Admita: você só não gosta de Trump para parecer descolado com os amigos da facul

Artigo de Flávio Morgenstern, publicado no Senso Incomum: 

Hillary Clinton tinha preferência sobre Donald Trump em todos os países do mundo, exceto a Rússia. Por que Donald Trump é uma figura tão detestada? Pergunte para um transeunte aleatório, e qualquer pessoa é capaz de apostar que a resposta envolverá as palavras racismo, machismo, homofobia, xenofobia, preconceito e suas variantes. Sua retórica é agressiva. Ele é grosseiro e politicamente incorreto.

Por uma coincidência com precisão cirúrgica, são exatamente os termos com que um dos lados do espectro político, aquele mais em voga, acusa simplesmente tudo do outro lado. Uma pergunta simples pode ser reveladora: que concorrente de Hillary Clinton ou qualquer Democrata NÃO seria chamado precisamente pelas mesmas pechas?

Não se trata, evidentemente, de algo na política de Donald Trump. Em sua visão sobre o combate ao terrorismo. Sobre a OTAN. Sobre os empregos, os salários, a segurança, a economia, a visão de juízes para a Suprema Corte (fato que pode determinar a jurisprudência e eleições americanas pelas próximas três décadas), sobre sua visão para a educação, a saúde, o crescimento.

Nada disso tem nada de fascista – nenhum sinal de Estado total e militarismo exacerbado (Putin, aliás, preferia Trump exatamente por isso). O candidato “que odeia latinos” foi o único a visitar o México, país com população imigrante que votou em peso no republicano na Flórida, estado mais latino da América. Seu “machismo” mais explícito envolveu um comentário típico do que pessoas falam em privado, inclusive muitas mulheres (quando são pudicas como Marcela Temer, as mesmas pessoas reclamam da falta de palavrões). Nada comparável à rede de pedofilia de Anthony Weiner, marido da principal assessora de Hillary Clinton, por exemplo, embora isso não seja falado pela mídia.

Portanto, não se odeia Donald Trump por algo em Donald Trump. Odeia-se Donald Trump pelo que se é associado ao se falar em Donald Trump. Ou, dizendo em inglês, com a força maior de uma preposição no fim da frase, you don’t hate Trump by what he is, but by what you get associated with.

Se você não é a favor da política de open borders, de destruir as fronteiras dos países em prol de uma gestão transnacional (geralmente através de ONGs e a super ONG, a ONU), por burocratas não-eleitos, então você será associado com a “xenofobia”, o que nada tem a ver com o que você (ou Donald Trump) pensa.

Se você não é a favor do controle estatal da economia, a versão do capitalismo de Estado proposto por Hillary Clinton, para sua “igualdade de rendimentos entre homens e mulheres”, por exemplo, você também será associado com o machismo. Como se você espancasse toda mulher que visse pela frente e as tratasse como um cavalo e depositário de esperma.

Se você não é a favor de entupir a América de refugiados de países que promovem terrorismo, e cuja maior parte da população quer seguir e implantar apenas a shari’ah, e não a Constituição americana, você será associado com o fascismo. E a intolerância, o racismo, o supremacismo branco e o envenenamento da maçã da Branca de Neve, por alguma razão. Ou, na verdade, emoção dirigida por especialistas. São sentimentos forjados mandando no mundo.

E Donald Trump também é homofóbico. Nesse ponto simplesmente não se sabe por que raios, mas já que já falamos “racista, machista, misógino, sexista, xenófobo e islamofóbico”, basta meter “homofóbico” no meio que ninguém na rodinha vai parar para se perguntar: “Mas peraí?!”

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Não se trata, portanto, de pensar e pesquisar – aquele discurso pronto de desconfiar da mídia, que foi abandonado em troca da crença cega na mídia, com toda a mídia em uníssono repetindo suas impressões sobre o então candidato republicano –, trata-se apenas de repetir o mesmo discurso que está todo mundo dizendo, para não pegar mal com o seu grupinho.

Nunca ouse ser o primeiro da mesa cheia de jovens descolados, com diplomas universitários, que entendem de cervejas caras, baladas interessantes e conversam sobre suas viagens a Nova York, Londres e Paris, e diga: “Mas parece que o plano de Donald Trump não tem nada a ver com deportação em massa de muçulmanos nas ruas como estão dizendo…” Nunca, nunca diga isso. Não importa se é verdade: vai pegar mal.

Cacoetes para isso também são dados. Os eleitores de Trump são “paranóicos” e “brancos sem diploma” dos “estados rurais” com “preconceito”. Ninguém tem culpa de ser branco num país colonizado por brancos. Trata-se tão somente de um discurso que, aplicado à demografia brasileira, seria como “Quem não vota em Haddad e Freixo são negros do Nordeste ou da periferia sem diploma universitário que não falam como nós, riquinhos do Leblon e de Pinheiros”.

Como se preocupação de pobre fosse mesmo “micro-agressão” e “trigger warning”. E como se o “preconceituoso”, nesta situação, fossem os pobres.  A já famigerável técnica da rotulagem reversa: se todos odeiam Donald Trump, então é porque Donald Trump é odiável, e se os ataques a ele são violentos, é porque ele é extremamente violento para “causar” isso.

Não é substância o que está em jogo no discurso tão hegemônico, homogêneo, histérico e hipersensível a respeito de Donald Trump. É associação. E a famosa peer pressure, a pressão dos pares para que ninguém fuja muito do discurso mainstream.

O problema principal de quem cai nessa é que é a turma que acha, justamente, que não é o mainstream. Acha-se uma pessoa difícil de tapear por odiar Donald Trump ou qualquer um que a mídia o mande odiar, apenas porque seu grupinho de amigos descolados da facul exigem tal comportamento dele. Para ser um ser “pensante”.

 

Nando Moura, nazismo e esquerdismo

Toda vez que alguém aponta a associação entre nazismo e esquerdismo – associação que é clara para quem tenha estudado o tema sem a venda cegante da doutrinação esquerdista na Academia -, o chilique é imediato. Como a esquerda detém o monopólio do discurso, contraditá-la se torna ação proibida.

Nando Moura tem usado seu canal no Youtube, com mais de 1 milhão de seguidores, para bater em alguns dos pilares esquerdistas vigentes numa sociedade idiotizada pelo progressismo.

Como historiador conservador, encaminho meus parabéns ao Nando Moura e espero que tantos outros se envolvam nessa batalha de recuperação efetiva dos fatos, conforme ocorreram, e não como interpretados por uma militância.

Compartilhe o vídeo do Nando Moura e nutra-se de conhecimento para estar pronto a defender a verdade.

Por Renan Alves da Cruz 

A direita sempre deve ser contra a politicagem

A direita sempre deve ser contra a politicagem, agindo assim, jamais será alvo de sugestão a qualquer tipo de proximidade com a esquerda.

Essa é a conclusão que chegamos ao terminar a leitura de um longo desabafo de uma leitora do nosso blog. E esse depoimento está longe de ser uma voz isolada e está longe de retroceder o número dos que começam a entender a real natureza da guerra cultural, ideológica e política que estamos travando no Brasil e no mundo.

Vejamos

Olá. Então, comentei hoje no Youtube, num dos vídeos onde pude observar uma mãe indignada com a doutrinação, a lavagem cerebral do discurso esquerdista doentio que está tomando conta em diversas escolas brasileiras…. Eu faço licenciatura (na área de exatas, porém, temos disciplinas na área de pedagogia, como toda licenciatura exige). E olha, tive que me virar como “esquerdista” para “passar no semestre”, caso contrário, levaria um zero, pois estaria indo contra a corrente do que a apostila da faculdade, o conteúdo que a disciplina e as aulas elaboradas pelos professores introduziam. Ou seja, ou você respondia de acordo com o quê você lia, ou você se ferrava.”

É asqueroso o que se passa no meio universitário! Digo isso por experiência própria e em nosso blog há alguns relatos do período em que fomos alvos de um elevado grau de doutrinação bestializada.

Eu apoio a direita, não sou uma pessoa extremista, aliás, considero-me até flexível (muitas vezes me considerava uma pessoa “em cima do muro”, até vivia na corda bamba em relação à política brasileira, mas hoje, sou convicta do que quero para o meu país – eu sempre soube, apesar de que, muitas vezes acabamos nos deixando influenciar por outras ideias e ouvindo os dois lados da moeda). Mesmo assim, a direita é o quê prevalece no meu modo de ver e viver a vida. Aliás, sempre foi, hoje, sendo mais “velha”, dei-me conta disto (amadureci mais a minha visão acerca da realidade em que vivemos e o meu “crescimento” ao saber política, não politicagem – algo que muitos esquerdistas adoram fazer). Querendo ou não, acabamos optando por uma das vertentes (esquerda ou direita), por mais flexíveis que possamos ser como pessoas, a fim de não sermos influenciados por uma onda de politicagem que nos levem ao pior grau possível de vergonha futura (exemplo: um voto em vão, um gasto de sola de sapato num domingo de manhã, com uma esperança jogada na lata de lixo, depois de quatro anos de planejamento e expectativas para um Brasil melhor)”.

É isso aí! Não tem como o individuo passar por um processo de amadurecimento e ganho de experiência e continuar defendendo a politicagem praticada pela esquerda, ou seja, quanto mais doutrinação esquerdista, mais politicagem. Quanto mais reflexão, mais firme será o posicionamento à direita contra a politicagem.

Infelizmente, o povo brasileiro, de um modo geral, é muito ignorante. A dominância esquerda, que adora pregar o famoso preconceito aos de direita (ah, a “classe burguesa”, “o povo que detesta pobre”, “o pessoal homofóbico”, “os machistas”, “os opressores” e o que for de pior somos nós, os que apoiam A Direita). Virou uma bagunça nacional o cenário político-econômico-social (que está tudo conectado, uma vez que um está desequilibrado, os demais caem juntos). A desordem virou presidência. É vergonha todo dia nos noticiários brasileiros. Não importa se você liga a televisão ou lê sites, jornais de papel… Mesma coisa. Se você quer colocar ordem ao caos, já é considerado “coxinha”. Pois então, que sejamos muito coxinhas mesmo, uma das comidas brasileiras mais amadas do Brasil. Somos “certinhos”? Beleza, precisamos colocar ordem nessa bagunça vergonhosa, precisamos estar de um dos lados da moeda, entre esquerda ou direita, não dá mais para ficar em cima do muro, não saber em quem votar, deixar “na mão de Deus”… Tenhamos que se posicionar politicamente. O que o povo de esquerda mais soube fazer até agora, o povo seguidor do Lula foi, justamente, a tal da politicagem. E isto não é fazer, exercer a política”.

Aqueles que continuam em cima do muro na luta contra a corrupção, contra a politicagem, contra o baguncismo e cinismo criminoso das esquerdas, merecem os lulas, dilmas, haddads e tantas outras ratazanas que o PT oferece a cada eleição. Parabéns pelos resultados que estamos colhendo!

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Assédio Ideológico nas escolas

Finalizamos esse texto manifestando nossa alegria em recebermos em nosso site, depoimentos e desabafos como o que enviou Camila. Isso nos dá forças e a certeza de que estamos no caminho certo, certos de que na luta contra a politicagem e picaretagem, não estamos sozinhos.

O voltemos à direita é contra a politicagem e lutará para que a direita continue seguindo por esse caminho. É isso que nos enobrece e nos diferencia.

Por Jakson Miranda 

Projeto de Lei quer dar folgas mensais às mulheres durante a menstruação

Parabéns a você, leitor, que paga o salário do distinto deputado Carlos Bezerra (PMDB -MT), para que ele apresente projetos de leis como o 6784/16 que prevê que as mulheres ganhem 3 dias de folga por mês durante o período menstrual.

Se você olhar meu nome logo ali embaixo, na assinatura deste artigo, verá que não menstruo. Como qualquer homem que convive com uma mulher, sei que o período causa modificações físicas e emocionais. Sei que para algumas mulheres os efeitos são mais drásticos do que para outras.

Mas uma lei que ofereça folgas mensais sob essa justificativa é incompactuável! Até onde chegarão os melindres e a estatização da coitadez? Até onde vai o instinto encoitadecedor do Estado-babá?

Reportagem do jornal O Globo publica a seguinte declaração do deputado:

“O afastamento do trabalho durante a menstruação tem respaldo científico e é defendido por médicos, levando-se em conta as alterações sofridas pelo corpo feminino durante esse período. Cerca de 70% das mulheres têm queda da produtividade do trabalho durante a menstruação, causada pelas cólicas e por outros sintomas associados a elas, como cansaço maior que o habitual, inchaço nas pernas, enjoo, cefaleia, diarreia, dores em outras regiões e vômito”, opinou o parlamentar.

Mas é claro que não podemos exigir do deputado Carlos Bezerra células cinzentas suficientes para que ele enxergue além do populismo barato que busca obter com tal proposta. Como vamos exigir da nobre autoridade que reconheça que a aprovação da medida aumentará o desemprego entre mulheres e diminuirá a remuneração média, já que a empresa terá de se adequar à medida?

O que será preferível, no caso de profissões que são exercidas por ambos os sexos mediante igual remuneração: um homem que trabalha o mês inteiro, ou uma mulher que trabalhe três dias a menos?

No caso salarial, será justo pagar o mesmo tanto a homens e mulheres mesmo que elas trabalhem menos tempo?

Também não é cabível contornar a situação com uma recolocação das horas perdidas, já que muitas empresas teriam custos extras para disponibilizar a compensação das “horas menstruais”, afetando sua produtividade global.

Às mulheres que realmente padecem de desconfortos incontornáveis, não me cabe julgar a possibilidade de aguentarem ou não as intempéries, ademais, possuem ampla cobertura da lei para procurar um médico que decida ou não por seu afastamento do trabalho no período.

A aprovação de uma medida tão imbecil resultaria de imediato em desemprego e queda salarial entre o contingente feminino.

E quando isso acontecesse, a imprensa e os “intelectuais” não culpariam a cretinice legislativa do Brasil, mas sim o machismo-patriarcalista-judaico-cristão-falo-opressor.

Seria só mais uma forma de fabricar vitimismo extra para fornecer discurso às feminazis.

Por Renan Alves da Cruz 

Existe extrema-direita, mas inexiste extrema-esquerda

Ultimamente tem se tornado uma constante falar de extremismos e nesse contexto, o termo extrema-direita tem sido um prato cheio na mesa dos comentaristas políticos.

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi um dos alvos preferenciais. A Trump somou-se um adjetivo ainda pior: populista. Sim, para a turma da Globo News e CNN, Trump é um populista da extrema-direita.

Logo, para a grande massa, e esse é o público alvo das grandes mídias, existe uma extrema-direita má, que deve ser rejeitada, odiada, descartada e ignorada.

No plano internacional, Donald Trump não é o único populista da extrema-direita. A francesa Marine Le Pen também faz parte da mesma legenda, assim como os apoiadores ingleses do brexit.

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No ambiente interno, não existe maior populista do que Jair Bolsonaro, que evidentemente, é um porta-voz dessa extrema-direita abjeta.

Jair Bolsonaro segue os passos de tantos outros populistas. De tantos outros políticos que no passado também empunharam a defesa da extrema-direita. Enéas Carneiro, antes de Bolsonaro, foi o nome mais conhecido e o mais folclórico. Não a toa, Enéas é um dos heróis de Bolsonaro. Foi o que se descobriu em uma matéria publicada pela BBC Brasil, repercutida pelo jornal Folha de São Paulo.

Logo no inicio da matéria mencionada acima, cujo titulo não abre espaço para dúvidas – O retorno de Enéas, ícone da extrema-direita e ‘herói’ de Bolsonaro é possível sentir o grau dessa extrema-direita brasileira. Leiam:

Visto como autoritário e truculento por muitos, um político se lança à Presidência prometendo restabelecer a ordem no Brasil. Aos berros, acusa PT e PSDB de serem faces da mesma moeda, defende os valores da família tradicional brasileira e questiona os interesses internacionais por trás da demarcação de reservas na Amazônia.

É algo realmente amedrontador! Não é possível que PSDB e PT sejam faces de uma mesma moeda! Não é possível que alguém em sã consciência defenda os valores da família tradicional! Isso só pode ser coisa de extremistas!!

Ok, ok, ok. É possível que o leitor dessas matérias esteja genuinamente convencido de que Enéas e Bolsonaro de fato sejam ícones dessa maldita extrema-direita. Ele não votará em Bolsonaro por conta disso e espera que até 2018, alguém da direita apareça. Caso esse nome não apareça, restará a esse leitor/eleitor, convencido pela grande mídia, votar em alguém identificado com a “centro-direita”.

Por outro lado, movido por uma intensa curiosidade, alguém pode querer saber quem é o nome da Extrema-esquerda. Boulos? Freixo? Luciana Genro? Marina Silva? Quem é o grande ícone da extrema-esquerda comunista?

Mas que coisa! Será que ninguém ensinou a você que o comunismo acabou com o fim da União Soviética? O que temos hoje é uma esquerda democrática, defensora das minorias, defensora de um país mais igualitário e justo!

Estamos vivendo um período de pura esquizofrenia. Mentiras são tomadas por verdades absolutas ao passo em que a Verdade é relativizada. Vivemos uma realidade que foi totalmente deformada e desvirtuada. Enquanto não abrirmos mão das politicagens e focarmos na mudança de mentalidade política, continuaremos reféns desses velhacos ilusionistas.

Por Jakson Miranda

Encontros fora da agenda oficial são indecentes

O presidente da República, Michel Temer, tem tornado praxe os encontros fora da agenda oficial.

Foi em um desses encontros na calada da noite, com um empresário, que o presidente fora gravado em conversa cujo conteúdo só poderia existir em encontros fora da agenda oficial. Daí, a gênese de uma crise política que por pouco, não o derruba da presidência.

E qual será o conteúdo de tantos outros encontros, antes e depois de Joesley?

Temer age assim na certeza de que não está praticando nenhuma ilegalidade. E não está! Todavia, seus encontros, da forma como estão ocorrendo, em nada contribuem para o fortalecimento das instituições, ao contrário, às enfraquece.

A periodicidade dos encontros fora da agenda oficial expressa a triste ironia de que o NÃO OFICIAL é OFICIAL. É o maldito jeitinho brasileiro: A regra, a transparência, a austeridade e a autoridade, dão lugar aos corriqueiros conchavos e acertos de cochichos. E dane-se a opinião pública!

Diante do cenário, a notícia de que o presidente da República entrará com um pedido de suspeição contra Rodrigo Janot abrirá espaço para também se debater os encontros do próprio presidente.

Para o advogado de Temer, Janot não atua de forma institucional.

“Já se tornou público e notório que a atuação do PGR, em casos envolvendo o presidente, vem extrapolando em muito os seus limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa. Não estamos, evidentemente, diante de mera atuação institucional“. 

Por outro lado, para Janot e sua equipe, trata-se de um embate cujos resultados podem ter um saldo positivo sob o ponto de vista institucional.

O STF precisa realmente de um balizamento quanto à questão de suspeição. Declarações fora dos autos, juízos antecipados, relações com partes. Precisamos definir um padrão de conduta de todos”.

É escandaloso que o advogado de Michel Temer venha a público falar de institucionalidade quando seu cliente encontra-se fora da agenda oficial com membros do judiciário e empresários amigos. São encontros institucionais? Receio que não!

Que tal a proibição desses encontros?

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Não deve ser do feitio de um presidente da República ou chefe de Estado entregar-se a indecência de ter encontros com membros do Judiciário sem que a pauta desses encontros seja de domínio público.

De igual modo, quando o chefe do Executivo tem conversas nada republicanas com este ou aquele empresário, está a jogar no lixo a autoridade que lhe foi investida.

Enfim, seja com um simples cidadão ou com um graduado ministro do STF a verdade é que ter encontros fora da agenda oficial é uma prática legal, mas imoral, desagradável, abjeta e indecente.

A isso a sociedade deve repudiar com veemência e o grau de indignação diante desses casos é a expressão do nível de consciência ética em que nos encontramos.

Por Jakson Miranda

“Por que podemos criticar o cristianismo, mas não o Islã?”, quer saber Richard Dawkins

Richard Dawkins dedicou boa parte da sua vida acadêmica à crítica ao cristianismo. Entretanto, ao se manifestar recentemente contra o Islã, teve uma palestra sua cancelada em Berkeley e enfrentou a fúria do politicamente correto, que despejou cisternas de ódio contra o cientista.

Leia trecho da matéria de Gabriel de Arruda Castro, na Gazeta do Povo:

Um evento com a presença do cientista Richard Dawkins na universidade de Berkeley foi cancelado por causa de declarações “ofensivas” dele contra muçulmanos, o que reacendeu o debate sobre a falta de liberdade de expressão em uma das mais conceituadas dos Estados Unidos. 

O evento havia sido agendado pela rádio KPFA, de Berkeley, para agosto. A ideia era que Dawkins falasse sobre seu livro de memórias, “Brief Candle in the Dark”. Mas o evento foi cancelado depois que alguns tuítes de Dawkins com críticas ao Islã foram enviados aos organizadores do evento.

Dawkins, o mais famoso expoente do chamado neoateísmo e autor do best-seller “Deus, um delírio”, tem um longo histórico de críticas à religião em geral, e ao Cristianismo especificamente.

Nos últimos anos, entretanto, com a ascensão de grupos terroristas muçulmanos, ele tem centrado boa parte de seus ataques no fundamentalismo islâmico. 

“Nós não sabíamos que ele tinha ofendido – em seus tuítes e outros comentários sobre o Islã – tantas pessoas. A KPFA não apoia discursos ofensivos”, disse a rádio, em um comunicado. 

Em um dos tuítes citados pela KPFA para justificar sua decisão, Dawkins afirma que o Islã é “a maior força para o mal no mundo de hoje”. 

Dawkins, por sua vez, criticou a decisão da rádio, que ele disse ser sem fundamento. 

“Eu sou conhecido como um crítico frequente do Cristianismo e nunca foi desconvidado por causa disso. Por que dar um passe livre para o Islã? Por que é aceitável criticar o Cristianismo mas não o Islã?”, disse ele. 

O autor também disse que, longe de atacar os praticantes do Islã, entende que os próprios muçulmanos são as primeiras vítimas da cultura do Islamismo militante. 

Retomo:

Considero este um dos acontecimentos mais icônicos dos últimos tempos no meio acadêmico: o momento em que Richard Dawkins, até então um dos mais enfáticos odiadores profissionais do cristianismo, percebeu e reconheceu publicamente que há uma bolha protetiva em relação ao Islã, e que o cristianismo oferece, civilizacionalmente, um contexto cultural superior.

Tal reconhecimento é constante por parte dos cristãos, que nem conseguem expressar sua incredulidade quando acusados de fundamentalismo num mundo que protege enfaticamente a opressiva cultura islâmica. Ademais, a beleza da ironia é perceber que essa verdade foi assumida e está sendo defendida pelo maior dos detratores do cristianismo.

Richard Dawkins agora percebe que fez fortuna batendo num inimigo que nunca o confrontou num campo que não o das ideias e o dá fé, que mesmo não tendo validade como análise científica, não se compara com ações tais quais o boicote e a ameaça. O cristianismo é um pilar civilizacional incomparável, tendo legado ao Ocidente todos os principais valores que nos protegem da barbárie.

As religiões não são todas iguais. Os religiosos não são todos iguais.

Só o cristianismo pode salvar o ocidente.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Marmanjo no banheiro da sua filha? Agradeça ao Alckmin!

Artigo de Thiago Cortês, publicado no Reaçonaria: 

 

Se sua filha é aluna da rede de ensino público no Estado de São Paulo, ela estará sujeita a dividir, a partir de agora, o banheiro da escola com colegas do sexo masculino. Sim, qualquer um deles poderá levar o pênis para passear no banheiro que sua filha frequenta.

É este o resultado prático da pérfida e abusiva lei estadual nº 10.948, assinada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 24 de maio passado.

Por meio dela, Alckmin “regulamentou o uso do banheiro nas escolas públicas do Estado de acordo com a identidade de gênero em que cada aluno se reconhece”.

Em bom português, o aluno que se identificar como mulher ou com alguma das dezenas de variações que o elástico e indefinível rótulo de transgênero oferece, poderá ir ao banheiro feminino para quebrar tabus enquanto urina ou defeca.

Um atentado contra a segurança e a privacidade das crianças e adolescentes, sancionado por Geraldo Alckmin – esta massa humana de covardia, tibieza de espírito e falta de coragem moral a quem entregamos São Paulo por absoluta falta de opção.

Para tentar justificar esta situação kafkiana inaugurada nas escolas paulistas, o governo Alckmin enviou um release mentiroso e vergonhoso à imprensa, afirmando, em tom triunfal, que o banheiro unissex é um “direito garantido aos alunos paulistas”.

O texto cita que “já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social” em São Paulo, como se isso justificasse alguma coisa. Mas é exatamente o contrário!

Ora, basta ponderar que são quatro milhões de crianças e adolescentes matriculados na rede estadual de ensino de São Paulo. Portanto, a lei de Alckmin submete milhões de estudantes aos caprichos de pouco mais de 300 indivíduos…

A gulosa militância LGBT

A medida levará ao constrangimento centenas de milhares de alunos e alunas que não pediram para dividir seus banheiros com colegas do sexo oposto.

Alckmin apresentou sua lei na semana que se comemora a Semana Internacional de Luta Contra a Homofobia. Um claro agrado à gulosa militância LGBT, que só estará satisfeita quando os héteros forem privados do direito a clubes e banheiros exclusivos.

O que combate a homofobia – bem entendida como atos de violência contra homossexuais, e não o desconforto natural e não-violento que muitos têm diante deles – são punições exemplares e não uma lei estúpida que transforma banheiros, que costumamos usar para defecar e urinar, em espaços para afirmação de novas identidades sexuais.

Geraldo Alckmin é incapaz de oferecer segurança aos estudantes e professores que são obrigados a frequentar suas escolas estaduais caindo aos pedaços, mas instalou nelas banheiros unissex para satisfazer meia dúzia de militantes que votam no PSOL.

Alckmin personifica o vácuo de ideias próprias e o medo das patrulhas que corrompeu praticamente toda a classe política. Graças ele, agora todo tipo de sujeito depravado terá franco acesso ao banheiro feminino nas escolas.

Vagões exclusivos para mulheres e banheiros para todos?

Em 2015 o então governo Dilma já havia instituído uma norma federal para banheiros de escolas e universidades, mas sem nenhuma regulamentação específica. Os estados, então, passaram a agir por contra própria em competição pela simpatia das militâncias.

É interessante notar o grau de esquizofrenia dos militantes que exigem vagões específicos para mulheres nos trens, promovendo uma segregação politicamente correta, ao passo que lutam por uma orgia de pênis e vaginas nos banheiros das escolas.

Apenas uma classe política radicalmente apartada da sociedade, ludibriada por fantasias politicamente corretas forjadas por militantes e jornalistas,  respirando em um ambiente de corrupção moral, pode se entregar a tamanhas contradições e falácias.

Geraldo Alckmin, a personificação do exposto acima, é o governador mais frouxo que São Paulo já teve e o seu lugar certamente não é na presidência, mas na lixeira da História.

Por Thiago Cortês, publicado no Reaçonaria: 

 

 

Bolsonaro votou de acordo com campanha petista pela saída de Temer da presidência?

Bolsonaro votou de acordo com campanha petista pela saída de Temer da presidência?  Ou, sua opção de votar pela investigação contra o presidente da República foi oportunista?

Antes, porém, vejam o vídeo em que o deputado anuncia seu voto.

 

 

O voto contra Temer era uma bandeira do PT e das esquerdas, logo para alguns, causou surpresa e mesmo revolta a decisão de Bolsonaro.

Bolsonaro deveria ter votado diferente para não se aliar ao PT? É o que pensa Rodrigo Constantino. Que o acusa de se aliar ao PT em favor da saída de Temer da presidência.

Bolsonaro fez o certo em apoiar a investigação contra Temer? É o que pensa esse que vos escreve.

Não pretendo aqui criar nenhuma polêmica com Constantino, articulista que admiro muito, logo, não encaro esse meu texto como uma espécia de refutação a quem quer que seja.

Sendo assim, não é demais lembrarmos que em qualquer país civilizado, a saída de Temer da presidência da República já teria ocorrido desde o momento que vieram à luz do dia suas conversas com Joesley Batista.

Por que então dar sobrevida a um governo moribundo? A quem interessa manter um governante na situação em que se encontra Michel Temer?

Leia também:

O que fortalece o PT não é a queda de Temer, mas sua permanência

Fim do governo Temer. Fim das ambições políticas de Aécio. E a direita com isso?

Ademais, aqueles que pensam em termos do aqui e agora, ou ainda, aqueles que tomam suas decisões baseadas unicamente em termos de resultados, imediatos ou  futuros, correm sério risco de não levar em consideração o que é certo e errado.

Nesse sentido, de que adianta alegarmos que possuímos um imensurável lastro de conservadorismo se utilizamos tal conservadorismo para mantermos no comando do país alguém que até outro dia estava ao lado dos petistas  e que agora paira sobre si, enorme suspeita de prática fora da legalidade no exercício do cargo?

Bolsonaro votou pela saída de Temer da presidência. O PT também. Assim como votaram pela saída de Temer, duzentos outros políticos, muitos coligados ao partido no qual o presidente é chefe.

Aonde está o erro dessa inusitada convergência? O erro está justamente em termos o PT encabeçando uma pauta que deveria ser essencialmente da direita. A direita das ruas e a direita do congresso. Se esses, a exceção de Bolsonaro e alguns outros, não seguiram caminho da correta oposição ao atual governo, a esquizofrenia não está em quem votou pela saída de Temer da presidência, mas, quem concorda em mantê-lo lá.

Na medicina, ainda não se sabe as causas da esquizofrenia. Todavia, a esquizofrenia gerada no meio político, tem duas causas conhecidas: imoralidade e oportunismo. Faz bem Jair Bolsonaro em fugir desse mal. Que ele, apesar de suas falhas e limitações, passíveis de críticas, não seja acometido por esse mesmo mal. Quanto a isso, só o tempo nos trará a resposta.

Por Jakson Miranda

7 motivo$ para defender Lula e o PT

Não, você não está louco. É isso mesmo. O Voltemos à Direita trocou de lado. Não vamos mais combater o petismo. Essa coisa de blog de direita não prospera na internet. Aderimos à defesa de Lula e vamos apresentar 7 importantes motivos que nos levaram a esta decisão:

1 – O Governo Lula foi essencial para que muita gente prosperasse e atingisse um novo status. O próprio Lula, sua família e colegas de partido são provas do sucesso dessa política de ascensão social.

2- Sérgio Moro julga o ex-presidente Lula com parcialidade, teimando em condenar Lula pelos crimes que ele cometeu.

3- O PT não fez nada diferente do que os outros partidos sempre fizeram. Só que como o PT é um partido maior e mais competente, fez o que todos faziam de maneira mais ampla… e competente.

4- Lula está sendo perseguido diuturnamente por uma mídia golpista que insiste em divulgar as notícias que o prejudicam.

5- Obama chamou Lula de “O Cara”. Se Obama disse, ninguém pode contrariar.

6- A criminalização do PT e de Lula ferem a democracia pelo qual o PT sempre lutou, apoiando regimes democráticos como Cuba e Venezuela.

7- Por último, e não menos importante, porque defender o PT é nosso dever patriótico, dever este que cumprimos sem esperar nada em troca, exceto que alguém do partido reconheça o trabalho feito aqui e nos consiga um patrociniozinho estatal, para manter a dignidade desta nossa luta.

Bom, é isso. Seguimos lutando contra o Golpe. Invejosos dirão que isso é uma tentativa de ironia. Não se apeguem nisso, companheiros petistas,  e entrem em contato conosco para acertarmos os valores.

Por Renan Alves da Cruz