Um exemplo clássico de analfabeto funcional

O Brasil é uma verdadeira fábrica, funcionando a todo vapor, de um tipico ser: O analfabeto funcional, que atua como douto comentarista daquilo que leu e nada entendeu.

A nova edição de revista Veja, traz nas páginas amarelas dessa semana, uma entrevista com Wemerson da Silva Nogueira, professor de biologia da rede publica de ensino do Espírito  Santo.

Um professor da rede pública de ensino ser entrevistado por uma das principais revistas do país já é um grande feito. Mas esse não é o principal feito do professor, que leciona para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Após ganhar o prêmio Educador nota 10, Wemerson chegou à final do Global Teacher Prize, prêmio de melhor professor do mundo.

Caso houvesse ganhado o prêmio, infelizmente não ganhou, o professor capixaba poderia se tornar objeto de estudo de especialistas de diferentes áreas do conhecimento. Teses e artigos seriam escritos sobre sua façanha. Um enigma a ser entendido, afinal, como é possível um país como o Brasil, cuja educação é de péssima qualidade, ter o melhor professor do mundo?

Nessa seara, nosso país atravessa um tenebroso ciclo vicioso: As faculdades de pedagogia enfiam Paulo Freire goela abaixo dos futuros professores e esses, vomitam as ideias construtivistas em sala de aula. Resultado: anualmente, centenas de milhares de alunos terminam o Ensino Médio sem saberem desenhar um “O” com um copo. São os conhecidíssimos analfabetos funcionais.

Muitos desses analfabetos funcionais, comprovando o grande nível do nosso ensino superior, matriculam-se em faculdades de diferentes campos e o tenebroso ciclo continua. Outros estão por aí, palpitando sobre tudo e passando atestado de burrice.

Após o termino da leitura da entrevista, fui passando as páginas da revista e por um pouco, nutri certa esperança de dias melhores na educação. Foi quando me deparei com o espaço que a revista abre à comentários feito por leitores à edição anterior.

Que decepção!

Ao comentar outra entrevista, da semana anterior, dada pelo xeque xiita Rodrigo Jalloul, brasileiro e uma autoridade islâmica, um leitor da revista fez o seguinte comentário:

Para muitos brasileiros, islã é Estado Islâmico; é muito errado. Na Idade Média, os “bons” católicos organizaram as Cruzadas, cuja finalidade era matar os que tinham aderido à pregação de Maomé. Hoje, o Estado Islâmico dá o “troco”, um pouco tardio, ao que nós fizemos há muito tempo”.

É ou não é um exemplo clássico de analfabetismo funcional? É ou não é um exemplo clássico de burrice? De babaquice!

Não citarei o nome do douto que desenrolou palavra após palavra, um novelo monumental de ignorância. Se tal argumento viesse de um aluno adolescente do 7° ano que sabidamente houvesse faltado à aula de história sobre as Cruzadas, seria até compreensivo.

Mas a perplexidade é que não se trata de um aluno adolescente do 7°, mas provavelmente de um adulto. Possivelmente formado e que certamente dispõe de meios para ler algo a respeito e suprir essa vergonhosa defasagem escolar, ou seria um caso de doutrinação asno-marxista?

Causa-nos ainda mais perplexidade, Veja dá espaço a esse tipo de asnice justamente, depois da entrevista de um professor!

Será que a revista endossa o comentário do “leitor”? Não há filtros para barrar comentários vigaristas?

É isso, meus amigos! Outra consequência do nosso quadro educacional são os analfabetos funcionais atuando em profícua união com os vigaristas intelectuais.

Nesse caso, a tarefa mais difícil é diferenciar um analfabeto de um vigarista. Se bem que, cabe ao tempo tal trabalho. Com o tempo, um analfabeto funcional pode reverter sua situação. Já vigaristas, serão irremediavelmente vigaristas. E continuarão distorcendo os fatos e a História. Até passarem pelo vexame de serem desmascarados publicamente.

Por Jakson Miranda

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Por que não subestimo o lulismo

Me condoo de um país que, depois de tudo, ainda mencione uma figura como Lula dentro do cenário político. Não vejo nele nada além de um oportunista de caráter flácido, elevado a uma potência indigna, construída à base da deseducação plantada durante décadas no Brasil.

Se ou quando a esquerda voltar ao poder, lembrem-se disso, fará de tudo para exercer o papel de Poder Moderador. Não mais tolerarão essa tal “liberdade de expressão” que os destronou da última vez.

Embora estejamos observando um despertamento da maioria dos brasileiros, diante da farsa do petismo, é crucial que o ímpeto demonstrado nas ruas e nas redes sociais não venha a arrefecer.

E digo isto por um simples motivo:

Não estamos lidando com amadores.

Quando Hannah Arendt descreveu Eichmann como um homem normal, um burocrata comum, que seguia ordens superiores sem julgar o mérito de suas consequências, estava ajudando a desvelar o tipo de operário cego que ajuda a perpetuar o mal.

Também estou cansado de comparações ao nazismo e ao fascismo. Tudo o que não se gosta, virou “nazista” ou “fascista”, sem o devido aclaramento. Contudo, é impossível não fazer um paralelo com as hostes stedilezistas e cutistas que saem em defesa do indefensável, com seu mar de bandeiras vermelhas, a cada estalar de dedos do poderoso chefão.

Não subestimo o lulismo. Seus cães de aluguel não apenas ladram. Podem morder também. Não os doto de força intelectual, nem me seduzo pela emotividade pueril de seu discurso, entretanto não compactuo com a ideia de que sejam facilmente desmontáveis. Não no nível de aparelhamento a que chegamos.

Se Lula pedir seu exército na rua. Haverá idiotas úteis às grosas para atendê-lo. Por um pão com mortadela, um carguinho, uma mesada ou mesmo pela incapacidade própria de pensar o todo por si mesmos.

E não torno isso uma justificativa que considere o ato defensável. São tanto ou mais deploráveis que os outros.

O lulismo é perigoso e não feneceu ainda.

E quanto mais acuados estiverem, mais perigosos serão.

 

Por Renan Alves da Cruz

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Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento

Convidamos você, leitor amigo, a dizer um sonoro NÃO ao Estatuto do Desarmamento. Por quê? Pela simples indagação: Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas?

É bem verdade que qualquer pessoa com idade superior a 25 anos, pode adquirir permissão legal para possuir uma arma de fogo em sua residência. No entanto, o procedimento esbarra em dois detalhes:

Primeiro, trata-se de um processo burocrático e como burocracia no Brasil é sinônimo de custo financeiro, a brincadeira não sai por menos de R$ 1.500, chutando baixo.

Segundo, o Art. 4º da Lei 10.826 estabelece a seguinte condição ao postulante: Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade (…).

Vocês entenderam bem! Eu ou você que por ventura desejarmos ter uma arma em casa como medida de precaução teremos que comprovar a um burocrata qualquer a EFETIVA NECESSIDADE para possuirmos uma arma.

A conclusão é obvia caros leitores. Pela longeva manutenção desse subjetivo dispositivo, as mais de 60 mil mortes ao ano não constitui EFETIVA NECESSIDADE.

O alto custo burocrático penaliza e desestimula a maioria dos cidadãos brasileiros que em muitos casos, têm salário mensal inferior aos R$ 1.500,00 necessários. São esses, por sinal, a principal vitima de toda sorte de crime. São esses, por sinal, que o aparato policial não consegue fornecer a devida segurança e proteção.

Ademais, se cada um é responsável pelo seu sustento e de sua família. Se cada um de nós é responsável pela manutenção dos bens que adquirimos, com os altos riscos de perca, por que, então, devemos delegar a terceiros a proteção de nossas vidas, da vida de nossos familiares e a proteção de nossos bens? Fica clara a falta de lógica!

Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas? Sem aprofundarmos muito nessa questão e diante do pouco que já expusemos aqui, a resposta simples que podemos oferecer é que tais governos almejam tão somente ter o cidadão refém dos bandidos e dependentes do Estado. Amedrontado com os primeiros e dócil em relação ao último, tal qual uma criança indefesa em meio ao desconhecido. Sinto informar, não é assim que se constrói uma sociedade fortalecida. O que se constrói daí é uma sociedade formada por covardes.

Covardes, por natureza, podem abrir mão de qualquer coisa para se safar: filhos, esposa, pais, mães, irmãos e amigos. Pode-se ter uma sociedade assim?

Assim, apoiamos a revisão ou total revogação do Estatuto do Desarmamento. Apoiamos a convocação feita pelo Dep. Onix Lorenzoni.

Que ações como essa se multipliquem e que possamos derrubar mais um dispositivo imposto pelo ideal esquerdista.

Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento!

Por Jakson Miranda

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Legalização da maconha no Uruguai faz crescer narcotráfico e homicídios

A legalização da maconha no Uruguai foi a realização de um sonho acalentado pelos “progressistas” da América Latina. No Brasil então, a turma entrou em puro êxtase. Suas teses finalmente seriam confirmadas, ter-se-ia um país aonde reinaria a paz e o amor.

Bem, não é isso que está acontecendo.

Leiam a matéria abaixo

O Diretor Nacional de Polícia do Uruguai, Mario Layera, disse nesta terça-feira que a legalização da maconha, aprovada em 2013, não implicou diretamente na queda do tráfico desta droga e que o narcotráfico aumentou o número de assassinatos.

“No ano passado tivemos os níveis históricos mais altos de confisco no país proveniente de outra região. Por isso, entendemos que o tráfico para o Uruguai não se ressentiu de maneira notável”, comentou Layera em entrevista à rádio El Espectador, sobre a vigência da lei.

Em dezembro, a Brigada de Narcóticos indicou que a droga mais confiscada em 2016 foi a maconha, chegando a 4,305 toneladas até 18 de dezembro, sendo que em 2015 havia sido de 2,52 toneladas.

Layera também sustentou que pelo tráfico de drogas constatado nos últimos tempos, houve um aumento “dos níveis de crimes e homicídios”.

“O aumento da taxa criminal, que medimos de 2005 em diante, foi crescendo com base nos fenômenos de oferta e consumo de drogas”, indicou.

Nos últimos anos a polícia verificou o aumento de assassinatos, principalmente de homens jovens, que em muitos casos se tratavam de ajustes de contas entre pessoas ligadas ao tráfico.

Layera também falou que há autoridades ameaçadas por conta das novas estratégias e medidas aplicadas para combater o crime organizado.

“Várias autoridades do Ministério do Interior foram ameaçadas além de juízes, procuradores e algumas personalidades dos Direitos Humanos”.

Voltamos

Contra fatos não há argumentos! Temos aí a fala de uma autoridade do país Hermano. Diante do exposto, causa-nos repugnância que notoriedades brasileiras, como Paula Lavigne publique vídeos consumindo a referida droga.

E o que dizer do garoto propaganda de Black-Block, Caetano Veloso? Tão logo o vídeo de sua ex-mulher veio a público, o “bom baiano” tratou logo de defender não somente a legalização da maconha, mas de todas as drogas! Uau!

É lamentável que essas figuras não comentem noticias que mostram a realidade uruguaia. Não estão preocupados com a quantidade de jovens perdidos, por levarem em consideração “depoimentos” favoráveis as drogas. Não estão preocupados com o numero de jovens mortos por estarem envolvidos com o narcotráfico.

Estão preocupados tão somente com seu umbigo. Com sua experiência. Quanta miséria, moral e espiritual! Isso é repugnante!

Por Jakson Miranda

 

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Dia Internacional da Mulher: O dia que não representa a mulher

Mais uma vez, urge falarmos o óbvio ululante! O dia Internacional da Mulher trata-se de um dia que não representa as mulheres!

É triste observarmos que algumas mulheres caiam na conversa mole das feministas. Pior, que ajam conforme os ditames das feministas.

Ao acreditar que um dia especifico do ano deve ser dedicado à “causa” feminina, as mulheres estão na verdade, abrindo mão de sua feminilidade e colocando em seu lugar, uma pauta política ideológica.

Na bela canção cantada por Zé Ramalho, Entre a Serpente e a Estrela há a seguinte passagem: “E ninguém tem o mapa, da alma da mulher”. De fato, Deus criou a mulher de uma forma única e complexa, com suas virtudes e imperfeições e um dos grandes desafios do homem (macho) que dificilmente será alcançado, é entender a alma e os pensamentos de uma mulher.

No entanto, as feminazis com o seu cada vez mais radical e abjeto movimento feminista, reduz toda essa complexidade a simples pautas reivindicatórias. Ou seja, se é-nos impossível entender uma mulher, para entender uma feminazi, basta ler o manual do seu movimento.

É evidente que as mulheres têm suas demandas. Qualquer ser humano tem. Cito aqui dois twitters do professor Olavo de Carvalho que vão ao cerne da questão: Se a mulher vive procurando indícios de que o marido a explora, com certeza ele começará a procurar indícios de que ela faz a mesma coisa com ele, e quase inevitavelmente os encontrará.

Entendo o que o professor Olavo de Carvalho quer nos dizer: Algumas coisas, inerentes ao ser humano, não devem ser politizadas, instrumentalizadas e manipuladas por este ou aquele grupo.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem na Segunda Internacional Socialista. Ops!! Por aí já começamos a ter indícios dos objetivos e natureza dessa data.   Honestamente, não consigo enxergar algo virtuoso em movimentos que têm a mesma gênese nas ideias que foram abraçados pelos piores genocidas da humanidade.

Enquanto escrevo esse texto, visualizo a homenagem que o Google faz ao Dia Internacional da Mulher. A imagem que aparece na tela do meu computador é a de uma mãe, sentada em uma poltrona, de frente para a filha pequena que segura um livro. Todas as imagens que o Google escolheu para o dia de hoje associam a mulher à maternidade.

Trata-se de uma homenagem que para este que vos escreve tem um significado especial. Há poucos dias fui abençoado com o nascimento do Rafael. Já fui igualmente abençoado pelo nascimento do Thierry e pelo presente que atende pelo nome de Ana Caroline. É-me impossível não ficar admirado e maravilhado frente ao cuidado, o amor e a dedicação que minha esposa tem pelo nosso bebê.

Na contramão da homenagem feita pela gigante da internet e do que observo dentro da minha casa, o movimento feminista foi ao longo dos anos incorporando pautas. Desde melhores condições no mercado de trabalho, ao suposto direito de abortar.

Essa é a real natureza do Dia Internacional da Mulher. Não á toa, o site de Veja traz a noticia, associada ao dia, de que em diversos países haverá uma greve geral feminina. Entre os promotores da tal greve o destaque fica por conta dos grupos que defendem o assassinato de bebês ainda no ventre materno. Quanto senso de humanidade! Quanta sensibilidade feminina! Quanto amor materno!

Não pensem que estou sendo reducionista, simplista ou machista pelas linhas precedentes acima.

Em entrevista à revista Veja, na edição 2363 de março de 2014, a escritora Camille Paglia, respondeu a pergunta aonde as mulheres deveriam buscar a felicidade da seguinte forma: Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da vida humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditam que podiam ter tudo: ser bem-sucedida e mãe aos 40 anos. Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas. Mas as mulheres de classe média que conseguiram produzir grandes famílias.

Não nos surpreende que nesse 8 de março quase ninguém fale sobre isso. Quase, porque não poderíamos deixar de homenagear todas as mulheres que além de terem que lidar com suas complexidades e responsabilidades do dia a dia, têm que lidar com as feminazis e suas cretinices.

Por Jakson Miranda

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Bolsonaro deveria processar quem o chama de fascista

Bolsonaro deveria processar quem o chama de fascista. É isso mesmo! Tolerância zero contra os embusteiros.

Prometi a mim mesmo evitar ao máximo, aqui nesse espaço, escrever sobre um determinado escritor cujo blog está hospedado no site de Veja. Falo do embusteiro Reinaldo Azevedo.

Estou descumprindo minha promessa e isso me causa um triste desconforto. Sei também que já falamos demasiado sobre o referido blogueiro e isso é chato e causa a nós e com certeza a vocês que nos leem, igual desconforto e redobrada tristeza.

Acontece que ninguém, e isto inclui o senhor Reinaldo Azevedo, pode sair por aí falando publicamente o que nasce no pântano de seus pensamentos sem arcar com as consequências.

Como já demonstramos em outros artigos, Azevedo não faz uma simples oposição ao deputado Jair Bolsonaro. Seu problema com o provável presidenciável é algo que vai além da divergência de ideias.

Como disse acima, comprometi-me a não mais criticar esse senhor e para a maioria de vocês, deve ser claro os motivos: Reinaldo Azevedo mostra-nos dia a dia suas incoerências e seu rancor presunçoso contra aqueles que dele discordam. Por conta disso, perdeu relevância. Perdeu leitores. Perdeu ouvintes. Respaldado por quatro canais de grande alcance, seus quatro empregos em fake-news, não consegue dirimir o número crescente de críticas, tanto em seu blog, quanto em suas páginas nas redes sociais. O cara é uma decrepitude jornalística!

Por tudo isso, é possível que Azevedo busque trazer para si algum tipo de polêmica e por consequente, um pouco mais de audiência. E há poucas maneiras de gerar polêmica. A mais imoral delas é fazer acusações infundadas.

Pois bem, aventou-se a possibilidade de convidar Jair Messias Bolsonaro para proferir uma palestra na Hebraica de São Paulo a exemplo do que ocorrerá na Hebraica do Rio. Consta que certo numero de associados rechaçaram a ideia e o convite a Bolsonaro não foi adiante.

Da nossa parte, entendemos que não há motivos para que se negue espaço ao deputado expor suas ideias e propostas, negando-se, chega-se a algo extremamente próximo a censura. Falamos isso em um post e repercutirmos, a exemplo de Rodrigo Constantino, um abaixo assinado em favor de Bolsonaro.

Eis que Reinaldo Azevedo resolveu oferecer-nos sua erudita opinião. E o que fez ele? Publicou um post com o seguinte titulo: Hebraica-SP acerta ao não convidar Bolsonaro. Judeu sabe por quê! Vejam um print do post

Fica difícil NEGAR que tal titulo, seguido da imagem de judeus em campo de concentração teve o objetivo de associar o deputado Jair Bolsonaro à perseguição sofrida pelos judeus por nazistas e fascistas. Alguém vai negar que esse não seja o sentido da coisa?

O texto escrito pelo blogueiro de Veja une duas coisas: Boçalidade e cretinice. Chega-se a isso ao sugerir similaridade entre as “polêmicas” que envolvem Bolsonaro quanto ao comportamento homossexual e sua troca de farpas com Maria do Rosário e a perseguição feita aos judeus unicamente por serem judeus!

Azevedo finaliza seu post com a seguinte e brilhante ideia:

Nessas coisas, não há meio-termo. Ou você repudia o fascismo ou dá piscadela pra ele. Eu repudio.

Alguém vai NEGAR que consta nesse final a explicita sugestão de que Bolsonaro seja um fascista? Trata-se de um tipo de acusação que o deputado federal já está acostumado a receber de sites como 247, DCM, Carta Capital, entre outros. Creio que seja o momento de dar um basta nisso.

O termo fascista pode abrigar vários sentidos, desde ultranacionalista a populista. Fascismo também transmite a ideia de perseguição às minorias, tal qual aconteceu no período da Segunda Guerra.  A história está aí, para nos mostrar que tanto nazistas quanto fascistas, promoveram perseguição racial contra os judeus. Em 2002, o vice-primeiro-ministro italiano, Gianfranco Fini, fez a seguinte declaração: “O fascismo triturou os direitos humanos, e as leis raciais deram vazão a uma das maiores atrocidades da história da humanidade“.

O que isso quer dizer?

Ao sugerir que alguém seja fascista, pode se estar sugerindo que essa pessoa, no minimo, vê com bons olhos aquilo que Hitler e Mussolini praticaram. Vou além, sugere-se que essa pessoa, venha a apoiar ou implantar um regime com bases nessas ideias.

É exatamente nesses termos que Reinaldo Azevedo se refere a Bolsonaro. Logo, tenta colar contra o deputado a acusação de preconceituoso e xenófobo. Por aí, Bolsonaro poderia perfeitamente ser enquadrado na Lei 9. 459, art. 20. Repetimos, o que Reinaldo Azevedo faz não difere em nada o que tem feito os militantes psolistas, petistas e afins.

Por conta disso, Bolsonaro deveria interpelar judicialmente o referido blogueiro para que esse prove o que está atribuindo ao deputado, caso contrário, ser exemplarmente processado por ter praticado injúria e difamação. Faça-se isso com Azevedo e com todo e qualquer idiota que queira jogar-lhe a injuriosa e difamatória pecha de fascista ou nazista, afinal, isso é crime.  Sempre que a justiça é acionada, as ratazanas se recolhem à esgotofera.

Por Jakson Miranda

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Queremos Jair Bolsonaro na Hebraica

Pois é… Correu a noticia que Jair Bolsonaro, daria uma palestra na conhecidíssima Hebraica de São Paulo, porém, por conta de um movimento contrário ao deputado, a instituição achou por bem desconvidá-lo.

É claro que tal movimento não passa de pressão e censura dos esquerdinhas. Rodrigo Constantino, em seu blog, desnuda a artimanha dessa gente e esclarece que o que se passa nada mais é do que tolher a liberdade de expressão do deputado.

A isso, chamamos de censura e aonde há censura contra o direito de qualquer um falar sobre suas ideias, há autoritarismo e totalitarismo, formas políticas típicas de ditaduras.

Lamentamos que a Hebraica de São Paulo se deixe levar por essa gente. E é ainda mais incomodo ao sabermos que se deixa levar justamente por aqueles que atuam e apoiam ações contrárias a principal e única democracia no Oriente Médio: Israel!

Que a Hebraica faça jus ao seu caráter democrático. Que a Hebraica honre o Estado de Israel e mantenha o convite de palestra a Jair Bolsonaro.

Não podemos nos calar diante da censura e da perseguição. Da mentira e da manipulação. Da pressão de uma minoria raivosa e agressiva. Diante disso, assinamos a petição Queremos JAIR MESSIAS BOLSONARO na Hebraica, por direito democrático e convidamos vocês a fazerem o mesmo e assinar a petição. A maioria democrática e do bem deve se manifestar contra mais esse descalabro.

Por Jakson Miranda

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Operação Blackout, direita nas ruas e o Fora Temer

Em mais uma etapa da Lava Jato, a policia federal deflagrou há alguns dias a Operação Blackout, cujo alvo são os chamados “operadores do PMDB”.

A pedido da Policia Federal, foram presos nos Estados Unidos os lobistas Jorge Luz e Bruno Luz, ambos apontados como operadores de propina do PMDB.

São, portanto, dois personagens pouco conhecidos do grande público mas que segundo a PF, em dez anos, foram responsáveis pela movimentação de 40 milhões de reais, cifras oriundas do propinoduto da Petrobrás.

Muito provavelmente, a prisão dos dois lobistas, pai e filho, deixaram muitos caciques do PMDB preocupados, principalmente se a dupla resolver falar, citar nomes e valores desviados em beneficio desses nomes.

A olho nu, é possível concluirmos que a cada dia se vão fechando o cerco em torno do PMDB e como todos nós sabemos, é o PMDB quem está no comando dos pais. Tal situação tem dado combustível a esquerda para atacar todos os que foram favoráveis ao impeachment de Dilma.

Criticar os que pediram a saída de Dilma e postar twitters como o de José de Abreu, acima, pode ganhar força por conta de certo racha entre aqueles que pouco tempo atrás, estavam unidos em oposição ao PT.

Curiosamente, o Estadão publicou uma matéria com o seguinte titulo: Briga online expõe racha na “nova direita”. o cerne da matéria é a briga entre o tucano e pró-governo, Reinaldo Azevedo, e a jornalista independe Joice Hasselman.

A briga entre o blogueiro decadente e Joice já é favas contadas, porém, da reportagem, chamou-nos atenção o seguinte trecho: “O editor Carlos Andreazza, da editora Record, responsável pela publicação de alguns dos livros de Azevedo e de outros autores da “nova direita”, declarou apoio às suas ideias. Em artigo publicado no jornal O Globo, intitulado A quem interessa o 26 de maço?, Andreazza mostrou sua preocupação com a criminalização da atividade política e reafirmou os argumentos de Azevedo, de que isso tende a beneficiar Lula e as esquerdas. “Num cenário de terra arrasada, em que os partidos são comparados ao PCC, em que todos são bandidos, só quem pode se fortalecer é o pior entre os piores”, afirmou. “Concordo com a síntese do Reinaldo Azevedo: se todos os políticos são iguais, Lula é o melhor”.

Rechaçamos por completo os argumentos de Andreazza. Se há certa criminalização da política isto se dá por conta de práticas criminosas de certos políticos. Por outro lado, poucas vezes se discutiu tanto política; pouquíssimas vezes se cobraram tanto dos políticos; raras vezes se exigiu tanto, ética, conduta ilibada e respeito aos cofres públicos, como agora. Se alguém vê nisso uma criminalização da política, nós enxergamos como uma efetiva participação da sociedade na POLÍTICA.

Ainda nessa seara, não conseguimos vislumbrar esse favorecimento a Lula, como afirma Andreazza e como apontam fajutamente, pesquisas recentes de intenção de voto. O que observarmos isto sim é um grupo crescente e homogêneo de eleitores conscientes de que é necessário um retorno à direita. Por vias tortas, a vitória de João Dória na cidade de São Paulo, vocalizou um pouco isso, (digo vias tortas por ele ser do PSDB), ou seja, não foi uma vitória do mal menor, mas, foi o resultado representativo da escolha feita por parcela desses eleitores.

No mais, o que notamos é o discurso antipetista voltando à boca de alguns. Mas valer-se de tal discurso não faz do individuo um conservador. Vamos além, tal discurso antipetista, reinventado, pode ter como objetivo à manutenção do governo Temer. As consequências da Operação Blackout pode deixar isso ainda mais evidente.

Assim, diante do cerco que se observa da Lava Jato em torno do PMDB, somado a tudo que já veio à tona envolvendo nomes poderosos do partido e próximos ao presidente Temer, nos perguntamos se é mesmo viável preservar o atual governo de criticas e até mesmo de oposição?

Por falar nisso, o mesmo Estadão informa que os grupos MBL e Vem Pra Rua não irá às manifestações de 26/03 empunhando o “Fora Temer”. Em sua fala, o líder do VPR, Rogério Chequer, disse o seguinte:

Para Rogério Chequer, fundador e líder do Vem Pra Rua, as pesquisas mostram que a maior parte da sociedade “não aguenta mais Lulas, Sarneys, Renans e Lobões”. “As manifestações não serão para detonar o governo Temer, mas contra a corrupção, a impunidade e em defesa da renovação da política velha”.

Concordamos com Chequer! Precisamos lutar contra a corrupção, a impunidade e em defesa da renovação da política velha. Por falar nisso, lembramos que  Sarneys, Renans e Lobões, bem como a esmagadora maioria da política velha, estão no governo Temer. Assim, fazer oposição a isso não fortalece o PT, ao contrário, fazer oposição a isso passa a ser obrigação moral de todo aquele que se posiciona como conservador ou, como dizem, é alinhado à ‘nova direita’.

Diante do exposto, a dúvida que fica-nos é: A quem interessa valer-se do fator antiPT para preservar um governo e um partido que estão longe, muito longe de serem a antítese do petismo? É possível que o “Fora Temer” não seja uma expressão única e exclusiva de petistas e da esquerda.

Por Jakson Miranda

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A paranoia da esquerda tapada

A disposição da esquerda de ofender a lógica é infatigável.

Vejam o nível de paranoia e cretinismo desta carta que um leitor enviou para a revista Carta Capital e que a revista teve a pachorra de PUBLICAR:

(…)

“Em um mês de mandato como prefeito da maior cidade do País, João Doria Jr. incorpora a palavra inglesa gray (cinza) a seu nome e trajetória, ao censurar e cobrir com tinta cinza as relevantes obras de arte realizadas nos muros da cidade. São perigosas ações, próprias do falsamente cristão-fascismo “malafaico-alkminista” que hoje vigora, principalmente nas grandes aglomerações urbanas. O povo é incitado pela mídia a fazer justiça com as próprias mãos e a menosprezar o convívio humano pacífico, a arte e a cultura, como se qualquer manifestação autônoma colocasse em risco o controle popular feito por pastores, contraventores e xerifes da ordem, em benefício de políticos inescrupulosos.”

Retomo:

Poderíamos tentar dissecar o sentido deste trecho, mas o troço, confessemos, é indissecável!

Como discutir, como rebater, como ENSINAR?

Ao ler algo assim, só podemos imaginar o nível de subracionalidade de quem consome este tipo de lixo panfletário e de quem edita esta porcaria.

Só pode ser cria de algum tipo de animal, só pode ser um filhotinho de Chauí!

É uma espiral de insanidades somadas, liquefazendo o cérebro dessa gente, numa doutrinação alquímica, que lhes transforma os miolos em merda.

De repente, quando você percebe, alguém está dizendo que Dória apaga pichações dos muros por ação do “cristão-fascismo Malafaico-Alkminista”.

Em que raio de planeta este imbecil consegue coligar Malafaia e Alckmin como representações máximas de uma estrutura dominante que Dória apaga pichações para manter?

No trecho final, a filosofagem ganha ares conclusivos: é uma forma de impedir a manifestação daqueles que se opõem ao controle feito por pastores!

Então, meu caro cidadão, fique sabendo que a esquerda governou o país por treze anos, quebrou o país com seus mensalões, petrolões e eletrolões, desviou bilhões, se mancomunando com os grandes empresários que eles, nos discursos, sempre amaram odiar, e agora no ápice da crise, a culpa de o país estar todo ferrado são os pastores evangélicos e as pichações apagadas pelo Dória. Coisas, que, sabe: “menosprezam o convívio humano pacífico”.

Este tipo de paspalho está sendo formado em nossas escolas, ensinado pelos nossos professores sindicalizados.

Nós estamos lidando com gente alienada, que perdeu o contato com a realidade, que se distanciou das necessidades e dos conceitos reais de convívio civilizacional. Estamos lidando com gente que culpa o Malafaico-Alkminismo pelas mazelas atuais. Gente que aprendeu um discurso e não consegue desviar os olhos do papel em que ele está escrito para olhar ao redor e ver o mundo real.

Sustentando uma esquerda oportunista e bem esperta há uma leva de esquerdistas tapados que destilam suas imbecilidades desavergonhados, enquanto comem sua alfafa de cada dia.

Neste caso a distinção é clara. O tapado é quem escreve, a outra categoria, a que publica.

Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

 

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Classe política desacreditada

A classe política brasileira está desacreditada e envergonhada. E isso ocorre porque, como já falamos antes e sinceramente, não precisa ser um especialista para entender isso, no momento atual, o pendulo ideológico tende à direita.

Queremos uma proteção maior à vida e lutamos contra a legalização do aborto.

Queremos uma proteção maior à vida e nos opomos ao estatuto do desarmamento.

Queremos uma proteção maior a vida e cobramos punições mais rígidas contra assassinos, quiçá, pena de morte.

Estamos fartos de ladrões, corruptos e aproveitadores. De qualquer natureza ou status.

Embora não siga nenhuma cor ideológica, a Lava Jato foi abraçada por essa direita, pois, enxergamos no trabalho da Policia Federal um start rumo a mudanças significativas no Brasil.

Não sou adepto da tese de que em nome da “governabilidade” devemos “contemporizar” ou, fazer malabarismos retóricos diante de situações suspeitas vindas de nossos governantes.

Nesse sentido, nos opomos ferozmente contra os últimos passos do governo Temer. Quando falamos do governo Temer nos referimos também ao Legislativo e Judiciário, que juntos, visam de forma velada ou não, intencional ou não, minar a Lava Jato.

Está claro que no discurso, todos apoiam a Operação. Na prática, as coisas não se dão bem assim.

Fica claro também que quando ocorreram as históricas manifestações em 2014 e 2016, muitos aderiram aos protestos com o único e claro objetivo de tirar o PT do poder em favor do atual presidente, quando, o objetivo real, era demonstrar ao PT e ao PMDB, tanto a Dilma, Lula e Temer, que para a maioria da população a classe política já está mais do que desacreditada. Queremos mudanças!

Se retrocedermos um pouco no tempo, veremos que as criticas a classe política via de regra partiam de políticos à esquerda. Lula já fez isso. Mais recentemente, Marina Silva fez isso. Mal comparado, é algo natural, pois até mesmo no Partido Comunista da URSS havia grupos se digladiando por poder e cargos. Ou seja, tanto na URSS quanto no Brasil de anos recentes, não se tinha oposição ideológica mesmo diante das mais acidas criticas que os políticos trocam entre si.

Assim, não enxergo como possível comparar a rejeição atual à classe política como algo que venha em beneficio da esquerda. Nomes como os de Lula, Aécio, Serra, Marina Silva, Alckmin e Ciro Gomes que são todos políticos alinhados com a esquerda têm índices de rejeição alto.

Qual a conclusão que tiramos disso? É provável que tal analise esteja errada, embora acreditemos que essa hipótese seja mínima. Nosso vislumbre é que a classe política está desacreditada porque a esmagadora maioria da classe política é alinhada ou flerta de forma descarada com a esquerda. Vejam lá. Dos políticos presidenciáveis citados algumas linhas acima, não há nenhum que possamos apontá-lo com ideias contrárias ao esquerdismo.

Visto por esse anglo, não nos surpreende que a Lava Jato sofra criticas a ataques vindos de diferentes pontos. Pois, o que está em jogo não é a simples queda de algumas cabeças graúdas. Nomes podem ser substituídos. A luta que se trava é pela sobrevida ou não, de um sistema, gerado, infectado e carcomido pela sanha progressista. Fadado desde seu nascedouro, a constantes desvios éticos e morais.

Nesse contexto, sugerir uma relação entre a oposição à referida classe política e um risco ao autoritarismo só pode ser algo vindo de alguém apegado com unhas e dentes ao status quo, ou, simplesmente, alguém cujo pensamento expressa uma severa anemia de conteúdo.

Já não estamos sob o julgo do autoritarismo? Qual outro nome se pode dá a décadas de imposição de uma visão política que ano a ano vem nos condenando ao atraso?

O establishment quer que tudo permaneça igual, com paliativas mudanças aqui e ali a fim de acalmar a população. Para isso, apostam na recuperação econômica. Com a melhora da economia, (quem não quer?) todos ficam de bom humor e voltamos à estaca zero elegendo ora alguém do PSDB, ora alguém do PT, com o PMDB fazendo o papel de sustentáculo para um ou para outro, conforme as conveniências e os cargos oferecidos.

Querem que continuemos a acreditar piamente nessa formula. Vendem-na como um amargo remédio que conforme o tempo nos trará bonança. Na verdade, está a nos oferecer uma venenosa jabuticaba. E não é que a jabuticaba internacionalizou-se. Continuam as chuvas de criticas contra Donald Trump. Continuam os apelos em favor da UE. De forma desavergonhada, sugere-se que apoiar Trump e enxergar com bons olhos o fim da burocrática União Europeia não se coaduna com os princípios democráticos que um bom conservador deve zelar.

Felizmente, o discurso do medo, do ódio e da desinformação, não tem prevalecido. Continuar a sugerir que a direita está fazendo o jogo de populistas e autoritários da esquerda é pedir que a direita ignore a origem desses mesmos que fazem desbaratado apelo.

Ser conservador não é sinônimo de um eterno abraço suicida ao status quo, sobretudo quando esse status quo negligencia, diverge e deturpa o mais simples e genérico principio do conservadorismo.

No caso brasileiro, insinua-se que o eleitor possa optar por um político “antipolítico” e aí vem como exemplo o prefeito da cidade de São Paulo, João Dória, apesar de ser do PSDB. No âmbito nacional, aponta-se o fim dos tempos apocalíptico se Jair Bolsonaro continuar ganhando musculatura.

Como já está provado que a classe política está desacreditada pela população, a analise que se faz é a de que o povo quer algo diferente. Para alguns, esse diferente é lido como sinônimo de exótico.

Nada mais equivocado e reducionista. O povo está farto da classe política, mas por outro lado, o povo não quer algo diferente e muito menos exótico.

O povo, e digo povo tendo em mente a maioria dos brasileiros e sendo essa maioria conservadora, quer isto sim, alguém que os represente. Seja em seus anseios de ascensão social, com menos Estado e mais a iniciativa privada. Seja em suas recusas em não aceitar ter seus valores desrespeitados em nome de modismos comportamentais, jogados goela abaixo pelo politicamente correto. Este, como sabemos e o povo não é burro, não passa de autoritarismo em estado puro, funcionando dentro do que conhecemos por Estado Democrático.

Quem será esse representante do povo? Pode ser Bolsonaro, pode ser Caiado, pode ser outro nome que ainda surgirá. Disso ainda não sabemos.

Mas o que sabemos é isto: as aves de rapina que povoam por décadas a política nacional, não representam e nunca representarão o povo brasileiro e é por isso que a classe política está irremediavelmente desacreditada.

Qual a sua opinião?

 

Por Jakson Miranda

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