Dia Internacional da Mulher: O dia que não representa a mulher

Mais uma vez, urge falarmos o óbvio ululante! O dia Internacional da Mulher trata-se de um dia que não representa as mulheres!

É triste observarmos que algumas mulheres caiam na conversa mole das feministas. Pior, que ajam conforme os ditames das feministas.

Ao acreditar que um dia especifico do ano deve ser dedicado à “causa” feminina, as mulheres estão na verdade, abrindo mão de sua feminilidade e colocando em seu lugar, uma pauta política ideológica.

Na bela canção cantada por Zé Ramalho, Entre a Serpente e a Estrela há a seguinte passagem: “E ninguém tem o mapa, da alma da mulher”. De fato, Deus criou a mulher de uma forma única e complexa, com suas virtudes e imperfeições e um dos grandes desafios do homem (macho) que dificilmente será alcançado, é entender a alma e os pensamentos de uma mulher.

No entanto, as feminazis com o seu cada vez mais radical e abjeto movimento feminista, reduz toda essa complexidade a simples pautas reivindicatórias. Ou seja, se é-nos impossível entender uma mulher, para entender uma feminazi, basta ler o manual do seu movimento.

É evidente que as mulheres têm suas demandas. Qualquer ser humano tem. Cito aqui dois twitters do professor Olavo de Carvalho que vão ao cerne da questão: Se a mulher vive procurando indícios de que o marido a explora, com certeza ele começará a procurar indícios de que ela faz a mesma coisa com ele, e quase inevitavelmente os encontrará.

Entendo o que o professor Olavo de Carvalho quer nos dizer: Algumas coisas, inerentes ao ser humano, não devem ser politizadas, instrumentalizadas e manipuladas por este ou aquele grupo.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem na Segunda Internacional Socialista. Ops!! Por aí já começamos a ter indícios dos objetivos e natureza dessa data.   Honestamente, não consigo enxergar algo virtuoso em movimentos que têm a mesma gênese nas ideias que foram abraçados pelos piores genocidas da humanidade.

Enquanto escrevo esse texto, visualizo a homenagem que o Google faz ao Dia Internacional da Mulher. A imagem que aparece na tela do meu computador é a de uma mãe, sentada em uma poltrona, de frente para a filha pequena que segura um livro. Todas as imagens que o Google escolheu para o dia de hoje associam a mulher à maternidade.

Trata-se de uma homenagem que para este que vos escreve tem um significado especial. Há poucos dias fui abençoado com o nascimento do Rafael. Já fui igualmente abençoado pelo nascimento do Thierry e pelo presente que atende pelo nome de Ana Caroline. É-me impossível não ficar admirado e maravilhado frente ao cuidado, o amor e a dedicação que minha esposa tem pelo nosso bebê.

Na contramão da homenagem feita pela gigante da internet e do que observo dentro da minha casa, o movimento feminista foi ao longo dos anos incorporando pautas. Desde melhores condições no mercado de trabalho, ao suposto direito de abortar.

Essa é a real natureza do Dia Internacional da Mulher. Não á toa, o site de Veja traz a noticia, associada ao dia, de que em diversos países haverá uma greve geral feminina. Entre os promotores da tal greve o destaque fica por conta dos grupos que defendem o assassinato de bebês ainda no ventre materno. Quanto senso de humanidade! Quanta sensibilidade feminina! Quanto amor materno!

Não pensem que estou sendo reducionista, simplista ou machista pelas linhas precedentes acima.

Em entrevista à revista Veja, na edição 2363 de março de 2014, a escritora Camille Paglia, respondeu a pergunta aonde as mulheres deveriam buscar a felicidade da seguinte forma: Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da vida humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditam que podiam ter tudo: ser bem-sucedida e mãe aos 40 anos. Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas. Mas as mulheres de classe média que conseguiram produzir grandes famílias.

Não nos surpreende que nesse 8 de março quase ninguém fale sobre isso. Quase, porque não poderíamos deixar de homenagear todas as mulheres que além de terem que lidar com suas complexidades e responsabilidades do dia a dia, têm que lidar com as feminazis e suas cretinices.

Por Jakson Miranda

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Trump restringe entrada de imigrantes e refugiados

Donald Trump emitiu decreto restringindo a entrada de imigrantes e refugiados nos EUA. Qual a opinião deste blog?

Antes, leiam reportagem do G1.

O governo dos Estados Unidos irá estender a restrição à entrada de imigrantes também aos estrangeiros que tenham autorização de residência permanente no país, os chamados “green cards”, afirmou neste sábado (28) o Departamento de Segurança Doméstica. Na sexta, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva com “novas medidas de veto” a pessoas de sete países que desejam entrar nos EUA.

Segundo a Deutsche Welle, um rascunho do documento ao qual agências de notícias tiveram acesso previa a suspensão da emissão de vistos para cidadãos de Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen por ao menos 30 dias. Além disso, o plano seria suspender o programa americano de refugiados por 120 dias.

O decreto firmado por Trump não bloqueia de forma imediata a entrada de refugiados, mas estabelece barreiras para a concessão de vistos, de acordo com a France Presse. No ano fiscal de 2016 (1º de outubro de 2015 a 30 de setembro de 2016), os Estados Unidos admitiram em seu território 84.994 refugiados, de diversas nacionalidades, incluindo 10 mil sírios.

A intenção do novo governo é reduzir drasticamente este número, o que no caso dos sírios pode chegar a 50%.

Encerramos

O que pensa este blog a respeito? Bem, seremos sucintos: resta aos imigrantes e refugiados dos países citados no veto, pedirem asilo a outros países de adaptação bem mais fácil do que os EUA. Deixo aqui algumas sugestões: China, Índia, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita e Paquistão.

Nunca é demais perguntarmos como que esses países estão lidando com a crise de refugiados, né?!

Por Jakson Miranda

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México tem a obrigação moral de apoiar muro

Não é que Trump está a fim mesmo de cumprir o que prometeu em campanha? A construção do muro, ou muralha, com a fronteira do México foi anunciada ontem pelo presidente republicano.

Os primeiros dias de Trump na Casa Branca e as primeiras medidas do seu governo têm me deixado em estado de graça, não pelas medidas em si, mas especialmente, pelo mimimi buliçoso da imprensa.

Ele, sempre ele, e vocês sabem de quem estou falando, passou agora a dizer que Trump está agradando a esquerda mundo afora. Ou o cara é um comediante ou acha que seus leitores são otários. Ora Trump é da extrema direita. Ora Trump agrada a esquerda. Que coisa mais coerente!

Vamos falar do muro!

Sem nenhuma surpresa e já fica claro que estamos batendo em cachorro morto, a imprensa tem abordado a questão de forma covarde. Se não faz isso com intuitos funestos, o faz por pura ignorância, resultante, esta ultima, da preguiça de ler, pesquisar ou raciocinar. A chance de ser a soma disso tudo é enorme.

Ok! Pode-se acreditar que a construção do muro não é a melhor saída para lidar com a imigração, logo vem a pergunta: Então o quê?

Acredito que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, deseje para si e sua família uma vida de oportunidades: emprego, bons salários, segurança, enfim, uma vida tranquila. Infelizmente esse modelo de vida não é para todos.

Infelizmente, para uma esmagadora parcela da população de países como Brasil e México, para ficarmos apenas nesses dois casos, trata-se de uma perspectiva quase que inalcançável. Daí vem a tentação de tentar a sorte em outro lugar. Por que não a maior economia do mundo?

Muitos de nós já tivemos a oportunidade de conversar com alguém que já foi aos Estados Unidos ou que tem algum parente por lá. Na grande maioria dos casos, ninguém quer voltar ao Brasil, apesar das saudades.

Todavia, o processo de entrada é difícil. Isso é natural, pois estamos falando de um país com mais de 300 milhões de habitantes. Com chegadas diárias de novos e permanentes moradores. Nessa dinâmica, cabe ao governo americano colocar tudo na balança: Geração de empregos, transporte, educação, saúde, segurança, etc. tamanha complexidade de fatores obriga a tomada de medidas restritivas e cautela. Caso contrário, estaríamos falando de um governo irresponsável.

Observem bem que no parágrafo acima falei dos imigrantes que vão aos Estados Unidos seguindo todos os tramites legais exigidos por aquele país que cada vez mais se vê obrigado a aumentar as exigências.

E o que dizer das imigrações ilegais?

É impressionante! Os veículos de comunicação de massa não dão à questão sua devida importância. Se afirmarmos que isso é banditismo intelectual disfarçado de jornalismo não estaremos indo muito longe. Trata-se de imigração ILEGAL, ou seja, fora da lei, ilícito, logo, proibitivo.

É importante lembrar a essa gente que ainda fazemos parte de uma civilização e que somos exortados a nos tornarmos pessoas civilizadas, que seguem as regras do jogo, que esforçam-se para fazer o certo e seguir aquilo que a justiça determina que deve ser seguido. E pelo bem dessa civilização, é responsabilidade do Estado combater aquilo que a Constituição do país aponta como ilegal e proibitivo.

Donald Trump e sua equipe de governo acreditam que a construção de uma extensa muralha, será eficaz no combate a imigração ilegal via fronteira mexicana. Pelo visto, o eleitor norte americano enxergou essa opção como viável financeiramente e factível no combate aos ilegais. Há outra alternativa além do muro?

É obvio que para a família de mexicanos que está em dificuldades no seu país, o paraíso parece estar logo ali, basta atravessar a fronteira. A tentação é enorme! Para o brasileiro que não conseguiu pelas vias legais, para o guatemalteco, hondurenho, boliviano, peruano, enfim, só é preciso chegar ao México e atravessar a fronteira.

Nesse ponto, a realidade dos fatos urge vir à tona: Quantos conseguem chegar ao destino final? Não! Não é essa a interrogação que melhor se adequa a realidade fronteiriça entre México e Estados Unidos, mas, essa outra: Quantas pessoas morrem anualmente tentando atravessar a fronteira? Estamos falando de homens, mulheres e crianças. Estamos falando de vidas!

Segundo estimativas de pessoas que lidam com essa questão, entre 2000 e 2016, mais de 6 mil pessoas morreram nessa travessia. Falam isso levando em consideração corpos e ossadas encontradas e avaliam que o numero de vitimas pode ser exponencialmente maior.

Sob o ponto de vista ético e moral, é uma realidade humanamente inaceitável! São vidas perdidas e ninguém se responsabiliza por essas perdas. Preferem agora, o silêncio cúmplice em relação a isso, ou, a gritaria bocó contra as medidas de Trump.

Posso antever algum “expertinho” logo vir argumentar que o número de mortes por ano é relativamente baixo e, portanto, os riscos compensam. Será? Será que chegar como ilegal em qualquer país é sinônimo de felicidade e sucesso?

Somos forçados a lembrar que é justamente nessa população de ilegais que criminosos de diferentes matizes veem a oportunidade de ganhar a vida: Desde o trabalho de domesticas sem nenhum direito à exploração sexual.

De acordo com estimativas divulgadas pela Federação para Reforma da Imigração FAIR, entre 16 e 19 mil pessoas são TRAFICADAS para os EUA anualmente. São pessoas que são sujeitas a todo tipo de maus tratos e a todo tipo de exploração física e econômica.

Bem, se você acha que tudo isso não representa nada no computo geral, receio por sua ética, por seu senso de moralidade e por sua consciência.

Se tudo isso lhe deixou incomodado, certamente você irá concluir que alguma coisa precisa ser feita.

Cidadãos mexicanos são vitimas dessa ilusão e como representante de seus cidadãos, o governo do México tem a obrigação moral de apoiar o muro ou trazer à discussão, uma alternativa melhor.

Por Jakson Miranda

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Pós Obama: média de aprovação a Barack Obama entre as piores

Barack Obama deixou a Casa Branca em alta, o que soa como algo incoerente: Como um presidente em alta não conseguiu convencer grande parte do eleitorado de seu país a votar na candidata do seu partido? Como um presidente tão em alta, perdeu assentos na Câmara e no Senado?

A ilusão em favor do ex-presidente democrata se mantém quase que exclusivamente por conta da adesão da grande imprensa em favor de Obama. Poucos são aqueles que se dão ao trabalho de questionar a fundo o legado do ex-presidente americano.

A questão é que, para o cidadão americano, Barack Obama não será lembrado como um presidente acima da média, ao contrário. De todos os presidentes eleitos nos Estados Unidos pós 2ª Guerra Mundial, Obama está entre os piores.

Para que o eleitor tenha uma ideia, Obama perde até mais para um dos presidentes mais atacados em sua gestão nos últimos anos: George W. Bush.

É isso que aponta uma pesquisa divulgada pelo Gallup. De acordo com a medição, Obama fica a frente apenas dos ex-presidentes Ford, Carter e Truman.

É provável que a referida pesquisa não seja noticiada por nenhum dos grandes jornais tupiniquins, se for, será uma curta menção num cantinho escondido da página na web ou do jornal impresso.

Enquanto Trump é o novo odiado pela mídia e por Hollywood, a exemplo do que ocorreu com Bush, Obama continuará sendo o queridinho. Ora ele, ora sua esposa. O resultado está aí!

É compreensível. Eles têm que se agarrar a suas próprias ilusões e vender a ideia de um mito forjado por eles mesmos, desde 2009.

Por Jakson Miranda

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Donald Trump toma posse como presidente dos Estados Unidos

Donald Trump toma posse como o 45º presidente dos Estados Unidos.

Veja

O republicano Donald Trump prestou juramento no Capitólio, em Washington, ao meio-dia desta sexta-feira (15h em Brasília) e se tornou, oficialmente, o 45° presidente dos Estados Unidos. Acompanhado do vice-presidente Mike Pence.

Nas escadas do Congresso, Trump prestou o juramento escrito na Constituição do país sobre duas bíblias: uma presenteada a ele por sua mãe, em 1955, e a de Abraham Lincoln, também utilizada por Obama há quatro anos.

Centenas de milhares de simpatizantes e também de opositores já lotam o “Mall”, a imensa avenida que parte do Congresso, onde são vigiados por 28.000 membros das forças de segurança. Ainda hoje, Trump e a família participarão de um almoço com membros do Congresso e abrirão uma passeata, com bandas militares e outras atrações, entre o Capitólio e Casa Branca. Há noite, o magnata e a esposa, devem comparecer a três bailes, junto com Pence e sua mulher.

Voltamos

Em seu discurso, que durou cerca de 20 minutos, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump enfatizou sua convicção de gerar empregos para os americanos, utilizando termos como: “compre produtos americanos. Dê emprego a um americano”.  Também não se esqueceu de pregar a união entre todos os americanos, destacando que “todos saúdam a mesma bandeira”.

Lembrou que “uma nação existe para servir a seus cidadãos” e vaticinou: “Estamos transferindo o poder de Washington para o povo”, frisando que, “O que importa não é que partido controla o governo, mas se o nosso governo é controlado pelo povo“.

Por fim, Trump repete um dos slogans da sua campanha, “sim, voltaremos a fazer a América grande outra vez” e finaliza seu discurso: “Deus abençoe a América“.

Encerro

Muitos dirão que foi um discurso populista e eu discordo desse tipo de analise típico da GloboNews. O discurso de Trump, foi na verdade, um discurso voltado à esperança e ao sentimento de patriotismo dos cidadãos americanos.

Que o presidente dos Estados Unidos tenha sabedoria e firmeza para enfrentar os enormes desafios que ele terá pela frente.

Por Jakson Mirnada

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Grupo islâmico quer impedir que líder cristão ore na posse de Trump

O que vocês acham de um determinado grupo islâmico tentar barrar que um líder cristão esteja presente na cerimônia de posse do presidente eleito Donald Trump? Pois é! Não se trata de algo inimaginável.

O republicano Donald Trump tomará posse no próximo dia 20. Estamos falando de um dos momentos mais singulares que ocorrerá no país de maior importância política e econômica da atualidade.

Falo do funcionamento pleno da democracia. E por falar em democracia, um grupo islâmico, mas precisamente o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) quer convencer Donald Trump a não permitir que Franklin Graham ore na cerimônia de posse do novo presidente.

Vou repetir!

Um grupo islâmico quer impedir que Franklin Graham, filho do famoso pastor Billy Graham, ore na posse de Donald Trump.

É evidente que o presidente eleito não acatará tal “conselho” e poderá receber orações para que Deus abençoe sua gestão e seu país. Muito provavelmente, Graham não será o único religioso presente na cerimônia. É igualmente provável que Graham não seja o único a clamar as bênçãos de Deus sob o novo governo.

O suposto problema remonta ao ano de 2015, quando Franklin Graham fez a seguinte declaração pelas redes sociais:

Todo muçulmano que vem para este país tem o potencial para ser radicalizado e morrem para honrar a sua religião e Muhammad“.

Se ele quis mesmo dizer o que vai acima, alguém pode enxergar aí uma fala imprudente, uma vez que não são todos os muçulmanos que se radicalizam. Mas, usar tal fala para barrar sua presença em um evento que representa os valores democráticos de uma nação? Aí já é demais, não?!

Além disso, é importante sabermos o que realmente Franklin Graham pensa sobre os muçulmanos. Leiam outra declaração sua:

“Os muçulmanos são ofendidos quando as pessoas zombam da sua fé. Eu discordo do Islã. Mas só porque eu discordo, eu não vou zombar deles ou recorrer à violência. Nós precisamos mostrar respeito às pessoas de outras raças e crenças. O que aconteceu com a civilidade e o respeito?”

O que vocês acham? Está claro e não há sombra de duvidas de que o referido Conselho quer mesmo é impor censura e perseguição religiosa em pleno solo americano, Quanta ousadia!

Onde estão o respeito, a civilidade e o espírito democrático? Com a palavra, os lideres islâmicos.

Por Jakson Miranda

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Panamá cancela contrato de US$ 1 bilhão da Odebrecht

Como consequência das revelações feitas pela Lava Jato, o Panamá resolveu cancelar contrato de 1 bilhão de dólares com a empreiteira brasileira.

De fato, a organização Odebrecht levará anos até conquistar a credibilidade e confiança para assumir novos contratos, pois, sempre que a empreiteira ganhar uma licitação, ficar-se-á com aquela pulga atrás da orelha e a interrogação: Foi transparente?

Leiam trecho de reportagem do O Globo

O governo do Panamá anunciou na terça-feira que irá cancelar um contrato de US$ 1 bilhão com a Odebrecht para o desenvolvimento da hidrelétrica Chan II, depois de a empreiteira ter se declarado culpada na semana passada de pagamento de suborno em vários países, entre eles o Panamá.

O ministro Alvaro Alemán, porta-voz da Presidência do Panamá, disse que o governo buscará “adotar as ações necessárias” para encerrar o contrato de Chan II, na costa do Atlântico, que foi entregue à Odebrecht em 2014 para a construção e operação por 50 anos da hidrelétrica, sem custo para o Estado.

Alemán afirmou ainda que o Panamá proibirá a Odebrecht de obter novos contratos ou que sejam ratificados os que a empreiteira detém até que demonstre uma colaboração “efetiva e eficaz” nas investigações sobre os subornos, superiores a US$ 59 milhões de dólares no Panamá e entregues entre 2010 e 2014 a funcionários governamentais e intermediários para assegurar, entre outros, contratos de obras públicas.

Encerramos

O propinoduto no Panamá é bastante semelhante às suspeitas envolvendo o ex-presidente Lula e seus familiares. Por lá, suspeita-se que a Odebrecht tenha feito  pagamento de suborno a dois filhos do ex-presidente Ricardo Martinelli. Todos negam as acusações, claro, no entanto, o ex-presidente panamenho vive em autoexílio em Miami, enquanto as autoridades do seu país pedem sua extradição.

O modus-operandi de corruptos e corruptores não muda. Só mudam de endereço.

Por Jakson Miranda

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Atentado em Berlim volta assustar a Europa

O atentado em Berlim, que deixa um saldo de 12 mortes e 48 feridos, tem o DNA de mais um atentado praticado em nome da religião do bem.

O ocorrido ontem, na Alemanha, acendeu o sinal de alerta na França.

O presidente François Hollande afirmou nesta terça-feira que a França está sob um alto nível de ameaça, no dia seguinte a um atentado cometido no mercado natalino em Berim, que deixou ao menos 12 mortos.

“Enfrentamos um alto nível de ameaça, mas prometemos ter uma operação de segurança em grande escala”, declarou o chefe de Estado francês em uma declaração do palácio do Eliseu.

O chefe de Estado francês também expressou sua solidariedade para com a Alemanha.

Encerramos

Já tratamos dessas questões em outros posts. Curta nossa página no facebook e tenha acesso ao artigo: Atentado na França: dias piores virão [sociallocker]http://www.voltemosadireita.com.br/atentado-na-franca-dias-piores-virao/[/sociallocker]

Mais uma vez, fica provado que a Europa, senão o mundo está perdendo essa batalha. Fato é, que o cidadão comum não vive mais em paz. Qualquer um, até mesmo um vizinho de longa data, pode ser mais um a fazer seu sacrifício solitário em nome de “Alá”. O recente atentado em Berlim é mais um aviso.

E qual o remédio? Mais e mais perca das liberdades, em nome da segurança?

Você acha que aumentar o poder de fogo do Estado vai acabar com o terrorismo? Deixe sua opinião.

Por Jakson Miranda

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Fidel Castro morreu e cubanos ficam inconsoláveis

Fidel Castro morreu e nada devo acrescentar ao excelente artigo, publicado hoje cedo, pelo nosso colunista Renan Alves da Cruz.

Assim, escrevemos esse texto apenas com o intuito de registrar o quão inconsoláveis ficaram os cubanos com a triste notícia. Realmente, eles ficaram inconsoláveis, sobretudo os que moram nos EUA e não têm condições de se despedirem do grande líder.

Em solidariedade aos enlutados cubanos, escolhemos algumas imagens que comprovam o desespero, a tristeza e o inconsolável sentimento de perda que todos estão sentindo.

 Vejam

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Encerramos

A expressão no rosto de cada um que estampa as imagens, não deixa dúvidas de quem foi Fidel Castro.

É isso mesmo, meus amigos. Para àqueles que se viram obrigados a arriscar suas vidas e fugirem da ilha, hoje não é dia de tristeza e sim de alegria, de comemoração, de sensação de liberdade e acima de tudo, um dia de esperança de que com o fim de Fidel Castro, o regime por ele imposto aos cubanos esteja também, com os dias contados.

Em sentido oposto, não se sentem aliviados com a partida do coma andante, apenas aqueles que, como ele, apreciam ditaduras, ditadores, assassinos e impostores.

Devem estar de luto, hoje, Marcelo Freixo, Jandirão, Chico Buarque, FHC, Maria do Rosário e toda a trupe de esquerdosos.

Como veem, é abissal a distância entre esses nomes citados e o sentimento de quem viveu de perto o sonho do socialismo castrista.

Que novos tempos cheguem a Cuba, assim como chegaram a tantos outros países que foram vítimas do mesmo mal.

Fidel Castro morreu e poucos lamentam sua morte, antes, o que fica para a maioria é o sentimento de que partiu tarde demais.

Fidel Castro sai da vida para entrar para a história. No meu livro, dividirá espaço com Hitler, Stalin e Che Guevara. Tais, estarão no capítulo: A Peste Negra em forma humana.

Por Jakson Miranda

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Governo Trump pode mandar Hillary para a cadeia

O governo Trump terá muito trabalho pela frente. E tal governo nem começou e o objetivo de todos da grande mídia é, de algum modo, colocar em xeque os anos vindouros. Todos querem que o governo Trump radicalize e, para isso, acenam com a radicalização feita por alguns gatos-pingados que saíram às ruas para “protestar” contra a eleição do republicano.

É provável que estejam mesmo de mimimi. Mas também é provável que toda essa choradeira seja uma estratégia para que não se aborde uma questão: Hillary Clinton será presa?

Em um dos debates entre os candidatos, Donald Trump deixou claro o que pretendia fazer caso fosse eleito presidente. Vejam o vídeo:

Transcreveremos o mais importante. Donald Trump fez a seguinte promessa:

”Se eu ganhar, vou instruir meu Procurador Geral para designar um promotor especial para avaliar sua situação, porque nunca houve tantas mentiras, tanta enganação. As pessoas têm sido suas vidas foram destruídas por fazer um quinto do que você fez, e é uma vergonha, e honestamente, você deveria ter vergonha”.  

Esse sem sombra de dúvida foi um dos melhores momentos de todos os debates entre os dois candidatos.

Destaco a postura correta de Trump face uma Hillary com sorrisinhos irônicos e provocativos.

Destaco a frieza e rapidez de raciocínio de Trump para desferir um golpe mortal e certeiro diante da provocação da sua rival. Vale também a transcrição na integra:

Hillary: “É muito bom que alguém com o temperamento de Donald Trump não esteja a cargo do nosso sistema judiciário”.

Trump: “Porque você estaria na cadeia”!

A reação da plateia fala por si. Momento homérico de Trump que fez sumir o sorriso falso de Hillary.

Bem, o que vem por aí? Trump é o presidente dos EUA e um dos nomes cotados para o cargo de Procurador Geral, é o de Rudolph Giuliani, ex-prefeito de Nova York e surpresa! Não pensa muito diferente de Trump quanto ao futuro de Hillary Clinton. Para Giuliani, Hillary Clinton “agiu intencionalmente e com intenção criminosa no uso dos e-mails”.

Não obstante, há uma singular discrepância entre o que Trump disse no debate e o Trump presidente em seu discurso vitorioso. Vejam:

Em tom ameno, Trump reconhece os “serviços” prestados por Hillary aos Estados Unidos.

Assim, fica a dúvida. Qual será o futuro de Hillary? Qual será a postura do governo Trump quanto a essa questão e tantas outras envolvendo os Clinton e o governo Obama?

Uma das possibilidades é a de que no governo Trump, Hillary Clinton vá para a cadeia. E isso é sério. A justiça por lá costuma ser rigorosa na aplicação da lei.

Por Jakson Miranda

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