O que mais a militância gayzista quer?

Ministrei um curso sobre Guerra Cultural há uns 5 anos atrás e lembro de ter tratado de algumas questões ligadas à militância gayzista.

Naquela época, cuja ofensiva gayzista já era irrefreável, algumas situações que vivemos hoje eram projetadas como metas futuras da estratégia do movimento.

Algumas coisas que já estão acontecendo, eu, em minha inocência otimista – mesmo num estudo que era perpassado por extremo pessimismo – considerei que deveriam se concluir na década de 2020. Ademais, em 2017 boa parte delas já estão fazendo parte do nosso cotidiano.

O gayzismo é um movimento incansável. Nunca estará satisfeito. O que começou como uma exigência de igualdade, QUE JÁ FOI CONQUISTADA,  se transformou na busca por privilégios e na perseguição de grupos conservadores.

A qualquer momento do dia há algum programa de TV, blog ou jornalista influente, hashtag ou tweet em destaque nas redes, com alguém espremendo as glândulas lacrimais para se vitimizar num país em que os homossexuais possuem liberdade para se casar, se beijar, andar de mãos dadas juntos, se acariciar em público, enfiar crucifixos no ânus na Paulista, trabalhar, produzir arte e se tornar um cantor de sucesso mesmo tendo a voz de uma ratazana morrendo (Sim, estou falando do Pablo Vittar. E sim. Chamei de cantor, com “o”).

Nem todos os homossexuais fazem todas estas coisas, claro, mas há liberdade para se fazer.

Mas o sanguessuguismo gayzista, truculento e insaciável, permanece à procura de novas subcausas que lhes possibilitem realizar a alquimia fétida de transformar vitimismo em penetração social (sem trocadilhos).

Publiquei aqui no Voltemos à Direita um texto rebatendo um famoso ativista LGBTXYZ que, sem qualquer pudor, defendia a censura contra cristãos.

Também publiquei o artigo Totalitarismo LGBT que ilustra um pouco disso. Nele escrevi:

O ativismo LGBT gosta de se vitimizar, acusando os cristãos de persecução, considerando-se um movimento reativo, entretanto, é só ler as notícias que fica fácil perceber quem é que detém a influência na mídia e nas universidades e que está disposto a fazer qualquer coisa para calar as vozes discordantes.

Leia também: 

Cristãos: os únicos que não podem se sentir ofendidos

Primeiro o Gayzismo, depois o feminismo

O conservadorismo cristão foi expurgado da grande mídia. Mas é claro que é muito mais conveniente aos progressistas continuar repetindo a ladainha de que lutam contra um establishment cristão, quando na verdade, eles se tornaram o establishment há 30 anos atrás!

Quando eles vão se dar por satisfeitos?

Não sabemos. Talvez os mais raivosos, que fizeram do ativismo sua carreira profissional, só se deem por satisfeitos quando enforcarem o último hétero com as tripas do último conservador, ansiosos pela espera do fim da humanidade, já que aparelho excretor não reproduz…

Talvez quando a Bíblia tiver sido editada nos textos considerados “homofóbicos” e os ministros religiosos forem obrigados por lei a casá-los.

Talvez quando houver cotas para homossexuais nas universidades e nos concursos públicos.

Talvez quando as escolas públicas estiverem ensinando crianças de 5 anos que eles devem beijar na boca amiguinhos e amiguinhas para ver de qual gostam mais.

Ou talvez quando você tomar uma lapada do médico simplesmente por sugerir querer saber se o bebê será menino ou menina baseado apenas no sexo biológico.

Na minha família vocês não mexerão.

Nunca.

Por Renan Alves da Cruz 

 

6 comentários em “O que mais a militância gayzista quer?”

  1. no mundo inteiro as pessoas perceberam que isso ja esta acontecendo. È como o aquecimento global, não precisa ser cientista para ver que ja esta ai. Os politicamente corretos destruiram as bases da civilizaçao ocidental, percebe-se uma reação, mas será que ja não é tarde ?

  2. Preciso discordar de algo: uma ratazana morrendo é muito, muito, muito mais afinada.
    Brincadeiras à parte…
    Acredito que essa incansável “luta” nunca terminará. Ser vítima é legal, você ganha espaço, notoriedade, benefícios (e um lugar especial no programa da Fátima Bernades)… Qual a graça de ser o vilão que trabalha, é honesto e garante a prosperidade da casa? Não é divertido ser a vilã careta que estuda, é heterossexual e frequenta a igreja.

    Em breve, ser heterossexual será crime. Preparem os pescoços, pois a forca voltará…

  3. Alimento a esperança de que a arte voltará a ser o que já foi, mas por enquanto não resta muito além da nostalgia e do pesar.
    Ótimo artigo! Palmas!

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