iniciativa privada?

Finalmente, a medida anunciada pelo prefeito Marcelo Crivella, tenha ela fundo religioso, seja ela objetivando unicamente a contenção de custos, foi bem aceita pela população. Em uma enquete, 63% dos votantes não só apoiaram a medida do prefeito como defenderam que a prefeitura não repasse valor algum.

Assim, mais uma vez, aquilo que pensa a população, choca-se com o que quer e defendem certos promotores de “cultura”. Acertadamente, por enquanto, Crivella parece não vergar-se as pressões de renomados nomes. Acertadamente, tem o apoio da população!

Em sua opinião, Cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

 

Por Jakson Miranda

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Ódio contra a direita conservadora

É cada vez mais notório o ódio que a esquerda nutre contra a direita conservadora. É um ódio crescente que não mais se restringe ao discurso, a verborragia ou a chacota. Agora, eles partem para a violência, pura e simples.

Ontem, foi o caso do senador republicano.  Hoje, uma candidata conservadora é agredida na França.

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Façam o que fizerem, mas a direita conservadora não irá se calar e não irá se acovardar.

Leiam artigo do Rodrigo Constantino

Uma política conservadora francesa foi derrubada em Paris enquanto distribuía panfletos para a eleição parlamentar de domingo. Nathalie Kosciusko-Morizet, de 44 anos, foi ministra do Ambiente no governo de Sarkozy. Ela momentaneamente perdeu a consciência após a agressão e foi levada a um hospital.

Ela foi confrontada por um homem em seus 50 anos que colocou o dedo em sua cara e a xingou de termos depreciativos. Ele também tentou tirar os panfletos de sua mão, e Nathalie acabou perdendo o equilíbrio e caindo. Ao bater com a cabeça no chão, ficou inconsciente, tendo de ser socorrida pela emergência.

Leandro Ruschel comentou sobre o episódio:

A violência da esquerda se espalha pelo mundo. Nos EUA, deputados republicanos são alvejados, um deles luta pela vida no hospital. Na Europa, uma candidata conservadora leva socos na rua. Na Venezuela, a esquerda consolida uma ditadura brutal, que já produziu a morte direta de centenas de opositores, com a morte e sofrimento de milhões de pessoas por conta de políticas econômicas desastrosas. E os canalhas ainda tem coragem de chamar conservadores de fascistas!

Sim, o “fascismo de esquerda” é claramente a verdadeira ameaça às democracias modernas. Isso está bem claro para quem não se deixou levar pela imprensa, conivente com os próprios fascistas. Esse foi justamente o tema escolhido para meu vídeo da semana na Gazeta, e a reação de muitos apenas comprovou o teor da mensagem.

Esse mesmo tema com base nesse mesmo livro em destaque já havia sido abordado por mim num vídeo de 2010. Ou seja, não há nada novo aqui. O que é novidade é o escalonamento da violência dessa esquerda fascista com a conivência da grande imprensa. Diante de cada vez mais evidências dessa intolerância “progressista”, a mídia insiste numa narrativa invertida, que demonstra preocupação apenas com a “direita intolerante”.

Vemos mais e mais agressões contra conservadores, mas vamos continuar falando do “ódio da direita”, da “ameaça conservadora” e do “perigo dos eleitores de Trump”. Vamos fingir que a tal “islamofobia” é mais perigosa até do que o terrorismo islâmico, que será dissociado do Islã, uma “religião da paz”. E claro, vamos rechaçar qualquer tese “paranóica” sobre o fascismo de esquerda e a guerra cultural em curso. Melhor falar de “casos isolados” sempre que uma nova agressão ocorrer.

E façamos como o GLOBO, que soltou apenas uma notinha pequena sobre o atentado contra o líder da Câmara e outros republicanos num jogo beneficente de baseball, terminando com o alerta de que é preciso tomar cuidado com “a polarização de ambos os lados”. Imaginem só se fosse o contrário, um fã de Trump abrindo fogo contra vários e importantes políticos democratas. Seria capa do jornal e tema para debate em inúmeros painéis da GloboNews, sem dúvida.

O problema dessa turma se chama internet. Hoje temos as redes sociais para expor o que de fato está acontecendo. E é por isso que Trump venceu, apesar da imprensa, dos artistas, da demonização de seus eleitores por todo “progressista” que se sente superior e não enxerga um palmo à frente do próprio nariz. Enquanto a imprensa se recusa a falar em extrema-esquerda, como se ela sequer existisse, o povo vai se dando conta de que ela não só existe, como está organizada, crescendo e se passando por moderada, com auxílio dos jornalistas.

A onda fascista é vermelha, e tem se alastrado de forma assustadora. A intolerância e o ódio são disseminados a cada mensagem esquerdista em que seus adversários são tratados como inimigos mortais e rotulados, como se fossem pessoas ruins, monstros. E as atitudes fascistas, de tentar levar no grito, calar o oponente, intimidar o outro com violência ou ameaça de violência, têm surtido efeito, instalando um clima de medo e terror em quem ousa discordar da cartilha politicamente correta.

Mas chegou a hora da reação. Não dá mais para aturar esses intolerantes mascarados de tolerantes, esses fascistas vestidos de democratas, esses raivosos disfarçados de pacifistas. A ficha caiu. E são muitos casos de hipocrisia e contradição para que qualquer pessoa séria continue levando a sério essa gente.

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Que tal boicotar quem contrata apoiador do MST?

Acredito que não há esquerdista que não seja apoiador do MST.  Faz parte da gênese da turma. Está no DNA! Do mesmo modo, não há apoiador do MST que não seja esquerdista. Seria de uma incompatibilidade incorrigível.

No Brasil, não são poucos os famosos que dão uma piscadela não apenas para o PT, mas, com a desgraça de Lula e Cia, se voltam para o PSOL, Rede e congêneres. São os autoproclamados progressistas.

Dentre esses famosos, alguns já usaram o boné do MST. Chico Buarque e Gregório Duvivier, já fizeram isso. Outros, recentemente, assinaram uma carta de apoio ao Movimento Sem Terra. São eles: Wagner Moura, Camila Pitanga, Osmar Prado, Paulo Betti, Cristina Pereira, para ficarmos em alguns.

Há também as subcelebridades que por terem pais famosos, ganham notoriedade. É o caso de Bela Gil. Famosa por ser filha do cantor Gilberto Gil e por fazer “pratos” inconsumíveis, como seu churrasco de melancia.

Há alguns dias, em entrevista à Veja Rio, Bela Gil disse o seguinte sobre o MST:

Se a reforma agrária não acontecer, vamos morrer. Temos de sair da monocultura e aumentar a diversidade de alimentos nas mãos de pequenos produtores. O assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) em Porto Alegre é o maior produtor de arroz orgânico da América Latina. Para mim, a comida é uma ferramenta política. 

Celebridades e subcelebridades, não raro, aparecem diariamente na telinha da TV ou em outdoors. São contratos por diversas empresas interessadas em ter seus produtos associados a rostinhos bonitos e conhecidos. E vendem!

Vendem, tanto para quem é de direita, quanto de esquerda. Tanto para quem abomina o MST (CUT, PT, PSOL, MTST), quanto para quem apoia.

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Eis o busilis deste texto: a direita conservadora no Brasil falha em não usar a arma do boicote! Será que Ifood, site de compra online de comidas prontas, contrataria Bela Gil, sabendo que poderia sofrer boicote? Será que a coca-cola, em anos anteriores, teria contratado Wagner Moura? A Arezzo contrataria Camila Pitanga? É possível que sim, mas, tenho certeza, algumas marcas pensariam duas vezes antes de associar seus produtos a nomes que certamente sofreriam uma forte reação negativa de uma  parcela significativa da sociedade.

Por fim, finalizo esse artigo me dirigindo aqueles contrários a ideia do boicote: Não se trata de levar questões políticas além do campo político, mas, contribuirmos com nosso dinheiro no salário de alguém que pode usar do seu salário para defender causas opostas as nossas.

Apoiador do MST, da CUT, do PT, do MTST, do PSOL e tutti quanti, que seja sustentado e angarie recursos entre os apoiadores dessas causas. Com o meu dinheiro, não!

Por Jakson Miranda

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No TSE, governo aposta em vitória

O julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE,  agita a semana política e jurídica do país. Sobre o referido julgamento, já fizemos nossas observações no post Julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE resolverá a crise? Trata-se de um dado que o próprio governo admite: a crise está longe de passar.

No entanto, no TSE, o governo Temer aposta em vitória, seu receio, no entanto, é com a divulgação ou surgimento de algum “fato novo”.

Leiam trecho de reportagem do Estadão.

Após duas sessões do julgamento da ação no Tribunal Superior Eleitoral que pede a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, o Palácio do Planalto contabiliza uma maioria apertada, mas suficiente para garantir a absolvição do presidente. A maior preocupação, porém, é com um “fato novo” referente às investigações envolvendo o presidente que possa influenciar no resultado do processo. A previsão é de que o julgamento termine, no mais tardar, no sábado. 

Voltamos

Para quem está acompanhando o julgamento, melhor, para quem está acompanhando o processo, desde a denuncia feita pelo PSDB (para encher o saco, segundo Aécio Neves), sabe que há elementos suficientes para embasar a cassação da chapa Dilma-Temer.

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Há pouco mais de um ano, se Dilma não houvesse sofrido o impeachment, era dado como certo sua saída pelo TSE. De lá pra cá nada mudou. Assim, uma possível decisão no TSE favorável ao governo Temer, não será uma decisão pautada pelo aspecto jurídico, mas sim e, sobretudo, pelo aspecto político. São as absolvições de conveniência. As absolvições de ocasião, coisa que não é novidade em nosso país.

Fosse no Brasil, a história que cunhou a expressão “Ainda há juízes em Berlin” não teria acontecido e se tivesse sido registrada, teria cunhado uma outra expressão: “Ainda há acordos no Brasil”.

Voltando ao julgamento no TSE, ficará claro e de forma nada inédita que se absolvido o governo, será uma absolvição que não terá a inocência como sinônimo.

O governo faz suas contas e torce para que antes do veredicto, não venha à tona um fato novo. É como um ladrão que certo da parcimônia dos juízes para com seu aparente pequeno delito, torce para que não se descubra que além de roubar, ele achou tempo de assassinar e esconder o corpo.

Por Jakson Miranda

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Julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE resolverá a crise?

É lamentável e deprimente o julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. Isso porque não é coisa de país sério um tribunal demorar aproximadamente três anos para iniciar o julgamento de uma chapa que concorreu a um pleito eletivo para um mandato de quatro anos.

Quando o qualificado tribunal chegar a um veredicto, se chegar, já estará às portas de uma nova eleição, ou seja, na prática, estamos falando de um veredicto cujo efeito sobre quem cometeu crimes eleitorais e zero.

E o que vai acima não é o mais grave. As revelações feitas por poderosos e influentes empresários no âmbito da Lava Jato demonstra que as eleições no Brasil há muito que estavam contaminadas pelos mais diversos crimes e delitos, de caixa dois a compra de partidos e políticos de aluguel. Trocando em miúdos, por décadas, um dos mais sagrados instrumentos da democracia, a escolha dos representantes por meio do voto popular, estava maculada por incontáveis falcatruas. Até esse momento, onde estava a justiça eleitoral para impedir esses crimes? Onde estavam os órgãos independentes de investigação? OAB? Entidades internacionais?

Como disse o ministro Gilmar Mendes, o Brasil está se tornando uma organização tabajara. Nós concordamos com tal afirmação, acrescentando que o próprio Gilmar Mendes no TSE já deu mostras que quer manter Michel Temer presidente. Haja óleo de peroba para tamanha cara de pau!

Como não há mal que dure para sempre, o ministro do TSE Herman Benjamin, já sinalizou que seu voto será pela cassação da chapa. Os demais excelentíssimos ministros, seguirão Herman Benjamin?  A verdade é que, como três anos é pouco, alguma das excelências pode achar mais prudente pedir vistas do processo. E aí, o julgamento no TSE ficará para o segundo semestre de 2017.

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Fim do governo Temer. Fim das ambições políticas de Aécio. E a direita com isso?

Michel Temer vai e deve continuar no cargo?

Mas afinal, o julgamento da chapa Dilma-Temer resolverá o quê? O presidente Michel Temer acredita piamente que em caso de absolvição, seu governo estará ganhando legitimidade para continuar no comando. Nesse caso, Rodrigo Rocha Loures será escanteado por Temer, sob o argumento jurídico de inocência. “Você acreditará no que seus olhos veem ou no que dizem nossos ministros do TSE”. Seria a ponderada fala de Michel Temer ao incrédulo cidadão.

Para quem torce pela condenação e consequente cassação, o próximo passo seria a escolha do novo presidente tampão. Nessa situação, o único caminho que possa dá ao Brasil um mínimo de seriedade é a eleição indireta.

Em todo caso, o julgamento da chapa Dilma-Temer, inocentando-os ou os condenando, não apagará os podres revelados sobre os petistas, Dilma, Lula e Cia. Temer não estará isento de responder as 84 questões que lhe foram enviadas pela PF.

Rocha Loures poderá nos dá mais alguns capítulos da trágica e aterrorizante odisseia da política brasileira. Aécio Neves e o PSDB poderão acrescentar outros.

Por fim, o caro leitor e a prezada leitora devem estar se perguntando: Afinal, o julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE resolverá a crise? Evidentemente que se trata de uma pergunta retórica. Na prática, a crise no Brasil, seja ela qual for, só será resolvida quando corruptos e corruptores forem parar atrás das grades e quando hipócritas demagogos e oportunistas, forem execrados da vida pública, jurídica e política do nosso país.

A partir desses passos, poderemos pensar em resolver nossas crises.

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Por Jakson Miranda

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Petista Tico Santa Cruz poderia ter ficado sem essa

O petista Tico Santa Cruz quer posar de intelectual, polemista e ativista. Todo esquerdista quer para si um quinhão da intelectualidade, do ativismo e da incitação a polêmicos debates.

São tão intelectuais que não percebem a colossal distância entre inteligência e as ideias que propagam.  Como diz a piada, fanático petista, comunista, socialista e marxista é igual a zumbi, além de não pensar, quer comer o cérebro de quem pensa. Tico Santa Cruz tem se esforçado muito para se enquadrar nessa categoria.

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A esquerda mimada e intolerante

A última do garoto é de causar vergonha alheia em qualquer um. Nossa torcida é que desta vez ele tenha aprendido. Na presa em querer mostrar uma inexistente superioridade petista frente à crise política do governo de Michel Temer, Tico Santa Cruz saiu-se com essa:

A imagem pode conter: texto

Ele deve ter achado uma sacada genial! Um cala a boca naqueles que defenderam o impeachment de Dilma.

Imagina-se Tico Santa Cruz esfregando as mãos, preparando-se para ardorosos debates com aqueles que defenderam a saída de Dilma e agora defendem a permanência de Temer. Tico só não contava com o nocaute espetacular desferido contra o que ele acabara de escrever.

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Por Jakson Miranda

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Sorteio do livro “A filosofia da Adúltera” de Luiz Felipe Pondé

Quer ganhar um exemplar do ótimo livro “A filosofia da Adúltera” de Luiz Felipe Pondé? O Voltemos à Direita está sorteando um exemplar do livro.

Para quem ainda não leu o livro, essa é uma excelente oportunidade! Leiam o que escreveu nosso editor Renan Alves da Cruz a respeito do livro:

Acabo de finalizar a leitura deste provocador livro de Luiz Felipe Pondé, filósofo a quem admiro profundamente.

Quem já conhece Pondé e seu estilo não se surpreenderá com a ironia contumaz, sua assinatura indescolável. Neste título, elenca os pensamentos e a obra de Nelson Rodrigues para discutir a sociedade. O humor ácido permeia os textos, que curtos, permitem uma digestão rápida.

Embora seja um dos livros mais acessíveis de Pondé, não recomendo como introito a quem não conheça sua obra. Recomendo neste caso suas excelentes colunas semanais na Folha de São Paulo (saem às segundas feiras), para que uma prévia aclimatação ao estilo permita maior apreciação de A Filosofia da Adúltera.

Outro bom e acessível título de Pondé é o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, que, tal qual os outros títulos da coleção, escritos por Leandro Narloch, merecem uma atenção especial.

Indico. Se você ainda não conhece, dê um jeito nisso rapidamente. Aos que sabem o quanto Pondé pode ser bom, divertido, plausível e desafiador, recomendo que exercitem sua filantropia e encaminhem outros à leitura dele.

Sobre o sorteio. Para participar do sorteio, clique AQUI e siga as instruções.

Por Jakson Miranda

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