MENINO RHUAN: POR QUE CASO FOI POUCO DIVULGADO PELA IMPRENSA?

Confesso que não tive condições de lidar aqui no blog com o ocorrido com o menino Rhuan.  Embora muitas questões poderiam e podem ser levantadas em torno do brutal acontecimento: a desumanidade das criminosas, o radicalismo da ideologia de gênero e ainda, a omissão da imprensa.

Leia também: 

Um obstetra revolucionário no debate sobre ideologia de gênero

E embora ainda não me sinta a vontade de tratar do assunto, aceitei o convite da competente jornalista Ana Carolina Cury que gentilmente pediu meu depoimento sobre o caso. Na matéria escrita por Ana, Especialista questiona: “Por que caso do menino Rhuan foi pouco divulgado pela imprensa?” (Leiam a integra) encontramos o seguinte:

Para o professor e historiador Jakson Miranda o caso foi sim abafado pela mídia. “O macabro crime é digno de filme de terror. Diante desse cenário, questionamos a repercussão que o fato (não) teve na grande mídia.  Não assistimos nos principais jornais reportagens especiais, opinião de especialistas ou matérias investigativas. Isso nos leva a deduzir, sem exageros, que essa mídia resolveu abafar o caso.  Por que?  Porque trata-se de um fato da realidade que não atende à pauta ideológica a qual eles aderiram”, opina.

Será, então, que o motivo de pouca abordagem do caso seria para não colocar em voga a pauta da classe LGBT? Para Miranda sim. “A imprensa não quer ter que confrontar ou correr qualquer risco de parecer discriminatória contra esse grupo. Então, entre o grupo LGBT e a vida do menino Rhuan, os principais veículos de comunicação do país, escolheram o grupo. No último domingo houve passeata dos apoiadores e seguidores LGBT e, assim como a imprensa, não há registro de que tenham se manifestado sobre o crime”, conclui o professor e historiador.

Fecho este post lembrando do que disse Jesus em Lucas 11:11:

“E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente”?

No mundo de hoje, contaminado por ideologias nefastas, a desumanidade é tanta que as pessoas não só  deixaram de amar seus filhos; tornaram elas mesmas, serpentes venenosas que ceifam a vida de inocentes crianças. Foi o que aconteceu com o menino Rhuan.

Por Jakson Miranda

SIGAM-NOS PELAS REDES SOCIAIS E ASSINEM NOSSA NEWSLETTER!

LAVA JATO DESMORALIZA REINALDO AZEVEDO

De forma clara e didática, a lava jato desmoraliza Reinaldo Azevedo. Sim, eu sei! É chato ter que mencionar mais uma vez, o obscuro e inexpressivo blogueiro. Mas temos que fazer, para que a mentira não ganhe verniz de verdade.

Em nota, o MPF que coordena a Lava Jato colocou os pingos nos is, ou melhor, colocou Reinaldo Azevedo em seu devido lugar depois que o esquecido jornalista tentou criar uma polêmica inexistente.

A nota foi publicada pelo O Antagonista, com o titulo Lava Jato desmoraliza mais uma mentira dos golpistas. Ao ler a nota, percebemos que o senhor Reinaldo Azevedo é quem foi corretamente desmoralizado.

“A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) vem a público repudiar notícia falsa sobre troca de procuradores em audiência do caso Triplex por meio de publicação rasa, equivocada e sem checagem dos fatos pelo blogueiro Reinaldo Azevedo”.

(…)

“Além de desrespeitosa, mentirosa e sem contexto, a publicação de Reinaldo Azevedo não realizou a devida apuração, que, por meio de simples consulta aos autos públicos acima mencionados, evitaria divulgar movimento fantasioso de troca de procuradores para ofender o trabalho e os integrantes da força-tarefa. Como o site “The Intercept Brasil”, de quem se diz parceiro, Reinaldo Azevedo, de modo tendencioso, tentou criar artificialmente uma realidade inexistente para dar suporte a teses que favoreçam condenados por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato.

Para suas absurdas conclusões, o blogueiro usou material cuja autenticidade não foi confirmada, reforçando o aparente intuito de criar notícias às custas de publicações que distorcem supostas conversas entre autoridades, atacando o Sistema de Justiça e as instituições da República, na mesma linha do que verificado nos ataques cibernéticos. A suposta versão, que não resiste a uma mínima análise crítica diante dos fatos públicos, indica que a fábrica de narrativas político-partidárias baseadas em supostos diálogos sem autenticidade e integridade comprovadas somente leva à perda de credibilidade de quem delas se utiliza sem a devida apuração”.

Leia também:

LAVA JATO: O IMPERDOAVEL ERRO DE SÉRGIO MORO

Depois dessa, o decadente jornalista ainda tem coragem de olhar para a esposa e filha?

Por Jakson Miranda

SIGAM-NOS PELAS REDES SOCIAIS E ASSINEM NOSSA NEWSLETTER!

Baderna geral da esquerda provoca morte de trabalhadora – De quem será a culpa?

Seria mais um dia normal na vida da trabalhadora Edi Alves Guimarães, de 53 anos. De casa para o trabalho, do trabalho para casa. Seria. Ocorre que no meio do caminho ela se deparou com a baderna geral protagonizada pela esquerda.

Como de hábito, os vagabundos que não trabalham e atrapalham a vida de quem quer trabalhar, saíram as ruas e atearam fogo em pneus, na grande Belo Horizonte. Edi Alves, que estava em um ônibus, inalou fumaça, passou mal, foi internada e infelizmente, não resistiu.

Lembram-se do caso do cinegrafista da Band? Pois é. Edi é mais uma vitima que deverá ser colocada na conta de crimes cometidos pela esquerda. De baderna em baderna eles provocam o caos – que é o que querem – e ceifam vidas, que eles não dão importância.

Leia também: 

Nazismo mata! Comunismo também.

Não é exagero especularmos que os baderneiros tenham comemorado as chamas e a fumaça se espalhando. Fazia parte da estratégia, bem como as mortes que eles provocam, cujos corpos são usados como degraus para a tomada do poder.

Que fique claro, a morte da humilde trabalhadora que deixa órfãos oito filhos, não foi uma fatalidade. Foi um crime e como tal, deve ser investigado e os responsáveis punidos.

Sim. A morte de Edi Alves tem culpados e queremos que os mesmos sejam responsabilizados por isso! A sociedade de bem exige a prisão dos homicidas.

Por fim, fica a indagação: será que diante de casos como esses, alguém continuará a nutrir simpatia pela esquerda e dormir tranquilo?

Por Jakson Miranda

SIGAM-NOS PELAS REDES SOCIAIS E ASSINEM NOSSA NEWSLETTER!

LAVA JATO: O IMPERDOAVEL ERRO DE SÉRGIO MORO

Pronto! Pegaram a Lava Jato. O erro de Sérgio Moro é imperdoável! Vamos lá com mais um artigo esclarecedor.

A esquerda, bem como a imprensa, estão fazendo um escarcéu em cima das supostas conversas envolvendo membros da Lava Jato e o hoje ministro Sérgio Moro, no contexto da condenação de políticos envolvidos em corrupção, especialmente, o ex-presidente Lula.

Fica notório o padrão dos ataques. Políticos da oposição – esquerda – em harmonia com a imprensa. Seguidos pela OAB e alguns membros do judiciário. Como afirmei em rede social, tamanha harmonia, leva-nos a conclusão que atendem a um comando, ou seja, não é algo espontâneo.

Está sendo assim com o ministro Sérgio Moro. Também já foram alvo da mesma tática a ministra Damares, o ministro da Educação e o próprio presidente. (vídeo no carnaval).

E o que temos até agora? Nada! Não obstante, tudo, no momento em que mais uma vez, externa ao grande publico a grande certeza de que a Lava Jato e Sérgio Moro cometeram um erro imperdoável.

É um erro imperdoável a Lava Jato investigar com profundidade nunca antes vista, políticos de proa.

É um erro imperdoável um juiz de primeira instância enfrentar e condenar com coragem nomes intocáveis do poder.

Políticos cujos nomes eram e por incrível que pareça ainda são tratados com palavras afáveis pela imprensa e por parte de importantes magistrados que de forma monocrática mandam soltar quem bem entende, fazendo uso de um sem número de malabarismos retóricos.

Leia também:

O conluio entre Bolsonaro e Moro

Ah! Quem Sérgio  Moro pensa que é? O que é a Lava Jato?

É um erro imperdoável Sergio Moro e Dallagnol travarem o seguinte dialogo:

Cadê o crime nesse diálogo?

Finalizando

Toda pessoa de bom senso reconhece: nada do que já foi divulgado traz elementos que anulem as provas contra aqueles que foram condenados. No mesmo sentido, acredito que nada do que venha a ser divulgado, se é que há mais elementos dessa natureza, corroborem com aquilo que querem a esquerda: a inocência de Lula.

De fato, o ex-presidente foi condenado em duas instâncias. Logo, fica evidente que pela incapacidade dos advogados de defesa, bem como de alguns adeptos das decisões monocráticas, em destruir as provas que pesam contra o condenado ou, pela falta de argumento jurídico que rebata de forma cabal aquilo que consta nos autos, tentam agora, virar a mesa e criar ambiente para que Lula fique livre da pena que lhe foi imposta, reitere-se, justamente.

Não vão conseguir!

O erro imperdoável de Sérgio Moro e da Lava Jato foi, de fato, mandar para cadeia aqueles que achavam-se acima da lei.

Por Jakson Miranda

SIGAM-NOS PELAS REDES SOCIAIS E ASSINEM NOSSA NEWSLETTER!

QUEM PODERÁ SER O EVANGÉLICO NO STF?

O presidente Jair Bolsonaro, ao discursar em uma igreja evangélica em Goiânia, questionou se entre os 11 ministros do Supremo algum era cristão, e foi além, sugerindo que muito em breve poderemos ter um evangélico no STF.

Não vou tratar aqui dessa baboseira de “Estado Laico”. Já respondemos essa questão e usar essa frase como argumento a fim de barrar a religião do debate público é coisa de gente ignorante.

O que pretendemos aqui não passará de um simples exercício de levantar hipóteses. Quem poderia ser o evangélico no STF?

É importante frisar antes de qualquer coisa, que pertencer a essa ou aquela religião não deve ser critério para ingressar no STF ou na vida pública em geral, (cargos eletivos) como também não deve ser um impeditivo como querem alguns.

Adiante

Leia também:

Damares Alves e o preconceito da extrema imprensa

Diante dessa possibilidade de ser ter um evangélico na mais alta corte do judiciário brasileiro, alguns candidatos passaram a ser especulados.

O nome mais citado é o do juiz federal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas.

Bretas é o juiz responsável pela Lava Jato carioca, sendo ele quem condenou e mandou o ex-governador Sergio Cabral para o presídio de Bangu. Particularmente acho que não é um nome a altura de uma Suprema Corte. Pode muito bem ser melhor do que muitos que lá estão, mas estes, não devem ser tomados como régua. Acho-o muito midiático e não é disso que precisamos. O STF já tem seus Mendes…

Bretas não é o único, obviamente.

Menos famosos que o juiz carioca, outros dois nomes são lembrados. São eles: o desembargador João Pedro Gebran Neto e o também desembargador Victor Laus, recém-eleito presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de Porto Alegre.

Foram os dois, mais o desembargador Leandro Paulsen quem condenaram em segunda instância o ex-presidente Lula. Porém, diferente do juiz Marcelo Bretas, não se sabe se Gebran ou Laus são cristãos evangélicos. Também diferente de Bretas, ambos passam a impressão de serem mais comedidos.

No caso do desembargador Victor Luiz dos Santos Laus, ao tomar pose como presidente do TRF 4 fez a seguinte declaração:

“Humildemente, pedimos a Deus que nos ilumine nessa nova tarefa (…), a fim de que possamos ser, apenas e acima de tudo, um homem-juiz”.

E você, leitor, tem algum nome de preferência para o STF? 

Façam suas apostas… Melhor, façam suas orações!

Por Jakson Miranda

SIGAM-NOS PELAS REDES SOCIAIS E ASSINEM NOSSA NEWSLETTER!

ALERTA: Cresce o número de crianças viciadas em pornografia

Uma geração de pais ultraconectada, que não larga o celular nem para educar os filhos, começa a gerar seus inevitáveis efeitos colaterais. Um deles salta aos olhos e nos assusta, diante do futuro que desnuda:

Estamos nos esquecendo de cuidar das nossas crianças.

Enquanto gastam horas e horas visualizando as atualizações de suas timelines, pais e mães terceirizam sua responsabilidade justamente para o ambiente virtual, com suas possibilidades vastas e, em muitos aspectos, perigosas.

Pedro Valls Feu Rosa publicou em seu site um artigo com fatos assustadores a respeito dessa precocidade mal gerida. O texto, chamado Mundo Indecente, revela perigos que a maioria das pessoas ignora, mas que são inerentes ao uso indiscriminado da internet por crianças.

O autor aponta:

Adultos molestarem sexualmente crianças é algo repulsivo. A humanidade, porém, está produzindo algo seguramente ainda pior: crianças que abusam sexualmente de outras crianças.

Acaba de ser divulgado, no Reino Unido, um chocante relatório noticiando nada menos que 30.000 casos de abusos sexuais entre crianças, acontecidos nos últimos quatro anos – 2.625 deles verificados em escolas. Dentre os abusos reportados, 255 estupros.

Constatou-se que este sério problema só tem se agravado: de 4.603 casos em 2013 passou para 7.866 em 2016 – um aumento de 71%. Se considerados apenas os atos praticados por menores de dez anos, estaríamos a falar em mais do dobro: 204 em 2013 contra 456 em 2016.

Como explicar-se este fenômeno? Começo por um outro estudo, igualmente realizado no Reino Unido, segundo o qual nada menos que um terço das crianças até dez anos de idade veem pornografia na Internet. E oito a cada dez na faixa dos 14 aos 16 anos o fazem regularmente.

Localizei uma terceira pesquisa, indicando que na década de 1990 havia, quando muito, 7.000 imagens indecentes de crianças circulando na Internet – hoje, segundo estimativas conservadoras, este número já passa dos cem milhões.

Leia também: 

Uma geração viciada em sexo

A Corrente do Mal e nossa sociedade “sexocêntrica”

Em recente julgamento acontecido naquele país, um juiz culpou tal quadro ao deparar-se com uma criança de 12 anos de idade que estuprou sua irmã, de apenas sete anos, após jogar um videogame no qual o objetivo era violar mulheres.

Vamos a outro episódio: uma criança de dez anos de idade estuprou sua irmã, que mal havia completado oito anos, após tornar-se viciado em fotografias pornográficas que via na Internet. Há ainda o caso da menina russa viciada em pornografia, que contava apenas 12 anos de idade. Proibida pelos pais de acessar a Internet, suicidou-se.

O pior é que nada se faz – afinal, reza a hipocrisia corrente ser “politicamente incorreto” criticar-se a disseminação da pornografia, protegida que seria por uma certa “liberdade de expressão”!

Diante desta realidade, somente nos resta recordar Joubert, segundo quem “as crianças tem mais necessidade de modelos do que de críticas”. Ou Karl Menninger, a nos alertar para o fato de que “tudo o que você faz por uma criança ela fará pela sociedade”. Ou, finalmente, Gabriela Mistral: “o futuro das crianças é hoje. Amanhá já é tarde demais”.

Diante do exposto por Pedro Valls Feu Rosa, se você tem filhos, é um imperativo moral que você zele pela integridade moral deles, cuidando para que seu uso de internet seja responsável, limitado e monitorado. As tragédias, todas elas, estão aí à disposição para nos mostrar que mesmo o mais inesperado pode sim bater à nossa porta. É só não dar razão aos fatos ocorridos e se recusar a aprender pelo exemplo.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

Sergio Moro no STF: Bolsonaro pode mudar perfil da corte

O presidente Jair Bolsonaro sugeriu que Sérgio Moro será o nome indicado ao STF tão logo surja uma vaga, o que deve ocorrer até o final de 2020.

Poucos são os que não gostaram dessa possibilidade e é bom frisar que Sérgio Moro não tem verniz ideológico, é apenas um juiz sério, estudioso, discreto e provou-se, competente. Todos esses atributos têm faltado aos onze que estão atualmente na Suprema Corte.

Leia também:

O conluio entre Bolsonaro e Moro

Lógico, até lá a turma do establishment alinhada com o PT vão tentar melar a indicação. O senado poderá não aprovar o nome do atual ministro. Difícil de acontecer, mas não impossível. Estamos falando de Brasil, amigo.

Com Sérgio Moro no STF, podemos ter mais zelo pela Constituição e menos politicagem.

Moro poderá não ser o único a ser indicado pelo atual presidente. De fato, em 2021 surgirá uma nova vaga com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio, no entanto, no mínimo outras duas vagas poderão ficar livres em um governo Bolsonaro.

Caso queira disputar a reeleição e se reeleja, será no governo Bolsonaro que os ministros Ricardo Lewandowski e Rosa Weber deixarão o STF. Além desses dois nomes, outros poderão sair antes do tempo estabelecido por lei.  

Isso assusta a turma do PT!

Depois de tantas decepções oriundas de interpretações duvidosas da Constituição, sem contar as decisões monocráticas e questionáveis dos ministros, poderemos finalmente formar uma Suprema Corte, enfim, de respeito.

Jair Bolsonaro, quem diria, pode mudar o perfil do STF.

Por Jakson Miranda

SIGAM-NOS PELAS REDES SOCIAIS E ASSINEM NOSSA NEWSLETTER!

A esquerda te enganou a respeito da ditadura militar

A julgar por aquilo que os “educadores” ensinam nas salas de aula brasileiras, o período militar no Brasil (1964-1985), foi uma ditadura vil, maligna e sangrenta que, com requintes de crueldade, perseguiu, matou e torturou milhões de pessoas.

Você pode ter sido vítima desta doutrinação. Pode até replicá-la sem saber.

E mesmo se não tiver caído na mentira, saiba que neste exato momento milhões de jovens estudantes brasileiros estão sendo submetidos a esta fraude histórica.

Se quer entender como funciona a esquerda, observe o modus operandi de um historiador esquerdista. Como também sou historiador, convivo com e leio alguns deles.

O historiador de esquerda dirá, por exemplo, que o nazismo é de direita (é claro, ninguém quer uma bucha dessa nas mãos). Pois bem, vários deles repetirão essa informação, geralmente calcados no fator nacionalismo, como sendo algo inerente à direita. A repetição então se tornou o que eles chamam de “consenso acadêmico”, de modo que se você pedir que qualquer deles lhe dê provas do que estão alegando – provas de que a ideologia nazista era de direita – eles o desqualificarão alegando que você é um louco burro que quer ir contra todo o consenso dos intelectuais acadêmicos.

E nesse escudo, os canalhas não lhe darão uma explicação plausível para o fato de que um regime altamente centralizador e estatólatra esteja no mesmo espectro político daqueles que defendem a diminuição do Estado e o livre-mercado.

Leia também: 

8 memes que provam a hipocrisia da esquerda

Esquerda acadêmica: brancos que odeiam brancos

Este é o mesmo historiador que glorificará a Revolução Russa, mas não aceitará que você coloque os mortos da União Soviética na conta do socialismo. E se você tentar insistir, ele jogará mais um balde de “consenso acadêmico” formado por outros esquerdistas em sua cabeça, para que aprenda a não ficar questionando contradições de estimação da esquerda.

Em relação ao período militar brasileiro, a tática é tentar demonstrar o período – principalmente a quem não o viveu (ou seja, o jovenzinho lacrador de hoje em dia) – como uma Era das Trevas, de perseguição constante e controle orwelliano.

E se você disser que não concorda com o – de novo – “consenso acadêmico” de que foi um período de perseguição brutal, tentarão dizer que você é conivente com as mortes que ocorreram.

Mas é claro que eles não aceitarão ser acusados de conivência com as mortes causadas pelos grupos revolucionários e terroristas.

A narrativa de uma ditadura infernal serve para que a esquerda se apresente como o messias libertador que lutou contra a barbárie. Para isso, é preciso que os estudantes imaginem que milhares de pessoas foram destroçadas pela sanguinária ditadura militar brasileira.

Não por acaso, serão estes os mesmos que dirão que Lula tirou oitocentos trilhões de pessoas da pobreza. Neste vídeo o próprio Lula, aparentemente não ainda em seu estado etílico de praxe, revela como a esquerda lida com números e estatísticas.

A maior prova de que o período militar brasileiro não exterminou os seus opositores é a de que eles estiveram dominando o cenário político nacional nos últimos 30 anos.

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo

Mas é claro que essas coisas não podem ser questionadas, e se você o fizer será jogado no ostracismo intelectual reservado àqueles que pensam, estudam, buscam novas fontes e não se dobram aos consensos acadêmicos oportunistas.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 27/03/19

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

 

 

 

Não são jornalistas: são militantes

No que a imprensa brasileira se transformou?

Acho que já é tempo de parar com este tacanho teatrinho de máscaras!

Nós sabemos, e vocês, jornalistas, também sabem que a população já não dá mais a mínima para o que vocês noticiam.

E, diferente do que vocês fazem parecer, isso não é uma ameaça à democracia, mas exatamente o contrário: é um grito democrático, de quem reconheceu ter sido manipulado por anos, mas cansou.

Aliás, chamar quem denuncia sua ignomínia de “ameaça à democracia” é a confirmação daquilo que a imprensa brasileira se tornou.  

Sua única serventia para o cidadão brasileiro médio é a de ver aquilo que vocês conclamam e fazer exatamente o contrário.

Vocês se consideram aptos a “modificar e influenciar a sociedade”, na arrogância típica dos ditadores, que consideram que todos devem aderir àquilo que consideram o ideal.

Vige um perfil ditatorial no papel que a imprensa brasileira se atribui. O medo das redes sociais, com críticas e tentativas constantes de dominá-las, por não aceitarem que elas possibilitem um fluxo de informações não filtrado por sua peneira ideológica, é a comprovação de que vocês não estão nem aí para a liberdade e para a verdadeira democracia.

O propósito de manipulação é claro. Observam-nos todos como imbecis prontos para o abate. Criam uma narrativa e adequam as notícias a ela.

O que não acontece criam, o que acontece, acondicionam segundo seu planejamento prévio, de modo a encaixar na narrativa.

A grande imprensa brasileira pratica Fake News sistematicamente, mas tem a desfaçatez de acusar da prática a quem denuncia seu modus operandi.

Isso por si só é o suficiente para que nunca mais demos crédito a uma linha vinda de suas redações pútridas.

Vocês são as Fake News.

Durante as eleições de 2018 a trama foi explícita. Esconderam notícias que prejudicavam Haddad enquanto inflavam as que prejudicavam Bolsonaro. O desespero era tão grande que não se preocuparam nem em esconder. A parcialidade era explícita.

E agora, a cada dia do governo de Jair Bolsonaro, torcem e retorcem os fatos para que se encaixem em suas narrativas.

Estamos cansados.

Este artigo é uma conclamação a todos aqueles que estão saturados de tanta mentira e militância travestida. Continuemos usando as redes sociais, buscando fontes de informação que não estejam submetidas a um projeto de poder.

Cancelem suas assinaturas, não dê sua audiência, nas lhes ceda cliques.

Estamos produzindo uma grande mudança no Brasil. Somos parte dela.

Destronar a imprensa militante é um dos principais tópicos do conserto do Brasil.

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 09/03/2019

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

 

 

Dica de Livro #02: Contra a idolatria do Estado – Franklin Ferreira

Este é o melhor livro sobre política à luz da cosmovisão cristã que você vai encontrar no mercado brasileiro.

Franklin Ferreira é um intelectual cristão de ampla valência por possuir também vasta bagagem acadêmica secular. Ele não se restringe à bibliografia cristã-protestante, a qual também, diga-se de passagem, é versado; e para um livro sobre política este conhecimento é essencial.

Nesta obra fica claro o quão deletéria e antibíblica é a estatolatria promovida pela esquerda, que atribui ao Estado um poder quase transcendente, como se ele próprio fosse um Deus.

Erro que a direita pode incorrer se idolatrar seu campo político, tornando-o não um meio, mas o fim em si.

Leia mais:

Escola sem Partido: uma necessidade urgente

O comunismo deveria ser proibido. Mas proibi-lo é a forma errada de atacá-lo

A obra ainda demole a farsa, escorada no chamado “consenso acadêmico” de que o nazismo era de direita. Dizer que algo é consenso acadêmico se tornou a forma de explicar porque se defende tal ideia. É consenso, pronto é acabou… Não precisam explicar o porquê… E assim a farsa se mantém intocada.

Se você procura bibliografia responsável que demonstre que o nazismo não encontra guarida no que a direita defende, este livro pode solucionar seu problema.

O Estado não pode realizar aquilo que Deus chamou seus filhos para fazer. O Estado não substitui nossa responsabilidade social individual.

Ou você idolatra Deus ou idolatra o Estado. Os dois não dá.

Ano: 2016 / Páginas: 288
Editora Vida Nova – Idioma: português

Resultado de imagem para contra a idolatria do estado

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 31/01/19

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.