Governo Bolsonaro e a imprensa: o terceiro turno começou

O governo Bolsonaro está chegando ao seu segundo mês. Logo, começa a traçar os projetos que serão debatidos e votados pelo Congresso. Nesse momento, dois ganham destaque: a Reforma da Previdência e o Pacote anticrime do ministro Sergio Moro.

Muita coisa ainda será feita, proposta, aliás, muita coisa JÁ está sendo feita e aqui, faço menção ao trabalho do ministério da Educação, e as ações da ministra Damares. Em síntese, quem votou em Jair Bolsonaro pensando em mudanças reais, não está arrependido, essas mudanças estão acontecendo.

Por outro lado, todos nós sabíamos que após as eleições de outubro teríamos um terceiro turno. Eis que ele chegou!

Com a esquerda partidária agonizando, coube a esquerda midiática esquecer uma vez mais o jornalismo e aderir a mais vil, mentirosa e covarde campanha contra o governo.

É esse ativismo virulento e superficial da mídia que quer fazer-nos crer que há uma crise no governo. Pior, sugere-nos de forma nada sutil que o ex-ministro Bebianno não merecia ser exonerado.

Aqui vão as questões objetivas de toda a situação:

Quais as causas dessa suposta crise do governo?

Do que o presidente Bolsonaro está sendo acusado? Compra de votos? Desvio de verbas públicas?

Verdadeiramente, as suspeitas que vieram à tona sobre os candidatos laranjas no PSL é algo grave e deve ser investigado com profundidade. Nesse particular, o então ministro não conseguiu dar uma explicação plausível e muito menos se afastar das suspeitas. Pior, tudo indica que no desenrolar das coisas, Bebianno levaria de forma inapropriada e imprudente o presidente da República para o epicentro das suspeitas.

Nesse contexto, a imprensa optou por apoiar o ministro e atuar contra o governo. Vou além e confesso que NÃO vejo como coincidência que a “crise” tenha sido plantada um pouco antes das proposta de Reforma da Previdência e do pacote anticrime chegarem ao Congresso. Ou seja, ao expor mensagens de whatsapp do presidente que não levam a nada e a partir daí tentar desestabilizar o governo, o principal alvo não é Jair Bolsonaro mas o futuro do Brasil.

Dito isto, reconhecemos que o presidente Bolsonaro e sua equipe erraram. Erraram porque Bebianno deveria ter sido exonerado logo após suas primeiras explicações furadas sobre os problemas de campanha de alguns candidatos do PSL.

Por Jakson Miranda

 

Jornalista: Formador de opinião ou papagaio de pirata bêbado?

Jornalista: Formador de opinião ou papagaio de pirata bêbado? Ser papagaio de pirata já não é um titulo virtuoso, longe disso. Ser papagaio de pirata bêbado deve ser algo tão vergonhoso que aquele que recebe tal homenagem deveria realizar uma seria autocritica. É de fato isso que alguns jornalistas têm sido (papagaios de pirata bêbado) e é isso que esses profissionais precisam fazer, (uma séria autocritica). Portanto, resta ao jornalista essas duas opções: Papagaio de pirata bêbado ou um reconhecido formador de opinião.

Pois bem.

É perceptível e inegável que estamos vivendo um momento histórico na nossa política. É um momento que tem como causa e consequência o cansaço da população a política de compadrio. Quem acreditou ou apostou que esse cansaço não daria em nada está quebrando a cara.

Nessa nova conjuntura, ou “Nova Era” da política nacional, as redes sociais têm exercido poder cada vez maior não apenas na escolha dos representantes, mas também sobre as decisões que estes tomam nas assembléias. Isso ficou evidente na recente eleição para o senado. Foram as redes sociais quem derrotou Renan Calheiros! O mérito é todo daqueles que se mobilizaram durante os dias de votação.

Diante dessas observações, chega-se facilmente ao diagnóstico de que aqueles políticos que sempre se valeram dos subterrâneos do poder, não terão vida fácil. Cedo ou tarde, darão seu adeus vergonhoso e melancólico da vida pública. Os exemplos estão aí.

Por outro lado, chega a ser preocupante o trabalho de alguns profissionais da imprensa. Não me refiro unicamente as opções ideológicas desses profissionais, mas essencialmente, a leitura da realidade que eles têm feito.

Por honestidade, devo citar nominalmente o ilustre Carlos Andreazza.

Por óbvio que Andreazza não é o único e reconheço que contam-se nos dedos os jornalistas formadores de opinião que estão sabendo análisar de forma certeira e bem fundamentada o atual cenário político.

É preocupante porque o trabalho desses profissionais não é o de apenas opinar; pelos postos que ocupam e pelo destaque e repercussão de suas falas, são formadores de opinião.

Andreazza, como formador de opinião, errou feio ao falar sobre as chances de Bolsonaro vencer a eleição.

Andreazza, como formador de opinião, não economizou críticas ao discurso de posse do ministro Ernesto Araújo e pouco depois, viu-se obrigado a elogiar o trabalho do mesmo ministro.

Mais recentemente, outro erro lastimável: afirmou que em nada daria a atuação do ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni na eleição para presidente do senado.

Não é razoável que alguém que tem íntima relação com a leitura, como é o caso do editor da Record, não seja capaz de ler uma realidade que está sendo escrita em letras garrafais.

Fazer analise política requer mais que opiniões jogadas ao vento. Requer autoridade porque quem se compromete a fazer-las, as faz com o intuito de formar opinião.  Oras, formar opinião é uma responsabilidade que reclama ponderação, humildade e discernimento.

Discernimento para separar preferências pessoais da realidade objetiva. Ponderação para saber olhar para as diferentes variáveis e humildade para pedir desculpas quando errar.

A grande maioria dos jornalistas que se propõem a fazer análise política não seguem esse receituário e por isso não angariam credibilidade, antes, passam ridículo e são alvo de piadas e “zoação”. Um pirata bêbado deve ser zoado pelos seus companheiros. Seu papagaio… coitado!

Por Jakson Miranda

Dica de Livro #02: Contra a idolatria do Estado – Franklin Ferreira

Este é o melhor livro sobre política à luz da cosmovisão cristã que você vai encontrar no mercado brasileiro.

Franklin Ferreira é um intelectual cristão de ampla valência por possuir também vasta bagagem acadêmica secular. Ele não se restringe à bibliografia cristã-protestante, a qual também, diga-se de passagem, é versado; e para um livro sobre política este conhecimento é essencial.

Nesta obra fica claro o quão deletéria e antibíblica é a estatolatria promovida pela esquerda, que atribui ao Estado um poder quase transcendente, como se ele próprio fosse um Deus.

Erro que a direita pode incorrer se idolatrar seu campo político, tornando-o não um meio, mas o fim em si.

Leia mais:

Escola sem Partido: uma necessidade urgente

O comunismo deveria ser proibido. Mas proibi-lo é a forma errada de atacá-lo

A obra ainda demole a farsa, escorada no chamado “consenso acadêmico” de que o nazismo era de direita. Dizer que algo é consenso acadêmico se tornou a forma de explicar porque se defende tal ideia. É consenso, pronto é acabou… Não precisam explicar o porquê… E assim a farsa se mantém intocada.

Se você procura bibliografia responsável que demonstre que o nazismo não encontra guarida no que a direita defende, este livro pode solucionar seu problema.

O Estado não pode realizar aquilo que Deus chamou seus filhos para fazer. O Estado não substitui nossa responsabilidade social individual.

Ou você idolatra Deus ou idolatra o Estado. Os dois não dá.

Ano: 2016 / Páginas: 288
Editora Vida Nova – Idioma: português

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Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 31/01/19

 

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Você acredita na inocência do Flávio Bolsonaro?

A grande imprensa está tratando o caso Flávio Bolsonaro como um escândalo de proporções cósmicas.

Primeiro, noticiou-se uma movimentação de 1 milhão e 200 mil reais na conta do ex-assessor, Fabrício Queiroz. Pouco se destacou que esse valor, na verdade, significa 600 mil de entrada e 600 mil de saída no período de 12 meses.

Agora, é passada a informação de que entre 2014 e 2017, Queiroz movimentou sete milhões de reais. Será que esse volume financeiro é oriundo de salários e da compra e venda de veículos, ou, são na realidade, valores que espelham uma intrincada rede de corrupção na qual o filho do presidente Bolsonaro estaria envolvido? 

A despeito do questionamento acima, pontuamos que o caso Queiroz é para todos os efeitos e até a presente data, um problema do Queiroz.

Segundo, e é provável que tenha sido até o momento a notícia mais impactante, foi noticiado em tom de denúncia, que o deputado estadual e hoje senador Flávio Bolsonaro recebeu uma sequência de depósitos em caixa eletrônico, cada um no valor de dois mil reais, totalizando noventa e seis mil reais.

Um dia depois, soube-se que um título no valor de um milhão de reais havia sido pago em favor do senador. E diante do noticiário, muitos se faziam a mesma pergunta. Qual a origem desses recursos? 

Embora a grande imprensa e certos oportunistas (Não é o caso de Kim Kataguiri) tenham se deleitado com a noticia dos depósitos, em entrevistas a Rede Record e Rede TV, Flávio Bolsonaro ofereceu uma explicação convincente. Segundo o senador, as movimentações financeiras atribuídas a ele tem origem na venda de um imóvel. Fato este corroborado pelo próprio comprador do imóvel.

Esse é o ponto em que nos encontramos no dia de hoje.

Todavia, é importante registrarmos que não é nosso intuito inocentar o senador Flávio Bolsonaro, ao contrário, seja quem for que se investigue e se puna os responsáveis. Entretanto, o que salta aos olhos de qualquer pessoa que acompanha o caso, é o sensacionalismo da grande imprensa que nada mais faz do que jogar enxurradas de informações sem a menor preocupação em averiguar a veracidade dos fatos.

Logo, caso o senador do PSL esteja falando a verdade, o que dirão aqueles que dia a dia publicam tais informações, ora em tom de denuncia, ora em tom de sentença? Em outras palavras, há um real interesse na mídia com a verdade ou o que estamos assistindo nada mais é do que uma brutal tentativa de manipulação da opinião pública valendo-se de factoides?

Em síntese, não poderíamos escrever um texto sobre o caso Flávio Bolsonaro sem levantamos todas essas indagações, reconhecendo a urgência e necessidade de serem respondidas. Essa é a cobrança de TODOS aqueles que votaram em Jair Bolsonaro e no senador.

Por fim, dentro de todo esse contexto apresentado, a última indagação que levantamos é: Flávio Bolsonaro é inocente ou, você acredita na inocência de Flávio Bolsonaro?   

Por Jakson Miranda 

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Dica de Livro #01: Os tolos morrem antes – Mario Puzo

O que seria da vida sem boas leituras?

Nesta série, compartilharemos com nossos leitores alguns livros que merecem recomendação.

Inauguramos a série com Os tolos morrem antes, de Mario Puzo.

 

Mario Puzo é o autor de O Poderoso Chefão.

Isso não é pouco, convenhamos.

Mas seu melhor livro é Os tolos morrem antes.

Já li este livro três vezes e a cada leitura fico mais extasiado com o fato de estar repleto de significados, embora totalmente despretensioso. Não tenta ser alta literatura, é só literatura popular mesmo, mas mesmo assim é tão bem construído e sutil…

No começo do livro John Merlyn, o personagem principal, está em Las Vegas. É um fracassado viciado em jogo que anda num grupo com outros fracassados viciados. Sempre perdem.

Numa noite, um deles, Jordan, tem uma maré de sorte como nunca vista. Jordan ganha, ganha, ganha e ganha.

Abarrotado de dinheiro e fichas, Jordan sobe para seu quarto de hotel… e se suicida.

Fique tranquilo. Isso não é um spoiler. Acontece nas primeiras páginas. Precisei te contar porque sem essa revelação não posso fazer esta resenha.

Merlyn segue sua vida. Ambiciona ser escritor e no caminho se torna amigo de Osano, um escritor consolidado, que rouba a atenção na obra, tamanho seu carisma (ou não?). Osano quer ganhar o Nobel e não tem escrúpulos a respeito de nada e nem ninguém.

Em meio a tudo isso, Merlyn vive sua vida. Se estabelece em Vegas, onde seu coração pulsa, e persegue seus sonhos. Sabe destruir e sabe se erguer quando é destruído.

A única coisa que Merlyn nunca consegue entender, e que se torna o fantasma de sua caminhada, é porque diabos Jordan se suicidou…

A trajetória de Merlyn nunca se desvencilha daquele suicídio, e você se encontrará refletindo a respeito, tentando constatar se efetivamente os tolos morrem antes.

Li uma batelada de livros na vida. Este figura no meu top 10.

Ano: 1978 / Páginas: 532
Idioma: português
Editora: Record

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Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 22/01/19

 

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Carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro

Senhor presidente Jair Bolsonaro.

Com muita alegria assisti sua posse. O senhor representa a minha esperança e a de milhões de brasileiros que não suportavam mais os conchavos, a sujeira, a corrupção e a leniência com o crime.

Votei no senhor. Mais do que isso, fiz campanha ostensiva.

Entrei em discussões, perdi alguns colegas na caminhada. Mas não me arrependo de nada. Fui parte do gigantesco exército de anônimos que o defendeu quando as calúnias foram levantadas. Orei pelo senhor quando caminhou pelo vale da sombra da morte e convenci indecisos de que votar no senhor era a melhor opção.

Nós confiamos sim no senhor, mas se algo se demonstrar indevido, estaremos na trincheira oposta. Nosso compromisso é com o senhor enquanto isso for o melhor para o país. 

Por isso me sinto na liberdade de lhe escrever. Angariei alguns votinhos pelo caminho, de modo que  sinto ter dado uma pequena partícula de contribuição à sua histórica vitória.

O fato de tê-lo defendido e apoiado não significa que o ache infalível. Pelo contrário, tenho algumas discordâncias sim, no entanto o considero um homem honrado e honesto, com condições de começar o processo de moralização da política brasileira.

Os brasileiros honestos, de bem, estarão trabalhando, fazendo sua parte, para a melhora e o crescimento da nação. Confiamos no senhor e esperamos que faça jus à nossa confiança. Creio que o senhor conhece seu eleitorado, sabe que não somos como os que estão do lado vermelho da força. Se houver algo de errado não iremos defender quem errou por causa de pão com mortadela. Por favor, presidente Jair Bolsonaro, seja quem o senhor sempre foi na vida pública e não nos decepcione.

Leia também: 

Carta aberta aos cristãos que votaram no PT

Damares Alves e o preconceito da extrema imprensa

Nós confiamos sim no senhor, mas se algo se demonstrar indevido, estaremos na trincheira oposta. Nosso compromisso é com o senhor enquanto isso for o melhor para o país. Não o consideramos um paxá indestrutível, de modo que pode contar com nossa lealdade, desde que o senhor se mantenha limpo e digno, como esteve até aqui.

Cuidado com a sua retaguarda, senhor presidente. Não permita que vaidades minem o projeto tão importante que temos.

Permaneça firme e destemido. Lembre-se de quem o elegeu, de nossos anseios, de nossas pautas. Não se preocupe em agradar lacradorezinhos da imprensa. Faça o que o seu eleitorado conservador espera que seja feito no que tange à diminuição da maioridade penal, apoio à Israel, aprovação do Escola sem Partido, incentivo à Lava-jato e etc.

O senhor terá uma grande dificuldade, percebida já durante o período de transição: a contenção dos egos de alguns daqueles que o cercam. Alguns, já nos é notório, são dúplices no modo como se portaram antes e depois do pleito. Como escreveu o romancista Carlos Ruiz Zafón: “O incompetente sempre se apresenta como capaz. O cruel, como piedoso. O pecador, como santo. O avarento, como generoso. O mesquinho, como patriota. O arrogante, como humilde. O vulgar como elegante. E o tolo, como intelectual”.

Cuidado com a sua retaguarda, senhor presidente. Não permita que vaidades minem o projeto tão importante que temos.

E nunca, nunca mesmo, faça conchavos com aqueles que nos chamaram de nazistas. Pois foi disso que chamaram o senhor e também a nós, seus eleitores. Os mesmos imundos que apoiaram por mais de uma década a quadrilha que quebrou o país.

Que Deus o abençoe e o guie nessa importante jornada, senhor presidente.

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 18/01/19

 

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Decreto que facilita posse de armas vai reduzir ou aumentar a violência?

O presidente Jair Bolsonaro finalmente assinou o decreto que facilita a posse de armas. A pergunta agora que muitos fazem é se essa medida será capaz de reduzir a violência ou, ao contrário, trará um aumento?

Responder sim ou não a essa dupla questão nesse momento tem sido o centro dos debates no noticiário e nas redes sociais. Ademais, alguns dos apoiadores e eleitores de Bolsonaro, ficaram decepcionados com o decreto. Queriam uma medida ainda mais flexível para a posse de armas.

Em vista desses anseios, o presidente indicou que o presente decreto é apenas um primeiro passo. De fato, a posse de armas é um direito que por 14 anos foi negado ao cidadão de bem, em contrapartida, em nada alterou o quadro de violência e a disseminação de armas ilegais.

É claro que a medida assinada pelo presidente não é a ideal, mas, em vista ao que tínhamos antes, sim, representa um importante avanço. Se antes tínhamos critérios subjetivos, tais subjetividades foram suprimidas. O cidadão que reside em um estado cuja taxa de homicídios forem de 10/100 mil habitantes, poderá exercer seu direito de comprar uma arma, para sua proteção, da sua família e de seus bens.

Em nosso post diga não ao estatuto do desarmamento, escrevemos o seguinte:

Eu ou você que por ventura desejarmos ter uma arma em casa como medida de precaução teremos que comprovar a um burocrata qualquer a EFETIVA NECESSIDADE para possuirmos uma arma. A conclusão é obvia caros leitores. Pela longeva manutenção desse subjetivo dispositivo, as mais de 60 mil mortes ao ano não constitui EFETIVA NECESSIDADE.  

Agora, a efetiva necessidade é exatamente o alto índice de homicídios. Pois bem, seguindo esse caminho de flexibilizar cada vez mais o acesso à arma de fogo, teremos uma redução da violência? Quem está com essa expectativa pode se decepcionar! A facilidade de possuir uma arma de fogo é apenas um dos aspectos que podem levar à redução da violência. A esse dispositivo, muitos outros devem ser implementados pelo Estado.

Então, enquanto esse conjunto de medidas não forem implementados, teremos um cenário de bang-bang? Logicamente que não. Só faz tal afirmação quem está mal informado sobre o tema ou quem está afinado com a esquerda. Sim, é a esquerda em peso, quem aposta em um aumento da violência, isso por si só, é mais do que suficiente para acreditarmos no contrário.

O que você achou do decreto sobre a posse de armas? Deixe seu comentário! 

Por Jakson Miranda

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Damares Alves e o preconceito da extrema imprensa

Quero mais uma vez falar sobre a falsa polêmica criada em torno da fala da ministra Damares Alves. Como já foi provada a vergonhosa hipocrisia dos artistas lacradores, resta claro que o que se viu na extrema imprensa foi na verdade puro preconceito pelo fato de Damares ser evangélica. Para a turma, cristãos não podem opinar!

Neste último domingo, o Fantástico dedicou uma matéria sobre a ministra polêmica. E quais seriam as polêmicas da ministra Damares Alves? Poderíamos responder com sinceridade de coração que desconhecemos qualquer polêmica envolvendo a ministra Damares e com igual sinceridade, afirmarmos que na realidade estamos diante de uma imprensa e de pseudointelectuais cada vez mais assustados e incomodados com a crescente perda de monopólio da narrativa.

Até há pouco tempo, eram as grandes mídias e seus satélites (leia-se universidades) que impunham suas “verdades”, que logo se tornavam dogmas intocáveis e inquestionáveis. As “polêmicas” envolvendo a ministra Damares Alves mexem com alguns desses dogmas.

Logo após sua indicação, repercutiu um vídeo em que a futura ministra, afirmava que tinha visto Jesus em um pé de goiabeira. Ninguém se importou com o contexto da fala e resolveram tratar a questão em tom de deboche e escárnio!

Fosse algum maconheiro “deslocado” que tivesse afirmado ter visto um OVNI ou qualquer outra babaquice alucinógena, teria ganhado loas de 99,99% daqueles que trataram com escárnio o caso da ministra.

Sim. Isto tem um nome. Preconceito! Estamos falando de um escancarado caso de preconceito contra alguém que se declara cristão, mas especificamente cristão evangélico. Na esteira disso, Damares Alves foi de encontro a duas questões fundamentais que sustentam o discurso “progressista”.

Primeiro, a ideia de que política e religião não se misturam. De fato, o Brasil é um país laico e isso significa APENAS que o Estado brasileiro reconhece e respeita todas as religiões. Em outras palavras, não há impeditivos legais para que igrejas ou qualquer outra instituição religiosa e seus membros, proponham políticas publicas baseadas em suas crenças religiosas.

Antes de prosseguir, vejam esse vídeo:

Entenderam?

Destaco a fala brucutu da jornalista Vera Magalhães. Quanta ignorância! Quanto preconceito! Quanto rancor disfarçado de opinião! É disso que estamos falando.

É impossível alguém professar uma crença e deixá-la em casa quando for ao debate publico/político.

É impossível alguém professar de alma e coração uma crença e deixá-la em casa para tomar esta ou aquela decisão.

E as decisões da ministra Damares, que envolvam aborto, crianças, mulher, família, etc, etc, serão tomadas tendo como ponto de partida sua crença religiosa. E não seria diferente se ela fosse da umbanda, do budismo, do islamismo ou ateia.

A segunda questão fundamental que Damares Alves questionou (não na condição de ministra) foi a “sacrossanta” Teoria da Evolução. Nessa, até o ministro Marcos Pontes deu piti. (Calma ministro!).

Não vamos alongar em demasia esse texto. Trataremos sobre o darwinismo em outra ocasião. Mas, recomendo esse meu post e lembro que a Teoria de Darwin é mais furada que queijo suíço.

Por Jakson Miranda

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Os que torcem pelo quanto pior, melhor

Gerou grande repercussão, logo após a posse de Jair Bolsonaro, o comentário da atriz global Marina Ruy Barbosa que expressou sua torcida por um país melhor sob o governo Bolsonaro e foi alvo de uma enxurrada de críticas. Trazemos essa situação já quase esquecida à tona, para evidenciarmos que há uma turma que torce pelo quanto pior, melhor.

Ao ler o teor das críticas um pouco mais de perto, salta-nos aos olhos duas verdades importantes:

Os críticos da atriz, a grande maioria seus fãs, são ignorantes e intolerantes. Simplesmente não conseguem separar a figura do presidente Jair Bolsonaro dos rumos do Brasil. Para sermos mais claros, em seu comentário, Marina Ruy Barbosa não dá nenhum indicativo de que tenha votado em Jair Bolsonaro. Arrisco dizer que não!

É didático o exemplo deixado por aqueles que se opuseram ao comentário da atriz global. Não se ocupam, vá lá, de criticar o presidente Bolsonaro, (entendendo aqui que a crítica deve apontar para uma alternativa melhor), mas, expõem uma sincera ojeriza contra o Brasil.  comportam-se assim porque acreditam piamente que o Brasil tem um dono: Luís Inácio Lula da Silva ou, de forma mais objetiva, que o Brasil deve pertencer a esquerda.

Não devemos estranhar, portanto, que esses descritos acima estejam ao lado dos terroristas que atentam contra a ordem pública no Ceará; mais, torcem para que essa barbárie se espalhe a outros estados. Quanto pior, melhor!

Conclusão: Temos aí um claro indicativo de que a despetização da nossa sociedade levará um bom tempo.

Cabe relembrar que sempre agiram assim. Não querem que o país avance, antes, torcem pelo quanto pior, melhor. Partem da premissa de que uma população miserável, sem segurança e sem perspectivas, estará mais sensível a aceitar as teses esquerdistas.

Por outro lado, é sabido perfeitamente que se em 2021 os ministros Sérgio Moro, Damares Alves, Ernesto Araújo, Paulo Guedes e Ricardo Velez Rodrigues estiverem em suas respectivas pastas, é porque o Brasil estará avançando. A população estará mais segura, desfrutando de uma economia pujante, de uma boa educação pública, livres, enfim, da doutrinação e decadência cultural.

Tudo isto, em suma, incomoda muita gente!

Por Jakson Miranda

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Faça xixi sentado para agradar o feminismo

Eu não respeito o feminismo.

O feminismo é totalitário.

Sorte que não sou famoso. Sou apenas um professor de história conservador que expõe suas opiniões neste portal, contando com a gentileza de alguns de vocês que me leem.

Se eu fosse famoso, estaria sepultando minha carreira neste momento: cometendo o crime de falar mal do feminismo.

Digo que o feminismo é totalitário porque ele se apresenta às pessoas como defensor das mulheres, inclusive – e principalmente – de sua liberdade.

Entretanto, experimente usar essa LIBERDADE para se opôr a alguma pauta feminista! Os canhões serão virados contra você. Sem trocadilhos.

Já escrevi textos que especificam porque considero o feminismo uma farsa. Já expliquei o que dizer para irritar uma feminista. Também abordei o salvo-conduto dado às feministas para praticar o politicamente incorreto e mostrei a mentira vigente no movimento das atrizes de Hollywood.

O feminismo não atua em prol da mulher, atua em prol das feministas, e neste insólito propósito acaba frequentemente cometendo sandices.

Tom Hickman no livro Um rabisco de Deus, uma obra sobre a história da sexualidade, relata um insano tópico recentemente acrescentado ao cartel de escrotices: Feministas suecas estão exigindo que os homens urinem sentados.

No ano 2000, elas exigiam que os homens sentassem para usar o toalete, em parte por questões de higiene, mas fundamentalmente porque o fato de ficar em pé significava “triunfar em sua masculinidade e, portanto, rebaixar as mulheres”.

Feministas da Universidade de Estocolmo fizeram campanha para eliminar os mictórios do campi, e as escolas primárias começaram a se livrar do objeto preso à parede para acostumar os jovens com a nova ordem.

Pois é, meu querido idealista tolinho. E você achando que era uma luta por direitos.

E não pense que o caso se restringiu a Suécia. Alemanha e Espanha embarcaram na onda.

E aqui no Brasil? Se reparou no link que relata o caso na Alemanha, é um blog feminista, que exalta o caso.

É assinado por uma feminista, aliás, mais feia que defecar na mesa do jantar.

As feminazis brasileiras querem pelo menos o direito de urinar em pé, citando a insana Simone de Beauvoir para justificar suas peraltices.

Welcome to the real world, my friend.

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E você achando que era por direitos legítimos…

É um troço totalitário, que afronta tudo, inclusive a nossa biologia corporal, no maluco ímpeto de controlar até o jeito de as pessoas urinarem.

Você foi enganada pelo feminismo? Caia fora. Ainda dá tempo.

Ninguém é obrigado a passar vergonha a vida inteira.

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 06/01/19

 

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