Nosso parlamento está cheio de ratos

Ninguém em sã consciência é capaz de negar a necessidade de se fazer a tão indigesta reforma da Previdência. E o que faz o Congresso? Oras, finge desconhecer que essa necessidade era para ontem, logo, fica-nos a impressão de que os nobres congressistas endoidaram. Não, não endoidaram. Não há, creio eu, casos graves que requeiram a intervenção de um psiquiatra. A verdade é que este momento é mais do que oportuno para identificarmos uma vez mais, quem são os verdadeiros parlamentares e quem são os ratos travestidos de deputados e senadores.  Aqui, vale o registro do brilhante artigo escrito Junior Gurgel, no blog do Polibio.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””] Conta à fábula, que uma grande comunidade de ratos vivia tranquila e se reproduziam rapidamente num velho armazém. Por mais que seu proprietário tentasse envenená-los, não conseguia. Ratoeiras? Nem pensar, cardápio diferente. Era melhor continuarem nos grãos. Até que cansando, o dono do depósito resolveu botar um gato. Na primeira noite, três vítimas. Durante o dia ou a qualquer hora, o gato atento, mesmo dispensando refeição extra, matava-os por instinto predatório. Em uma semana, as baixas foram grandes. Os ratos acuados se reuniram para discutirem o destino da comunidade. Surgiu a ideia de botar um chocalho no gato, pois ao andar, com o som do chocalho, eles localizariam onde estava o bichano. Todos concordaram. Então veio à pergunta irrespondível: quem vai botar o chocalho no gato? Não apareceu o voluntário.

No sábado (17.03.2019), um dia antes de o presidente Bolsonaro viajar para os Estados Unidos, o irreverente Rodrigo Maia convidou-o para um churrasco íntimo em sua casa, onde discutiriam “minúcias” sobre a reforma da Previdência. No encontro, apenas ele, o ministro Onyx Lorenzoni e o convidado (Jair Bolsonaro). Desconfiado da cortesia e conhecedor da “malandragem carioca”, o presidente foi. Mas, levou consigo 17 convidados. Dentre eles, alguns generais, o ministro Heleno do Gabinete de Segurança Institucional. Para surpresa de todos, quem estava lá era o Ministro Dias Toffoli, presidente do STF, David Alcolumbre (presidente do Senado) e seu ex-ministro da Casa Civil, Gustavo Bebianno (?).

A ousadia do destemido Rodrigo Maia, pressionado e instigado pelo famigerado “centrão”, é de um afoito inominável. Ao lado de David Alcolumbre – presidente do Senado – “armaram” para tentar botar o chocalho no gato (Bolsonaro). Mas, para o bem geral da nação, o ímpeto foi abortado pelo excesso de testemunhas. A partir da “cabeça” do ministro Sérgio Moro, ocupação de cargos estratégicos (com dinheiro) pelo centrão; barrar pedidos de impeachment de ministros do STF; impedir instalação da lava-toga e fim da lava-jato, tudo seria discutido e pleiteado. Um registro fotográfico discreto seria providenciado, e espalhado nas redes sociais, fato que geraria suspeitas no eleitorado de Bolsonaro e em toda a sua equipe de abnegados da causa de mudar o país. A foto ainda foi feita e divulgada. Mas, não conseguiram esconder o Gen. Heleno, delegado Waldir, ministra Damares.   [/perfectpullquote]

Perfeito!

Acredito que a esmagadora maioria dos eleitores de Jair Bolsonaro sabe por que votaram no presidente e uma das pautas caras a Bolsonaro, em sua campanha, era o fim do toma lá, da cá. Chama-se articulação, mas é mesmo “toma lá, da cá“. Tem o mesmo efeito do queijo e seus derivados, ou seja, tudo aquilo que aguça o olfato e apetite da ratazana.

Em síntese, será uma derrota acachapante se o governo Bolsonaro ceder a esse tipo de “articulação”, mesmo que a não adesão a essa articulação, custe a reforma da Previdência. Nesse caso, saberemos quem foram os responsáveis.

Que fique claro! Os verdadeiros parlamentares pegarão a proposta enviada pelo governo, debaterão ponto a ponto e apresentarão melhorias (É essa a função do Congresso!). Já as ratazanas pegarão a proposta enviada pelo governo e farão da tribuna um palco para sua “dancinha do queijo” que cinicamente chamam de articulação, mas que na realidade, não passa do velho, vicioso e danoso “toma lá, da cá”. Nosso parlamento está cheio de ratos. Que não seja por muito tempo.

Por Jakson Miranda

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Jornal Estadão ataca governo Bolsonaro e seus eleitores

Nunca se duvidou que a grande imprensa faria forte oposição ao governo Bolsonaro. Isso era esperado e seria saudável. De fato, é função da imprensa vigiar os poderosos de plantão. Todavia, o que estamos assistindo, é uma imprensa que resolveu ser inimiga do governo. Há uma colossal diferença entre fazer oposição e se comportar como inimigo de um governo eleito pela maioria dos eleitores. O jornal Estadão optou pelo último. Em matéria publicada neste domingo 17/03, o jornal acusou o presidente Jair Bolsonaro de está envolvido direitamente em supostos ataques orquestrados contra a “santa” e “impoluta” imprensa. Já abordamos essa questão aqui em nosso blog. Ao escrevermos o artigo Governo Bolsonaro e a imprensa: o terceiro turno começou sobre a “crise” causada pela demissão do então ministro Bebianno, anotamos o seguinte: [perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””] É esse ativismo virulento e superficial da mídia que quer fazer-nos crer que há uma crise no governo. Pior, sugere-nos de forma nada sutil que o ex-ministro Bebianno não merecia ser exonerado. Aqui vão as questões objetivas de toda a situação: Quais as causas dessa suposta crise do governo? Do que o presidente Bolsonaro está sendo acusado? Compra de votos? Desvio de verbas públicas? Verdadeiramente, as suspeitas que vieram à tona sobre os candidatos laranjas no PSL é algo grave e deve ser investigado com profundidade. Nesse particular, o então ministro não conseguiu dar uma explicação plausível e muito menos se afastar das suspeitas. Pior, tudo indica que no desenrolar das coisas, Bebianno levaria de forma inapropriada e imprudente o presidente da República para o epicentro das suspeitas. Nesse contexto, a imprensa optou por apoiar o ministro e atuar contra o governo. [/perfectpullquote]

Em outro brilhante texto, nosso colunista Renan Alves da Cruz foi ao cerne da questão e fez o registro:

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””] No que a imprensa brasileira se transformou? Acho que já é tempo de parar com este tacanho teatrinho de máscaras! Nós sabemos, e vocês, jornalistas, também sabem que a população já não dá mais a mínima para o que vocês noticiam. E, diferente do que vocês fazem parecer, isso não é uma ameaça à democracia, mas exatamente o contrário: é um grito democrático, de quem reconheceu ter sido manipulado por anos, mas cansou. [/perfectpullquote]

Jornal Estadão e Cia

Em sua guerra rancorosa nem mesmo a velha imprensa consegue se entender: Para o Jornal Estadão, estamos diante de uma ação típica de jacobinos.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]Como cruzados em luta para conquistar Jerusalém, os bolsominions e os olavetes, como eles são mais conhecidos fora de seus mundinhos, insurgem-se contra os adversários de Bolsonaro e Olavo de Carvalho e contra aliados que ousam discordar dos dois, ainda que de forma pontual. Não por acaso, receberam a alcunha de “jacobinos”, em referência ao movimento surgido na Revolução Francesa, em 1789, que defendia o extermínio da aristocracia e se tornou conhecido por impor o terror no país.[/perfectpullquote]

Já para aqueles que assinaram uma matéria na Isto É, o governo Bolsonaro é um notório e declarado inimigo da “revolução”.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]Com palavras e ações, o presidente Bolsonaro e seus ministros Damares Alves e Ricardo Vélez insistem em impor ao Brasil retrocessos que remetem aos tempos mais obscuros da história[/perfectpullquote]

Logo, como o governo não pode ser jacobino e ao mesmo tempo ser antirrevolucionário, resta claro que estamos diante de dois embustes propagados pelo jornal Estadão e pela revista Isto É. Por fim, o Estadão presenteou seus leitores com a seguinte declaração:

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]No Brasil, nos tempos do PT, também havia uma máquina implacável de destruição de reputação de adversários, em especial de jornalistas. A diferença é que, naquela época, os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e seus parentes procuravam não se envolver diretamente, ao menos em público, na “guerra suja”.[/perfectpullquote]

A mensagem é clara: para o Estadão, Lula e Dilma possuíram certa nobreza que falta aos Bolsonaros. “Ao menos em público“, Dilma e Lula eram moralmente superiores a Bolsonaro e seus filhos. Toda a grande velha imprensa estão trilhando um caminho sem volta. Com a derrocada deles, ganha o povo e se fortalece a democracia.

Por Jakson Miranda

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Não são jornalistas: são militantes

No que a imprensa brasileira se transformou?

Acho que já é tempo de parar com este tacanho teatrinho de máscaras!

Nós sabemos, e vocês, jornalistas, também sabem que a população já não dá mais a mínima para o que vocês noticiam.

E, diferente do que vocês fazem parecer, isso não é uma ameaça à democracia, mas exatamente o contrário: é um grito democrático, de quem reconheceu ter sido manipulado por anos, mas cansou.

Aliás, chamar quem denuncia sua ignomínia de “ameaça à democracia” é a confirmação daquilo que a imprensa brasileira se tornou.  

Sua única serventia para o cidadão brasileiro médio é a de ver aquilo que vocês conclamam e fazer exatamente o contrário.

Vocês se consideram aptos a “modificar e influenciar a sociedade”, na arrogância típica dos ditadores, que consideram que todos devem aderir àquilo que consideram o ideal.

Vige um perfil ditatorial no papel que a imprensa brasileira se atribui. O medo das redes sociais, com críticas e tentativas constantes de dominá-las, por não aceitarem que elas possibilitem um fluxo de informações não filtrado por sua peneira ideológica, é a comprovação de que vocês não estão nem aí para a liberdade e para a verdadeira democracia.

O propósito de manipulação é claro. Observam-nos todos como imbecis prontos para o abate. Criam uma narrativa e adequam as notícias a ela.

O que não acontece criam, o que acontece, acondicionam segundo seu planejamento prévio, de modo a encaixar na narrativa.

A grande imprensa brasileira pratica Fake News sistematicamente, mas tem a desfaçatez de acusar da prática a quem denuncia seu modus operandi.

Isso por si só é o suficiente para que nunca mais demos crédito a uma linha vinda de suas redações pútridas.

Vocês são as Fake News.

Durante as eleições de 2018 a trama foi explícita. Esconderam notícias que prejudicavam Haddad enquanto inflavam as que prejudicavam Bolsonaro. O desespero era tão grande que não se preocuparam nem em esconder. A parcialidade era explícita.

E agora, a cada dia do governo de Jair Bolsonaro, torcem e retorcem os fatos para que se encaixem em suas narrativas.

Estamos cansados.

Este artigo é uma conclamação a todos aqueles que estão saturados de tanta mentira e militância travestida. Continuemos usando as redes sociais, buscando fontes de informação que não estejam submetidas a um projeto de poder.

Cancelem suas assinaturas, não dê sua audiência, nas lhes ceda cliques.

Estamos produzindo uma grande mudança no Brasil. Somos parte dela.

Destronar a imprensa militante é um dos principais tópicos do conserto do Brasil.

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 09/03/2019

 

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Eba, acabou o carnaval! Bolsonaro sofrerá impeachment?

Não é que no último dia oficial de carnaval a porca imprensa brasileira e toda a esquerda encheram-se de pudores moralistas e reagiram a um vídeo divulgado pelo presidente em uma rede social?

Imprensa e esquerda que aplaudem criança tocando em homem nu (diziam que era uma expressão artística).

Imprensa e esquerda que aplaudem e se calam diante de aberrantes casos de escárnio a religião cristã, sejam esses escárnios praticados por ativistas gays ou escolas de samba.

Qual a moral que esse pessoal tem para pedir o impeachment do presidente que postou um vídeo denunciando a imoralidade e de crime de atentado ao pudor protagonizado por dois “foliões”? 

Lógico, apressam-se nessa grita contra o presidente para não terem que abordar e discutir o real problema: O conteúdo do vídeo.

Agem como falsos moralistas para escamotear uma vergonhosa imoralidade digna de filme pornô, feita à luz do dia em uma rua pública e não aceitam e muito menos reconhecem que a mensagem que o presidente Bolsonaro passou é a de que safadeza tem limites, até mesmo no carnaval. Para essa gente, não há limites para a safadeza e não reconhecem nenhum pudor.

Mas e aí, Bolsonaro sofrerá impeachment? Por isso?  Levantar tags na madrugada sugerindo tal medida não passa de uma ação fruto de delírios de quem está sofrendo os efeitos carnavalescos: excesso de álcool e muita “pegação”.

Por falar em excesso de álcool e muita pegação, não devemos nos furtar em especular sobre a finalidade de tal festa. Há quem diga que o carnaval é um patrimônio do Brasil e zelar por esse “bem” é um ato de patriotismo. Uau! Todos nós sabemos como o carnaval brasileiro é conhecido no resto do mundo, certo?!

Pois bem, abordando a finalidade do carnaval, poderíamos dizer que na condição de seres humanos, vivendo em comunidade e fazendo parte de diversos tipos de relacionamentos, concordamos que não há contra indicações em festejarmos algo, muito pelo contrário. O ser humano, seja ele brasileiro ou não, gosta de festa e de compartilhar com os amigos suas alegrias e esquecer os problemas e tristezas.

Todavia, não é isso que podemos dizer sobre o carnaval. No carnaval, não são esquecidos os problemas e não se aliviam as tristezas, muito pelo contrário, aumentam! Não é difícil imaginar e concordar com tal realidade.

Aliás, nos próximos dias, divulgarão o número de mortos nas rodovias do país. Seria prudente e instrutivo que também fosse divulgado o número dos casos de coma alcoólico, overdose, DSTs, gravidez, divórcios, agressões domésticas, depressão, etc, do período de carnaval.

Diante dos dados tenho absoluta certeza de que a população não reclamaria se esses dias fossem taxados como prejudiciais à saúde.

Essa é a real natureza do carnaval! Um evento que ao cabo, não deixa nada de positivo e proveitoso no organismo, na alma e na mente de quem dele participa.   

Por Jakson Miranda

Governo Bolsonaro e a imprensa: o terceiro turno começou

O governo Bolsonaro está chegando ao seu segundo mês. Logo, começa a traçar os projetos que serão debatidos e votados pelo Congresso. Nesse momento, dois ganham destaque: a Reforma da Previdência e o Pacote anticrime do ministro Sergio Moro.

Muita coisa ainda será feita, proposta, aliás, muita coisa JÁ está sendo feita e aqui, faço menção ao trabalho do ministério da Educação, e as ações da ministra Damares. Em síntese, quem votou em Jair Bolsonaro pensando em mudanças reais, não está arrependido, essas mudanças estão acontecendo.

Por outro lado, todos nós sabíamos que após as eleições de outubro teríamos um terceiro turno. Eis que ele chegou!

Com a esquerda partidária agonizando, coube a esquerda midiática esquecer uma vez mais o jornalismo e aderir a mais vil, mentirosa e covarde campanha contra o governo.

É esse ativismo virulento e superficial da mídia que quer fazer-nos crer que há uma crise no governo. Pior, sugere-nos de forma nada sutil que o ex-ministro Bebianno não merecia ser exonerado.

Aqui vão as questões objetivas de toda a situação:

Quais as causas dessa suposta crise do governo?

Do que o presidente Bolsonaro está sendo acusado? Compra de votos? Desvio de verbas públicas?

Verdadeiramente, as suspeitas que vieram à tona sobre os candidatos laranjas no PSL é algo grave e deve ser investigado com profundidade. Nesse particular, o então ministro não conseguiu dar uma explicação plausível e muito menos se afastar das suspeitas. Pior, tudo indica que no desenrolar das coisas, Bebianno levaria de forma inapropriada e imprudente o presidente da República para o epicentro das suspeitas.

Nesse contexto, a imprensa optou por apoiar o ministro e atuar contra o governo. Vou além e confesso que NÃO vejo como coincidência que a “crise” tenha sido plantada um pouco antes das proposta de Reforma da Previdência e do pacote anticrime chegarem ao Congresso. Ou seja, ao expor mensagens de whatsapp do presidente que não levam a nada e a partir daí tentar desestabilizar o governo, o principal alvo não é Jair Bolsonaro mas o futuro do Brasil.

Dito isto, reconhecemos que o presidente Bolsonaro e sua equipe erraram. Erraram porque Bebianno deveria ter sido exonerado logo após suas primeiras explicações furadas sobre os problemas de campanha de alguns candidatos do PSL.

Por Jakson Miranda

 

Jornalista: Formador de opinião ou papagaio de pirata bêbado?

Jornalista: Formador de opinião ou papagaio de pirata bêbado? Ser papagaio de pirata já não é um titulo virtuoso, longe disso. Ser papagaio de pirata bêbado deve ser algo tão vergonhoso que aquele que recebe tal homenagem deveria realizar uma seria autocritica. É de fato isso que alguns jornalistas têm sido (papagaios de pirata bêbado) e é isso que esses profissionais precisam fazer, (uma séria autocritica). Portanto, resta ao jornalista essas duas opções: Papagaio de pirata bêbado ou um reconhecido formador de opinião.

Pois bem.

É perceptível e inegável que estamos vivendo um momento histórico na nossa política. É um momento que tem como causa e consequência o cansaço da população a política de compadrio. Quem acreditou ou apostou que esse cansaço não daria em nada está quebrando a cara.

Nessa nova conjuntura, ou “Nova Era” da política nacional, as redes sociais têm exercido poder cada vez maior não apenas na escolha dos representantes, mas também sobre as decisões que estes tomam nas assembléias. Isso ficou evidente na recente eleição para o senado. Foram as redes sociais quem derrotou Renan Calheiros! O mérito é todo daqueles que se mobilizaram durante os dias de votação.

Diante dessas observações, chega-se facilmente ao diagnóstico de que aqueles políticos que sempre se valeram dos subterrâneos do poder, não terão vida fácil. Cedo ou tarde, darão seu adeus vergonhoso e melancólico da vida pública. Os exemplos estão aí.

Por outro lado, chega a ser preocupante o trabalho de alguns profissionais da imprensa. Não me refiro unicamente as opções ideológicas desses profissionais, mas essencialmente, a leitura da realidade que eles têm feito.

Por honestidade, devo citar nominalmente o ilustre Carlos Andreazza.

Por óbvio que Andreazza não é o único e reconheço que contam-se nos dedos os jornalistas formadores de opinião que estão sabendo análisar de forma certeira e bem fundamentada o atual cenário político.

É preocupante porque o trabalho desses profissionais não é o de apenas opinar; pelos postos que ocupam e pelo destaque e repercussão de suas falas, são formadores de opinião.

Andreazza, como formador de opinião, errou feio ao falar sobre as chances de Bolsonaro vencer a eleição.

Andreazza, como formador de opinião, não economizou críticas ao discurso de posse do ministro Ernesto Araújo e pouco depois, viu-se obrigado a elogiar o trabalho do mesmo ministro.

Mais recentemente, outro erro lastimável: afirmou que em nada daria a atuação do ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni na eleição para presidente do senado.

Não é razoável que alguém que tem íntima relação com a leitura, como é o caso do editor da Record, não seja capaz de ler uma realidade que está sendo escrita em letras garrafais.

Fazer analise política requer mais que opiniões jogadas ao vento. Requer autoridade porque quem se compromete a fazer-las, as faz com o intuito de formar opinião.  Oras, formar opinião é uma responsabilidade que reclama ponderação, humildade e discernimento.

Discernimento para separar preferências pessoais da realidade objetiva. Ponderação para saber olhar para as diferentes variáveis e humildade para pedir desculpas quando errar.

A grande maioria dos jornalistas que se propõem a fazer análise política não seguem esse receituário e por isso não angariam credibilidade, antes, passam ridículo e são alvo de piadas e “zoação”. Um pirata bêbado deve ser zoado pelos seus companheiros. Seu papagaio… coitado!

Por Jakson Miranda

Dica de Livro #02: Contra a idolatria do Estado – Franklin Ferreira

Este é o melhor livro sobre política à luz da cosmovisão cristã que você vai encontrar no mercado brasileiro.

Franklin Ferreira é um intelectual cristão de ampla valência por possuir também vasta bagagem acadêmica secular. Ele não se restringe à bibliografia cristã-protestante, a qual também, diga-se de passagem, é versado; e para um livro sobre política este conhecimento é essencial.

Nesta obra fica claro o quão deletéria e antibíblica é a estatolatria promovida pela esquerda, que atribui ao Estado um poder quase transcendente, como se ele próprio fosse um Deus.

Erro que a direita pode incorrer se idolatrar seu campo político, tornando-o não um meio, mas o fim em si.

Leia mais:

Escola sem Partido: uma necessidade urgente

O comunismo deveria ser proibido. Mas proibi-lo é a forma errada de atacá-lo

A obra ainda demole a farsa, escorada no chamado “consenso acadêmico” de que o nazismo era de direita. Dizer que algo é consenso acadêmico se tornou a forma de explicar porque se defende tal ideia. É consenso, pronto é acabou… Não precisam explicar o porquê… E assim a farsa se mantém intocada.

Se você procura bibliografia responsável que demonstre que o nazismo não encontra guarida no que a direita defende, este livro pode solucionar seu problema.

O Estado não pode realizar aquilo que Deus chamou seus filhos para fazer. O Estado não substitui nossa responsabilidade social individual.

Ou você idolatra Deus ou idolatra o Estado. Os dois não dá.

Ano: 2016 / Páginas: 288
Editora Vida Nova – Idioma: português

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Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 31/01/19

 

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Você acredita na inocência do Flávio Bolsonaro?

A grande imprensa está tratando o caso Flávio Bolsonaro como um escândalo de proporções cósmicas.

Primeiro, noticiou-se uma movimentação de 1 milhão e 200 mil reais na conta do ex-assessor, Fabrício Queiroz. Pouco se destacou que esse valor, na verdade, significa 600 mil de entrada e 600 mil de saída no período de 12 meses.

Agora, é passada a informação de que entre 2014 e 2017, Queiroz movimentou sete milhões de reais. Será que esse volume financeiro é oriundo de salários e da compra e venda de veículos, ou, são na realidade, valores que espelham uma intrincada rede de corrupção na qual o filho do presidente Bolsonaro estaria envolvido? 

A despeito do questionamento acima, pontuamos que o caso Queiroz é para todos os efeitos e até a presente data, um problema do Queiroz.

Segundo, e é provável que tenha sido até o momento a notícia mais impactante, foi noticiado em tom de denúncia, que o deputado estadual e hoje senador Flávio Bolsonaro recebeu uma sequência de depósitos em caixa eletrônico, cada um no valor de dois mil reais, totalizando noventa e seis mil reais.

Um dia depois, soube-se que um título no valor de um milhão de reais havia sido pago em favor do senador. E diante do noticiário, muitos se faziam a mesma pergunta. Qual a origem desses recursos? 

Embora a grande imprensa e certos oportunistas (Não é o caso de Kim Kataguiri) tenham se deleitado com a noticia dos depósitos, em entrevistas a Rede Record e Rede TV, Flávio Bolsonaro ofereceu uma explicação convincente. Segundo o senador, as movimentações financeiras atribuídas a ele tem origem na venda de um imóvel. Fato este corroborado pelo próprio comprador do imóvel.

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Leia também:

 

Carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro

 

Eleições 2018 – Cuidado! As Fake News querem te enganar de novo [/perfectpullquote]

Esse é o ponto em que nos encontramos no dia de hoje.

Todavia, é importante registrarmos que não é nosso intuito inocentar o senador Flávio Bolsonaro, ao contrário, seja quem for que se investigue e se puna os responsáveis. Entretanto, o que salta aos olhos de qualquer pessoa que acompanha o caso, é o sensacionalismo da grande imprensa que nada mais faz do que jogar enxurradas de informações sem a menor preocupação em averiguar a veracidade dos fatos.

Logo, caso o senador do PSL esteja falando a verdade, o que dirão aqueles que dia a dia publicam tais informações, ora em tom de denuncia, ora em tom de sentença? Em outras palavras, há um real interesse na mídia com a verdade ou o que estamos assistindo nada mais é do que uma brutal tentativa de manipulação da opinião pública valendo-se de factoides?

Em síntese, não poderíamos escrever um texto sobre o caso Flávio Bolsonaro sem levantamos todas essas indagações, reconhecendo a urgência e necessidade de serem respondidas. Essa é a cobrança de TODOS aqueles que votaram em Jair Bolsonaro e no senador.

Por fim, dentro de todo esse contexto apresentado, a última indagação que levantamos é: Flávio Bolsonaro é inocente ou, você acredita na inocência de Flávio Bolsonaro?   

Por Jakson Miranda 

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Dica de Livro #01: Os tolos morrem antes – Mario Puzo

O que seria da vida sem boas leituras?

Nesta série, compartilharemos com nossos leitores alguns livros que merecem recomendação.

Inauguramos a série com Os tolos morrem antes, de Mario Puzo.

 

Mario Puzo é o autor de O Poderoso Chefão.

Isso não é pouco, convenhamos.

Mas seu melhor livro é Os tolos morrem antes.

Já li este livro três vezes e a cada leitura fico mais extasiado com o fato de estar repleto de significados, embora totalmente despretensioso. Não tenta ser alta literatura, é só literatura popular mesmo, mas mesmo assim é tão bem construído e sutil…

No começo do livro John Merlyn, o personagem principal, está em Las Vegas. É um fracassado viciado em jogo que anda num grupo com outros fracassados viciados. Sempre perdem.

Numa noite, um deles, Jordan, tem uma maré de sorte como nunca vista. Jordan ganha, ganha, ganha e ganha.

Abarrotado de dinheiro e fichas, Jordan sobe para seu quarto de hotel… e se suicida.

Fique tranquilo. Isso não é um spoiler. Acontece nas primeiras páginas. Precisei te contar porque sem essa revelação não posso fazer esta resenha.

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Leia mais:

Não fale com estranhos

Digressões sobre a esquerda adolescente a partir de Salinger

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Merlyn segue sua vida. Ambiciona ser escritor e no caminho se torna amigo de Osano, um escritor consolidado, que rouba a atenção na obra, tamanho seu carisma (ou não?). Osano quer ganhar o Nobel e não tem escrúpulos a respeito de nada e nem ninguém.

Em meio a tudo isso, Merlyn vive sua vida. Se estabelece em Vegas, onde seu coração pulsa, e persegue seus sonhos. Sabe destruir e sabe se erguer quando é destruído.

A única coisa que Merlyn nunca consegue entender, e que se torna o fantasma de sua caminhada, é porque diabos Jordan se suicidou…

A trajetória de Merlyn nunca se desvencilha daquele suicídio, e você se encontrará refletindo a respeito, tentando constatar se efetivamente os tolos morrem antes.

Li uma batelada de livros na vida. Este figura no meu top 10.

Ano: 1978 / Páginas: 532
Idioma: português
Editora: Record

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Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 22/01/19

 

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Carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro

Senhor presidente Jair Bolsonaro.

Com muita alegria assisti sua posse. O senhor representa a minha esperança e a de milhões de brasileiros que não suportavam mais os conchavos, a sujeira, a corrupção e a leniência com o crime.

Votei no senhor. Mais do que isso, fiz campanha ostensiva.

Entrei em discussões, perdi alguns colegas na caminhada. Mas não me arrependo de nada. Fui parte do gigantesco exército de anônimos que o defendeu quando as calúnias foram levantadas. Orei pelo senhor quando caminhou pelo vale da sombra da morte e convenci indecisos de que votar no senhor era a melhor opção.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

Nós confiamos sim no senhor, mas se algo se demonstrar indevido, estaremos na trincheira oposta. Nosso compromisso é com o senhor enquanto isso for o melhor para o país.  [/perfectpullquote]

Por isso me sinto na liberdade de lhe escrever. Angariei alguns votinhos pelo caminho, de modo que  sinto ter dado uma pequena partícula de contribuição à sua histórica vitória.

O fato de tê-lo defendido e apoiado não significa que o ache infalível. Pelo contrário, tenho algumas discordâncias sim, no entanto o considero um homem honrado e honesto, com condições de começar o processo de moralização da política brasileira.

Os brasileiros honestos, de bem, estarão trabalhando, fazendo sua parte, para a melhora e o crescimento da nação. Confiamos no senhor e esperamos que faça jus à nossa confiança. Creio que o senhor conhece seu eleitorado, sabe que não somos como os que estão do lado vermelho da força. Se houver algo de errado não iremos defender quem errou por causa de pão com mortadela. Por favor, presidente Jair Bolsonaro, seja quem o senhor sempre foi na vida pública e não nos decepcione.

Leia também: 

Carta aberta aos cristãos que votaram no PT

Damares Alves e o preconceito da extrema imprensa

Nós confiamos sim no senhor, mas se algo se demonstrar indevido, estaremos na trincheira oposta. Nosso compromisso é com o senhor enquanto isso for o melhor para o país. Não o consideramos um paxá indestrutível, de modo que pode contar com nossa lealdade, desde que o senhor se mantenha limpo e digno, como esteve até aqui.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

Cuidado com a sua retaguarda, senhor presidente. Não permita que vaidades minem o projeto tão importante que temos. [/perfectpullquote]

Permaneça firme e destemido. Lembre-se de quem o elegeu, de nossos anseios, de nossas pautas. Não se preocupe em agradar lacradorezinhos da imprensa. Faça o que o seu eleitorado conservador espera que seja feito no que tange à diminuição da maioridade penal, apoio à Israel, aprovação do Escola sem Partido, incentivo à Lava-jato e etc.

O senhor terá uma grande dificuldade, percebida já durante o período de transição: a contenção dos egos de alguns daqueles que o cercam. Alguns, já nos é notório, são dúplices no modo como se portaram antes e depois do pleito. Como escreveu o romancista Carlos Ruiz Zafón: “O incompetente sempre se apresenta como capaz. O cruel, como piedoso. O pecador, como santo. O avarento, como generoso. O mesquinho, como patriota. O arrogante, como humilde. O vulgar como elegante. E o tolo, como intelectual”.

Cuidado com a sua retaguarda, senhor presidente. Não permita que vaidades minem o projeto tão importante que temos.

E nunca, nunca mesmo, faça conchavos com aqueles que nos chamaram de nazistas. Pois foi disso que chamaram o senhor e também a nós, seus eleitores. Os mesmos imundos que apoiaram por mais de uma década a quadrilha que quebrou o país.

Que Deus o abençoe e o guie nessa importante jornada, senhor presidente.

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 18/01/19

 

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