EDUARDO BOLSONARO DIPLOMATA NÃO É UMA BOA IDEIA

Eita! Vamos falar mal do governo Bolsonaro. Nem tanto! Mas, na minha modesta opinião, Eduardo Bolsonaro como diplomata não é uma boa ideia.

Junto com a reforma da previdência, o assunto mais comentado no dia de hoje foi o presidente Jair Bolsonaro ter aventado a possibilidade do seu filho, Eduardo Bolsonaro, assumir a embaixada do Brasil nos Estados Unidos.

O que Eduardo Bolsonaro pode fazer nos EUA que outro diplomata alinhado com o governo Bolsonaro não conseguiria fazer?

Além do mais, Donald Trump não será eternamente presidente dos Estados Unidos. Cedo ou tarde alguém do partido democrata chegará a presidência americana.

Do mesmo modo aqui no Brasil. Bolsonaro não será pelo resto da vida presidente do Brasil.

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Não sabemos quantos diplomatas se alinham com a politica externa do governo Bolsonaro, mas, pelo menos um é muito alinhado. Trata-se de Nestor Forster que até recentemente foi apontado como um dos favoritos ao cargo.

Minha oposição a uma possível escolha de Eduardo Bolsonaro para exercer o cargo de diplomata é muito simples: Acredito que dos três filhos do presidente ele é o mais preparado e alinhado com a direita. Com ele na presidência do PSL paulista e por que não, futuramente na presidência nacional da sigla, pode tranquilamente conduzir o partido numa guinada verdadeiramente à direita.

Lembrando que o PSL hoje está repleto de oportunistas e tenho dificuldades de enquadrar o partido no espectro da direita.

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Esse é o ponto.

Eduardo Bolsonaro pode ajudar muito mais o Brasil trabalhando internamente, tanto na câmara dos deputados quanto na articulação política e ideológica do partido. Isso não o impede de ser um “porta voz” do governo nas relações exteriores.

Como diplomata, Eduardo perderia esse precioso ativo político.

Por Jakson Miranda

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MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA FECHAM ACORDO: BOLSONARO COMEMORA!

Mercosul e União Europeia finalmente chegaram a um acordo. Algo que já estava próximo no decorrer dessa semana, foi formalizado no dia de hoje.

Estamos falando de uma discussão que estava sendo tratada desde 1999, ou seja, foram 20 anos de fracassos nas negociações. 

O tratado, que abrange bens, serviços, investimentos e compras governamentais, vinha sendo discutido há duas décadas por europeus e sul-americanos. A rodada final de negociações foi iniciada por técnicos na semana passada. Diante do avanço nas tratativas, os ministros do Mercosul e da União Europeia foram convocados e, desde quinta-feira, 27, estão fechados em reuniões em Bruxelas.

O acordo entre Mercosul e União Europeia representa um marco. É o segundo maior tratado assinado pelos europeus – perde apenas para o firmado com o Japão, segundo integrantes do bloco – e o mais ambicioso já acertado pelo Mercosul, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Pelas Redes Sociais, o presidente Jair Bolsonaro comemorou o desfecho, mencionando o insucesso das rodadas anteriores, em gestões passadas, nosso presidente classificou o acordo como HISTÓRICO.

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Por Jakson Miranda

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Os Simpsons na mira da patrulha politicamente correta

A matilha politicamente correta não descansa. Todo dia há um novo linchamento virtual acontecendo contra alguém que ousou emitir uma opinião, piada ou expressão considerada inapropriada pelos virtuosos inquisidores do século XXI.

Chegou a vez do longevo e já cult seriado “Os Simpsons” ser a nova bola da vez.

A polícia do pensamento considera o personagem Apu, sim, ele mesmo, o dono do mercadinho Kwik E Mart, um estereótipo ofensivo.

Ricardo Bordin publicou um artigo no Instituto Liberal mostrando o absurdo da situação:

Sim, é ele mesmo: Apu Nahasapeemapetilon, o dono do mercadinho Kwik E Mart, pai de oito filhos, casado com Manjula e sempre a todos fazendo rir durante os episódios do seriado Os Simpsons. Bom, nem a todos: há um movimento na América para banir o personagem porque, segundo consta, ele seria ofensivo aos imigrantes da Ásia Meridional devido a seu sotaque característico, e o comportamento estereotipado do indiano poderia, assim, desencadear racismo contra imigrantes e seus descendentes.

O comediante indiano Hari Kondabolu, por exemplo, hoje com 35 anos, alega que cresceu  nos Estados Unidos assistindo às desventuras dos Simpsons, e que Apu serviu como estopim para muitas zoações no colégio por parte de seus colegas americanos. Alguns dos “bullies” costumavam imitar os trejeitos do personagem na sua frente; outros repetiam frases típicas do comerciante, como “Hello, Mr Homer”, ou então “Obrigado, volte sempre”.

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O “traumatizado” rapaz, a propósito, está produzindo um documentário sobre o racismo por trás da imagem do referido personagem, intitulado “The Problem With APu“. Nele, serão retratados outros descendentes de imigrantes indianos que vivem na América e o efeito nefasto de Apu sobre suas infâncias e adolescências.

Interessante notar: o comediante em questão fez fama e dinheiro nos Estados Unidos por meio, justamente, da estratégia de emitir críticas a outros produtores de conteúdo de comédia, apontando, em suas obras e trabalho, supostas menções preconceituosas contra grupos étnicos desfavorecidos pela sociedade (as famigeradas “minorias oprimidas”), exatamente como agora procede contra Os Simpsons. Basicamente, seus shows de stand-up comedy resumem-se a reclamar do privilégio dos brancos e cobrar melhor tratamento para todos os demais – pouco importando, no caso, se os fatos sustentam suas teses.

(…)

O que torna ainda mais ridícula a barulheira  dos queixosos no caso em tela é que os roteiristas de Os Simpsons não costumam perdoar ninguém: debocham de tudo e todos, e não deixam barato nem mesmo para a FOX, emissora detentora dos direitos de transmissão. No que tange a zombar de etnias, o alvo preferencial é sempre o próprio povo americano. Ou seja, se isto caracteriza xenofobia ou coisa que o valha, então a espiral do silêncio imposta pelos “progressistas” está muito próxima de atingir seu epicentro nos Estados Unidos.

Pois é, amigos, Ricardo Bordin demonstrou bem a hipocrisia. E assim caminha a humanidade progressista e tolerante do século XXI, passando seu trator censório sobre tudo e todos.

Nos manifestemos, enquanto ainda temos essa possibilidade.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

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PREFEITO DE NOVA YORK: Esposa feminista, abortista e bissexual

A esquerda se refestelou com o cancelamento da viagem que o presidente Jair Bolsonaro faria a Nova York. Mais ainda depois das declarações do prefeito de Nova York, Bill de Blasio. Nada de novo, eles adoram fazer festa regrada a vulgaridades.

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Manchete em quase todos os jornais tupiniquins, nota-se a ausência de editoriais críticos ao prefeito nova-iorquino. Ao contrário, tentam plasmar nele a figura de um anti-Trump… Líder.

O que não chega ao publico brasileiro é que a esposa de Bill de Blasio, Chirlane McCray, é bissexual, feminista radical e apoiadora entusiasmada do aborto.

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Em julho do ano passado, a primeira-dama de Nova York se pronunciou da seguinte forma:

“While politicians in Washington are doing everything they can to roll back women’s health care and right to abortion, New York City continues the fight to protect those rights.”

“Planned Parenthood’s efforts to ensure safe, legal abortion is available in all five of our boroughs is an important win for reproductive health and family planning in New York City.”

Traduzindo

“Enquanto os políticos em Washington estão fazendo tudo o que podem para reverter o atendimento de saúde das mulheres e o direito ao aborto, a cidade de Nova York continua a luta para proteger esses direitos.”

“Os esforços da Planned Parenthood para garantir que o aborto legal e seguro esteja disponível em todos os cinco distritos é uma vitória importante para a saúde reprodutiva e o planejamento familiar na cidade de Nova York.”

Essa é só a opinião da esposa do prefeito de Nova York? Ou Bill de Blasio pensa de forma semelhante? Acho que isso explica parte de seu ódio contra Bolsonaro.

A esquerda nunca nos engana! E nós nunca nos decepcionamos com eles.

Por Jakson Miranda

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Como o socialismo matou milhões de pessoas de fome na África e no mundo

Muito de nós já vimos imagens das crianças etíopes com fome, com barrigas inchadas e olhos cobertos com moscas. O que poucos sabem é que elas foram vítimas inocentes do Derg, um grupo de militares marxistas que tomou o poder na Etiópia e usou a fome para chantagear partes rebeldes do país.

Entre 1983 e 1985, mais de 400 mil pessoas morreram de fome. Em 1984, o Derg utilizou 46% do PIB para gastos militares, criando o maior exército da África. Em contraste, o gasto com saúde diminuiu de 6% do PIB em 1973 para 3% em 1990.

Previsivelmente, o Derg culpou a seca pela fome, mesmo com a escassez de alimentos tendo sido precedida por meses de chuva. Em 1991, o Derg foi derrubado e seu líder, Mengistu Haile Mariam, escapou para o Zimbabwe, onde mora sob proteção do governo e dos pagadores de impostos até hoje.

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Consumo de quilocalorias por pessoa, 1961-2013. Fonte: Banco Mundial

Falando em Zimbabwe, em 1999, Robert Mugabe, o ditador marxista que assumiu o poder há 35 anos, criou um catastrófico programa de reforma agrária que tinha como objetivo estatizar fazendas privadas e expulsar fazendeiros e empresários não-africanos. O resultado foi um colapso na produção agrícola, a segunda maior hiperinflação já registrada no mundo – 89,700,000,000,000,000,000,000% por ano (sim, 89,7 sextilhões) – e 94% do país sem emprego.

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Milhares de zimbabweanos morreram de fome e doenças, apesar da massiva ajuda internacional. Como no caso da Etiópia, o governo do Zimbabwe culpou o clima, roubou grande parte do dinheiro da ajuda internacional e negou alimentos e medicamentos aos seus adversários políticos.

A tabela abaixo mostra que seis das dez piores matanças por fome no Século XX aconteceram em países socialistas. Além disso, Nigéria, Somália e Bangladesh tiveram escassez de alimentos como resultado de sucessivas guerras e má gestão estatal.

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Maiores matanças do Século XX por fome, em proporção da população. Fontes: Zycher and Daley (1989); US Bureau of the Census; World Bank; populstat.info; Institute of Development Studies.

Hoje não há um único caso de fome em massa em andamento no mundo – nem mesmo em locais devastados pela guerra como a Síria, e por quatro motivos. Primeiramente, o nível produção agrícola está mais alto do que nunca, o que fez os preços caírem: entre 1960 e 2015, a população mundial aumentou 143% enquanto o preço dos alimentos diminuiu 22%. Além disso, as pessoas têm mais renda e podem comprar mais comida: nos últimos 55 anos, a renda per capita média mundial aumentou 163%. Houve também desenvolvimento maciço dos transportes e das comunicações, o que tornou possível entregar ajuda alimentária em qualquer parte do mundo de forma relativamente rápida. E, por fim, a globalização e o comércio garantem que os alimentos possam ser adquiridos por qualquer pessoa e em qualquer lugar.

A África foi a principal beneficiária desse desenvolvimento, Em 1961, cada africano consumia, em média, 1993 quilocalorias por dia. Em 2011, último ano que o Banco Mundial forneceu os dados do continente, o consumo de cada africano era de 2618 quilocalorias. Globalmente, o consumo aumentou de 2196 para 2870 quilocalorias ao dia. Na Etiópia não foi diferente. Dois anos depois da deposição do Derg, cada etíope consuma 1508 quilocalorias por dia e, em 2013, o consumo por etíope já estava em 2131 quilocalorias por dia.

O Zimbabwe, que ainda sofre com um ditador socialista marxista, não teve a mesma sorte. Em 1961, cada zimbabuano consumia 2115 quilocalorias por dia e, em 2013 – 52 anos depois – esse consumo se manteve praticamente o mesmo (2110 quilocalorias por dia).

Onde quer que tenha sido instalado, da União Soviética até a Venezuela, o socialismo falhou. O socialismo é a fábula que promete igualdade e abundância para trazer tirania e fome.

Por Marían Tupy

Tradução: Rafael Cury; Revisão: Marcelo Faria

Publicado no ILISP 

Venezuelanos em Roraima – Se o Brasil não acolher, será mais cúmplice do que já é

O noticiário sobre as eleições de 2018 tem dividido espaço com a crescente presença de venezuelanos em Roraima. E a tendência é de que muitos continuarão a chegar ao Brasil.

Nos últimos dias, muito se comentou sobre atos de violência envolvendo a população da pequena cidade de Pacaraima em Roraima e os venezuelanos ali presentes. Tudo motivado após um comerciante da cidade ser assaltado e agredido por bandidos, que suspeita-se, sejam do país vizinho.

Imagens publicadas nas redes sociais e veiculadas pela agência de notícias Reuters mostram uma fila de venezuelanos atravessando a fronteira de volta ao seu país neste sábado (18), após atos de violência e destruição em acampamentos de imigrantes em Pacaraima, em Roraima. Os moradores da cidade chegaram a bloquear a BR-174, na entrada da cidade, por cerca de 5 horas.

É compreensiva a revolta da população. Todavia, não compactuo com esse tipo de reação generalizada. A população revoltada por um crime reagiu da mesma forma que o governo venezuelano reage àqueles que lhes fazem oposição: com violência e destruição. Por obvio que não estou equiparando os moradores de Pacaraima à Nícolas Maduro e sim equiparando a dor de um povo que fugindo da fome, da instabilidade política e da truculência de um ditador, depara-se, por culpa de dois ou três, com um ambiente hostil e nada acolhedor.

Não obstante, chega a ser surreal que o governo de Roraima se veja obrigado a travar uma verdadeira batalha com o governo federal. Já está claro que a situação dos venezuelanos em Roraima, chegou ao patamar de crise humanitária e trata-lo como algo menor do que isso só tenderá a aumentar a irresponsabilidade do governo brasileiro, ou melhor, a cumplicidade com o regime criminoso e ditatorial de Maduro.

Chamo de cumplicidade porque, diante do histórico de desrespeito aos Direitos Humanos, liberdade individual e fraude eleitoral praticado desde a Era Chávez não há outra explicação para o fato do Brasil até agora não aprovar nenhuma sanção contra a Venezuela. Se não é cumplicidade, é covardia e ambos os adjetivos são incompatíveis com uma pretensa posição de protagonista que o Brasil exerce na América do Sul.

Entendo que o fechamento da fronteira como querem muitos, seria uma atitude de abandono, ignorando famílias inteiras que em meio ao desespero, não possuem outra esperança senão recomeçar suas vidas, em Roraima, no Amazonas ou em qualquer outro lugar do Brasil ou nos demais países da região.

Diante do exposto, acredito e defendo que devemos encarar o acolhimento como um ato de oposição à ditadura da Venezuela. Negá-lo é aceitar ainda mais a cumplicidade que o governo brasileiro expressa a tal regime.

Por Jakson Miranda

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Na Argentina, jornalista contra o aborto perde emprego

Como todos já devem saber, a Argentina está prestes a legalizar o assassinato de crianças que ainda se encontram no ventre, desde que as grávidas estejam na condição de quatorze semanas de gestação. O que poucos devem saber é que àqueles que se manifestam contra o aborto, perdem seus empregos.

Leiam essa matéria. Integra, Aqui.

A jornalista argentina Amalia Granata foi afastada do programa televisivo “Todas las tardes” por ter questionado nas redes sociais a atitude incoerente dos que promovem o aborto, mas não exigem prevenção mais eficiente contra o câncer de mama.

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O contexto da postagem, feita no Twitter, foi o falecimento, por câncer de mama, da filha de uma popular artista do país, María Eugenia Fernández de Laprida. Fazendo menção ao lenço verde que se tornou símbolo das ativistas pró-aborto, Amalia postou:

“O câncer de mama é a primeira causa de morte de mulheres na Argentina. Não as vejo com o lenço verde exigindo do Estado mais prevenção e tomógrafos para as mais vulneráveis. #coerência #CuidemosDasDuasVidas”.

A própria família da jovem falecida já tinha se expressado com a mesma clareza contra o aborto, mas, ao demitirem Amalia, diretores do canal Nueve usaram como desculpa justamente a família enlutada. Foi o caso de Diego Toni, gerente de conteúdos da emissora:

“Amalia fez um comentário infeliz num momento infeliz, especialmente para a família Laprida. Nós interpretamos esse tuíte da mesma forma que muitos meios de comunicação importantes e por isso achamos prudente afastar Amália momentaneamente. Espero que não seja para sempre, porque todos temos o direito de nos equivocar”.

É chamativo, como sempre, o uso de dois pesos e duas medidas. Outra apresentadora argentina, Maria Eugenia Lozano, se expressou a favor do aborto de modo contundente, retuitando agressões contra ativistas pró-vida e etiquetando-os de “antidireitos”. Para quem defende o primeiro e mais óbvio dos direitos, que é o de nascer, ser tachado de “contrário aos direitos” é uma explícita ofensa, além de uma evidente mentira. Mas ninguém pediu a demissão de Maria Eugenia Lozano por ter feito essa acusação – nem a demissão de qualquer outro jornalista ou apresentador televisivo pró-aborto, apesar dos muitos que menosprezaram e tergiversaram os argumentos contrários à descriminalização dessa prática na Argentina.

Amalia Granata, no entanto, não pretende se render aos autoproclamados “tolerantes” e “inclusivos” que alardeiam os direitos dos outros enquanto esses outros concordam com eles. Ela avisou, com mais um tuíte:

“Toda luta tem consequências… A minha custou o pão dos meus filhos. Não vou baixar os braços. #CuidemosDasDuasVidas”.

E completou:

             “Não vão me calar! Não me assustam. Pelo contrário, me dão mais forças #SalvemosAsDuasVidas”.

A postura da comunicadora tem atingido enorme repercussão nas redes sociais, proporcionando-lhe grande apoio entre a população e entre alguns (poucos) jornalistas, como Mariano Obarrio, que denunciou o claro atentado contra a liberdade de expressão sofrido por Amalia e resumiu assim a hipocrisia dos que a perseguem:

            “Parece que o aborto os torna autoritários”.

Encerramos

O comentário feito acima certamente está equivocado. O aborto não os torna autoritários. O movimento feminista é autoritário por natureza e por ser assim, defende o aborto. Consequentemente, qualquer um que se posicionar contra o aborto, será perseguido por essa gente.

Para os autoritários, ser contra o aborto é coisa de retrogrado. Ser contra o aborto é coisa de hipócritas.

Devemos lutar contra todo e qualquer tipo de autoritarismo. No caso do aborto e dos que defendem tal agenda, é sempre oportuno termos em mente uma memorável frase deixada por Madre Tereza de Calcutá:

“Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas, a usar a violência para obterem o que querem”.

Por Jakson Miranda

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Cristãos oram pela Coreia do Norte

A Coreia do Norte é um dos países mais fechados e repressivos do mundo. Ser cristão por lá, é sinônimo de perseguição. No entanto, os cristãos oram pela Coréia.

O encontro de Donald Trump com o ditador da Coreia do Norte Kim Jung-Un, será sem dúvida um dos momentos políticos mais marcantes desse ano. Se vierem dividendos positivos, será um dos momentos que entrará para a história e marcará de forma inquestionável a gestão do atual presidente americano.

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Vladimir Putin não é um louco a ameaçar o mundo, já Donald Trump…

Grupo islâmico quer impedir que líder cristão ore na posse de Trump

Enquanto o encontro entre Trump e Kim teve como tônica no noticiário a desnuclearização do país asiático, mas, o que pouco se falou é que outro tema de extrema importância também foi tratado entre os dois lideres: Os Direitos Humanos, mais precisamente, a falta deles e por consequente a falta de liberdade religiosa.

Nos últimos dias, várias organizações cristãs estão fazendo campanhas de oração em prol do encontro dos líderes em Cingapura.

Líderes da Igreja na Coreia do Sul, que há anos clamam pela reunificação dos dois países e a volta da liberdade religiosa para os moradores do Norte, vêm dizendo que tudo que está acontecendo na península é resposta de Deus a suas orações.

A missão Portas Abertas iniciou uma campanha online, pedindo que os cristãos de todo o mundo orem para que:

– Kim Jung-Um liberte os mais de mais de 50.000 cristãos injustamente mantidos em centros de detenção e campos de prisioneiros em todo o país.

– O regime norte-coreano permita a abertura de novas igrejas, onde os cidadãos do país possam cultuar livremente.

– Os cristãos que restaram na Coréia do Norte tenham coragem renovada para conduzir o país a um renascimento da fé cristã naquela nação. (Trecho extraído do Gospel Prime)

Finalizando

A grande verdade, do que se extrai do noticiário, é que muitos estão torcendo para que o acordo entre os EUA e a Coreia do Norte vá para o vinagre. Outros optam por ridicularizar ora Trump, como de praxe, ora Kim Jung-Un.

E mais uma vez, o bom exemplo vem dos cristãos ao lembrar-se de pautas que deveriam ser de todos. Nós cristãos somos melhores que os outros por isso? Não estou em posição para fazer tal afirmação. Porém, diante de uma realidade de repressão, prisões arbitrárias e violação dos direitos humanos, TODOS deveriam está na torcida para que o acordo tenha resultados e que milhões de pessoas possam ter uma vida digna e prospera.

Por Jakson Miranda

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Vladimir Putin não é um louco a ameaçar o mundo, já Donald Trump…

O presidente russo Vladimir Putin, anunciou na semana que se encerrou que a Rússia possui novas armas nucleares.

Segundo se noticiou, os russos desenvolveram misseis inatingíveis pelos atuais sistemas de defesa. São os chamados misseis hipersônicos. Além de veículos subaquáticos não tripulados com capacidade de carregar ogivas nucleares e ainda, um sistema de armas a laser.

Putin anunciou todas as novidades armamentistas com um discurso ameaçador, iniciando, assim, o que se pode considerar o início de uma nova guerra fria.

Também na mesma semana, o presidente americano Donald Trump anunciou que os EUA taxarão em até 25% sobre o aço importado e em 10% sobre o alumínio. Segundo se notícia, a medida tem como argumento a proteção nacional dos EUA e a revitalização da indústria norte americana.

Vladimir Putin NÃO é um louco a ameaçar o mundo…

Vladimir Putin domina a política da Rússia há 18 anos e, caso vença as eleições este ano, chegará a 24 anos no comando do grande urso polar. Para alguns analistas, mesmo após deixar o Kremlin em 2024, Putin não deixará de ser o principal líder político de seu país. Nessa trilha, associá-lo a outro líder russo (nada lisonjeiro) é inevitável. Stalin.

Sob o comando de Putin, a Rússia anexou a Crimeia, usou de sua influência para desestabilizar a Ucrânia, Geórgia e Balcãs. Além de não esconder de ninguém sua participação na Síria. Será que essas incursões do presidente russo têm tornado o mundo mais seguro? Somente um débil pode responder de forma afirmativa essa indagação.

Não obstante, não se leem e muito menos se ouve o brado indignado dos pacifistas. Aonde estão eles, aliás?

Confesso que não tenho acompanhado o noticiário de forma adequada de modo que não tomei conhecimento das centenas de artigos alertando contra a escalada belicosa da Rússia. Diante desse silêncio dos analistas e especialistas que a imprensa não se preocupou em ouvir, chegamos à conclusão que NÃO, Vladimir Putin não é um louco a ameaçar o mundo.

Já Donald Trump…

O mesmo não se pode dizer de Donald Trump. Sua eleição foi rodeada de temores apocalípticos. E recentemente, EUA e Coreia do Norte assanharam as redações da imprensa. Diziam que dois loucos poderiam levar o mundo à terceira guerra mundial. Nada aconteceu.

Leia também nosso artigo Saída da Unesco é um pé na bunda que o governo Trump dá na ONU globalista

Por falar em guerra, a bola da vez é a guerra comercial. Artigos criticando a medida de Trump brotam à mão cheia.

É obvio, todo cuidado é pouco. Donald Trump e não Vladimir Putin é quem mais ameaça a paz mundial. Se não for por meios bélicos, o será por meio de taxação de aços e alumínios. Senão isso, será por qualquer outro artificio.

Em resumo, o mundo não se preocupa com Putin, é bem possível que torça pelo surgimento de outros iguais…

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Por Jakson Miranda

 

Governo de Donald Trump atua contra o aborto

O governo de Donald Trump, segundo a grande mídia, marcaria o início de uma Era apocalíptica para os EUA e o mundo. Para entender essa nossa afirmação, é importante que o leitor leia nosso primeiro post sobre Donald Trump. Clique AQUI agora e veja o que afirmamos à época em que Trump era apenas motivo de chacota para os “especialistas” de plantão.

Pois bem, até agora muitos insistem na ladainha de que o atual presidente dos EUA é um caos, embora a administração Trump tenha se mostrado na esmagadora maioria das vezes, infinitamente melhor que os oito anos de Barack Hussein Obama.

Nesse post mencionarei de forma sucinta, apenas mais um exemplo do que digo.

Nesta sexta feira, Donald Trump se tornará o primeiro presidente americano a enviar uma mensagem de saudação, do jardim das Rosas da Casa Branca, para a Marcha para a Vida, evento contra o aborto que acontece anualmente na capital federal, Washington, DC.

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Em quarenta e cinco anos de Marcha para a Vida, que esse ano tem a estimativa de reunir mais de 100 mil pessoas, nenhum ocupante da Casa Branca havia mandado mensagem de apoio ao ato.

Jeanne Mancini, presidente da organização Marcha para a Vida, deixou claro o papel do presidente Trump na luta contra o aborto:

“Desde o seu primeiro dia no cargo, o presidente Trump manteve-se firme em suas promessas de campanha para a causa pró-vida e trabalhou ativamente para proteger o feto”.

Bem, o que Jeanne afirma é apenas um dos casos da Era apocalíptica que o governo de Donald Trump iniciou. Claro, se olharmos isso sob a perspectiva da CNN, GlobonewsLixo, Foice de S. Paulo, entre outras.

Para essa turma, o governo de Donald Trump tem uma mensagem: São todos Fake News!

Por Jakson Miranda

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