Quem são os impostores dentro da direita?

A direita chegou ao poder.

Porém, antes mesmo de assumir, as rusgas inerentes à busca pelo poder estão a todo vapor.

Precisamos começar o processo de depuração.

Os egos estão aflorados. Brigas ocorrem e são tornadas públicas. Há traidores no ninho, vazando prints de conversas de whatsapp.

A partir de agora teremos maior facilidade para identificar os impostores dentro da direita. Muitos daqueles que diziam que estavam à serviço de um projeto político voltado à melhora do país começarão a tirar suas máscaras, demonstrando que suas ambições pessoais eram, na verdade, o cerne de seu envolvimento político. Alguns virarão as costas para Bolsonaro na primeira oportunidade. Outros permanecerão ao seu lado somente preparando o momento de dar o beijo de Judas.

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém. 

Nós do Voltemos à Direita fizemos campanha para Bolsonaro e para muitos dos candidatos de direita que se elegeram. Não conhecemos nenhum político pessoalmente, nem ninguém ligado a eles. Assim como milhões de brasileiros, usamos nosso espaço na internet para divulgar o que acreditamos ser o melhor para o Brasil. Muitos de vocês fizeram o mesmo através de redes sociais e conversas no dia a dia. Fazemos parte deste momento e desta mudança, por isso precisamos estar atentos aos lobos que estão em nosso meio.

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Elegemos Bolsonaro! E agora, qual os próximos passos da direita brasileira?

A direita que faz oposição a si mesma

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém. Alguns espertalhões (e espertalhonas!) perceberam o momento de virada política e surfaram na onda. Mas as máscaras estão começando a cair.

Há marcas externas que podem ser cobertas com uma boa sessão de maquiagem.

Mas não há maquiagem que disfarce o caráter de alguém. Não por muito tempo.

Finalizo recomendando este ótimo vídeo de Felipe Moura Brasil:

 

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 12/12/2018

 

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Nando Moura mostra que Major Olímpio é um vacilão

O Major Olímpio bem que tentou, na reta final das eleições, embolar o meio de campo.  Suas posturas personalistas mostraram haver pouca ou nenhuma gratidão de sua parte para com Jair Bolsonaro, responsável direto por sua eleição ao Senado por São Paulo.

Sem Bolsonaro, Olímpio não teria sido eleito. Seu capital político talvez lhe garantisse uma vaga na Câmara, mas de forma alguma a vaga ao Senado seria possível sem a onda bolsonarista.

Ademais, Olímpio contrariou a orientação do PSL e de Bolsonaro, fragmentando a base ainda mesmo durante o segundo turno.

A chegada ao poder desmascarará muita gente. Nando Moura fez um duro, mas essencial alerta ao Major Olímpio, o qual subscrevo com ênfase.

É isso, Olímpio, não seja um vacilão.

Respeite seu eleitorado.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 30/11/2018

 

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Golpe militar de 15 de novembro trouxe ordem e progresso?

Na história do Brasil, o único fato que pode ser apontado como golpe militar foi a Proclamação da República. O slogan “Ordem e Progresso” cravado na bandeira do Brasil deixa implícito que na visão dos defensores do republicanismo a Monarquia representava o exato oposto disto.

Por óbvio que pega mal a um historiador especular sobre o que não ocorreu, mas, não deixo de pensar no tema. E se D. Pedro II tivesse resistido e permanecido no Brasil como o legítimo representante da nação?

Especulo ainda o que levou alguém tão instruído como D. Pedro II ter cedido tão facilmente à ação rebelde de um grupo minoritário do exército? Receio de que o Brasil entrasse em uma suicida guerra civil? Se fora essa a motivação, seria mais uma prova de amor do imperador pelo seu povo.

Todavia, tenho a impressão de que D. Pedro II poderia ter seguido o caminho do pai e abdicado ao trono em nome da Princesa Isabel. Quem se oporia a ter uma mulher como imperatriz? Ainda mais ela, que assinara um ano antes, a Lei Áurea. Não creio que nesse particular o povo estivesse “bestializado”.

No mais, deixemos as especulações de lado, pois o que está registrado na história é que no dia 15 de novembro de 1889 o Brasil passava a ser uma República. Entrávamos no caminho da Ordem e Progresso.

Em 129 anos sob o regime republicano, estamos indo para o 38° presidente. Muitos deles militares.

E tendo em vista esses 129 anos devemos perguntar o que foi feito na República que NÃO PODERIA ter sido feito pela Monarquia? Ou, o que poderia ter feito a Monarquia que AINDA NÃO foi feito na República?

E o mais importante,

Em seus 129 anos de história, o regime republicano trouxe a tão exortada Ordem e Progresso? Deixe seu comentário!

Por Jakson Miranda

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Elegemos Bolsonaro! E agora, qual os próximos passos da direita brasileira?

Todos estamos ainda sob o impacto da vitória histórica de Jair Bolsonaro. É um momento de êxtase para todos nós, já que representa não apenas a vitória do antipetismo, mas o renascimento da direita brasileira.

Quando começamos o Voltemos à Direita o cenário político era outro e esta “volta” era apenas uma esperança. Temos orgulho de fazer parte deste momento, defendendo durante estes anos os valores que a nação brasileira decidiu como essenciais nestas eleições. Aliás, se ainda não viu, veja nossa homenagem a Jair Bolsonaro, que honrou e personificou a esperança de milhões de brasileiros.

Pronto, um importantíssimo passo foi dado. Elegemos um presidente e um congresso com importante presença conservadora.

Mas este passo é somente o primeiro.

O volume de mentiras e a mendacidade dos mentirosos nos esclareceu que a luta será árdua.

Melhorar o Brasil, meus amigos, levará nada mais, nada menos, que nossas vidas inteiras.

Divido nossa responsabilidade em três esferas.

1- Cobrar de Bolsonaro um governo ético, livre de conchavos, comprometido com os eleitores que o puseram na Presidência, exercendo nosso papel de vigilância contínua.

2- Proteger Bolsonaro das injustiças que serão plantadas contra ele pela imprensa militante e pela indústria cultural esquerdista. (Lembrando que a defesa se limita às acusações injustas que forem realizadas contra ele. Não temos bandidos de estimação, de modo que se houver deslizes, estaremos juntos, cobrando).

3- Lutar pelas pautas conservadoras, fazendo nosso papel, exigindo dos senadores e deputados a aprovação das medidas que a maioria da população escolheu, vigiando o STF e a ação dos políticos que nos representam.

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É apenas o começo, amigos. A única coisa que fizemos foi eleger os agentes da mudança.

A mudança propriamente dita ainda não começou.

Confiamos na lisura de Bolsonaro, que possui um histórico ilibado na política, mas estaremos em vigília constante. Havendo qualquer desvio, seremos os primeiros a cobrar que a justiça seja feita.

Do mesmo modo, vimos durante as eleições do que a grande mídia é capaz. Se tornaram divulgadores contumazes de Fake News, enquanto acusavam Bolsonaro e seus eleitores de fazê-lo. A torrente vai continuar. E quando houver injustiça, temos que usar nosso poder de mobilização para denunciá-la.

Mas o mais importante é trabalhar em prol da aprovação daquilo que pode transformar o Brasil. Precisamos da revogação do Estatuto do Desarmamento; da blindagem à vida, num reforço às leis contra o aborto; da redução da maioridade penal; do fim dos privilégios de redução de penas para criminosos e, o que considero mais importante: o Escola sem Partido.

Temos visto o desespero real de jovens e adolescentes com a eleição de Jair Bolsonaro. Há elementos de mimo aí também. É uma geração que não é acostumada a ser contrariada. No entanto, os professores usaram espaço de aulas para incutir neles a imagem de Bolsonaro como um novo Hitler e muitos deles REALMENTE ACREDITAM que o Brasil está em vias de um genocídio aos moldes nazistas.

Foram doutrinados a pensar assim.

E este processo continua. Os professores estão dentro das salas de aula dizendo para os alunos que pessoas morrerão por causa da eleição de Bolsonaro, criando uma associação tacanha entre uma escolha política e a morte de inocentes.

E aprovar o Escola sem Partido e todas estas pautas necessárias será difícil.

Por isso o jogo está apenas começando. Temos que continuar exercendo pressão, dentro dos limites democráticos, aos parlamentares e ao STF, que adquiriu o perigoso hábito de legislar e cancelar decisões tomadas por políticos eleitos para este fim.

Mas é um novo momento. Vamos conseguir.

Amanheceu novamente no Brasil.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 08/11/2018

 

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Ministros de Bolsonaro e a critica do mimimi

Pouco a pouco o Brasil vai conhecendo os ministros de Bolsonaro, ou melhor, os ministros do governo Bolsonaro. Cada escolha e confirmação soam como sinfonia àqueles que têm esperança de mudanças positivas para nossa nação.

É obvio que as escolhas de Bolsonaro não agradarão a todos. É provável que nesse momento, cada um que ajudou a eleger o novo presidente (ao menos aqueles que acompanham a cena política mais de perto), tem em mente seu próprio quadro de ministros.

Por exemplo, para o rol dos ministros de Bolsonaro, há aqueles que querem Olavo de Carvalho na Educação e já se decepcionaram com a mensagem do próprio Olavo descartando tal possibilidade. Outros defendem o deputado federal eleito, Luiz Phillippe de Orleans e Bragança, para ministro das Relações Exteriores. O senador Magno Malta é outro nome que entra nessa. Há eleitores que o querem ministro, seja lá do que for, e outros que torcem para que ele volte-se à sua base eleitoral.

Essas são as “preocupações” que pairam na cabeça de muitos eleitores. Seguindo-se o padrão dos nomes que já foram confirmados como ministros de Bolsonaro, são dúvidas que não tirarão o sono de ninguém, muito pelo contrário.

Não se pode dizer o mesmo dos esquerdistas e daqueles que torcem pelo caos no futuro governo. Seguindo-se o padrão dos nomes que já foram confirmados, haverá ainda muito mimimi pelo lado canhoto.

A cada novo ministro confirmado por Bolsonaro a reação daqueles que já fazem oposição ao seu governo provoca um esperneio generalizado, que vai de teorias da conspiração, confissão de ignorância, até ironias imbecis. Ou seja, na falta de argumento, choramingam. Na ausência de críticas, valem-se do mimimi. É o padrão intelectual de certa elite…

Peguemos os casos mais notórios.

Quando ainda em campanha Bolsonaro anunciou que Paulo Guedes seria seu Ministro da Economia, os grandes especialistas da imprensa não conseguiam esconder o quão ignorante eles são no assunto e perguntavam com cara de paspalhos como que Guedes em particular e o governo de um modo geral, iria diminuir o tamanho do Estado? (as perguntas eram mais ou menos nessa linha).

A escolha de Sérgio Moro para Ministro da Justiça dispensa comentários. A profundidade do debate consiste em apontar uma possível ação orquestrada por Moro para prender Lula e assim abrir caminho para Bolsonaro eleger-se presidente. Moro julgou Lula de olho em uma vaga no Executivo. (Leia nosso esclarecedor artigo O conluio entre Bolsonaro e Moro) 

Os que pensam assim se esquecem de explicar a origem do triplex, as palestras milionárias, petrolão, etc, etc. Na falta do que dizer de forma concreta contra a ida de Sérgio Moro para a Justiça, inflam-se teorias da conspiração.

Por último, deixamos o nome de Marcos Pontes para o ministério da Ciência e Tecnologia. Desta vez, os imbecis não sentiram vergonha de sua imbecilidade. Neste caso, afirmo com todas as letras que muitos brasileiros veem na ignorância e na mediocridade como uma categoria superior de pensamento. Para sintetizar o que digo, transcrevo mensagem escrita pelo notório jornalista Ricardo Noblat em sua rede social.

Se de Bolsonaro, eleito presidente, não se deve cobrar que tenha preparo para ocupar o cargo, muito menos se deverá cobrar do astronauta a ser nomeado ministro da Ciência e Tecnologia. Vamos que vamos.

O “jornalista” vale-se do termo astronauta com o claro tom depreciativo. Certamente o Brasil é pioneiro na formação de astronautas.

Na verdade, Noblat está igual biruta em dia de vendaval. É compreensível! Seu padrão de excelência na esplanada dos ministérios, em especial na Ciência e Tecnologia, vai de Aloísio Mercadante a Gilberto Kassab.

E assim segue a marcha dos histéricos…

Por Jakson Miranda

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Conheça a PALAVRA PROIBIDA de ser dita às feministas

Você ofendeu alguma mulher hoje?

Você feriu alguma mulher hoje?

Você desempoderou alguma mulher hoje?

Você declarou posse sobre alguma mulher hoje?

Você deslacrou a lacração hoje?

Você se ofereceu para ajudar alguma mulher hoje?

Você usou linguagem do patriarcado com ela?

Vou repetir:

VOCÊ USOU LINGUAGEM DO PATRIARCADO COM ELA?

Não se faça de sonso, você sabe do que estou falando.

Você foi gentil?

Foi?

Para se mostrar superior, né, canalha?

Você cedeu seu lugar hoje?

A deixou entrar primeiro no elevador?

Não creio! Bandido, desgraçado!

Você achou uma mulher bonita hoje?

A objetificou, miserável?

Vou repetir:

VOCÊ A OBJETIFICOU?

A achou bonita como um objeto que queria sob sua posse, cretino?

Você achou uma mulher feia hoje?

Vou repetir:

ACHOU ALGUMA MULHER FEIA?

Você teve coragem de reforçar estereótipos opressores de aparência?

Maldito seja!

Só falta me dizer que chamou alguma daquela palavra com P.

Não se faça de inocente, sabe bem do que estou falando.

A palavra com P. Sequer consigo pronunciar. Uma das palavras mais antigas do mundo que vocês usam para degradar e humilhar as mulheres.

Você a usou hoje, não usou?

Canalha! Machista! Nefasto! Hediondo.

Suma daqui.

Não converso com homem que chama mulher de Princesa.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Nota do autor: Este artigo já havia sido publicado neste portal com o título: Como ofender uma mulher empoderada, entretanto, mesmo que ele seja indubitavelmente satírico, o facebook o excluiu e me penalizou por sua publicação, alegando que era ofensivo e feria as diretrizes da comunidade. O republico agora, com título diferente, mas com o mesmo conteúdo. O texto não é ofensivo, mas sim irônico. A questão é que, conforme já expliquei em textos como Empoderamento: a nova prisão da mulher modernaLésbicas machistas empoderadas, o feminismo “empoderado” possui um salvo-conduto que o torna incriticável, de modo que até uma simples ironia a respeito dele é tratada como ofensa. 

 

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O PT errou ou todo mundo virou nazista?

Nazista, fascista, extremista, Hitler, ditador, racista, homofóbico, misógino, machista, membro da Ku Klux Klan, neofascista, genocida em potencial, xenófobo, etc.

Os adjetivos acima listados foram utilizados vezes sem conta nos últimos meses para se referir a Jair Bolsonaro e seus eleitores. Jovenzinhos sabichões choraram seu desespero nas redes sociais. 2018 seria o último respiro da civilização antes da instalação dos campos de concentração do governo Bolsonaro.

Há muitos aproveitadores no meio, que inflaram a gritaria porque de algum modo estavam se beneficiando do sistema vigente e perderam alguma mamata.

Entretanto, muitos deles acreditam realmente nisso. Foram educados a pensar dessa forma. E não conseguem enxergar além daquilo que lhes ordenaram. A eleição de Jair Bolsonaro, creem, caracteriza o início do período nazista brasileiro e todos os milhões de eleitores que o elegeram sabendo quem ele é são igualmente nazistas.

Estamos lidando com uma geração que diz que printar uma mensagem numa rede social é uma prática fascista.

Resultado de imagem para pratica fascista de dar prints

Gente que nunca ouviu NÃO antes e agora não consegue lidar com o fato de que sua vontade, neste particular, não se realizou. Para uma geração mimada, ultraconectada, apupada por pais metidos a moderninhos e ensinada por professores “libertadores”, ouvir um “não” do tamanho desse, com retumbância nacional, é indigerível.

Se torna, portanto, muito mais fácil chamar todo mundo de nazista do que refletir sobre o país que saiu de 4 eleições consecutivas vencidas pelo PT.

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O Partido dos Trabalhadores não perdia uma eleição nacional desde 2002. É tempo suficiente para medir os impactos de sua liderança.

E o que o PT fez?

Usou cada período de 4 anos para conquistar mais 4 anos de poder.

O cerne do lulopetismo foi a determinação de permanecer no poder a qualquer custo e perpetuar o domínio do partido no país. Para consegui-lo o PT fraudou a democracia no mensalão e se prostituiu com as empreiteiras no petrolão. O dinheiro sujo era essencial para manter a máquina funcionando e comprar o apoio parlamentar que garantiria o sucesso da empreitada.

Assim, cada mandato de 4 anos do PT tinha como propósito a garantia da conquista do mandato seguinte.

Na era petista a autoridade policial foi desmontada. A castração do poder da polícia pariu uma escalada de violência, com 70 mil homicídios anuais. Números de Guerra Civil. Os bandidos se munindo de armamento bélico e a polícia desautorizada a atirar nas pobres “vítimas da sociedade”.

O estratagema macabro se concluiu com o desarmamento da população. A polícia não pode atirar, o cidadão de bem está desarmado e o bandido está de fuzil.

A farda do policial, antes uma referência, tem que ser escondida. Não pode mais ser colocada para secar no varal de sua casa. Quem tem que viver entocado é o policial, não o bandido.

O aparelhamento na educação e na cultura transformou as salas de aula em laboratórios sociais, onde o conteúdo necessário ao aperfeiçoamento do estudante foi substituído por debates e papos-cabeça sobre sexualidade, maconha e etc. Funks com teor sexual explícito foram elevados à categoria de cultura.

O PT comprou o apoio de artistas mediante leis de incentivo cultural, transformando grande parte da classe artística em soldados do partido.

Na retaguarda, professores doutrinadores usam o espaço de aula para detratar adversários, aterrorizando estudantes com a ideia de que qualquer um que se opõe ao PT é nazista, fascista, elitista, machista, racista e outros “istas”.

O uso expressivo destas táticas dividiu o país. A esquerda seguia fomentando o ódio que dizia combater. Amplificava o racismo para se colocar como sua defensora. Discursava sobre homofobia como se estivéssemos num estado muçulmano, como se a direita conservadora e cristã estivesse jogando homossexuais de prédios pelo fato de serem gays.

E enquanto tudo isso acontecia não houve nenhuma autocrítica. Nenhuma diminuição das práticas. NEM ENQUANTO O JULGAMENTO DO MENSALÃO ACONTECIA O PT PAROU DE ROUBAR.

E quando o encontro com a justiça chegou, com provas abundantes, o partido alegou perseguição política, mesmo tendo aparelhado todas as instituições.

E agora, com seu líder maior preso, e seus caciques todos sob investigação, o PT foi enfim derrotado nas urnas.

Neste momento faz uma autocrítica?

Não. É mais fácil dizer que todo mundo virou nazista.

 

Por Renan Alves da Cruz 

30/10/2018

 

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Presidente Jair Bolsonaro – Nossa homenagem

Presidente Jair Bolsonaro… Isso mesmo que você leu! Presidente Jair Bolsonaro! Se você fizesse tal afirmação a cerca de dois anos atrás seria alvo de chacota. O próprio Bolsonaro foi tratado dessa forma.

É claro. Uma parcela significativa da população brasileira, já acostumada à falsa polarização PT x PSDB, não acreditava na possibilidade de alguém romper com o script aplicado desde as eleições de 1994. Quanto tempo, hein?!

Na verdade, o correto é dizer que a população não acreditava na sua própria força. Jair Bolsonaro venceu essas eleições não porque ele seja o mestre da oratória ou da estratégia política. Venceu porque sua força veio da união de todos os brasileiros que anseiam por mudanças em um país dominado pelo sistema. O brasileiro cansou de ser manipulado! 

Agora, o momento é de festa. De regojizo. E é provável que nos falte palavras para descrever nossos sentimentos nesse momento. Da minha parte, dentre tantas outras palavras, não poderia escolher outra: FELICIDADE!

Não estou exagerando, amigos. Sentimento de felicidade após uma eleição só é expressado quando nos vemos livres de ditaduras. É o que de fato está acontecendo. Estamos livres de um sistema que, como já afirmamos, esteve no poder desde de 1994, de lá até aqui, nossas liberdades, leia-se democracia, foi sendo sistematicamente enfraquecida.

Logicamente que ainda não estamos livres das ideias comunistas. Muito ainda há por fazer. sobretudo no campo cultural.

Nesse momento, nada mais oportuno do que lembrarmos aqui das populações que se viram livres do comunismo imposto pela URSS. Foram décadas em que o mundo ficou dividido entre nós e eles, entre aqueles que respeitam as liberdades individuais e aqueles que oprimem o pensamento divergente.

Não bastou a imposição de uma determinada ideia e forma de governo. Foi preciso que fosse erguido um muro – O muro de Berlim – separando familiares e amigos. De um lado, a Berlim ocidental, do outro, a Berlim oriental. De um lado, as democracias, do outro, as ditaduras marxistas.

Fazer do histórico Muro de Berlim uma analogia para a nossa realidade não é sem sentido. Por aqui, o PT tentou dividir-nos entre o “nós” e “eles”. Dividir os brasileiros do nordeste contra os brasileiros de outras regiões; dividir pobres de ricos, brancos e negros. Dividir, enfim, quem vota no PT e quem divergi do PT. Para os “divergentes” do petismo, resta-lhes o merecedor ódio “justo” das claques do partido.

Estamos livres!!! Enfim, podemos gritar: VIVA O BRASIL!!!

Para finalizar esse artigo, uma canção mais do que adequada para retratar esse dia histórico, para nós, no Brasil de 2018, quanto se retratou na década de 90. Estou falando da canção do Scorpions:  Wind Of Change. É com ela que comemoramos e homenageamos essa vitória de Jair Messias Bolsonaro…

Presidente Jair Bolsonaro… O futuro está no ar!

Por Jakson Miranda

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Breaking Bad: O proibido é mesmo mais gostoso?

(Contém Spoilers)

No último artigo demonstramos o brilhantismo da sacada do roteiro de Breaking Bad, que não vitimiza Walter White, mas lhe fornece alternativas para encarar o tratamento contra o câncer sem ter de recorrer ao crime.

Fabricar metanfetamina é uma escolha de Walt, que como o seriado demonstrará, transcende o quesito necessidade.

Quando decide produzir drogas para pagar o tratamento, Walt abandona a vida sob a estrutura da legalidade, partindo para um momento de experimentação.

Viver como um professor de Ensino Médio subvalorizado, que precisa completar a renda num Lava Rápido, dentro dos estritos limites da lei e da ordem, além de não lhe proporcionar conforto financeiro suficiente, lhe trouxe de troco um câncer descoberto num estágio intermediário, cujo tratamento quimioterápico é doloroso e repleto de efeitos colaterais.

Pode ser que pouco tempo lhe reste, e agora ele quer jogar o jogo sob novas regras.

A nova roupagem de Walter White começa a ser desvelada no episódio 7, penúltimo da 1ºtemporada. Numa reunião escolar, Walt, no auditório lotado, começa a acariciar Skyler por baixo da mesa. A brincadeira termina no carro mesmo, do lado de fora da escola.

Skyler, surpresa, diz que aquilo foi muito bom.

Walt não tem dúvidas sobre o motivo: foi bom porque era proibido.

Algo ser bom porque é proibido é um dos maiores clichês humanos vigentes. Não apenas no cinema e na literatura, mas no próprio fabulário cotidiano. É a premissa que sustenta noventa por cento da movimentação sexual de uma sociedade extremamente “sexocêntrica” como a nossa.

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O “gostinho do proibido”, o “sabor da coisa errada”, sempre surge como justificativa da traição, como uma propensão da qual não se pode fugir.

É até uma herança edênica. Eva não conseguiu conter-se ante a tentação de provar do fruto, só porque sabia que não lhe era permitido.

O Gênesis contém outro interessante trecho que pode ser evocado. Antes de matar Abel, Caim recebe uma espécie de alerta de Deus, que lhe diz: “se não fizeres (o bem), o pecado jaz a porta, e o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gn. 4.7)

Caim, no entanto, não foi capaz de dominar seus próprios desejos. E tantos de nós também não conseguimos. Podemos manter algumas coisas dentro do limite daquilo que presumimos como correto, mas em algumas ocasiões não conseguimos tolher nosso instinto, cuja inclinação ao mal evidente é perceptível no mal geral gerado pela soma de nossas atitudes enquanto seres humanos.

Sigmund Freud lidou com esta questão com os conceitos de ego, id e superego, onde o id representa este nosso lado instintivo, primitivo. É o nosso lado governado pelo “Princípio do Prazer”, que deseja realizar as próprias vontades custe o que custar.

Quem contém os impulsos do id é o superego, que funciona como um freio moral às ações instintivas que o id anseia. O superego é construído pela sociedade, que mantém padrões que balizam o que pode e o que não pode ser feito, contendo alguém de realizar sempre tudo que lhe der na veneta.

Cabe ao Ego equalizar estas duas forças antagônicas e tomar as rédeas, sendo o entreposto entre um e outro, governando nossas ações de forma a que conciliemos id e superego à realidade, não pendendo demais a nenhum dos lados.

Não sou um entusiasta freudiano, mas estes conceitos são interessantes para demonstrar a mudança que acontece em Walt. A descoberta da doença, suas consequências e a análise do que havia feito e conquistado até ali, fazem com que o id passe a prevalecer em seu senso de tomada de decisões, mesmo que alguns dos propósitos não sejam inteiramente egoístas, Walter White mudou o foco do seu padrão. Não considera mais necessário tanto empenho em dominar seus desejos, já que a vida não esboça grandes propósitos à frente.

E como o Sr. White é um homem metódico, meus caros, se é para driblar a lei, ele o fará para valer.

No próximo texto, falaremos um pouco sobre a transformação de Walt em Heisenberg.

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Por Renan Alves da Cruz 

 

Artigo publicado em 25/10/2018

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Eleições 2018 – A bola pertence a milhões de brasileiros

Essa é para a galera, na verdade, milhões de brasileiros um pouco mais velha. Se você foi criado entre os anos 80 e 90, deve se lembrar bem de acontecimentos como os que serão descritos nas próximas linhas.

Vocês se recordam de nossas peladas nas ruas, alguém tem em sua lembrança um fato que  de certa forma era comum: as consequências da derrota ou da vitória pendiam a favorecer o dono do objeto de nossa brincadeira, nossa tão amada “bolinha” seja ela de capotão ou de borracha, ela sempre foi nossa diversão e nossa inspiração, porém a bola sempre tinha um dono e o dono da bola fazia questão de jogar no time que estava ganhando.

Muitas vezes para não findar nossa brincadeira acabávamos por ceder aos caprichos do dono da pelota, porém, com as derrotas dos outros times, o inevitável acabava por acontecer; estes derrotados terminavam por se  misturar  e os jogadores  mesclavam-se formando novos times, até que um outro time ganhava, destituindo o vencedor de seu domínio. Bastava o dono da bola ficar de fora de uma partida e o “inevitável” ocorria. (Isso deve está vivo na lembrança de milhões de brasileiros) O dono da bola pegava sua “posse” e acabava com a brincadeira, pois o jogo só poderia permanecer se ele estivesse no jogo.

Ao ver o atual cenário político brasileiro recordei-me dessa situação. Com o resultado das pesquisas da semana pretérita, bastou o Haddad sentir que o domínio petista está chegando ao fim e a brisa da democracia começar a soprar em nossos horizontes e mesmo antes da abertura da última urna, fato este ainda vindouro, o nobre candidato, por não aceitar o oposto aos planos e desejos de seu partido, desrespeitando o democrático direito de escolha do povo brasileiro, ele e  sua quadrilha, Lula, Gleici e Dirceu, saíram de pronto acusando o adversário de corrupto, de valer-se de caixa 2, de valer-se do ilícito, etc. Como se eles não fossem os  verdadeiros acusados de tais atos. Tentam colocar o processo eleitoral em dúvida e questionam uma candidatura fixa limpa. Como um garoto mimado dono da bola Haddad e o PT tenta levar tudo no tapetão.

Haddad, Lula, Manuela, José Dirceu, Genuíno em suma, PT, PC do B, PSOL e adjacências, o povo não aguenta mais tantas mentiras, tantas falcatruas, tantas falácias. O POVO se uniu e como nunca antes, hoje temos um time formado por milhões de brasileiros e o nome desse time é Brasil.

Hoje temos um Capitão na equipe. A camisa dele é 17. Nosso Capitão responde pela alcunha de “Cavalão” e nem uma facada foi capaz de derrubá-lo, nem as mentiras e faltas desleais tiraram nosso craque do jogo.

PT já chega, não adianta querer tirar a bola do POVO, hoje somos muitos, somos mais fortes, somos milhares de brasileiros patriotas e no dia 28 de outubro vamos marcar o Gol de nossa Independência.

É um grito há muito preso em nossas gargantas. O grito por uma verdadeira democracia! Gritaremos GOOOOOOOOL e nosso Capitão colocará a bola em jogo, será gol atrás de gol, vitória atrás de vitória, orgulho após orgulho.

Hey PT, vocês não são mais os donos da bola. A bola hoje, pertence a milhões de brasileiros que têm esperança de um país melhor. O Brasil acordou, seu tempo de domínio e posse da bola acabou.

Descansa Capitão, a Bola agora é nossa e dia 28 de outubro o senhor entrará na Rua, no Campo, no Salão e na Praia. Cada cidadão patriota será o Jair e sairá de sua casa para marcar o gol.

Capitão Bolsonaro, vai ser só sair para o abraço, colocar a mão na faixa e Gritar: Aha, Uhu, O Brasil é nosso! Aha, Uhu, o Brasil é nosso!

Por Andre Bastos

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