Escreva um artigo sobre o julgamento de Lula e concorra a um livro

O julgamento de Lula já é um dos temas mais falados na internet. E a cada dia brotam novos textos. Alguns defendendo o petista, outros, o criticando. Até o julgamento, que ocorrerá no dia 24, muitos outros artigos serão escritos e publicados.

Apesar disso, sempre ficamos com aquela sensação de que há algo a mais a dizer. E se eu escrever um artigo sobre o Lula? Será que aquilo que penso não é o mesmo que muitos pensam, ou melhor, não solucionará a dúvida de muita gente?

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É pensando nessa pluralidade de ideias e com o objetivo de alargar ainda mais o debate, tanto àqueles que defendem o petista quanto àqueles que se opõem às suas ideias, nós, do voltemos à direita resolvemos criar um CONCURSO DE ARTIGOS SOBRE O JULGAMENTO DE LULA.

Para o pontapé inicial, criamos o seguinte tema: O JULGAMENTO DE LULA É…  A partir dessa premissa, muita coisa poderá ser dita, a favor ou contra o ex-presidente. A favor ou contra seu julgamento; condenação ou absolvição.

Como funcionará o concurso?

À medida que formos recebendo os artigos faremos a publicação no Voltemos à Direita, dando ampla divulgação em nossas redes sociais.

Os artigos deverão ser enviados para nosso e-mail voltemosadireita@gmail.com até o dia 20/01. (Não aceitaremos artigos após essa data).

Entre os dias 21 e 25 de janeiro, abriremos espaço para que o público vote e eleja o melhor artigo da série.

Ainda no dia 25, anunciaremos o texto/autor mais votado.

Na possibilidade de empate, caberá ao Voltemos à Direita desempatar e eleger o artigo vencedor.

Por fim, o autor do artigo vencedor receberá como premiação, o livro: Mentiram Para mim sobre o desarmamento.

E então? O julgamento de Lula já está dando o que falar. O que você tem a dizer? Pense, escreva, argumente, defenda seu ponto de vista e nos apresente um desfecho.

Nós, do Voltemos à Direita teremos a honra de publicar suas ideias!

Estamos aguardando. Boa sorte…

Por Jakson Miranda

As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 6

Este artigo conclui a série de Alexandre B. Cunha, publicada no portal O Direitista, sobre a natureza torpe do PT e os males que sua administração causou ao Brasil.

Novamente agradeço ao Alexandre pela cessão dos textos para publicação aqui no Voltemos à Direita.

Aos nossos leitores, recomendamos a página O DireitistaAcesse o portal e assine a newsletter para receber os artigos do Alexandre B. Cunha por email. Vale a pena!

 

Este é o último de uma série de seis textos nos quais são discutidas algumas das recentes demonstrações da natureza antidemocrática do PT. Discute-se abaixo como o comportamento dos seus militantes, após Lula ter sido condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, agride a justiça e a democracia.

Conforme é de conhecimento público, o PT deseja que Lula concorra ao cargo de presidente da República nas eleições de 2018. Contudo, se a sentença condenatória proferida pelo juiz Sérgio Moro for confirmada em segunda instância ao longo do próximo ano, então é possível que Lula seja impedido de concorrer devido à chamada Lei da Ficha Limpa.

Evidentemente, a mera sugestão de que uma pessoa condenada por corrupção ocupará a presidência da República é uma ofensa aos brasileiros honestos. Porém, a menos de algum impedimento legal como aquele mencionado no parágrafo anterior, é um direito do partido da estrela vermelha apresentar a candidatura de Lula ao eleitorado brasileiro. Ou seja, se os petistas desejam ter um condenado encabeçando a sua chapa em 2018 e isso não ferir nenhuma norma legal, então eles certamente podem seguir esse caminho.

Se por um lado os militantes socialistas têm todo o direito de sonhar com a candidatura do seu condenado preferido, por outro não é correto que eles, a pretexto de defender o Sr. Lula, ataquem a justiça e a democracia. Mas como o leitor bem sabe, os petistas jamais perdem uma oportunidade de se comportar de maneira antidemocrática…

Algumas declarações da senadora Gleisi Hoffman, atual presidente do PT, ilustram perfeitamente a postura descrita no parágrafo anterior. Aquela Sra. recentemente afirmou que “Uma eleição presidencial sem Lula não é eleição. É fraude à democracia brasileira” e que “nós não aceitaremos” que Lula seja impedido de se candidatar. Essas duas falas são reproduzidas nos vídeos que se seguem.

As declarações da Sra. Gleisi Hoffmann são simplesmente absurdas. Considere inicialmente a questão da ‘fraude’. O Sr. Lula foi condenado em um processo legítimo em que ele teve amplo direito de defesa. Se porventura Lula não puder ser candidato devido aos seus problemas com a justiça, então haverá um único culpado por isso: o próprio Lula. Qualquer afirmativa em contrário não passa de uma tentativa desesperada dos petistas de intimidar a justiça brasileira.

A noção de que os petistas não aceitarão que Lula seja impedido de concorrer é simplesmente patética. O que eles farão? Provavelmente, não mais do que algumas manifestações seguidas do tradicional vandalismo da extrema esquerda. De toda forma, não se pode deixar de mencionar que tal declaração é uma ameaça velada. Felizmente, os brasileiros já estão cientes de que o PT não está apto a impor a sua vontade pela força das armas.

Os petistas estão desde já afirmando que a eleição de 2018 será fraudada caso Lula não possa concorrer. Contudo, se ele efetivamente não estiver apto a se candidatar, isso será consequência de decisões judiciais absolutamente legítimas. Desta forma, o que está ocorrendo aqui é muito simples: os petistas estão atropelando a justiça e a democracia simplesmente por que isso lhes é politicamente conveniente. Curiosamente, eles procedem exatamente da mesma forma ao discutir o impeachment de Dilma Rousseff. E, conforme discutido em um texto anterior, esse comportamento agride a democracia.

O PT já governou o Brasil por treze anos. Os seus militantes e simpatizantes estão infiltrados nas universidades, nas escolas, nas redações dos principais veículos de comunicação do Brasil e entranhados em diversas instituições do estado brasileiro. O que está acontecendo é um ataque, promovido por uma poderosa organização extremista, à justiça e à democracia. Isso não deve ser tratado como uma simples brincadeira ou algo de baixa relevância. Afinal de contas, o PT ainda é o principal inimigo do Brasil e está em busca de uma oportunidade para concluir o seu projeto de transformar este país em uma tirania socialista.

Por Alexandre B. Cunha

 

 

Bolsonaro é o preferido entre os jogadores de futebol

Juca Kfouri, José Trajano, André Rizek, Antero Greco, Flávio Gomes e tantos outros jornalistas esportivos que lustram as partes pudendas do petismo já começam 2018 com bons motivos para dar chilique e se psicanalisar.

A classe futebolística, segundo evidencia pesquisa do UOL, está com Jair Bolsonaro.

A petistada já surge de seus bueiros para questionar a inteligência dos futebolistas, tradicionalmente conhecidos por não primarem por muita capacidade intelectual.

Pois é, petistas. Chegamos ao momento em que os jogadores de futebol se tornaram mais inteligentes e capazes de exprimir os anseios gerais da nação do que os intelectuaizinhos uspianos, com sua tara freudiana por ditadores e sujismundos assassinos.

A notícia foi publicada no portal O Antagonista: 

Os jogadores de futebol torcem para Jair Bolsonaro.

O UOL realizou uma enquete com 111 jogadores dos maiores clubes brasileiros e descobriu que 20,72% deles pretendem votar no deputado do Rio de Janeiro.

Lula, o xodó dos comentaristas esportivos pernas-de-pau, tomou uma goleada, conquistando o apoio de apenas 5,4% dos atletas.

A corrida eleitoral e eleitoreira começou. Todo valor agregado é importante. Os canalhas inventam mentiras diárias contra Bolsonaro, ou mesmo ampliam o potencial negativo de informações irrelevantes, porque sabem que o anseio conservador constante na população é explícito, e que Bolsonaro é o único que apresenta soluções condizentes às expectativas da população brasileira. 

Odeio aqueles trocadilhos infantiloides que são feitos sempre que surgem notícias extra-campo que envolvem futebol, do tipo: “Fulano marca gol de placa também fora do campo”, ou “Bola fora de Beltrano”. Por conta disso, me absterei de dizer que a imprensa esportiva que se pautar por defender Lula e atacar Bolsonaro estará fazendo um gol contra.

Podem colocar Lula no ataque, mas não vai adiantar. Se marcar, estará impedido. O juiz vai anular.

E não adianta chorar. A regra é clara!

Por Renan Alves da Cruz 

 

Temer e a polêmica do indulto de natal

O indulto de natal 2017 tem gerado polêmica e controvérsia. Todavia, muitos podem estar se perguntando: Mas o que é indulto de natal? Será que o presidente Michel Temer pretendia soltar todos os condenados da Lava Jato?

Indulto de natal ou indulto natalino é um dispositivo constitucional que concede ao apenado a possibilidade de ter parte de sua sentença abrandada mediante o cumprimento de alguns requisitos.

Ou seja, o indulto de natal não significa o perdão da pena nem a exclusão da culpa. E embora o decreto do presidente Michel Temer gere desconfianças, ao menos nesse ano de 2017, nenhum condenado na Lava Jato se beneficiaria da medida.

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Por outro lado, mesmo se algum condenado na Lava Jato fosse alcançado por tal decreto, não vejo motivos para polêmicas, isso porque, consta no decreto o seguinte:

O indulto coletivo será concedido a pessoas que tenham cumprido um quinto da pena, se não reincidentes, e um terço da pena, se reincidentes, em crimes praticados sem grave ameaça ou violência; um terço da pena, se não reincidentes, e metade da pena, se reincidentes, nos crimes praticados com grave ameaça ou violência, quando a pena privativa de liberdade não for superior a quatro anos; metade da pena, se não reincidentes, e dois terços da pena, se reincidentes, nos crimes praticados com grave ameaça ou violência quando a pena for entre quatro e oito anos, entre outros casos”.

O trecho acima em negrito foi justamente um dos itens suspensos por meio de liminar concedido pela ministra do STF Cármen Lucia. Liminar concedida creio eu, apenas porque trata-se de uma decisão contrária ao governo de Michel Temer. Não sei se Carminha faria o mesmo caso o presidente fosse Lula ou Dilma.

Estou defendendo Michel Temer? Nesse imbróglio, sim. E todos os que nos acompanham sabem o quanto consideramos o atual presidente sem nenhuma condição ética e moral para ocupar o cargo. Não obstante, no caso do indulto, as críticas que se avolumam são descabidas.

Por fim, aceitando a hipótese de que o indulto de natal beneficia os autores de crimes de colarinho branco, justamente os corruptos e corruptores alcançados pela Lava Jato, deve-se ponderar que não é o indulto em si que favorece a soltura dessa gente, mas sim, a errônea ideia assentada na jurisprudência brasileira, de que lavagem de dinheiro, desvio de verbas, caixa dois e propina não são crimes de altíssima gravidade contra o a sociedade.

Enquanto não se criarem leis mais rígidas contra a corrupção, não adianta exigir rigidez nos indultos. José Dirceu, Pizzolato, Jacob Barata, Garotinho e tantos outros, continuarão sendo soltos. Continuarão debochando e rindo da sociedade. Para tanto, continuarão contando com o silêncio, se não a anuência mesmo das excelências que presidem o STF e a PGR.

Por Jakson Miranda

Gilmar Mendes manda soltar Barata

Ministro do STF, Gilmar Mendes manda soltar Jacob Barata Filho, pela terceira vez. Assim, Mendes fez mais um gol para o time do STF.

Como já é público e notório, o STF é o principal campeão brasileiro de LIBERTADORES. E quando Gilmar Mendes manda soltar baratas e afins, deixa claro que é ele o capitão e artilheiro do time. Alguém sabe quantos títulos dessa natureza o STF já acumula na sua história recente?

Jacob Barata Filho não pode ficar de fora da festa, quer dizer, não pode ficar preso. E o que vale pra ele, não vale para os milhares de presos justa ou não raro, injustamente enclausurados pelas cadeias do país afora sem terem passado por um julgamento sequer.

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Ao comentar a decisão do ministro do STF, o procurador regional da República, José Augusto Vagos, expressou o sentimento de todos os brasileiros de bem.

Chega a ser constrangedor o acesso que esse acusado tem para obter decisão em último grau de jurisdição sem passar pelas demais instâncias, como se desfrutasse de um foro privilegiado exclusivo para liminares em habeas corpus, mesmo sendo acusado de destinar dezenas de milhões de reais aos maiores líderes políticos do Rio, como se isso constituísse crime de menor potencial ofensivo, crime de bagatela”.

Que fique claro Jacob Barata Filho não é o único privilegiado. À sua soltura somam-se outras tantas e já não é surpresa para ninguém lermos nos principais jornais a manchete “Gilmar Mendes manda soltar…”.

Como já afirmamos, Gilmar Mendes só não manda soltar o anônimo que está preso sem advogado para defendê-lo. Olhando por essa perspectiva, chegamos a conclusão de que não temos o mínimo de justiça e o rascunho disso, está literalmente entregue às baratas, ratazanas e toda sorte de bichos escrotos.

Por Jakson Miranda

As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 4

Por Alexandre B. Cunha, publicado no portal O Direitista: 

Este é o quarto de uma série de seis textos nos quais são discutidas algumas das recentes demonstrações da natureza antidemocrática do PT. Analisa-se abaixo como o comportamento dos seus militantes durante o desenrolar dos episódios que culminaram no impeachment de Dilma Rousseff evidenciou, mais uma vez, o desapreço daquela organização pela democracia.

Os petistas afirmaram repetidamente que o afastamento de Dilma era um golpe de estado. Todavia, o impeachment do presidente da República está previsto na Constituição Federal e em outras normas legais do país. Adicionalmente, a Sra. Dilma Rousseff teve amplo direito de defesa e a tramitação do pedido de impeachment na Câmara e no Senado foi regulada pelo STF. Vale lembrar que na época oito dos onze integrantes daquela corte haviam sido indicados por Lula e Dilma. Como não existe golpe de estado sem que uma norma legal seja violada, a alegação dos militantes socialistas é tão verdadeira quanto uma nota de três reais.

Ao afirmarem que o impeachment era um golpe, os petistas tentaram deslegitimar um instrumento integrante do ordenamento político e jurídico da nossa República. Sejamos claros: isto se constitui em um ataque frontal à democracia. Essa postura se torna ainda mais condenável quando se leva em conta que o PT apoiou diversos pedidos de impeachment dos presidentes Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso (link 1 e link 2).

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As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 2

Evidentemente, o PT não poderia se contentar em exibir tão somente o reprovável comportamento descrito acima. O partido precisava ser ainda mais antidemocrático… Em pelo menos duas ocasiões os petistas sugeriram que estavam dispostos a utilizar a violência contra os brasileiros que defendiam o afastamento de Dilma Rousseff. A primeira delas ocorreu no dia 24 de fevereiro de 2015, quando Lula afirmou que João Pedro Stedile (presidente do MST) iria colocar o “exército dele do nosso lado” para “brigar” com os manifestantes favoráveis ao impeachment. A fala em questão é reproduzida no vídeo abaixo.

A segunda ocasião se verificou no dia 13 de agosto de 2016. Naquela data, diversos militantes socialistas se reuniram no Palácio Planalto para participar de um evento denominado “Diálogo com Movimentos Sociais”, o qual tinha como objetivo demonstrar que eles eram contrários ao impeachment de Dilma. Ao manifestar o seu apoio àquela que arquitetou uma das maiores crises econômicas já enfrentadas pelo Brasil, o Sr. Vagner Freitas (presidente da CUT) declarou que os petistas deveriam “ir pras ruas, entrincheirados com arma na mão, se tentarem derrubar a presidenta Dilma Rousseff” e que “nós seremos o exército que vai enfrentar essa burguesia na rua”. Segue-se um vídeo com o ‘pacífico’ pronunciamento.

Em síntese, o PT usou e abusou do direito de apresentar e apoiar pedidos de impeachment de presidentes que não pertenciam ao partido. Apesar disso, os petistas foram, e ainda são, suficientemente despudorados para afirmar que o afastamento de Dilma foi um golpe. Adicionalmente, eles ameaçaram utilizar armas e exércitos contra os brasileiros honestos que se manifestavam pacificamente pelo legal afastamento de uma presidente incompetente e despreparada. Somente uma organização antidemocrática é capaz de se comportar dessa forma.

 

Por Alexandre B. Cunha, publicado no portal O Direitista: 

 

Esquerdistas de Universidade Federal pedem “morte aos cristãos”

Mais uma vez a mídia se calou. Mais uma vez a esquerda demonstrou, sem pudores, que deseja a extinção, o extermínio, não apenas do pensamento cristão, mas também dos seus propagadores.

Com a canalhice habitual, eles têm a desfaçatez de chamar os que estão acuando de fascistas, em pleno ato persecutório e totalitário.

Para a grande imprensa eles são os bons… Eles são os mocinhos. Eles que lutam por um país igualitário.

Leiam matéria publicada pelo Ilisp, e percebam a dimensão do acontecimento:

Após a exibição do documentário “O Jardim das Aflições”, sobre Olavo de Carvalho, terminar em briga na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife, um novo protesto organizado pela esquerda contra a exibição da obra na Universidade Federal da Bahia (UFBA) ocorreu na segunda-feira (13).

Prevista para acontecer no Pavilhão de Aulas da Federação (PAF III), a exibição foi cancelada pela universidade após protestos de militantes de esquerda. O grupo responsável pelo evento acabou exibindo a obra na parede da biblioteca do local.

Houve empurra-empurra e bate boca. A Polícia Militar chegou a ser chamada e três seguranças da UFBA acompanharam os protestos, sem se envolver. A exibição de um cartaz com a frase “morte aos cristãos”, levado por um dos militantes de esquerda, foi destacada nas redes sociais. O apoiador da ideia estava no grupo que chamava de “fascistas” aqueles que desejavam apenas assistir ao filme.

Esquerda fascista pede "morte aos cristãos" e chama os outros …

Veja a esquerda "mais-amor-por-favor" da UFBA pedindo "morte aos cristãos" enquanto chama os outros de "fascistas". Muito amor!

Publicado por Caneta Desesquerdizadora em Terça-feira, 14 de novembro de 2017

 

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Perseguição aos cristãos e silêncio da mídia

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 3

Seguimos com a publicação da série “As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT”, de Alexandre B. Cunha.

No blog O Direitista você encontra os outros textos da série, além de artigos diversos de notória qualidade. 

 

Este é o terceiro de uma série de seis textos nos quais são discutidas algumas das recentes demonstrações da natureza antidemocrática do PT. Analisa-se abaixo como a gestão dos gastos públicos durante o governo de Dilma Rousseff evidenciou, mais uma vez, o caráter ditatorial daquela organização de extrema esquerda.

Ao eleger o presidente da República, o povo brasileiro não está coroando um governante todo-poderoso. Afinal de contas, o presidente tem a obrigação de cumprir as leis. Por exemplo, ele não pode fechar o Congresso, proibir a circulação de jornais, ordenar que um policial deixe cumprir uma ordem judicial ou se declarar proprietário de um imóvel que ele considere particularmente agradável. Os atos que o presidente pode realizar (ou seja, os seus poderes) estão definidos na Constituição e em outras normas legais. Essa limitação é uma consequência do fato de o regime democrático ser caracterizado pela dispersão dos poderes do estado entre diversos agentes (juízes, policiais, deputados, senadores, procuradores, governadores, prefeitos, vereadores etc) e pelo respeito à lei.

Dentre outras restrições, o presidente da República não pode cobrar impostos a seu bel-prazer nem efetuar gastos ao arrepio da legislação. A arrecadação fiscal e a despesa pública são regidas pelas leis brasileiras e pelo orçamento, o qual precisa ser aprovado pelo Congresso antes de entrar em vigor.

Leia também: 

As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 1

As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 2

O orçamento não é um simples fetiche venerado por economistas, contadores e outros profissionais. Ele é essencial para a gestão eficiente e transparente de qualquer organização. No caso específico do governo federal, ele contém uma previsão de arrecadação e estipula o quanto pode ser alocado para cada tipo de dispêndio. Ou seja, ele especifica limites para os gastos com os salários dos funcionários públicos, com obras, com passagens aéreas etc. Desta forma, o orçamento é um importante instrumento para impor limites aos poderes do presidente da República e assegurar que os recursos públicos sejam utilizados conforme autorizado pelos representantes do povo (ou seja, os congressistas).

De forma simplificada, pode-se imaginar que o presidente da República recebe do Congresso Nacional um talão de cheques assinados para movimentar os recursos que pertencem ao povo brasileiro. O orçamento e a legislação pertinente constituem o conjunto de regras que o presidente precisa levar em consideração ao assinar cada cheque. Violar essas regras é uma falha séria, principalmente quando isso é feito de forma proposital.

Ao longo do seu primeiro mandado, especialmente em 2014, Dilma Rousseff usou e abusou das chamadas pedaladas. Esse procedimento é de compreensão relativamente simples. Considere o caso do seguro-desemprego. Compete à Caixa Econômica Federal realizar o pagamento dos benefícios. Contudo, antes de a Caixa repassar o dinheiro para os desempregados cadastrados, é preciso que o Tesouro Nacional transfira os valores para aquela instituição financeira. Ou seja, se o gasto com o programa será de X reais, então o Tesouro deve transferir X reais à Caixa para que em seguida ela repasse aquele montante para os beneficiários. Ocorre uma pedalada quando o Tesouro não repassa previamente a totalidade dos X reais para a Caixa e ainda assim ela efetua o pagamento de todos os benefícios.

As pedaladas violam pelo menos duas normas legais (a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei do Colarinho Branco). Adicionalmente, elas distorcem a apuração da chamada meta fiscal (i.e., o déficit ou superávit previsto no orçamento), pois as despesas indevidamente assumidas pelas instituições financeiras como a Caixa Econômica e o Banco do Brasil não são contabilizadas como gastos do Tesouro Nacional. Em consequência, o resultado fiscal apurado passa a ser maior do que aquele efetivamente realizado.

A maquiagem das contas públicas tem importantes efeitos sobre a gestão dos gastos governamentais. Se a meta fiscal não estiver sendo cumprida, o Palácio do Planalto está obrigado a efetuar o chamado contingenciamento das despesas (ou seja, a não realização de gastos originalmente previstos no orçamento), ao passo que não existe essa restrição quando a meta fiscal está sendo atingida. Desta forma, ao mascarar os resultados das contas públicas, o governo petista se atribui poderes para efetuar gastos de forma ilegal.

Não se deixe enganar, prezado leitor. Sempre que um militante esquerdista declarar que o impeachment de Dilma Rousseff foi motivado apenas por uma ‘questão contábil’, ele estará mentindo. Dilma e seus assessores contornaram repetida e intencionalmente a lei, justamente por não aceitarem as regras democráticas. Afinal de contas, eles admiram abertamente nações como Cuba e Coréia do Norte, nas quais o partido que está no poder faz o que bem entende. Ironicamente, foi exatamente a adoração que aquela Sra. nutre por governos totalitários que a levou a cometer os atos que terminaram por ocasionar o seu impeachment.

 

Publicado no blog O Direitista

 

 

 

Você sabe mesmo quem é Jean Wyllys?

Caros leitores, não os estou subestimando, sei que vocês conhecem Jean Wyllys. Ademais, minha pergunta é se vocês sabem mesmo quem é Jean Wyllys?

O que ele pensa?

Qual a opinião dele sobre nós, cidadãos brasileiros, pagadores dos impostos que são revertidos, dentre outras coisas, para pagamento do seu salário.

Nando Moura publicou um vídeo com um compilado importante de declarações do deputado, que demonstram sua veia autoritária e seu desprezo pela democracia. O vídeo mostra a face real do ex-BBB que se utiliza do personagem de homossexual oprimido para se blindar ante as críticas, pronto a chamar de homofóbico qualquer um que discorde de suas ideias.

Wyllys, por exemplo, acha que o povo não pode ser consultado a respeito de questões de comportamento, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo, porque o povo é mal educado e não sabe escolher o certo. Ou seja, a democracia do Jean Wyllys é aquela em que ele e seus correligionários são os únicos detentores da verdade, sendo portanto os responsáveis por ditar as regras aos meros mortais.

Jean Wyllys é uma hecatombe parlamentar.

Nada mais triste do que ver certa direita que o equipara a Bolsonaro. Pondé chegou ao cúmulo de dizer em entrevista que se tivesse de escolher entre um e outro, escolheria Wyllys. Tratamos disso no artigo Luiz Felipe Pondé e a direita que despreza Bolsonaro. 

O Brasil desperdiça muito dinheiro em porcarias. O dinheiro pago a Jean Wyllys como parlamentar está neste pacote.

Assista o vídeo do Nando Moura e entenda o que pensa o ex-BBB.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

As repetidas demonstrações da natureza antidemocrática do PT: parte 2

Seguimos republicando esta excelente série escrita por Alexandre B. Cunha do ótimo portal O Direitista. 

Revela exatamente o que é o PT e como ele defraudou o Brasil. 

A primeira parte da série está disponível AQUI: 

 

Este é o segundo de uma série de seis textos nos quais são discutidas algumas das recentes demonstrações da natureza antidemocrática do PT. O seu título certamente poderia ser PT: um partido golpista, pois se estabelece abaixo que o mensalão foi, literalmente, um golpe de estado.

Uma das mais importantes características das ditaduras é a concentração de poder nas mãos de um ou poucos indivíduos. Por essa razão, a separação entre Legislativo, Executivo e Judiciário é um dos alicerces da democracia. No caso específico do Brasil, esse princípio foi incorporado à Constituição de 1988 no seu artigo segundo, o qual afirma que “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”.

Ao se defrontarem com casas legislativas que não se prestavam a atuar como meras ratificadoras das suas propostas, diversos governos ditatoriais adotaram medidas como prender ou cassar congressistas ou, até mesmo, fechar o parlamento. Obviamente, esse tipo de ato de força viola o princípio da separação dos poderes.

Considere agora o que ocorreu durante o infame episódio do mensalão: petistas utilizaram recursos desviados do estado brasileiro para comprar o apoio de deputados federais de forma que projetos de interesse do governo Lula fossem aprovados na Câmara. Ou seja, como eles não tinham as armas necessárias para subjugar o Congresso, os revolucionários petistas tiveram a ‘brilhante’ ideia de subornar os parlamentares!

Assim como as ações violentas descritas no penúltimo parágrafo, a compra de apoio parlamentar levada a cabo pelo governo petista também viola o princípio da separação dos poderes. E isso seria verdade mesmo que os recursos utilizados para comprar os parlamentares não tivesse sido oriundo do assalto aos cofres públicos.

Recapitulando, já se demonstrou que o PT violou o princípio da separação dos poderes, o qual é um dos pilares da democracia, durante o mensalão. Contudo, ainda não se estabeleceu que as ações do PT constituíram um golpe de estado. Essa é justamente a próxima tarefa a ser realizada neste texto.

Existem pelo menos duas categorias de golpe de estado. Na primeira delas, remove-se ilegalmente um governo do poder. O movimento de 1964 no Brasil e a ascensão de Pinochet ao governo do Chile em 1973 são exemplos de golpes dessa classe. No outro tipo, também conhecido como autogolpe, o próprio governo viola a legislação para aumentar os seus poderes e/ou estender a sua permanência no comando da nação. Os golpes ocorridos na França em 1851, no Brasil em 1937 e no Peru em 1992 são típicos exemplos dessa última espécie.

O golpe petista se encaixa na segunda categoria. De acordo com Bruce W. Farcau (The Coup: Tactics in the Seizure of Power, p. 2), um autogolpe é “deflagrado pelo próprio chefe do executivo com o intuito de expandir de forma inconstitucional o seu controle sobre o sistema político” (trecho entre aspas em itálico traduzido do inglês por este autor). Isso foi exatamente o que ocorreu durante o mensalão. Ao subornar os parlamentares, o governo Lula adquiriu, de forma inconstitucional, poderes adicionais.

A própria justiça brasileira se manifestou sobre golpe petista. Segundo o ministro Ayres Britto, que presidiu o STF durante quase todo o julgamento do mensalão, houve um “Golpe, portanto, no conteúdo da democracia […]”. Para testemunhar o próprio ministro pronunciar essas palavras, o leitor deve assistir ao vídeo abaixo por aproximadamente dois minutos.

Vale ressaltar que além de ter concorrido cargo de deputado federal pelo PT em 1990, Ayres Britto foi indicado ao STF pelo próprio Lula em 2003. Logo, não há como se afirmar que ele tivesse um viés contra o partido.

Em síntese: ao comprar votos de parlamentares durante o mensalão, o PT deu um golpe de estado. Tendo em vista o seu caráter revolucionário e totalitário, o partido dará outros golpes se tiver oportunidade para tanto. Assim sendo, é crucial para a sobrevivência da democracia no solo brasileiro que aquela organização extremista jamais retorne ao Palácio do Planalto.

 

Publicado originalmente no portal O Direitista