O ativismo gay da Globo e Freddie Mercury

Com novo vocalista, a banda Queen foi uma das primeiras a tocar na recente edição do Rock In Rio. É claro que o Queen, sem seu famoso frontman, Freddie Mercury, não é o Queen. É claro que para os fãs do Queen, Mercury é insubstituível, tanto é verdade que as chamadas para os shows da banda é dado da seguinte forma: Queen + Adam Lambert.

Falaremos disso? Não. Como o titulo do texto já deixa claro, não farei uma critica a atuação de Lambert, comparando-o com Mercury. O objetivo desse texto é uma vez mais, buscar desmascarar o ativismo gay, que diferente do que pensa alguns, não é um movimento recente, em especial para a Rede Globo.

Não vejo necessidade de esclarecer que Freddie Mercury era homossexual, ou no mínimo, era bissexual, relacionando-se com homens e mulheres, porém, o artista britânico não fazia de sua vida privada uma “causa”, uma “bandeira” que ele deveria empunhar nas letras de suas canções e nos shows da banda. Tivesse trilhado esse caminho, talvez o Queen tivesse caído no esquecimento. Tivesse trilhado esse caminho, Freddie Mercury não teria composto belíssimas canções que ainda hoje são ouvidas por quem quer que seja.

Não obstante, na primeira visita do astro ao Brasil, lá estava a Rede Globo querendo colocar a “causa” gay em pauta. O resultado foi uma verdadeira aula dada por Mercury! Além de não cair na conversa da repórter, Mercury dá provas de que um verdadeiro artista faz arte para qualquer pessoa, seja essa pessoa homem, mulher, hetero, gay, solteiro, casado, etc.

É isso! Sendo uma boa funcionária da Globo, a entrevistadora Glória Maria quis angariar alguma polêmica com a música “I want break freak”.  Além de não conseguir polêmica nenhuma, deixou para a posteridade um didático manual: COMO NÃO SER UM BOM ENTREVISTADOR.

O ativismo da Globo é tão asqueroso hoje quanto o foi há trinta anos. Simplesmente ridículo, tanto naquela época, quanto agora. Eles não se cansam. Nós também não nos cansaremos em demonstrar e ter um pouco de vergonha alheia.

Torço que o líder do Queen não tenha ficado com a impressão de que somos “jeca“, mesmo com Glória Maria fazendo esforço para se pensar o contrário.

Graças ao Youtube, podemos ter registrado esse verdadeiro mico. I WANT BREAK FREE!

Por Jakson Miranda

 

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