Quem são os impostores dentro da direita?

A direita chegou ao poder.

Porém, antes mesmo de assumir, as rusgas inerentes à busca pelo poder estão a todo vapor.

Precisamos começar o processo de depuração.

Os egos estão aflorados. Brigas ocorrem e são tornadas públicas. Há traidores no ninho, vazando prints de conversas de whatsapp.

A partir de agora teremos maior facilidade para identificar os impostores dentro da direita. Muitos daqueles que diziam que estavam à serviço de um projeto político voltado à melhora do país começarão a tirar suas máscaras, demonstrando que suas ambições pessoais eram, na verdade, o cerne de seu envolvimento político. Alguns virarão as costas para Bolsonaro na primeira oportunidade. Outros permanecerão ao seu lado somente preparando o momento de dar o beijo de Judas.

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém. 

Nós do Voltemos à Direita fizemos campanha para Bolsonaro e para muitos dos candidatos de direita que se elegeram. Não conhecemos nenhum político pessoalmente, nem ninguém ligado a eles. Assim como milhões de brasileiros, usamos nosso espaço na internet para divulgar o que acreditamos ser o melhor para o Brasil. Muitos de vocês fizeram o mesmo através de redes sociais e conversas no dia a dia. Fazemos parte deste momento e desta mudança, por isso precisamos estar atentos aos lobos que estão em nosso meio.

Leia também: 

Elegemos Bolsonaro! E agora, qual os próximos passos da direita brasileira?

A direita que faz oposição a si mesma

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém. Alguns espertalhões (e espertalhonas!) perceberam o momento de virada política e surfaram na onda. Mas as máscaras estão começando a cair.

Há marcas externas que podem ser cobertas com uma boa sessão de maquiagem.

Mas não há maquiagem que disfarce o caráter de alguém. Não por muito tempo.

Finalizo recomendando este ótimo vídeo de Felipe Moura Brasil:

 

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 12/12/2018

 

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Conheça a PALAVRA PROIBIDA de ser dita às feministas

Você ofendeu alguma mulher hoje?

Você feriu alguma mulher hoje?

Você desempoderou alguma mulher hoje?

Você declarou posse sobre alguma mulher hoje?

Você deslacrou a lacração hoje?

Você se ofereceu para ajudar alguma mulher hoje?

Você usou linguagem do patriarcado com ela?

Vou repetir:

VOCÊ USOU LINGUAGEM DO PATRIARCADO COM ELA?

Não se faça de sonso, você sabe do que estou falando.

Você foi gentil?

Foi?

Para se mostrar superior, né, canalha?

Você cedeu seu lugar hoje?

A deixou entrar primeiro no elevador?

Não creio! Bandido, desgraçado!

Você achou uma mulher bonita hoje?

A objetificou, miserável?

Vou repetir:

VOCÊ A OBJETIFICOU?

A achou bonita como um objeto que queria sob sua posse, cretino?

Você achou uma mulher feia hoje?

Vou repetir:

ACHOU ALGUMA MULHER FEIA?

Você teve coragem de reforçar estereótipos opressores de aparência?

Maldito seja!

Só falta me dizer que chamou alguma daquela palavra com P.

Não se faça de inocente, sabe bem do que estou falando.

A palavra com P. Sequer consigo pronunciar. Uma das palavras mais antigas do mundo que vocês usam para degradar e humilhar as mulheres.

Você a usou hoje, não usou?

Canalha! Machista! Nefasto! Hediondo.

Suma daqui.

Não converso com homem que chama mulher de Princesa.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Nota do autor: Este artigo já havia sido publicado neste portal com o título: Como ofender uma mulher empoderada, entretanto, mesmo que ele seja indubitavelmente satírico, o facebook o excluiu e me penalizou por sua publicação, alegando que era ofensivo e feria as diretrizes da comunidade. O republico agora, com título diferente, mas com o mesmo conteúdo. O texto não é ofensivo, mas sim irônico. A questão é que, conforme já expliquei em textos como Empoderamento: a nova prisão da mulher modernaLésbicas machistas empoderadas, o feminismo “empoderado” possui um salvo-conduto que o torna incriticável, de modo que até uma simples ironia a respeito dele é tratada como ofensa. 

 

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Série Rock de Direita: Kid Rock – Summer Long

Nesta série divulgamos bandas e artistas de Rock que lançaram músicas com temática liberal-conservadora.

Hoje nossa música é de curtição, com o bônus de ser uma homenagem, tanto na letra quanto na melodia, à atemporal Sweet Home Alabama, do Lynyrd Skynyrd. Kid Rock, um republicano inegável, tem uma produção artística variada, que já passou até pelo Rap, se estabelecendo numa mescla de rock e country, passando pelo blues. É um grande expoente do Southern Rock e um dos artistas mais politicamente engajados à direita da política americana.

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7 citações épicas que você precisa conhecer

8 memes que PROVAM  a hipocrisia da esquerda 

A música oficial da campanha do republicano Mitt Romney em 2012 era de Kid Rock. O cantor até cogitou uma candidatura própria ao Senado nas últimas eleições. Sua intenção de engrenar uma carreira política não está descartada.

Kid Rock entra em nossa compilação com Summer Long, sua música de maior sucesso nas paradas, que possui uma levada contagiante que fará até o mais democrata dos Obamistas pelo menos bater o pezinho no chão como quem não quer nada.

O clipe já começa com uma bandeira americana, para já ir botando pra quebrar logo de saída:

O propósito desta série é quebrar o conceito, ainda muito presente para alguns tolinhos, de que o Rock é de esquerda.

No artigo inaugural, expliquei que o Rock é sim contestador.

A questão é que o establishment hoje é de esquerda. E quem não se vendeu pro politicamente correto o contesta.

Também visamos apresentar artistas que não são necessariamente de direita, mas criaram músicas com valores ligados ao pensamento conservador. Porque, para nós, a mensagem tem muito mais valor. Não importa a posição política pessoal do mensageiro. Se uma música está alinhada aos nossos valores, ela pode ser representada aqui. Um rock pode ser “de direita” mesmo que o “roqueiro” não seja.

Porque representamos valores e princípios. Isso vai além da militância.

Leia os outros artigos desta série e deixe seu comentário.

Até a próxima

Por Renan Alves da Cruz 

 

Série Rock de Direita

Série Rock de Direita: Alice Cooper – Nothing´s Free

Série Rock de Direita: Manowar – Battle Himns

Série Rock de Direita: Mama Song – Lynyrd Skynyrd

Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita. 

 

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José Dirceu quer tomar o poder e protesto contra Bolsonaro é o primeiro passo

Dias atrás o notório José Dirceu fez a seguinte declaração:

“Acho improvável que o Brasil caminhará para um desastre total. Na comunidade internacional isso não vai ser aceito. E dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”

Para ser mais exato, José Dirceu, figura central no escândalo do mensalão e condenado a pena de 30 anos no âmbito da Lava Jato, deu tal declaração na quarta-feira, dia 26. Pois não é que na mesma semana organizaram-se protestos contra Bolsonaro, candidato a presidência e declarado antipetista?

Em verdade, o que o petista afirmou não se trata de nenhuma novidade quando se conhece a estratégia gramsciana de tomada de poder através da ocupação dos espaços.

O que surpreende, isso sim, é constatar que pouquíssimas pessoas reagiram à fala do chefão petista.

Diante da fala de José Dirceu, organizar protesto contra Bolsonaro apenas demonstra de que lado estão esses manifestantes: estão do lado daqueles que atuam para destruir a já combalida democracia brasileira.

Na melhor das hipóteses, se esses que protestam contra Bolsonaro não apoiam a fala de José Dirceu de forma consciente, estão sendo usados como idiotas uteis, mais uma vez, do petismo.

É exatamente assim que a esquerda toma o poder. Apoiando e fomentando “protestos”, hoje, com o slogan surreal de “mulheres contra Bolsonaro”.

Amanhã pode ser qualquer outro slogan que possa servir-lhes como meio de manipulação da opinião pública, enquanto que sorrateiramente, vão sufocando todas as liberdades. Pois como já sabemos, a máquina de moer reputações não para. Eles fazem o diabo pelo poder.

Em resumo, José Dirceu quer tomar o poder e protesto contra Bolsonaro é o primeiro passo.

Por Jakson Miranda

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Meninos são revolucionários, homens são conservadores

Tive ímpetos revolucionários durante minha adolescência. Muitos de nós tiveram. É uma soma de dúvidas, incertezas, percepção de situações difíceis que transcendem nossa capacidade de entendimento e influência externa, principalmente do ambiente cultural e estudantil.

A paixão pelo ideal revolucionário brota na soma das incertezas. A expectativa de mudança a qualquer preço, somada à inadequação típica do jovem alimentam a sensação de necessidade de ação iminente. O rebelde juvenil considera que não pode esperar, que é preciso agir, que não ser o agente da mudança é atuar em prol do conformismo e, claro, conta com meia dúzia de professores/influenciadores culturais o incitando justamente a isso.

Tal ímpeto quase sempre se manifesta de modo destrutivo. O pensamento do revolucionário exige transformação, mas através da destruição das estruturas vigentes. Não há diálogo possível, ou sequer uma construção gradativa que permita a realização daquilo que ele deseja. Não. Só o que funciona é destruir o “sistema”. Derrubá-lo aos escombros para depois reconstruir.

Leia também: 

Por que sou conservador?

Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir

E é isso que os torna meninos. E são meninos quando têm delírios revolucionários aos quinze, aos vinte, aos quarenta ou, com cabelos brancos, aos sessenta.

Meninos pensam que podem transformar a sociedade para melhorá-la. Homens entendem que precisam conservá-la para que não piore mais.

Homens se tornam conservadores quando ultrapassam a imaturidade juvenil, porque entendem os valores que a sociedade mantém, e passam a discernir que eles só existem graças aos pilares que, não por acaso, os revolucionários tencionam destruir.

É no momento que formam família, quando compreendem o esforço de seus próprios pais em sua criação, percebem as próprias conquistas advindas do trabalho e a necessidade de manterem a família e os bens honestamente conquistados em segurança.

O ódio cego pela religião, típico do menino rebelde, dá lugar ao reconhecimento do papel social e moral da formação religiosa na sociedade humana, percebendo por fim que tudo o que o revolucionário quer derrubar é justamente o que nos sustentou como seres civilizados e nos salvou da barbárie.

São inúmeros os casos de ex-militantes de esquerda que se tornam conservadores quando atingem a idade madura. O contrário raramente ocorre. A consolidação intelectual nos esclarece que a ação humana na sociedade é quase sempre danosa, cabendo-nos o zelo pela estrutura construída. Não passa de tolice infantil ou desajuste intelectual a esperança de que uma revolução destrutiva possa gerar melhora social.

Nosso caos é fruto de nossa imperfeição natural. A soma de tantas imperfeições. Não havendo portanto solução mágica que transforme a sociedade e a torne infalível.

Superar a meninice intelectual e moral nos torna capazes de identificar que somos guardiões dos valores que resistiram à destruição. Precisamos conservar as bases que nos permitiram sobreviver até aqui. Por isso somos conservadores.

O revolucionário que assim permanece mesmo após a idade da maturidade é o velhaco profissional. Aquele que se locupleta através do discurso militante. Se engancha em algum partido, diretório, sindicato ou repartição e se beneficia do discurso.

Se acomoda no estado perpétuo de militante, criando escaras morais e intelectuais insuperáveis. O discurso coletivista mascara seu propósito individual.

É, portanto, a seu modo também um conservador.

Só que o que busca conservar é a própria regalia.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado no portal Gospel Prime

 

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8 memes que PROVAM a hipocrisia da esquerda

Se você já percebeu que alguns esquerdistas são hipócritas, sinto lhe dizer: você está enganado.

Não completamente enganado, mas enganado na medida da proporção.

TODOS os esquerdistas são hipócritas.

É claro que a internet, em sua parcela sapiente, se aproveita para ironizar esta característica que não se limita aos esquerdistas tupiniquins, mas é inerente a todo e qualquer esquerdista em qualquer lugar do mundo, pois está no cerne da ideologia de esquerda.

Nosso instinto compilativo resolveu facilitar as coisas e te apresenta 8 memes que provam a hipocrisia ordinária da esquerda.

Use sem moderação.

Impossível ser mais direto, mais competente e mais cirúrgico na análise. Qualquer semelhança com outros esquerdistas riquinhos NÃO é mera coincidência.

Considero Wagner Moura um ator magnífico, já até escrevi um texto onde uso o talento dele como exemplo de um caso em que a arte supera a imbecilidade do artista. Wagner é o politicamente correto por excelência. Se o politicamente correto fosse uma empresa, Wagner seria o seu logotipo. Como tal, segue o lema hipócrita de todo esquerdista rico: menos armas pra vocês, mais seguranças e blindados pra nós.

O playboy bem nutrido de Toddynho que defende Cuba, ataca o imperialismo ianque, usa boné do MST e coletinho da CUT, mas não larga o Iphonezão opressor é presença típica nas manifestações de esquerda, geralmente organizadas no horário em que gente que trabalha costuma estar trabalhando.

E ainda tira fotinho na frente do espelho.

Crédito à página Capitalista morena

 

O pessoal do Oprimindo a Esquerda passando pra nos lembrar dos oprimidos que Lula tirou da miséria durante seu governo, enquanto Bolsonaro mostra que só está preocupado mesmo com a Elite Branca brasileira.

Na Era do Lacre, quem rouba, mata e estupra é oprimido social. Bandido mesmo é quem faz piada…

E o facebook contratou seus checadores de notícia da esquerda para garantir a manutenção desta condição.

Ditador assassino igualitário gosta de um Rolex.

Menos para o povo, que deve estar livre dos grilhões do consumismo.

A esquerda sempre modula seu discurso de acordo com o interesse na causa. Por isso que são devassos em alguns aspectos, mas ascéticos em outros. Faz parte de uma estrutura que não se preocupa em mentir, roubar e matar para realizar um intento que considera superior. É por isso que a bipolaridade argumentativa é indissociável do esquerdismo.

Essa é de doer, mas demonstra uma característica típica do esquerdista: querer te proteger de você mesmo.

Para o esquerdista, você não sabe o que é melhor pra você, quem sabe é ele, que imporá o que considera ideal, mesmo que contra a sua vontade.

E, claro, o que ele alega considerar ser melhor para você SEMPRE é melhor para ele.

Jogue tudo isso no liquidificador da loucura ideológica vigente e o que sai: o facebook considerando politicamente incorreto o Neguinho da Beija Flor chamar a si próprio de neguinho.

Por hoje é só, amigos, sigam o Voltemos à Direita para receberem mais conteúdo como este.

Até breve!

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Discurso de ódio quase matou Bolsonaro

O discurso de ódio chegou ao seu ápice no dia seis de setembro de 2018 que entrará para a história das eleições brasileiras. Neste dia, o candidato a presidente, Jair Bolsonaro, foi vítima de uma tentativa de assassinato. Até o momento, não é possível sabermos com exatidão quais serão os desdobramentos do caso.

Polêmico por natureza é certo que tão logo esteja reestabelecido, Jair Bolsonaro manterá sua postura de antes: sem “papas na língua”. Entretanto, em sua primeira fala após o atentado, Bolsonaro lembrou que nunca fez mal a ninguém.

A pergunta que pode ser feita caso não se conheça o candidato a presidente Jair Bolsonaro é: como que alguém que nunca fez mal a ninguém tem contra si a premeditação de um crime?

Nos últimos anos, Jair Bolsonaro destacou-se no cenário nacional como uma das vozes mais críticas ao petismo e a ideologia de gênero, para ficarmos nesses dois exemplos. Daí a se posicionar como líder da direita brasileira foi um pulo!

Na liderança das pesquisas de intenção de votos para ocupar a cadeira presidencial, o candidato do PSL é efetivamente o único que vocaliza os anseios de parcela da sociedade brasileira que se identifica com o pensamento conservador e que anseia por efetivas mudanças nos rumos do país.

Esse é o ponto: suas propostas têm incomodado muita gente. Não resta dúvida de que a imprensa, alimentada pela classe política, viu em Bolsonaro uma séria ameaça às suas agendas.

Estamos falando de um grupo que desde a redemocratização pairava soberano e incólume na tomada de decisões do país. Nesse sentido, é importante registrar que 1989 foi menos uma volta da democracia e mais uma tomada de poder pela esquerda. Seus efeitos, a cada ano, tornam-se cada vez mais nítidos.

Assim, Bolsonaro, ao representar uma ameaça à manutenção da visão de mundo econômica, política e social que pelos últimos 20 anos têm dado a tônica no país, passou a ser alvo de todo tipo de acusação, fake news e estereótipos.

Em outras palavras, não foi Bolsonaro quem alimentou o discurso de ódio. Ao contrário, quem o fez foram determinados setores da imprensa e até o dia do atentado, determinados políticos. Um e outro, disseminando inverdades com frases tiradas fora de contexto. Ou seja, diuturnamente propagaram e tentaram plasmar a ideia de que Jair Bolsonaro é alguém merecedor de ser odiado. Em síntese, o discurso de ódio da imprensa e o uso desse discurso por seus adversários, quase matou Bolsonaro.

E o mais estarrecedor! Mesmo após o atentado, eles não se dão por satisfeitos e continuam a fomentar de forma vil e canalha o mesmo discurso bárbaro e asqueroso. O rascunho de jornalista Noblat, funcionário de Veja, notabilizou-se nesse quesito. Não sem resposta. Vejam:

 

Diante do exposto, não devemos aderir ao falso chamamento em favor do fim da polarização. Longe disso. A polarização deve ser ainda mais fortalecida. Não, obviamente, nos termos que se querem colocar, “nós contra eles”. Mas, dentro dos nossos próprios parâmetros: “nós somos diferentes deles”.

Assim, enquanto usam da violência e do discurso de ódio intolerante, agimos de forma pacifica.

Enquanto aplaudem e seguem quem afronta a justiça, seguimos as leis.

Enquanto se valem da democracia para sufocar, usamo-la efetivamente para defender mais liberdades.

É esse o Brasil que queremos e pelo qual lutamos.

O discurso de ódio quase matou Bolsonaro, porém e felizmente, serviu para mostrar ao Brasil e ao mundo quem é a favor das liberdades e quem, realmente, opta por eliminar aqueles que não aderem ao discurso único.

Por Jakson Miranda

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Eleições 2018 – Cuidado! As Fake News querem te enganar de novo

Muito já se falou sobre as Fake News. Na verdade, não tem um só jornal da grande mídia que não tenha feito alguma matéria sobre o tema, embora nenhum deles tenha citado a si próprios como fake. Essa é a grande verdade, os principais jornais, ou, as grandes mídias, são os principais fake news.

É interessante e até engraçado como o establishment midiático age de forma descarada, principalmente quando são pegos com a calça arriada. Foi exatamente isso que aconteceu com o termo fake news que foi utilizado à exaustão pelo atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na campanha eleitoral da qual ele saiu-se vitorioso.

De fato, um dos motivos da vitória de Donald Trump se deu por sua postura de identificar e denunciar de forma incontestável as noticias falsas veiculadas pela grande mídia norte americana.

O tempo passou, e essa mesma mídia, propagadora de noticias falsas, tratou de tomar para si o termo fake news, acusando as mídias independentes de fazerem exatamente aquilo que os principais jornais faziam e fazem. Mais uma vez, o lema comunista de acusar seus inimigos daquilo que você faz é utilizado à risca.

Trocando em miúdos, é a grande mídia a principal propagadora de fake news! Não entendam  com isso que jornais como Folha, O Globo, Estadão ou Veja, por exemplo, espalharão que Bolsonaro está com uma doença terminal, ou que a ex primeira-dama Marisa Letícia está viva morando em Cuba. Esse é um tipo de fake news produzido por amadores, coisa que eles não são.

O que esses jornais fazem é um tipo de fake news muito mais danoso à democracia. eles buscam induzir a população à um determinado fim, fazendo a “opinião pública” ter a opinião que esses jornais querem que se tenha. É isso que já começa a entrar em operação, com mais intensidade, nessas eleições de 2018.

Avolumam-se as noticias e opiniões de que as eleições 2018 serão pautadas pela polarização PT X PSDB. Leiam o que disse, em tom até de lamento, o esquerdista Marcelo Rubens Paiva:

Ficou-se rouco pedindo o novo. Mas o novo deu na velha polarização petistas versus tucanos, com a qual estamos habituados (em seis eleições). Foram centenas de operações policiais contra a corrupção da elite política brasileira e manifestações de ruas e pelas varandas. Mas a estrutura partidária se manteve intacta. O Trump brasileiro continua na promessa, a cara nova da política, Emmanuel Macron, está ofuscada pelas velhas alianças, e o movimento “extra-ideológico”, como 5 Estrelas, permanece invisível a olho nu.

O Antagonista traz o seguinte,

Fernando Haddad disse hoje, durante convenção do PT, que a eleição presidencial deste ano ficará polarizada entre PT e PSDB, registra o Estadão. “Eu não tenho dúvida que o cenário está configurado.”

Enquanto que o Informoney observa:

O apoio do “blocão” à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) e o isolamento de Jair Bolsonaro (PSL), à direita, e Ciro Gomes (PDT), à esquerda, fizeram com que uma reedição do tradicional segundo turno entre PT e PSDB voltasse a ganhar força no banco de apostas para a corrida presidencial.

Como veem, trata-se de narrativas que têm por objetivo plasmar nas mentes de cada um a ideia de que o pleito já está encaminhado: é PSDB X PT. Assim, de nada adianta votar em outro candidato. É o que dizem também certas personalidades com audiência nas redes sociais.

Acrescente-se a essas narrativas, pesquisas de intenção de votos arranjadas à mancheia para favorecer este ou aquele candidato. Nesse particular, é importante, uma vez mais, lembrarmos-nos do resultado nas eleições municipais de 2016, quando o candidato Flávio Bolsonaro foi descaradamente boicotado por trabalho das fake news!

Não poderia encerrar esse texto sem mencionar a recente fake news que não passa de mais um escandaloso sensacionalismo. Falo da famigerada teoria de que Jair Bolsonaro tinha em Angra dos Reis uma funcionária fantasma. É algo tão bizarro que é bem provável que escrevamos algo mais extenso a respeito.

Mas, a certeza é essa: a funcionária fantasma do Bolsonaro é mais uma FAKE NEWS!

Por Jakson Miranda

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General Mourão foi preconceituoso? Deixe sua opinião

O general Mourão, vice de Bolsonaro na disputa presidencial de 2018, deu uma declaração que deixou certos setores da sociedade em polvorosa. Polêmica! Bomba! É o que fazem crer os principais jornais.

Mas, o que disse o general Mourão? Vejamos

Essa herança do privilégio é uma herança ibérica. Temos uma certa herança da indolência, que vem da cultura indígena. Eu sou indígena, minha gente. Meu pai é amazonense. E a malandragem, Edson Rosa (vereador de Caxias do Sul), nada contra, mas a malandragem é oriunda do africano. Então, essa é o nosso cadinho cultural. Infelizmente, gostamos de mártires, líderes populistas e dos macunaímas”.

De imediato, preocupo-me em identificar aqueles que reagiram contra a declaração dada pelo vice de Bolsonaro. A presidenciável Marina Silva, que dispensa comentários, reagiu com a seguinte declaração em suas redes sociais:

“Extremismo e racismo são uma combinação perigosa. Não podemos tolerar racismo numa corrida presidencial”.

Além de Marina, Houve outras reações à declaração. Cimi (Conselho indigenista Missionário), Educafro e a OAB. Entidades que não possuem nenhum viés ideológico e não têm nenhum interesse nessas eleições, certo!? E claro, todos seguiram o mesmo script, afirmando que o general Mourão fora racista e preconceituoso.

Não irei aqui aprofundar a discussão. Creio que o general Mourão tem plenas condições de refutar tranquilamente as acusações contra ele. Mas, a titulo de registro, acrescento apenas as seguintes notas:

Durante a década de 1920, a imagem do negro de calça e paletó brancos, camiseta listrada e chapéu de palhinha virou um dos símbolos da identidade nacional e do Rio de Janeiro. Era o início da incorporação “oficial” da cultura negra pela República, por meio da figura do malandro, que unia agilidade corporal, atitudes e modo de vestir elegantes a uma espécie de rejeição ao trabalho servil e sub-remunerado. O personagem, com seu estilo de vida vinculado à boemia, ao samba, ao jogo, ao biscate e a outros ganha-pães informais, virou, inclusive, produto de exportação, quando Walt Disney – endossando a política de boa vizinhança do presidente dos Estados Unidos, Franklin Roosevelt – criou o Zé Carioca, o papagaio malandro e sambista que vivia de bicos e morava em um bairro humilde, com várias referências visuais à favela.

Encontramos ainda,

De acordo com Felipe Ferreira, pesquisador do Centro de Referência do Carnaval da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a ascensão do malandro à categoria de produto nacional começou a acontecer na década de 1920. Além da descoberta dos grupos de samba pela intelectualidade, empenhada em construir a “brasilidade”, deu-se início, no contexto internacional, e em especial nos Estados Unidos, uma onda de valorização da cultura negra. 

E por fim,

Com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, a malandragem, enquanto “arte da viração” que rejeita os trabalhos sub-remunerados, precisou se adaptar à ideologia trabalhista do Estado Novo. Afinal, com a afirmação do rádio e a valorização da cultura nacional, abria-se um imenso mercado para os sambistas e músicos negros. E foi na década de 1940 que os malandros cariocas se aproximaram, em definitivo, dos nova-iorquinos, os zooties, definidos por ele como “uma espécie de malandro negro americano”. O modo de eles se vestirem – ternos amplos e calças largas, apertadas no tornozelo – é também adotado no Rio.

Os trechos que vão acima constam no artigo Identidade carioca, capoeira e malandragem. Não é preciso muito esforço intelectual para entendermos que no referido artigo, associa-se o negro à malandragem. Estamos falando de um texto que está hospedado em um site do governo do Rio de Janeiro e não consta nenhuma nota de repúdio acusando a autora bem como os referenciais por ela utilizados de serem preconceituosos.

Leia também:

Consciência Negra: A esquerda, seus assassinos e o preconceito racial

Como é que um pobre pode votar em alguém como Jair Bolsonaro?

Se o que vai no artigo identidade carioca, capoeira e malandragem não são dados de uma herança cultural, não sei mais o que é essa tal de herança cultural. Bem, agora vote em nossa enquete!

 

Por Jakson Miranda

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A “alta cultura” do Príncipe Joãozinho deve causar vergonha a D. Luiz Phillippe

Cotado para ser vice de Jair Bolsonaro na disputa presidencial, Dom Luiz Phillippe carrega em suas veias o sangue azul da família real. Podemos Conhecer um pouco mais sobre Luiz Phillippe na entrevista que ele deu ao youtuber Nando Moura. Obviamente que D. Luiz Phillippe não é o único a possuir sangue azul. Seu primo, D. João Henrique de Orleans e Bragança, é trineto de D. Pedro 2° e é conhecido como príncipe Joãozinho.

 

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, no dia 31/07, D. Joãozinho se disse triste com a possibilidade de seu primo ser vice de Bolsonaro. Ainda nessa entrevista, o Príncipe deu mostras de sua “alta cultura”.

Vejam:

 “Meu corpo é analfabeto!” brada o ator Eber Inácio, 50, ao concluir uma poesia sobre o abecedário. E então ele abaixa a calça e fica pelado na frente da lareira acesa na casa do empresário e príncipe dom João Henrique de Orleans e Bragança.

Outra performance do sarau organizado no sábado (28) para convidados da Flip foi “Mulher Cavala”, de Betina Kopp. “A minha mulher cavala é a minha cara à tapa. E ela só quer seguir. Montar e ser montada. Livre, leve, firme e forte”, recita a atriz ao som da música eletrônica de seu celular. Depois, saltita entre os presentes – como se cavalgasse. 

Encerramos

Honestamente, não sei se o príncipe Joãozinho considera isso que vai acima como a expressão de uma alta cultura. Também não sei de dom Luiz Phillippe de Orleans e Bragança sente vergonha ou se ficou triste com as opções culturais do primo.

Mas, tenho quase que absoluta certeza que D. Pedro 2° diante dessa realidade, deve estar se revirando em seu túmulo. Não foi esse o Brasil do futuro que ele imaginou.

Por Jakson Miranda

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