Nazismo mata! Comunismo também.

(Artigo publicado em 29/04/2019)

Há poucos dias resolvi assistir alguns filmes na netflix. Fazia tempo que não aderia a tal prática. Minha intenção era relaxar, descansar… Bem, até que consegui descansar, mas, os assuntos políticos e ideológicos me perseguem até mesmo na escolha dos filmes. E lá vou eu assistir a filmes que têm como temática as ações comunistas e do exercito nazista ao redor do mundo.

A despeito da discussão sobre o nazismo ser de direita ou esquerda (ainda escreverei a respeito), o que precisamos ter em mente é que tanto o comunismo quanto o nazismo possuem como norma primaria de suas ações a maldade. Foram regimes inescrupulosos que não nutriam nenhuma empatia pelo ser humano.

Sobre esse fato, não há verniz contemporizador que possa mudá-lo. Isso é história.

O primeiro filme da minha escolha foi a película produzida pela estrela de Hollywood Angelina Jolie. First They Killed My Father. Em resumo, o filme conta a história da pequena Loung Ung e sua família, fugindo do regime comunista do Khmer Vermelho implantado no Camboja por Pol Pot. Segundo estimativas, entre 1975 e 1979, mais de 1 milhão de pessoas tenham morrido no país asiático. Essa é a herança comunista!

No filme, ficam claras algumas características dos regimes totalitários: A doutrinação e o trabalho forçado. Somados a esses dois elementos, o uso inescrupuloso de crianças, tanto no trabalho forçado quanto na frente de batalha e a consequente separação de famílias. Pais são mortos ou simplesmente são obrigados a deixar seus filhos sob os cuidados do regime e por fim, a fome.

Conclusão: O comunismo mata!

Leia nosso artigo: Qual a ideologia da Direita Conservadora?

O segundo filme foi mais emotivo. Agnus Dei. Se você ainda não viu, caro leitor e leitora vejam. Agnus Dei relata mais um horror, agora, perpetrado por comunistas na Polônia.

Após se verem livres do nazismo, os poloneses enfrentaram outro mal, o comunismo. O filme retrata a horrenda experiência pela qual passaram algumas freiras no interior do convento em que viviam: foram estupradas por soldados soviéticos. Como consequência, muitas engravidaram.

Muitas reflexões poderiam ser feitas sobre esse acontecimento real transposto para a sétima arte, como o conflito espiritual por exemplo, afinal, onde estava Deus que permitiu tais atrocidades? Mas, particularmente, não é essa interrogação que sobressai e sim seu oposto.

Extraio como aprendizado o quão sublime, inexplicável e superior é o amor pela vida. Nessa ótica, o filme é um desconcertante contraponto aos abortistas. Afinal, É POSSÍVEL AMAR UMA CRIANÇA GERADA DE UMA FORMA TÃO VIOLENTA! As freiras polonesas são prova disso.

Na sequencia de Agnus Dei, arrisquei-me a assistir ao filme Karol: O homem que se tornou Papa. Este, acessível no Youtube.

São pouco mais de três horas de filme em torno da entrada de Karol Józef Wojtyła no seminário católico, sua ordenação e por fim, sua escolha para o papado. É a história do papa polonês João Paulo II. Sobressai-se neste filme, a vida do cidadão comum em um Estado dominado por forças estrangeiras e totalitárias. Karol: O homem que se tornou Papa está ambientado em uma Polônia dominada pelos nazistas e após estes, os soviéticos.

A despeito das crenças religiosas de cada um de nós, é possível se emocionar e se alegrar com a parte final do filme e seu clímax: o anúncio de que Karol tornara-se papa.

Sobre os regimes nazistas e comunistas, em determinada parte do filme há uma fala entre Karol e outro personagem que sintetiza à perfeição o que o nazismo e o comunismo representam:

“Nós venceremos com amor, não com armas… Os nazistas desaparecerão, porque o mal devorará a si mesmo. Mas, se o amor não triunfar, os nazistas voltarão com um nome diferente”.

Nazismo e comunismo são apenas nomes diferentes para um mesmo mal: A eliminação do homem pelo homem, em nome da utopia de se construir uma sociedade perfeita.

Por Jakson Miranda

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3 comentários em “Nazismo mata! Comunismo também.”

  1. Eu vi o filme da Angelina Jolie… Situação semelhante em alguns países africanos em q crianças são usadas como soldado, tiradas dos pais e doutrinárias por essa guerrilheiros q recebiam ajuda de Cuba e da Rússia. Tenho conhecidos q fugiram de Angola e Moçambique com a família, pq viveram um inferno ali. Aquilo parecia com o Nazismo na Alemanha, sim.. E pra piorar meu professor teima em dizer q nazismo é de direita pq defende o nacionalismo e perseguia os comunistas q eram mandados para os campos de concentração. E o traste é meu professor de literatura!!

    • Sim, Melissa. Essa ainda é uma realidade em muitos países do continente africano. Uma triste realidade!

      Obrigado pelo comentário.

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