Piada pronta, Lula será comentarista da Copa do Mundo

Pois é, meus amigos e leitores. Não é piada, cheguei a pensar que fosse, mas, o senhor Lula será comentarista da Copa do Mundo.

Leiam trecho extraído do Estadão

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Lava Jato, será comentarista da Copa do Mundo da Rússia. Mesmo detido, o petista participará das transmissões da TVT escrevendo cartas sobre suas impressões do Mundial. Para especialistas ouvidos pelo Estado, a colaboração, mediada pelo jornalista José Trajano, não é ilegal.

“A comunicação com pessoas fora da prisão por meio de cartas não é proibida e qualquer pessoa presa pode se comunicar com amigos e família. Neste caso, sendo o Trajano amigo dele, não existe nenhum impedimento legal”, avalia o advogado Francisco Monteiro Rocha Júnior.

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Segundo ele, nem mesmo o conteúdo das cartas poderá sofrer algum tipo de censura. “Se não houver nada relacionado a atos ilícitos, qualquer assunto fica liberado e o ex-presidente pode falar de tudo: dia a dia, questões políticas, futebol. Não há na lei nada que o impeça de tocar em determinado assunto nessas correspondências”, explica.

“O Brasil possui um ex-presidente preso em regime fechado por crime comum. Dado o ineditismo do caso, o sistema normativo brasileiro não possui previsões específicas para ele, tampouco existem precedentes jurisprudenciais”, comenta Marcellus Ferreira Pinto, especialista em direito constitucional e eleitoral, advogado do Nelson Wilians e Advogados Associados.

A especialista em direito eleitoral e administrativo Karina Kufa acredita que a participação do ex-presidente como comentarista de TV pode até mesmo ser um precedente para mudar a forma da execução de penas no Brasil. “Isso pode acontecer dada a ausência de implementação dessas garantias aos demais presos. De outra forma, garantir apenas ao ex-presidente, seria uma forma de conceder privilégio a apenas um em razão de sua pessoa, o que iria contra o princípio da impessoalidade”, diz.

Voltamos

Para mim, a partir do momento em que um individuo é preso, fica impedido de ter certas regalias, como assistir televisão, receber visitas intimas, ter aparelhos de ginásticas, etc. Nesse particular, infelizmente, o senhor Lula da Silva tem recebido privilégios que fazem de sua prisão mais parecer uma estadia em um hotel da Policia Federal. É claro que de tão indecente, as situações que envolvem o Lula acabam demonstrando que o Brasil é o país da piada pronta.

Não me refiro apenas ao fato de Lula ser comentarista da Copa do Mundo. Faço essa observação tento em mente a insistência do PT em lançá-lo pré-candidato a presidente da República e pior, alguns institutos de pesquisa teimar e manter o nome do presidiário como uma opção de voto.  Tudo isso é ridículo! É grotesco! É, enfim, uma piada!

Por Jakson Miranda

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Uma significativa vitória contra o totalitarismo LGBT

No excelente artigo totalitarismo LGBT, (clique AQUI para ler o artigo) nosso colunista e editor Renan Alves da Cruz foi ao cerne da questão sobre a natureza do dito movimento LGBT.

O totalitarismo LGBT habilmente ocupou espaços e cotizou o ambiente acadêmico/cultural com outras minorias barulhentas e oportunistas, que se perfazem e subsistem com a própria militância como profissão. Neste balaio todo podemos incluir radicais esquerdistas de diversos matizes, todos empanturrados de marxismo cultural, tendo como princípios orientadores de ação o sufocamento das ideias que se opõe à sua ideologia.

Não por acaso, cristianismo e marxismo não se aglutinam. Os princípios norteadores de um são sempre afrontosos ao outro.

Trocando em miúdos, para os adeptos do totalitarismo LGBT, eles podem dizer e fazer o que bem entenderem, já àqueles que não concordam com suas práticas e pautas, não podem fazer e muito menos dizer nada que desagrade a tal comunidade. Se for cristão, então, é processo na certa!

Foi exatamente isso que aconteceu com o americano Jack Phillips. Por ser cristão, Phillips não aceitou confeccionar o bolo de “casamento” de um “casal homossexual” e por essa atitude, foi processado.

Após os tribunais estaduais decidirem contra Jack Phillips, seu caso chegou à Suprema Corte americana que finalmente decidiu em favor do confeiteiro.

Em seu voto, o juiz Anthony Kennedy, embora se valha de eufemismo, deixa claro que o caso foi pautado por uma declarada perseguição religiosa. Argumentou o magistrado:

“Ainda assim, a delicada questão de quando o livre exercício de sua religião deve ceder a um exercício de poder estatal de outra forma válido precisava ser determinado em um julgamento no qual a hostilidade religiosa (grifo nosso) por parte do próprio Estado não deveria ser um fator na balança. Essa exigência, no entanto, não foi cumprida aqui”.

Da minha parte, acredito que o totalitarismo LGBT não é capaz de encontrar respaldo legal para obrigar quem quer que seja a prestar serviços aos ditos casais gays. Quando conseguem, por meio de força de leis, deixam em evidência uma afrontosa guerra não por direitos, mas, em prol da supressão deles. Para o totalitarismo LGBT, se for pela supressão dos direitos dos cristãos, melhor ainda. Nesse caso, a força das leis passa a ser mais um eufemismo para aquilo que conhecemos como perseguição religiosa.

Que o caso do confeiteiro Jack Phillips seja-nos não apenas um alerta, mas, sobretudo, um encorajamento e motivação para enfrentarmos com perseverança e não nos curvarmos diante dos diversos tipos de totalitarismos que continuamente surgem e insurgem-se, especialmente, contra a família e os cristãos.

Por Jakson Miranda

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23 notas de Olavo de Carvalho sobre Jair Bolsonaro

Selecionadas e organizadas por Pedro Henrique Medeiros. 

Publicado no portal Mídia sem Máscara

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está dispostos a votar, é o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

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11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da Pepública e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;
1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.
Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.
Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

 

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Breve história do ativismo pedófilo

Existiu, entre 1974 e 1984, na Inglaterra, um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais, uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. O movimento recebia dinheiro do governo britânico para a sua atividade por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. O PIE acabou sendo fechado, na década de 80, depois que as investigações de frequentes escândalos de pedofilia acabaram levando a membros do movimento. Além disso, a sua atividade política começou a se tornar ultrajante para a sociedade britânica.

Entre as ações empreendidas por este movimento durante sua atividade, esteve a luta pela redução da idade de consentimento para QUATRO anos de idade, o que começou a despertar indignação. Mas houve resistência do governo pois a atividade do movimento estava abrigada pelo Conselho Nacional para Liberdades Civis.

Ficou claro na época que nenhuma iniciativa pedófila teria exito enquanto a prática mantiver um estigma negativo na sociedade, isto é, contrária a valores tradicionais ainda em voga.

Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos) com o mesmo objetivo do PIE. NAMBLA é considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, pertenceu à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido o objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas.

A ONU chegou a dar esse status ao ILGA em 1993 mesmo com a associação com o NAMBLA, mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, o ILGA decidiu pela dissociação com o  NAMBLA, sendo então admitido pela ONU no ano seguinte após protestos de organizações pedófilas de outros países.

O ILGA é um dos principais promotores da Ideologia de Gênero na ONU por meio da UNESCO, embora haja hoje centenas de outros movimentos e ONGs feministas empenhadas na causa da educação sexual para idades cada vez menores.

Links pesquisados:
Pedophilia Is A Sexual Orientation Under new California state law!!!

http://www.nambla.org/

Atualmente, no Brasil, por meio do Ministério da Educação e Cultura, rios de dinheiro são investidos na elaboração de programas educacionais que levam a temática da Ideologia de Gênero para ser ensinada a creches de todo o país. Essa ideologia, a pretexto de combater a discriminação, oferece às crianças um leque de opções sexuais e orientações possíveis que chama de gêneros.

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A mudança de estratégia surtiu efeito. Hoje, na maioria dos países, a educação sexual é comum, embora a pedofilia seja oficialmente proibida. Um dos expedientes caros aos ativistas é a distinção, bastante arbitrária, entre pedófilos e abusadores de crianças. Segundo eles, há o pedófilo inofensivo que somente sente atração sexual por crianças mas não a pratica. Enquanto aos abusadores mantém-se a condenação penal, ao pobre pedófilo caberia tratamento, ajuda e toda a compreensão, cabendo inclusive, quem sabe, uma campanha de combate à discriminação contra ele.

O novo movimento pedófilo está hoje infiltrado nos movimentos LGBT por meio do “combate ao preconceito nas escolas”. Diante do preconceito sofrido por crianças com tendências homossexuais, sugere-se o ensino de todo tipo de prática sexual imaginável às crianças da mais tenra idade.

A mais conhecida teórica da Ideologia de Gênero, Judith Butler, porém, afirma que “gênero é o seu comportamento”, fazendo do conceito um tipo de cultura ou revolução comportamental. Ora, segundo ela, não há homens ou mulheres, mas simplesmente pessoas. A consequência lógica deste pensamento impõe que não exista nem mesmo preconceito e, no entanto, este é o conceito que está sendo utilizado para ensinar as crianças, a partir dos 4 anos, a explorarem seus corpos e os de seus colegas em busca de prazeres sexuais para, assim, definirem seu “gênero”.

A conceituação de Butler, se bem compreendida, já demonstra que não é o problema do preconceito que desejam resolver.

É sabido pela psicologia que para mudar a mentalidade de alguém, basta mudar-lhe o comportamento, pois o indivíduo lutará para adequar o pensamento às ações praticadas anteriormente, de modo a reduzir a dissonância cognitiva. Portanto, a mudança da mentalidade é o alvo principal, fazendo de crianças e adolescentes militantes eficientes pela destruição de todos os padrões morais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a Ideologia de Gênero não torna as crianças homossexuais, mas as transforma em órfãos incapazes de perceber a realidade justamente porque habituam-se a adequá-la aos seus desejos e às ideologias do momento. Convertem as crianças a meros brinquedos de adultos.

Por Cristian Derosa, publicado no portal Estudos Nacionais

 

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5 motivos para conservadores assistirem “Três anúncios para um crime.”

Três anúncios para um crime mereceu todos os prêmios que recebeu. As atuações são vibrantes e o resultado expresso na tela é notável.

O filme narra a busca de Mildred Hayes por justiça. Sua filha foi assassinada e a polícia local não encontrou o assassino.

Como forma de manifesto, Mildred aluga três outdoors na estrada próxima à sua casa e publica neles uma cobrança ao chefe de polícia, que desencadeará um rebuliço na pequena cidade de Ebbing, Missouri.

Sem spoilers, mediante uma perspectiva conservadora, elencamos cinco motivos para que você assista Três anúncios para um crime:

1 – Porque defendemos que a justiça SEMPRE deve ser feita, e entendemos que somente com uma estrutura civilizacional sólida, calcada em valores morais não relativizados, é possível que a justiça triunfe;

2- Porque compreendemos a vocação e a responsabilidade que a polícia possui na manutenção da ordem e que a ocorrência de desvios éticos ou comportamentais em seu meio são fruto de falhas de caráter individuais, e não uma deficiência estrutural da corporação;

3- Porque as atuações de Frances McDormand, Woody Harrelson e Sam Rockwell são coisa digna de sair do cinema para pagar o ingresso de novo;

4- Porque, mesmo dotado de intensa carga dramática, há um humor ácido permeando todo o filme, muitas vezes politicamente incorreto, bem encaixado na história, principalmente na personagem mais irônica: Mildred Hayes;

5- Porque a vida tem reviravoltas e isso faz parte do seu charme. Este aprendizado acompanha a maturidade e poupa dor e sofrimento a todos nós;

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O que você faria se tivesse uma filha estuprada e assassinada e ninguém fizesse nada?

O que você faria se fosse o investigador responsável por este crime e tivesse sua capacidade e lisura questionada publicamente perante toda a cidade?

Assista o filme antes de responder.

Por Renan Alves da Cruz 

 

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As diferenças entre os nossos políticos e os da Noruega

Na Noruega, país com o maior IDH do mundo, os políticos não são remunerados.

Os que gostam de soluções fáceis para problemas difíceis já sacariam da cartucheira a certeza: “oras, então tiremos o salário dos nossos políticos para virarmos uma Noruega.”

Porém, se você tiver alguns neurônios, nem precisa muitos, somente alguns a mais que o Tico Santa Cruz, por exemplo, você com certeza será capaz de entender que aqui por nossas bandas o buraco não faz verão, ou, se preferir, uma andorinha só fica muito mais embaixo, para aglutinar alguns de nossos ditados.

O Brasil não será Noruega a despeito do que fizermos com o salário dos políticos.

Cortar o salário seria uma boa solução?

João Dória, por exemplo, se tornou prefeito de São Paulo, mas não fica com o ordenado que recebe. É um homem rico, empresário consolidado, para quem o valor é ninharia. Desde que empossado doa o salário, já que não pode se recusar a receber.

A lógica do político não assalariado é esta: atrair homens de situação financeira resolvida, que tenham gana ou talvez vaidade de se sobressair na função de gestor público. Figuras que, economicamente plenas, sejam menos cobiçosas às corruptelas nossas de cada dia.

Mas até que ponto, num país como o Brasil, isto seria crível? Será que teríamos quadros suficientes para preencher todos os espaços da vida pública com sujeitos encerrados em tal situação?

Quantos empresários de sucesso teriam condição de largar seus negócios e se dedicar pro bono ao serviço político, sem interesse de se locupletar?

Como isso se daria nas cidades pequenas? Haveria cidadãos locais em todos os municípios com tais requisitos e com abnegação suficiente para assumir a responsabilidade, tanto no caso de prefeitos quanto de vereadores?

Ou somente estaríamos aditivando a corrupção, com os políticos tomando propina de cada contratinho fechado, da mais vistosa obra viária ao edital de cuidado com arborização… um pouquinho de cada um, para compensar, pois sabe como é, né… Nem relógio trabalha de graça…

A solução então seria continuar pagando os salários e os benefícios colossais aos políticos?

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Há quem defenda que parar de pagar os políticos afastaria o interesse de bons quadros intelectuais de se envolver na política… Ou seja, o nível pioraria…

Entretanto, há de se pensar. Há como o nível piorar?

A classe política brasileira recebe salários exponenciais e benefícios surreais. A verba destinada a sustentar a paquidérmica política brasileira é estelar.

E mesmo assim eles continuam roubando!

Ou seja, temos medo de parar de pagar os políticos e eles roubarem por isso.

Mas estamos pagando uma fortuna e eles estão roubando mesmo assim.

Será que isso tem a ver com o fato de o Brasil ser Brasil e a Noruega ser a Noruega?

Penso que políticos devem receber um bom salário, que seja suficiente para exercerem a função sem roubar. Mas os benefícios são exagerados. Deveriam ser revistos.

Mas isso jamais acontecerá, pois quem votaria a proposta de redução seriam os próprios políticos…

Uma redução drástica dos penduricalhos seria essencial, assim como o fim da aposentadoria especial. Político sequer deveria se aposentar em função do cargo, já que se candidatar é uma opção volitiva. A aposentadoria deveria ser restrita ao trabalho original do proponente.

Quem não achasse justo que não se candidatasse.

A aposentadoria especial para políticos é uma excrescência.

O judiciário também precisaria de uma revisão severa nos rendimentos, que acabasse com os penduricalhos e os auxílios clamorosos, mas esta abordagem para fica para outro artigo.

Mas o que resolveria mesmo o caos político do país  – perdoem o clichê – seria acabar com a maldita impunidade. Político condenado por corrupção tinha de ser preso e excluído vitaliciamente da vida pública.

Assim como o estuprador pensaria duas vezes antes de estuprar e o ladrão antes de roubar se as penas fossem mais severas e cumpridas, o político pensaria duas vezes antes de roubar.

Aí só entrariam mesmo os que estivessem cientes e satisfeitos com o bom salário que a carreira política proporciona.

Isto irá acontecer? Não.

É só olhar para o nosso STF, para os políticos e para o POVO QUE OS ELEGE, que temos esta certeza.

Quem sabe num futuro longínquo…

Não estarei aqui para ver, a não ser que a criogenia avance bastante nos próximos anos, mas deixo minha torcida.

Quem sabe um dia, muito muito distante, os noruegueses queiram descobrir qual o segredo de sucesso do Brasil.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Intervenção tem tudo para dar errado

A intervenção militar ou federal, como querem alguns, decretada por Michel Temer no estado do Rio de Janeiro, tem tudo para dar errado.

Para saber nossa opinião a respeito, é importante que o leitor leia ou releia nosso post Intervenção militar no Rio é mera propaganda política? 

Mas, quem diz que a intervenção tem tudo para dar errado? Alguém com experiência para falar do assunto.

Para o coronel da reserva e hoje professor, Fernando Montenegro, a intervenção tem tudo para dar errado!

Leia o que disse o coronel ao site de Veja.

A intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro tem todas as condições para dar errado. A corrupção política e policial, o corporativismo e as sólidas bases criadas pelas facções criminosas no estado serão apenas alguns dos muitos obstáculos que o comandante militar do Leste, general Walter Braga Netto, terá que enfrentar.

Quem alerta tem conhecimento de causa: o coronel Fernando Montenegro, da reserva do Exército Brasileiro e professor da Universidade Autônoma de Lisboa. Como comandante do Regimento Sampaio, uma das mais tradicionais unidades militares do país, participou da ocupação do Complexo Penha-Alemão, em 2010, e encarou os desafios impostos contra o Estado pelo governo paralelo montado pelo narcotráfico.

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Sobre as facções criminosas, Fernando Montenegro faz a seguinte constatação

“Há um departamento de informação e propaganda, que trabalha com o que nós militares chamamos de operações psicológicas. Organiza bailes funks e promove a organização criminosa por meio de contratação de artistas, músicas de apoio e de promoção do sexo e de vídeos distribuídos pelo YouTube e pelo WhatsApp. Cabe a eles marcar território com a sigla da facção e o nome do líder nos limites de atuação na comunidade. Com estas atividades, a distribuição de panfletos e a colocação de faixas conseguem novos recrutas, entre eles jovens que fizeram o Curso de Formação de Cabos do Exército e que possuem excelente formação militar.”

As facções também mantêm departamentos jurídicos, que atuam na obtenção de habeas corpus e negociam os chamados “arregos” (pagamentos de propinas a policiais e políticos); financeiros e logísticos, que tratam do fluxo de caixa, de matérias-primas e do suprimento de armas e munições; de produção, com gerentes diferentes para cada tipo de droga, e de distribuição, com vendedores no varejo e “vapores”, traficantes que levam o produto para áreas de maior renda e que atuam em festas e bares. “A coisa vai muito além do traficante armado com fuzil”.

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Encerrando

Para encerrar, reproduzo abaixo minha resposta a um comentário que recebemos de uma de nossas leitoras, quando esta afirma que aqueles que não apoiam a intervenção estão sendo irresponsáveis. Veja a resposta:

Respeito sua opinião, porém, quanto mais reflito sobre o tema mais sou levado a crer que a decisão de Temer é mais por cunho político do que por preocupação com a segurança. No caso, o Rio é uma boa vitrine para passar no Jornal Nacional, mas pergunto, temos mais de 60 mil mortes por homicídio no Brasil e isso será resolvido apenas com essa intervenção no Rio?

Michel Temer está no poder desde de 2016 e somente agora em ano de eleição, no qual ele é um interessado direto, vem com essa medida? Aliás, além do decreto, qual plano de ação será efetuado? Nem eles sabem!! Quais medidas serão tomadas para evitar eventuais fugas dos bandidos para outros estados? E como ficarão os outros estados nessa situação?

Quais medidas serão tomadas contra as facções criminosas MUITO bem ORGANIZADAS, do Rio, SP, e norte do país?

Então, quem está sendo IRRESPONSÁVEL? Eu, que fiz as ponderações no post ou o governo que dar mostras explicitas de está jogando para a torcida?

Por Jakson Miranda

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Intervenção militar no Rio é mera propaganda política?

A intervenção militar no Rio, cujo decreto o presidente Michel Temer assinou hoje, tem quais objetivos mesmo?

É fato que a crise de segurança pelo qual passa o Estado do Rio de Janeiro há muito já passou do nível tolerável.

Nosso blog tem ótimos artigos que abordam o tema da segurança. Para entender um pouco do nosso posicionamento sobre essa questão, é importante que você leia os artigos, Diga NÃO ao Estatuto do desarmamentoPor que a morte de policiais comove tão pouco? E por fim, Sou a favor da pena de morte

Voltando à intervenção militar no Rio de Janeiro, faço aqui duas ingênuas perguntas retóricas: será que o problema é tão somente o estado do Rio? Obviamente que não!

Segundo, essa intervenção militar vai acabar com a insegurança? Mais uma vez, a resposta é não!

Honestamente torço para que a medida adotada pelo governo federal tenha êxito. Como afirmamos, a violência no Rio de Janeiro é algo surreal e a permanecer como está, este que vos escreve não terá a mínima coragem de conhecer o Paço Imperial ou as ruas e bairros tão belamente descritos pelo imortal Machado de Assis.

Por outro lado, se a intervenção militar no Rio resolver o problema, criar-se-á outro: A bandidagem migrará para outros estados! Simples assim! E se essa for mesmo a consequência o mais adequado mesmo seria uma intervenção militar a nível federal, oras.  Logo, se resolveria dois problemas, o da criminalidade e insegurança nas ruas e o da migração de alguns bandidos para a política.

Não, amigos, não sou a favor de um gópi militar e já expliquei aqui minha posição a esse respeito, no post Intervenção militar e o blá,blá,blá de Reinaldo Azevedo.

Levanto essa questão apenas para explicitar que a decisão de hoje, tem menos a ver com uma efetiva preocupação do governo com a segurança e mais a ver com pura e demagógica propaganda política. Para resolver mesmo o problema da segurança em nosso país, é urgente rediscutir o código penal e retirar dos marginais, a segurança da impunidade.

Por fim, e mais uma vez, ficamos com Jair Messias Bolsonaro e sua posição em relação a intervenção militar no Rio de Janeiro. Ao o site O Antagonista Bolsonaro disse o seguinte:

Todo mundo diz que estamos em guerra. O Rio está em guerra. Mas que guerra é essa que só um lado pode atirar? Qualquer um do lado de cá, que tome uma medida de força, vai ter problemas depois na Justiça, seja o policial militar, o civil ou o rodoviário federal.” E prosseguiu o pré-candidato a presidente, “O problema da segurança no Rio não vai ser resolvido por decreto presidencial, assinando um papel”.

Bolsonaro disse a mais pura e cristalina verdade. Ou se faz uma intervenção militar que possa realmente guerrear contra os criminosos, ou o que temos é apenas um papel assinado, sem efeitos práticos e duradouros.

Por Jakson Miranda 

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A assustadora verdade que não te contaram sobre os juízes ativistas de esquerda

No artigo Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir abordei o que considero o traço mais evidente do discurso esquerdista: a hipocrisia.

O esquerdista é, em essência um hipócrita, que dá peso diferente às situações conforme sua conveniência pessoal e/ou ideológica. O que vale para os outros não vale para ele. O que em algumas situações é deplorável, em outras, de acordo com quem faz, é louvável.

Se você é um lacrador pode tudo! Pode bater em mulher, zoar gays, demitir funcionário e não pagar, papar menininha de 14 anos…

Se você, no entanto, não se curva aos ditames progressistas, sequer precisa chegar perto de qualquer destes atos para ser imediatamente tachado de fascista.

A esquerda, porém, possui muitas competências. Uma delas, executada com perfeição, foi a ocupação de espaços em cargos e posições chaves na sociedade: política, academia, mídia e judiciário.

No judiciário a atuação é repugnante. Juízes esquerdistas vestem a toga do ativismo para contrariar a Carta, tomando decisões fundamentadas em ideologia, muitos reconhecendo desavergonhadamente o modus operandi e sendo reverenciados pela “coragem”, ao invés de impedidos de julgar.

O excelente canal do youtube Hipócritas tem produzido esquetes excelentes, denunciando de forma bem humorada toda a hipocrisia da turma da lacração. Já publicamos aqui no Voltemos à Direita seu vídeo Nota de esclarecimento de um Banco Qualquer, que mostra como funciona a imposição ideológica, tomando por base a exposição nojenta financiada pelo Banco Santander.

Neste outro vídeo, o foco está sobre o juiz de esquerda e seu duplo padrão. Veja:

Já escrevi aqui porque o humor deve ser uma arma cada vez mais utilizada pela direita, e recomendo que você leia o texto, para entender como o trabalho de canais como Hipócritas e Spider Consense é um excelente aditivo ao trabalho que os conservadores estão realizando no país.

A mídia diz todo dia que vivemos tempos perigosos, mas quando o faz, atribui as práticas lesivas a Trump e Bolsonaro.

Vivemos sim tempos muitos perigosos, mas isto porque nossos tribunais estão infestados de juízes ignóbeis, a serviço de uma agenda destrutiva, cujo alvo é o sepultamento total dos valores que construímos e que nos trouxeram até aqui.

Como conservadores, acreditamos sim que mudanças apropriadas devem ocorrer na sociedade, mas de forma gradativa, sem bruscas rupturas que possam destruir o tecido da sociedade que construímos.

Mas nada disso importa. O mocismo politicamente correto se tornou tão grande e tão tentacular que permite que juízes se imponham à Constituição do país para servir à agenda que consideram correta!

Os tempos são perigosos justamente em virtude dos revolucionários hipócritas, que exigem de nós aquilo que eles próprios não fazem. Dos professores doutrinadores que esmerdalham a cabeça de crianças com suas taras insanas, impedindo-as de manter sua inocência até a idade apropriada para se inteirarem de questões de cunho sexual.

E também por causa da mídia mentirosa que usa seu poder de influência para detratar quem pensa fora da agenda progressista vigente.

Resta o âmbito da justiça para recorrermos.

Daí a importância estratégica de manter juízes ativistas em ação, para que julguem segundo a cartilha dos grupelhos.

É um ciclo vicioso, produzido sob medida para coibir quem foge ao padrão que eles impõe.

Um ciclo produzido para nos solapar.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir!

Para aquele que entende pelo menos o bê-a-bá da ideologia política, há a disposição um vasto dicionário de adjetivos para qualificar o pensamento e a veia prática do esquerdismo.

Psicopatia, mentira, falsidade, imoralidade, destruição, segregação são alguns destes termos.

Mas confesso que a palavra que mais associo à esquerda é HIPOCRISIA.

Não há nada mais esquerdista do que exigir, verberar, reivindicar – e quantos verbos semelhantes você quiser utilizar – dos outros aquilo que o próprio não faz.

Esta é a essência máxima do pensamento de esquerda: a consideração de posse de um suprapoder de imposição de normas que devem ser seguidas por todos os outros, exceto por quem as impõe.

O ativista/pensador/militante de esquerda sempre mira que suas ações são em defesa do povo, e que este povo não quer tal defesa porque foi alienado e não sabe do que e de quem precisa ser defendido… Assim, cabe às sumidades decidir quais são as causas e determinar que todos os outros as sigam, para o seu próprio bem.

E é claro que esse sistema, que atesta ser igualitário, SEMPRE cria uma casta privilegiada, cujo padrão de vida causa inveja aos paxás, enquanto o restante dos “defendidos”, no caso 99,99% da população é ostracizada.

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Assim, o esquerdismo sempre defenderá uma sociedade ideal na qual todos serão iguais, mas essa igualdade será restrita aos outros. Os proporcionadores da revolução estarão acima, para cuidar de tudo, já que trazem a nobreza embainhadas consigo.

É por isso que o esquerdista passa a vida defendendo que todos dividam suas posses, mas ele nunca reparte as dele; é por isso que ele verbera a necessidade da tomada dos meios de produção, desde que, claro, os meios de produção tomados não sejam os dele.

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É por isso que o MST só invade as terras que lhes convém, e nunca as fazendas imensas de quem lhes apoia a causa.

Porque, na verdade, o objetivo não é realizar uma reforma agrária indistinguível, mas sim, atacar alvos específicos.

Os muitos alqueires dos aliados não interessam aos sem-terra.

Também é devido à hipocrisia que o esquerdista não abre mão de sua herança, nem de deixar seus bens para sua família, mas quer que todos nós o façamos.

Bem como abominam a meritocracia, a não ser quando o mérito é deles…

É por isso que o esquerdismo nunca funcionou e não funcionará. Ele não entrega o que promete. Sempre cria uma elite superior que oprimirá quem está abaixo, mesmo que esta opressão seja travestida de realização do bem, mesmo que seja em nome da igualdade ou de qualquer outra palavra bonita.

Todo esquerdista é, portanto, um tirano em potencial, querendo lhe impor aquilo que ELE acha que é o melhor para você (e principalmente para ele), sob pena de morte caso você discorde.

Por Renan Alves da Cruz