ESTABLISHMENT EM VERTIGEM

O documentário brasileiro – “Democracia em Vertigem”, dirigido por Petra Costa e distribuído pela Netflix, detentora dos seus direitos, foi um dos selecionados nesta semana ao Oscar de Melhor Documentário. É isso mesmo, o documentário que retrata, sem qualquer apoio popular (!), o impeachment de Dilma como “golpe” das elites sedentas por poder, executado pelo inescrupuloso Sérgio Moro, treinado nos Estados Unidos sob os auspícios da CIA, abrindo caminho para a ascensão do neofascismo tupiniquim de Jair Bolsonaro, etc., foi indicado ao Oscar.

É evidente que o filme visa endossar a narrativa petista sobre o impeachment e conduzir o telespectador a concluir em favor da suposta decadência do processo democrático brasileiro após a retirada de Dilma da presidência do Brasil, em 2016. A propaganda política disfarçada de documentário começa no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, e narra até a crise política no país.

Entretanto, por um lapso intencional, o documentário deixou de registrar os inúmeros e reiterados escândalos de corrupção que sempre acompanharam o PT na sua trajetória. Desde janeiro de 2003 a gestão petista e seus asseclas conviveram e apoiaram casos de corrupção no Brasil, que, resumidamente, totalizam 4.880 dias de escândalos, somando mais de R$ 47 bilhões. Da posse de Lula ao afastamento de Dilma, em maio de 2016, os escândalos políticos e casos de corrupção sempre estiveram presentes.

Só no mandato de Lula, o PT enfrentou a CPI do Banestado; o esquema de corrupção no DNIT; o uso indevido de dinheiro público; o surgimento do esquema do mensalão; empréstimos irregulares de bancos públicos; fraude envolvendo ONGs, movimentos estudantis e fundos destinados a programas para desempregados; gastos indevidos com cartões corporativos do governo; benefício fiscal aos “amigos do rei”; etc.

Já no governo de Dilma Rousseff, em 2013, o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, foi acusado de envolvimento em fraudes de licitações que chegaram a R$ 1 bilhão. O dinheiro foi enviado para empresas que financiaram a campanha do PT. Isso sem falar na inépcia que gerou a maior crise econômica de todos os tempos no Brasil.

O final da história nós já conhecemos, a “Lava Jato” desnudou o rei petista e mandou para a cadeia toda a companheirada, responsável pelo maior esquema de corrupção e manutenção de poder da história brasileira, tornando-nos oficialmente num governo de ladrões.

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A ÉTICA NA POLÍTICA OU A ÉTICA SOCIOPÁTICA?

Além disso, o PT aliou-se com regimes comunistas economicamente moribundos, como os de Cuba, Venezuela e Angola. Nada democrático! Ora, o PT fundou e organizou o Foro de São Paulo e, como tal, foi o responsável direto pelo advento de Chaves, Maduro, Morales e tutti quanti, mostrando-se, ainda, um partido revolucionário, empenhado em implantar no Brasil um regime comunista, cujos vis objetivos foram financiados com o dinheiro saqueado dos cofres públicos e extorquido dos empresários brasileiros.

O que tem de democrático nisso? Nada, absolutamente nada. “Democracia em Vertigem” deveria ter sido indicada para a categoria ficção, isso sim.

Fato é que, o hábito de tentar salvar o prestígio da esquerda, omitindo de denunciar seus crimes já está tão arraigado nas retinas mentais da classe falante, que busca desesperadamente distorcer, minimizar e abafar, com renitência obstinada e criminosa, os males do governo do PT, substituindo-os por um sentimentalismo barato e efeitos cinematográficos, que o documentário brasileiro, “Democracia em Vertigem”, até chega a ser indicado ao Oscar de Melhor Documentário, evidenciando que Hollywood ou o establishment cultural de esquerda continua trabalhando assiduamente para dar fidedignidade a narrativa petista.

Por: Lucas Gandolfe

Senado quer mudar indicação para STF. Medo de um conservador?

Comissão de Constituição e Justiça do senado, analisa mudanças na indicação de ministros para o STF.

De acordo com a proposta apresentada na PEC 35/2015, a indicação de algum ministro para o STF, sairia das mãos do presidente da República e seria feita por meio de uma lista tríplice, formada por indicações dos ministros do Supremo Tribunal Federal, Ordem dos Advogados do Brasil e pela Procuradoria-Geral da República.

Ainda de acordo com a proposta, os futuros ministros que venham ocupar um cargo no Supremo, teriam um mandato de dez anos, sem direito a recondução.

Justiça seja feita, a proposta foi apresentada em 2015, durante o governo petista de Dilma Rousseff. Todavia, após quatro anos, somente agora as discussões tendem a ganhar certa celeridade. Fazendo uma ilação, não sei se é preciso chegar a tanto, podemos dizer que essa presa se dá pela iminente saída de dois ministros do STF, Marco Aurélio Melo e o decano Celso de Melo. Com a saída dos dois, caberá ao presidente Jair Bolsonaro a indicação dos novos ministros.

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Internautas expõem cinismo de Gilmar Mendes

É de causar arrepios imaginar Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Cármen Lúcia indicando algum nome para fazer parte da Corte. O mesmo vale para a OAB.

Assim, não é demais imaginarmos que certa turma do senado, tem medo de que algum membro do judiciário que tenha pulso firme, ou, que seja um declarado conservador, chegue ao Supremo Tribunal Federal.

Ademais, chama atenção alguns nomes “bem republicanos” que integram a Comissão de Constituição e Justiça.

Realmente, os senadores Eduardo Braga, Jader Barbalho, Ciro Nogueira, Fernando Collor e Humberto Costa, têm grande interesse em que um nome de reputação ilibada venha ocupar uma cadeira no Supremo.

Por Jakson Miranda

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SEGURADORA DO DPVAT e sua influência no STF

Ainda em dezembro de 2019, o ministro do Supremo Dias Toffoli, atendeu ao pedido da seguradora Líder, que administra o DPVAT, para que fosse anulada a redução no valor do DPVAT. Comentamos a respeito no post IMPOSSÍVEL elogiar Dias Toffoli.

Também ainda em 2019, publicamos o texto em que defendíamos a medida do governo Bolsonaro que acabava com a cobrança do DPVAT. Na ocasião, em post publicado no dia 22/12/19, escrevemos o seguinte:

Ao editar a MP 904/19, Bolsonaro e sua equipe basearam-se na lógica. Quando o DPVAT foi criado, em 1974, o Brasil não possuía um atendimento universal de saúde, o SUS. Logo, toda e qualquer pessoa de baixa renda que venha sofrer acidente, tem, atualmente, acesso a tratamento médico e medicamentos oferecidos pelo Serviço Público de Saúde.

No mesmo sentido, todo cidadão brasileiro de baixa renda que seja acometido por invalidez permanente, independente da causa, tem direito a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Logo, cai por terra o argumento da “função social” representada pelo seguro obrigatório. Mais um erro do STF!

Por fim, e não menos importante, a Medida Provisória trouxe como justificativa as reiteradas fraudes ocorridas no seguro obrigatório. Apenas para se ter uma ideia, em 2018 foi publicado o resultado de uma auditoria feita pelo TCU aonde se confirmou que entre 2005 e 2015, as fraudes ocorridas no referido seguro, custaram ao menos R$ 2,1 bilhões aos cofres do fundo. Vejam bem, leitores, esses R$ 2,1 bilhões é uma estimativa baixa. Na realidade, esse valor pode ser muito maior.

Feita as observações acima, não podemos esquecer de que no Brasil, certas decisões tomadas por pessoas que ocupam altos postos, se dão após fraternais conversas na “calada da noite“.  Por que digo isso? Porque uma auditoria encomendada pela própria seguradora do DPVAT, identificou procedimentos questionáveis na empresa que entre outras coisas, está o envolvimento da seguradora líder com pessoas próximas a ministros do STF.

“Uma das conexões entre a Líder e pessoas ligadas a autoridades questionada pela auditoria é a relação da seguradora com o advogado Mauro Hauschild, que atuou como assessor do ministro do STF Dias Toffoli – hoje presidente do Supremo.”

“Outra conexão da Líder questionada pelos auditores é com o escritório de advocacia Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados. Segundo a Folha de S.Paulo, o advogado Rafael Barroso Fontelles, um dos sócios, é sobrinho do ministro do STF Luís Roberto Barroso. Além disso, o ministro era sócio do escritório até 2013, quando foi indicado para o Supremo. O atual escritório mudou de nome e sucedeu a banca do hoje ministro.”

Mais é claro, tudo o que foi citado acima não passam de meras coincidências profissionais. A despeito disso, no final do mês, ano após ano, o cidadão tem que pagar seu boleto de imposto e acreditar na nossa justiça, afinal, nossos ministros do Supremo Tribunal Federal, estão acima do bem e do mal, isentos de investigações e questionamentos.

Por Jakson Miranda

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Governo economiza mais de R$ 1 bilhão no Bolsa Família

Criado em 2003, o Bolsa Família tornou-se a grande vitrine dos governos petistas. A cada eleição, falava-se que os candidatos adversários do PT iriam acabar com o beneficio. Balela!

O governo Bolsonaro não apenas NÃO acabou com o programa de transferência de renda, mas, já está implantando melhorias, inclusive, com o pagamento do 13º às famílias atendidas pelo programa.

Ocorre que desde sua criação, o Bolsa Família foi alvo de fraudes. Pessoas que não precisavam receber nenhum centavo do programa, estavam recebendo.  Para se ter uma ideia, há alguns dias foi noticiado que servidores públicos que tinham renda de até 27 mil reais, estavam no programa. Um absurdo!

É justamente no combate a essas fraudes que possibilitou a economia de R$ 1,3 bilhão no programa. Isso foi possível com a saída de 1,3 milhão de “beneficiários” que estavam de forma irregular no programa. Com isso, não apenas o 13° continuará sendo pago, como também outras famílias, que realmente precisam, poderão ser atendidas pelo programa de transferência de renda.

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Estima-se que para 2020, sejam pagos R$ 29,5 bilhões à famílias de baixa renda.

Mas que fique claro, o MELHOR programa de transferência de renda é a geração de empregos. Que o Brasil continue aprofundando as mudanças necessárias para que mais e mais pessoas possam ingressar no mercado de trabalho gerando um ciclo virtuoso e com isso, possibilitando que famílias extremamente carentes possam ser melhor antedidas.

Por Jakson Miranda 

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A ÉTICA NA POLÍTICA OU A ÉTICA SOCIOPÁTICA?

A falta do senso das proporções é exatamente o mesmo que falta de inteligência moral. O Movimento pela Ética na Política de 1992 nasceu de um grupo de pessoas, que se reunia na UFRJ. Eram sindicalistas, universitários, militantes de partidos, pessoal das ONGs e dos direitos humanos.

Dando “nome aos bois”, tínhamos desde ex-presidente da OAB até Lula, Herbert de Souza(o Betinho), Marilena Chauí, José Dirceu, Genoíno, Frei Betto, tutti quanti.  Mas quem realmente coordenou o processo que culminou no impeachment de Fernando Collor foi o PT.

A “Campanha pela Ética”, liderada pelo PT, dava a genérica impressão de estar lutando pela “ética” no sentido geral e corrente, isto é, pelo bem e pela decência, combatendo todo e qualquer elemento corrupto na administração pública, firmando-se como paladino da honestidade nacional. As provas de corrupção no governo de Fernando Collor, suscitando fartas demonstrações de indignação moral, tornou a ficção do Movimento verossímil, permitindo que o moralismo atávico dos brasileiros fosse imediatamente canalizado para o colo da esquerda.

Mas será que o ilustre Partido dos Trabalhadores, cujos principais membros encontram-se atualmente condenados pela Justiça por inúmeros crimes, estava mesmo defendendo a “ética” relacionada à honestidade, moralidade, etc.? Evidentemente que não. Eles defendiam o “Estado Ético”, nada mais, politizando a “ética” e colocando à luta de classes acima do bem e do mal, o que, num futuro bem próximo, inverteria totalmente aquilo que pregavam.

Bem, a partir desse Movimento, o PT assumiu o papel de representante da probidade pública e social, impulsionando cada vez mais a campanha pela “ética” e “cidadania”, ascendendo, assim, à condição quase sacerdotal de condutor moral da nação.

No fim, toda a farsa da “ética” terminou por ser usada como instrumento para a “longa viagem da esquerda – do PT, para dentro do aparelho de Estado”. Pois bem, e depois? A ética foi finalmente implantada no Brasil, expurgando os “ratos que roem nossa bandeira nacional” e vivemos felizes para sempre? Como desgraça pouca é bobagem, descobrimos que, frente ao que estava porvir, o Brasil até que era bem ético.

Desde janeiro de 2003 a gestão petista e seus asseclas conviveram e apoiaram casos de corrupção no Brasil, que, resumidamente, totalizam 4.880 dias de escândalos, somando mais de R$ 47 bilhões. Da posse de Lula ao afastamento de Dilma, em maio de 2016, os escândalos políticos e casos de corrupção sempre estiveram presentes.

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Logo nos primeiros seis meses de gestão, o PT enfrentou a CPI do Banestado que envolvia dinheiro enviado ilegalmente para paraísos fiscais. Na época, o deputado José Mentor foi acusado de sabotar a CPI para proteger os petistas. Também em junho de 2003 veio à tona o esquema de corrupção no DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) com desvio de R$ 32,3 milhões de recursos destinados à construção de estradas. O alvo das denúncias foi o ministro dos Transportes, Anderson Adauto.

Ainda em 2003, agora em setembro, outro escândalo. A ministra de Lula na Secretaria de Assistência e Promoção Social, Benedita da Silva, usou recursos públicos para custear passagens e hospedagens para Argentina e Nova Iorque, em compromissos pessoais. Ao todo, foram R$ 19 mil.

No início de 2004 surgiram as primeiras evidências do esquema do mensalão, maior escândalo do primeiro mandato de Lula. O mensalão era a propina que o governo pagava, com dinheiro público, a parlamentares para votar a favor das propostas petistas no Congresso. Segundo o STF, o articulador do mensalão foi José Dirceu, ministro da Casa Civil de Lula.

Em 2005, no mês de julho, tivemos outros grandes escândalos, agora envolvendo o ministro Romero Jucá (Previdência) que fez empréstimos de R$ 18 milhões de bancos públicos usando como garantia sete fazendas que não existiam. Na mesma época, estourou o esquema de corrupção apurado na CPI dos Bingos, que detectou um desvio superior a R$ 7 milhões de dinheiro público para políticos e empresários.

Para finalizar o primeiro mandato de Lula e da esquerda no poder, tivemos em 2006 o caso de corrupção de Luis Gushiken, ministro de Comunicações, com respingos do mensalão e também da CPI que investigou o desvio de R$ 11 milhões nos fundos de pensões de funcionários públicos.

A cenoura de burro das esperanças moralizantes da década de 90, que simulava “passar o Brasil a limpo”, mostrou-se um verdadeiro “Cavalo de Tróia”, cuja única preocupação era tomar o poder e fazer crescer o “Novo Príncipe” (ou o Partido, para Antônio Gramsci) por todos os meios amorais, imorais, mentirosos, cínicos, corruptos possíveis. Mas uma grande parcela do povo brasileiro resolveu validar, pelo voto, todos os escândalos petistas, reelegendo Lula. O inverossímil aconteceu!

Previsivelmente, em 2007, Lula iniciou o seu segundo mandato, após a reeleição, com novas suspeitas de corrupção. Na pasta do Trabalho, sob o comando do aliado Carlos Lupi, foi descoberta uma fraude envolvendo ONGs e fundos destinados a programas para desempregados que somaram R$ 18 milhões em desvios.

No ano de 2008, a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, teve que deixar o cargo depois que descobriram gastos indevidos com cartões corporativos do governo no valor de R$ 171 mil. A denúncia levou a investigações de outras despesas ilegais do alto escalão petista.

Para serem beneficiadas com incentivos fiscais, em 2009, montadoras pagaram até R$ 36 milhões em propinas para o governo petista editar a medida provisória número 471. O esquema gerou um prejuízo de R$ 1,3 bilhões em impostos.

Bem, como diz o ditado popular “errar uma vez é humano, duas é burrice, na terceira você não tem vergonha na cara”. Mesmo frente aos escabrosos e contínuos escândalos de corrupção, julgados ao vivo e a cores, com larga divulgação pelos meios de comunicação, uma parcela de brasileiros manteve o PT no poder. Para mim, isso não só significou validar o que passou, mas também, implicitamente, autorizar sua continuidade.

E foi isso que Dilma Rousseff fez. Em 2013, o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, foi acusado de envolvimento em fraudes de licitações que chegaram a R$ 1 bilhão. O dinheiro foi enviado para empresas que financiaram a campanha do PT.

O final da história nós já conhecemos, a “Lava Jato” desnudou o rei petista e mandou para a cadeia toda a companheirada, responsável pelo maior esquema de corrupção e manutenção de poder da história brasileira, tornando-nos oficialmente uma cleptocracia.

O PT corrompeu com a autoridade moral de quem, ao arrogar-se os méritos de um futuro hipotético, já está absolvido de todos os delitos do presente; praticou inúmeros crimes com a tranquilidade e o destemor de quem pode usar licitamente de todos os meios, já que é o senhor absoluto de todos os fins (Carvalho, 2015). É o Partido Ético, sempre exaltado e defendido por uma parcela de brasileiros. A verdade se transformou em mentira e a mentira em verdade.

O sucesso da revolução cultural do PT foi tão avassalador que – mesmo cientes de toda mentira, corrupção e imoralidade praticada pela esquerda -, a parcela de brasileiros apoiadora dessa aberração política passa de sua cegueira voluntária a sacerdote da “ética na política” para acusar e julgar seus opositores, equiparando “rachadinhas” de gabinete com a corrupção da própria democracia e implantação de uma hegemonia totalitária. Porca miséria!

Por Lucas Gandolfe. Lucas Gandolfe é advogado e jornalista

Sergio Moro NÃO SERÁ candidato em 2022

Nesse texto, falarei porque, em minha opinião, Sergio Moro não será candidato em 2022. Logicamente que ainda temos mais três anos de governo Bolsonaro e até a próxima eleição para presidente, governador e legislativo, muita coisa pode acontecer e alterar o panorama político do país.

Feita a ponderação acima, não há dúvidas de que Sergio Moro tornou-se herói nacional por ter julgado com competência e maestria os casos da Lava Jato, daí decorre que muitos o querem ver na presidência da República. A perspectiva de Sergio Moro sair candidato já em 2022 é compartilhada por alguns personagens que claramente já deixaram de apoiar o atual governo e hoje trabalham de forma resoluta pelo seu insucesso. Destaco aqui o youtuber Nando Moura que em mensagem pelo twitter colocou o seguinte:

É claro que aqueles que estão “decepcionados” com o atual governo já no seu primeiro ano, veem em Moro um nome imediato e de apelo popular para comandar o país a partir de 2022. Em resposta a essa possibilidade, Jair Bolsonaro afirmou que “vai está em boas mãos o Brasil”. Ao fazer tal afirmação, Bolsonaro não deixou claro se disputará a reeleição.

Após a “PEC da reeleição” que deu possibilidade de todos os ocupantes de cargos eletivos disputarem um segundo mandato, todos os presidente de FHC à Dilma ganharam mais quatro anos no poder e acredito que não será diferente com Jair Bolsonaro, exceto se seu governo se mostrar catastrófico nesses próximos anos.

Por outro lado, mesmo que se prove um governo muito melhor que os anteriores, será inevitável que outros nomes, mesmo do entorno de apoio ao governo, sejam alçados a adversários na disputa pela presidência. A própria imprensa já começou a ensaiar nomes que antagonizem com o presidente Bolsonaro para 2022. É nesse contexto que não raro, se apontam ou se tenta criar fissuras entre Sergio Moro e Jair Bolsonaro.

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Sergio Moro explica indulto de Bolsonaro

O que vai acima revela que o cenário político brasileiro é bem diferente dos EUA. Lá, não há leis que permitam ou impeçam a reeleição. O que se tem nos Estados Unidos nada mais é do que uma tradição que garante ao ocupante do Poder Executivo, disputar o segundo mandato. Também inexistem leis que o impeçam de disputar um terceiro mandato, mas novamente, valendo-se da tradição, essa opção não é seguida, exceto por Roosevelt, que ficou no poder de 1933 a 1945.

O que quero dizer fazendo um paralelo entre o Brasil e os EUA é que lá muito raramente se insurgem nomes dentro do partido Republicano (quando o presidente da República é do partido) ou Democrata (também quando o presidente da República é do partido) para disputarem o posto pela presidência. Como já foi mostrado anteriormente, não é o que ocorre no Brasil.

Obviamente que se você chegou até aqui na leitura do artigo deve está se perguntando o que tudo isso tem a ver com o titulo do texto e já lhe respondemos. Tudo!

Em entrevista a Revista Veja em outubro de 2019, Moro deixou claro que Bolsonaro será seu candidato em 2022, por uma “questão de dever e lealdade”.

E vai além, “Como é que você vai entrar no governo e vai concorrer com o político que o convidou para participa?”.

Por fim, é possível dizer que embora Sergio Moro afirme que não tenha um perfil partidário, ao deixar claro que o atual presidente tem a primazia na disputa eleitoral, ele, Moro, está sendo um homem de partido. Em outras palavras, não tendo o perfil de político-partidário, Moro ensina como ter o perfil político-partidário: trabalhando pelo governo e sendo leal ao presidente.

Esse tipo de postura acaba sendo um soco no estômago de muita gente que votou em Bolsonaro para presidente pensando que estaria elegendo um ditador que “peitaria” tudo e todos ou um “deus”, que em nenhum momento cometeria erros.

Logo, por tudo que foi exposto, podemos dizer que Sergio Moro não será candidato em 2022.

Globo de Ouro 2020: Ricky Gervais dá puxão de orelha em artistas

Na noite de ontem, realizou-se o famoso globo de ouro 2020, evento que reuniu a elite artística de Hollywood, cobiçosos por prêmios e discursos políticos. Sabemos como são!

Acontece que o apresentador do evento, Ricky Gervais, antes de iniciar a premiação, fez seu discurso entremeados de piadas, ironias e puxão de orelha, deixando sem graça a plateia repleta de famosos. A fala mais contundente e verdadeira de Rick Gervais foi em relação à política, pedindo que as celebridades não fizessem declarações políticas.

“Vocês não estão em posição de falar ao público sobre qualquer coisa”. 

É claro que por conta dos recentes acontecimentos envolvendo Estados Unidos e Irã, tal recomendação dificilmente seria ouvida. Além disso, os incêndios na Austrália com certeza revelariam o lado Greta dos artistas que em suas viagens pelo mundo, não se preocupam com a poluição provocada por seus milionários jatinhos, não é, Leonardo DiCaprio? Ou seja, assim como o Oscar, o globo de ouro 2020 teve todos os ingredientes para se tornar um palanque do Partido Democrata.

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Por falar em Greta Thunberg, Ricky Gervais deu um belo puxão de orelha aos celerados artistas de Hollywood. “A maioria de vocês passou menos tempo na escola do que Greta Thunberg.”

Apesar do puxão de orelha dado, a atriz Patricia Arquette, vencedora do prêmio de melhor atriz coadjuvante em Série Limitada ou Filme para a TV, aproveitou a oportunidade para “criticar” o presidente Donald Trump.

“Estou muito grata por estar aqui e comemorar isso. Mas eu sei que hoje à noite, 5 de janeiro de 2020, não vamos lembrar desta noite nos livros de história. Veremos um país à beira da guerra [contra o Irã]. Nos Estados Unidos da América, um presidente tuitou uma ameaça de 52 bombas, incluindo a locais históricos. Jovens, arriscando suas vidas, viajando pelo mundo”.

Nada sobre o terrorismo patrocinado pelo Irã? Não! A artista finalizou seu discurso com a seguinte mensagem: “Temos que votar em 2020, e temos que pedir, implorar e convocar todos que conhecemos para que votem em 2020. Obrigada.”

Bem, sabemos o que ela quer dizer, né? Trump é malvadão. Trump está ameaçando com bombas. Então, vamos votar no Democrata Joe Biden.

Ufa! Ainda bem que já na abertura do globo de ouro 2020, fomos alertados por Gervais. Essa gente realmente não sabe nada sobre o mundo real e o pouco tempo que passaram na escola só lhes serviu para encher o cérebro de clichês esquerdistas.

Por Jakson Miranda

Bolsonaro vai à catedral em Brasília ‘agradecer missão’

O presidente Jair Bolsonaro vai à catedral em Brasília, para, segundo ele, ‘agradecer a Deus a missão’. Um pouco mais cedo, antes de se dirigir à catedral, Bolsonaro visitou o general Eduardo Villas-Boas.

O general Eduardo Villas-Boas tem uma doença neuromotora degenerativa chamada de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), motivo pelo qual não consegue mais caminhar. Villas-Boas e Bolsonaro se reuniram por cerca de 40 minutos, após o encontro, a comitiva do presidente Bolsonaro foi ao templo, no centro de Brasília.

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Já dentro do templo, Jair Bolsonaro se ajoelhou e ficou em silêncio por alguns minutos, em oração. Embora tenha se batizado em uma cerimônia evangélica em 2016, no rio Jordão, Bolsonaro ainda se declara católico, enquanto sua esposa, Michelle Bolsonaro, evangélica.

Por Jakson Miranda

General Heleno: repórter da Folha publica declaração que ele não fez

Em meio a crise entre Estados Unidos e irã, uma mensagem de twitter divulgada ontem pelo general Heleno não teve a devida atenção.

Segundo Heleno, a repórter da Folha Talita Fernandes, publicou uma declaração atribuída a ele sendo que ele não fez tal declaração.

Na matéria intitulada Posição do Brasil sobre crise no Oriente Médio opõe militares e ala ideológica Talita Fernandes escreveu o seguinte:

O ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, se reuniu em duas ocasiões com Bolsonaro nesta sexta e pediu que o Brasil mantivesse uma posição de neutralidade no conflito. A avaliação de Heleno e de outros assessores militares é que o Brasil não ganha nada em se alinhar aos Estados Unidos na crise no Oriente Médio.

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Até o momento, embora o general Heleno tenha dito que não conversou com a repórter, não consta que Talita Fernandes tenha corrigido o “equivoco”.

Pelo visto, a Folha não apenas deturpa os fatos, (nas palavras de Heleno), agora passou também a atribuir declarações sem entrevistar o “declarante”. Os repórteres da Folha estão lendo pensamentos ou estão mentindo?

O jornalismo no Brasil nunca decepciona e sempre cava um pouquinho mais o fundo do poço.

Por Jakson Miranda

Estados Unidos e Irã: a VERGONHOSA FALA de um general brasileiro

Para entender a tensão entre Estados Unidos e Irã, aparecem especialistas de todos os gostos. O problema é que a maioria das opiniões emitidas por esses “especialistas” revelam uma total ignorância. Ou, para ser mais generoso, podemos dizer que determinadas analises são tão rasas que tendem a virar piada.

Nesse rol, encontra a opinião do general da reserva Sérgio Etchegoyen que também foi ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional durante o governo de Michel Temer. O UOL quis ouvir a opinião do general e olha o que ele disse:

“Na minha opinião, a gravidade resulta dos precedentes que isso pode gerar. Imagina se ele [Donald Trump] decide atacar uma instalação do PCC que refina drogas para os EUA por aqui”?

Que esse tipo de opinião seja ventilado por leigos que populam as redes sociais não há grandes problemas. O problema que se torna algo VERGONHOSO é sabermos que se trata da opinião de alguém que alçou o mais alto posto no Exército brasileiro.

Quer dizer então que agora os Estados Unidos ao atacar um terrorista do Irã em solo iraquiano, cria um precedente para que Trump ataque o PCC em solo brasileiro? É um troço tão absurdo que é impossível não tratar isso como piada.

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Será que existe prova para se chegar ao generalato? Dizem que se fazem muitos estudos e cursos. Pelo visto, há o risco de ser nos moldes da metodologia do Paulo Freire.

Por Jakson Miranda