Teste nuclear da Coreia do Norte: A culpa é do Obama

De quem é a culpa da Coreia do Norte avançar com seus testes nucleares e ameaçar o mundo com um conflito apocalíptico?  A culpa é do Obama!

Claro que o ex-presidente americano Barack Obama não é o único culpado. China e Rússia também o são.

Vejam o excelente vídeo gravado pelo Nando Moura:

Obama é culpado porque nada fez para impedir que a Coreia do Norte chegasse aonde chegou. Ou seja, Obama é culpado porque seu governo foi falho, pífio, medíocre e condescendente com tudo que era contra os valores americanos.

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China e Rússia não são incompetentes como o foi Obama e, nesse contexto, ainda não está claro qual o objetivo dos dois países em armar os norte-coreanos. Querem desestabilizar a economia mundial? Querem provocar uma guerra? Quais os riscos calculados e não calculados desse realinhamento? A quem interessa? Só saberemos a verdade quando a poeira radioativa baixar.

Da parte dos EUA, fica o alerta da embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley: “Guerra é algo que os Estados Unidos nunca querem. Nós não queremos. Mas a nossa paciência tem limites”.

Com tanta coisa em jogo, fica difícil saber qual o limite dos EUA e o pior é que, sendo Obama o culpado, colocarão na conta de Donald Trump.

Por Jakson Miranda

Neymar merece cada centavo que recebe

Me esquivei de escrever sobre a venda do Neymar, mas o assunto me perseguiu…

Não produzirei, no entanto, nenhum grande tratado… É mais uma nota de opinião do que um artigo.

Neymar foi jogar no Paris Saint Germain, na maior contratação da história do futebol. As cifras chegam quase ao nível da incalculabilidade. São cerca de 4 reais por segundo, ou coisa parecida.

O que não faltou nestes dias foi gente lamentando o absurdo que é pagar isso para um jogador de futebol e todo aquele blablabla que você conhece… E os cirurgiões? Professores ganhando pouco enquanto ele está milionário? E os policiais? Bombeiro sim que é herói e deveria ganhar isso e etc!

Como se professores ganhassem pouco porque o Neymar ganha muito! Como se houvesse uma quantidade pré-estabelecida de recursos com destinação estanque, de modo que para dar mais para o Neymar eu teria que tirar dos professores ou policiais, ou bombeiros.

Professor ganha pouco sim. A culpa não é do Neymar. Meu apreço pelos policiais é indizível, embora tenha tentado verbalizá-lo um pouco no artigo Honrar e Interceder pela Polícia é um dever de todo cidadão, e creio que deveriam ganhar muito mais, só que isso também não é determinado pelo Neymar.

Não existe uma Taxa Neymar de aumento ou diminuição salarial no Brasil. Os problemas existem antes dele, e permanecerão depois que ele se aposentar, bilionário.

O que essas pessoas fazem é especial? Sim. Muito.

Mas não são únicas… Neymar é único. Você pode gostar ou não. Você poder achar o futebol digno dessa relevância ou não… Mas o fato é que é o esporte mais popular do mundo, e neste contexto, ele é o jogador mais valioso, pelo potencial esperado em relação a idade que possui e o talento que tem.

Aposto que você que critica o Neymar por sair do Barcelona pra ir ganhar um transatlântico de dinheiro a mais também deixaria sua empresa para outra se a mesma proporção de reajuste lhe fosse oferecida.

No Brasil, todo mundo fala como se fosse um faquir abnegado, satanizando quem comete a indignidade de gostar de ganhar dinheiro honesto.

O dono do clube francês é bilionário e quer comprá-lo. O Neymar é um profissional requisitado, cujo mundo totalitário dos progressistas abnegados não cassou ainda o direito de trocar de emprego para ganhar mais.

Guarde sua inveja. Engula seu despeito.

E que cada categoria profissional de grande importância permaneça, no uso dos meios legais, tentando obter maior valorização profissional/salarial.

Só não ache que quanto o Neymar ganha ou deixa de ganhar tem algo a ver com isso.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Para muçulmanas na Malásia, despacito é obscena. Enquanto isso no Brasil…

A música despacito é obscena, é o que dizem algumas muçulmanas de um partido político da Malásia. Por conta das reclamações as emissoras estatais do país não tocarão a famosa musica.

Particularmente, trata-se de um tipo sonoro que eu teria dificuldades em qualificá-lo como música. Mas daí a dizer que despacito é obscena? Se formos analisar a letra da música, despacito é sim obscena!

Despacito é obscena na letra e despacito é obscena em seu vídeo clip. E qualquer pessoa com um mínimo de decência fica ruborizada conhecendo o teor da letra e pior, vendo o vídeo.

É obvio que a decisão tomada pelo governo da Malásia pode ser interpretada como censura religiosa e se tal situação tivesse ocorrido aqui no Brasil, estaríamos sob um imenso berreiro repetindo a ladainha de que o “Estado é laico”.

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E por falar no Brasil… Se despacito na Malásia é obscena, aqui a música passa até por inocente ou até mesmo como uma ode latina de imensurável riqueza poética. Isto porque por aqui a coisa já degringolou de vez.

Vejam esse didático vídeo gravado pelo Youtuber Nando Moura.

Pois é. A impressão que temos é que no Brasil a palavra obsceno consta apenas em dicionários. Pode ser que daqui a alguns dias nem mesmo nos Aurélio encontraremos a definição exata para tanta imoralidade.

Por Jakson Miranda

ONU é dominada pela religião islâmica

Não se trata de nenhuma novidade: A ONU é dominada pelos seguidores da religião islâmica! Sempre que a Organização das Nações Unidas votam alguma resolução contra Israel, EUA ou tomam alguma medida que afrontam os princípios cristãos, são na verdade, medidas orquestradas por países que professam a religião islâmica.

É obvio que isso não é bom! Afinal, estamos em uma sociedade que não pode aceitar imposições feitas por este ou aquele grupo e quando isso não é obedecido, abre-se espaço para o totalitarismo e para o esmagamento dos demais grupos, que ocorre mediante mentiras e/ou uma horrível desconsideração do passado.

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No último dia 7, a UNESCO ligada à ONU, jogou o mínimo de escrúpulos que tinha na lata do lixo e provou uma vez mais que o terrorismo praticado por alguns dos seguidores da religião islâmica não se restringe ao ISIS ou Al Qaeda.

O que aconteceu na UNESCO trata-se de um ato tão terrorista quanto às explosões de homens-bomba. Curvando-se a religião islâmica, a UNESCO trata o Estado de Israel como se o povo judeu não tivesse história.

Em outra decisão controversa, aprovada nesta sexta-feira (7), a UNESCO declarou que a Cidade Velha de Hebrom e o Túmulo dos Patriarcas, são Patrimônios Mundiais do Estado da Palestina. Em uma eleição secreta, 12 países votaram a favor da inclusão, três foram contra e seis se abstiveram.

Obviamente, a decisão foi duramente criticada por Israel. Nem mesmo a pressão diplomática exercida pelos EUA teve resultado. Recentemente, a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, fez um apelo ao secretário-geral da ONU, António Guterres e à diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, para que se opusessem à decisão.

Considerada sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, em Hebron fica a construção conhecida como Túmulo dos Patriarcas, onde segundo a tradição estão sepultados Abraão e Sara, Isaac e Rebeca, Jacó e Lea.

Para as autoridades israelenses, a decisão da UNESCO de classificar a cidade como propriedade “islâmica”, equivale a rasgar a Bíblia, negando os cerca de 4.000 anos de presença judaica na região. Conforme o Livro de Gênesis, ali viveu e foi sepultado Abraão, o pai dos judeus. O próprio termo “hebreu” é uma derivação de Hebrom.

Desde 2011, quando a Palestina foi reconhecida como estado-membro pela Unesco, este é o terceiro Patrimônio Mundial entregue a eles. Os outros foram a Basílica da Natividade e a Terra das Oliveiras e Vinhedos, em Belém. Em maio o Brasil votou junto com os países muçulmanos na resolução da ONU que negava a soberania de Israel sobre Jerusalém.

Encerramos

Falando como cristão e historiador, o fato chega às raias da pura insanidade. Por outro lado, eu estaria sendo igualmente insano se acreditasse que uma nova Cruzada seja a alternativa para barrar o avanço da religião islâmica. Não é!

Por Jakson Miranda

Caracas, Bergoglio, ou, papa Francisco, se lembra da Venezuela em suas orações

Jorge Mario Bergoglio tenta se apresentar como a autoridade maior da igreja católica, sob o título de Papa Francisco. O máximo que consegue é tornar-se a caricatura de um líder cristão.

Como papa, Bergoglio pede uma solução pacifica e democrática para a crise política na Venezuela e afirma que ora pelo fim da violência naquele país aonde já morreram 86 pessoas em protestos contra o governo de Nicolás Maduro.

Autoridades venezuelanas afirmaram que pelo menos quatro pessoas foram mortas e oito ficaram feridas durante protestos contra o governo na região central do país. A procuradora-chefe do país, Luisa Ortega Diaz, informou, no sábado, que as mortes ocorreram um dia antes, em confrontos em Barquisimeto, capital e cidade mais populosa do estado de Lara.

O prefeito Alfredo Ramos atribuiu as mortes a milícias armadas que apoiam o governo da Venezuela. Pelo menos 80 pessoas morreram desde que os protestos contra o governo eclodiram, há três meses.

Milhares de opositores do presidente Nicolás Maduro foram às ruas de Caracas no sábado, em uma marcha para mostrar apoio à procuradora. O governo está ameaçando tirá-la do cargo, embora a Constituição venezuelana diga que isso pode ser feito apenas pela legislatura, que agora é controlada pela oposição.

Ontem, o Papa Francisco pediu o fim das manifestações violentas e expressou solidariedade com as famílias dos mortos. O pontífice conduziu uma oração lembrando que o país vai comemorar aniversário de sua independência na próxima quarta-feira. “Eu direciono minhas orações a esta querida nação e expresso minha solidariedade com as famílias que perderam seus filhos nos protestos. Apelo para o fim da violência e para uma solução pacífica e democrática para a crise”, disse Francisco. 

Voltamos

Não obstante, o cargo papal e o titulo de Francisco, não foram suficientes para suprimir o que Bergoglio verdadeiramente é: um homem dividido entre sua crença em Cristo e a simpatia pelo marxismo.

Lendo atentamente a declaração de Bergoglio, constatamos que o papa se exime de criticar os responsáveis pela crise venezuelana. Ou seja, sua fala em nada se diferencia do que diria um político interessado em manter boas relações com o governo da Venezuela, mesmo que esse governo prenda arbitrariamente seus opositores e mate indiscriminadamente quem vai as ruas protestar.

Bergoglio faria o mesmo caso o governo fosse, hipoteticamente, o do americano Donald Trump?

Por falar em Donald Trump, partiu do seu governo criticas a situação venezuelana mais contundente do que ao bla, bla, bla do papa.

Disse a embaixadora americana Nikki Haley, na ONU:

“Na Venezuela, estamos à margem de uma crise humanitária. Manifestantes pacíficos foram feridos, detidos e inclusive assassinados por seu próprio governo. Os remédios não estão disponíveis, falta material nos hospitais e está cada vez mais difícil encontrar comida”, 

“Pelo bem dos venezuelanos e pela segurança na região, devemos trabalhar juntos para assegurar que o presidente Maduro detenha esta violência e opressão e restaure a democracia”.

Ainda assim, criticamos Trump por ainda não ter aplicado pesadas sansões contra a Venezuela.

Voltando a Bergoglio. Que fique claro, não duvidamos da sinceridade do papa quando este diz que se lembra da situação venezuelana em suas orações. Vejam:

A imagem acima é de outubro de 2016. De lá pra cá, como sabemos, a situação da Venezuela só piorou. E o que a imagem revela? Alguém precisa orar mais.

Por Jakson Miranda

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Dia Internacional da Mulher: O dia que não representa a mulher

Mais uma vez, urge falarmos o óbvio ululante! O dia Internacional da Mulher trata-se de um dia que não representa as mulheres!

É triste observarmos que algumas mulheres caiam na conversa mole das feministas. Pior, que ajam conforme os ditames das feministas.

Ao acreditar que um dia especifico do ano deve ser dedicado à “causa” feminina, as mulheres estão na verdade, abrindo mão de sua feminilidade e colocando em seu lugar, uma pauta política ideológica.

Na bela canção cantada por Zé Ramalho, Entre a Serpente e a Estrela há a seguinte passagem: “E ninguém tem o mapa, da alma da mulher”. De fato, Deus criou a mulher de uma forma única e complexa, com suas virtudes e imperfeições e um dos grandes desafios do homem (macho) que dificilmente será alcançado, é entender a alma e os pensamentos de uma mulher.

No entanto, as feminazis com o seu cada vez mais radical e abjeto movimento feminista, reduz toda essa complexidade a simples pautas reivindicatórias. Ou seja, se é-nos impossível entender uma mulher, para entender uma feminazi, basta ler o manual do seu movimento.

É evidente que as mulheres têm suas demandas. Qualquer ser humano tem. Cito aqui dois twitters do professor Olavo de Carvalho que vão ao cerne da questão: Se a mulher vive procurando indícios de que o marido a explora, com certeza ele começará a procurar indícios de que ela faz a mesma coisa com ele, e quase inevitavelmente os encontrará.

Entendo o que o professor Olavo de Carvalho quer nos dizer: Algumas coisas, inerentes ao ser humano, não devem ser politizadas, instrumentalizadas e manipuladas por este ou aquele grupo.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem na Segunda Internacional Socialista. Ops!! Por aí já começamos a ter indícios dos objetivos e natureza dessa data.   Honestamente, não consigo enxergar algo virtuoso em movimentos que têm a mesma gênese nas ideias que foram abraçados pelos piores genocidas da humanidade.

Enquanto escrevo esse texto, visualizo a homenagem que o Google faz ao Dia Internacional da Mulher. A imagem que aparece na tela do meu computador é a de uma mãe, sentada em uma poltrona, de frente para a filha pequena que segura um livro. Todas as imagens que o Google escolheu para o dia de hoje associam a mulher à maternidade.

Trata-se de uma homenagem que para este que vos escreve tem um significado especial. Há poucos dias fui abençoado com o nascimento do Rafael. Já fui igualmente abençoado pelo nascimento do Thierry e pelo presente que atende pelo nome de Ana Caroline. É-me impossível não ficar admirado e maravilhado frente ao cuidado, o amor e a dedicação que minha esposa tem pelo nosso bebê.

Na contramão da homenagem feita pela gigante da internet e do que observo dentro da minha casa, o movimento feminista foi ao longo dos anos incorporando pautas. Desde melhores condições no mercado de trabalho, ao suposto direito de abortar.

Essa é a real natureza do Dia Internacional da Mulher. Não á toa, o site de Veja traz a noticia, associada ao dia, de que em diversos países haverá uma greve geral feminina. Entre os promotores da tal greve o destaque fica por conta dos grupos que defendem o assassinato de bebês ainda no ventre materno. Quanto senso de humanidade! Quanta sensibilidade feminina! Quanto amor materno!

Não pensem que estou sendo reducionista, simplista ou machista pelas linhas precedentes acima.

Em entrevista à revista Veja, na edição 2363 de março de 2014, a escritora Camille Paglia, respondeu a pergunta aonde as mulheres deveriam buscar a felicidade da seguinte forma: Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da vida humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditam que podiam ter tudo: ser bem-sucedida e mãe aos 40 anos. Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas. Mas as mulheres de classe média que conseguiram produzir grandes famílias.

Não nos surpreende que nesse 8 de março quase ninguém fale sobre isso. Quase, porque não poderíamos deixar de homenagear todas as mulheres que além de terem que lidar com suas complexidades e responsabilidades do dia a dia, têm que lidar com as feminazis e suas cretinices.

Por Jakson Miranda

Trump restringe entrada de imigrantes e refugiados

Donald Trump emitiu decreto restringindo a entrada de imigrantes e refugiados nos EUA. Qual a opinião deste blog?

Antes, leiam reportagem do G1.

O governo dos Estados Unidos irá estender a restrição à entrada de imigrantes também aos estrangeiros que tenham autorização de residência permanente no país, os chamados “green cards”, afirmou neste sábado (28) o Departamento de Segurança Doméstica. Na sexta, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva com “novas medidas de veto” a pessoas de sete países que desejam entrar nos EUA.

Segundo a Deutsche Welle, um rascunho do documento ao qual agências de notícias tiveram acesso previa a suspensão da emissão de vistos para cidadãos de Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen por ao menos 30 dias. Além disso, o plano seria suspender o programa americano de refugiados por 120 dias.

O decreto firmado por Trump não bloqueia de forma imediata a entrada de refugiados, mas estabelece barreiras para a concessão de vistos, de acordo com a France Presse. No ano fiscal de 2016 (1º de outubro de 2015 a 30 de setembro de 2016), os Estados Unidos admitiram em seu território 84.994 refugiados, de diversas nacionalidades, incluindo 10 mil sírios.

A intenção do novo governo é reduzir drasticamente este número, o que no caso dos sírios pode chegar a 50%.

Encerramos

O que pensa este blog a respeito? Bem, seremos sucintos: resta aos imigrantes e refugiados dos países citados no veto, pedirem asilo a outros países de adaptação bem mais fácil do que os EUA. Deixo aqui algumas sugestões: China, Índia, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita e Paquistão.

Nunca é demais perguntarmos como que esses países estão lidando com a crise de refugiados, né?!

Por Jakson Miranda

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México tem a obrigação moral de apoiar muro

Não é que Trump está a fim mesmo de cumprir o que prometeu em campanha? A construção do muro, ou muralha, com a fronteira do México foi anunciada ontem pelo presidente republicano.

Os primeiros dias de Trump na Casa Branca e as primeiras medidas do seu governo têm me deixado em estado de graça, não pelas medidas em si, mas especialmente, pelo mimimi buliçoso da imprensa.

Ele, sempre ele, e vocês sabem de quem estou falando, passou agora a dizer que Trump está agradando a esquerda mundo afora. Ou o cara é um comediante ou acha que seus leitores são otários. Ora Trump é da extrema direita. Ora Trump agrada a esquerda. Que coisa mais coerente!

Vamos falar do muro!

Sem nenhuma surpresa e já fica claro que estamos batendo em cachorro morto, a imprensa tem abordado a questão de forma covarde. Se não faz isso com intuitos funestos, o faz por pura ignorância, resultante, esta ultima, da preguiça de ler, pesquisar ou raciocinar. A chance de ser a soma disso tudo é enorme.

Ok! Pode-se acreditar que a construção do muro não é a melhor saída para lidar com a imigração, logo vem a pergunta: Então o quê?

Acredito que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, deseje para si e sua família uma vida de oportunidades: emprego, bons salários, segurança, enfim, uma vida tranquila. Infelizmente esse modelo de vida não é para todos.

Infelizmente, para uma esmagadora parcela da população de países como Brasil e México, para ficarmos apenas nesses dois casos, trata-se de uma perspectiva quase que inalcançável. Daí vem a tentação de tentar a sorte em outro lugar. Por que não a maior economia do mundo?

Muitos de nós já tivemos a oportunidade de conversar com alguém que já foi aos Estados Unidos ou que tem algum parente por lá. Na grande maioria dos casos, ninguém quer voltar ao Brasil, apesar das saudades.

Todavia, o processo de entrada é difícil. Isso é natural, pois estamos falando de um país com mais de 300 milhões de habitantes. Com chegadas diárias de novos e permanentes moradores. Nessa dinâmica, cabe ao governo americano colocar tudo na balança: Geração de empregos, transporte, educação, saúde, segurança, etc. tamanha complexidade de fatores obriga a tomada de medidas restritivas e cautela. Caso contrário, estaríamos falando de um governo irresponsável.

Observem bem que no parágrafo acima falei dos imigrantes que vão aos Estados Unidos seguindo todos os tramites legais exigidos por aquele país que cada vez mais se vê obrigado a aumentar as exigências.

E o que dizer das imigrações ilegais?

É impressionante! Os veículos de comunicação de massa não dão à questão sua devida importância. Se afirmarmos que isso é banditismo intelectual disfarçado de jornalismo não estaremos indo muito longe. Trata-se de imigração ILEGAL, ou seja, fora da lei, ilícito, logo, proibitivo.

É importante lembrar a essa gente que ainda fazemos parte de uma civilização e que somos exortados a nos tornarmos pessoas civilizadas, que seguem as regras do jogo, que esforçam-se para fazer o certo e seguir aquilo que a justiça determina que deve ser seguido. E pelo bem dessa civilização, é responsabilidade do Estado combater aquilo que a Constituição do país aponta como ilegal e proibitivo.

Donald Trump e sua equipe de governo acreditam que a construção de uma extensa muralha, será eficaz no combate a imigração ilegal via fronteira mexicana. Pelo visto, o eleitor norte americano enxergou essa opção como viável financeiramente e factível no combate aos ilegais. Há outra alternativa além do muro?

É obvio que para a família de mexicanos que está em dificuldades no seu país, o paraíso parece estar logo ali, basta atravessar a fronteira. A tentação é enorme! Para o brasileiro que não conseguiu pelas vias legais, para o guatemalteco, hondurenho, boliviano, peruano, enfim, só é preciso chegar ao México e atravessar a fronteira.

Nesse ponto, a realidade dos fatos urge vir à tona: Quantos conseguem chegar ao destino final? Não! Não é essa a interrogação que melhor se adequa a realidade fronteiriça entre México e Estados Unidos, mas, essa outra: Quantas pessoas morrem anualmente tentando atravessar a fronteira? Estamos falando de homens, mulheres e crianças. Estamos falando de vidas!

Segundo estimativas de pessoas que lidam com essa questão, entre 2000 e 2016, mais de 6 mil pessoas morreram nessa travessia. Falam isso levando em consideração corpos e ossadas encontradas e avaliam que o numero de vitimas pode ser exponencialmente maior.

Sob o ponto de vista ético e moral, é uma realidade humanamente inaceitável! São vidas perdidas e ninguém se responsabiliza por essas perdas. Preferem agora, o silêncio cúmplice em relação a isso, ou, a gritaria bocó contra as medidas de Trump.

Posso antever algum “expertinho” logo vir argumentar que o número de mortes por ano é relativamente baixo e, portanto, os riscos compensam. Será? Será que chegar como ilegal em qualquer país é sinônimo de felicidade e sucesso?

Somos forçados a lembrar que é justamente nessa população de ilegais que criminosos de diferentes matizes veem a oportunidade de ganhar a vida: Desde o trabalho de domesticas sem nenhum direito à exploração sexual.

De acordo com estimativas divulgadas pela Federação para Reforma da Imigração FAIR, entre 16 e 19 mil pessoas são TRAFICADAS para os EUA anualmente. São pessoas que são sujeitas a todo tipo de maus tratos e a todo tipo de exploração física e econômica.

Bem, se você acha que tudo isso não representa nada no computo geral, receio por sua ética, por seu senso de moralidade e por sua consciência.

Se tudo isso lhe deixou incomodado, certamente você irá concluir que alguma coisa precisa ser feita.

Cidadãos mexicanos são vitimas dessa ilusão e como representante de seus cidadãos, o governo do México tem a obrigação moral de apoiar o muro ou trazer à discussão, uma alternativa melhor.

Por Jakson Miranda

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Pós Obama: média de aprovação a Barack Obama entre as piores

Barack Obama deixou a Casa Branca em alta, o que soa como algo incoerente: Como um presidente em alta não conseguiu convencer grande parte do eleitorado de seu país a votar na candidata do seu partido? Como um presidente tão em alta, perdeu assentos na Câmara e no Senado?

A ilusão em favor do ex-presidente democrata se mantém quase que exclusivamente por conta da adesão da grande imprensa em favor de Obama. Poucos são aqueles que se dão ao trabalho de questionar a fundo o legado do ex-presidente americano.

A questão é que, para o cidadão americano, Barack Obama não será lembrado como um presidente acima da média, ao contrário. De todos os presidentes eleitos nos Estados Unidos pós 2ª Guerra Mundial, Obama está entre os piores.

Para que o eleitor tenha uma ideia, Obama perde até mais para um dos presidentes mais atacados em sua gestão nos últimos anos: George W. Bush.

É isso que aponta uma pesquisa divulgada pelo Gallup. De acordo com a medição, Obama fica a frente apenas dos ex-presidentes Ford, Carter e Truman.

É provável que a referida pesquisa não seja noticiada por nenhum dos grandes jornais tupiniquins, se for, será uma curta menção num cantinho escondido da página na web ou do jornal impresso.

Enquanto Trump é o novo odiado pela mídia e por Hollywood, a exemplo do que ocorreu com Bush, Obama continuará sendo o queridinho. Ora ele, ora sua esposa. O resultado está aí!

É compreensível. Eles têm que se agarrar a suas próprias ilusões e vender a ideia de um mito forjado por eles mesmos, desde 2009.

Por Jakson Miranda

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Donald Trump toma posse como presidente dos Estados Unidos

Donald Trump toma posse como o 45º presidente dos Estados Unidos.

Veja

O republicano Donald Trump prestou juramento no Capitólio, em Washington, ao meio-dia desta sexta-feira (15h em Brasília) e se tornou, oficialmente, o 45° presidente dos Estados Unidos. Acompanhado do vice-presidente Mike Pence.

Nas escadas do Congresso, Trump prestou o juramento escrito na Constituição do país sobre duas bíblias: uma presenteada a ele por sua mãe, em 1955, e a de Abraham Lincoln, também utilizada por Obama há quatro anos.

Centenas de milhares de simpatizantes e também de opositores já lotam o “Mall”, a imensa avenida que parte do Congresso, onde são vigiados por 28.000 membros das forças de segurança. Ainda hoje, Trump e a família participarão de um almoço com membros do Congresso e abrirão uma passeata, com bandas militares e outras atrações, entre o Capitólio e Casa Branca. Há noite, o magnata e a esposa, devem comparecer a três bailes, junto com Pence e sua mulher.

Voltamos

Em seu discurso, que durou cerca de 20 minutos, o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump enfatizou sua convicção de gerar empregos para os americanos, utilizando termos como: “compre produtos americanos. Dê emprego a um americano”.  Também não se esqueceu de pregar a união entre todos os americanos, destacando que “todos saúdam a mesma bandeira”.

Lembrou que “uma nação existe para servir a seus cidadãos” e vaticinou: “Estamos transferindo o poder de Washington para o povo”, frisando que, “O que importa não é que partido controla o governo, mas se o nosso governo é controlado pelo povo“.

Por fim, Trump repete um dos slogans da sua campanha, “sim, voltaremos a fazer a América grande outra vez” e finaliza seu discurso: “Deus abençoe a América“.

Encerro

Muitos dirão que foi um discurso populista e eu discordo desse tipo de analise típico da GloboNews. O discurso de Trump, foi na verdade, um discurso voltado à esperança e ao sentimento de patriotismo dos cidadãos americanos.

Que o presidente dos Estados Unidos tenha sabedoria e firmeza para enfrentar os enormes desafios que ele terá pela frente.

Por Jakson Mirnada