Não são jornalistas: são militantes

No que a imprensa brasileira se transformou?

Acho que já é tempo de parar com este tacanho teatrinho de máscaras!

Nós sabemos, e vocês, jornalistas, também sabem que a população já não dá mais a mínima para o que vocês noticiam.

E, diferente do que vocês fazem parecer, isso não é uma ameaça à democracia, mas exatamente o contrário: é um grito democrático, de quem reconheceu ter sido manipulado por anos, mas cansou.

Aliás, chamar quem denuncia sua ignomínia de “ameaça à democracia” é a confirmação daquilo que a imprensa brasileira se tornou.  

Sua única serventia para o cidadão brasileiro médio é a de ver aquilo que vocês conclamam e fazer exatamente o contrário.

Vocês se consideram aptos a “modificar e influenciar a sociedade”, na arrogância típica dos ditadores, que consideram que todos devem aderir àquilo que consideram o ideal.

Vige um perfil ditatorial no papel que a imprensa brasileira se atribui. O medo das redes sociais, com críticas e tentativas constantes de dominá-las, por não aceitarem que elas possibilitem um fluxo de informações não filtrado por sua peneira ideológica, é a comprovação de que vocês não estão nem aí para a liberdade e para a verdadeira democracia.

O propósito de manipulação é claro. Observam-nos todos como imbecis prontos para o abate. Criam uma narrativa e adequam as notícias a ela.

O que não acontece criam, o que acontece, acondicionam segundo seu planejamento prévio, de modo a encaixar na narrativa.

A grande imprensa brasileira pratica Fake News sistematicamente, mas tem a desfaçatez de acusar da prática a quem denuncia seu modus operandi.

Isso por si só é o suficiente para que nunca mais demos crédito a uma linha vinda de suas redações pútridas.

Vocês são as Fake News.

Durante as eleições de 2018 a trama foi explícita. Esconderam notícias que prejudicavam Haddad enquanto inflavam as que prejudicavam Bolsonaro. O desespero era tão grande que não se preocuparam nem em esconder. A parcialidade era explícita.

E agora, a cada dia do governo de Jair Bolsonaro, torcem e retorcem os fatos para que se encaixem em suas narrativas.

Estamos cansados.

Este artigo é uma conclamação a todos aqueles que estão saturados de tanta mentira e militância travestida. Continuemos usando as redes sociais, buscando fontes de informação que não estejam submetidas a um projeto de poder.

Cancelem suas assinaturas, não dê sua audiência, nas lhes ceda cliques.

Estamos produzindo uma grande mudança no Brasil. Somos parte dela.

Destronar a imprensa militante é um dos principais tópicos do conserto do Brasil.

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 09/03/2019

 

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4 comentários em “Não são jornalistas: são militantes”

  1. Poucos noticiários e programas políticos merecem a minha atenção.
    Percebe-se que os jornais desapareceram das bancas, as tvs permanecem desligadas, a maior parte do tempo e os programas radiofônicos mantêm audiencia, apenas nas transmisdões de musica e de esportes.

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