Pancadão da PUC e a cultura da bestialidade

Não sei como anda o prestigio atual da PUC, mas, tudo nos leva a crer que por lá, a medida do prestigio não se dá pelas discussões filosóficas.

Também não se deve à indicação de alguma autoridade para o Prêmio Nobel, não.

Atualmente, o prestigio da Pontifícia Universidade Católica é medido pelo número de frequentadores do Pancadão da PUC.

Não se enganem, amigos, o “Pancadão” tem a chancela da PUC. Se não é institucional, é uma chancela de “espirito”.

Quando foi noticiado o estupro coletivo da jovem adolescente no Rio de Janeiro, escrevemos um post nos solidarizando com a vitima.

O que pontuamos nada teve haver com o que se viu nos principais jornais: “discussões” e “repúdios” a “cultura do estupro”.

Da nossa parte, o ponto de questionamento foi o tipo de música que esses jovens ouvem.

Questionamos a total falta de respeito que impera tanto nas letras quanto nos “bailes”, ou, “pancadões”.

Ainda naquele texto, Lembramos que não é difícil, nos tempos atuais, “acadêmicos” veem um certo ímpeto revolucionário nos “mc´s”. Não sendo igualmente poucos os que ouvem funk como se poesia fosse.

É provável que algum leitor tenha achado esse trecho do artigo exagerado, afinal, são esses mesmos acadêmicos que se especializam em criticar a “cultura de massas”, fruto e produto do famigerado capitalismo. Além disso, não se tratam de alunos do Ensino Médio, mas de acadêmicos, pessoas que deveriam entrar em contato com a alta cultura. Leem textos de difícil compreensão e costumam dormir pouco, pois estão com listas e listas de trabalhos a serem entregues. LEDO ENGANO! FOI-SE O TEMPO, caro leitor!

Pois bem, em reportagem da Folha de São Paulo, tomamos conhecimento do pancadão da PUC.

Segundo é noticiado, a festa é regrada a som em volume máximo.Consumo de drogas e sexo em plena rua.

Situações que naturalmente, causam horror aos moradores da região.

Isso tudo se dá nos arredores de uma das mais conhecidas universidades do Brasil, patrocinado por seus alunos.

E como deixa claro a reportagem, nada deixa a desejar aos bailes funks dos morros e periferias nos grandes centros urbanos, estes, patrocinados por criminosos.

Não podemos deixar de notar que avolumam-se evidências de que estamos diante de uma era de bestiais.

O homem nunca esteve tão próximo da animalidade.

Corre-se o risco de que brevemente, os próprios animais terão maiores pudores do que alguns dos nossos semelhantes.

Não existe essa tal de cultura do estupro. Não da forma que é ventilada por feminazis saídas dos antros do nosso “ensino superior”.

Porém, se passemos a admitir que haja essa cultura, não teremos dificuldades em identificar sua ligação umbilical: A cultura da bestialidade.

O triste é que ainda não chegamos ao fundo do poço.

Os produtores, os cultores e os entusiastas da atual condição cultural do nosso país, são aqueles que irão lecionar, legislar e governar sob as futuras gerações.

Viva o progresso! Viva o Brasil! E nos acostumemos a dormir com um barulho desses.

Por Jakson Miranda

 

Um comentário em “Pancadão da PUC e a cultura da bestialidade”

  1. Foi-se o tempo no qual os brasileiros tinham algum valor moral. Foi-se o tempo no qual o povo brasileiro tinha um nível aceitável de intelecto. Foi-se o tempo no qual a família era o maior bem de um indivíduo.
    Não vivi essa época, infelizmente, mas mesmo sem ter experimentado sinto saudades.
    Triste é o futuro dessa nação. Está fadada à ausência de valores morais, éticos e à inversão de todos os valores.
    Ser correto é errado; ser honesto é ser idiota; ser fiel é ser ingênuo.

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