Senado quer mudar indicação para STF. Medo de um conservador?

Comissão de Constituição e Justiça do senado, analisa mudanças na indicação de ministros para o STF.

De acordo com a proposta apresentada na PEC 35/2015, a indicação de algum ministro para o STF, sairia das mãos do presidente da República e seria feita por meio de uma lista tríplice, formada por indicações dos ministros do Supremo Tribunal Federal, Ordem dos Advogados do Brasil e pela Procuradoria-Geral da República.

Ainda de acordo com a proposta, os futuros ministros que venham ocupar um cargo no Supremo, teriam um mandato de dez anos, sem direito a recondução.

Justiça seja feita, a proposta foi apresentada em 2015, durante o governo petista de Dilma Rousseff. Todavia, após quatro anos, somente agora as discussões tendem a ganhar certa celeridade. Fazendo uma ilação, não sei se é preciso chegar a tanto, podemos dizer que essa presa se dá pela iminente saída de dois ministros do STF, Marco Aurélio Melo e o decano Celso de Melo. Com a saída dos dois, caberá ao presidente Jair Bolsonaro a indicação dos novos ministros.

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É de causar arrepios imaginar Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Cármen Lúcia indicando algum nome para fazer parte da Corte. O mesmo vale para a OAB.

Assim, não é demais imaginarmos que certa turma do senado, tem medo de que algum membro do judiciário que tenha pulso firme, ou, que seja um declarado conservador, chegue ao Supremo Tribunal Federal.

Ademais, chama atenção alguns nomes “bem republicanos” que integram a Comissão de Constituição e Justiça.

Realmente, os senadores Eduardo Braga, Jader Barbalho, Ciro Nogueira, Fernando Collor e Humberto Costa, têm grande interesse em que um nome de reputação ilibada venha ocupar uma cadeira no Supremo.

Por Jakson Miranda

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SEGURADORA DO DPVAT e sua influência no STF

Ainda em dezembro de 2019, o ministro do Supremo Dias Toffoli, atendeu ao pedido da seguradora Líder, que administra o DPVAT, para que fosse anulada a redução no valor do DPVAT. Comentamos a respeito no post IMPOSSÍVEL elogiar Dias Toffoli.

Também ainda em 2019, publicamos o texto em que defendíamos a medida do governo Bolsonaro que acabava com a cobrança do DPVAT. Na ocasião, em post publicado no dia 22/12/19, escrevemos o seguinte:

Ao editar a MP 904/19, Bolsonaro e sua equipe basearam-se na lógica. Quando o DPVAT foi criado, em 1974, o Brasil não possuía um atendimento universal de saúde, o SUS. Logo, toda e qualquer pessoa de baixa renda que venha sofrer acidente, tem, atualmente, acesso a tratamento médico e medicamentos oferecidos pelo Serviço Público de Saúde.

No mesmo sentido, todo cidadão brasileiro de baixa renda que seja acometido por invalidez permanente, independente da causa, tem direito a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Logo, cai por terra o argumento da “função social” representada pelo seguro obrigatório. Mais um erro do STF!

Por fim, e não menos importante, a Medida Provisória trouxe como justificativa as reiteradas fraudes ocorridas no seguro obrigatório. Apenas para se ter uma ideia, em 2018 foi publicado o resultado de uma auditoria feita pelo TCU aonde se confirmou que entre 2005 e 2015, as fraudes ocorridas no referido seguro, custaram ao menos R$ 2,1 bilhões aos cofres do fundo. Vejam bem, leitores, esses R$ 2,1 bilhões é uma estimativa baixa. Na realidade, esse valor pode ser muito maior.

Feita as observações acima, não podemos esquecer de que no Brasil, certas decisões tomadas por pessoas que ocupam altos postos, se dão após fraternais conversas na “calada da noite“.  Por que digo isso? Porque uma auditoria encomendada pela própria seguradora do DPVAT, identificou procedimentos questionáveis na empresa que entre outras coisas, está o envolvimento da seguradora líder com pessoas próximas a ministros do STF.

“Uma das conexões entre a Líder e pessoas ligadas a autoridades questionada pela auditoria é a relação da seguradora com o advogado Mauro Hauschild, que atuou como assessor do ministro do STF Dias Toffoli – hoje presidente do Supremo.”

“Outra conexão da Líder questionada pelos auditores é com o escritório de advocacia Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados. Segundo a Folha de S.Paulo, o advogado Rafael Barroso Fontelles, um dos sócios, é sobrinho do ministro do STF Luís Roberto Barroso. Além disso, o ministro era sócio do escritório até 2013, quando foi indicado para o Supremo. O atual escritório mudou de nome e sucedeu a banca do hoje ministro.”

Mais é claro, tudo o que foi citado acima não passam de meras coincidências profissionais. A despeito disso, no final do mês, ano após ano, o cidadão tem que pagar seu boleto de imposto e acreditar na nossa justiça, afinal, nossos ministros do Supremo Tribunal Federal, estão acima do bem e do mal, isentos de investigações e questionamentos.

Por Jakson Miranda

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Porta dos Fundos, Toffoli e o genocídio de cristãos

Nota do blog: O presente artigo, Porta dos Fundos, Toffoli e o genocídio de cristãos, faz uma profunda reflexão sobre a decisão do ministro Dias Toffoli de liberar o filme “A Primeira Tentação de Cristo”. Vamos ao texto! 

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, proferiu decisão na última quinta-feira (9/1), revogando a liminar do desembargador do TJ/RJ, Dr. Benedicto Abicair, que, acertadamente, havia determinado a suspensão da exibição do filme “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”.

Na decisão, o ministro Toffoli afirmou: “Não é de se supor, contudo, que uma sátira humorística tenha o condão de abalar valores da fé cristã, cuja existência retrocede há mais de 2 (dois) mil anos, estando insculpida na crença da maioria dos cidadãos brasileiros”. Assim, o STF, embora não tolere críticas populares, validou agressões contra a comunidade cristã no Brasil. Ora, quem pode o mais (agredir), deveria poder o menos (criticar). Ubi eadem ratio, ibi eadem jus.

Pois bem, o ministro cometeu um erro monumental ao isolar o presente caso (filme do “Porta dos Fundos”) para decidir em favor da suposta liberdade de expressão, vendando os olhos da Justiça às outras centenas de perseguições contra a comunidade cristã, praticadas há décadas neste país esquecido à margem da História. Seria, portanto, necessário um exame acurado dos fatos, buscando enxergá-los num espelho temporal mais amplo para compreender toda a maléfica unidade de intenção contra o Cristianismo.

Ora, notoriamente, o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo” é mais uma gota num oceano de perseguições e afrontas ao sentimento religioso brasileiro, fortalecidas cada vez mais frente à vil impunidade.

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CONTRA A TIRANIA DE ESTADO

O trabalho desenvolvido pelo canal “Porta dos Fundos” sempre foi medíocre e de péssima estirpe. Composto por pseudo-s humoristas e produtores, que, na ausência de maiores qualidades, preferem hostilizar, aberta e deliberadamente, o núcleo central da fé cristã, expondo-a ao escárnio, ao vilipêndio e ao desprezo público, torna-se um ato de manifesta intolerância religiosa. O resultado da sua incompetência “humorística” foi à disseminação de juízos de hostilidade, desprezo e intolerância para com os religiosos.

A elite brasileira, cansada e arrogante, costuma divertir-se às custas do aviltamento e do desprezo das crenças mais sagradas a milhões de pessoas, apenas porque delas não compartilham. Enquanto milhões de cristãos lutam diariamente para se orientar num mundo difícil e confuso, buscando ensinar a seus filhos valores que os possam edificar e enobrecer, os atores Fábio Porchat e Gregórios Duvivier contam, rindo, os milhões a mais que faturam com a exposição dos valores religiosos, agredindo profundamente, em pleno Natal, o núcleo da fé cristã e expondo os cristãos à irrisão pública, antecâmara de agressões e males ainda maiores, incluindo o extermínio físico.

Mais do que se debruçar sobre o passado, estudar a História é permitir imaginar um futuro sem cometer os mesmos erros. Antes da hedionda “solução final” nazista, os judeus foram vilipendiados em suas crenças e valores, numa Europa que aprendera a desprezá-los, o mesmo tendo ocorrido na União Soviética, com os alvos do regime bolchevique, qualificados como “insetos” antes de serem esmagados nas prisões do Gulag.

Movimentos totalitários nascem, sempre e necessariamente, de minorias, que, pouco a pouco, vão manipulando a opinião pública, a cultura, os sentimentos de uma nação, até a aliciar e subordinar a seus intentos inconfessáveis.

A igreja católica que, durante o terror revolucionário foi perseguida, cujos templos foram queimados e postos abaixo, cujos sacerdotes foram decapitados, era a mãe e mestra da França, a primeira entre as nações católicas; a religião que foi proibida na Rússia bolchevique era a comum do povo russo; acrescendo que ainda agora assistimos ao incêndio e à destruição de igrejas no Chile.

Sempre, antes das ações físicas, como tudo o que é humano, vem a preparação do espírito, a predisposição da vontade, que se alcançam precisamente através do discurso público, esteja ele, ou não, travestido de arte. É que está acontecendo no Brasil há décadas!

O nível de desrespeito, agressividade e desprezo pela fé e os valores dos cristãos revelados no filme é indizível, sendo especialmente agravado pelo fato de ter sido lançado às vésperas do Natal, data sagrada para os cristãos de todo o mundo.

No caso, não apenas a ofensa e o vilipêndio a valores e símbolos que integram o cerne da fé católica e cristã são explícitos, evidentes e confessados, com promessas de breve aumento em grau, intensidade e malícia: “da próxima vez, acho que vale pegar mais pesado”; “Netflix e Porta dos Fundos confirmam Especial de Natal para 2020”.

É por isso que a lei põe limites ao discurso público, proibindo o discurso de ódio. Pela mesma razão, o Supremo Tribunal Federal teve ocasião de assentar que o limite da liberdade de expressão é ultrapassado quando o intento primário, aberto, da manifestação, é o menoscabo e a depreciação da fé alheia (RHC 146.303, Relator Ministro Edson Fachin, Segunda Turma, julgado em 06/03/2018).

Ademais, a suspensão da exibição do “Especial de Natal” não constituiu censura prévia, na medida em que o conteúdo já foi ao ar. Ou seja, a retirada de circulação, posteriormente, por ser essencial à salvaguarda do sentimento religioso brasileiro, mediante cessação da conduta ilícita e abusiva do “Porta dos Fundos”, de maneira alguma caracterizou censura.

A tolerância, a liberdade religiosa e o respeito ao sagrado urgem por proteção jurídica. Aliás, a palavra sagrado vem do latim sacro, que significa separado para veneração ou adoração. É objeto de contemplação e culto, um ideal a ser perseguido e que não pode ser instrumentalizado, pois não é um meio e sim um fim, em si mesmo.

O que é sagrado para um, pode não ser sagrado para o outro, e o respeito deve, portanto, imperar. Fazer troça aos fundamentos da fé cristã, tão cara a maioria da população brasileira, às vésperas de uma das principais datas do Cristianismo é um flagrante desrespeito, o que não é tolerável, eis que viola todos os limites da liberdade de expressão.

Precisamos nos dar conta de que, no mundo, o grupo mais discriminado é o dos cristãos, sendo esta a comunidade que mais ofereceu vítimas à sanha assassina dos totalitários. Não é possível um cálculo global exato, mas, entre as revoluções francesa, russa, mexicana, espanhola, chinesa e cubana, o número de cristãos que pereceram nas mãos do regime que professou, nas palavras de Lênin, “extirpar o cristianismo da face da Terra”, não foi inferior a dezenas de milhões.

E, pior, as perseguições, prisões e assassinatos continuam, em pleno século XXI, na China, Correia do Norte, Irã, Índia, Iraque, Sudão, Afeganistão, Paquistão, Líbia, Iêmen, Egito, Argélia e tutti quanti.

Se isso não for o mais vasto genocídio da história, a aritmética elementar foi revogada.

Por Lucas Gandolfe – Advogado e jornalista

Bandidos que torturaram PMs morrem em troca de tiros

O caso aconteceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Uma quadrilha composta por cinco bandidos invadem uma residência e ao descobrirem que seus ocupantes são respectivamente um coronel de 50 anos e uma cabo de 34, passam a torturar as vitimas.

A cabo, além de sofrer fratura exporta em uma das pernas, foi alvejada por dois disparos, um na cabeça e outro nas costas. Pela gravidade dos ferimentos, foi socorrida de helicóptero  até o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. O mesmo se deu com o coronel que foi alvejado com um tiro na cabeça.

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E os bandidos? Fugiram do local no veiculo da Cabo, porém, as buscas pelos criminosos logo se iniciaram.

Uma operação foi montada pelas autoridades para buscar os suspeitos.

O trabalho começou a surtir efeito quando a Polícia Rodoviária Federal (PRF) avisou a PM que câmeras flagraram o Palio passando pelo posto da PRF em Betim, ainda na Grande BH.

Por meio dessa informação inicial, o Ministério Público, a partir do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime (Gaeco)conseguiu identificar um dos suspeitos. Ele foi encontrado em Ibirité, separado dos demais, e confessou a participação no crime. Esse, contudo, não reagiu à abordagem dos militares e foi detido. Depois, contou onde estavam os outros envolvidos.

Ao chegar no endereço dado pelo detido, a polícia afirma ter sido recebida a tirosTratava-se de uma casa afastada, em um local bastante ermo. Lá, o confronto dos bandidos com a PM terminou com a morte de três criminosos e prisão de um.

Dos cinco bandidos, três tiveram seus CPFs cancelados. Encontraram o que estavam procurando. Chama atenção no caso a fala do coronel responsável pela investigação e caça aos bandidos: “No estado de Minas Gerais, a nossa resposta é proporcional a qualquer agressão contra qualquer integrante do estado, qualquer policial militar”.

Não vi nenhum “especialista” na grande mídia falar sobre a tortura sofrida pelos PMs, mas, não ficarei surpreso se alguma “entidade” acusar a policia mineira de “uso de força desproporcional”. Nossos intelectuais de botequim adoram um DIREITO DOS MANOS.

Por Jakson Miranda

Internautas expõem cinismo de Gilmar Mendes

Quem acompanha um pouco as decisões do STF, sabe a “fama” do ministro Gilmar Mendes. Mas pelo visto, o ministro desconhece a opinião que a população brasileira tem sobre ele. 

Seria interessante que Gilmar Mendes saísse do seu mundo paralelo e fosse, sei lá, a um estádio de futebol. Ou, andasse de metrô em São Paulo, assim, saberia o grande “carinho” que as pessoas têm sobre sua pessoa e suas decisões.

Por falar nisso, o ministro teve um pequeno aperitivo sobre sua popularidade. Há alguns dias, Mendes postou no twitter o quanto é triste e revoltante a morte de jovens e crianças por conta da violência no Rio de Janeiro.

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É impossível sabermos as reais motivações que levaram o ministro a publicar tal mensagem, todavia, pelo seu histórico de decisões, não há dúvidas de que sua postagem traz aquele tom de puro cinismo. Foi essa a impressão que tiveram os internautas que não titubearam em expor o cinismo do famoso magistrado.

Poderíamos citar aqui as milhares de mensagens semelhantes as de Luiz Augusto. Sim, foram milhares de mensagens no mesmo tom.

Se já era quase impossível o ministro passear pelas ruas de uma grande cidade brasileira, imagine agora. O que NÃO será IMPOSSÍVEL é a Suprema Corte, e alguns dos seus celerados ministros, continuarem “interpretando” a Constituição.

Por Jakson Miranda

IMPOSSÍVEL ELOGIAR Dias Toffoli

Em nosso último post de 2019, ousamos apontar uma medida acertada do ministro do Supremo Dias Toffoli. Na ocasião, noticiamos a decisão do ministro de liberar a apresentação da cantora gospel Anayle Sullivan no reveillon do Rio de Janeiro.

No texto, fizemos questão de destacar o argumento usado por Dias Toffoli, de que não se pode usar o estilo musical “…como fator de discriminação para fins de exclusão de participação em espetáculo que se pretende plural”.

Enquanto publicávamos a noticia, Toffoli tomava a decisão de suspender a redução do DPVAT 2020.

A Seguradora Líder, única administradora do Dpvat, reclamou no Supremo que a medida seria uma maneira de burlar decisão do próprio tribunal, que neste mês suspendeu a medida provisória (MP 904/2019) que havia extinguido o seguro. Isso porque os valores estabelecidos seriam “irrisórios” e insuficientes para manter os serviços prestados.

Toffoli concordou com os argumentos, destacando que, a seu ver, a única motivação para o CNSP e a Susep promoverem a redução nos valores foi a decisão do Supremo, pois caso contrário não haveria razão para o ato, uma vez que não fosse a atuação do tribunal o Dpvat não mais existiria a partir de 1º de janeiro.

Sempre que Dias Toffoli tomar alguma decisão que seja considerada correta, aguarde que na sequencia ele vem com outra, arbitrária e de argumento totalmente raso.

É impossível elogiar Dias Toffoli.

Por Jakson Miranda

Finalmente Toffoli tomou uma decisão correta: liberou show gospel

Finalmente o ministro do STF Dias Toffoli tomou uma decisão correta e liberou o show da cantora gospel Anayle Sullivan na festa de reveillon de Copacabana.

Para quem ainda não sabe do caso, explico. A prefeitura do Rio de Janeiro contratou diversas atrações/artistas para se apresentarem na festa de de final de ano em Copacabana. Entre os artistas, estão Diogo Nogueira, DJ Marlboro, a Escola de Samba da Mangueira, entre outros. E também a cantora gospel Anayle Sullivan.

Ocorre que a apresentação de Anayle havia sido suspensa pela justiça carioca a pedido de uma tal Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea). Segundo a referida associação, deve-se assegurar o “caráter laico do Estado”. Esse entendimento também foi mantido em segunda instância obrigando a prefeitura do Rio a recorrer ao STF.

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Em sua decisão, tomada ontem, 30/12, Dias Toffoli argumentou que o estilo musical trabalhado pela cantora, não pode ser “usado como fator de discriminação para fins de exclusão de participação em espetáculo que se pretende plural”.

Pelo Facebook, Anayle Sullivan comemorou o desfecho da situação que lhe permitirá apresentar seu trabalho.

“Deus é fiel!!! Hoje é dia de VITÓRIA. Vitória da liberdade de expressão sobre o preconceito, e que amanhã na praia de Copacabana junto com todos os outros artistas possamos acima de qualquer rótulo ou bandeira trazer alegria, amor, e uma mensagem de esperança através da música!!!”

Aqui é assim! Criticamos quando se deve criticar e reconhecemos acertos quando eles são tomados. Nesse caso, Dias Toffoli tomou uma decisão correta. (Será que ele está deixando de ser petista? Kkkkkkkkkkkkk…).

Por Jakson Miranda

Ministério da Justiça MULTA FACEBOOK em 6,6 milhões de reais

O governo brasileiro por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública cujo ministro é Sergio Moro, impôs multa de 6,6 milhões de reais ao Facebook por conta do compartilhamento impróprio de dados de usuários.

A informação foi dada à Reuters pela assessoria de imprensa do ministério.

Na informação, a pasta afirma que o caso começou a ser investigado depois que noticias divulgadas pela mídia, ainda em abril de 2018, informavam que usuários da rede social no Brasil, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica.

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Vale lembrar que já este ano, o Federal Trade Comission, agência independente do governo norte-americano, decidiu aplicar multa ao Facebook no valor de US$ 5 bilhões pelo mesmo problema.

Por outro lado, seria interessante também que se aplicasse multas milionárias às redes sociais que censuram páginas conservadoras. Aqui no Brasil, esse tipo de ação tem sido cada vez mais escandaloso.

Por Jakson Miranda

Sergio Moro explica indulto de Bolsonaro

O ministro Sérgio Moro, tratou de explicar a pouco o indulto de natal assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, uma vez que, existem alguns ensandecidos, sobretudo na imprensa, que estão criticando o indulto concedido a policiais militares e agentes das Forças Armadas .

Para Sérgio Moro, “Há uma linha clara e cristalina entre o indulto ora concedido e os dos governos anteriores”.

Pelo twitter, Moro ainda explicou de forma didática o indulto concedido por Bolsonaro:

Como mencionado pelo ministro, outro ponto que não está sendo destacado pelos ensandecidos, é que o indulto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, também se estende para condenados comuns que possuam doença grave e severa limitação de atividade.

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É asqueroso que determinados indivíduos queiram equiparar o indulto concedido a agentes de segurança pública, dentro das condições determinadas, ou seja, que o agente tenha sido condenado por homicídio culposo (sem intenção de matar) e no exercício da função, com aqueles indultos concedidos por governos anteriores que tinham como único objetivo livrar da cadeia amigos e companheiros presos por corrupção.

Vale frisar, que o indulto de Bolsonaro não se estende a crimes hediondos, nem a pessoas que tenham sofrido sanção, devido à infração disciplinar de natureza grave, nos 12 meses anteriores à data de publicação do decreto.

Por fim, é oportuno lembrarmos que depois que o projeto anticrime for sancionado, os benefícios de liberdade condicional e “saidinha” não serão mais concedidos àqueles que praticaram crime hediondo. Se enquadram nesses casos, Suzane Von Richthofen, Elize Matsunaga e Anna Carolina Jatobá. As três já estão aproveitando o natal longe da penitenciária.

Por Jakson Miranda

Caso Queiroz: Flávio Bolsonaro grava vídeo e cita Wilson Witzel

O senador Flávio Bolsonaro gravou há pouco um vídeo a fim de rebater a ação do MP do Rio de Janeiro que no dia de ontem fez buscas na casa de parentes da ex-mulher de Jair Bolsonaro e que trabalhavam como assessores do senador.

A ação do Ministério Público do Rio foi deflagrada na investigação de uma suposta “rachadinha” comandada por Fabrício Queiroz que trabalhava para Flávio Bolsonaro quando este era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Segundo se noticia, a suspeita é que Flávio Bolsonaro era o principal beneficiário dos depósitos feitos na conta de Queiroz. Também há suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo compra e venda de imóveis. O senador rebate todas as acusações.

Assistam o vídeo

Chama atenção o fato do senador e filho do presidente Jair Bolsonaro, mencionar que a filha do juiz responsável pelo caso, ser funcionária do gabinete do governador do Rio, Wilson Witzel.

Ainda essa semana, publicamos aqui um post apontando que Witzel tem dado mostras de querer a faixa presidencial. (De olho em 2022, Wilson Witzel ataca Jair Bolsonaro)

Voltando ao caso Queiroz, tão logo as suspeitas contra o senador vieram à tona no inicio deste ano, escrevemos o post Você acredita na inocência do Flávio Bolsonaro? No texto, observamos o seguinte:

é importante registrarmos que não é nosso intuito inocentar o senador Flávio Bolsonaro, ao contrário, seja quem for que se investigue e se puna os responsáveis. Entretanto, o que salta aos olhos de qualquer pessoa que acompanha o caso, é o sensacionalismo da grande imprensa que nada mais faz do que jogar enxurradas de informações sem a menor preocupação em averiguar a veracidade dos fatos.

Nosso blog não coaduna com nenhum caso de corrupção. Não temos político de estimação. Todavia, é importante termos em mente que uma vez eleito presidente da República, Jair Bolsonaro e sua família seriam alvos do mais duro escrutínio da imprensa e da oposição.

Nesse sentido, devemos nos perguntar se não estão usando a máquina jurídica para achar pelo em ovo de galinha contra o senador Flávio Bolsonaro.

Esperemos os próximos capítulos da série.

Por Jakson Miranda