Chega, cansei de fake news no WhatsApp

Faltando poucos dias para a votação de segundo turno, surge uma nova “polêmica” eleitoral: o uso de fake news no WhatsApp. Segundo reportagem da Folha, que logo foi abraçada pelo petismo como verdade incontestável, a campanha de Jair Bolsonaro estaria usando robôs para envio de mensagens em massa.

Por obvio, se é crime usar recursos não declarados para fazer campanha, então, que se puna o candidato, evidentemente, desde que se comprove minimamente, que a campanha valeu-se de tais recursos.

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Agora, por que a campanha do candidato Bolsonaro faria uso desse expediente? Valer-se de recursos de caixa 2 para o pagamento de serviços para WhatsApp? Sinceramente, não vejo lógica!

E outra, o que me impede de contratar uma empresa para que seja divulgada uma campanha contra o PT ou em favor de Jair Bolsonaro? Esse meu ato, recairá em punição ao candidato do PSL? Também, não vejo lógica!

O que há de verdade em toda essa história é que os donos do poder de momento estão surpreendidos com a quantidade galopante de simpatizantes que Bolsonaro conquistou. São homens, mulheres, senhores e jovens que enxergaram no deputado federal a única esperança viável de mudança. São esses simpatizantes que divulgam via WhatsApp e de forma voluntaria as ideias do candidato pelo PSL. Que isso soe como um escândalo e crime para o petismo, não me surpreende!

Desde que saiu a reportagem da Folha, mais de uma vez me vieram perguntar se isso daria em algo. Minha resposta foi negativa e até o momento nada aponta que será o contrário.

Mas de verdade, estou cansado de fake news no WhatsApp! Que a ministra Rosa Weber mande investigar e puna severamente quem inventou essa fake news de que o candidato do PT é poste e marmita de presidiário.

E essa outra fake news que diz que o PT apoia o regime ditatorial na Venezuela? Existe mensagem mais mentirosa do que essa? Sim! Há aquela outra do Petrolão! Meu Deus!

Também cansei de ver o candidato da minha preferência ser associado ao nazismo, ao fascismo, ao racismo, ao machismo, à homofobia, ao ciclismo, ao taxismo, etc, etc, quando se sabe que nenhuma dessas acusações é verdadeira e só servem para agredir e desinformar aqueles que não conhecem Jair Bolsonaro. Isto sim é fake news e até o momento, ninguém, nem da grande imprensa, nem do TSE ou PGR preocupou-se em investigar e punir os disseminadores desse tipo de mensagem. Seria por que é a própria grande imprensa quem propaga essa fake news?

Por Jakson Miranda

Como o socialismo matou milhões de pessoas de fome na África e no mundo

Muito de nós já vimos imagens das crianças etíopes com fome, com barrigas inchadas e olhos cobertos com moscas. O que poucos sabem é que elas foram vítimas inocentes do Derg, um grupo de militares marxistas que tomou o poder na Etiópia e usou a fome para chantagear partes rebeldes do país.

Entre 1983 e 1985, mais de 400 mil pessoas morreram de fome. Em 1984, o Derg utilizou 46% do PIB para gastos militares, criando o maior exército da África. Em contraste, o gasto com saúde diminuiu de 6% do PIB em 1973 para 3% em 1990.

Previsivelmente, o Derg culpou a seca pela fome, mesmo com a escassez de alimentos tendo sido precedida por meses de chuva. Em 1991, o Derg foi derrubado e seu líder, Mengistu Haile Mariam, escapou para o Zimbabwe, onde mora sob proteção do governo e dos pagadores de impostos até hoje.

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Consumo de quilocalorias por pessoa, 1961-2013. Fonte: Banco Mundial

Falando em Zimbabwe, em 1999, Robert Mugabe, o ditador marxista que assumiu o poder há 35 anos, criou um catastrófico programa de reforma agrária que tinha como objetivo estatizar fazendas privadas e expulsar fazendeiros e empresários não-africanos. O resultado foi um colapso na produção agrícola, a segunda maior hiperinflação já registrada no mundo – 89,700,000,000,000,000,000,000% por ano (sim, 89,7 sextilhões) – e 94% do país sem emprego.

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Milhares de zimbabweanos morreram de fome e doenças, apesar da massiva ajuda internacional. Como no caso da Etiópia, o governo do Zimbabwe culpou o clima, roubou grande parte do dinheiro da ajuda internacional e negou alimentos e medicamentos aos seus adversários políticos.

A tabela abaixo mostra que seis das dez piores matanças por fome no Século XX aconteceram em países socialistas. Além disso, Nigéria, Somália e Bangladesh tiveram escassez de alimentos como resultado de sucessivas guerras e má gestão estatal.

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Maiores matanças do Século XX por fome, em proporção da população. Fontes: Zycher and Daley (1989); US Bureau of the Census; World Bank; populstat.info; Institute of Development Studies.

Hoje não há um único caso de fome em massa em andamento no mundo – nem mesmo em locais devastados pela guerra como a Síria, e por quatro motivos. Primeiramente, o nível produção agrícola está mais alto do que nunca, o que fez os preços caírem: entre 1960 e 2015, a população mundial aumentou 143% enquanto o preço dos alimentos diminuiu 22%. Além disso, as pessoas têm mais renda e podem comprar mais comida: nos últimos 55 anos, a renda per capita média mundial aumentou 163%. Houve também desenvolvimento maciço dos transportes e das comunicações, o que tornou possível entregar ajuda alimentária em qualquer parte do mundo de forma relativamente rápida. E, por fim, a globalização e o comércio garantem que os alimentos possam ser adquiridos por qualquer pessoa e em qualquer lugar.

A África foi a principal beneficiária desse desenvolvimento, Em 1961, cada africano consumia, em média, 1993 quilocalorias por dia. Em 2011, último ano que o Banco Mundial forneceu os dados do continente, o consumo de cada africano era de 2618 quilocalorias. Globalmente, o consumo aumentou de 2196 para 2870 quilocalorias ao dia. Na Etiópia não foi diferente. Dois anos depois da deposição do Derg, cada etíope consuma 1508 quilocalorias por dia e, em 2013, o consumo por etíope já estava em 2131 quilocalorias por dia.

O Zimbabwe, que ainda sofre com um ditador socialista marxista, não teve a mesma sorte. Em 1961, cada zimbabuano consumia 2115 quilocalorias por dia e, em 2013 – 52 anos depois – esse consumo se manteve praticamente o mesmo (2110 quilocalorias por dia).

Onde quer que tenha sido instalado, da União Soviética até a Venezuela, o socialismo falhou. O socialismo é a fábula que promete igualdade e abundância para trazer tirania e fome.

Por Marían Tupy

Tradução: Rafael Cury; Revisão: Marcelo Faria

Publicado no ILISP 

Segundo turno: o que o PT tem a oferecer?

Muitos aspectos da eleição realizada ontem poderiam ser analisados. De momento, faremos apenas um breve comentário acerca do editorial publicado pelo O Globo cujo titulo é: Segundo turno precisa discutir, enfim, programas.

É obvio que em todo pleito eletivo, há a necessidade de se discutir programas de governo, seja no primeiro, seja no segundo turno. Mas, como já foi discutido AQUI  partilho da ideia de que o essencial de uma eleição para presidente da República não é um programa de governo e sim o eleitor ter consciência do nível de sociedade que queremos ter personificados em um líder.

Não obstante, faremos uma concessão e comentaremos a sugestão levantada pelo referido editorial sobre o segundo turno. Logo de cara, nota-se que O Globo esquiva-se de fazer uma importante indagação:

O Partido dos Trabalhadores tem condições de oferecer algum programa de governo diferente do que já conhecemos? Em português claro, o PT tem algo a oferecer que não seja aparelhamento de Estado e mais estatismo, causas primárias da corrupção?

Na mesma linha, cobrar do candidato Jair Bolsonaro a apresentação de algum programa de governo é fazer vista grossa e mal intencionada ao que está cristalino pelo resultado das urnas. Bolsonaro personifica o antipetismo e isso não é mera linguagem retórica eleitoreira. Em matéria do portal Uol (quanta irônia!) ao abordar a transformação do pequeno e insignificante PSL em uma potência no Congresso, o consultor Lucas de Aragão dá a seguinte opinião:

“O PSL é um novo capítulo na história política do Brasil. É um grupo que abraça uma tese única de austeridade fiscal, de governo menor, de reforma da Previdência”

Não há como ignorar ou desconhecer esse fato!

Por fim, reiteramos que querer forçar a necessidade de discutir esse ou aquele programa de governo não deve ser o eixo central da discussão. O que se discute, desde que se sabe quem o PT é em sua essência, é se o Brasil se tornará melhor, e por qual motivo se tornará melhor, sendo governado por um fantoche, já que a autentica e indiscutível voz de comando da claque encontra-se presa, como consequência do verdadeiro programa de governo implantado enquanto estavam no poder.

Por Jakson Miranda

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Qual presidente da República você, eleitor, quer eleger?

Qual presidente da República você, eleitor, quer eleger? Essa talvez seja a questão mais importante que o cidadão brasileiro faz a cada quatro anos. O que eu, como cidadão e eleitor, quero para o Brasil?

Pois bem, o imperfeito, mas necessário regime democrático dá ao cidadão o direito de escolher seus representantes, ou melhor, escolher aqueles que irão liderar uma nação, um estado ou um município. No Brasil, isso acontece a cada quatro anos.

Ocorre que não são poucas às vezes em que nos faltam opções. Nessas situações, não são poucos os que optam por escolher o menos ruim. É nessas horas que alguns se voltam contra o próprio regime democrático, que argumentam, aceita o voto de todos e não somente dos melhores e mais instruídos.

Trata-se de um argumento corredio que pode fisgar algum desatento, mas que nada mais é do que uma brecha para a implantação de regimes totalitários.

De fato, o real problema não reside no regime democrático. Também não reside no sistema republicano. Embora, reconheça-se, as repúblicas sejam as mais vulneráveis a esse tipo de falha.

O problema está intrinsecamente ligado á falta de compreensão relativa ao cargo para o qual está se elegendo o representante. Tal incompreensão é causa, mas também consequência da perca de sentido para o que conhecemos por político. 

 

Não creio que todos ou qualquer um possa ser um político, não no sentido de ter condições de chegar ao topo máximo na hierarquia de um país (presidente da república).Isto é para poucos. Logo, jogar tamanha responsabilidade no lugar comum é um equivoco que não cansamos de cometer.

Do mesmo modo e de forma exacerbada, tem-se supervalorizado o aspecto administrativo do governante, como se este nada mais fosse do que um super gerente. Oras, isto nada mais é do que dar uma roupagem nova à velha sanha burocrática. Em síntese, ser político é e deve ser mais do que isso.

Um político, e aqui tratamos especificamente do presidente da república, além de representar ideias e pessoas, é acima de tudo um chefe, ou seja, é alguém que tem por excelência a missão de guiar uma sociedade na sua continua jornada rumo a tempos mais seguros e tranquilos, aonde o homem comum possa cuidar de sua própria vida: suas obrigações e seus prazeres.

Assim, não é possível eleger um ocupante para um cargo eletivo se não se sabe o que ele pensa efetivamente sobre determinados temas, tais como honestidade, respeito às leis e defesa da vida, para ficarmos nesses três exemplos.

Nesse sentido, cabe ao presidente da república passar diuturnamente a mensagem à sociedade de que para tudo há um limite e que certas práticas são intoleráveis, sejam elas praticadas nas altas esferas da sociedade, sejam elas praticadas nas comunidades mais carentes.

O que tudo isso significa? Significa que devemos passar longe de dois tipos de políticos: aqueles que relativizam e apoiam práticas e ideias contrárias aos bons costumes da nossa sociedade e aqueles que hipocritamente se apresentam como isentos. São os isentões: em tradução literal, verdadeiros covardes e demagogos.

São esses dois tipos de políticos que escamoteiam suas posições, escondendo-as sob a bandeira de benesses econômicas ou acenando com mais vantagens a esse ou aquele setor.

Em suma, o debate político não deve se restringir a questões econômicas, ao contrário, enxergo que na disputa de um pleito tão importante como o de Presidente da República a economia deve ser vista como algo secundário bastando o candidato oferecer as garantias de que não atrapalhar a vida de investidores, empresários e trabalhadores.

Em tal debate, sob a ótica dos eleitores, deve-se ter como critério preponderante a ser pesado no dia da eleição a seguinte indagação: Qual presidente da República eu quero eleger? Se esta indagação não lhe diz nada, lembre-se que ela traz em seu bojo uma reveladora reflexão: Quais exemplos a sociedade quer ter personalizada e espelhada na figura do senhor presidente da república?

Por Jakson Miranda

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Em quem o cristão deve votar?

Você vota baseado em seus próprios interesses imediatos ou fundamentado em princípios?

Quando falamos em voto por interesse, logo imaginamos negociatas escusas, em que alguns negociam a promessa de voto por um presentinho ou cargo.

Entretanto, não é preciso uma atitude tão ostensiva para votar como um interesseiro.

Períodos eleitorais proporcionam, via redes sociais, oportunidade ímpar de observar as inclinações políticas e as motivações de voto do brasileiro comum. As duas últimas eleições foram prolíficas neste tipo de manifestação e, o que tenho visto, confesso, me causou profundo incômodo.

Trato especificamente dos cristãos. Numa sociedade construída à base do “jeitinho” e do “levar vantagem”, não esperava nada diferente da massa geral, entretanto, percebi que muitos irmãos, tal qual o menos metafísico dos materialistas, pautam seu direcionamento político focando unicamente no interesse direcionado e imediato.

O taxista defende o voto no candidato que promete melhorias aos taxistas, comerciantes miram nos que prometem benesses que os contemplam, professores (minha área de atuação profissional) panfletam desbragadamente em prol daqueles que prometem auxiliar a “categoria”.

Tenho observado que muitos cristãos estão enlaçados neste conceito. Preferem destinar voto a um partido ou candidato que, não raro, afrontam os princípios bíblicos e conservadores, mas que lhes promete um beneficiozinho financeiro/profissional a curto prazo.

Isto, meu querido, também é um voto por interesse.

Também é um voto vendido.

Somos servos determinados a aplicar cada segundo de nossa vida ao exercício da prática cristã, ou meros crentes nominais, batendo cartões aos domingos?

É inconcebível que aqueles que, por suposto, normatizam sua conduta de vida de acordo com a Palavra de Deus, ajam como apalermados indoutos, que, ao invés de mirar numa construção de sociedade a longo prazo, pensando nos valores da cristandade, nos filhos e netos, na apostasia e na movimentação daqueles que se levantam contra o que é de bom costume, abram mão de defender uma causa tão mais valorosa, em troca de uma promessa de um aumentozinho em sua renda, ou  de uma leizinha que beneficie apenas ele e as pessoas de seu campo profissional.

O candidato digno a me representar não precisa simplesmente ser bom para professores! Se for, tanto melhor. Mas o exigido para conquistar meu voto é um comprometimento maior, que transcenda meu holerite e o suprimento de meus anseios profissionais. Precisa estar em coesão com os princípios e valores morais que defendo, determinado a realizar o melhor para todos, não apenas na próxima semana, ano ou mandato, mas na solidez de uma administração que molde as posteriores, cimentando uma melhor sociedade vindoura.

Como você votou nas últimas eleições? Em qualquer um? Em nenhum? No que espalhou mais cartazes? No que lhe distribuiu um folheto? No que prometeu beneficiar o setor em que você trabalha?

Ou você destinou tempo para pesquisar sobre as opções a fim de encontrar alguém que tivesse histórico ilibado, princípios afinados com a cosmovisão cristã e visão ampla sobre necessidades diversas da população de sua cidade?

Reflita sobre isso.

O que alguém prioriza na hora do voto, provavelmente, é o que prioriza em sua vida como um todo.

Por Renan Alves da Cruz

Nota do autor: Este artigo foi publicado originalmente antes das eleições de 2016. O republico agora, na medida que seu alerta vale também para as eleições que se aproximam. Deus abençoe nosso país. 

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José Dirceu quer tomar o poder e protesto contra Bolsonaro é o primeiro passo

Dias atrás o notório José Dirceu fez a seguinte declaração:

“Acho improvável que o Brasil caminhará para um desastre total. Na comunidade internacional isso não vai ser aceito. E dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”

Para ser mais exato, José Dirceu, figura central no escândalo do mensalão e condenado a pena de 30 anos no âmbito da Lava Jato, deu tal declaração na quarta-feira, dia 26. Pois não é que na mesma semana organizaram-se protestos contra Bolsonaro, candidato a presidência e declarado antipetista?

Em verdade, o que o petista afirmou não se trata de nenhuma novidade quando se conhece a estratégia gramsciana de tomada de poder através da ocupação dos espaços.

O que surpreende, isso sim, é constatar que pouquíssimas pessoas reagiram à fala do chefão petista.

Diante da fala de José Dirceu, organizar protesto contra Bolsonaro apenas demonstra de que lado estão esses manifestantes: estão do lado daqueles que atuam para destruir a já combalida democracia brasileira.

Na melhor das hipóteses, se esses que protestam contra Bolsonaro não apoiam a fala de José Dirceu de forma consciente, estão sendo usados como idiotas uteis, mais uma vez, do petismo.

É exatamente assim que a esquerda toma o poder. Apoiando e fomentando “protestos”, hoje, com o slogan surreal de “mulheres contra Bolsonaro”.

Amanhã pode ser qualquer outro slogan que possa servir-lhes como meio de manipulação da opinião pública, enquanto que sorrateiramente, vão sufocando todas as liberdades. Pois como já sabemos, a máquina de moer reputações não para. Eles fazem o diabo pelo poder.

Em resumo, José Dirceu quer tomar o poder e protesto contra Bolsonaro é o primeiro passo.

Por Jakson Miranda

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Meninos são revolucionários, homens são conservadores

Tive ímpetos revolucionários durante minha adolescência. Muitos de nós tiveram. É uma soma de dúvidas, incertezas, percepção de situações difíceis que transcendem nossa capacidade de entendimento e influência externa, principalmente do ambiente cultural e estudantil.

A paixão pelo ideal revolucionário brota na soma das incertezas. A expectativa de mudança a qualquer preço, somada à inadequação típica do jovem alimentam a sensação de necessidade de ação iminente. O rebelde juvenil considera que não pode esperar, que é preciso agir, que não ser o agente da mudança é atuar em prol do conformismo e, claro, conta com meia dúzia de professores/influenciadores culturais o incitando justamente a isso.

Tal ímpeto quase sempre se manifesta de modo destrutivo. O pensamento do revolucionário exige transformação, mas através da destruição das estruturas vigentes. Não há diálogo possível, ou sequer uma construção gradativa que permita a realização daquilo que ele deseja. Não. Só o que funciona é destruir o “sistema”. Derrubá-lo aos escombros para depois reconstruir.

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E é isso que os torna meninos. E são meninos quando têm delírios revolucionários aos quinze, aos vinte, aos quarenta ou, com cabelos brancos, aos sessenta.

Meninos pensam que podem transformar a sociedade para melhorá-la. Homens entendem que precisam conservá-la para que não piore mais.

Homens se tornam conservadores quando ultrapassam a imaturidade juvenil, porque entendem os valores que a sociedade mantém, e passam a discernir que eles só existem graças aos pilares que, não por acaso, os revolucionários tencionam destruir.

É no momento que formam família, quando compreendem o esforço de seus próprios pais em sua criação, percebem as próprias conquistas advindas do trabalho e a necessidade de manterem a família e os bens honestamente conquistados em segurança.

O ódio cego pela religião, típico do menino rebelde, dá lugar ao reconhecimento do papel social e moral da formação religiosa na sociedade humana, percebendo por fim que tudo o que o revolucionário quer derrubar é justamente o que nos sustentou como seres civilizados e nos salvou da barbárie.

São inúmeros os casos de ex-militantes de esquerda que se tornam conservadores quando atingem a idade madura. O contrário raramente ocorre. A consolidação intelectual nos esclarece que a ação humana na sociedade é quase sempre danosa, cabendo-nos o zelo pela estrutura construída. Não passa de tolice infantil ou desajuste intelectual a esperança de que uma revolução destrutiva possa gerar melhora social.

Nosso caos é fruto de nossa imperfeição natural. A soma de tantas imperfeições. Não havendo portanto solução mágica que transforme a sociedade e a torne infalível.

Superar a meninice intelectual e moral nos torna capazes de identificar que somos guardiões dos valores que resistiram à destruição. Precisamos conservar as bases que nos permitiram sobreviver até aqui. Por isso somos conservadores.

O revolucionário que assim permanece mesmo após a idade da maturidade é o velhaco profissional. Aquele que se locupleta através do discurso militante. Se engancha em algum partido, diretório, sindicato ou repartição e se beneficia do discurso.

Se acomoda no estado perpétuo de militante, criando escaras morais e intelectuais insuperáveis. O discurso coletivista mascara seu propósito individual.

É, portanto, a seu modo também um conservador.

Só que o que busca conservar é a própria regalia.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado no portal Gospel Prime

 

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Manipulação? IBOPE colocou nome de Lula em questionário de pesquisa

Já denunciamos a metodologia heterodoxa utilizada na última pesquisa de intenções de votos realizada pelo Datapoder. Na ocasião, lembramos-nos das suspeitas que todos têm em relação a todos os institutos. Pois bem, não é que a mais recente pesquisa IBOPE tem um questionário um tanto “complicado” de entender?

Frise-se que o instituto tem registrado no site do TSE uma avalanche de pesquisas para os próximos dias e todas as que visualizamos, têm o mesmo modelo de questionário.

Na recente pesquisa IBOPE, Bolsonaro aparece com 28% das intenções de votos, enquanto que Fernando Haddad aparece com 22%.

Ocorre que para um  leigo como eu, é quase impossível entender a “dinâmica” de questionamentos que os pesquisadores utilizam.

Vejam,

Notem que na P03 aparece claramente o nome do senhor LULA e TAMBÉM o nome de Fernando Haddad. Dois candidatos do PT? Qual a explicação lógica para o nome de Lula constar em um questionário de pesquisa de intenção de voto sendo que ele não é candidato? Note caro leitor que a pergunta é bastante direta:

Pensando na eleição para PRESIDENTE DA REPÚBLICA, em quem o(a) sr(a) votaria para Presidente da República se a eleição fosse hoje?

Após responder à questão P03 o entrevistado é direcionado à P04. Esta sim consta o nome dos candidatos devidamente registrados. Vejam:

Qual das respostas dadas valerá para a pesquisa. A resposta da P03 ou a resposta da P04? Será que ambas valerão? O entrevistado poderá escolher Lula em na primeira e Haddad na segunda? Elas se somarão? São muitos questionamentos que somente os especialistas do IBOPE poderão nos responder!

E não para por aí. O entrevistado pelo IBOPE ainda é confrontado com o seguinte questionamento:

O candidato do PT, Lula, foi impedido de disputar a eleição para PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Considerando que Lula declarou seu apoio a Fernando Haddad, o(a) sr(a) com certeza votaria em Fernando Haddad, poderia votar nele ou não votaria em Fernando Haddad de jeito nenhum?

Vejam acima as palavras em negrito. Trata-se de um tipo de pergunta, cuja formulação tem o claro intuito de confundir a cabeça do entrevistado. Estamos falando de pessoas humildes, que pouco dão atenção às entrelinhas das perguntas! Isso é vergonhoso, minha gente! É escandaloso!

Em resumo, esse tipo de pesquisa deveria ser simplesmente jogada na lata do lixo!

Por Jakson Miranda

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Bolsonaro e Haddad empatados no 1º turno? Datapoder carece de credibilidade

Foi divulgado neste fim de semana, pelo instituto de pesquisas Datapoder, mais uma sondagem de intenções de voto para presidente. Pela amostragem, Bolsonaro e Haddad estão tecnicamente empatados.

Bolsonaro aparece com 26% das intenções de voto, enquanto Haddad aparece com 22%.

A pesquisa é confiável?

Acredito que hoje poucos são os eleitores que confiam nas pesquisas de intenção de votos. Não é por menos. Eleição após eleição vê-se que importantes institutos atuaram para favorecer esse ou aquele candidato, ou seja, atuavam não para efetivamente saber o humor dos eleitores, mas sim, para agradar ao cliente.

Se este é o caso do Datapoder sinceramente não sei, no entanto, sou levado a considerar que a presente pesquisa do instituto, apontando empate entre Bolsonaro e Haddad, carece de credibilidade.

Faço tal observação após analisar o questionário que o Datapoder utilizou na pesquisa. Vale registrar ainda que foi uma aferição feita por telefone.

Mesmo tendo em dúvida a metodologia utilizada pelos institutos Datafolha e Ibope, por exemplo, estes, em suas últimas pesquisas colocam Jair Bolsonaro com 28% das intenções de voto e o segundo colocado abaixo dos 20%. Logo, o resultado do Datapoder é bastante heterodoxo.

Pois bem, é na montagem do questionário que encontra o “x” da questão. Vejam:

Observem que o nome do candidato que em todas as pesquisas aparece em primeiro lugar, não consta na lista dos oito nomes citados pelo áudio telefônico! Em seu favor, o Datapoder pode argumentar que os nomes foram apresentados seguindo a ordem alfabética. De fato, é isto que se constata. No entanto, todos os nomes deveriam ser apresentados ao eleitor ao invés deste ter que digitar um número 9 para ter acesso a sequência dos nomes.

Trata-se assim de uma metodologia que sem sombra de dúvidas, em uma pesquisa que lida com eleitores de todas as classes sociais tem enorme probabilidade de influenciar no resultado final. E ao que tudo indica é o que ocorreu!

Em síntese, um suposto empate técnico entre Jair Bolsonaro e Haddad no primeiro turno não condiz com a realidade de momento. E se não reflete um espelho fiel da realidade, não passa de mais uma forma de tentar confundir o eleitor. Em outras palavras, carece de credibilidade.

Da nossa parte, estaremos sempre atentos e dispostos a esclarecer nosso público!

Por Jakson Miranda

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8 memes que PROVAM a hipocrisia da esquerda

Se você já percebeu que alguns esquerdistas são hipócritas, sinto lhe dizer: você está enganado.

Não completamente enganado, mas enganado na medida da proporção.

TODOS os esquerdistas são hipócritas.

É claro que a internet, em sua parcela sapiente, se aproveita para ironizar esta característica que não se limita aos esquerdistas tupiniquins, mas é inerente a todo e qualquer esquerdista em qualquer lugar do mundo, pois está no cerne da ideologia de esquerda.

Nosso instinto compilativo resolveu facilitar as coisas e te apresenta 8 memes que provam a hipocrisia ordinária da esquerda.

Use sem moderação.

Impossível ser mais direto, mais competente e mais cirúrgico na análise. Qualquer semelhança com outros esquerdistas riquinhos NÃO é mera coincidência.

Considero Wagner Moura um ator magnífico, já até escrevi um texto onde uso o talento dele como exemplo de um caso em que a arte supera a imbecilidade do artista. Wagner é o politicamente correto por excelência. Se o politicamente correto fosse uma empresa, Wagner seria o seu logotipo. Como tal, segue o lema hipócrita de todo esquerdista rico: menos armas pra vocês, mais seguranças e blindados pra nós.

O playboy bem nutrido de Toddynho que defende Cuba, ataca o imperialismo ianque, usa boné do MST e coletinho da CUT, mas não larga o Iphonezão opressor é presença típica nas manifestações de esquerda, geralmente organizadas no horário em que gente que trabalha costuma estar trabalhando.

E ainda tira fotinho na frente do espelho.

Crédito à página Capitalista morena

 

O pessoal do Oprimindo a Esquerda passando pra nos lembrar dos oprimidos que Lula tirou da miséria durante seu governo, enquanto Bolsonaro mostra que só está preocupado mesmo com a Elite Branca brasileira.

Na Era do Lacre, quem rouba, mata e estupra é oprimido social. Bandido mesmo é quem faz piada…

E o facebook contratou seus checadores de notícia da esquerda para garantir a manutenção desta condição.

Ditador assassino igualitário gosta de um Rolex.

Menos para o povo, que deve estar livre dos grilhões do consumismo.

A esquerda sempre modula seu discurso de acordo com o interesse na causa. Por isso que são devassos em alguns aspectos, mas ascéticos em outros. Faz parte de uma estrutura que não se preocupa em mentir, roubar e matar para realizar um intento que considera superior. É por isso que a bipolaridade argumentativa é indissociável do esquerdismo.

Essa é de doer, mas demonstra uma característica típica do esquerdista: querer te proteger de você mesmo.

Para o esquerdista, você não sabe o que é melhor pra você, quem sabe é ele, que imporá o que considera ideal, mesmo que contra a sua vontade.

E, claro, o que ele alega considerar ser melhor para você SEMPRE é melhor para ele.

Jogue tudo isso no liquidificador da loucura ideológica vigente e o que sai: o facebook considerando politicamente incorreto o Neguinho da Beija Flor chamar a si próprio de neguinho.

Por hoje é só, amigos, sigam o Voltemos à Direita para receberem mais conteúdo como este.

Até breve!

Por Renan Alves da Cruz 

 

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