Para choro e desespero da esquerda: Documentário sobre Olavo de Carvalho

A primeira vez que assisti a um vídeo do Olavo de Carvalho, True Outspeak, confesso aos amigos que me surpreendi. Estava ali, na tela do meu computador um senhor, fazendo uma rápida prece a santo Padre Pio de Pietrelcina e logo em seguida pronunciar um palavrão após outro, seguido de sucessivas baforadas de cigarro (Risos). Passada essa surpresa inicial, notei que o que eu realmente estava ouvindo e vendo eram palavras de uma pessoa que detinha um vastíssimo conhecimento, atrelado ao carisma e a honestidade.

Daí em diante, passei a acompanhar os vídeos do Olavo, não só isso, passei a ler seus artigos e me inteirar de toda a sua obra. Atualmente, diante de qualquer polêmica, seja ela política, filosófica ou mesmo no que diz respeito à saúde e alimentação (risos) não raro pronuncio: Olavo tem razão!

Olavo tem razão é dito com enorme freqüência nas redes sociais. Olavo tem razão esteve presente no maior protesto que o Brasil já assistiu em tempos democráticos. E por que Olavo tem razão?

Olavo tem razão porque seus escritos são pautados por uma incrível retórica e por uma lógica objetividade que já desmantelou o neo-filósofo esquerdista Alexandre Duguin e tantos outros. Não só isso, Olavo de Carvalho teve a coragem de romper com o medíocre consenso que imperou e impera na intelectualidade brasileira, esta, simpática ao esquerdismo e ao PT.

Sofrendo os mais variados tipos de ofensas e calúnias, Olavo abraçou a missão de denunciar com verdades inquestionáveis, as mentiras contadas repetidas vezes nas redações dos grandes jornais, nas universidades e em todos os veículos de massa. A estes, só restou um covarde silêncio que de nada adiantou e os frutos do filósofo brasileiro tornaram-se visíveis a todos.

Para quem ler e ouvir Olavo de Carvalho há duas alternativas: repudiar todo o pensamento de esquerda vigente no Brasil e no mundo, se aprofundar na leitura de outros importantes autores e abraçar a luta contra a decadência do tempo presente, ou, fazer o oposto de tudo isso. Quem opta por esse último caminho, nos oferece duas hipóteses: Ou não entendeu nada, algo comum quando temos um programa educacional que gera analfabetos funcionais, ou, entendeu tudo, mas prefere continuar a votar no PT e a defender todo tipo de pauta da esquerda, o que o faz um autêntico vigarista.

Dito isto, registro que a esquerda terá mais um motivo para esperneio, choro, lamento e desespero. Vem aí um documentário sobre Olavo de Carvalho. Isso mesmo, amigos e amigas. Da minha parte, estou ansioso e cheio de expectativas a espera da obra, e vocês?

Segue um pouco da entrevista que o cineasta Josias Teófilo concedeu ao site Mídia Sem Máscara. Integra, AQUI.

“O Jardim das Aflições” é um documentário longa-metragem sobre a vida de Olavo de Carvalho que está em fase de produção. O idealizador e diretor do filme, que será gravado na Virgínia, Estados Unidos, é Josias Teófilo. O objetivo, segundo o cineasta, é captar o dia-a-dia, o trabalho, e um pouco da filosofia de Olavo. Teófilo destaca que se trata de uma produção livre de recursos do Estado, utilizando, para cobrir os custos, apenas o método crowdfunding (financiamento coletivo).

Na entrevista a seguir, Josias Teófilo falou sobre o projeto.

Conte um pouco sobre sua carreira profissional e responda: que tipo de influência a obra de Olavo de Carvalho exerce sobre a sua vida?

Me graduei em Jornalismo no Recife, e depois fui para Brasília fazer mestrado em filosofia, focado na obra de Andrei Tarkovski, cineasta que admiro muito. Posteriormente, publiquei o livro “O cinema sonhado” que é um ensaio biográfico sobre o meu avô, Pedro Teófilo Batista, que também foi cineasta. Recentemente, resolvi fazer o filme sobre Olavo de Carvalho, que é uma figura que admiro muito e conheço desde 2009. Olavo usava a rede social Orkut e eu lia sempre o que ele escrevia. Algo absolutamente excepcional. Nunca conheci nenhum outro professor de filosofia que falasse tão bem e com tanta propriedade sobre arte, romance, história da arte, e até sobre cinema. Naturalmente é uma grande influência para mim e na minha concepção, Olavo é a figura mais relevante da intelectualidade brasileira atual.

De onde partiu o desejo de fazer um documentário sobre a vida do professor Olavo?

Eu noto que nenhum escritor brasileiro ainda vivo escreve obras como “O jardim das aflições” (que dá título ao filme), “O Imbecil coletivo”, “Aristóteles em nova perspectiva”, e “A nova era e a revolução cultural”. Esses livros são de uma profundidade e de uma elaboração que é coisa absolutamente única, não consigo relacionar obras desse porte com nenhuma outra da atualidade. Acredito que o último intelectual brasileiro tão completo como Olavo de Carvalho foi Gilberto Freyre, que morreu em 1987. Por esse fato, eu sentia necessidade de um filme sobre Olavo, algo que ainda não existe, o que é lamentável. Isso se explica porque o cinema documentário brasileiro tem uma tendência profundamente ideológica que vem sendo cada vez mais ressaltada nos últimos anos. Os documentaristas necessitam de recursos públicos. O governo, por sua vez, quer disseminar sua própria ideologia por meio desses filmes. Naturalmente, não me seria dado espaço para documentar Olavo. Além disso, muitas pessoas envolvidas com cinema não sabem quem ele é de fato. Tudo o que sabem é que ele é um polemista, porém, não sabem que ele é principalmente um intelectual e nunca tiveram contato com seus textos sobre cinema, arte e outras obras publicadas. As pessoas têm uma visão artificial. Esse caráter retórico do cinema documentário atual, tão presente em muitas produções recentes, é incompatível com o filme sobre uma figura tão sincera como Olavo de Carvalho.

Por Jakson Miranda

 

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2 comentários em “Para choro e desespero da esquerda: Documentário sobre Olavo de Carvalho”

  1. Que presente nos dá com esse texto, Jackson! Pareço ver um roteiro, uma cópia do caminho que trilhei também, nessa descoberta deliciosa de nosso filósofo irreverente. e eu diria que ele é ainda mais completo que o nosso Gilberto Freire.
    Parabéns pela clareza com que você o descreveu. Bom demais de ler!! Abraços!

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