Quanto vale o serviço político-partidário?

Qual o custo-benéfico do serviço político-partidário do nosso país? A colunista Dora Kramer, em primorosa coluna na revista Veja, enfatiza a noção de que os partidos brasileiros cobram caro por um péssimo serviço. O titulo de sua coluna em Veja é: Casa, comida e roupa lavada. A partir da leitura do texto, criamos nosso próprio titulo: Quanto vale o serviço político-partidário?

Leiam o artigo

Atolados no lamaçal, revelado pela Lava-jato, cujo mais recente produto levou à abertura de inquéritos para investigar 108 políticos em variadas instâncias judiciais, os partidos brasileiros andam às voltas com uma ideia que lhes parece brilhante. A saída ideal para a falta de caixa reinante com a proibição de doações por parte de pessoas jurídicas: tomar de assalto os bolsos e bolsas das pessoas físicas.

O argumento? “A democracia custa caro”. De fato, custa. Como quase tudo o que é bom. A questão relevante, no entanto, é estabelecer quem paga a conta. No entender dos partidos, a dolorosa cabe à sociedade. Logo ela, que nos impostos já paga pelo que não recebe. A qualidade da mercadoria é outro item indispensável a ser incluído em qualquer contrato. E aqui é que a negociação empaca, porque, no caso do nosso plantel partidário, o serviço oferecido é de quinta categoria.

A respeito disso fala a lista de investigados apresentada pelo ministro Edson Fachin ao Supremo Tribunal Federal, ao Superior Tribunal de Justiça e à Justiça de primeira instância: são dezesseis os partidos envolvidos, quase metade das 35 legendas existentes no país. Isso sem falar nos 56 pedidos de registro à espera da decisão do Tribunal Superior Eleitoral, numa demonstração de que criar um partido é excelente negócio. Não é necessário investimento e, de inicio, há retorno garantido na forma de uma parcela do fundo partidário, que hoje anda na casa dos 860 milhões de reais. Dinheiro do público.

Em ano de eleição há sempre a oportunidade de lucro para quem oferece a legenda a agremiações maiores interessadas em firmar coligações para aumentar o tempo no horário gratuito de rádio e televisão. Sai de graça para as emissoras, que, em troca, recebem do governo o benéfico da renuncia fiscal. Dinheiro do público. A produção de tais programas ficava ao encargo das doações empresariais pluripartidárias, multimilionárias e em boa parte feitas por meios e modos ilegais, envolvendo do uso de caixa dois à corrupção deslavada.

Em 2015, o STF proibiu esse tipo de financiamento com o intuito de reduzir a influência de grandes grupos econômicos sobre as eleições e a atuação dos eleitos em seus respectivos cargos. (…)

Os partidos não se mexeram para procurar novas formas de financiamento. A única fonte que ocorre a eles é o Tesouro. No Congresso, urdem a criação de mais um fundo para financiar as campanhas, coisa da ordem de bilhões de reais. E eles não param por aí: agora reivindicam ao TSE autorização para utilizar dinheiro (público) do fundo partidário no pagamento de multas devidas pelo uso indevido dos recursos do fundo partidário. Parece piada, mas não tem a menor graça.

Voltamos

A classe política ainda acredita que vive em uma bolha protetora. Tudo podem fazer e nada lhes acontece e acreditando nessa valida noção, propõem aberrações como as lembradas por Dora Kramer. É surreal! É fazer do Brasil um grande circo.

A pergunta permanece: Quanto vale o serviço político-partidário?

Voltemos à Direita

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O COMUNISMO ACABOU. O SENHOR NÃO VIU?

Percival Puggina, nos brinda com esse excelente artigo: O comunismo acabou. O senhor não viu?

Devo ter recebido ao longo dos anos mais de uma centena de indignados e-mails em que leitores pretendem me alertar para o retumbante fato de que o comunismo acabou, morreu, kaputt. “Caiu o muro, o senhor não viu?”, perguntava e ensinava-me um desses leitores depois de ler minha coluna em Zero Hora deste fim de semana. Respondi-lhe que em flagrante contradição com seu arrazoado, o Brasil conta com nada menos de cinco partidos comunistas ativos e um em organização. A estes, se acrescem outras legendas que abrigam em seus quadros esforçados defensores desse regime.

O tema é oportuno e me traz à lembrança numeroso grupo de políticos com os quais tenho debatido ao longo dos últimos trinta anos em programas de rádio e TV no Rio Grande do Sul. No clássico formato dois para lá, dois para cá, diante de microfones e câmeras, desfilaram no lado de lá dezenas de figuras públicas, homens e mulheres, muitos dos quais consagrados nas urnas, sempre prontos para defender com unhas, dentes e bico do sapato os regimes cubano e venezuelano. E não ficavam por aí. A mesma disposição se estendia à proteção do Foro de São Paulo, à exaltação dos objetivos do bispo paraguaio Fernando Lugo, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, bem como às maquinações golpistas de Manuel Zelaya em Honduras.

Bastava a produção dos programas convidar e eles compareciam para a exótica defesa do indefensável. Foi assim que, repetidamente os ouvi afirmar que Cuba era uma democracia – “de outro formato”, não “burguesa” como seria a nossa, mas “definitivamente uma democracia”. Convenhamos. Democracia com presos políticos? Sem oposição? Com eleição em lista única e fechada? Onde o regime ganha todas porque não tem para quem perder? Pude perceber nesses debates, então, a completa inutilidade dos fatos e dos argumentos contra a militância desse anunciado defunto… E ainda hoje reiteram, porque convém: “O comunismo acabou. O senhor não viu?”.

Foi assim que acompanhei, nestes dias, os acontecimentos da Venezuela, país onde o governo resolveu golpear a população com um “socialismo bolivariano” que outra coisa não é senão uma versão bufa do regime cubano. O povo cubano foi apanhado, há 58 anos, por numa armadilha infernal. Os venezuelanos foram atrás da mesma conversa, caíram em arapuca semelhante e também não conseguem sair porque o governo estabelece embaraços ao rodízio do poder, seja por ação direta de Maduro, que simplesmente não marca eleições, seja através do Tribunal Supremo de Justiça. Quando ficou evidenciada a derrota do oficialismo nas eleições parlamentares de 2015 (a oposição fez 112 das 167 cadeiras), o topo do poder judiciário do país foi recheado por 13 novos membros para compor robusta maioria chavista.

A conclusão é óbvia: se o comunismo acabou, se morreu, os que por ele trabalham são como agentes funerários. Quando o Tribunal Supremo deu o golpe e assumiu as funções da Assembleia Nacional, os agentes funerários estabelecidos nos nossos blogs de esquerda defenderam a medida alegando que o parlamento venezuelano era uma organização dominada pela “direita golpista”. (Alô, alô, leitor? Esse qualificativo lhe soa conhecido? Pois é.) E quando Maduro e o Tribunal Supremo, percebendo a péssima repercussão da medida, a revogaram, esses mesmos blogs deixaram o dito pelo não dito e noticiaram o recuo como se fosse um avanço. Tudo muito lúgubre.

Artigo publicado originalmente no blog do Percival Puggina

P.S. Puggina lembra-nos que em Cuba na eleição o eleitor não sabe em quem está votando: Com eleição em lista única e fechada? É exatamente isso que está se propondo aqui no Brasil, com uma pseudo reforma política. Fiquemos de olhos bem abertos!

Reforma política: Sem fundo público! Com redução de mandato no Legislativo

Quando o governo petista de Dilma Rousseff entrou em metástase, aventou-se uma reforma política. Era a turma manobrando para continuar no poder e de cara, emplacar teses caras à esquerda, como voto em lista e financiamento público de campanha. Não deu certo!

O governo petista de Dilma Rousseff caiu por conta do peso de seus próprios equívocos, políticos e econômicos, mas caiu, sobretudo, por conta dos constantes, certeiros e firmes petados vindos da Lava Jato.

À medida que a Operação Lava Jato continua avançando para outras siglas e nomes até outrora, eternamente influentes na política tupiniquim se veem ameaçados de caírem na irrelevância, ou pior, na cadeia, a ideia da Reforma política volta à tona e mais uma vez, com ideias caras à esquerda.

Não à toa, o relator da reforma é o deputado petista Vicente Cândido (PT-SP). Entre as propostas apresentadas, está o financiamento público de campanha e o voto em lista. Consta também o fim da reeleição e mandatos de 5 anos para o executivo.

Qual partido de esquerda irá reclamar de um conjunto de propostas dessas? Qual raposa política não desejará continuar no galinheiro que continuará a ser nossa política caso essas propostas sejam aprovadas?

Evidentemente que a reforma política é uma daquelas questões cuja urgência é para ontem. Em enquete realizada em um dos nossos artigos, o tema é visto com importância maior do que a reforma da Previdência, porém, feita como está sendo feita, a toque de caixa, tem como único objetivo o salve geral da companheirada.

É claro que o tema precisa ser abordado com maior profundidade, porém, mantemos nossa convicção expressa há quase dois anos quando publicamos o artigo: Nossa proposta de reforma política. Ali, registramos nossa oposição a propostas idênticas às que acabam de serem defendidas pelos nobres deputados. Na ocasião, propomos como principal eixo de uma reforma política, a redução do mandato de deputados e vereadores para dois anos, com direito a reeleição.

E porque não? Algum político terá a coragem de encampar essa ideia? Sem fundo público! Com redução de mandato no Legislativo!

Na sua opinião, qual deve ser a duração de mandato de um Deputado Federal?

 

Por Jakson Miranda

Centrais sindicais deveriam ir à bancarrota

Alguém já soube de três ou ao menos duas centrais sindicais irem à falência? Tudo bem, uma que seja? É um tanto antagônico que com a crise que atravessamos, centenas de fábricas e lojas fecharam as portas. 12 milhões de pessoas perderam seus empregos, mas as centrais sindicais continuam aí, firmes e fortes.

Como exemplo de empreendedorismo, cujas estratégias deveriam ser copiadas por aqueles que não conseguiram alavancar o negocia, anualmente, arrecadam alguns bilhões de reais.

O  fato, vergonhoso, ressalte-se, é que as centrais sindicais se tornaram um nebuloso balcão de negócios e digo nebuloso porque não estamos falando daquele tipo de negócio que gera riqueza, empregos e que também traz consigo risco de perdas e falência.

Estamos falando, isto sim, de uma monstruosa arrecadação de verbas, descontada do salário do pobre trabalhador, seja ele sindicalizado, seja ele um ferrenho opositor a esse tipo de organização.

Logicamente, ressalte-se, que toda a verba arrecadada é gerida de forma transparente, e ninguém deve se preocupar quanto ao bom uso dos recursos, nem governo e principalmente, trabalhadores. É importante que esse parágrafo não seja tomado ao pé da letra, mas sim, lido com o devido tom irônico.

Ao menos os sindicatos e centrais sindicais, se preocupam com os trabalhadores? É bem verdade que as referidas organizações estão se opondo ao projeto de lei da terceirização. E do mesmo modo, têm se posicionado contra a Reforma da Previdência.

O interesse maior desses posicionamentos é pela defesa dos trabalhadores? Vejamos.

Segundo matéria da Folha de São Paulo, as centrais sindicais abriram negociação com o governo Temer. Se o governo voltar a permitir a cobrança da contribuição assistencial, as organizações sindicais apoiarão as reformas propostas pelo governo.

Leiam a matéria

Centrais sindicais ofereceram ao presidente Michel Temer a abertura de negociações para apoiar as reformas da Previdência e trabalhista em troca de ajuda do governo para retomar a cobrança da contribuição assistencial —taxa paga por trabalhadores para financiar a atividade dos sindicatos.

Dirigentes da Força Sindical, comandada pelo deputado Paulinho da Força (SD-SP), se reuniram na terça (21) com Temer e com o ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) para apresentar a proposta.

Os sindicalistas pediram que o presidente edite uma medida provisória ou apoie a aprovação no Congresso de um projeto que regulamente a cobrança da contribuição.

Em troca, as centrais aceitariam reduzir suas resistências às propostas de Temer para alterar regras previdenciárias e trabalhistas.

A contribuição assistencial é descontada pelos sindicatos dos trabalhadores da categoria que representam, mesmo dos não filiados. Em fevereiro, o STF proibiu a cobrança da taxa de trabalhadores não sindicalizados.

O valor da contribuição é decidido por cada entidade em assembleias e convenções coletivas e usado para financiar as atividades sindicais. Além dessa taxa, as entidades cobram a contribuição sindical, que é obrigatória e equivale a um dia de trabalho.

Centrais, sindicatos, federações e confederações arrecadaram R$ 3,5 bilhões com a contribuição sindical em 2016. Estimam que a taxa assistencial, cobrada à parte, representa até 80% do orçamento de algumas entidades.

Encerramos

Onde está a preocupação das centrais sindicais com os trabalhadores? Se o fator preponderante é mais e mais verbas como única contraproposta que os ditos representantes dos trabalhadores apresentam ao governo, então, fica o apelo para que cada vez mais trabalhadores fujam do sindicalismo.

Diante do quadro, é bastante oportuno lembrarmos as palavras do jornalista Diogo Casagrande em seu belo artigo Porque os Estados Unidos. Nele, Casagrande faz os seguintes questionamentos:

Alguém por favor pode me explicar por que tanta gente quer ir morar legal ou ilegalmente nos EUA se lá não tem CLT e nem Justiça do Trabalho? Se lá não tem 13° e tampouco licença maternidade remunerada? Como suportar um país onde decisões sobre férias, ausências por doença ou feriados nacionais são negociadas caso a caso entre empregador e empregado?

Por aí já conseguimos entender uma das causas da abissal diferença entre um trabalhador tupiniquim e um americano.

Por essas e outras que não há atitude mais sensata do que torcermos para que as centrais sindicais entrem na bancarrota. Pelo bem do Brasil. Pelo bem dos trabalhadores.

E você, acha que as centrais sindicais representam os trabalhadores? Deixe seu voto.

 

Por Jakson Miranda

Um exemplo clássico de analfabeto funcional

O Brasil é uma verdadeira fábrica, funcionando a todo vapor, de um tipico ser: O analfabeto funcional, que atua como douto comentarista daquilo que leu e nada entendeu.

A nova edição de revista Veja, traz nas páginas amarelas dessa semana, uma entrevista com Wemerson da Silva Nogueira, professor de biologia da rede publica de ensino do Espírito  Santo.

Um professor da rede pública de ensino ser entrevistado por uma das principais revistas do país já é um grande feito. Mas esse não é o principal feito do professor, que leciona para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Após ganhar o prêmio Educador nota 10, Wemerson chegou à final do Global Teacher Prize, prêmio de melhor professor do mundo.

Caso houvesse ganhado o prêmio, infelizmente não ganhou, o professor capixaba poderia se tornar objeto de estudo de especialistas de diferentes áreas do conhecimento. Teses e artigos seriam escritos sobre sua façanha. Um enigma a ser entendido, afinal, como é possível um país como o Brasil, cuja educação é de péssima qualidade, ter o melhor professor do mundo?

Nessa seara, nosso país atravessa um tenebroso ciclo vicioso: As faculdades de pedagogia enfiam Paulo Freire goela abaixo dos futuros professores e esses, vomitam as ideias construtivistas em sala de aula. Resultado: anualmente, centenas de milhares de alunos terminam o Ensino Médio sem saberem desenhar um “O” com um copo. São os conhecidíssimos analfabetos funcionais.

Muitos desses analfabetos funcionais, comprovando o grande nível do nosso ensino superior, matriculam-se em faculdades de diferentes campos e o tenebroso ciclo continua. Outros estão por aí, palpitando sobre tudo e passando atestado de burrice.

Após o termino da leitura da entrevista, fui passando as páginas da revista e por um pouco, nutri certa esperança de dias melhores na educação. Foi quando me deparei com o espaço que a revista abre à comentários feito por leitores à edição anterior.

Que decepção!

Ao comentar outra entrevista, da semana anterior, dada pelo xeque xiita Rodrigo Jalloul, brasileiro e uma autoridade islâmica, um leitor da revista fez o seguinte comentário:

Para muitos brasileiros, islã é Estado Islâmico; é muito errado. Na Idade Média, os “bons” católicos organizaram as Cruzadas, cuja finalidade era matar os que tinham aderido à pregação de Maomé. Hoje, o Estado Islâmico dá o “troco”, um pouco tardio, ao que nós fizemos há muito tempo”.

É ou não é um exemplo clássico de analfabetismo funcional? É ou não é um exemplo clássico de burrice? De babaquice!

Não citarei o nome do douto que desenrolou palavra após palavra, um novelo monumental de ignorância. Se tal argumento viesse de um aluno adolescente do 7° ano que sabidamente houvesse faltado à aula de história sobre as Cruzadas, seria até compreensivo.

Mas a perplexidade é que não se trata de um aluno adolescente do 7°, mas provavelmente de um adulto. Possivelmente formado e que certamente dispõe de meios para ler algo a respeito e suprir essa vergonhosa defasagem escolar, ou seria um caso de doutrinação asno-marxista?

Causa-nos ainda mais perplexidade, Veja dá espaço a esse tipo de asnice justamente, depois da entrevista de um professor!

Será que a revista endossa o comentário do “leitor”? Não há filtros para barrar comentários vigaristas?

É isso, meus amigos! Outra consequência do nosso quadro educacional são os analfabetos funcionais atuando em profícua união com os vigaristas intelectuais.

Nesse caso, a tarefa mais difícil é diferenciar um analfabeto de um vigarista. Se bem que, cabe ao tempo tal trabalho. Com o tempo, um analfabeto funcional pode reverter sua situação. Já vigaristas, serão irremediavelmente vigaristas. E continuarão distorcendo os fatos e a História. Até passarem pelo vexame de serem desmascarados publicamente.

Por Jakson Miranda

Por que não subestimo o lulismo

Me condoo de um país que, depois de tudo, ainda mencione uma figura como Lula dentro do cenário político. Não vejo nele nada além de um oportunista de caráter flácido, elevado a uma potência indigna, construída à base da deseducação plantada durante décadas no Brasil.

Se ou quando a esquerda voltar ao poder, lembrem-se disso, fará de tudo para exercer o papel de Poder Moderador. Não mais tolerarão essa tal “liberdade de expressão” que os destronou da última vez.

Embora estejamos observando um despertamento da maioria dos brasileiros, diante da farsa do petismo, é crucial que o ímpeto demonstrado nas ruas e nas redes sociais não venha a arrefecer.

E digo isto por um simples motivo:

Não estamos lidando com amadores.

Quando Hannah Arendt descreveu Eichmann como um homem normal, um burocrata comum, que seguia ordens superiores sem julgar o mérito de suas consequências, estava ajudando a desvelar o tipo de operário cego que ajuda a perpetuar o mal.

Também estou cansado de comparações ao nazismo e ao fascismo. Tudo o que não se gosta, virou “nazista” ou “fascista”, sem o devido aclaramento. Contudo, é impossível não fazer um paralelo com as hostes stedilezistas e cutistas que saem em defesa do indefensável, com seu mar de bandeiras vermelhas, a cada estalar de dedos do poderoso chefão.

Não subestimo o lulismo. Seus cães de aluguel não apenas ladram. Podem morder também. Não os doto de força intelectual, nem me seduzo pela emotividade pueril de seu discurso, entretanto não compactuo com a ideia de que sejam facilmente desmontáveis. Não no nível de aparelhamento a que chegamos.

Se Lula pedir seu exército na rua. Haverá idiotas úteis às grosas para atendê-lo. Por um pão com mortadela, um carguinho, uma mesada ou mesmo pela incapacidade própria de pensar o todo por si mesmos.

E não torno isso uma justificativa que considere o ato defensável. São tanto ou mais deploráveis que os outros.

O lulismo é perigoso e não feneceu ainda.

E quanto mais acuados estiverem, mais perigosos serão.

 

Por Renan Alves da Cruz

Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento

Convidamos você, leitor amigo, a dizer um sonoro NÃO ao Estatuto do Desarmamento. Por quê? Pela simples indagação: Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas?

É bem verdade que qualquer pessoa com idade superior a 25 anos, pode adquirir permissão legal para possuir uma arma de fogo em sua residência. No entanto, o procedimento esbarra em dois detalhes:

Primeiro, trata-se de um processo burocrático e como burocracia no Brasil é sinônimo de custo financeiro, a brincadeira não sai por menos de R$ 1.500, chutando baixo.

Segundo, o Art. 4º da Lei 10.826 estabelece a seguinte condição ao postulante: Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade (…).

Vocês entenderam bem! Eu ou você que por ventura desejarmos ter uma arma em casa como medida de precaução teremos que comprovar a um burocrata qualquer a EFETIVA NECESSIDADE para possuirmos uma arma.

A conclusão é obvia caros leitores. Pela longeva manutenção desse subjetivo dispositivo, as mais de 60 mil mortes ao ano não constitui EFETIVA NECESSIDADE.

O alto custo burocrático penaliza e desestimula a maioria dos cidadãos brasileiros que em muitos casos, têm salário mensal inferior aos R$ 1.500,00 necessários. São esses, por sinal, a principal vitima de toda sorte de crime. São esses, por sinal, que o aparato policial não consegue fornecer a devida segurança e proteção.

Ademais, se cada um é responsável pelo seu sustento e de sua família. Se cada um de nós é responsável pela manutenção dos bens que adquirimos, com os altos riscos de perca, por que, então, devemos delegar a terceiros a proteção de nossas vidas, da vida de nossos familiares e a proteção de nossos bens? Fica clara a falta de lógica!

Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas? Sem aprofundarmos muito nessa questão e diante do pouco que já expusemos aqui, a resposta simples que podemos oferecer é que tais governos almejam tão somente ter o cidadão refém dos bandidos e dependentes do Estado. Amedrontado com os primeiros e dócil em relação ao último, tal qual uma criança indefesa em meio ao desconhecido. Sinto informar, não é assim que se constrói uma sociedade fortalecida. O que se constrói daí é uma sociedade formada por covardes.

Covardes, por natureza, podem abrir mão de qualquer coisa para se safar: filhos, esposa, pais, mães, irmãos e amigos. Pode-se ter uma sociedade assim?

Assim, apoiamos a revisão ou total revogação do Estatuto do Desarmamento. Apoiamos a convocação feita pelo Dep. Onix Lorenzoni.

Que ações como essa se multipliquem e que possamos derrubar mais um dispositivo imposto pelo ideal esquerdista.

Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento!

Por Jakson Miranda

Legalização da maconha no Uruguai faz crescer narcotráfico e homicídios

A legalização da maconha no Uruguai foi a realização de um sonho acalentado pelos “progressistas” da América Latina. No Brasil então, a turma entrou em puro êxtase. Suas teses finalmente seriam confirmadas, ter-se-ia um país aonde reinaria a paz e o amor.

Bem, não é isso que está acontecendo.

Leiam a matéria abaixo

O Diretor Nacional de Polícia do Uruguai, Mario Layera, disse nesta terça-feira que a legalização da maconha, aprovada em 2013, não implicou diretamente na queda do tráfico desta droga e que o narcotráfico aumentou o número de assassinatos.

“No ano passado tivemos os níveis históricos mais altos de confisco no país proveniente de outra região. Por isso, entendemos que o tráfico para o Uruguai não se ressentiu de maneira notável”, comentou Layera em entrevista à rádio El Espectador, sobre a vigência da lei.

Em dezembro, a Brigada de Narcóticos indicou que a droga mais confiscada em 2016 foi a maconha, chegando a 4,305 toneladas até 18 de dezembro, sendo que em 2015 havia sido de 2,52 toneladas.

Layera também sustentou que pelo tráfico de drogas constatado nos últimos tempos, houve um aumento “dos níveis de crimes e homicídios”.

“O aumento da taxa criminal, que medimos de 2005 em diante, foi crescendo com base nos fenômenos de oferta e consumo de drogas”, indicou.

Nos últimos anos a polícia verificou o aumento de assassinatos, principalmente de homens jovens, que em muitos casos se tratavam de ajustes de contas entre pessoas ligadas ao tráfico.

Layera também falou que há autoridades ameaçadas por conta das novas estratégias e medidas aplicadas para combater o crime organizado.

“Várias autoridades do Ministério do Interior foram ameaçadas além de juízes, procuradores e algumas personalidades dos Direitos Humanos”.

Voltamos

Contra fatos não há argumentos! Temos aí a fala de uma autoridade do país Hermano. Diante do exposto, causa-nos repugnância que notoriedades brasileiras, como Paula Lavigne publique vídeos consumindo a referida droga.

E o que dizer do garoto propaganda de Black-Block, Caetano Veloso? Tão logo o vídeo de sua ex-mulher veio a público, o “bom baiano” tratou logo de defender não somente a legalização da maconha, mas de todas as drogas! Uau!

É lamentável que essas figuras não comentem noticias que mostram a realidade uruguaia. Não estão preocupados com a quantidade de jovens perdidos, por levarem em consideração “depoimentos” favoráveis as drogas. Não estão preocupados com o numero de jovens mortos por estarem envolvidos com o narcotráfico.

Estão preocupados tão somente com seu umbigo. Com sua experiência. Quanta miséria, moral e espiritual! Isso é repugnante!

Por Jakson Miranda

 

Dia Internacional da Mulher: O dia que não representa a mulher

Mais uma vez, urge falarmos o óbvio ululante! O dia Internacional da Mulher trata-se de um dia que não representa as mulheres!

É triste observarmos que algumas mulheres caiam na conversa mole das feministas. Pior, que ajam conforme os ditames das feministas.

Ao acreditar que um dia especifico do ano deve ser dedicado à “causa” feminina, as mulheres estão na verdade, abrindo mão de sua feminilidade e colocando em seu lugar, uma pauta política ideológica.

Na bela canção cantada por Zé Ramalho, Entre a Serpente e a Estrela há a seguinte passagem: “E ninguém tem o mapa, da alma da mulher”. De fato, Deus criou a mulher de uma forma única e complexa, com suas virtudes e imperfeições e um dos grandes desafios do homem (macho) que dificilmente será alcançado, é entender a alma e os pensamentos de uma mulher.

No entanto, as feminazis com o seu cada vez mais radical e abjeto movimento feminista, reduz toda essa complexidade a simples pautas reivindicatórias. Ou seja, se é-nos impossível entender uma mulher, para entender uma feminazi, basta ler o manual do seu movimento.

É evidente que as mulheres têm suas demandas. Qualquer ser humano tem. Cito aqui dois twitters do professor Olavo de Carvalho que vão ao cerne da questão: Se a mulher vive procurando indícios de que o marido a explora, com certeza ele começará a procurar indícios de que ela faz a mesma coisa com ele, e quase inevitavelmente os encontrará.

Entendo o que o professor Olavo de Carvalho quer nos dizer: Algumas coisas, inerentes ao ser humano, não devem ser politizadas, instrumentalizadas e manipuladas por este ou aquele grupo.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem na Segunda Internacional Socialista. Ops!! Por aí já começamos a ter indícios dos objetivos e natureza dessa data.   Honestamente, não consigo enxergar algo virtuoso em movimentos que têm a mesma gênese nas ideias que foram abraçados pelos piores genocidas da humanidade.

Enquanto escrevo esse texto, visualizo a homenagem que o Google faz ao Dia Internacional da Mulher. A imagem que aparece na tela do meu computador é a de uma mãe, sentada em uma poltrona, de frente para a filha pequena que segura um livro. Todas as imagens que o Google escolheu para o dia de hoje associam a mulher à maternidade.

Trata-se de uma homenagem que para este que vos escreve tem um significado especial. Há poucos dias fui abençoado com o nascimento do Rafael. Já fui igualmente abençoado pelo nascimento do Thierry e pelo presente que atende pelo nome de Ana Caroline. É-me impossível não ficar admirado e maravilhado frente ao cuidado, o amor e a dedicação que minha esposa tem pelo nosso bebê.

Na contramão da homenagem feita pela gigante da internet e do que observo dentro da minha casa, o movimento feminista foi ao longo dos anos incorporando pautas. Desde melhores condições no mercado de trabalho, ao suposto direito de abortar.

Essa é a real natureza do Dia Internacional da Mulher. Não á toa, o site de Veja traz a noticia, associada ao dia, de que em diversos países haverá uma greve geral feminina. Entre os promotores da tal greve o destaque fica por conta dos grupos que defendem o assassinato de bebês ainda no ventre materno. Quanto senso de humanidade! Quanta sensibilidade feminina! Quanto amor materno!

Não pensem que estou sendo reducionista, simplista ou machista pelas linhas precedentes acima.

Em entrevista à revista Veja, na edição 2363 de março de 2014, a escritora Camille Paglia, respondeu a pergunta aonde as mulheres deveriam buscar a felicidade da seguinte forma: Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da vida humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditam que podiam ter tudo: ser bem-sucedida e mãe aos 40 anos. Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas. Mas as mulheres de classe média que conseguiram produzir grandes famílias.

Não nos surpreende que nesse 8 de março quase ninguém fale sobre isso. Quase, porque não poderíamos deixar de homenagear todas as mulheres que além de terem que lidar com suas complexidades e responsabilidades do dia a dia, têm que lidar com as feminazis e suas cretinices.

Por Jakson Miranda

Bolsonaro deveria processar quem o chama de fascista

Bolsonaro deveria processar quem o chama de fascista. É isso mesmo! Tolerância zero contra os embusteiros.

Prometi a mim mesmo evitar ao máximo, aqui nesse espaço, escrever sobre um determinado escritor cujo blog está hospedado no site de Veja. Falo do embusteiro Reinaldo Azevedo.

Estou descumprindo minha promessa e isso me causa um triste desconforto. Sei também que já falamos demasiado sobre o referido blogueiro e isso é chato e causa a nós e com certeza a vocês que nos leem, igual desconforto e redobrada tristeza.

Acontece que ninguém, e isto inclui o senhor Reinaldo Azevedo, pode sair por aí falando publicamente o que nasce no pântano de seus pensamentos sem arcar com as consequências.

Como já demonstramos em outros artigos, Azevedo não faz uma simples oposição ao deputado Jair Bolsonaro. Seu problema com o provável presidenciável é algo que vai além da divergência de ideias.

Como disse acima, comprometi-me a não mais criticar esse senhor e para a maioria de vocês, deve ser claro os motivos: Reinaldo Azevedo mostra-nos dia a dia suas incoerências e seu rancor presunçoso contra aqueles que dele discordam. Por conta disso, perdeu relevância. Perdeu leitores. Perdeu ouvintes. Respaldado por quatro canais de grande alcance, seus quatro empregos em fake-news, não consegue dirimir o número crescente de críticas, tanto em seu blog, quanto em suas páginas nas redes sociais. O cara é uma decrepitude jornalística!

Por tudo isso, é possível que Azevedo busque trazer para si algum tipo de polêmica e por consequente, um pouco mais de audiência. E há poucas maneiras de gerar polêmica. A mais imoral delas é fazer acusações infundadas.

Pois bem, aventou-se a possibilidade de convidar Jair Messias Bolsonaro para proferir uma palestra na Hebraica de São Paulo a exemplo do que ocorrerá na Hebraica do Rio. Consta que certo numero de associados rechaçaram a ideia e o convite a Bolsonaro não foi adiante.

Da nossa parte, entendemos que não há motivos para que se negue espaço ao deputado expor suas ideias e propostas, negando-se, chega-se a algo extremamente próximo a censura. Falamos isso em um post e repercutirmos, a exemplo de Rodrigo Constantino, um abaixo assinado em favor de Bolsonaro.

Eis que Reinaldo Azevedo resolveu oferecer-nos sua erudita opinião. E o que fez ele? Publicou um post com o seguinte titulo: Hebraica-SP acerta ao não convidar Bolsonaro. Judeu sabe por quê! Vejam um print do post

Fica difícil NEGAR que tal titulo, seguido da imagem de judeus em campo de concentração teve o objetivo de associar o deputado Jair Bolsonaro à perseguição sofrida pelos judeus por nazistas e fascistas. Alguém vai negar que esse não seja o sentido da coisa?

O texto escrito pelo blogueiro de Veja une duas coisas: Boçalidade e cretinice. Chega-se a isso ao sugerir similaridade entre as “polêmicas” que envolvem Bolsonaro quanto ao comportamento homossexual e sua troca de farpas com Maria do Rosário e a perseguição feita aos judeus unicamente por serem judeus!

Azevedo finaliza seu post com a seguinte e brilhante ideia:

Nessas coisas, não há meio-termo. Ou você repudia o fascismo ou dá piscadela pra ele. Eu repudio.

Alguém vai NEGAR que consta nesse final a explicita sugestão de que Bolsonaro seja um fascista? Trata-se de um tipo de acusação que o deputado federal já está acostumado a receber de sites como 247, DCM, Carta Capital, entre outros. Creio que seja o momento de dar um basta nisso.

O termo fascista pode abrigar vários sentidos, desde ultranacionalista a populista. Fascismo também transmite a ideia de perseguição às minorias, tal qual aconteceu no período da Segunda Guerra.  A história está aí, para nos mostrar que tanto nazistas quanto fascistas, promoveram perseguição racial contra os judeus. Em 2002, o vice-primeiro-ministro italiano, Gianfranco Fini, fez a seguinte declaração: “O fascismo triturou os direitos humanos, e as leis raciais deram vazão a uma das maiores atrocidades da história da humanidade“.

O que isso quer dizer?

Ao sugerir que alguém seja fascista, pode se estar sugerindo que essa pessoa, no minimo, vê com bons olhos aquilo que Hitler e Mussolini praticaram. Vou além, sugere-se que essa pessoa, venha a apoiar ou implantar um regime com bases nessas ideias.

É exatamente nesses termos que Reinaldo Azevedo se refere a Bolsonaro. Logo, tenta colar contra o deputado a acusação de preconceituoso e xenófobo. Por aí, Bolsonaro poderia perfeitamente ser enquadrado na Lei 9. 459, art. 20. Repetimos, o que Reinaldo Azevedo faz não difere em nada o que tem feito os militantes psolistas, petistas e afins.

Por conta disso, Bolsonaro deveria interpelar judicialmente o referido blogueiro para que esse prove o que está atribuindo ao deputado, caso contrário, ser exemplarmente processado por ter praticado injúria e difamação. Faça-se isso com Azevedo e com todo e qualquer idiota que queira jogar-lhe a injuriosa e difamatória pecha de fascista ou nazista, afinal, isso é crime.  Sempre que a justiça é acionada, as ratazanas se recolhem à esgotofera.

Por Jakson Miranda