De onde vieram os políticos do Brasil?

De onde vieram os políticos do Brasil? Nossos políticos? São eleitos para nos representar, porém, representam a si mesmos.

Os políticos do Brasil desviam recursos públicos que seriam usados na saúde, educação e segurança. Empregam parentes, votam o aumento de seus próprios salários ou de qualquer outra verba extra, ao mesmo tempo em que criam um novo imposto ou aumentam os já existentes.

Apresentam por demais comportamentos diametralmente opostos àqueles esperados pela sociedade que os elegeu e, no entanto, se dirigem aos cidadãos como se fossem os seres mais inocentes e ingênuos que o mundo já conheceu. Por falar em mundo, se dirigem aos cidadãos com a missão de mudar o universo. Verdadeiros anjos!

No caso desses nossos políticos, ninguém os suporta mais. Ninguém confia em político algum e há quase unanimidade de que são todos ladrões. Claro, há as honrosas exceções. Não obstante, a reclamação é geral. E mesmo aqueles que não roubam e não empregam parentes, dia sim, dia não, decepcionam seus eleitores.

De onde vieram nossos políticos? De onde vieram os políticos do Brasil? De um monstruoso buraco negro? São eleitos e fazem pacto com o tinhoso? É bem possível. Pois não titubeiam em nos atormentar.

Com certeza, para serem o que são; para fazerem o que fazem; essa classe, essa “raça” de seres, só podem ter vindo do quinto dos infernos.

Obviamente que falando da origem dos políticos, o que vai acima não é verdade. Os políticos do Brasil e de qualquer outro lugar do mundo, não saíram de um buraco negro; não são alienígenas e não vieram do quinto dos infernos.

Vejam esse vídeo

O palestrante fala dos políticos americanos, mas sua fala aborda à perfeição nosso atual e longevo cenário político.

Assim, de maneira didática nos responde a indagação: De onde vieram os políticos do Brasil?

E a resposta, amigos, nos inquieta, nos dá um choque de realidade e nos mostra que se há algo de muito errado com a atuação dos nossos políticos é porque há algo extremamente errado com a formação que temos proporcionado a cada criança, jovens e adultos que saem dos nossos lares, adentram em nossas universidades e frequentam assiduamente nossas igrejas.

Logo, a pergunta a ser feita é outra. Como podemos melhorar e mudar a nós mesmos e consequentemente nossa sociedade?

Por Jakson Miranda

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Patrulha de esquerda tenta censurar filme sobre Olavo de Carvalho

O diretor Josias Teófilo resolveu gravar um filme sobre Olavo de Carvalho. Trata-se na verdade de um documentário. Quando se anunciou a empreitada escrevemos aqui no blog que a esquerda entraria em desespero. E realmente entraram!

No desespero, mostram realmente quem são. Mostram que não estão nem aí para o debate, para a democracia, para a liberdade e diversidade. Tentam a todo custo boicotar o filme. E tão boicote não passa de um tipo de censura digna das piores ditaduras.

Porém, os tempos realmente estão mudados! Não é que a revista Época publicou um artigo da colunista Ruth de Aquino em defesa do filme sobre Olavo de Carvalho?!

Leiam o artigo e entendam melhor o caso

Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. Boicotam um filme no Festival de Cinema de Pernambuco. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam o cineasta maldito, matam o contraditório, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho na sala escura, rouba o projetor e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

É uma paródia do poema “No caminho com Maiakóvski” (1968), de Eduardo Alves da Costa. Ajuda a ilustrar a pataquada de diretores de sete filmes que retiraram seus curtas do festival. Começaria no dia 23 de maio para celebrar 21 anos de vida. O motivo maior do boicote foi um documentário de 81 minutos, O jardim das aflições, sobre o filósofo de direita Olavo de Carvalho. Os revoltados afirmaram, em nota, que a escolha “favorece um discurso partidário alinhado a grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. O festival foi adiado por causa da debandada. A seleção era de nove filmes. Não seria isso o que se chama diversidade?

“Não é possível ter debate, só entre esquerdistas”, me disse o diretor Josias Teófilo. Ele revelou que sua vida ficou “insustentável” em Brasília depois de resolver filmar Olavo de Carvalho. “Grandes festivais disseram que eu não era bem-vindo e que nunca mais eu conseguiria dirigir nada. Esse documentário foi feito com crowdfunding porque seria impossível tentar a Lei Rouanet. Vivemos a tirania da coletividade sobre o indivíduo. Quem está fora desse establishment de esquerda só encontra má vontade no campo do cinema.”

A patrulha, de esquerda ou de direita, não é só burra, primária e insuportável. É perigosa. Favorece o obscurantismo, a ignorância. Na chamada esquerda brasileira, há grupos numerosos, especialmente no PT, que fazem distinção entre “a censura do bem” e a “censura do mal”. “As ditaduras do bem”, como Cuba e Venezuela, e “as do mal”, de direita. É de uma insensatez frenética e fanática a forma como tantos intelectuais relativizam prisões, torturas, arbitrariedades, corrupção, censura, preconceito sexual, força do Estado… desde que o regime seja de esquerda.

“Esses cineastas que boicotaram o Festival de Pernambuco conseguem ser piores que Mao e Hitler, que assistiam aos filmes antes de censurar. Leonid Brejnev proibiu um filme de Tarkovski, mas assistiu antes. Esse grupo aí não viu e não gostou”, disse o diretor Josias Teófilo. “O jardim das aflições é muito mais metafísico que político. Fala de Aristóteles e Platão. O documentário traz uma mensagem a favor da individualidade. Discorre sobre a morte. Não tem motivo esse desespero todo. Mandei mensagens simpáticas aos colegas revoltados, agradecendo pela divulgação. Eu não podia pagar assessoria de imprensa.”

Olavo de Carvalho tem 70 anos, vive hoje em Petersburg, uma cidade americana de 30 mil habitantes com 80% deles negros. Dá curso on-line de filosofia para 3 mil alunos. É apontado como um dos mentores do conservador Movimento Brasil Livre (MBL), embora recuse esse título e critique “a direita emergente”. É fervoroso opositor do PT e de Dilma. E crítico do governo Temer, que considera ilegítimo. “Como vice, Temer não tem rabo preso, ele é um rabo preso”, disse ao repórter João Fellet, da BBC Brasil, em sua casa.

Militou no Partido Comunista durante a ditadura, foi amigo de José Dirceu, escondeu armas. Já se envolveu com esoterismo e astrologia. Mas se aproximou da Igreja Católica. Hoje, reza antes de dormir. Mantém uma espingarda sobre a cama para defesa pessoal e tem 30 rifles de caça. Olavo de Carvalho é um provocador, um polemista, a favor da “democracia plebiscitária”.

Uma das diretoras que se retiraram da mostra em Pernambuco, Gabi Saegesser, do curta Iluminadas, disse que “O jardim das aflições vai contra qualquer possibilidade de diálogo”, ao falar sobre “um dos maiores representantes do conservadorismo de direita”. Para a cineasta, a presença do título na programação “é como se o festival desrespeitasse a visão política e social de outros filmes”. Não é só Olavo o alvo do boicote. Há outro filme, o longa de Rodrigo Bittencourt sobre as origens do Plano Real. Entre os diretores rebelados, estão Savio Leite, Cíntia Domit Bittar, Eva Randolph, Leo Tabosa.

Na arte, como na política e na vida, o Brasil passa por um momento delicado de torcidas e patotas que urram a favor e contra, distorcem a realidade e tentam calar o outro com discurso de ódio ou de vitimização. Tapar os ouvidos e os olhos a quem discorda de você é um atestado de fraqueza e autoritarismo. Você pode ou não acreditar que Lula não tem nenhuma influência sobre o PT. A cabeça é sua ainda. A aflição também.

Encerramos

Não tem jeito! Gostem ou não; façam mimimi, esperneiem, façam biquinho; mas o fato é que o filme sobre Olavo de Carvalho entrará para a história do cinema brasileiro como o retrato do momento em que milhares de brasileiros viram no filósofo uma fonte revigorante de luta contra Lula, o PT e a esquerda radical e criminosa que pairava impune sobre nosso país.

Por Jakson Miranda

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Confira noticias que foram destaques da semana

Se por algum motivo você não conseguiu acompanhar o noticiário, veja e reveja aqui as noticias que foram destaques da semana.

Procuradores reagem a Lula e afirmam que ameaça não vai deter marcha serena da justiça

A reação é uma resposta ao ex-presidente que insinuou uma conspiração incriminatória da Lava Jato contra ele.

 

STF contra Gilmar Mendes? Essa é a ideia de Rodrigo Janot

Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, pede impedimento do ministro Gilmar Mendes no caso Eike Batista.

 

Hotéis de Curitiba recusam Lula

A assessoria do ex-presidente teve dificuldade para encontrar um hotel para ele se hospedar em Curitiba para depoimento a Moro.

 

Assista na íntegra o depoimento de Lula a Moro

Réu, ele foi interrogado sobre recebimento de propina da Petrobras por meio de um tríplex no Guarujá e do armazenamento de bens que acumulou na Presidência

 

Lula-lá: Sentença de Moro deve sair até julho

Qual será a sentença de Moro? Melhor, alguém acredita na inocência do palhaço Jararaca?

 

Em depoimento, Lula atribui tudo relacionado ao triplex à falecida esposa Marisa: A culpa foi da Marisa 

 

Um tanto triste’, diz procurador da Lava Jato sobre Lula responsabilizar Marisa

 

Federais dizem que vão processar Lula por insinuar ‘prova plantada’

Reação da principal entidade dos policiais federais, Fenapef, atribui a ex-presidente ‘denunciação caluniosa’ porque no interrogatório ao juiz Sérgio Moro petista disse que ‘quem acusa’ poderia esclarecer sobre documento apreendido em sua residência em São Bernardo do Campo.

 

De novo, ele! Gilmar Mendes não julga habeas corpus que está há um ano em suas mãos

Atitude do ministro atrasa andamento de processo contra ex-deputado.

 

O Sr. Reinaldo Azevedo é uma vergonha! Reinaldo Azevedo virou advogado de Lula? 

 

Mônica Moura registrou em cartório e-mail que usou para falar com Dilma

Conta criada no Google permitia que as duas conversassem sobre investigações da Lava Jato deixando mensagens na caixa de rascunhos, sem que fossem enviadas.

Encerramos

Como veem, as noticias apontadas como destaques da semana versaram sobre corrupção, corruptos e picaretas. O Brasil não tem jeito? Tem. E nesse momento está sendo passado a limpo.

Ansiamos pelo dia em que traremos como destaques da semana coisas mais amenas.  De um Brasil recuperado e livre de todos esses que lhe fazem mal.

Por Jakson Miranda

 

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Reinaldo Azevedo virou advogado de Lula?

Rodrigo Constantino escreveu um ótimo texto fazendo a pergunta que não quer calar: Reinaldo Azevedo virou advogado do Lula?

Já nos acostumamos às sandices reinaldianas proferidas dia a dia contra Moro e a Lava Jato. Chegamos agora ao ponto em que, quando Moro se posiciona contra Lula, tio Rei vira lulista desde criança.

Triste fim.

Leiam o texto de Constantino: 

É realmente um caso espantoso esse do jornalista Reinaldo Azevedo. Começou como trotskista na juventude, tornou-se um dos grandes críticos do petismo, e agora dedica uns 99% do seu espaço em diversos veículos para atacar a Lava Jato, Sergio Moro e, sim, até defender Lula indiretamente. Claro, tudo sob o verniz do “legalismo”, como se fosse mais legalista do que o falecido “justice” Antonin Scalia, ou como se vivesse na Suíça, e não no Brasil.

Em sua coluna de hoje na Folha, Azevedo prefere fazer críticas ao juiz Moro no depoimento do réu Lula, em completa falta de sintonia com a população brasileira, que viu chocada, indignada, com estômago embrulhado, um cínico jogando a culpa em sua falecida esposa e levantando suspeitas inclusive de psicopatia em profissionais da área. Diz Reinaldo:

Assisti ao depoimento que Lula prestou a Sergio Moro na quarta (10). Ao contrário do que dizem os, serei contido, “apressados”, o que se deu em Curitiba não é nem pode ser um exemplo a ser seguido. A menos que se venha a fazer a escolha pelo terror jurídico. […] Sergio Moro esmagou o devido processo legal com um desassombro inédito em tempos democráticos.

[…] Onde está o busílis? O MPF não conseguiu produzir a prova de que Lula é o dono oculto do apartamento. Documentos de fé pública atestam que ele pertence à OAS. Carlos Fernando, um dos procuradores-estrela, lamentou nesta sexta que Lula não tenha produzido provas contra si… E disse que o MPF fará novas diligências. […] A síntese é esta: o MPF não conseguiu, de fato, a prova material de que o réu é dono do apartamento.

Como disse o advogado Cristiano Carvalho, que participa comigo em uma rede de debates e vinha sendo até então bastante benevolente com o blogueiro da Veja:

Reinaldo Azevedo reclama que o MPF não conseguiu produzir prova material de que Lula é o dono “oculto” do triplex.

Ai, ai, ai.. Reinaldo quer uma escritura em nome de Luis Inácio Lula da Silva? Se tem algo que é obviamente ululante é que justamente em corrupção e lavagem de dinheiro não existe esse tipo de prova material direta, mas outras, indiretas. E o MPF juntou centenas delas.

Daqui a pouco, Reinaldo vai exigir que se apresente recibo, com firma reconhecida em cartório, das propinas.

Pois é, as suspeitas que recaem sobre Reinaldo não param de aumentar, e cada vez menos gente o leva a sério. É pena. O meu ex-vizinho virtual escreve muito bem, sem dúvida. Tem cultura, é óbvio. E foi mesmo um ferrenho adversário do PT. Mas isso está tudo no passado.

Hoje ele parece só se dedicar a atacar a Lava Jato, Sergio Moro, o MPF. Alguns leitores têm uma tese nada lisonjeira sobre suas motivações. Não entro nessa seara, e não sou leviano. Limito-me a constatar o triste fato: Reinaldo Azevedo não é mais o mesmo. E que fique por aí repetindo que é um liberal é algo que me incomoda, e por isso preciso reagir.

Os liberais prezam muito o estado democrático de direito, sem dúvida. Mas não tentam usá-lo como desculpa para a impunidade de notórios bandidos, tentando apelar para um preciosismo que nem o mais legalista na Suíça faria. O espírito da lei, como nos ensina Shakespeare em O mercador de Veneza, precisa ser levado em conta.

Reinaldo está parecendo Shylock, ao insistir que tem direito ao seu naco de carne, pois está escrito no contrato, e não importa que Antonio queira pagar o triplo do que deve. Tudo bem, Reinaldo. Mas cuidado: você terá que tirar a libra de carne sem deixar cair sequer uma gota de sangue. Afinal, nada consta sobre sangue no contrato…

Pela lógica ultralegalista de Reinaldo, até o goleiro Bruno teria que ser solto, pois não há a prova documental do crime, o corpo de Eliza Samúdio. Será que esse hiperlegalismo do escriba vai tão longe? Será que ele vai aplicar a mesma lógica para todos os bandidos presos no país? E ainda pretende fazê-lo em nome do estado de direito?

Reinaldo tem recebido elogios de petistas, e pior: tem celebrado isso, em vez de sentir vergonha, como qualquer pessoa decente deveria (se um petista me elogia, eu fico logo preocupado). Se continuar desse jeito, Reinaldo, vai sobrar apenas petista te elogiando…

PS: A prova de que Reinaldo Azevedo mudou muito pode ser encontrada nesse artigo sobre Dirceu e o mensalão, em que diz: “encontrar as provas periciais da atuação de Dirceu no esquema é mesmo impossível. Os chefes não costumam deixar rastros, não fazem ligações, não mandam e-mails. E, acrescento eu, não deixam, obviamente, atos de ofício. Não adianta buscar memorandos assinados. O que se tem de concreto contra José Dirceu? O testemunho de políticos, de líderes partidários e de empresários que negociavam diretamente com ele. […] Gurgel demonstrou que José Dirceu participou pessoalmente de reuniões que resultaram em empréstimos fraudulentos feitos ao PT pelos bancos Rural e BMG. Assinou algum documento? Não! Há os testemunhos e há os empréstimos fictícios, que buscavam justificar a movimentação de dinheiro das empresas de Marcos Valério, que iam parar nas mãos dos políticos indicados pelo PT”. Pois é, quem te viu, quem te vê…

Retomo: 

Acrescentar o que? Rodrigo colocou no papel aquilo que muitos de nós estão há tempos se perguntando.

Realmente Reinaldo mudou muito.

Os motivos?

Só ele sabe. Que preste contas à sua consciência.

Por Renan Alves da Cruz

 

Para datafolha Lula lidera, mas quem cresce é Bolsonaro

Segundo pesquisa divulgada ontem pelo datafolha Lula, ex-presidente e sério candidato a se tornar presidiário, lidera a disputa presidencial para 2018, com 30% das intenções de voto.

Todavia, chama atenção o extraordinário crescimento do deputado federal Jair Messias Bolsonaro.

Antes, porém, algumas observações:

Por inúmeras vezes, decretou-se a morte política de Luis Inácio Lula da Silva. Nós mesmos do Voltemos à Direita acreditamos nisso. Por outro lado, determinados “formadores de opinião” ao verem seus candidatos minguarem nas intenções de voto, alardeiam o medo de Lula vencer as eleições em 2018.

Lula vencerá mesmo, em 2018, caso dispute? Na pesquisa datafolha Lula lidera. Na pesquisa ibope Lula lidera. Sim, é possível que o sapo barbudo vença. Porém, não será algo tão simples como fazem parecer ser.

Ao mesmo tempo em que alcança a casa dos 30% de intenções de voto, Lula também alcança 45% de rejeição.  Isso é muito! Para que o leitor tenha uma ideia, em 1989, a média de rejeição a Lula era de 26,4%; em 1994 de 31,9%; em 1998, 32,9%. Vale lembrar que mesmo com esses índices, o petista naufragou na disputa eleitoral. Se tomarmos como exemplo a campanha de 2006, o ex-presidente aparecia com 31% de rejeição e sofreu para vencer a disputa. Ou seja, nada se compara aos 45% atuais. E numa disputa eleitoral, esse número tende a aumentar à medida que os adversários confrontarem o petista com os tenebrosos e escancarados casos de corrupção. Como, em um debate, Lula ao vivo, explicar o recebimento de propina e caixa dois? Como explicar o súbito enriquecimento de seus filhos e sobrinho?

Ainda assim, Lula pode vencer. Sabemos que moralmente o brasileiro não é lá um padrão de excelência! Todavia, se vencer, Lula não terá um Congresso para chamar de seu. Não poderá mais comprar parlamentares e com sua rejeição, não conseguirá eleger muitos petistas para a Câmara e senado. Nesse contexto, a possibilidade de ter uma maioria oposicionista é grande.

Pronto! Acho que já falamos demasiado do Brahma, sapo barbudo, 9 dedos e por aí vai.

E o que podemos falar sobre Jair Bolsonaro? Não resta dúvidas que nesse momento Bolsonaro é nosso candidato e só mudaremos de posição e opinião, se surgir algum caso de corrupção envolvendo o deputado.

Por conta do seu não envolvimento com a roubalheira protagonizada por políticos e grandes empresários, o nome de Bolsonaro ganha força.

Por falar o que todo brasileiro pensa sobre determinados temas, o nome de Bolsonaro ganha musculatura.

De fato, seu crescimento tem sido extraordinário! Basta lembrar que a não muito tempo, seu nome sequer era incluído nas pesquisas. Basta lembrar que a não muito tempo, seu nome figurava nos cenários de 2° turno.

Em uma disputa de 2° turno, segundo o datafolha Lula estaria hoje com 43% e Bolsonaro com 31%.

E se Bolsonaro não vencer? E se Bolsonaro não for para o 2° turno?

Evidentemente que são possibilidades que estão na ordem do dia. Sabemos que Bolsonaro não terá muitos aliados políticos e não terá muito tempo de radio de TV. Isso pode influenciar negativamente no resultado final. A arma que Jair Bolsonaro terá que explorar será as redes sociais.

Como vimos no exemplo de Lula, baixo índice de rejeição não é sinônimo de vitória e isso também é possível de acontecer com Bolsonaro.

Todavia, eis a questão:

Na hipótese de não ir ao 2° turno, com os números de hoje, qualquer candidato que esteja na disputa, terá que sentar e conversar com Jair Bolsonaro. Isso significa incorporar as ideias do deputado. Isso significa ceder influência do futuro governo ao deputado. Trocando em miúdos, mesmo na hipótese de derrota, Bolsonaro será o grande vencedor.

Minha sugestão a Jair Bolsonaro é que ele desde já comece a se cercar de bons assessores. E principalmente, que ele tenha a seu lado e torne isso público, bons nomes da economia, educação e políticas publicas.

Na pesquisa datafolha Lula lidera, mas, a grande novidade é o crescimento de Jair Bolsonaro, evidenciando que em 2018, teremos uma disputa da direita X esquerda.

Por Jakson Miranda

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Greve geral pode ser boa para milhares de brasileiros. Saiba por quê.

Hoje cedo publicamos um post sobre a greve geral de amanhã. Ato promovido pela CUT e outros sindicatos e claro, com o apoio entusiástico do PT e demais partidos de esquerda.

Não, amigos, fiquem tranquilos. Não vamos nos contradizer. Apenas queremos registrar que há motivos suficientes que nos levam a acreditar que a greve geral promovida pela esquerda, pode ser boa para milhares de brasileiros.

A razão é muito simples e pode ser resumida da seguinte forma:

Pensem que amanhã, para os que irão trabalhar, será um dia extremamente positivo e produtivo, sem aquele seu colega pançudo esquerdista o tempo todo falando de suas ideias furadas, trabalhando pouco porque não para de “debater” política.

Sem contar aqueles casos em que realmente não dá para ficar calado diante de tanta idiotice dita pelo petista que o ambiente fica carregado. Amanhã será um dia de paz!

Para centenas de milhares de alunos, de todos os níveis, amanhã será um dia a menos de doutrinação esquerdopata! Quem sabe amanhã esses alunos terão a oportunidade de ler um livro e conversar com alguém que realmente lhes ensine algo importante? Pensem no ganho para a formação desses brasileiros!

Se amanhã algum valente tiver a brilhante ideia de depredar prédios públicos e privados e enfrentarem a policia, segundo feira terão que ir trabalhar com a bunda dolorida por ter tomado um merecido cassetete. Imaginem a humilhação do pançudo e o regozijo zombeteiro dos demais colegas?  Isso não tem preço!

Aí está! A greve geral pode ser boa para milhares de brasileiros. Por motivos totalmente alheios à pauta petralha dos grevistas.

Por Jakson Miranda

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Na greve geral nesta sexta feira, só vai esquerdista?

Alguns setores e sindicatos estão aderindo à greve geral nesta sexta feira. Para os moradores dos grandes centros urbanos, será mais um dia de caos.

Para quem não lembra, há pouco mais de um mês, houve a convocação de uma greve geral, agendada para o dia 15 de março, uma quarta feira. Na ocasião, escrevemos o seguinte:

Por mais que a greve geral tenha sido convocada por grupos de esquerda e ligados ao PT, não deixamos de reconhecer sua legitimidade. O que lamentamos é que esse tipo de paralisação seja exclusividade da esquerda.

O principal motivo de paralisação tem como alvo a Reforma da Previdência e logo não é um assunto que diz respeito à oposição X governo, à direita ou à esquerda, mas, a sociedade como um todo, sem verniz ideológico ou partidário.

Não se discute a necessidade da reforma, porém, acredito que por mais necessária que seja esse não é o momento, e o caminho escolhido pelo governo não é o mais adequado.

E então, será que em pouco mais de um mês, continuamos apoiando uma greve geral, como ficou subtendida no post do dia 15? Reparem que nesse ínterim, a reforma da Previdência continua sendo discutida e a reforma Trabalhista já está em fase adiantada. Mesmo que a toque de caixa e com pouco dialogo com a sociedade, o governo acertou na reforma Trabalhista, em extinguir o fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Creio que esse fato por si só, é suficiente para ser comemorado, exceto pela esquerda e seus pançudos sindicalistas. Logicamente que todas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo senado.

Diante do exposto até aqui neste artigo, fica claro que se antes, nós do voltemos à direita entendiamos e víamos justificativas plausíveis para um antipetista e antiesquerdista aderir à greve naquele momento, tais justificativas desaparecem na greve geral nesta sexta feita.

Assim, o ato de amanhã tem apenas uns poucos interessados, cujos interesses estão longe dos interesses dos trabalhadores. E quem são esses interessados? Oras, é claro que são os sindicatos! É claro que são os esquerdistas!

E não, eles não estão se manifestando contra a corrupção. Estão se manifestando apenas com o objetivo de ganhar uma sobrevida para 2018 e nesse ponto, o governo Temer tem sido um belo cabo eleitoral à turma, conforme escrevemos no post do dia 15,

A greve geral de hoje, que de geral não tem nada, mas chama atenção, mostra-nos que a esquerda ainda tenta ganhar uma sobrevida e certa influência e só chegamos a isso porque o governo Temer, ao invés de seguir o clamor das ruas que derrubaram Dilma, melhor, ao invés de ouvir a “direita xucra”, resolveu seguir o caminho inverso. Chafurdando-se e afundando-se cada vez mais fundo no lamaçal em que a velha classe política reside.

E não será diferente na greve geral nesta sexta feira. Aliás, a única diferença que salta aos olhos, é assistirmos diferentes grupos, inclusive setores da igreja católica, como a CNBB, apoiarem tal greve, que nada tem de ato pelo Brasil, mas sim de excesso de pauta da esquerda. Em vídeo, o bispo da diocese de Santarém, no Pará, Dom Flávio Giovanele, convidou todos a se posicionarem firmemente em relação à reforma da previdência e trabalhista.

Giovanele é italiano e deve conhecer bem nossa CLT. Não porque ele seja um estudioso do assunto, mas sim, como todos sabemos, porque a inspiração para as leis trabalhistas no Brasil vieram do fascismo italiano.

De fato, sindicalismo e CLT são por demais fascistas e historicamente estão umbilicalmente ligados às esquerdas. Não obstante, aqui e acolá vem alguns tontos quererem ligar o fascismo à direita. Pra cima de mim, não!

Por fim, respondendo a pergunta: Na greve geral nesta sexta feira, só vai esquerdista? Sim. Esquerdistas, picaretas ou desinformados.

Por Jakson Miranda

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Quanto vale o serviço político-partidário?

Qual o custo-benéfico do serviço político-partidário do nosso país? A colunista Dora Kramer, em primorosa coluna na revista Veja, enfatiza a noção de que os partidos brasileiros cobram caro por um péssimo serviço. O titulo de sua coluna em Veja é: Casa, comida e roupa lavada. A partir da leitura do texto, criamos nosso próprio titulo: Quanto vale o serviço político-partidário?

Leiam o artigo

Atolados no lamaçal, revelado pela Lava-jato, cujo mais recente produto levou à abertura de inquéritos para investigar 108 políticos em variadas instâncias judiciais, os partidos brasileiros andam às voltas com uma ideia que lhes parece brilhante. A saída ideal para a falta de caixa reinante com a proibição de doações por parte de pessoas jurídicas: tomar de assalto os bolsos e bolsas das pessoas físicas.

O argumento? “A democracia custa caro”. De fato, custa. Como quase tudo o que é bom. A questão relevante, no entanto, é estabelecer quem paga a conta. No entender dos partidos, a dolorosa cabe à sociedade. Logo ela, que nos impostos já paga pelo que não recebe. A qualidade da mercadoria é outro item indispensável a ser incluído em qualquer contrato. E aqui é que a negociação empaca, porque, no caso do nosso plantel partidário, o serviço oferecido é de quinta categoria.

A respeito disso fala a lista de investigados apresentada pelo ministro Edson Fachin ao Supremo Tribunal Federal, ao Superior Tribunal de Justiça e à Justiça de primeira instância: são dezesseis os partidos envolvidos, quase metade das 35 legendas existentes no país. Isso sem falar nos 56 pedidos de registro à espera da decisão do Tribunal Superior Eleitoral, numa demonstração de que criar um partido é excelente negócio. Não é necessário investimento e, de inicio, há retorno garantido na forma de uma parcela do fundo partidário, que hoje anda na casa dos 860 milhões de reais. Dinheiro do público.

Em ano de eleição há sempre a oportunidade de lucro para quem oferece a legenda a agremiações maiores interessadas em firmar coligações para aumentar o tempo no horário gratuito de rádio e televisão. Sai de graça para as emissoras, que, em troca, recebem do governo o benéfico da renuncia fiscal. Dinheiro do público. A produção de tais programas ficava ao encargo das doações empresariais pluripartidárias, multimilionárias e em boa parte feitas por meios e modos ilegais, envolvendo do uso de caixa dois à corrupção deslavada.

Em 2015, o STF proibiu esse tipo de financiamento com o intuito de reduzir a influência de grandes grupos econômicos sobre as eleições e a atuação dos eleitos em seus respectivos cargos. (…)

Os partidos não se mexeram para procurar novas formas de financiamento. A única fonte que ocorre a eles é o Tesouro. No Congresso, urdem a criação de mais um fundo para financiar as campanhas, coisa da ordem de bilhões de reais. E eles não param por aí: agora reivindicam ao TSE autorização para utilizar dinheiro (público) do fundo partidário no pagamento de multas devidas pelo uso indevido dos recursos do fundo partidário. Parece piada, mas não tem a menor graça.

Voltamos

A classe política ainda acredita que vive em uma bolha protetora. Tudo podem fazer e nada lhes acontece e acreditando nessa valida noção, propõem aberrações como as lembradas por Dora Kramer. É surreal! É fazer do Brasil um grande circo.

A pergunta permanece: Quanto vale o serviço político-partidário?

Voltemos à Direita

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O COMUNISMO ACABOU. O SENHOR NÃO VIU?

Percival Puggina, nos brinda com esse excelente artigo: O comunismo acabou. O senhor não viu?

Devo ter recebido ao longo dos anos mais de uma centena de indignados e-mails em que leitores pretendem me alertar para o retumbante fato de que o comunismo acabou, morreu, kaputt. “Caiu o muro, o senhor não viu?”, perguntava e ensinava-me um desses leitores depois de ler minha coluna em Zero Hora deste fim de semana. Respondi-lhe que em flagrante contradição com seu arrazoado, o Brasil conta com nada menos de cinco partidos comunistas ativos e um em organização. A estes, se acrescem outras legendas que abrigam em seus quadros esforçados defensores desse regime.

O tema é oportuno e me traz à lembrança numeroso grupo de políticos com os quais tenho debatido ao longo dos últimos trinta anos em programas de rádio e TV no Rio Grande do Sul. No clássico formato dois para lá, dois para cá, diante de microfones e câmeras, desfilaram no lado de lá dezenas de figuras públicas, homens e mulheres, muitos dos quais consagrados nas urnas, sempre prontos para defender com unhas, dentes e bico do sapato os regimes cubano e venezuelano. E não ficavam por aí. A mesma disposição se estendia à proteção do Foro de São Paulo, à exaltação dos objetivos do bispo paraguaio Fernando Lugo, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, bem como às maquinações golpistas de Manuel Zelaya em Honduras.

Bastava a produção dos programas convidar e eles compareciam para a exótica defesa do indefensável. Foi assim que, repetidamente os ouvi afirmar que Cuba era uma democracia – “de outro formato”, não “burguesa” como seria a nossa, mas “definitivamente uma democracia”. Convenhamos. Democracia com presos políticos? Sem oposição? Com eleição em lista única e fechada? Onde o regime ganha todas porque não tem para quem perder? Pude perceber nesses debates, então, a completa inutilidade dos fatos e dos argumentos contra a militância desse anunciado defunto… E ainda hoje reiteram, porque convém: “O comunismo acabou. O senhor não viu?”.

Foi assim que acompanhei, nestes dias, os acontecimentos da Venezuela, país onde o governo resolveu golpear a população com um “socialismo bolivariano” que outra coisa não é senão uma versão bufa do regime cubano. O povo cubano foi apanhado, há 58 anos, por numa armadilha infernal. Os venezuelanos foram atrás da mesma conversa, caíram em arapuca semelhante e também não conseguem sair porque o governo estabelece embaraços ao rodízio do poder, seja por ação direta de Maduro, que simplesmente não marca eleições, seja através do Tribunal Supremo de Justiça. Quando ficou evidenciada a derrota do oficialismo nas eleições parlamentares de 2015 (a oposição fez 112 das 167 cadeiras), o topo do poder judiciário do país foi recheado por 13 novos membros para compor robusta maioria chavista.

A conclusão é óbvia: se o comunismo acabou, se morreu, os que por ele trabalham são como agentes funerários. Quando o Tribunal Supremo deu o golpe e assumiu as funções da Assembleia Nacional, os agentes funerários estabelecidos nos nossos blogs de esquerda defenderam a medida alegando que o parlamento venezuelano era uma organização dominada pela “direita golpista”. (Alô, alô, leitor? Esse qualificativo lhe soa conhecido? Pois é.) E quando Maduro e o Tribunal Supremo, percebendo a péssima repercussão da medida, a revogaram, esses mesmos blogs deixaram o dito pelo não dito e noticiaram o recuo como se fosse um avanço. Tudo muito lúgubre.

Artigo publicado originalmente no blog do Percival Puggina

P.S. Puggina lembra-nos que em Cuba na eleição o eleitor não sabe em quem está votando: Com eleição em lista única e fechada? É exatamente isso que está se propondo aqui no Brasil, com uma pseudo reforma política. Fiquemos de olhos bem abertos!

Reforma política: Sem fundo público! Com redução de mandato no Legislativo

Quando o governo petista de Dilma Rousseff entrou em metástase, aventou-se uma reforma política. Era a turma manobrando para continuar no poder e de cara, emplacar teses caras à esquerda, como voto em lista e financiamento público de campanha. Não deu certo!

O governo petista de Dilma Rousseff caiu por conta do peso de seus próprios equívocos, políticos e econômicos, mas caiu, sobretudo, por conta dos constantes, certeiros e firmes petados vindos da Lava Jato.

À medida que a Operação Lava Jato continua avançando para outras siglas e nomes até outrora, eternamente influentes na política tupiniquim se veem ameaçados de caírem na irrelevância, ou pior, na cadeia, a ideia da Reforma política volta à tona e mais uma vez, com ideias caras à esquerda.

Não à toa, o relator da reforma é o deputado petista Vicente Cândido (PT-SP). Entre as propostas apresentadas, está o financiamento público de campanha e o voto em lista. Consta também o fim da reeleição e mandatos de 5 anos para o executivo.

Qual partido de esquerda irá reclamar de um conjunto de propostas dessas? Qual raposa política não desejará continuar no galinheiro que continuará a ser nossa política caso essas propostas sejam aprovadas?

Evidentemente que a reforma política é uma daquelas questões cuja urgência é para ontem. Em enquete realizada em um dos nossos artigos, o tema é visto com importância maior do que a reforma da Previdência, porém, feita como está sendo feita, a toque de caixa, tem como único objetivo o salve geral da companheirada.

É claro que o tema precisa ser abordado com maior profundidade, porém, mantemos nossa convicção expressa há quase dois anos quando publicamos o artigo: Nossa proposta de reforma política. Ali, registramos nossa oposição a propostas idênticas às que acabam de serem defendidas pelos nobres deputados. Na ocasião, propomos como principal eixo de uma reforma política, a redução do mandato de deputados e vereadores para dois anos, com direito a reeleição.

E porque não? Algum político terá a coragem de encampar essa ideia? Sem fundo público! Com redução de mandato no Legislativo!

Na sua opinião, qual deve ser a duração de mandato de um Deputado Federal?

 

Por Jakson Miranda