8 memes que PROVAM a hipocrisia da esquerda

Se você já percebeu que alguns esquerdistas são hipócritas, sinto lhe dizer: você está enganado.

Não completamente enganado, mas enganado na medida da proporção.

TODOS os esquerdistas são hipócritas.

É claro que a internet, em sua parcela sapiente, se aproveita para ironizar esta característica que não se limita aos esquerdistas tupiniquins, mas é inerente a todo e qualquer esquerdista em qualquer lugar do mundo, pois está no cerne da ideologia de esquerda.

Nosso instinto compilativo resolveu facilitar as coisas e te apresenta 8 memes que provam a hipocrisia ordinária da esquerda.

Use sem moderação.

Impossível ser mais direto, mais competente e mais cirúrgico na análise. Qualquer semelhança com outros esquerdistas riquinhos NÃO é mera coincidência.

Considero Wagner Moura um ator magnífico, já até escrevi um texto onde uso o talento dele como exemplo de um caso em que a arte supera a imbecilidade do artista. Wagner é o politicamente correto por excelência. Se o politicamente correto fosse uma empresa, Wagner seria o seu logotipo. Como tal, segue o lema hipócrita de todo esquerdista rico: menos armas pra vocês, mais seguranças e blindados pra nós.

O playboy bem nutrido de Toddynho que defende Cuba, ataca o imperialismo ianque, usa boné do MST e coletinho da CUT, mas não larga o Iphonezão opressor é presença típica nas manifestações de esquerda, geralmente organizadas no horário em que gente que trabalha costuma estar trabalhando.

E ainda tira fotinho na frente do espelho.

Crédito à página Capitalista morena

 

O pessoal do Oprimindo a Esquerda passando pra nos lembrar dos oprimidos que Lula tirou da miséria durante seu governo, enquanto Bolsonaro mostra que só está preocupado mesmo com a Elite Branca brasileira.

Na Era do Lacre, quem rouba, mata e estupra é oprimido social. Bandido mesmo é quem faz piada…

E o facebook contratou seus checadores de notícia da esquerda para garantir a manutenção desta condição.

Ditador assassino igualitário gosta de um Rolex.

Menos para o povo, que deve estar livre dos grilhões do consumismo.

A esquerda sempre modula seu discurso de acordo com o interesse na causa. Por isso que são devassos em alguns aspectos, mas ascéticos em outros. Faz parte de uma estrutura que não se preocupa em mentir, roubar e matar para realizar um intento que considera superior. É por isso que a bipolaridade argumentativa é indissociável do esquerdismo.

Essa é de doer, mas demonstra uma característica típica do esquerdista: querer te proteger de você mesmo.

Para o esquerdista, você não sabe o que é melhor pra você, quem sabe é ele, que imporá o que considera ideal, mesmo que contra a sua vontade.

E, claro, o que ele alega considerar ser melhor para você SEMPRE é melhor para ele.

Jogue tudo isso no liquidificador da loucura ideológica vigente e o que sai: o facebook considerando politicamente incorreto o Neguinho da Beija Flor chamar a si próprio de neguinho.

Por hoje é só, amigos, sigam o Voltemos à Direita para receberem mais conteúdo como este.

Até breve!

Por Renan Alves da Cruz 

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

Discurso de ódio quase matou Bolsonaro

O discurso de ódio chegou ao seu ápice no dia seis de setembro de 2018 que entrará para a história das eleições brasileiras. Neste dia, o candidato a presidente, Jair Bolsonaro, foi vítima de uma tentativa de assassinato. Até o momento, não é possível sabermos com exatidão quais serão os desdobramentos do caso.

Polêmico por natureza é certo que tão logo esteja reestabelecido, Jair Bolsonaro manterá sua postura de antes: sem “papas na língua”. Entretanto, em sua primeira fala após o atentado, Bolsonaro lembrou que nunca fez mal a ninguém.

A pergunta que pode ser feita caso não se conheça o candidato a presidente Jair Bolsonaro é: como que alguém que nunca fez mal a ninguém tem contra si a premeditação de um crime?

Nos últimos anos, Jair Bolsonaro destacou-se no cenário nacional como uma das vozes mais críticas ao petismo e a ideologia de gênero, para ficarmos nesses dois exemplos. Daí a se posicionar como líder da direita brasileira foi um pulo!

Na liderança das pesquisas de intenção de votos para ocupar a cadeira presidencial, o candidato do PSL é efetivamente o único que vocaliza os anseios de parcela da sociedade brasileira que se identifica com o pensamento conservador e que anseia por efetivas mudanças nos rumos do país.

Esse é o ponto: suas propostas têm incomodado muita gente. Não resta dúvida de que a imprensa, alimentada pela classe política, viu em Bolsonaro uma séria ameaça às suas agendas.

Estamos falando de um grupo que desde a redemocratização pairava soberano e incólume na tomada de decisões do país. Nesse sentido, é importante registrar que 1989 foi menos uma volta da democracia e mais uma tomada de poder pela esquerda. Seus efeitos, a cada ano, tornam-se cada vez mais nítidos.

Assim, Bolsonaro, ao representar uma ameaça à manutenção da visão de mundo econômica, política e social que pelos últimos 20 anos têm dado a tônica no país, passou a ser alvo de todo tipo de acusação, fake news e estereótipos.

Em outras palavras, não foi Bolsonaro quem alimentou o discurso de ódio. Ao contrário, quem o fez foram determinados setores da imprensa e até o dia do atentado, determinados políticos. Um e outro, disseminando inverdades com frases tiradas fora de contexto. Ou seja, diuturnamente propagaram e tentaram plasmar a ideia de que Jair Bolsonaro é alguém merecedor de ser odiado. Em síntese, o discurso de ódio da imprensa e o uso desse discurso por seus adversários, quase matou Bolsonaro.

E o mais estarrecedor! Mesmo após o atentado, eles não se dão por satisfeitos e continuam a fomentar de forma vil e canalha o mesmo discurso bárbaro e asqueroso. O rascunho de jornalista Noblat, funcionário de Veja, notabilizou-se nesse quesito. Não sem resposta. Vejam:

 

Diante do exposto, não devemos aderir ao falso chamamento em favor do fim da polarização. Longe disso. A polarização deve ser ainda mais fortalecida. Não, obviamente, nos termos que se querem colocar, “nós contra eles”. Mas, dentro dos nossos próprios parâmetros: “nós somos diferentes deles”.

Assim, enquanto usam da violência e do discurso de ódio intolerante, agimos de forma pacifica.

Enquanto aplaudem e seguem quem afronta a justiça, seguimos as leis.

Enquanto se valem da democracia para sufocar, usamo-la efetivamente para defender mais liberdades.

É esse o Brasil que queremos e pelo qual lutamos.

O discurso de ódio quase matou Bolsonaro, porém e felizmente, serviu para mostrar ao Brasil e ao mundo quem é a favor das liberdades e quem, realmente, opta por eliminar aqueles que não aderem ao discurso único.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

Eleições 2018 – Cuidado! As Fake News querem te enganar de novo

Muito já se falou sobre as Fake News. Na verdade, não tem um só jornal da grande mídia que não tenha feito alguma matéria sobre o tema, embora nenhum deles tenha citado a si próprios como fake. Essa é a grande verdade, os principais jornais, ou, as grandes mídias, são os principais fake news.

É interessante e até engraçado como o establishment midiático age de forma descarada, principalmente quando são pegos com a calça arriada. Foi exatamente isso que aconteceu com o termo fake news que foi utilizado à exaustão pelo atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na campanha eleitoral da qual ele saiu-se vitorioso.

De fato, um dos motivos da vitória de Donald Trump se deu por sua postura de identificar e denunciar de forma incontestável as noticias falsas veiculadas pela grande mídia norte americana.

O tempo passou, e essa mesma mídia, propagadora de noticias falsas, tratou de tomar para si o termo fake news, acusando as mídias independentes de fazerem exatamente aquilo que os principais jornais faziam e fazem. Mais uma vez, o lema comunista de acusar seus inimigos daquilo que você faz é utilizado à risca.

Trocando em miúdos, é a grande mídia a principal propagadora de fake news! Não entendam  com isso que jornais como Folha, O Globo, Estadão ou Veja, por exemplo, espalharão que Bolsonaro está com uma doença terminal, ou que a ex primeira-dama Marisa Letícia está viva morando em Cuba. Esse é um tipo de fake news produzido por amadores, coisa que eles não são.

O que esses jornais fazem é um tipo de fake news muito mais danoso à democracia. eles buscam induzir a população à um determinado fim, fazendo a “opinião pública” ter a opinião que esses jornais querem que se tenha. É isso que já começa a entrar em operação, com mais intensidade, nessas eleições de 2018.

Avolumam-se as noticias e opiniões de que as eleições 2018 serão pautadas pela polarização PT X PSDB. Leiam o que disse, em tom até de lamento, o esquerdista Marcelo Rubens Paiva:

Ficou-se rouco pedindo o novo. Mas o novo deu na velha polarização petistas versus tucanos, com a qual estamos habituados (em seis eleições). Foram centenas de operações policiais contra a corrupção da elite política brasileira e manifestações de ruas e pelas varandas. Mas a estrutura partidária se manteve intacta. O Trump brasileiro continua na promessa, a cara nova da política, Emmanuel Macron, está ofuscada pelas velhas alianças, e o movimento “extra-ideológico”, como 5 Estrelas, permanece invisível a olho nu.

O Antagonista traz o seguinte,

Fernando Haddad disse hoje, durante convenção do PT, que a eleição presidencial deste ano ficará polarizada entre PT e PSDB, registra o Estadão. “Eu não tenho dúvida que o cenário está configurado.”

Enquanto que o Informoney observa:

O apoio do “blocão” à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) e o isolamento de Jair Bolsonaro (PSL), à direita, e Ciro Gomes (PDT), à esquerda, fizeram com que uma reedição do tradicional segundo turno entre PT e PSDB voltasse a ganhar força no banco de apostas para a corrida presidencial.

Como veem, trata-se de narrativas que têm por objetivo plasmar nas mentes de cada um a ideia de que o pleito já está encaminhado: é PSDB X PT. Assim, de nada adianta votar em outro candidato. É o que dizem também certas personalidades com audiência nas redes sociais.

Acrescente-se a essas narrativas, pesquisas de intenção de votos arranjadas à mancheia para favorecer este ou aquele candidato. Nesse particular, é importante, uma vez mais, lembrarmos-nos do resultado nas eleições municipais de 2016, quando o candidato Flávio Bolsonaro foi descaradamente boicotado por trabalho das fake news!

Não poderia encerrar esse texto sem mencionar a recente fake news que não passa de mais um escandaloso sensacionalismo. Falo da famigerada teoria de que Jair Bolsonaro tinha em Angra dos Reis uma funcionária fantasma. É algo tão bizarro que é bem provável que escrevamos algo mais extenso a respeito.

Mas, a certeza é essa: a funcionária fantasma do Bolsonaro é mais uma FAKE NEWS!

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos

General Mourão foi preconceituoso? Deixe sua opinião

O general Mourão, vice de Bolsonaro na disputa presidencial de 2018, deu uma declaração que deixou certos setores da sociedade em polvorosa. Polêmica! Bomba! É o que fazem crer os principais jornais.

Mas, o que disse o general Mourão? Vejamos

Essa herança do privilégio é uma herança ibérica. Temos uma certa herança da indolência, que vem da cultura indígena. Eu sou indígena, minha gente. Meu pai é amazonense. E a malandragem, Edson Rosa (vereador de Caxias do Sul), nada contra, mas a malandragem é oriunda do africano. Então, essa é o nosso cadinho cultural. Infelizmente, gostamos de mártires, líderes populistas e dos macunaímas”.

De imediato, preocupo-me em identificar aqueles que reagiram contra a declaração dada pelo vice de Bolsonaro. A presidenciável Marina Silva, que dispensa comentários, reagiu com a seguinte declaração em suas redes sociais:

“Extremismo e racismo são uma combinação perigosa. Não podemos tolerar racismo numa corrida presidencial”.

Além de Marina, Houve outras reações à declaração. Cimi (Conselho indigenista Missionário), Educafro e a OAB. Entidades que não possuem nenhum viés ideológico e não têm nenhum interesse nessas eleições, certo!? E claro, todos seguiram o mesmo script, afirmando que o general Mourão fora racista e preconceituoso.

Não irei aqui aprofundar a discussão. Creio que o general Mourão tem plenas condições de refutar tranquilamente as acusações contra ele. Mas, a titulo de registro, acrescento apenas as seguintes notas:

Durante a década de 1920, a imagem do negro de calça e paletó brancos, camiseta listrada e chapéu de palhinha virou um dos símbolos da identidade nacional e do Rio de Janeiro. Era o início da incorporação “oficial” da cultura negra pela República, por meio da figura do malandro, que unia agilidade corporal, atitudes e modo de vestir elegantes a uma espécie de rejeição ao trabalho servil e sub-remunerado. O personagem, com seu estilo de vida vinculado à boemia, ao samba, ao jogo, ao biscate e a outros ganha-pães informais, virou, inclusive, produto de exportação, quando Walt Disney – endossando a política de boa vizinhança do presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt – criou o Zé Carioca, o papagaio malandro e sambista que vivia de bicos e morava em um bairro humilde, com várias referências visuais à favela.

Encontramos ainda,

De acordo com Felipe Ferreira, pesquisador do Centro de Referência do Carnaval da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a ascensão do malandro à categoria de produto nacional começou a acontecer na década de 1920. Além da descoberta dos grupos de samba pela intelectualidade, empenhada em construir a “brasilidade”, deu-se início, no contexto internacional, e em especial nos Estados Unidos, uma onda de valorização da cultura negra. 

E por fim,

Com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, a malandragem, enquanto “arte da viração” que rejeita os trabalhos sub-remunerados, precisou se adaptar à ideologia trabalhista do Estado Novo. Afinal, com a afirmação do rádio e a valorização da cultura nacional, abria-se um imenso mercado para os sambistas e músicos negros. E foi na década de 1940 que os malandros cariocas se aproximaram, em definitivo, dos nova-iorquinos, os zooties, definidos por ele como “uma espécie de malandro negro americano”. O modo de eles se vestirem – ternos amplos e calças largas, apertadas no tornozelo – é também adotado no Rio.

Os trechos que vão acima constam no artigo Identidade carioca, capoeira e malandragem. Não é preciso muito esforço intelectual para entendermos que no referido artigo, associa-se o negro à malandragem. Estamos falando de um texto que está hospedado em um site do governo do Rio de Janeiro e não consta nenhuma nota de repúdio acusando a autora bem como os referenciais por ela utilizados de serem preconceituosos.

Leia também:

Consciência Negra: A esquerda, seus assassinos e o preconceito racial

Como é que um pobre pode votar em alguém como Jair Bolsonaro?

Se o que vai no artigo identidade carioca, capoeira e malandragem não são dados de uma herança cultural, não sei mais o que é essa tal de herança cultural. Bem, agora vote em nossa enquete!

 

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos

A “alta cultura” do Príncipe Joãozinho deve causar vergonha a D. Luiz Phillippe

Cotado para ser vice de Jair Bolsonaro na disputa presidencial, Dom Luiz Phillippe carrega em suas veias o sangue azul da família real. Podemos Conhecer um pouco mais sobre Luiz Phillippe na entrevista que ele deu ao youtuber Nando Moura. Obviamente que D. Luiz Phillippe não é o único a possuir sangue azul. Seu primo, D. João Henrique de Orleans e Bragança, é trineto de D. Pedro 2° e é conhecido como príncipe Joãozinho.

 

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, no dia 31/07, D. Joãozinho se disse triste com a possibilidade de seu primo ser vice de Bolsonaro. Ainda nessa entrevista, o Príncipe deu mostras de sua “alta cultura”.

Vejam:

 “Meu corpo é analfabeto!” brada o ator Eber Inácio, 50, ao concluir uma poesia sobre o abecedário. E então ele abaixa a calça e fica pelado na frente da lareira acesa na casa do empresário e príncipe dom João Henrique de Orleans e Bragança.

Outra performance do sarau organizado no sábado (28) para convidados da Flip foi “Mulher Cavala”, de Betina Kopp. “A minha mulher cavala é a minha cara à tapa. E ela só quer seguir. Montar e ser montada. Livre, leve, firme e forte”, recita a atriz ao som da música eletrônica de seu celular. Depois, saltita entre os presentes – como se cavalgasse. 

Encerramos

Honestamente, não sei se o príncipe Joãozinho considera isso que vai acima como a expressão de uma alta cultura. Também não sei de dom Luiz Phillippe de Orleans e Bragança sente vergonha ou se ficou triste com as opções culturais do primo.

Mas, tenho quase que absoluta certeza que D. Pedro 2° diante dessa realidade, deve estar se revirando em seu túmulo. Não foi esse o Brasil do futuro que ele imaginou.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos

A democracia e o indivíduo que não sabe votar

Essencialmente, a palavra democracia nada mais é do que os indivíduos decidindo os rumos de um país, estado ou município. Como inexiste democracia sem o respeito aos direitos individuais, nossa liberdade de escolha através do voto está atrelada a liberdade dos outros em não concordarem com a decisão tomada por este ou aquele. Nesse contexto, geralmente se afirma que fulano ou sicrano não sabe votar.

Em se falando de Brasil, se partirmos da premissa de que desde 1989 foram eleitos políticos que pouco ou nada fizeram em prol daqueles que os elegerem, podemos não enxergar muitos argumentos contra o fatídico veredicto de que o brasileiro não sabe votar.

Eis a falha do sistema democrático. Concorde-se ou não, deve-se respeitar a escolha tomada pela maioria, seja essa uma escolha sábia ou um arrematado desvario. E mesmo diante de uma péssima decisão, não cabe àqueles que não a tomou, criarem para si um novo sistema em uma nova sociedade. Como bem disse Winston Churchill,

 “A democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as demais”.

Entendemos que Churchill qualifica a democracia como a pior forma de governo porque se trata de uma forma de governo que dá o mesmo valor numérico ao voto de um dito erudito e ao voto de um individuo comum. Nesses casos, por entender que enquanto o erudito fez uma escolha sábia e os demais não, cabe aos primeiros convencer os últimos.

Analisando essa questão mais de perto, podemos chegar à conclusão que tudo isso nada mais é do que uma absurda esquizofrenia, uma vez que os “bem pensantes” é que podem está completamente cegos pela ignorância enquanto que o humilde cidadão está farto dessa cegueira que conduz todos a um abismo.

Em outras palavras, compreende-se que a democracia se torna a pior forma de governo quando, empolado sob o verniz da soberania do povo, busca-se praticar uma sutil, porém, cruel ditadura. Explico-me: quando a maioria dos eleitores opta por um determinado representante, tal escolha só passa a ser qualificada se a mesma receber as bênçãos dos autoaclamados sábios, eruditos e intelectuais. É o que estamos a observar na atual disputa eleitoral.

É quase uma unanimidade, entre esses, que o candidato Jair Bolsonaro representa o oposto da democracia, ou seja, elegê-lo é um atestado de que não sabe votar, ou, uma escolha vinda de  alguém que é antidemocrático. Foi assim também em eleições passadas quando a maioria tendia a escolher qualquer candidato um pouco mais afastado da esquerda.  Nos EUA, no pleito que elegeu o republicano Donald Trump, ocorreu o mesmo fenômeno.

Para finalizar, ressaltamos que não é algo restrito à esquerda. Ao final das eleições de 2014 que elegeu a candidata do PT, não foram poucos os que se revoltaram e culparam os eleitores da candidatura vencedora de não saberem votar.  De fato, afirmar que esse ou aquele não sabe votar é algo natural em uma sociedade multifacetada.

O que não é natural, normal ou aceitável é querer fazer deste termo uma norma e uma justificativa para sistematicamente corromper e manipular a liberdade de escolha conferida a cada individuo. Assim, deixamos de ter democracia e o voto passa a ser nada mais do que uma aclamação do autoritarismo. É o que querem alguns! Para a turma, o pai de família, a dona de casa, o aposentado, o trabalhador, não sabe votar e por isso, precisam da autorização dos especialistas.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos

A ideia esquerdista de Ludwig Von Mises

Ludwig Von Mises é sem dúvida alguma, um dos principais, senão o principal nome do liberalismo. “Mais Mises, menos Marx”, é o que encontramos na estampa de algumas camisetas.

No cenário político e econômico do Brasil de hoje, alguém identificado com a direita é quase que automaticamente simpático ao liberalismo econômico de Mises. Não, meus amigos; não tenho a pretensão de tentar refutar Ludwig Von Mises. Pelo menos por enquanto… (risos).

Adiante.

É inegável que estamos atravessando um dos períodos mais significativos da nossa História. Ao mesmo tempo em que políticos e ideias ditas de direita ganham destaque e ensaiam um avanço, a bem da verdade é que o progressismo está longe de ser ameaçado.

Cada vez mais países adotam pautas favoráveis às ideias progressistas: totalitarismo LGBT, ideologia de gênero, relativismo moral, legalização de drogas, pedofilia, eugenia, enfim, é enorme a plêiade de inserções incompatíveis com aquilo que a civilização judaico-cristã construiu ao longo de dois mil anos de história.

É exatamente isso! Aquilo que possuímos e entendemos como “civilização” ou, “padrão civilizacional“, não seria possível sem os seguidores de Cristo. Suas práticas, crenças e valores moldaram a Europa e de lá, espalhou-se pelo mundo. Infelizmente, hoje, estamos na iminência ou até mesmo já dando os primeiros passos em uma Era pós-cristã. Nessa sociedade, o cristianismo nada mais é do que sinônimo de dogmas e fundamentalismos.

Por outro lado, não é surpresa e novidade para ninguém que o ataque a tal modelo civilizacional foi e continua sendo a principal força motriz da esquerda progressista e revolucionária.

Leia também:

Qual o problema com o comunismo? Por que não sou comunista?

O cristianismo que o mundo tolera

E o que Ludwig Von Mises tem a ver com tudo isso?

No livro intitulado Liberalismo, ao abordar a chegada dos europeus a outros continentes, Mises faz o seguinte comentário:

A ideia básica da política colonial era tirar vantagem da superioridade militar da raça branca sobre todas as outras raças. Munidos de todas as armas e equipamentos que sua civilização lhes colocou à mão, os europeus trataram de subjulgar povos mais fracos para lhes roubar a propriedade e para escravizá-los. Procura-se atenuar e encobrir o motivo real da política colonial, com a desculpa de que seu único objetivo era tornar possível aos povos primitivos compartilhar das bênçãos da civilização europeia”. 

E prossegue

Se, como acreditamos, fosse de fato superior às das tribos primitivas da África ou às civilizações asiáticas, ainda que estas últimas sejam respeitáveis, como o são em seu modo de ser, a civilização europeia deveria ser capaz de provar sua superioridade por inspirá-las a adotarem-na como padrão, por vontade própria. Poderia haver demonstração mais cabal de sua esterilidade do que a prova de que a civilização europeia não tem meios de difundir-se, senão pelo fogo e pela espada?”

Finalizamos

Não é preciso dizer muito. As palavras escritas por Ludwig Von Mises falam por si e cada uma delas cabe à perfeição na boca de qualquer esquerdista que luta pela “revolução” por um “mundo melhor“.

Seu argumento em nada difere do que consta nos livros didáticos usados para doutrinação ideológica.

Ludwig Von Mises NÃO tentou argumentar que APESAR de possuírem um padrão de civilização superior, os conquistadores europeus optaram pelo conflito. Não! Para o pensador liberal optou-se pelo conflito porque os valores da civilização europeia leia-se Ocidental, é estéril, sendo igual ou mesmo inferior a qualquer outra, inclusive àquelas que praticavam a antropofagia.

Isso nada mais é do que multiculturalismo. Nesse particular, Ludwig Von Mises está em um firme e afetuoso abraço com a esquerda revolucionária.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos

Empoderamento: a nova prisão da mulher moderna

A palavra da moda é “empoderamento”. Um termo de forte componente ideológico, geralmente encaixado num contexto elogioso, exprimido como uma espécie de tomada de poder contra uma opressão.

“Empoderamento feminino” talvez seja seu uso mais comum. O feminismo o tem como definição de estimação. A imprensa progressista passou a adotá-lo de forma sistemática. E, de repente, a palavra estava inserida no vocabulário. A “mulher empoderada” passou a ser uma figura digna de admiração. É independente, resolvida, desapegada, desafiadora e antitradicional.

Ou seja, você nunca verá o termo associado a uma dona de casa, mãe em tempo integral, satisfeita com essa situação.

Mulheres belas, recatadas e do lar, de acordo com esta cartilha, não são empoderadas.

Mesmo se forem felizes desta forma.

Ou seja, o poder oriundo deste “empoderamento” só está autorizado pela patrulha politicamente correta a se manifestar dentro de termos pré-determinados. A realização da mulher dentro do padrão conservador, na figura de mãe de família, recebe o selo de desaprovação, em prol de uma militância ostensiva que, ao se nomear feminista, passa a querer determinar como as mulheres devem se portar e o que devem fazer para serem felizes e poderem receber o carimbo aprovativo de empoderamento.

Emitem um discurso raivoso contra o machismo, o patriarcado, o conservadorismo, a cristandade e suas pretensas prisões.

Mas o que oferecem em troca?

Liberdade?

Não. Apenas sua prisão.

A prisão empoderada.

Leia também: 

Como irritar uma mulher empoderada

Primeiro o gayzismo, depois o feminismo 

O empoderamento se tornou a prisão oficial da mulher moderna. Sob o pretexto da liberdade, a mulher passa a ser pressionada a se descolar do sistema considerado tradicional. O casamento passa a ser motivo de repúdio, ter filhos um fardo, a vida sexual monogâmica uma tolice e o sucesso profissional se torna o Santo Graal.

Constrói-se então um pacote de conquistas e repulsas que a mulher “ideal” dentro deste contexto deve empunhar. A felicidade da mulher se torna elemento secundário, já que a função primaz é exprimir uma ideologia.

Sob a justificativa de livrar a mulher da opressão, a colocam debaixo de intensa pressão.

No discurso, a mulher empoderada é liberada, feliz, realizada, completa. O empoderamento é o estado de evolução social a ser atingido. Se torna, portanto, papel de toda mulher empoderada enfrentar o “machismo” e o “patriarcado”, estando inclusos nos alvos a serem atacados as mulheres que não querem se empoderar.

Surge então a ditadura do empoderamento. A mulher que mantém-se fundada em princípios familiares é tratada como alienada e serva do “sistema”, o ente evocado recorrentemente por quem exerce militância como meio de vida. O “sistema” como estrutura conservadora opressora precisa existir como inimigo. Quanto mais impalpável é descrito, mais poderoso parece.

A ditatura do empoderamento não aceita oposição. Sua busca por liberdade, como é inerente à esquerda, é sempre pela “liberdade” de praticarem somente o que ela ordena.

De modo que o tal empoderamento não passa de uma fragorosa derrota para aqueles que realmente acreditam nos direitos das mulheres, em sua felicidade e liberdade, pois não é positivo em qualquer sentido um movimento que alega lutar contra a opressão, agir ele próprio como um embrutecido agente opressor.

Não por acaso tantas mulheres tem repelido o tal movimento feminista, percebendo o quanto seu extremismo ofende, exclui e pressiona mulheres que volitivamente não acedem à cartilha.

A feminilidade resiste contra o ogrismo feminista. A beleza, candidez e inteligência das mulheres não merece a pressão, o ódio, a chatice e a imposição ditatorial de regras do feminismo empoderado.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado no portal Gospel Prime

 

Facebook do autor: https://www.facebook.com/renan.alvesdacruz

Twitter do autor: https://twitter.com/Renan_alvescruz

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

Bolsonaro e a Cúpula Conservadora das Américas

Podemos dizer, sem exagero nenhum, que o deputado Jair Bolsonaro é um dos grandes responsáveis pela realização da Cúpula Conservadora das Américas. É meritório que um evento dessa envergadura esteja ocorrendo no Brasil. Nossa torcida, é que seja um evento anual e que se espalhe por todo o Brasil.

A nota de decepção sobre o evento é que o Voltemos à Direita não estará presente, infelizmente. Esperemos pela próxima!

Leiam abaixo texto do site Senso Incomum

A Cúpula Conservadora das Américas, que será realizada em 28 de julho em Foz do Iguaçu (PR), abriu inscrições para o público e para a imprensa e ganhou site: www.cupulaconservadora.com.br. O evento é gratuito.

Espécie de reação ao Foro de São Paulo, a Cúpula foi concebida para, segundo o site, “reunir importantes líderes e economistas liberais da América Latina para debater os problemas atuais que ocorrem em nosso país e no mundo”. É organizada pelos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Delegado Francischini (PSL-PR).

Estão confirmadas as presenças do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ), do general Augusto Heleno, do economista Paulo Guedes, do Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança e do filósofo Olavo de Carvalho (por videoconferência).

Leia também:

Por que sou conservador?

O que faria um presidente conservador diante da greve dos caminhoneiros?

Entre os convidados internacionais estão a senadora colombiana María Fernanda Cabal, o cientista político e ativista venezuelano Roderick Navarro e o professor universitário chileno Francisco Javier Leturia Infante.

A Cúpula Conservadora das Américas será composta por quatro mesas-redondas, nas áreas de Economia, Segurança, Cultura e Política. O evento ocorre no Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, a menos de 2 quilômetros do aeroporto da cidade.

Texto extraído do site Senso Incomum

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos

A hipocrisia da mala Malala Yousafzai

A paquistanesa Malala Yousafzai está no Brasil. Já passou por São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro.

Mundialmente famosa por lutar pela educação de meninas, contra as determinações dos extremistas islâmicos do taliban, Malala foi alvejada com um tiro na cabeça enquanto estava dentro do ônibus escolar. Sobreviveu ao atentado e tornou-se a pessoa mais jovem a ganhar o prêmio Nobel da Paz.

Hoje, com 21 anos, Malala Yousafzai tem sua própria fundação com o alegado objetivo de promover a educação de crianças e jovens que sofrem o mesmo que ela sofreu.

Leia também:

É hora de falar da homofobia islâmica

A Revolução Anticristã

No Rio de Janeiro, a jovem paquistanesa comemorou seu aniversário com jovens bailarinas do projeto na Ponta dos Pés.

Leiam trechos de matéria publicada pelo G1

“Pelas redes sociais, Malala contou ter conversado com as bailarinas do projeto Na Ponta dos Pés sobre como a dança ajuda a permanecerem estudando e ultrapassarem as barreiras da violência nas comunidades do Rio”.

E ainda

“À imprensa, Malala disse que estava contente em celebrar seu aniversário conversando com meninas de comunidades marginalizadas do Rio e refletindo sobre temas como violência, racismo e pobreza, segundo a assessoria da jovem paquistanesa”.

Na quarta (11), um dia antes de seu aniversário, Malala foi ao encontro de meninas que trabalham na organização de grafiti Rede Nami na favela Tavares Bastos, e que encoraja jovens meninas a enfrentarem o raciscmo, machismo, violência sexual através da arte de rua.

 Na comunidade, ela fez um grafiti em homenagem à vereadora Marielle Franco e posou para fotos ao lado de arte com o rosto da parmentalar, que foi assassinada junto com o motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, no Estácio.

 Entendendo a hipocrisia de Malala Yousafzai

 É inegável que Malala foi corajosa em enfrentar os radicais islâmicos. E é compreensível sua preocupação com jovens que se encontram na mesma situação que ela. Então, aonde está a hipocrisia?

Para responder essa questão, recomendo o vídeo do youtuber Bernardo P. Kuster. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine nossa newsletter para receber todos os nossos artigos