Ganhe o livro “Não é a mamãe: para entender a Era Dilma”.

Vamos falar de livro! Trata-se de um livro básico para começarmos a discutir o desserviço prestado por Dilma Rousseff.

Dilma não é mais presidente do Brasil. Ufa! Logo, fará parte de um passado que ninguém terá prazer em lembrar. Tchau, querida. Até nunca mais!

Com o PT, a política nacional chegou ao cumulo do ridículo, do grotesco, do crônico, trágico e cômico.

Muito já se sabe sobre Dilma Rousseff. Ex-terrorista. Sócia e responsável pela contabilidade de uma loja de R$1,99, levou o empreendimento à falência. Tempos depois, pelo petismo, é oferecida ao eleitorado como a gerentona.

Devemos estudar com afinco tudo isso. Como Dilma chegou ao poder e quais foram as marcas do seu governo? Uma dica de leitura? O livro de Guilherme Fiuza, “Não é a mamãe – para entender a Era Dilma”, é uma boa pedida.

mamãe

Em reportagem do O Globo há o seguinte:

O título, explica Fiuza, sintetiza a sua maior crítica ao governo atual: tentar parecer o que não é. Na sua opinião, trata-se de um projeto que busca se perpetuar no poder para viver, junto com seus aliados, das benesses do Estado, ao mesmo tempo em que se afirma defensor das pessoas que estariam sendo massacradas “por uma suposta elite de direita”.

— Eles têm esse discurso que considero hipócrita e mentiroso e a “mamãe” foi uma dessas tentativas de vender um símbolo que não traduz a substância — critica o jornalista. — O livro coloca o quadro completo, fica clara a continuação das tramas, dos personagens. Fica mais fácil de compreender o enredo. Porque boa parte da opinião pública brasileira ainda acha que a Dilma é uma boa gerente, que o problema dela é ser autoritária, intolerante. Isso é falso. Na biografia dela, você não encontra a boa gerente. Vários problemas do seu governo surgiram de projetos que ela já coordenava antes.

A obra é organizada em cinco partes: “Dilma é a mãe (2010)”, “A faxineira (2011)”, “A babá de Rosemary (2012)”, “A plebiscitária (2013)” e “Mamãe voltou (2014)”. Fiuza chama a faxina feita pela presidente no seu primeiro ano de mandato de “maior mal-entendido da história contemporânea”, já que o Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit) era um dos órgãos responsáveis por tocar os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Encerramos

De 2014 até o impeachment, a coisa só se agravou.

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Observe atentamente as regras do sorteio. Divulgue-as a seus amigos.

Por Jakson Miranda

 

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