A saída é pela direita

Parece que a humanidade, ou parte dela, começa finalmente a tirar as escamas dos olhos e trilhar pela direita, pois, finalmente enxergaram que a realidade é bem diferente da falaciosa utopia da esquerda.

Os EUA seguiram esse caminho e elegeram Donald Trump ao invés da louca esquerdista Hillary Clinton. Antes disso, Mauricio Macri já havia ganho na Argentina.

No continente europeu não tem sido diferente. Na Áustria, a direita está no governo. E os políticos e partidos críticos a UE têm ganhado força na Alemanha, França, Polônia, etc. Além do Brexit.  A saída é pela direita!

Voltando ao nosso continente, os chilenos deram um belo de um chega pra lá na esquerda, representada por Bachelet, e elegeram o conservador Sebastian Pinera. Há poucos dias, foi a vez do Paraguai: Vitória do candidato conservador Mario Abdo Benítez.

E no Brasil? Será que os brasileiros também optarão pela saída à direita?

No nosso post, Qual critério você usará na escolha do seu candidato? perguntamos a nossos leitores quais candidatos poderiam promover as mudanças de que o Brasil realmente necessita. De forma intencional, não colocamos na enquete o nome do único candidato da direita com chances de vitória, Jair Bolsonaro.

Vote em nossa enquete

 

Pois bem, o resultado daquela enquete foi esclarecedor: Nenhum dos nomes citados (Ciro Gomes, Marina Silva, Geraldo Alckmin e Joaquim Barbosa), desperta a simpatia e confiança dos nossos leitores. Uma verdade sobre os referidos nomes: São todos representantes da esquerda!

Não obstante, são exatamente os representantes da esquerda, que possuem as melhores estruturas partidárias e de financiamento, que certamente exercerá forte apelo junto ao eleitorado. Nessa seara, os desafios de Jair Bolsonaro serão enormes.

A despeito disso tudo, devemos manter o otimismo e a convicção de que a melhor saída é pela direita, se não for possível desde do Executivo, porque os adversários virão com todo tipo de estratégias e meios escusos, que possamos eleger o maior número de conservadores no Legislativo.

Por Jakson Miranda

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Homem negro cospe em deficiente cobrando a tal “dívida histórica”

A notícia é de meses atrás, mas é claro que você não viu nenhuma comoção a respeito. Mesmo que o homem agredido seja um sem-teto deficiente, como é branco, não está protegido pela carapaça protetiva dos progressistas bonzinhos.

Este é o resultado até previsível do que o pensamento de esquerda está promovendo, com seu separatismo mau caráter, que se traveste de discurso de união, paz e amor.

Rodrigo Constantino escreveu o seguinte sobre a ocorrência:

Um homem negro teria atacado um companheiro de ônibus, um sem-teto deficiente de 52 anos, por ser branco. Ele teria cuspido na cara do outro, culpando-o por ter transformado sua avó numa escrava. Marquis Evans-Royster, de 27 anos, achava que o outro era devedor dele por conta do passado de escravidão.

De acordo com a WJLA-TV, a vítima inicialmente ignorou os avanços e provocações do agressor. Então, o jovem negro começou a mexer nos bolsos da vítima, o que levou demais passageiros a intervir na situação. Foi aí que Evans-Royster teria cuspido na vítima, além de ter ameaçado jogar-lhe uma xícara com urina.

Leia também: 

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Vereador quer cinza como cor de luto para não “agredir identidade negra”

O ataque só foi interrompido quando o motorista alertou que iria chamar a polícia. O suspeito saiu do ônibus então, sem pagar. O motorista contou que o agressor se referiu a todas as pessoas brancas como “malvadas”, e disse que dois passageiros brancos deveriam morrer.

Ao sair do veículo, o agressor ainda teria quebrado o retrovisor do ônibus, antes de fugir da cena. A polícia o prendeu quatro dias depois, numa estação local de metrô. Ele foi acusado de agressão racial e religiosa, roubo, e destruição de propriedade.

É claro que Evans-Royster pode ser apenas um maluco, ou um marginal que usa como pretexto a cartada racial. Mas ele pode muito bem ser fruto do meio, influenciado por uma narrativa cada vez mais racista da esquerda, especialmente de grupos como o Black Lives Matter, que gosta de demonizar todos os brancos, que seriam “demônios”.

O discurso de “reparação histórica” pode levar a esse tipo de situação no extremo. O rapaz jovem, por ser negro, sente-se no direito de tomar satisfação ou mesmo agredir o outro, por ser branco. Os indivíduos desaparecem da equação, com seus méritos, qualidades e defeitos, suas características todas, mais relevantes, restando apenas esta: a cor da pele.

 

Pois é, amigos, não se pode plantar bananas esperando colher mamões. Este é o resultado da guerra racial que a esquerda urdiu.

Como já escrevi aqui outras vezes, a esquerda fomenta sistematicamente o ódio que ela alega combater. Se você ainda não entendeu isso é porque não entendeu NADA!

Por Renan Alves da Cruz

 

Joaquim Barbosa é de esquerda. É só isso que sei!

O ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa é de esquerda, e é só isso que sei sobre a vida pública do agora pré-candidato à presidência da República. Não será por isso, no entanto, que irei negar seu ótimo serviço no STF quando do julgamento do mensalão.

Mas sim, Joaquim Barbosa é de esquerda! E sim, Joaquim Barbosa foi um fiel eleitor de Lula, mesmo após o escândalo do mensalão. Não só isso; repetiu a dose votando em Dilma Rousseff na eleição de 2010.

Mais uma vez, não condeno o ex-ministro por ter votado em Lula. Muitos brasileiros acreditaram na candura do líder sindical. (Nunca foi o meu caso. Não carrego essa vergonha!)

Recomendamos a leitura:

Joaquim Barbosa: Qual Sistema implodir? O político ou a democracia?

Em 2018, Rodrigo Maia será o candidato da politicagem

Não obstante, não condeno o voto de Joaquim Barbosa em Lula ANTES do escândalo do mensalão. Após vir à tona as roubalheiras do PT, é inadmissível que alguém com um mínimo de senso de justiça e ética, tenha votado em algum candidato do PT. Isso serve tanto para os joãos das periferias Brasil afora, quanto para os Joaquins e Barbosas que alcançaram, com méritos intelectuais, o mais alto posto do Judiciário.

Sendo assim, no caso do ex-ministro do STF, só há uma explicação para ter votado em candidatos do Partido dos Trabalhadores: convicção ideológica!

Somente as convicções ideológicas, que no caso da esquerda se provaram chegar próximas ao fanatismo, levam os indivíduos a abrirem mão de suas convicções de justiça, ética e moral. No caso de Joaquim Barbosa, no momento, não tenho elementos para crer no contrário.

Além de ter sido eleitor do PT, o que mais sabemos sobre Joaquim Barbosa?

Sabemos que Barbosa é a favor das cotas raciais.

Sabemos também, que Joaquim Barbosa acredita que todos os meios de comunicação são representados por “brancos e conservadores”.  E foi além:

A imprensa brasileira é toda ela branca, conservadora. O empresariado, idem”, diz. “Todas as engrenagens de comando no Brasil estão nas mãos de pessoas brancas e conservadoras.” Isso é um pouco do que pensa Joaquim Barbosa.

Em poucas palavras, Joaquim Barbosa externa todo um ranço contra aqueles que ele acredita serem os responsáveis pelo atraso e preconceito no Brasil: os brancos e conservadores!

Em síntese, Joaquim Barbosa é de esquerda. É só isso que sei!

Ele é pré-candidato a presidente pelo PSB. Partido Socialista Brasileiro.

E até o momento, não sabemos o que Joaquim Barbosa pensa sobre segurança pública.

Muito menos o que pensa sobre economia.

O ex-ministro defende um Estado mínimo ou o contrário? Qual modelo de reforma da Previdência Barbosa defende?

Não sabemos o que Joaquim Barbosa pensa sobre a educação pública.

Não sabemos o que Joaquim Barbosa pensa sobre saúde pública.

Enfim, só sei que Joaquim Barbosa é de esquerda e isso diz muita coisa sobre todos os temas elencados acima. E o que isso diz, caros e caras, não é nada bom!

Por Jakson Miranda

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Qual critério você usará na escolha do seu candidato?

Após um forçado período sabático, retomo ao Voltemos à Direita com essa questão que repasso a vocês, nossos queridos leitores. Nas eleições 2018, qual critério você usará na escolha do seu candidato?

Após a prisão do senhor condenado Lula da Silva, noto que a pauta dos principais jornais do país passa a ser as eleições presidenciais. Agora, Marina Silva dividirá os holofotes com Joaquim Barbosa. Enquanto Geraldo Alckmin tentará fazer os eleitores com memória esquecerem sua “inesquecível” campanha nas eleições de 2006.

Nessa toada, muitos concordam e propagam a ideia de que as eleições de 2018 será marcada pela imprevisibilidade: muitos candidatos, algumas caras novas diante de um eleitor desconfiado.

Da minha parte, não sou adepto dessa tese.

A conclusão que chego ao ver as inúmeras matérias publicadas nos meios de comunicação é a de que a principal estratégia do mainstream político nacional, não é sanar as dúvidas do eleitorado, ao contrário, é conduzi-lo até outubro sob uma atmosfera de descrença e dúvidas. Qual o busílis?  O eleitor chegará ao dia da eleição com uma única certeza: tanto faz se o eleito for Joaquim, Alckmin, Marina, Ciro ou Maia.

 

Desse modo, o que se tem, ao invés de uma eleição, onde seriam eleitos os melhores representantes da sociedade aos olhos dos eleitores, é uma mera e desavergonhada disputa pelo poder. Só assim para explicar o fato de um instituto de pesquisa que quer ser levado a sério, colocar como candidato a presidente um condenado pela justiça pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Creio que o eleitor não precisará recorrer a carceragens e presídios para encontrar os melhores representantes da sociedade…

Recomendamos essas importantes leituras:

E a Marina Silva?

Por que a esquerda prefere Geraldo Alckmin?

É diante desse quadro, que os referidos candidatos apresentarão suas propostas. (Assusta-me o fato de nenhum grande jornal ter indagado Marina Silva, Joaquim Barbosa e Ciro Gomes, sobre segurança pública ou educação). É nesse contexto que o eleitor se encontrará diante da cabine de votação.

Assim, indagamos:

Ganhará o seu voto o candidato que apresentar a melhor proposta para a segurança pública?

Ou será aquele que apresentar uma saída para os treze milhões de desempregados?

Ganhará seu voto aquele candidato que prometer ser firme no combate a corrupção?

Ou aquele que priorizar a educação?

Qual critério vocês usarão, caríssimos leitores e eleitores? Reflita e deixe seu comentário!

Por Jakson Miranda

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Breve história do ativismo pedófilo

Existiu, entre 1974 e 1984, na Inglaterra, um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais, uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. O movimento recebia dinheiro do governo britânico para a sua atividade por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. O PIE acabou sendo fechado, na década de 80, depois que as investigações de frequentes escândalos de pedofilia acabaram levando a membros do movimento. Além disso, a sua atividade política começou a se tornar ultrajante para a sociedade britânica.

Entre as ações empreendidas por este movimento durante sua atividade, esteve a luta pela redução da idade de consentimento para QUATRO anos de idade, o que começou a despertar indignação. Mas houve resistência do governo pois a atividade do movimento estava abrigada pelo Conselho Nacional para Liberdades Civis.

Ficou claro na época que nenhuma iniciativa pedófila teria exito enquanto a prática mantiver um estigma negativo na sociedade, isto é, contrária a valores tradicionais ainda em voga.

Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos) com o mesmo objetivo do PIE. NAMBLA é considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, pertenceu à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido o objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas.

A ONU chegou a dar esse status ao ILGA em 1993 mesmo com a associação com o NAMBLA, mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, o ILGA decidiu pela dissociação com o  NAMBLA, sendo então admitido pela ONU no ano seguinte após protestos de organizações pedófilas de outros países.

O ILGA é um dos principais promotores da Ideologia de Gênero na ONU por meio da UNESCO, embora haja hoje centenas de outros movimentos e ONGs feministas empenhadas na causa da educação sexual para idades cada vez menores.

Links pesquisados:
Pedophilia Is A Sexual Orientation Under new California state law!!!

http://www.nambla.org/

Atualmente, no Brasil, por meio do Ministério da Educação e Cultura, rios de dinheiro são investidos na elaboração de programas educacionais que levam a temática da Ideologia de Gênero para ser ensinada a creches de todo o país. Essa ideologia, a pretexto de combater a discriminação, oferece às crianças um leque de opções sexuais e orientações possíveis que chama de gêneros.

Leia também: 

Ideologia de gênero chega à Igreja Luterana. Rasgaram a Bíblia

Ideologia de gênero nas escolas 

A mudança de estratégia surtiu efeito. Hoje, na maioria dos países, a educação sexual é comum, embora a pedofilia seja oficialmente proibida. Um dos expedientes caros aos ativistas é a distinção, bastante arbitrária, entre pedófilos e abusadores de crianças. Segundo eles, há o pedófilo inofensivo que somente sente atração sexual por crianças mas não a pratica. Enquanto aos abusadores mantém-se a condenação penal, ao pobre pedófilo caberia tratamento, ajuda e toda a compreensão, cabendo inclusive, quem sabe, uma campanha de combate à discriminação contra ele.

O novo movimento pedófilo está hoje infiltrado nos movimentos LGBT por meio do “combate ao preconceito nas escolas”. Diante do preconceito sofrido por crianças com tendências homossexuais, sugere-se o ensino de todo tipo de prática sexual imaginável às crianças da mais tenra idade.

A mais conhecida teórica da Ideologia de Gênero, Judith Butler, porém, afirma que “gênero é o seu comportamento”, fazendo do conceito um tipo de cultura ou revolução comportamental. Ora, segundo ela, não há homens ou mulheres, mas simplesmente pessoas. A consequência lógica deste pensamento impõe que não exista nem mesmo preconceito e, no entanto, este é o conceito que está sendo utilizado para ensinar as crianças, a partir dos 4 anos, a explorarem seus corpos e os de seus colegas em busca de prazeres sexuais para, assim, definirem seu “gênero”.

A conceituação de Butler, se bem compreendida, já demonstra que não é o problema do preconceito que desejam resolver.

É sabido pela psicologia que para mudar a mentalidade de alguém, basta mudar-lhe o comportamento, pois o indivíduo lutará para adequar o pensamento às ações praticadas anteriormente, de modo a reduzir a dissonância cognitiva. Portanto, a mudança da mentalidade é o alvo principal, fazendo de crianças e adolescentes militantes eficientes pela destruição de todos os padrões morais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a Ideologia de Gênero não torna as crianças homossexuais, mas as transforma em órfãos incapazes de perceber a realidade justamente porque habituam-se a adequá-la aos seus desejos e às ideologias do momento. Convertem as crianças a meros brinquedos de adultos.

Por Cristian Derosa, publicado no portal Estudos Nacionais

 

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Marco Feliciano critica Pabllo Vittar: No que se transformou o pastor deputado?

O deputado federal Marco Feliciano, que ascendeu à política com apoio dos cristãos evangélicos entrou em mais uma polêmica.

Desta vez, Marco Feliciano chamou atenção para a meteórica fama de Pabllo Vittar.

Aproveite e leia também nosso artigo sobre o ativismo gay da globo e Freddie Mercury?

Pois bem. Feliciano gravou um vídeo em que alerta a sociedade conservadora acerca da manipulação que os grandes veículos de mídia fazem para eleger seus “queridinhos”. Eleger, diga-se de passagem, não apenas no show business, mas também, no Congresso Nacional. Em ano de eleição e com a pauta que se conhece desses veículos da imprensa nacional, todo cuidado é pouco.

Em sua fala, o deputado federal Marco Feliciano indaga se é coincidência um homem travestido de mulher cantar e estampar a cara em latas de refrigerantes. Sim, ele se referia à voz de ratazana morrendo Pabllo Vittar. Pronto! A polêmica foi criada!

Pabllo Vittar não pode ser criticado! E quem o criticar, logo é acusado de estar utilizando-se de um discurso nazista. Isso mesmo amigos, foi o que disse, no programa morning show, da Jovem Pan, o jornalista Claudio Tognolli. Diante do quadro, Feliciano sentiu-se ofendido e desafiou a radio a convidá-lo e sobretudo, deixa-lo falar!

No que se transformou o deputado federal pastor Marco Feliciano?

O desafio feito por Feliciano foi aceito e o deputado esteve nesta quarta-feira, ao vivo no programa da Jovem Pan.

Vi o programa na integra e recomendo que todos assistam. Nele, Feliciano dá mostras do que se transformou.

Por um tempo, nutri uma certa desconfiança em relação a atuação do deputado Marco Feliciano. Todavia, tenho observado um contínuo amadurecimento político do parlamentar.

Pelo que apresentou no programa morning show, Marco Feliciano está se transformando em um político lúcido, coerente, perspicaz, sensato, firme e corajoso. E o mais importante, deu provas de que está se transformando num bom debatedor, acumulando boa bagagem intelectual e cultural.

Quem diria, hein?!

Obviamente que estamos falando de uma caminhada de um parlamentar e pastor evangélico. Suscetível a quedas, desvios e receios, como qualquer um de nós. Porém, estou convencido de que o deputado federal Marco Feliciano já pode ser colocado no rol daqueles que representam com dignidade os valores conservadores.

Por Jakson Miranda

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Como ofender uma mulher empoderada!

Você ofendeu alguma mulher hoje?

Você feriu alguma mulher hoje?

Você desempoderou alguma mulher hoje?

Você declarou posse sobre alguma mulher hoje?

Você deslacrou a lacração hoje?

Você se ofereceu para ajudar alguma mulher hoje?

Você usou linguagem do patriarcado com ela?

Vou repetir:

VOCÊ USOU LINGUAGEM DO PATRIARCADO COM ELA?

Não se faça de sonso, você sabe do que estou falando.

Você foi gentil?

Foi?

Para se mostrar superior, né, canalha?

Você cedeu seu lugar hoje?

A deixou entrar primeiro no elevador?

Não creio! Bandido, desgraçado!

Você achou uma mulher bonita hoje?

A objetificou, miserável?

Vou repetir:

VOCÊ A OBJETIFICOU?

A achou bonita como um objeto que queria sob sua posse, cretino?

Você achou uma mulher feia hoje?

Vou repetir:

ACHOU ALGUMA MULHER FEIA?

Você teve coragem de reforçar estereótipos opressores de aparência?

Maldito seja!

Só falta me dizer que chamou alguma daquela palavra com P.

Não se faça de inocente, sabe bem do que estou falando.

A palavra com P. Sequer consigo pronunciar. Uma das palavras mais antigas do mundo que vocês usam para degradar e humilhar as mulheres.

Você a usou hoje, não usou?

Canalha! Machista! Nefasto! Hediondo.

Suma daqui.

Não converso com homem que chama mulher de Princesa.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

Leia também: 

Pabblo Vittar tem a voz de uma ratazana morrendo 

Lésbica, feminista e cristã? 

 

 

A assustadora verdade que não te contaram sobre os juízes ativistas de esquerda

No artigo Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir abordei o que considero o traço mais evidente do discurso esquerdista: a hipocrisia.

O esquerdista é, em essência um hipócrita, que dá peso diferente às situações conforme sua conveniência pessoal e/ou ideológica. O que vale para os outros não vale para ele. O que em algumas situações é deplorável, em outras, de acordo com quem faz, é louvável.

Se você é um lacrador pode tudo! Pode bater em mulher, zoar gays, demitir funcionário e não pagar, papar menininha de 14 anos…

Se você, no entanto, não se curva aos ditames progressistas, sequer precisa chegar perto de qualquer destes atos para ser imediatamente tachado de fascista.

A esquerda, porém, possui muitas competências. Uma delas, executada com perfeição, foi a ocupação de espaços em cargos e posições chaves na sociedade: política, academia, mídia e judiciário.

No judiciário a atuação é repugnante. Juízes esquerdistas vestem a toga do ativismo para contrariar a Carta, tomando decisões fundamentadas em ideologia, muitos reconhecendo desavergonhadamente o modus operandi e sendo reverenciados pela “coragem”, ao invés de impedidos de julgar.

O excelente canal do youtube Hipócritas tem produzido esquetes excelentes, denunciando de forma bem humorada toda a hipocrisia da turma da lacração. Já publicamos aqui no Voltemos à Direita seu vídeo Nota de esclarecimento de um Banco Qualquer, que mostra como funciona a imposição ideológica, tomando por base a exposição nojenta financiada pelo Banco Santander.

Neste outro vídeo, o foco está sobre o juiz de esquerda e seu duplo padrão. Veja:

Já escrevi aqui porque o humor deve ser uma arma cada vez mais utilizada pela direita, e recomendo que você leia o texto, para entender como o trabalho de canais como Hipócritas e Spider Consense é um excelente aditivo ao trabalho que os conservadores estão realizando no país.

A mídia diz todo dia que vivemos tempos perigosos, mas quando o faz, atribui as práticas lesivas a Trump e Bolsonaro.

Vivemos sim tempos muitos perigosos, mas isto porque nossos tribunais estão infestados de juízes ignóbeis, a serviço de uma agenda destrutiva, cujo alvo é o sepultamento total dos valores que construímos e que nos trouxeram até aqui.

Como conservadores, acreditamos sim que mudanças apropriadas devem ocorrer na sociedade, mas de forma gradativa, sem bruscas rupturas que possam destruir o tecido da sociedade que construímos.

Mas nada disso importa. O mocismo politicamente correto se tornou tão grande e tão tentacular que permite que juízes se imponham à Constituição do país para servir à agenda que consideram correta!

Os tempos são perigosos justamente em virtude dos revolucionários hipócritas, que exigem de nós aquilo que eles próprios não fazem. Dos professores doutrinadores que esmerdalham a cabeça de crianças com suas taras insanas, impedindo-as de manter sua inocência até a idade apropriada para se inteirarem de questões de cunho sexual.

E também por causa da mídia mentirosa que usa seu poder de influência para detratar quem pensa fora da agenda progressista vigente.

Resta o âmbito da justiça para recorrermos.

Daí a importância estratégica de manter juízes ativistas em ação, para que julguem segundo a cartilha dos grupelhos.

É um ciclo vicioso, produzido sob medida para coibir quem foge ao padrão que eles impõe.

Um ciclo produzido para nos solapar.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Esquerda reinstitui tribunais raciais. Quem são mesmo os nazistas?

Os tribunais raciais estão de volta. A esquerda segue institucionalizando o racismo, criando mais e mais categorizações que dividem a raça humana e segregam as pessoas.

Já escrevemos aqui sobre o Racismo Oficial brasileiro implantado através do cotismo. Mas apenas isso não bastou e agora temos o retorno triunfal dos pérfidos tribunais raciais.

Em seu blog, Rodrigo Constantino abordou o tema com propriedade:

Não foi por falta de aviso. Nós, liberais, sabíamos que as cotas raciais levariam à criação de tribunais raciais, especialmente num país como o Brasil. O motivo é simples: o estado garante um privilégio, e ninguém quer ficar de fora de uma boquinha grátis, de uma vantagem.

Como ela só é oferecida para determinado grupo, mas como o pertencimento a tal grupo é um tanto subjetivo, pois depende da “autoafirmação” e do fenótipo, a única saída para fraudes seria instituir um tribunal oficial para julgar quem pode e quem não pode ser considerado negro.

E cá estamos nós, com tribunais raciais criados em universidades para definir quem é e quem não é negro:

Averiguar traços do fenótipo e a cor da pele? Isso nos remete a qual regime mesmo? Se o leitor tem dúvidas, eis uma imagem do que faziam os nacional-socialistas seguidores de Hitler:

Isso não parece algo como “averiguar traços do fenótipo”? Claro, o “progressista” moderninho pode alegar que o nazismo era “do mal”, e queria fazer tal avaliação racial para exterminar uma raça tida como inferior, enquanto a esquerda hoje lança mão dos mesmos meios para ajudar os negros, historicamente discriminados.

Em primeiro lugar, os meios importam! São imorais, reforçam justamente aquilo que se pretendia eliminar, o conceito de raça humana, e gera constrangimento, concentra poder em burocratas “iluminados” etc. Em segundo lugar, é impossível saber se o indivíduo em questão vem de uma linhagem que foi explorada ou exploradora, pois mulatos chegaram a ter escravos, e nem todo branco era dono de escravos.

Para uma “reparação histórica”, cria-se novas injustiças, além de permitir o uso de mecanismos abjetos como a “averiguação da cor da pele” por um grupo de ungidos. Até mesmo esquerdistas como Helio Schwartsman, da Folha, reconhecem que uma cota com base na renda faria bem mais sentido, se o intuito é ajudar os desfavorecidos. Método mais objetivo, impessoal, e não pune um pobre branco em detrimento de um rico negro.

Por fim, estamos falando de um “fascismo do bem”. Justamente porque esses esquerdistas estão convencidos de que suas metas são maravilhosas, eles não se importam com os meios que utilizam. Eles podem fazer exatamente como os nazistas faziam, que os nazistas serão sempre os outros. Eles são “do bem”, e ponto. Mesmo que estejam segregando cada vez mais um povo miscigenado. Chegará o dia em que o policial terá que agir como nesse desenho sarcástico:

Se tudo é raça, se ela é o passaporte para o salvo-conduto de crimes e para privilégios nas universidades e nas carreiras, então claro que pertencer a uma raça “certa” passa a ter mais valor, enquanto não ser dessa raça significa problemas. Os defensores das cotas raciais estão alimentando o racismo, exatamente como avisamos que aconteceria lá atrás.

 

Voltamos: 

Vivemos uma severa involução, protagonizada e propositalmente propagada pela esquerda e seus acólitos midiáticos. O enfrentamento ao racismo verdadeiro, pleno, é aquele que investe na lógica de que tonalidade de cor de pele não deveria distinguir seres humanos. A esquerda, que se auto-intitula tão antirracista, faz exatamente o contrário, incentivando a ruptura social calcada exatamente no reforço da distinção baseada em tonalidade de pele.

O pensamento de esquerda é, em grande escala, o maior responsável pelo atraso moral e social do homem.

Por Renan Alves da Cruz 

Projeto do PT para o Brasil era fazer de Lula nosso Fidel Castro. Conseguiu!

O projeto do PT para o Brasil vem com muitas plataformas, dentre elas, podemos citar a redução da pobreza e das desigualdades. Outro tema caro ao petismo é a inclusão social. De fato, há centenas de milhares de pessoas que nesse exato momento, estão sem emprego e por isso, não poucos perderam suas casas, indo morar embaixo do viaduto ou na casa de parentes. É o resultado da política neoliberal implantada durante os 13 anos… em que o PSDB, eterno rival do PT, governou o Brasil.

É obvio que o projeto do PT para o Brasil vai além de reduzir as desigualdades e promover a inclusão social. Ao apoiar as ações de Nícolas Maduro na Venezuela, os petistas sonham com o dia em que poderão fazer o mesmo no Brasil.

Por outro lado a Venezuela nunca foi e nunca será um exemplo a ser seguido pelos petistas, visto que Maduro fracassou. Esse é um ponto “pacificado” nas discussões internas do partido, creio eu.

Nesse sentido, fica claro que o sonho de todo e qualquer petista e esquerdista é fazer do Brasil uma Cuba. Eis o projeto do PT para o Brasil! Cuba é o modelo a ser seguido! Viva la revolucion cubana!

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Por certo que José Dirceu não afirmará ou defenderá o continuo fuzilamento, mas ele bem que pode ser visto, pelos petistas, como a versão acabada do lendário Che Guevara. (guerreiro do povo brasileiro) Do mesmo modo, nada mais natural ver em Lula a versão nacional para o mítico Fidel Castro. Essa história de Lula se comparar a Deus é “café pequeno“. Ele e o PT sabem que o espelho é Fidel Castro.

Pode-se dizer o que for, mas, o PT foi sagaz em seguir à risca seu objetivo. Analisando os fatos, digo que o projeto do PT para o Brasil de fazer de Lula nosso Fidel Castro foi bem sucedido!

Se nesse ponto até mesmo algum petista que eventualmente esteja lendo esse artigo ficar surpreso e sem entender, deixe-me colocar as coisas em termos mais claros.

Fidel Castro saiu-se como o grande líder da revolução cubana. Liderou Cuba oficialmente por 49 anos! E fez de Cuba, para os esquerdistas, uma Disneylândia, um paraíso na terra. Por ser quem foi, Fidel Castro não poderia carregar para si outro título senão o de comandante. E qual esquerdista não enche a boca e acelera o coração ao pronunciar a mágica frase comandante Fidel?

Essa era a meta do PT. Fazer de Luiz Inácio Lula da Silva um grande líder. Um grande chefe, acima do bem e do mal. Acima das leis porque ele seria a lei.

Bem, nem todos, ou quase ninguém em Cuba, sente-se feliz com o paraíso cubano e assim, tem origem na ilha uma versão moderna que simboliza de forma mais adequada os feitos de Fidel e as consequências de sua revolução. Por lá, não há quem não encha o peito e não esconda a satisfação em pronunciar a estonteante frase: Fidel Castro, nosso Coma Andante!

O projeto do PT de fazer de Lula nosso Fidel Castro teve seu resultado alcançado. Julgado e condenado a doze anos de prisão, mais multa, Lula é uma caricatura de líder; é a personificação daquilo que conhecemos como decrepitude moral.

Ao perambular por aí, agredindo todos, inclusive a justiça. Ao perambular pelo Brasil, sem ter a coragem de andar livremente pelas ruas, mas fazendo ameaças que não assustam ninguém, Lula segue os passos de Fidel Castro e torna-se para todos nós, um Coma Andante.

Se o projeto do PT para o Brasil era fazer de Lula nosso Fidel Castro, Conseguiu! Lula é hoje moralmente, um Coma Andante!Eis a grande novidade dessas eleições de 2018.

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Por Jakson Miranda