Ministros de Bolsonaro e a critica do mimimi

Pouco a pouco o Brasil vai conhecendo os ministros de Bolsonaro, ou melhor, os ministros do governo Bolsonaro. Cada escolha e confirmação soam como sinfonia àqueles que têm esperança de mudanças positivas para nossa nação.

É obvio que as escolhas de Bolsonaro não agradarão a todos. É provável que nesse momento, cada um que ajudou a eleger o novo presidente (ao menos aqueles que acompanham a cena política mais de perto), tem em mente seu próprio quadro de ministros.

Por exemplo, para o rol dos ministros de Bolsonaro, há aqueles que querem Olavo de Carvalho na Educação e já se decepcionaram com a mensagem do próprio Olavo descartando tal possibilidade. Outros defendem o deputado federal eleito, Luiz Phillippe de Orleans e Bragança, para ministro das Relações Exteriores. O senador Magno Malta é outro nome que entra nessa. Há eleitores que o querem ministro, seja lá do que for, e outros que torcem para que ele volte-se à sua base eleitoral.

Essas são as “preocupações” que pairam na cabeça de muitos eleitores. Seguindo-se o padrão dos nomes que já foram confirmados como ministros de Bolsonaro, são dúvidas que não tirarão o sono de ninguém, muito pelo contrário.

Não se pode dizer o mesmo dos esquerdistas e daqueles que torcem pelo caos no futuro governo. Seguindo-se o padrão dos nomes que já foram confirmados, haverá ainda muito mimimi pelo lado canhoto.

A cada novo ministro confirmado por Bolsonaro a reação daqueles que já fazem oposição ao seu governo provoca um esperneio generalizado, que vai de teorias da conspiração, confissão de ignorância, até ironias imbecis. Ou seja, na falta de argumento, choramingam. Na ausência de críticas, valem-se do mimimi. É o padrão intelectual de certa elite…

Peguemos os casos mais notórios.

Quando ainda em campanha Bolsonaro anunciou que Paulo Guedes seria seu Ministro da Economia, os grandes especialistas da imprensa não conseguiam esconder o quão ignorante eles são no assunto e perguntavam com cara de paspalhos como que Guedes em particular e o governo de um modo geral, iria diminuir o tamanho do Estado? (as perguntas eram mais ou menos nessa linha).

A escolha de Sérgio Moro para Ministro da Justiça dispensa comentários. A profundidade do debate consiste em apontar uma possível ação orquestrada por Moro para prender Lula e assim abrir caminho para Bolsonaro eleger-se presidente. Moro julgou Lula de olho em uma vaga no Executivo. (Leia nosso esclarecedor artigo O conluio entre Bolsonaro e Moro) 

Os que pensam assim se esquecem de explicar a origem do triplex, as palestras milionárias, petrolão, etc, etc. Na falta do que dizer de forma concreta contra a ida de Sérgio Moro para a Justiça, inflam-se teorias da conspiração.

Por último, deixamos o nome de Marcos Pontes para o ministério da Ciência e Tecnologia. Desta vez, os imbecis não sentiram vergonha de sua imbecilidade. Neste caso, afirmo com todas as letras que muitos brasileiros veem na ignorância e na mediocridade como uma categoria superior de pensamento. Para sintetizar o que digo, transcrevo mensagem escrita pelo notório jornalista Ricardo Noblat em sua rede social.

Se de Bolsonaro, eleito presidente, não se deve cobrar que tenha preparo para ocupar o cargo, muito menos se deverá cobrar do astronauta a ser nomeado ministro da Ciência e Tecnologia. Vamos que vamos.

O “jornalista” vale-se do termo astronauta com o claro tom depreciativo. Certamente o Brasil é pioneiro na formação de astronautas.

Na verdade, Noblat está igual biruta em dia de vendaval. É compreensível! Seu padrão de excelência na esplanada dos ministérios, em especial na Ciência e Tecnologia, vai de Aloísio Mercadante a Gilberto Kassab.

E assim segue a marcha dos histéricos…

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

Related Post

Comments

comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *