General Augusto Heleno não será vice de Bolsonaro

O general Augusto Heleno não será vice de Bolsonaro.

“Eu não tenho essa notícia, continuo aguardando essa decisão. Estou pronto para cumprir essa missão, mas não tem nada decidido. Vamos esperar a evolução dos acontecimentos diante da pouca possibilidade de Magno Malta ser o vice. Conheço Bolsonaro de cadete, foi meu atleta”.

Embora tenha dado a declaração acima, em tom otimista, o PRP, partido ao qual general Heleno é filiado, não aceitou fechar acordo com o PSL de Bolsonaro.

Leiam matéria de Veja.com

O general Augusto Heleno Ribeiro não será o vice de Jair Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto. Plano B do deputado após a recusa do senador Magno Malta (PR-ES), Heleno havia aceitado o convite, mas o PRP – partido ao qual o general está filiado – rejeitou a aliança com o PSL.

O PSL pretendia firmar o acordo em uma reunião ocorrida na noite desta terça. Mas, na conversa, os representantes do PRP alegaram que já haviam se comprometido com algumas alianças regionais e que não haveria viabilidade de consultar os diretórios para fechar questão em torno de Bolsonaro.

“O que eles alegaram é que não daria tempo de reunir os estados, que tem estados que já estão fechados com o governador e gente querendo apoiar outro candidado (à Presidência)”, disse Bolsonaro a VEJA nesta quarta-feira. Mesmo quando o PSL ofereceu uma aliança apenas no plano nacional, com liberdade nos Estados, a resposta foi negativa. “Todo mundo ficou chateado. Nós achamos que seria bom para o PRP”, afirma Bolsonaro.

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Um dos estados em que o PRP já fechou aliança é a Bahia, onde o partido anunciou recentemente seu apoio à reeleição do governador Rui Costa, do PT.

Agora, Bolsonaro tende a escolher alguém do próprio PSL para o posto. A advogada Janaína Paschoal, filiada à sigla, tem sido citada por ele como o nome mais provável depois de Malta e Heleno. Com a recusa de PR e PRP, Bolsonaro pode disputar a eleição com apenas 7 segundos diários de propaganda eleitoral na TV. O deputado ainda guarda esperança de atrair outra sigla para a coligação: “Até 5 de agosto, tudo pode acontecer”, diz.

Encerramos

Tenho certeza que o nome do general Augusto Heleno, como vice de Bolsonaro, seria visto de forma positiva por grande parte do eleitorado e seria um nome capaz de impor medo à esquerda.

Como foi dito em alguns comentários nas redes sociais, como o general, a esquerda pensaria duas vezes em propor impeachment de Bolsonaro.

Mas, não será desta vez, embora, caso seja eleito, com certeza Augusto Heleno fará parte de um governo Bolsonaro.

Por Jakson Miranda

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Bolsonaro e a Cúpula Conservadora das Américas

Podemos dizer, sem exagero nenhum, que o deputado Jair Bolsonaro é um dos grandes responsáveis pela realização da Cúpula Conservadora das Américas. É meritório que um evento dessa envergadura esteja ocorrendo no Brasil. Nossa torcida, é que seja um evento anual e que se espalhe por todo o Brasil.

A nota de decepção sobre o evento é que o Voltemos à Direita não estará presente, infelizmente. Esperemos pela próxima!

Leiam abaixo texto do site Senso Incomum

A Cúpula Conservadora das Américas, que será realizada em 28 de julho em Foz do Iguaçu (PR), abriu inscrições para o público e para a imprensa e ganhou site: www.cupulaconservadora.com.br. O evento é gratuito.

Espécie de reação ao Foro de São Paulo, a Cúpula foi concebida para, segundo o site, “reunir importantes líderes e economistas liberais da América Latina para debater os problemas atuais que ocorrem em nosso país e no mundo”. É organizada pelos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Delegado Francischini (PSL-PR).

Estão confirmadas as presenças do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ), do general Augusto Heleno, do economista Paulo Guedes, do Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança e do filósofo Olavo de Carvalho (por videoconferência).

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Entre os convidados internacionais estão a senadora colombiana María Fernanda Cabal, o cientista político e ativista venezuelano Roderick Navarro e o professor universitário chileno Francisco Javier Leturia Infante.

A Cúpula Conservadora das Américas será composta por quatro mesas-redondas, nas áreas de Economia, Segurança, Cultura e Política. O evento ocorre no Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, a menos de 2 quilômetros do aeroporto da cidade.

Texto extraído do site Senso Incomum

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Abaixo-assinado contra Dias Toffoli na presidência do STF

Foi criado há poucos dias, um abaixo-assinado para que Dias Toffoli não assuma a presidência do STF – Supremo Tribunal Federal.

Até o momento, o referido abaixo-assinado tem mais de 70 mil assinaturas! E a tendência é que esses números aumentem exponencialmente nos próximos dias.

Além dessa manifestação, foi protocolado no senado um novo pedido de impeachment contra o ministro do Supremo.

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As reações negativas contra Dias Toffoli se dão por seu histórico. Toffoli fora advogado do Partido dos Trabalhadores. Atuou na AGU por indicação de Lula e chegou ao Supremo Tribunal Federal, também por indicação do apedeuta. Vale destacar que nessa sua trajetória, Dias Toffoli foi reprovado em dois concursos para juiz.

Por conta de sua ascensão, pautada quase que exclusivamente por indicação política, não é exagero imaginar o ministro do Supremo, uma vez na presidência da Corte, atuar em favor da soltura do seu padrinho, seguindo o mesmo caminho trilhado pelo desembargador Rogério Favreto, sem incorrer em risco de punição. PGR pede aposentadoria compulsória para Rogério Favreto. Você acha justo?

É para evitar esse risco e mesmo maior desgaste à Corte, que o abaixo-assinado foi proposto. Leia o texto, escrito pelo jurista Modesto Carvalhosa, que fundamenta o pedido:

É dever do STF promover a pacificação da sociedade por meio de decisões que garantam a aplicação da Justiça, sobretudo no combate à corrupção que devasta o País, o que deploravelmente não tem ocorrido, retirando dessa Corte a legitimidade e o respeito que deveria naturalmente receber do povo brasileiro.

É chegado o momento histórico do Supremo retomar o seu papel fundamental, o que passa necessariamente pela eleição do seu próximo Presidente. A profunda divisão da sociedade demanda que o comando daquela casa, quebrando a rotina da eleição por antiguidade, recaia num Ministro que possa trazer a pacificação interna e a confiança plena da sociedade na sua mais alta Corte, para o que não está dotado o Ministro Dias Toffoli, pelas razões conhecidas por todos.

Exmos. Ministros, esse é o pleito que a nação brasileira lhes faz, em favor da paz social ameaçada e da restauração da respeitabilidade do próprio Supremo, agora posto mais uma vez a prova na escolha de seu Presidente, em setembro próximo.

Clique AQUI para participar do abaixo-assinado.

Por Jakson Miranda

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PGR pede aposentadoria compulsória para Rogério Favreto. Você acha justo?

Foi uma surpresa geral! No último domingo, 08/07, os principais jornais do país noticiavam que Luís Inácio Lula da Silva havia ganhado a liberdade. O desembargador Rogério Favreto, plantonista no TRF-4 havia concedido Habeas Corpus ao líder petista.

Ao longo do dia daquele domingo, o judiciário brasileiro foi palco de uma verdadeira queda de braço que só teve um ponto final quando o presidente do TRF-4, o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, manteve a prisão de Lula.

A pendenga não poderia ter outro desfecho. O Habeas Corpus concedido a Lula havia sido dado por um juiz que por 20 anos fora filiado ao Partido dos Trabalhadores.

Assim, após insistir erroneamente pela soltura de Lula, atuação para a qual o magistrado não tinha competência, Rogério Favreto foi alvo de duras criticas, justas, diga-se de passagem, por parte de seus colegas.

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E não só isso. Raquel Dodge, procuradora geral da República, encaminhou representação contra Favreto ao Conselho Nacional de Justiça. Para Dodge, o desembargador petista agiu de forma afrontosa contra os deveres da magistratura, por meio de uma sucessão de atos dolosos. Entendendo que o juiz-militante-petista tinha agido por motivações pessoais, a Procuradoria Geral da República pediu para o CNJ punir o desembargador Rogério Favreto com a aposentadoria compulsória.

O que é aposentadoria para juiz?

A aposentadoria compulsória a qual os magistrados estão sujeitos, é a mais grave punição que o CNJ pode aplicar. Isso porque o juiz, após dois anos, torna-se vitalício no cargo.

Diante da perspectiva de duríssima punição, muitos magistrados têm sido autores de graves condutas. Como exemplo, citamos o caso do juiz Amaury de Lima e Souza do TJ de Minas Gerais que foi apenado com a aposentadoria compulsória por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

Você acha justo que o desembargador Rogério Favreto seja punido com a aposentadoria compulsória?

 

Como já foi mencionada, essa é a punição que a PGR pede ao desembargador petista que tentou soltar Lula a todo custo.

Se condenado, Favreto continuará recebendo proporcionalmente seu salário, pago pelo contribuinte. Ele não é o único e caso condenado, tanto ele quanto seus pares que já foram condenados, custam aos cofres públicos a bagatela anual de R$ 16,4 milhões em pensões vitalícias e valores brutos.

Isso é justo?

Por Jakson Miranda

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O motivo do conflito entre Israel e Palestina

Sou um professor de história na casa dos 30. Não houve momento da minha vida em que Israel e Palestina não estivessem em conflito. E um conflito aparentemente insolucionável.

Os atritos se empilharam como tijolos. Poderia apelar a uma metáfora ruim e dizer que os tijolos construíram um muro de incerteza, entretanto, um mundo conflituoso não precisa de mais metáforas ruins, nem de enrolações desnecessárias.

Até porque nem tudo são incertezas. É perfeitamente possível perceber alguns padrões de sustentação do conflito.

A defesa da Palestina se tornou um padrão no esquerdismo. E isso, se não serve como argumento histórico analítico, tem pelo menos uma importante função: entender que há um forte componente ideológico norteando a análise.

É por isso que os noticiários, os comentaristas e os especialistas convidados a opinar na Globonews, Fantástico e assemelhados sempre possuem o mesmo viés.

Mas os fatos continuam sendo – me perdoem pela aparente obviedade – fáticos.Qualquer historiador que não seja um canalha sabe que os fatos até podem ser interpretados ideologicamente.

Mas não podem ser alterados para servir a uma ideologia.

E o que os fatos mostram?

Que neste conflito, enquanto Israel tenta negociar a coexistência entre os dois Estados, os palestinos não aceitam nada menos que a extinção do Estado de Israel.

De modo que se torna muito improvável – para não dizer impossível – chegar-se a uma resolução. Como fazê-lo, como negociar com quem admite que, sem concessões, quer sua total eliminação?

Israel defende a existência do Estado Palestino, desde que possa existir também!

Esta hipótese, ademais, não é boa o suficiente para os Palestinos.

Diante disso, tratar Israel como um opressor tirânico é mais do que canalhice! Os termos em que consigo pensar são irreplicáveis.

O progressismo politicamente correto assumiu um lado na querela. E é o lado dos palestinos. É o lado que quer a destruição plena do outro. Isso não pode ser relativizado. É o antissemitismo levado às últimas consequências.

Ironicamente, eles chamam de fascistas a quem defende Israel.

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Desde a partilha realizada pela ONU em 1948, os palestinos se recusam a aceitar o direito de que Israel exista como um Estado. Tal condição, por óbvio, obriga Israel a se defender a qualquer custo daqueles que abertamente NEGAM SEU DIREITO DE EXISTIR.

Israel se defendeu em 1948, logo após a partilha e permaneceu debaixo de ameaça constante até 1967 quando a Guerra dos Seis Dias eclodiu. Israel teve de se proteger de Síria, Egito, Jordânia e Iraque, que ainda tinham o apoio de outras nações muçulmanos.

Mas Israel conseguiu subsistir, e mesmo sendo atacado por todos os seus vizinhos, venceu a Guerra.

Israel permaneceu tentando a paz. Em 1978 deu ao Egito a península do Sinai, um território rico em Petróleo, porque o Egito aceitou assinar um tratado de paz.

A mesma condição sempre esteve disponível aos palestinos, mediante a aceitação da existência do Estado de Israel e da assinatura de um acordo.

Em 2000, Israel tentou novo acordo com os palestinos, oferecendo terras em troca de paz.

Os palestinos recusaram.

Portanto, entenda isso, que é de uma simplicidade ginasial: A PRIORIDADE DOS PALESTINOS NÃO É EXISTIR COMO UM ESTADO, MAS SIM DESTRUIR ISRAEL.

Se destruir Israel não fosse um imperativo, o Estado Palestino já existiria, num território fornecido pelo próprio Estado israelense!

Segue mais ativa do que nunca a imemorial tática de caricaturizar os judeus como opressores. A condição primaz para quem se embrenha em tais análises – a honestidade intelectual – dista dos objetivos de quem, possuído pelo demônio desinteligente do bom-mocismo, alega defender a paz quando se posiciona a favor de quem sempre incitou a guerra.

A grande mídia está sempre de prontidão para minimizar até o terrorismo, quando cometido contra Israel ou seus aliados. É comum ver os analistas de miolo-mole, intelectuais de moral disléxica, culpando os que foram atacados pelo pecado de provocar os que se auto-explodem, numa complacência indisfarçável com a barbárie que se justifica sob o cimento sujo do puro ódio contra Israel e seu povo.

Há um único Estado Judeu no mundo atual, contra vinte e dois Estados Árabes.

Isto mesmo: 22.

Mas eles não querem permitir que este único Estado exista.

Quem são, portanto, as verdadeiras vítimas?

No excelente vídeo a seguir, traduzido pelo canal Tradutores da Direita, Dennis Prager apresenta mais informações sobre este tema. Da forma mais didática possível, em cinco minutos, qualquer pessoa minimamente dedicada a encontrar a verdade dos fatos terá elementos irrefutáveis da verdadeira participação de Israel e de seus inimigos nos conflitos iniciados a partir de 1948.

Conhecer a verdade antes de opinar sobre um tema não é obrigação de ninguém.

Mas é um pressuposto inegociável para quem espera ser levado a sério.

 

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado originalmente no portal Gospel Prime 

 

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Twitter do autor: https://twitter.com/Renan_alvescruz

 

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Comunista Manuela D’Ávila queria falar asneiras sem ser corrigida

Após um pequeno hiato, voltamos à labuta e não poderíamos deixar de falar sobre a comunista Manuela D’Ávila do PC do B e sua entrevista ao Roda Viva da TV Cultura.

Manuela, como é habitual entre aqueles que não conseguem responder a uma única pergunta de forma objetiva, saiu do programa e logo começou o mimimi de que fora interrompida 40 vezes. Quanta polêmica!

A comunista Manuela D’Ávila queria falar asneiras sem ser corrigida ou contraditada!

Em sua defesa, saiu, ora vejam! A nulidade que atende pelo nome de Marina Silva. Para a comunista verde melancia, nem homem nem mulher “pode sofrer interrupção de suas falas no ato de expor suas propostas e ideias, pelo bem de uma cultura de paz e pelo bem do país”.

O problema é que a pré-candidata pelo PC do B, falou muito à vontade sobre suas ideias e propostas que se resumiam em aumentar a participação do Estado na economia e taxar as grandes fortunas.

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Qual o problema com o comunismo? Por que não sou comunista?

No mais, a comunista Manuela D’Ávila foi questionada sobre a ideologia dela e de seu partido, o comunismo, responsável pela morte de milhões de pessoas na China e URSS para ficarmos nesses dois exemplos.

Ao ser instada a comentar sobre as práticas de Stálin e Mao, Manuela justificou os atos desses genocidas, afirmando que se tratava de um ciclo de “guerras e de mortes”. (Ah, bom. Se é assim, sim)

Como de praxe, Manuela não condenou a ditadura na Venezuela e atuou como advogada do preso e condenado Lula. Ou seja, hipocrisia e verborragia delirante, essas foram às impressões que a comunista Manuela D’Ávila deixou no programa.

Resumo da ópera, por serem civilizados, respeitosos, cordiais e até simpáticos, os entrevistadores não contestaram com mais veemência as platitudes esquizofrênicas emitidas pela comunista que no mínimo, deveria ser chamada de mentirosa, apoiadora e entusiasta de monstros assassinos.

Por Jakson Miranda

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Lutadora Kyra Gracie rebate Marina Silva por comparar política à UFC

A ex-ministra, ex-petista e pré-candidata Marina Silva demonstrou todo o seu traquejo com as artes marciais e comparou o UFC à política brasileira e ao fazer isso entrou em rota de colisão com a lutadora Kyra Gracie.

“Eleição não é UFC. Não vou falar uma mentira do Ciro, do Alckmin ou do Bolsonaro. Eu quero ganhar ganhando!” Foi a postagem de Marina Silva nas redes sociais.

De pronto, a lutadora Kyra Gracie, tricampeã de jiu-jitsu rebateu a pré-candidata:

Uma pena você ter essa visão estereotipada sobre o MMA. Nosso esporte tem regras“. Tamanha indignação de Kyra obrigou Marina Silva a voltar às redes sócias e pedir desculpas por seu comentário.

Da polêmica, também ganha destaque os comentários que os fãs da lutadora fizeram.

Ela não acompanhou a evolução do UFC nos últimos 4 anos em que ficou hibernando. Disse um.

Ela já não fala, não tem ideia, não tem opinião, não tem alma, ai quando inventa de deixar alguém usar o twitter dela, da merda!! Foi o comentário de outro.

Os fãs da lutadora Kyra Gracie,assim como a grande maioria dos brasileiros sabem bem quem é a senhora Marina Silva. Esse é o verdadeiro recall que a pré-candidata possui. Ao comentar seu desempenho na última pesquisa de intenções de voto, no post O grande segredo da pesquisa Datafolha  afirmamos o seguinte:

De todas as rodas de conversa que já participei, de todas as conversas pessoais com colegas e amigos que já empreendi de 2014 até hoje, de todas as conversas paralelas que já escutei em nenhuma delas o nome da candidata Marina Silva é mencionado uma única vez.

Quanta popularidade e empatia, hein?!

Por Jakson Miranda

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O grande segredo da pesquisa Datafolha

Foi divulgado nesse domingo, mais uma pesquisa Datafolha. Nela, Jair Bolsonaro aparece com 19% das intenções de voto; seguido por Marina com 15% e Ciro Gomes com 11%.

Ainda segundo o instituto, Bolsonaro perderia no segundo turno para Marina Silva, para o presidiário Lula da Silva e Ciro Gomes. Ganhando apenas de Geraldo Alckmin e Fernando Haddad.

Não é de hoje que o Datafolha recebe duras criticas quando divulga os resultados de suas pesquisas. Foi essa a tônica de 2014 e certamente será a tônica de 2018.

Em julho de 2016, escrevemos aqui no blog o post intitulado A quem interessa a pesquisa Datafolha? No artigo, citamos reportagem do Estadão sobre a delação premiada de executivos da construtora Andrade Gutierrez. Segundo os executivos, a campanha de 2010 da petista Dilma Rousseff, recebeu dinheiro via caixa dois para o pagamento de pesquisas eleitorais. (Leia o artigo clicando AQUI).

Também em 2016, ao final do primeiro turno das eleições municipais, publicamos um outro texto com o titulo: IBOPE e Datafolha prejudicaram Flávio Bolsonaro ali, fizemos a seguinte observação:

Logo após o resultado final das urnas no Rio, constatou-se que os 7% atribuídos pelos institutos a Flávio Bolsonaro, dobrou para pouco mais de 14%. É muita coisa! É uma diferença que passa longe da margem de erro.

Diante dos expostos, o desafio dos institutos de pesquisa tem sido conferir credibilidade ao resultado de suas pesquisas.

Pois bem, e o que tudo isso tem a ver com a recente pesquisa do Datafolha? Como falei no inicio deste texto, o instituto continuará a receber duras criticas em 2018 sempre que seus resultados não estiverem condizentes com a realidade.

Nesse sentido, questionamos qual o grande segredo da pesquisa Datafolha?

Você, leitor ou leitora que nos leem; têm algum amigo, que é amigo, do primo de um amigo do irmão de um eleitor da senhora Marina Silva?

De todas as rodas de conversa que já participei, de todas as conversas pessoais com colegas e amigos que já empreendi de 2014 até hoje, de todas as conversas paralelas que já escutei em nenhuma delas o nome da candidata Marina Silva é mencionado uma única vez.

Minha suspeita é que esse meu relato não seja algo isolado. Ao contrário!

Estamos falando daquele típico questionamento galhofeiro:

Quem são os eleitores de Marina Silva? Aonde vivem? O que fazem? O que comem?

Bem, essas questões devem ser respondidas pelo Datafolha. O instituto tem em mãos um grande segredo que o Brasil não conhece.

Por Jakson Miranda

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Após tomar chá de cogumelo, eleitor vota em Dilma e Suplicy

Houve um período em que víamos as eleições de 2018 com o genuíno e esperançoso anseio de que finalmente teríamos uma renovação na política nacional. Ou seja, nomes como Dilma e Suplicy não seriam eleitos nem para porteiros de manicômios. Tudo indica que isso não vai acontecer.

Se por um lado Jair Bolsonaro lidera a disputa para presidente e já incomoda o centro (esquerda) e a esquerda radical, por outro, o eleitor resolveu deixar o Congresso Nacional um pouco pior. Pelas sondagens, (AQUI e AQUI) Dilma e Suplicy são nomes certos no senado. Ela por Minas Gerais, ele, (pasmem!) por São Paulo.

Em São Paulo, o cenário é horripilante: Se não for Eduardo Suplicy, será sua ex-esposa. Por fora e com poucas chances até aqui, corre o único que poderia representar um aleto, pastor Marco Feliciano – Marco Feliciano critica Pabllo Vittar: No que se transformou o pastor deputado?

Por Minas, tudo indica que teremos Dilma e Aécio – Cuidado mineiros, Dilma e Aécio querem seu voto!

Não duvido que entre os eleitores dessas figuras que representam o que há de mais grotesco na política, muitos tenham apoiado entusiasticamente a greve dos caminhoneiros. O irônico é essas pessoas afirmarem lutar contra os impostos (ou o elevado preço dos combustíveis) e meses depois, elegerem como representantes os responsáveis diretos por estarmos aonde estamos.

Só há uma explicação para tamanha incoerência

Se os EUA caminharam rumo à independência a partir de uma revolta conhecida como festa do chá, aqui também há aqueles que enxergaram na greve dos caminhoneiros como o ponto de partida para uma revolta do chá, mas, diferentemente daquela ocorrida no século XVIII, por aqui, andou-se tomando muito chá de cogumelo. Essa é a explicação mais simpática. A outra possível explicação, bem, não queiram saber…

Tem haver com o conteúdo que esses eleitores têm na cabeça, nada diferente do conteúdo encontrado na cabeça de um camarão. Acho que não preciso me explicar. Quem não se enquadra no perfil traçado acima vai entender já quem se enquadra, identificar-se ali já é um grande progresso.

Para finalizar, deixo registrado que não adianta defender de forma histérica porra louquice nas ruas depois que a merda está feita e fedida. A ser assim, confirma-se a tese de que o problema do Brasil não está nos políticos, está em que vai a urna votar.

Por Jakson Miranda

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O que faria um presidente conservador diante da greve dos caminhoneiros?

Após escrever o artigo Diante de rodovias bloqueadas, o que faria Jair Bolsonaro? Me vi obrigado a apresentar uma resposta conservadora a atual crise. Deste modo, parto do seguinte questionamento: o que faria um presidente conservador diante de uma greve de grandes proporções?

De antemão esclareço que não pretendo e não tenho condições de apresentar uma resposta ou, um receituário que um futuro presidente conservador deva seguir passo a posso nessas circunstâncias. Não se trata de um receituário porque as variáveis culturais, políticas e econômicas são diversas de modo que situações aparentemente semelhantes requerem das autoridades respostas diferentes.

Já no primeiro artigo em que abordei a questão, deixei registrado que a greve dos caminhoneiros se trata de uma ação de uma categoria de profissionais que têm por objetivo mais benesses para si. E é isso que é.

Nesse particular, salta aos olhos o fato de que o governo Temer foi e continua sendo inapto ao lidar com os grevistas. O governo acusou o golpe e não fez resistência em tornar-se refém do movimento. O resultado não podia ser pior, para o governo e para aqueles que apoiaram entusiasticamente os bloqueios de rodovias: recursos do contribuinte serão utilizados para subsidiar a redução do valor do diesel.

O governo busca no aumento da tributação sobre a folha de pagamentos de diversos setores uma fonte de recursos para bancar parte da redução dos preços do diesel. Porém, o texto aprovado na Câmara zera o Pis/Cofins do diesel até o fim do ano, benefício maior que o oferecido pelo governo, que quer uma redução parcial do tributo.

É possível afirmar que o atual governo não tinha muito que fazer: É um governo impopular, que se encontra em seu sombrio crepúsculo. Estamos falando de um mandato que teve, aparentemente, como principal projeto de país remediar o estrago causado pelos anos de petismo, até outro dia, frise-se, companheiros de chapa.

O que faria um presidente conservador diante da greve dos caminhoneiros?

Dito isto, para que um presidente conservador consiga enfrentar semelhante situação é necessário que seu governo tenha sido eleito com um projeto de país bem definido. Qual o Brasil que se deseja e quais os meios para se chegar lá?

Se não estou enganado, foi exatamente isso que fez a primeira ministra Margaret Thatcher. Ela sabia o que queria e como conseguir. Por esse motivo, quando os poderosos sindicatos ingleses (e duvido muito que o sindicato dos caminhoneiros no Brasil seja tão forte quanto o era os sindicatos britânicos da década de 80) declararam guerra a Thatcher, a Dama de Ferro mostrou que estava preparada para a batalha: Não cedeu um milímetro aos grevistas, enfraqueceu os sindicatos e levou a Inglaterra a um novo patamar econômico e social.

Finalizamos indagando qual dos postulantes a ocupar a presidência da República está disposto a tomar Margaret Thatcher como modelo a ser seguindo quando o assunto for paralisações organizadas por este ou aquele sindicato, por esta ou aquela categoria?

P.S. No processo de edição deste artigo, tomamos conhecimento de um texto publicado no blog do Rodrigo Constantino que, assim como o nosso, centra-se no legado da Dama de Ferro. Pode ser um bom indicativo de que se deu certo lá,  com os ingleses, pode funcionar por aqui.

Por Jakson Miranda

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