Ministro Ricardo Velez e as aves de rapina

Confesso que para mim, foi uma surpresa grande quando foi anunciado o nome do colombiano Ricardo Veléz Rodriguez para o Ministério da Educação. Embora uma de suas obras estivesse na minha infinita lista de compras, confesso que não conhecia seu pensamento.

Logo, a surpresa que na realidade era uma desconfiança, tornou-se uma grata surpresa após conhecer o currículo do professor Ricardo Veléz Rodriguez. Estou convicto de que o MEC está em boas mãos.

Antes de prosseguir, é importante registrarmos que o Voltemos à Direita é mantido por dois educadores que se preocupam com o futuro da nossa nação. Por vezes, lamentamos a doutrinação esquerdista nas escolas, nos livros didáticos e entre nossos colegas de profissão.

Mas não ficamos apenas no lamento. Da nossa parte, não medimos esforços para combatermos tais doutrinações, seja em sala de aula, seja aqui em nosso site. Um dos nossos últimos artigos sobre a educação foi publicado justamente no dia da tragédia em escola de Suzano (Qual o caminho para resgatar a escola pública?).

Pois bem, deve estar claro que se os livros didáticos seguem uma interpretação marxista, seguida pela formação dos professores na mesma linha, não é diferente dentro do MEC e em suas diversas secretarias. Estamos falando de um órgão governamental que possui cerca de 1 mil servidores efetivos! Vejam a estrutura.  

Obviamente que esses servidores de carreira não são em sua unanimidade alinhados com a esquerda. É impossível quantificarmos isso. Porém, dado o período em que o país esteve governado pela esquerda, arriscamos dizer que uma grande parte desses servidores são simpáticos à “luta de classes”.

Fazemos essas observações porque é esse o quadro que o ministro Ricardo Velez encontra. Que baita desafio!

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]Quem é da educação e não alinhado com a esquerda sabe que o trabalho de desintoxicação do MEC será árduo e feito sem alardes. Há muitos infiltrados que pouco a pouco terão que sair mas que antes, tentarão boicotar o trabalho do atual ministro.[/perfectpullquote]

Sob esse prisma, é correto afirmarmos que o ministro Ricardo Veléz Rodriguez se encontra em meio a verdadeiras aves de rapina.

Ontem, 27/03, o ministro esteve presente ma comissão de educação da Câmara dos Deputados. Tratou-se de uma sessão que teve uma duração extenuante de 5 horas!

É saudável quando um ministro de Estado é arguido pelos representantes da sociedade (deputados). Nessas cinco horas, alguns poucos deputados demonstraram genuíno interesse pelo avanço da boa educação no país. Infelizmente o número de deputados na referida comissão, que estavam preocupados com a educação eram poucos. Pouquíssimos!

A grande maioria dos parlamentares  presentes na comissão da educação estavam mais preocupados em verberar demagogias, ofensas ao ministro, exaltação a Paulo Freire e defesa da UNE. O que esperar da nobre deputada Maria do Rosário na comissão da educação?

Mais uma vez o ministro da Educação estava em meio a famigeradas aves de rapina.

Discordo daqueles que criticaram as intervenções do ministro. Precisamos entender que ali o ministro estava pisando em ovos e tudo o que alguns queriam era encontrar um motivo para fazer barraco ou um factoide. Foi o que fez a ciosa deputada Tabata Amaral, criou um factoide!

Muito poderia ser escrito sobre muitas das falas proferidas na tal comissão, mas, finalizo esse texto reforçando minha convicção de que o presidente Jair Bolsonaro estará cometendo um erro monumental se optar pela demissão do ministro Ricardo Veléz Rodriguez.

A demissão do ministro é tudo o que a esquerda e a extrema imprensa estão pedindo.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]Só em saber que a esquerda, que por anos idiotizou nossas crianças e jovens, pede a demissão do Ministro da Educação, nos deixa certos de que Ricardo Veléz Rodriguez está no caminho certo.[/perfectpullquote]

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

A esquerda te enganou a respeito da ditadura militar

A julgar por aquilo que os “educadores” ensinam nas salas de aula brasileiras, o período militar no Brasil (1964-1985), foi uma ditadura vil, maligna e sangrenta que, com requintes de crueldade, perseguiu, matou e torturou milhões de pessoas.

Você pode ter sido vítima desta doutrinação. Pode até replicá-la sem saber.

E mesmo se não tiver caído na mentira, saiba que neste exato momento milhões de jovens estudantes brasileiros estão sendo submetidos a esta fraude histórica.

Se quer entender como funciona a esquerda, observe o modus operandi de um historiador esquerdista. Como também sou historiador, convivo com e leio alguns deles.

O historiador de esquerda dirá, por exemplo, que o nazismo é de direita (é claro, ninguém quer uma bucha dessa nas mãos). Pois bem, vários deles repetirão essa informação, geralmente calcados no fator nacionalismo, como sendo algo inerente à direita. A repetição então se tornou o que eles chamam de “consenso acadêmico”, de modo que se você pedir que qualquer deles lhe dê provas do que estão alegando – provas de que a ideologia nazista era de direita – eles o desqualificarão alegando que você é um louco burro que quer ir contra todo o consenso dos intelectuais acadêmicos.

E nesse escudo, os canalhas não lhe darão uma explicação plausível para o fato de que um regime altamente centralizador e estatólatra esteja no mesmo espectro político daqueles que defendem a diminuição do Estado e o livre-mercado.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

Leia também: 

8 memes que provam a hipocrisia da esquerda

Esquerda acadêmica: brancos que odeiam brancos

[/perfectpullquote]

Este é o mesmo historiador que glorificará a Revolução Russa, mas não aceitará que você coloque os mortos da União Soviética na conta do socialismo. E se você tentar insistir, ele jogará mais um balde de “consenso acadêmico” formado por outros esquerdistas em sua cabeça, para que aprenda a não ficar questionando contradições de estimação da esquerda.

Em relação ao período militar brasileiro, a tática é tentar demonstrar o período – principalmente a quem não o viveu (ou seja, o jovenzinho lacrador de hoje em dia) – como uma Era das Trevas, de perseguição constante e controle orwelliano.

E se você disser que não concorda com o – de novo – “consenso acadêmico” de que foi um período de perseguição brutal, tentarão dizer que você é conivente com as mortes que ocorreram.

Mas é claro que eles não aceitarão ser acusados de conivência com as mortes causadas pelos grupos revolucionários e terroristas.

A narrativa de uma ditadura infernal serve para que a esquerda se apresente como o messias libertador que lutou contra a barbárie. Para isso, é preciso que os estudantes imaginem que milhares de pessoas foram destroçadas pela sanguinária ditadura militar brasileira.

Não por acaso, serão estes os mesmos que dirão que Lula tirou oitocentos trilhões de pessoas da pobreza. Neste vídeo o próprio Lula, aparentemente não ainda em seu estado etílico de praxe, revela como a esquerda lida com números e estatísticas.

A maior prova de que o período militar brasileiro não exterminou os seus opositores é a de que eles estiveram dominando o cenário político nacional nos últimos 30 anos.

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo

Mas é claro que essas coisas não podem ser questionadas, e se você o fizer será jogado no ostracismo intelectual reservado àqueles que pensam, estudam, buscam novas fontes e não se dobram aos consensos acadêmicos oportunistas.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 27/03/19

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

 

 

Indicada para o MEC, evangélica causa “polêmica”

A ignorância, infelizmente, é um dado concreto da realidade brasileira. E não estamos falando do humilde “peão” que trabalha 8 horas por dia e fica outras 4 horas preso no transporte coletivo. É cada vez mais notório que nos ciclos, ditos de “intelectuais” o número de ignorantes é assustador. E o que a indicada para o MEC tem a ver com tudo isso? Iolene Lima é evangélica e em um vídeo gravado em 2013 explica que a orientação pedagógica da escola aonde atuava tinha uma “cosmovisão cristã”. Vejam o vídeo.

Isso bastou para que alguns ditos intelectuais e sempre ela, a imprensa, propagassem seu preconceito e seu ódio contra a educadora indicada para o MEC.  E claro, deixaram um rastro de ignorância típica de quem não é capaz de ler uma linha sobre o que quer que seja. No máximo leram a “pedagogia do oprimido” e pararam por aí. Dentre esses iluminados está o escritor esquerdista Marcelo Rubens  Paiva. Em seu Twitter, Rubens Paiva escreveu:

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]O Estado se separou da Igreja em 1890, depois da Proclamação da República. O que deus tem ver com ensino de geografia e matemática?[/perfectpullquote]  

Em artigo no  O Globo, a “especialista” em educação, Cora Rónai, disse o seguinte:  

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]”As declarações de Iolene seriam pitorescas se não fossem catastróficas, e se não representassem tão vivamente o fundamentalismo religioso e a abissal ignorância que se vê em tantos setores e níveis do governo.” [/perfectpullquote]  

E assim segue o cotejo de ignorantes e preconceituosos. Basta alguém declaradamente cristão alçar um posto de destaque no governo que logo vem a grita: “fundamentalismo religioso“. Perguntar em tom de soberba o que Deus tem a ver com o ensino de geografia e matemática é um atestado de ignorância de causar vergonha. Demonstra total desconhecimento sobre o que disse um dos maiores pensadores da cristandade, St. Agostinho. Para Agostinho de Hipona, “Deus é como um grande geômetra. Ele é um grande praticante de geometria”. Nada matemático, hein?

Poderíamos ir além e citar centenas de pensadores cristãos, de padres a pastores, que movidos pela fé em Deus, deram grande contribuição às ciências. Mas, não é nosso propósito humilhar o sagaz escritor e pensador Marcelo Rubens Paiva. Sendo assim, finalizamos citando o livro “O que estão ensinando aos nossos filhos” do pastor Solano Portela (que horror!).

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]O apreço do cristianismo pelas Escrituras Sagradas tem resultado na ênfase ao ensino, entendimento e interpretação da leitura ao longo de toda história. A busca pela melhor e mais rápida metodologia de alfabetização deve estar no cerne dos interesses do educador cristão. O construtivismo tem conturbado essa área tão fundamental do saber. Especialmente porque postula o subjetivismo, em vez de uma educação objetiva;”[/perfectpullquote]

Já sabemos qual caminho os sábios do O Globo e do twitter escolheram, né! Ah sim, Marcelo e Cora Rónai. A leitura do livro citado é bem simples. Vocês conseguem! Não ouso pedir-lhes para ler Eric Voegelin, vocês ainda não estão maduros suficiente para isso.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

Qual o caminho para resgatar a escola pública?

Creio que não é necessário debatermos de forma exaustiva a função de uma escola, seja ela uma escola privada ou escola pública: ensinar. Entretanto, é importante registrarmos o que entendemos por ensinar.

Estou convicto que a educação e portanto o ensino, não se restringe apenas em preparar crianças e jovens para o mercado de trabalho, cujo objetivo final é um ótimo emprego com salários altos e uma gama de oportunidades. Oportunidades que só não são infinita por conta da concorrência, característica própria do mercado de trabalho.

Sendo assim, minha concepção de educação envolve um continuo processo de transformação no e do indivíduo, possibilitando-lhe crescimento intelectual, moral e espiritual, logo, um indivíduo que a cada dia torna-se um ser mais capaz e melhor em conhecimento e atitudes.   

Quando falamos em educação pública e mais especificamente em escola pública, logo vem à mente um quadro desolador de indisciplina, professores mal formados e mal remunerados, cujas consequências são o desinteresse dos alunos em aprender e o desestímulo e incapacidade dos professores em ensinar.

Não digo que esse quadro não corresponda a realidade, todavia, arrisco em dizer que tal quadro não representa toda a realidade, sendo apenas a parte mais notória de um problema muito maior.

Nesse sentido, já está mais do que provado que as ideias do senhor Paulo Freire têm contribuído para o agravamento e vertiginosa queda na qualidade do ensino em nosso país. Todavia, embora comungue da ideia de que a meritocracia é um excelente instrumento, uma vez que desde cedo reclama a necessidade da criança e jovem desenvolverem o senso de responsabilidade e compromisso, sou levado a ponderar que o uso imparcial desse instrumento, possa não ser capaz de promover a necessária transformação que a educação é capaz de causar na vida de inúmeras crianças.

De fato, a meritocracia (sobre a meritocracia, é importante que o leitor leia os ótimos artigos publicados pelo colunista Renan Alves da Cruz) deve ser usada no sistema de ensino, inclusive na rede pública, tanto para professores quanto para alunos, mas, no caso desses últimos, creio que o bom senso de considerar caso a caso seja o mais adequado. Digo isso porque as unidades escolares localizadas nas periferias, constituem a única referência cultural para as crianças e jovens dessas localidades. Privar-lhes desse ambiente, tendo como instrumento definidor a meritocracia, pode tirar da educação sua verdadeira finalidade.

Até aqui, já deve está claro para o leitor que partimos da premissa de que a escola, por ser pública, atende a filhos de famílias cujas condições econômicas e culturais são dispares.

Há crianças cujos pais são financeiramente estabilizados, mas também e principalmente, há crianças cujos pais mal conseguem comprar o pãozinho do café da manhã. Examinando mais de perto a vida dessas crianças e jovens, descobre-se que uma grande parte, dolorosamente, não possuem pai nem mãe. Estamos falando de uma funesta e cruel realidade que deságua na escola pública!

Dito isto, finalizamos o presente artigo deixando como reflexão o questionamento: qual caminho a ser trilhado para se resgatar a escola pública? Trata-se de uma indagação cuja resposta tentaremos oferecer no próximo artigo.

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

Um obstetra revolucionário no debate sobre ideologia de gênero

Pois é, pois é, pois é… O Guga Noblat é um verdadeiro garoto prodígio. Além de dar opiniões políticas, o filhinho do notório Ricardo Noblat também entende como ninguém sobre o processo gestacional. É um obstetra exemplar!

Em uma discussão sobre ideologia de gênero, no programa Morning show, da Jovem Pan, Noblat saiu-se com esta:

Que fique em destaque o que disse esse farol da medicina moderna.

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto e close-up

Faremos agora um pequeno vislumbre fictício da situação. Claro, por se tratar de uma ficção, não há nenhuma relação com as opiniões do renomado jornalista Guga Noblat.

Vamos lá.

Imaginemos um casal, ansiosos por saber se o seu bebe será menino ou menina.

Entram no consultório do ginecologista/obstetra Dr. Noblaut.

Com semblante sério, Dr. Noblaut começa a fazer a ultrassom. A mãe da criança está nitidamente nervosa. O pai, de uma ansiedade indisfarçável.

Com um ar de satisfação, nosso doutor finaliza o ultrassom.

“Prontinho mamãe”! “Podem agendar retorno para o próximo mês”.

“Então, doutor, é menino ou menina”? Perguntam os pais, quase ao mesmo tempo.

“Ainda não dá pra saber”. Sentencia Dr. Noblaut.

“Mas doutor, já estou no sexto mês de gravidez”.

“Queríamos decorar o quarto do nosso bebê”.

Com um sorriso nos lábios, para não expressar seus reais sentimentos, Dr. Noblaut pensou: “Se for menina, irão pintar o quarto de rosa. Se for menino, pintará de azul”. “Que povo retrógrado”!

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

Leia também:

 

Lésbicas machistas empoderadas

 

Para ator Paulo Gustavo, Cristo está morto   [/perfectpullquote]

Finalmente falou:

“Veja bem, papai e mamãe”. “Não conseguimos saber o sexo do seu bebê porque a genitália ainda não está formada”.

“Isso acontecerá apenas no décimo mês de gestação”.

“A medicina avançou”! Continuou de forma calma e professoral.

“Hoje sabemos que a criança pode nascer com a genitália de um sexo, mas com o cérebro formado no sexo oposto”.

“Tudo bem, doutor”. “Mas a gestação só vai até o nono mês”! Protestam os pais.

“Não, não”!

“Vocês estão equivocados”!

“Andaram ouvindo a ministra Damares Alves”?

“Leram alguma coisa do astrólogo Olavo de Carvalho”? Exasperou-se o doutor.

Meus estudos não se limitam apenas a essa sociedade. Fiz diversas especialidades e sei do que estou falando“.

“Vejo que vocês foram enganados”.

“A cultura ocidental, machista, patriarcal, conservadora, cristã, homofóbica, transfóbica e reacionária foi quem determinou esse período de nove meses de gestação”.

“Esqueçam isso”!

Sem dizer palavra, o marido e sua esposa saíram do consultório médico. Desapontados e espantados. 

Passado o susto, resolveram recorrer aos métodos tradicionais, sempre recomendados pelas avós. E não se arrependeram. Também não voltaram mais ao consultório do Dr. Noblaut. Até quiseram voltar, meses depois do parto. Mas, o valor da consulta estava infinitamente fora dos padrões da família.

É que o Dr. Noblaut se tornara um famoso obstetra e estava revolucionando o conceito, segundo seus novos clientes, que em sua esmagadora maioria, eram atrizes, ex-bbbs, cantoras famosas e toda essa gente bacana do show-business.

De tão famoso, Dr. Noblaut está sempre presente em um programa matinal de televisão, sempre pronto a derrubar velhos dogmas da sociedade. Qual mesmo o nome do programa? Enlacras? Acho que é isso…

Por Jakson Miranda

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

 

Faça xixi sentado para agradar o feminismo

Eu não respeito o feminismo.

O feminismo é totalitário.

Sorte que não sou famoso. Sou apenas um professor de história conservador que expõe suas opiniões neste portal, contando com a gentileza de alguns de vocês que me leem.

Se eu fosse famoso, estaria sepultando minha carreira neste momento: cometendo o crime de falar mal do feminismo.

Digo que o feminismo é totalitário porque ele se apresenta às pessoas como defensor das mulheres, inclusive – e principalmente – de sua liberdade.

Entretanto, experimente usar essa LIBERDADE para se opôr a alguma pauta feminista! Os canhões serão virados contra você. Sem trocadilhos.

Já escrevi textos que especificam porque considero o feminismo uma farsa. Já expliquei o que dizer para irritar uma feminista. Também abordei o salvo-conduto dado às feministas para praticar o politicamente incorreto e mostrei a mentira vigente no movimento das atrizes de Hollywood.

O feminismo não atua em prol da mulher, atua em prol das feministas, e neste insólito propósito acaba frequentemente cometendo sandices.

Tom Hickman no livro Um rabisco de Deus, uma obra sobre a história da sexualidade, relata um insano tópico recentemente acrescentado ao cartel de escrotices: Feministas suecas estão exigindo que os homens urinem sentados.

No ano 2000, elas exigiam que os homens sentassem para usar o toalete, em parte por questões de higiene, mas fundamentalmente porque o fato de ficar em pé significava “triunfar em sua masculinidade e, portanto, rebaixar as mulheres”.

Feministas da Universidade de Estocolmo fizeram campanha para eliminar os mictórios do campi, e as escolas primárias começaram a se livrar do objeto preso à parede para acostumar os jovens com a nova ordem.

Pois é, meu querido idealista tolinho. E você achando que era uma luta por direitos.

E não pense que o caso se restringiu a Suécia. Alemanha e Espanha embarcaram na onda.

E aqui no Brasil? Se reparou no link que relata o caso na Alemanha, é um blog feminista, que exalta o caso.

É assinado por uma feminista, aliás, mais feia que defecar na mesa do jantar.

As feminazis brasileiras querem pelo menos o direito de urinar em pé, citando a insana Simone de Beauvoir para justificar suas peraltices.

Welcome to the real world, my friend.

Resultado de imagem para feministas

E você achando que era por direitos legítimos…

É um troço totalitário, que afronta tudo, inclusive a nossa biologia corporal, no maluco ímpeto de controlar até o jeito de as pessoas urinarem.

Você foi enganada pelo feminismo? Caia fora. Ainda dá tempo.

Ninguém é obrigado a passar vergonha a vida inteira.

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 06/01/19

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

 

 

 

 

 

 

Carta aberta aos brasileiros que votaram no PT

Caro eleitor petista:

Tenho 33 anos e nunca votei no PT. Tenho alguns motivo de orgulho na vida e este é um deles.

Minha primeira eleição foi a de 2002. Como petista você deve se lembrar de que este foi o ano da primeira vitória de Lula.

Votei na oposição.

O mesmo aconteceu em 2006. O mensalão já havia explodido. Continuei contra o PT, mas vocês venceram de novo.

Em 2010 a dor foi ainda maior. Vocês elegeram uma senhora menos inteligente do que a cadeira em que estou sentado.

Perdi de novo.

Leia também

O PT errou ou todo mundo virou nazista?

7 motivo$ para defender Lula e o PT

2014 chegou com inúmeros escândalos de corrupção revelados. Líderes do PT presos. E vocês continuaram votando no partido. Diziam que o PT não era o único que se envolvera em corrupção, os outros também estavam envolvidos, COMO SE ISSO MINIMIZASSE O FATO, PELO CONTRÁRIO. Vocês estavam assumindo que o PT era corrupto, mas que este fato não lhes importava.

Dilma venceu, mas o volume de corrupção acumulado a fez cair. Vocês tiveram a cara de pau de chamar de golpe. E acusar o vice-presidente, que também fora eleito por vocês.

Em 2018 pela primeira vez em meu histórico de participação política, voto num presidente que conseguiu se eleger. Pela primeira vez os ventos da tão propalada democracia sopraram a meu favor.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

A democracia precisa ser respeitada também quando perdemos. Vocês perderam. Respeitem o resultado e o presidente eleito. [/perfectpullquote]

Por isso, meus amigos, por meio desta os relembro de que a democracia precisa ser respeitada também quando perdemos. Vocês perderam. Respeitem o resultado e o presidente eleito.

Vocês venceram quatro eleições e nós, antipetistas, enfrentamos as agruras advindas disso, e respeitamos a democracia.

Não é Jair Bolsonaro que coloca a democracia em risco. São cada um de vocês, que tentam deslegitimar o processo que o elegeu, simplesmente porque não era o de sua preferência.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

Só há dois tipos de petistas: os enganadores e os enganados. [/perfectpullquote]

Se você não tem vergonha na cara para se desprender dessa quadrilha de corruptos, tenha vergonha na cara pelo menos para reconhecer o processo eleitoral.

A mensagem que vocês sublinharam durante todos estes anos, apoiando o PT mesmo diante de todas as evidências de corrupção, os transformou em cúmplices.

Só há dois tipos de petistas: os enganadores e os enganados.

Ainda há tempo de recobrar valores e princípios e se dar ao respeito.

Espero que o façam.

Enquanto isso, porém, não os respeito.

Quem apoia a sujeira é sujo também.

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 26/12/18

 

Politicamente incorreto de A a Z

Artigo de Flavio Quintela, publicado em A Gazeta do Povo 

 

Aborto e assassinato começam com a mesma letra e terminam ambos com um ser humano morto injustamente. A diferença é que no aborto a vítima é sempre morta pela própria mãe.

Boicote econômico não tem nada a ver com ser contra a liberdade de expressão; é apenas uma forma legítima e democrática de um consumidor tomar uma providência contra empresas que se envolvem com a promoção de agendas ideológicas e se esquecem de focar na venda de seus produtos.

Conhecimento, atualmente um item de luxo em nossa sociedade moderna, é um dos poucos remédios disponíveis para combater a doença do esquerdismo.

Democracia é algo bom somente quando o povo que a ela se submete possui um conjunto mínimo de valores morais comuns. Caso contrário, não passa de um instrumento de poder na mão de tiranos e ditadores.

Esquerda é um conjunto de ideias muito ruins e pessoas dispostas a colocá-las em prática. É como se um doido dissesse que a melhor maneira de se guiar por um túnel carregado de butano é acendendo uma vela e um monte de gente saísse por aí acendendo chamas vivas em espaços confinados lotados de gás de cozinha.

Farisaísmo é uma prática antiga, já condenada por Jesus Cristo, na qual a pessoa que se considera iniciada, iluminada ou justa emite julgamentos hipócritas a respeito dos outros ao seu redor. Sua vertente moderna é conhecida como esquerdismo caviar.

Gigante pela própria natureza. Pena que é uma natureza criminosa.

Homofobia é atacar violentamente uma pessoa por causa de sua opção sexual. Homofobia não é contar uma piada de gay, não é dizer que homossexuais vão para o inferno, não é se recusar a fazer um bolo de casamento para dois gays, não é usar as palavras “bicha” e “viado”. Algumas dessas coisas podem até ser reprováveis, mas não configuram homofobia.

Islamismo é aquela religião que detém o monopólio do terrorismo em nossos dias. Chamado por alguns desmiolados de “religião da paz”, o islamismo tem carta branca dos movimentos de esquerda para implementar sua intolerância. Nem Einstein conseguiria explicar feministas que defendem uma religião que trata as mulheres como seres inferiores.

Jornal Nacional é aquele programa de ficção transmitido em horário nobre pela maior emissora de televisão do país.

Ku Klux Klan é uma organização racista, que prega a supremacia branca, fundada pelos membros do Partido Democrata americano, o mesmo de Barack Obama e Hillary Clinton.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

Leia também: 

8 memes que PROVAM a hipocrisia da esquerda

Ser de esquerda é ser hipócrita  [/perfectpullquote]

Lula, o político, é a figura pública mais perniciosa que já habitou este país chamado Brasil. É difícil conseguir dizer isso sobre alguém, mas sobre Lula é fácil: se tem algo de ruim acontecendo, é provavelmente culpa dele. Lula, à dorê, é um petisco gostosinho.

Meninos têm pênis e meninas têm vagina.

Negão era aquele sujeito de pele negra, alto e forte, que agora tem de ser chamado de cidadão afrobrasileiro de físico avantajado. Japa era o moleque que gabaritava todas as provas e tinha olho puxado, que agora tem de ser chamado de oriental. Alemão era o vizinho branco e magro que não sabia jogar futebol, que agora tem de ser chamado de homem-cis-opressor-patriarca-conservador-capitalista-demônio.

Omo é uma marca de sabão em pó que prefere defender a ideologia de gênero a fidelizar clientes.

PT, ou Partido dos Trabalhadores, é uma agremiação político-criminosa que governou o Brasil por 13 anos e que, nesse ínterim, quebrou todos os recordes de corrupção, assistencialismo barato, aparelhamento do Estado e desmantelamento das instituições democráticas. Conseguiu também eleger para a Presidência da República a pessoa mais despreparada e incapaz da história deste país, Dilma Rousseff.

Queermuseu é uma exposição “artística” de mau gosto, recheada de pornografia mal feita e de apologia à pedofilia, patrocinada pelo banco Santander e repudiada pela grande maioria da população.

Rogéria foi um artista e transformista homossexual que morreu neste ano, aos 74 anos, por conta de uma infecção generalizada. Juntamente com Clodovil, também já falecido, fazia parte de uma geração de homossexuais que não estava nem aí para a opinião pública, que não exigia tratamento especial e nem ficava pregando um orgulho besta e sem sentido por sua opção sexual. Se atuasse hoje, seria execrada pelos próprios ativistas gays.

Socialismo é um sistema baseado em mentiras, que consiste em tirar a riqueza de todos e colocar nas mãos do Estado. Este, por sua vez, a redistribui da seguinte forma: 95% na mão dos caciques e chefes do Partido, e 5% para assistencialismo porco e vagabundo. É também conhecido como o melhor sistema de distribuição de miséria já criado pelo homem.

Trump é o sobrenome do atual presidente dos Estados Unidos. Nesta mesma época, um ano atrás, a grande imprensa americana dizia que ele tinha menos de 7% de chance de ser eleito. A grande imprensa americana, assim como a brasileira, não serve para nada.

URSS era como os estudantes brasileiros das décadas de 1950 a 1990 conheciam a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, um experimento social que mostrou ao mundo o que realmente era o comunismo: o regime mais assassino e cruel da história.

Venezuela é um país que faz fronteira com o Brasil, governado por um doente mental e genocida, cujo regime totalitário e assassino é aplaudido pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann. De acordo com Lula, a Venezuela é um país que tem democracia até demais.

Washington é a capital federal dos Estados Unidos da América. Quem nasce nos Estados Unidos é americano; não é estadunidense, assim como nenhum brasileiro nascido na época em que nosso país se chamada “Estados Unidos do Brasil”. Estadunidense é uma palavra inventada por professores de Geografia com sérios distúrbios mentais.

Xucra é uma das formas gráficas variantes da palavra “chucra”, usada apenas por uma pessoa em todo o mundo, o colunista e tucano enrustido Reinaldo Azevedo.

YYZ é uma composição musical da banda Rush. Em suas apresentações ao vivo, a banda costuma inserir solos de bateria inacreditáveis de Neil Peart no meio da música. YYZ não tem absolutamente nenhum aspecto político.

Zabelê é filha de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, antiga Baby Consuelo. Baby costumava exibir uma vasta pelagem axilar, quando tal prática ainda não fazia parte do manual de conduta do feminismo moderno.”

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

Quem são os impostores dentro da direita?

A direita chegou ao poder.

Porém, antes mesmo de assumir, as rusgas inerentes à busca pelo poder estão a todo vapor.

Precisamos começar o processo de depuração.

Os egos estão aflorados. Brigas ocorrem e são tornadas públicas. Há traidores no ninho, vazando prints de conversas de whatsapp.

A partir de agora teremos maior facilidade para identificar os impostores dentro da direita. Muitos daqueles que diziam que estavam à serviço de um projeto político voltado à melhora do país começarão a tirar suas máscaras, demonstrando que suas ambições pessoais eram, na verdade, o cerne de seu envolvimento político. Alguns virarão as costas para Bolsonaro na primeira oportunidade. Outros permanecerão ao seu lado somente preparando o momento de dar o beijo de Judas.

[perfectpullquote align=”full” bordertop=”false” cite=”” link=”” color=”#16989D” class=”” size=””]

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém.  [/perfectpullquote]

Nós do Voltemos à Direita fizemos campanha para Bolsonaro e para muitos dos candidatos de direita que se elegeram. Não conhecemos nenhum político pessoalmente, nem ninguém ligado a eles. Assim como milhões de brasileiros, usamos nosso espaço na internet para divulgar o que acreditamos ser o melhor para o Brasil. Muitos de vocês fizeram o mesmo através de redes sociais e conversas no dia a dia. Fazemos parte deste momento e desta mudança, por isso precisamos estar atentos aos lobos que estão em nosso meio.

Leia também: 

Elegemos Bolsonaro! E agora, qual os próximos passos da direita brasileira?

A direita que faz oposição a si mesma

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém. Alguns espertalhões (e espertalhonas!) perceberam o momento de virada política e surfaram na onda. Mas as máscaras estão começando a cair.

Há marcas externas que podem ser cobertas com uma boa sessão de maquiagem.

Mas não há maquiagem que disfarce o caráter de alguém. Não por muito tempo.

Finalizo recomendando este ótimo vídeo de Felipe Moura Brasil:

 

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 12/12/2018

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]

 

Conheça a PALAVRA PROIBIDA de ser dita às feministas

Você ofendeu alguma mulher hoje?

Você feriu alguma mulher hoje?

Você desempoderou alguma mulher hoje?

Você declarou posse sobre alguma mulher hoje?

Você deslacrou a lacração hoje?

Você se ofereceu para ajudar alguma mulher hoje?

Você usou linguagem do patriarcado com ela?

Vou repetir:

VOCÊ USOU LINGUAGEM DO PATRIARCADO COM ELA?

Não se faça de sonso, você sabe do que estou falando.

Você foi gentil?

Foi?

Para se mostrar superior, né, canalha?

Você cedeu seu lugar hoje?

A deixou entrar primeiro no elevador?

Não creio! Bandido, desgraçado!

Você achou uma mulher bonita hoje?

A objetificou, miserável?

Vou repetir:

VOCÊ A OBJETIFICOU?

A achou bonita como um objeto que queria sob sua posse, cretino?

Você achou uma mulher feia hoje?

Vou repetir:

ACHOU ALGUMA MULHER FEIA?

Você teve coragem de reforçar estereótipos opressores de aparência?

Maldito seja!

Só falta me dizer que chamou alguma daquela palavra com P.

Não se faça de inocente, sabe bem do que estou falando.

A palavra com P. Sequer consigo pronunciar. Uma das palavras mais antigas do mundo que vocês usam para degradar e humilhar as mulheres.

Você a usou hoje, não usou?

Canalha! Machista! Nefasto! Hediondo.

Suma daqui.

Não converso com homem que chama mulher de Princesa.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Nota do autor: Este artigo já havia sido publicado neste portal com o título: Como ofender uma mulher empoderada, entretanto, mesmo que ele seja indubitavelmente satírico, o facebook o excluiu e me penalizou por sua publicação, alegando que era ofensivo e feria as diretrizes da comunidade. O republico agora, com título diferente, mas com o mesmo conteúdo. O texto não é ofensivo, mas sim irônico. A questão é que, conforme já expliquei em textos como Empoderamento: a nova prisão da mulher modernaLésbicas machistas empoderadas, o feminismo “empoderado” possui um salvo-conduto que o torna incriticável, de modo que até uma simples ironia a respeito dele é tratada como ofensa. 

 

Siga o Voltemos à Direita nas redes sociais e assine a newsletter para receber todos os nossos artigos.

[aps-counter theme=”theme-2″]