ONU é dominada pela religião islâmica

o terrorismo praticado por alguns dos seguidores da religião islâmica não se restringe ao ISIS ou Al Qaeda.

Não se trata de nenhuma novidade: A ONU é dominada pelos seguidores da religião islâmica! Sempre que a Organização das Nações Unidas votam alguma resolução contra Israel, EUA ou tomam alguma medida que afrontam os princípios cristãos, são na verdade, medidas orquestradas por países que professam a religião islâmica.

É obvio que isso não é bom! Afinal, estamos em uma sociedade que não pode aceitar imposições feitas por este ou aquele grupo e quando isso não é obedecido, abre-se espaço para o totalitarismo e para o esmagamento dos demais grupos, que ocorre mediante mentiras e/ou uma horrível desconsideração do passado.

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No último dia 7, a UNESCO ligada à ONU, jogou o mínimo de escrúpulos que tinha na lata do lixo e provou uma vez mais que o terrorismo praticado por alguns dos seguidores da religião islâmica não se restringe ao ISIS ou Al Qaeda.

O que aconteceu na UNESCO trata-se de um ato tão terrorista quanto às explosões de homens-bomba. Curvando-se a religião islâmica, a UNESCO trata o Estado de Israel como se o povo judeu não tivesse história.

Em outra decisão controversa, aprovada nesta sexta-feira (7), a UNESCO declarou que a Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas, são Patrimônios Mundiais do Estado da Palestina. Em uma eleição secreta, 12 países votaram a favor da inclusão, três foram contra e seis se abstiveram.

Obviamente, a decisão foi duramente criticada por Israel. Nem mesmo a pressão diplomática exercida pelos EUA teve resultado. Recentemente, a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres e à diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, para que se opusessem à decisão.

Considerada sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, em Hebron fica a construção conhecida como Túmulo dos Patriarcas, onde segundo a tradição estão sepultados Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea.

Para as autoridades israelenses, a decisão da UNESCO de classificar a cidade como propriedade “islâmica”, equivale a rasgar a Bíblia, negando os cerca de 4.000 anos de presença judaica na região. Conforme o Livro de Gênesis, ali viveu e foi sepultado Abraão, o pai dos judeus. O próprio termo “hebreu” é uma derivação de Hebrom.

Desde 2011, quando a Palestina foi reconhecida como estado-membro pela Unesco, este é o terceiro Patrimônio Mundial entregue a eles. Os outros foram a Basílica da Natividade e a Terra das Oliveiras e Vinhedos, em Belém. Em maio o Brasil votou junto com os países muçulmanos na resolução da ONU que negava a soberania de Israel sobre Jerusalém.

Encerramos

Falando como cristão e historiador, o fato chega às raias da pura insanidade. Por outro lado, eu estaria sendo igualmente insano se acreditasse que uma nova Cruzada seja a alternativa para barrar o avanço da religião islâmica. Não é!

Por Jakson Miranda

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