Na Terra Plana do Olavo o corona não matou ninguém

Quarentena é para os fracos!

Olavo de Carvalho, musa do bolsonarismo fanático, afirmou em vídeo recente que ninguém ainda morreu de coronavírus.

Muita gente não acreditou, outros se irritaram com Olavo, outros tantos relativizaram, e uns passaram a viver numa epidemia de Schrodinger, onde o vírus existe e não existe, mata e não mata ao menos tempo.

O que muita gente não deve ter se dado conta é que Olavo, no topo de sua sabedoria solene, não se referia ao nosso humilde planeta padecente, mas sim à Terra Plana.

Talvez o presidente, tão próximo de Olavo, esteja planejando importar a solução do problema, e por isso o chame de gripezinha. Talvez Olavo esteja na intermediação da solução junto à liderança cósmica do planeta plano em que ele habita.

Na Terra Plana ninguém morreu dessa gripezinha.

Ufa. Olavo continua tendo razão.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Bolsonaro está sendo IRRESPONSÁVEL!

O conservador deve ser prudente. Não existe conservadorismo sem prudência. E se há uma atitude que não pode ser relacionada ao presidente Jair Bolsonaro na crise atual é a PRUDÊNCIA.

O festival de erros é calamitoso. Bolsonaro e seu séquito maníaco ignoram a realidade e os mortos. Não apenas os mortos oficiais pelo novo coronavírus, mas também os que não foram computados por não terem passado por teste, que são maioria, já que as pessoas com todos os sintomas estão sendo orientadas mas não testadas, por falta de testes.

Além dos mortos por outros doenças e acidentes, que perecem pela superlotação dos hospitais, sobrecarregados de doentes do covid-19, incapacitados de atender a demanda.

Se não fez, converse com alguém que trabalha num hospital que você verá que todo aquele que nega a realidade de que pessoas estão morrendo, para alimentar a rivalidade de Bolsonaro com Dória e Witzel visando 2022, é um crápula.

Numa hora Bolsonaro questiona o vírus, em outra se gaba das medidas que está tomando contra ele. Ou é algo sério ou não é, presidente! Ou é perigoso ou não é!

“Ah mas o PT isso, o PT aquilo, com o PT seria pior.”

Dane-se o PT!

Só o mais fajuto dos conservadorismos pode tomar o PT como régua.

A economia não pode parar. Pessoas não podem perder emprego. A fome pode ser calamitosa. Tudo isso é verdade. E BOLSONARO PODE TRANSMITIR ESSAS VERDADES DE MODO CONSTRUTIVO E AGREGADOR, NÃO DESTRUTIVO.

A campanha acabou, Jair.

Chega de mimimi e governe.

 

Por Renan Alves da Cruz

Traição bolsolavista: discorde do mito e veja a mágica acontecer!

Sabemos que a imprensa e a autoproclamada intelectualidade brasileira deploram Jair Bolsonaro e criticam tudo o que ele faz. Estamos acostumados e o presidente também deveria estar.

Nós, entretanto, que votamos em Bolsonaro e fomos os responsáveis por sua vitória temos não apenas a possibilidade, mas também o DEVER de criticá-lo quando erra.

As redes sociais têm demonstrado um volume substancial de bolsonaristas que não admitem que qualquer crítica, ainda que construtiva, seja feita ao “mito”.

É um tiro no pé. Bolsonaro não está isento de errar, e precisa ser alertado dos erros por aqueles que querem o melhor para seu governo.

Ademais, a postura infantil de chamar qualquer um que critica alguma decisão do presidente de “isentão”, ou “nova esquerda” mostra imaturidade e falta de caráter de gente que coloca projetos políticos e pessoais acima do interesse do país e cospe em quem caminhou ao seu lado no momento da necessidade.

Vamos amadurecer e entender que governo não é torcida. É construção e trabalho diário. Bolsonaro trabalha e nós fiscalizamos. Quando mais fiscalizarmos melhor ele trabalhará, cimentando o caminho para sua reeleição.

Os bolsonaristas transformaram em traidores todos os que ousaram criticar o presidente, como se houvesse alguma espécie de conservadorismo subserviente a pessoas e não a valores.

Poste está mijando em cachorro. Querem que o eleitor seja fiel ao político e não o contrário.

É um absurdo! Bolsonaro que deve cumprir com os compromissos de campanha que fez. Quando ele não cumpre está sujeito a críticas.

Nando Moura, Danilo Gentili, Janaina Paschoal… todos serviram durante o processo eleitoral. Os bolsonaristas afirmam que os agora chamados traidores usaram a popularidade de Bolsonaro para se promover, mas esquecem de afirmar que esses mesmos aliados usaram seus meios para apoiar Bolsonaro, e que a soma dos apoios de todos os aliados, muitos dos quais agora desprezados, possibilitou que um candidato anti-establishment chegasse ao poder.

Quando Danilo Gentili levou Bolsonaro em seu talk show líder de audiência Bolsonaro também se beneficiou, ou não?

Não devemos nenhum tipo de fidelidade a Bolsonaro, ele que precisa honrar o nosso voto e o excelente salário que recebe.

Há dois tipos de bolsonaristas fanáticos, que veem perfeição incontestável em tudo o que o mito faz:

Ou são canalhas à procura de cargos e verbas.

Ou burros, alimentados por uma histeria coletiva e por uma falsa sensação de vitória política, nutridos pela alfafa olavista, ignorando o conchavismo real, onde Bolsonaro lustra as botas do STF, de Maia e de Alcolumbre.

O Bolsonarismo precisa comer muito arroz com feijão para sequer chegar perto de entender o que é o real conservadorismo.

Separe quem criticou Bolsonaro para ajudá-lo de quem criticou para prejudicá-lo.

Ou caminharemos para uma estrada sem volta.

 

Por Renan Alves da Cruz 

ALGUÉM COM SAUDADES DO PT?

Com o impeachment de Dilma Rousseff, encerrou-se o ciclo de 13 anos do Brasil sob o jugo do PT e seus asseclas de esquerda. Mas o que ficou de herança? Recessão, alto desemprego, crescente violência e corrupção epidêmica. Uma herança maldita.

É comum ouvir dos eufóricos apoiadores de Lula, hoje criminoso condenado pela Justiça, que “nunca antes na história desse país” o Brasil havia atingido grandes conquistas. Esse discurso ufanista, entretanto, não se sustenta de maneira alguma.

Na economia, o Brasil cresceu, mas de forma medíocre. O crescimento do PIB ficou abaixo do crescimento da América Latina e dos países membros da OCDE. Tivemos uma década perdida entre 2003 e 2012, com pouco recurso poupado, elevado endividamento das famílias, redução de investimento estrangeiro, crescimento da inflação e perda de competitividade e produtividade em relação aos demais países.

A redução da miséria e da fome, tema propagandístico do Partido dos Trabalhadores, vem ocorrendo em praticamente todos os países do mundo, graças a expansão do sistema de livre mercado. No Brasil não foi diferente, já que desde 1985 o gráfico do histórico de pobreza extrema demonstra uma contínua redução.

Entre os anos de 1994 e 2015, segundo matéria do Gazeta do Povo, o Brasil reduziu de 16,5% para 4,3% a quantidade de brasileiros abaixo da linha de pobreza, semelhantemente ao Chile e demais países emergentes, não sendo, portanto, exclusivismo do PT.

Sobre o combate a desigualdade social, o PT foi novamente medíocre. Não houve nenhuma redução entre os anos de 2001 e 2015. Aliás, o Brasil colocou-se como o país com maior concentração de renda no topo da pirâmide social, segundo Wealth and Income Database. Os 10% mais ricos aumentaram sua participação na riqueza nacional, enquanto os 50% mais pobres ficaram com 12%, elevando apenas em 1% o percentual de riqueza.

A desigualdade só aumentou com o PT! Em 2016, nosso índice Gini de desigualdade ficou acima dos países emergentes do bloco da América Latina e Caribe.

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Mesmo com todo o dinheiro que entrou no país na época do boom das commodities, quando o PIB foi triplicado, não houve progresso significativo nem no saneamento básico. Após 13 anos de petismo, o Brasil ocupava a parca 112ª posição no ranking mundial.

Para piorar, a grande recessão brasileira de 2014 jogou mais de 08 milhões de brasileiros para baixo da linha de pobreza, elevando astronomicamente o desemprego. Outro trágico desfecho foi o desmantelamento feito pela Operação Lava Jato, em rede nacional, ao vivo e a cores, do maior esquema de corrupção já vivenciado neste país esquecido à margem da História.

Finalizando nossa longa marcha da vaca para o brejo, a OMS, utilizando os dados de 2016, elegeu o Brasil como o nono país do mundo em número de homicídios, que só crescem desde 2007. Uma explosão de violência!

Faltou analisar ainda: o atraso no setor industrial; aumento da dívida pública; rombo nos fundos de pensão; Petrobrás com um prejuízo de R$ 34 bilhões, tendo perdido 55,6% do valor de suas ações; as inúmeras perdas de se estruturar e realizar reformas essenciais; desativação de 23,5 mil leitos do SUS, o equivalente a 7% do total; a estagnação na produtividade do trabalhador; corte de cerca de 40% da verba do programa Minha Casa Minha Vida; paralisação de obras; empréstimos irregulares através do BNDES; desvio de verbas no INSS; superfaturamento em Belo Monte; erros técnicos na transposição do Rio São Francisco; relações promiscuas com ditaduras; isolamento comercial; etc.

Ufa!

O PT, em 13 anos, não foi capaz de produzir um Brasil mais próspero, gerando apenas muita corrupção, mais inflação, mais desemprego e, agora sabemos, mais concentração de riqueza. Não resta nenhuma bandeira ao partido. Apenas mentiras…

A esquerda teve sua chance, mas priorizou a corrupção e o desperdício de dinheiro público.

Agora, se tivéssemos que resumir o primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro em uma única palavra, seria recuperação. Recuperação do Brasil. Com a redução de ministérios, nomeações técnicas, reforma da previdência, desburocratização advinda da lei da liberdade econômica, pacotes de estímulo ao emprego de jovens, livre comércio entre Mercosul e União Européia, queda do endividamento social, reforço e valorização da segurança pública, apoio dos EUA para ingresso na OCDE, nenhum escândalo de corrupção, etc., o Brasil vem superando o marasmo deixado pelo establishment antecessor.

A estruturação de reformas, queda no desemprego, inflação controlada, privatizações estratégicas, redução da taxa de juros, otimismo no mercado financeiro, com novos e reiterados recordes da Ibovespa, vêm reconstruindo o Brasil. Claro que, não é possível corrigir 13 anos em 01, mas a melhora é significativa.

Em apenas 01 ano vimos a demonstração de que podemos, sim, sair do caos e retomar nossa confiança na pátria. Precisamos melhorar muito, mas, assim como você, não sinto nenhuma falta da quadrilha do PT.

Por: Lucas Gandolfe

ESTABLISHMENT EM VERTIGEM

O documentário brasileiro – “Democracia em Vertigem”, dirigido por Petra Costa e distribuído pela Netflix, detentora dos seus direitos, foi um dos selecionados nesta semana ao Oscar de Melhor Documentário. É isso mesmo, o documentário que retrata, sem qualquer apoio popular (!), o impeachment de Dilma como “golpe” das elites sedentas por poder, executado pelo inescrupuloso Sérgio Moro, treinado nos Estados Unidos sob os auspícios da CIA, abrindo caminho para a ascensão do neofascismo tupiniquim de Jair Bolsonaro, etc., foi indicado ao Oscar.

É evidente que o filme visa endossar a narrativa petista sobre o impeachment e conduzir o telespectador a concluir em favor da suposta decadência do processo democrático brasileiro após a retirada de Dilma da presidência do Brasil, em 2016. A propaganda política disfarçada de documentário começa no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, e narra até a crise política no país.

Entretanto, por um lapso intencional, o documentário deixou de registrar os inúmeros e reiterados escândalos de corrupção que sempre acompanharam o PT na sua trajetória. Desde janeiro de 2003 a gestão petista e seus asseclas conviveram e apoiaram casos de corrupção no Brasil, que, resumidamente, totalizam 4.880 dias de escândalos, somando mais de R$ 47 bilhões. Da posse de Lula ao afastamento de Dilma, em maio de 2016, os escândalos políticos e casos de corrupção sempre estiveram presentes.

Só no mandato de Lula, o PT enfrentou a CPI do Banestado; o esquema de corrupção no DNIT; o uso indevido de dinheiro público; o surgimento do esquema do mensalão; empréstimos irregulares de bancos públicos; fraude envolvendo ONGs, movimentos estudantis e fundos destinados a programas para desempregados; gastos indevidos com cartões corporativos do governo; benefício fiscal aos “amigos do rei”; etc.

Já no governo de Dilma Rousseff, em 2013, o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, foi acusado de envolvimento em fraudes de licitações que chegaram a R$ 1 bilhão. O dinheiro foi enviado para empresas que financiaram a campanha do PT. Isso sem falar na inépcia que gerou a maior crise econômica de todos os tempos no Brasil.

O final da história nós já conhecemos, a “Lava Jato” desnudou o rei petista e mandou para a cadeia toda a companheirada, responsável pelo maior esquema de corrupção e manutenção de poder da história brasileira, tornando-nos oficialmente num governo de ladrões.

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A ÉTICA NA POLÍTICA OU A ÉTICA SOCIOPÁTICA?

Além disso, o PT aliou-se com regimes comunistas economicamente moribundos, como os de Cuba, Venezuela e Angola. Nada democrático! Ora, o PT fundou e organizou o Foro de São Paulo e, como tal, foi o responsável direto pelo advento de Chaves, Maduro, Morales e tutti quanti, mostrando-se, ainda, um partido revolucionário, empenhado em implantar no Brasil um regime comunista, cujos vis objetivos foram financiados com o dinheiro saqueado dos cofres públicos e extorquido dos empresários brasileiros.

O que tem de democrático nisso? Nada, absolutamente nada. “Democracia em Vertigem” deveria ter sido indicada para a categoria ficção, isso sim.

Fato é que, o hábito de tentar salvar o prestígio da esquerda, omitindo de denunciar seus crimes já está tão arraigado nas retinas mentais da classe falante, que busca desesperadamente distorcer, minimizar e abafar, com renitência obstinada e criminosa, os males do governo do PT, substituindo-os por um sentimentalismo barato e efeitos cinematográficos, que o documentário brasileiro, “Democracia em Vertigem”, até chega a ser indicado ao Oscar de Melhor Documentário, evidenciando que Hollywood ou o establishment cultural de esquerda continua trabalhando assiduamente para dar fidedignidade a narrativa petista.

Por: Lucas Gandolfe

Senado quer mudar indicação para STF. Medo de um conservador?

Comissão de Constituição e Justiça do senado, analisa mudanças na indicação de ministros para o STF.

De acordo com a proposta apresentada na PEC 35/2015, a indicação de algum ministro para o STF, sairia das mãos do presidente da República e seria feita por meio de uma lista tríplice, formada por indicações dos ministros do Supremo Tribunal Federal, Ordem dos Advogados do Brasil e pela Procuradoria-Geral da República.

Ainda de acordo com a proposta, os futuros ministros que venham ocupar um cargo no Supremo, teriam um mandato de dez anos, sem direito a recondução.

Justiça seja feita, a proposta foi apresentada em 2015, durante o governo petista de Dilma Rousseff. Todavia, após quatro anos, somente agora as discussões tendem a ganhar certa celeridade. Fazendo uma ilação, não sei se é preciso chegar a tanto, podemos dizer que essa presa se dá pela iminente saída de dois ministros do STF, Marco Aurélio Melo e o decano Celso de Melo. Com a saída dos dois, caberá ao presidente Jair Bolsonaro a indicação dos novos ministros.

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SEGURADORA DO DPVAT e sua influência no STF

Internautas expõem cinismo de Gilmar Mendes

É de causar arrepios imaginar Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Cármen Lúcia indicando algum nome para fazer parte da Corte. O mesmo vale para a OAB.

Assim, não é demais imaginarmos que certa turma do senado, tem medo de que algum membro do judiciário que tenha pulso firme, ou, que seja um declarado conservador, chegue ao Supremo Tribunal Federal.

Ademais, chama atenção alguns nomes “bem republicanos” que integram a Comissão de Constituição e Justiça.

Realmente, os senadores Eduardo Braga, Jader Barbalho, Ciro Nogueira, Fernando Collor e Humberto Costa, têm grande interesse em que um nome de reputação ilibada venha ocupar uma cadeira no Supremo.

Por Jakson Miranda

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SEGURADORA DO DPVAT e sua influência no STF

Ainda em dezembro de 2019, o ministro do Supremo Dias Toffoli, atendeu ao pedido da seguradora Líder, que administra o DPVAT, para que fosse anulada a redução no valor do DPVAT. Comentamos a respeito no post IMPOSSÍVEL elogiar Dias Toffoli.

Também ainda em 2019, publicamos o texto em que defendíamos a medida do governo Bolsonaro que acabava com a cobrança do DPVAT. Na ocasião, em post publicado no dia 22/12/19, escrevemos o seguinte:

Ao editar a MP 904/19, Bolsonaro e sua equipe basearam-se na lógica. Quando o DPVAT foi criado, em 1974, o Brasil não possuía um atendimento universal de saúde, o SUS. Logo, toda e qualquer pessoa de baixa renda que venha sofrer acidente, tem, atualmente, acesso a tratamento médico e medicamentos oferecidos pelo Serviço Público de Saúde.

No mesmo sentido, todo cidadão brasileiro de baixa renda que seja acometido por invalidez permanente, independente da causa, tem direito a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Logo, cai por terra o argumento da “função social” representada pelo seguro obrigatório. Mais um erro do STF!

Por fim, e não menos importante, a Medida Provisória trouxe como justificativa as reiteradas fraudes ocorridas no seguro obrigatório. Apenas para se ter uma ideia, em 2018 foi publicado o resultado de uma auditoria feita pelo TCU aonde se confirmou que entre 2005 e 2015, as fraudes ocorridas no referido seguro, custaram ao menos R$ 2,1 bilhões aos cofres do fundo. Vejam bem, leitores, esses R$ 2,1 bilhões é uma estimativa baixa. Na realidade, esse valor pode ser muito maior.

Feita as observações acima, não podemos esquecer de que no Brasil, certas decisões tomadas por pessoas que ocupam altos postos, se dão após fraternais conversas na “calada da noite“.  Por que digo isso? Porque uma auditoria encomendada pela própria seguradora do DPVAT, identificou procedimentos questionáveis na empresa que entre outras coisas, está o envolvimento da seguradora líder com pessoas próximas a ministros do STF.

“Uma das conexões entre a Líder e pessoas ligadas a autoridades questionada pela auditoria é a relação da seguradora com o advogado Mauro Hauschild, que atuou como assessor do ministro do STF Dias Toffoli – hoje presidente do Supremo.”

“Outra conexão da Líder questionada pelos auditores é com o escritório de advocacia Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados. Segundo a Folha de S.Paulo, o advogado Rafael Barroso Fontelles, um dos sócios, é sobrinho do ministro do STF Luís Roberto Barroso. Além disso, o ministro era sócio do escritório até 2013, quando foi indicado para o Supremo. O atual escritório mudou de nome e sucedeu a banca do hoje ministro.”

Mais é claro, tudo o que foi citado acima não passam de meras coincidências profissionais. A despeito disso, no final do mês, ano após ano, o cidadão tem que pagar seu boleto de imposto e acreditar na nossa justiça, afinal, nossos ministros do Supremo Tribunal Federal, estão acima do bem e do mal, isentos de investigações e questionamentos.

Por Jakson Miranda

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Governo economiza mais de R$ 1 bilhão no Bolsa Família

Criado em 2003, o Bolsa Família tornou-se a grande vitrine dos governos petistas. A cada eleição, falava-se que os candidatos adversários do PT iriam acabar com o beneficio. Balela!

O governo Bolsonaro não apenas NÃO acabou com o programa de transferência de renda, mas, já está implantando melhorias, inclusive, com o pagamento do 13º às famílias atendidas pelo programa.

Ocorre que desde sua criação, o Bolsa Família foi alvo de fraudes. Pessoas que não precisavam receber nenhum centavo do programa, estavam recebendo.  Para se ter uma ideia, há alguns dias foi noticiado que servidores públicos que tinham renda de até 27 mil reais, estavam no programa. Um absurdo!

É justamente no combate a essas fraudes que possibilitou a economia de R$ 1,3 bilhão no programa. Isso foi possível com a saída de 1,3 milhão de “beneficiários” que estavam de forma irregular no programa. Com isso, não apenas o 13° continuará sendo pago, como também outras famílias, que realmente precisam, poderão ser atendidas pelo programa de transferência de renda.

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Estima-se que para 2020, sejam pagos R$ 29,5 bilhões à famílias de baixa renda.

Mas que fique claro, o MELHOR programa de transferência de renda é a geração de empregos. Que o Brasil continue aprofundando as mudanças necessárias para que mais e mais pessoas possam ingressar no mercado de trabalho gerando um ciclo virtuoso e com isso, possibilitando que famílias extremamente carentes possam ser melhor antedidas.

Por Jakson Miranda 

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A ÉTICA NA POLÍTICA OU A ÉTICA SOCIOPÁTICA?

A falta do senso das proporções é exatamente o mesmo que falta de inteligência moral. O Movimento pela Ética na Política de 1992 nasceu de um grupo de pessoas, que se reunia na UFRJ. Eram sindicalistas, universitários, militantes de partidos, pessoal das ONGs e dos direitos humanos.

Dando “nome aos bois”, tínhamos desde ex-presidente da OAB até Lula, Herbert de Souza(o Betinho), Marilena Chauí, José Dirceu, Genoíno, Frei Betto, tutti quanti.  Mas quem realmente coordenou o processo que culminou no impeachment de Fernando Collor foi o PT.

A “Campanha pela Ética”, liderada pelo PT, dava a genérica impressão de estar lutando pela “ética” no sentido geral e corrente, isto é, pelo bem e pela decência, combatendo todo e qualquer elemento corrupto na administração pública, firmando-se como paladino da honestidade nacional. As provas de corrupção no governo de Fernando Collor, suscitando fartas demonstrações de indignação moral, tornou a ficção do Movimento verossímil, permitindo que o moralismo atávico dos brasileiros fosse imediatamente canalizado para o colo da esquerda.

Mas será que o ilustre Partido dos Trabalhadores, cujos principais membros encontram-se atualmente condenados pela Justiça por inúmeros crimes, estava mesmo defendendo a “ética” relacionada à honestidade, moralidade, etc.? Evidentemente que não. Eles defendiam o “Estado Ético”, nada mais, politizando a “ética” e colocando à luta de classes acima do bem e do mal, o que, num futuro bem próximo, inverteria totalmente aquilo que pregavam.

Bem, a partir desse Movimento, o PT assumiu o papel de representante da probidade pública e social, impulsionando cada vez mais a campanha pela “ética” e “cidadania”, ascendendo, assim, à condição quase sacerdotal de condutor moral da nação.

No fim, toda a farsa da “ética” terminou por ser usada como instrumento para a “longa viagem da esquerda – do PT, para dentro do aparelho de Estado”. Pois bem, e depois? A ética foi finalmente implantada no Brasil, expurgando os “ratos que roem nossa bandeira nacional” e vivemos felizes para sempre? Como desgraça pouca é bobagem, descobrimos que, frente ao que estava porvir, o Brasil até que era bem ético.

Desde janeiro de 2003 a gestão petista e seus asseclas conviveram e apoiaram casos de corrupção no Brasil, que, resumidamente, totalizam 4.880 dias de escândalos, somando mais de R$ 47 bilhões. Da posse de Lula ao afastamento de Dilma, em maio de 2016, os escândalos políticos e casos de corrupção sempre estiveram presentes.

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Logo nos primeiros seis meses de gestão, o PT enfrentou a CPI do Banestado que envolvia dinheiro enviado ilegalmente para paraísos fiscais. Na época, o deputado José Mentor foi acusado de sabotar a CPI para proteger os petistas. Também em junho de 2003 veio à tona o esquema de corrupção no DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) com desvio de R$ 32,3 milhões de recursos destinados à construção de estradas. O alvo das denúncias foi o ministro dos Transportes, Anderson Adauto.

Ainda em 2003, agora em setembro, outro escândalo. A ministra de Lula na Secretaria de Assistência e Promoção Social, Benedita da Silva, usou recursos públicos para custear passagens e hospedagens para Argentina e Nova Iorque, em compromissos pessoais. Ao todo, foram R$ 19 mil.

No início de 2004 surgiram as primeiras evidências do esquema do mensalão, maior escândalo do primeiro mandato de Lula. O mensalão era a propina que o governo pagava, com dinheiro público, a parlamentares para votar a favor das propostas petistas no Congresso. Segundo o STF, o articulador do mensalão foi José Dirceu, ministro da Casa Civil de Lula.

Em 2005, no mês de julho, tivemos outros grandes escândalos, agora envolvendo o ministro Romero Jucá (Previdência) que fez empréstimos de R$ 18 milhões de bancos públicos usando como garantia sete fazendas que não existiam. Na mesma época, estourou o esquema de corrupção apurado na CPI dos Bingos, que detectou um desvio superior a R$ 7 milhões de dinheiro público para políticos e empresários.

Para finalizar o primeiro mandato de Lula e da esquerda no poder, tivemos em 2006 o caso de corrupção de Luis Gushiken, ministro de Comunicações, com respingos do mensalão e também da CPI que investigou o desvio de R$ 11 milhões nos fundos de pensões de funcionários públicos.

A cenoura de burro das esperanças moralizantes da década de 90, que simulava “passar o Brasil a limpo”, mostrou-se um verdadeiro “Cavalo de Tróia”, cuja única preocupação era tomar o poder e fazer crescer o “Novo Príncipe” (ou o Partido, para Antônio Gramsci) por todos os meios amorais, imorais, mentirosos, cínicos, corruptos possíveis. Mas uma grande parcela do povo brasileiro resolveu validar, pelo voto, todos os escândalos petistas, reelegendo Lula. O inverossímil aconteceu!

Previsivelmente, em 2007, Lula iniciou o seu segundo mandato, após a reeleição, com novas suspeitas de corrupção. Na pasta do Trabalho, sob o comando do aliado Carlos Lupi, foi descoberta uma fraude envolvendo ONGs e fundos destinados a programas para desempregados que somaram R$ 18 milhões em desvios.

No ano de 2008, a ministra da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, teve que deixar o cargo depois que descobriram gastos indevidos com cartões corporativos do governo no valor de R$ 171 mil. A denúncia levou a investigações de outras despesas ilegais do alto escalão petista.

Para serem beneficiadas com incentivos fiscais, em 2009, montadoras pagaram até R$ 36 milhões em propinas para o governo petista editar a medida provisória número 471. O esquema gerou um prejuízo de R$ 1,3 bilhões em impostos.

Bem, como diz o ditado popular “errar uma vez é humano, duas é burrice, na terceira você não tem vergonha na cara”. Mesmo frente aos escabrosos e contínuos escândalos de corrupção, julgados ao vivo e a cores, com larga divulgação pelos meios de comunicação, uma parcela de brasileiros manteve o PT no poder. Para mim, isso não só significou validar o que passou, mas também, implicitamente, autorizar sua continuidade.

E foi isso que Dilma Rousseff fez. Em 2013, o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, foi acusado de envolvimento em fraudes de licitações que chegaram a R$ 1 bilhão. O dinheiro foi enviado para empresas que financiaram a campanha do PT.

O final da história nós já conhecemos, a “Lava Jato” desnudou o rei petista e mandou para a cadeia toda a companheirada, responsável pelo maior esquema de corrupção e manutenção de poder da história brasileira, tornando-nos oficialmente uma cleptocracia.

O PT corrompeu com a autoridade moral de quem, ao arrogar-se os méritos de um futuro hipotético, já está absolvido de todos os delitos do presente; praticou inúmeros crimes com a tranquilidade e o destemor de quem pode usar licitamente de todos os meios, já que é o senhor absoluto de todos os fins (Carvalho, 2015). É o Partido Ético, sempre exaltado e defendido por uma parcela de brasileiros. A verdade se transformou em mentira e a mentira em verdade.

O sucesso da revolução cultural do PT foi tão avassalador que – mesmo cientes de toda mentira, corrupção e imoralidade praticada pela esquerda -, a parcela de brasileiros apoiadora dessa aberração política passa de sua cegueira voluntária a sacerdote da “ética na política” para acusar e julgar seus opositores, equiparando “rachadinhas” de gabinete com a corrupção da própria democracia e implantação de uma hegemonia totalitária. Porca miséria!

Por Lucas Gandolfe. Lucas Gandolfe é advogado e jornalista

Sergio Moro NÃO SERÁ candidato em 2022

Nesse texto, falarei porque, em minha opinião, Sergio Moro não será candidato em 2022. Logicamente que ainda temos mais três anos de governo Bolsonaro e até a próxima eleição para presidente, governador e legislativo, muita coisa pode acontecer e alterar o panorama político do país.

Feita a ponderação acima, não há dúvidas de que Sergio Moro tornou-se herói nacional por ter julgado com competência e maestria os casos da Lava Jato, daí decorre que muitos o querem ver na presidência da República. A perspectiva de Sergio Moro sair candidato já em 2022 é compartilhada por alguns personagens que claramente já deixaram de apoiar o atual governo e hoje trabalham de forma resoluta pelo seu insucesso. Destaco aqui o youtuber Nando Moura que em mensagem pelo twitter colocou o seguinte:

É claro que aqueles que estão “decepcionados” com o atual governo já no seu primeiro ano, veem em Moro um nome imediato e de apelo popular para comandar o país a partir de 2022. Em resposta a essa possibilidade, Jair Bolsonaro afirmou que “vai está em boas mãos o Brasil”. Ao fazer tal afirmação, Bolsonaro não deixou claro se disputará a reeleição.

Após a “PEC da reeleição” que deu possibilidade de todos os ocupantes de cargos eletivos disputarem um segundo mandato, todos os presidente de FHC à Dilma ganharam mais quatro anos no poder e acredito que não será diferente com Jair Bolsonaro, exceto se seu governo se mostrar catastrófico nesses próximos anos.

Por outro lado, mesmo que se prove um governo muito melhor que os anteriores, será inevitável que outros nomes, mesmo do entorno de apoio ao governo, sejam alçados a adversários na disputa pela presidência. A própria imprensa já começou a ensaiar nomes que antagonizem com o presidente Bolsonaro para 2022. É nesse contexto que não raro, se apontam ou se tenta criar fissuras entre Sergio Moro e Jair Bolsonaro.

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O que vai acima revela que o cenário político brasileiro é bem diferente dos EUA. Lá, não há leis que permitam ou impeçam a reeleição. O que se tem nos Estados Unidos nada mais é do que uma tradição que garante ao ocupante do Poder Executivo, disputar o segundo mandato. Também inexistem leis que o impeçam de disputar um terceiro mandato, mas novamente, valendo-se da tradição, essa opção não é seguida, exceto por Roosevelt, que ficou no poder de 1933 a 1945.

O que quero dizer fazendo um paralelo entre o Brasil e os EUA é que lá muito raramente se insurgem nomes dentro do partido Republicano (quando o presidente da República é do partido) ou Democrata (também quando o presidente da República é do partido) para disputarem o posto pela presidência. Como já foi mostrado anteriormente, não é o que ocorre no Brasil.

Obviamente que se você chegou até aqui na leitura do artigo deve está se perguntando o que tudo isso tem a ver com o titulo do texto e já lhe respondemos. Tudo!

Em entrevista a Revista Veja em outubro de 2019, Moro deixou claro que Bolsonaro será seu candidato em 2022, por uma “questão de dever e lealdade”.

E vai além, “Como é que você vai entrar no governo e vai concorrer com o político que o convidou para participa?”.

Por fim, é possível dizer que embora Sergio Moro afirme que não tenha um perfil partidário, ao deixar claro que o atual presidente tem a primazia na disputa eleitoral, ele, Moro, está sendo um homem de partido. Em outras palavras, não tendo o perfil de político-partidário, Moro ensina como ter o perfil político-partidário: trabalhando pelo governo e sendo leal ao presidente.

Esse tipo de postura acaba sendo um soco no estômago de muita gente que votou em Bolsonaro para presidente pensando que estaria elegendo um ditador que “peitaria” tudo e todos ou um “deus”, que em nenhum momento cometeria erros.

Logo, por tudo que foi exposto, podemos dizer que Sergio Moro não será candidato em 2022.