Bolsonaro e a Cúpula Conservadora das Américas

Podemos dizer, sem exagero nenhum, que o deputado Jair Bolsonaro é um dos grandes responsáveis pela realização da Cúpula Conservadora das Américas. É meritório que um evento dessa envergadura esteja ocorrendo no Brasil. Nossa torcida, é que seja um evento anual e que se espalhe por todo o Brasil.

A nota de decepção sobre o evento é que o Voltemos à Direita não estará presente, infelizmente. Esperemos pela próxima!

Leiam abaixo texto do site Senso Incomum

A Cúpula Conservadora das Américas, que será realizada em 28 de julho em Foz do Iguaçu (PR), abriu inscrições para o público e para a imprensa e ganhou site: www.cupulaconservadora.com.br. O evento é gratuito.

Espécie de reação ao Foro de São Paulo, a Cúpula foi concebida para, segundo o site, “reunir importantes líderes e economistas liberais da América Latina para debater os problemas atuais que ocorrem em nosso país e no mundo”. É organizada pelos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Delegado Francischini (PSL-PR).

Estão confirmadas as presenças do pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL-RJ), do general Augusto Heleno, do economista Paulo Guedes, do Príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança e do filósofo Olavo de Carvalho (por videoconferência).

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Entre os convidados internacionais estão a senadora colombiana María Fernanda Cabal, o cientista político e ativista venezuelano Roderick Navarro e o professor universitário chileno Francisco Javier Leturia Infante.

A Cúpula Conservadora das Américas será composta por quatro mesas-redondas, nas áreas de Economia, Segurança, Cultura e Política. O evento ocorre no Centro de Convenções de Foz do Iguaçu, a menos de 2 quilômetros do aeroporto da cidade.

Texto extraído do site Senso Incomum

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A hipocrisia da mala Malala Yousafzai

A paquistanesa Malala Yousafzai está no Brasil. Já passou por São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro.

Mundialmente famosa por lutar pela educação de meninas, contra as determinações dos extremistas islâmicos do taliban, Malala foi alvejada com um tiro na cabeça enquanto estava dentro do ônibus escolar. Sobreviveu ao atentado e tornou-se a pessoa mais jovem a ganhar o prêmio Nobel da Paz.

Hoje, com 21 anos, Malala Yousafzai tem sua própria fundação com o alegado objetivo de promover a educação de crianças e jovens que sofrem o mesmo que ela sofreu.

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No Rio de Janeiro, a jovem paquistanesa comemorou seu aniversário com jovens bailarinas do projeto na Ponta dos Pés.

Leiam trechos de matéria publicada pelo G1

“Pelas redes sociais, Malala contou ter conversado com as bailarinas do projeto Na Ponta dos Pés sobre como a dança ajuda a permanecerem estudando e ultrapassarem as barreiras da violência nas comunidades do Rio”.

E ainda

“À imprensa, Malala disse que estava contente em celebrar seu aniversário conversando com meninas de comunidades marginalizadas do Rio e refletindo sobre temas como violência, racismo e pobreza, segundo a assessoria da jovem paquistanesa”.

Na quarta (11), um dia antes de seu aniversário, Malala foi ao encontro de meninas que trabalham na organização de grafiti Rede Nami na favela Tavares Bastos, e que encoraja jovens meninas a enfrentarem o raciscmo, machismo, violência sexual através da arte de rua.

 Na comunidade, ela fez um grafiti em homenagem à vereadora Marielle Franco e posou para fotos ao lado de arte com o rosto da parmentalar, que foi assassinada junto com o motorista, Anderson Gomes, no dia 14 de março, no Estácio.

 Entendendo a hipocrisia de Malala Yousafzai

 É inegável que Malala foi corajosa em enfrentar os radicais islâmicos. E é compreensível sua preocupação com jovens que se encontram na mesma situação que ela. Então, aonde está a hipocrisia?

Para responder essa questão, recomendo o vídeo do youtuber Bernardo P. Kuster. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

Por Jakson Miranda

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Para ator Paulo Gustavo, Cristo está morto

O ator Paulo Gustavo, estrela global, não esconde que é homossexual, ao contrário. Essa tem sido a tônica de muitos famosos. Quanto a isso, nada tenho a dizer. Eles que vivam suas vidas!

No entanto, é praxe dessa turma, como uma espécie de obsessão, quererem que Deus, a Bíblia e os cristãos se conformem a suas práticas.

Em matéria de Veja ficamos sabendo que o ator Paulo Gustavo fez o seguinte comentário:

“Quem escreveu essa Bíblia está desatualizado. Se Jesus Cristo fosse vivo, estaria no show de Pabllo Vittar. Está todo mundo indo, menino”.

O que Paulo Gustavo deve saber, porém, teima em não admitir, é que Jesus Cristo está vivo!  Diante dessa verdade, não é preciso fazer muito esforço para entender que Cristo Jesus não está em um show de Pablo Vittar.

Certamente nada impediria Jesus de ir a tal show, mas, com o único fim de cumprir a missão de converter o pseudoartista, “Vai-te, e não peques mais”!

Como afirmei no inicio, os ativistas homossexuais e não só eles, mas alguns ateus também, demonstram ter verdadeira fixação obsessiva por Deus e pela Bíblia. Ora tecem criticas a Palavra de Deus, ora negam a existência do Criador e não poucas vezes, optam pelo simples e puro deboche, zombaria ou ironias. Quando tomo conhecimento desses casos, chego à conclusão que tais querem mesmo é chamar atenção de Deus. Seria o caso do ator Paulo Gustavo?

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Pabllo Vittar tem a voz de uma ratazana morrendo sim!

Todavia trata-se de uma estratégia inócua. Agem como crianças birrentas? Talvez. Mas, a Bíblia lembra-nos que diante do Cristo pregado na cruz seus algozes seguiram esse mesmo caminho:

E o povo estava olhando. E também os príncipes zombavam dele, dizendo: Aos outros salvou, salve-se a si mesmo, se este é o Cristo, o escolhido de Deus.
E também os soldados o escarneciam, chegando-se a ele, e apresentando-lhe vinagre.
E dizendo: Se tu és o Rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo.
(LC 23: 35-37)

Qual a conclusão?

Invariavelmente, àqueles que se opõem a Cristo, apresentam características idênticas entre si, seja no contexto da crucificação, seja nos dias de hoje. São pessoas que negam a existência de Deus, a Santidade de Cristo e a autoridade da Bíblia porque não querem abrir mão de seu orgulho, vaidade e egoísmo. Emaranham-se em seus prazeres afirmando terem encontrado o amor e a felicidade, mas, ouso dizer, a grande verdade é que fazem isso para ocultar a triste vida que têm: sem sentido e sem esperança.

Por Jakson Miranda

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Na Argentina, jornalista contra o aborto perde emprego

Como todos já devem saber, a Argentina está prestes a legalizar o assassinato de crianças que ainda se encontram no ventre, desde que as grávidas estejam na condição de quatorze semanas de gestação. O que poucos devem saber é que àqueles que se manifestam contra o aborto, perdem seus empregos.

Leiam essa matéria. Integra, Aqui.

A jornalista argentina Amalia Granata foi afastada do programa televisivo “Todas las tardes” por ter questionado nas redes sociais a atitude incoerente dos que promovem o aborto, mas não exigem prevenção mais eficiente contra o câncer de mama.

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O contexto da postagem, feita no Twitter, foi o falecimento, por câncer de mama, da filha de uma popular artista do país, María Eugenia Fernández de Laprida. Fazendo menção ao lenço verde que se tornou símbolo das ativistas pró-aborto, Amalia postou:

“O câncer de mama é a primeira causa de morte de mulheres na Argentina. Não as vejo com o lenço verde exigindo do Estado mais prevenção e tomógrafos para as mais vulneráveis. #coerência #CuidemosDasDuasVidas”.

A própria família da jovem falecida já tinha se expressado com a mesma clareza contra o aborto, mas, ao demitirem Amalia, diretores do canal Nueve usaram como desculpa justamente a família enlutada. Foi o caso de Diego Toni, gerente de conteúdos da emissora:

“Amalia fez um comentário infeliz num momento infeliz, especialmente para a família Laprida. Nós interpretamos esse tuíte da mesma forma que muitos meios de comunicação importantes e por isso achamos prudente afastar Amália momentaneamente. Espero que não seja para sempre, porque todos temos o direito de nos equivocar”.

É chamativo, como sempre, o uso de dois pesos e duas medidas. Outra apresentadora argentina, Maria Eugenia Lozano, se expressou a favor do aborto de modo contundente, retuitando agressões contra ativistas pró-vida e etiquetando-os de “antidireitos”. Para quem defende o primeiro e mais óbvio dos direitos, que é o de nascer, ser tachado de “contrário aos direitos” é uma explícita ofensa, além de uma evidente mentira. Mas ninguém pediu a demissão de Maria Eugenia Lozano por ter feito essa acusação – nem a demissão de qualquer outro jornalista ou apresentador televisivo pró-aborto, apesar dos muitos que menosprezaram e tergiversaram os argumentos contrários à descriminalização dessa prática na Argentina.

Amalia Granata, no entanto, não pretende se render aos autoproclamados “tolerantes” e “inclusivos” que alardeiam os direitos dos outros enquanto esses outros concordam com eles. Ela avisou, com mais um tuíte:

“Toda luta tem consequências… A minha custou o pão dos meus filhos. Não vou baixar os braços. #CuidemosDasDuasVidas”.

E completou:

             “Não vão me calar! Não me assustam. Pelo contrário, me dão mais forças #SalvemosAsDuasVidas”.

A postura da comunicadora tem atingido enorme repercussão nas redes sociais, proporcionando-lhe grande apoio entre a população e entre alguns (poucos) jornalistas, como Mariano Obarrio, que denunciou o claro atentado contra a liberdade de expressão sofrido por Amalia e resumiu assim a hipocrisia dos que a perseguem:

            “Parece que o aborto os torna autoritários”.

Encerramos

O comentário feito acima certamente está equivocado. O aborto não os torna autoritários. O movimento feminista é autoritário por natureza e por ser assim, defende o aborto. Consequentemente, qualquer um que se posicionar contra o aborto, será perseguido por essa gente.

Para os autoritários, ser contra o aborto é coisa de retrogrado. Ser contra o aborto é coisa de hipócritas.

Devemos lutar contra todo e qualquer tipo de autoritarismo. No caso do aborto e dos que defendem tal agenda, é sempre oportuno termos em mente uma memorável frase deixada por Madre Tereza de Calcutá:

“Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas, a usar a violência para obterem o que querem”.

Por Jakson Miranda

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Comunista Manuela D’Ávila queria falar asneiras sem ser corrigida

Após um pequeno hiato, voltamos à labuta e não poderíamos deixar de falar sobre a comunista Manuela D’Ávila do PC do B e sua entrevista ao Roda Viva da TV Cultura.

Manuela, como é habitual entre aqueles que não conseguem responder a uma única pergunta de forma objetiva, saiu do programa e logo começou o mimimi de que fora interrompida 40 vezes. Quanta polêmica!

A comunista Manuela D’Ávila queria falar asneiras sem ser corrigida ou contraditada!

Em sua defesa, saiu, ora vejam! A nulidade que atende pelo nome de Marina Silva. Para a comunista verde melancia, nem homem nem mulher “pode sofrer interrupção de suas falas no ato de expor suas propostas e ideias, pelo bem de uma cultura de paz e pelo bem do país”.

O problema é que a pré-candidata pelo PC do B, falou muito à vontade sobre suas ideias e propostas que se resumiam em aumentar a participação do Estado na economia e taxar as grandes fortunas.

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No mais, a comunista Manuela D’Ávila foi questionada sobre a ideologia dela e de seu partido, o comunismo, responsável pela morte de milhões de pessoas na China e URSS para ficarmos nesses dois exemplos.

Ao ser instada a comentar sobre as práticas de Stálin e Mao, Manuela justificou os atos desses genocidas, afirmando que se tratava de um ciclo de “guerras e de mortes”. (Ah, bom. Se é assim, sim)

Como de praxe, Manuela não condenou a ditadura na Venezuela e atuou como advogada do preso e condenado Lula. Ou seja, hipocrisia e verborragia delirante, essas foram às impressões que a comunista Manuela D’Ávila deixou no programa.

Resumo da ópera, por serem civilizados, respeitosos, cordiais e até simpáticos, os entrevistadores não contestaram com mais veemência as platitudes esquizofrênicas emitidas pela comunista que no mínimo, deveria ser chamada de mentirosa, apoiadora e entusiasta de monstros assassinos.

Por Jakson Miranda

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Uma significativa vitória contra o totalitarismo LGBT

No excelente artigo totalitarismo LGBT, (clique AQUI para ler o artigo) nosso colunista e editor Renan Alves da Cruz foi ao cerne da questão sobre a natureza do dito movimento LGBT.

O totalitarismo LGBT habilmente ocupou espaços e cotizou o ambiente acadêmico/cultural com outras minorias barulhentas e oportunistas, que se perfazem e subsistem com a própria militância como profissão. Neste balaio todo podemos incluir radicais esquerdistas de diversos matizes, todos empanturrados de marxismo cultural, tendo como princípios orientadores de ação o sufocamento das ideias que se opõe à sua ideologia.

Não por acaso, cristianismo e marxismo não se aglutinam. Os princípios norteadores de um são sempre afrontosos ao outro.

Trocando em miúdos, para os adeptos do totalitarismo LGBT, eles podem dizer e fazer o que bem entenderem, já àqueles que não concordam com suas práticas e pautas, não podem fazer e muito menos dizer nada que desagrade a tal comunidade. Se for cristão, então, é processo na certa!

Foi exatamente isso que aconteceu com o americano Jack Phillips. Por ser cristão, Phillips não aceitou confeccionar o bolo de “casamento” de um “casal homossexual” e por essa atitude, foi processado.

Após os tribunais estaduais decidirem contra Jack Phillips, seu caso chegou à Suprema Corte americana que finalmente decidiu em favor do confeiteiro.

Em seu voto, o juiz Anthony Kennedy, embora se valha de eufemismo, deixa claro que o caso foi pautado por uma declarada perseguição religiosa. Argumentou o magistrado:

“Ainda assim, a delicada questão de quando o livre exercício de sua religião deve ceder a um exercício de poder estatal de outra forma válido precisava ser determinado em um julgamento no qual a hostilidade religiosa (grifo nosso) por parte do próprio Estado não deveria ser um fator na balança. Essa exigência, no entanto, não foi cumprida aqui”.

Da minha parte, acredito que o totalitarismo LGBT não é capaz de encontrar respaldo legal para obrigar quem quer que seja a prestar serviços aos ditos casais gays. Quando conseguem, por meio de força de leis, deixam em evidência uma afrontosa guerra não por direitos, mas, em prol da supressão deles. Para o totalitarismo LGBT, se for pela supressão dos direitos dos cristãos, melhor ainda. Nesse caso, a força das leis passa a ser mais um eufemismo para aquilo que conhecemos como perseguição religiosa.

Que o caso do confeiteiro Jack Phillips seja-nos não apenas um alerta, mas, sobretudo, um encorajamento e motivação para enfrentarmos com perseverança e não nos curvarmos diante dos diversos tipos de totalitarismos que continuamente surgem e insurgem-se, especialmente, contra a família e os cristãos.

Por Jakson Miranda

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Após tomar chá de cogumelo, eleitor vota em Dilma e Suplicy

Houve um período em que víamos as eleições de 2018 com o genuíno e esperançoso anseio de que finalmente teríamos uma renovação na política nacional. Ou seja, nomes como Dilma e Suplicy não seriam eleitos nem para porteiros de manicômios. Tudo indica que isso não vai acontecer.

Se por um lado Jair Bolsonaro lidera a disputa para presidente e já incomoda o centro (esquerda) e a esquerda radical, por outro, o eleitor resolveu deixar o Congresso Nacional um pouco pior. Pelas sondagens, (AQUI e AQUI) Dilma e Suplicy são nomes certos no senado. Ela por Minas Gerais, ele, (pasmem!) por São Paulo.

Em São Paulo, o cenário é horripilante: Se não for Eduardo Suplicy, será sua ex-esposa. Por fora e com poucas chances até aqui, corre o único que poderia representar um aleto, pastor Marco Feliciano – Marco Feliciano critica Pabllo Vittar: No que se transformou o pastor deputado?

Por Minas, tudo indica que teremos Dilma e Aécio – Cuidado mineiros, Dilma e Aécio querem seu voto!

Não duvido que entre os eleitores dessas figuras que representam o que há de mais grotesco na política, muitos tenham apoiado entusiasticamente a greve dos caminhoneiros. O irônico é essas pessoas afirmarem lutar contra os impostos (ou o elevado preço dos combustíveis) e meses depois, elegerem como representantes os responsáveis diretos por estarmos aonde estamos.

Só há uma explicação para tamanha incoerência

Se os EUA caminharam rumo à independência a partir de uma revolta conhecida como festa do chá, aqui também há aqueles que enxergaram na greve dos caminhoneiros como o ponto de partida para uma revolta do chá, mas, diferentemente daquela ocorrida no século XVIII, por aqui, andou-se tomando muito chá de cogumelo. Essa é a explicação mais simpática. A outra possível explicação, bem, não queiram saber…

Tem haver com o conteúdo que esses eleitores têm na cabeça, nada diferente do conteúdo encontrado na cabeça de um camarão. Acho que não preciso me explicar. Quem não se enquadra no perfil traçado acima vai entender já quem se enquadra, identificar-se ali já é um grande progresso.

Para finalizar, deixo registrado que não adianta defender de forma histérica porra louquice nas ruas depois que a merda está feita e fedida. A ser assim, confirma-se a tese de que o problema do Brasil não está nos políticos, está em que vai a urna votar.

Por Jakson Miranda

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Eu vi por dentro: a imprensa no Brasil está podre e só tem esquerdista

Sou jornalista há 17 anos, com passagens por Bandeirantes, Record, Folha de S.Paulo e outros grandes veículos de mídia. Ou melhor, era. Há poucos meses, surgiu uma oportunidade ótima e joguei tudo para o alto sem pensar duas vezes. Sim, a mudança também foi motivada por um salário melhor e pela estabilidade, já que a profissão é MUITO instável e os cortes nas redações, constantes. Mas o principal motivo é que eu vi por dentro o tamanho da podridão no jornalismo no Brasil. A imprensa está doente. Condenada à irrelevância e ao descrédito em pouquíssimo tempo. E as causas mortis serão um misto de esquerdismo, desonestidade intelectual, ideologização barata, educação ruim, preguiça e burrice, tudo junto e misturado.

O jornalismo brasileiro atualmente é um lixo em qualquer segmento: econômico, esportivo, internacional, cultural, o que você escolher. E sempre pelas mesmas razões. Em primeiro lugar, hoje os repórteres não sabem escrever. Sério. Eu, que já fui editor, tive o desprazer de ver profissionais formados soltarem um EXCESSÃO num texto. Eles também não leem nada, afinal o São Google tá aí pra isso (contém ironia). Cultura geral? Esquece. Já ouvi gente perguntar “Quem é esse cara?” quando falei de Nelson Gonçalves, Alice Cooper, Ulysses Guimarães…

Mas o pior não é isso. Nem a preguiça que os novos jornalistas sentem quando você pede a eles para sair ir à rua e fazer uma reportagem, com texto e apuração completa, em vez de chupinhar tudo da internet ou escrever aquelas desgraças tipo “fulano lacrou e gerou memes nas redes”. O problema é mesmo a doutrinação ideológica. É fato: 99% dos jornalistas são da esquerda PT/PSOL, aquele tipinho tosco que defende Nicolás Maduro, acha que houve golpe no Brasil e chama Dilma Rousseff de mãe.

E eles escancaram a militância sem medo de levar puxão de orelhas dos chefes, sempre tão esquerdistas quanto os repórteres. Seja ilustrando reportagens com fotos esquisitas de políticos que disputam eleições com petistas (quem nunca viu aquela do José Serra atirando, só para citar um exemplo?), ou escrevendo matérias do tipo “internautas se revoltam” com o que alguma personalidade não alinhada à esquerda escreveu nas redes sociais, a intenção é uma só: atingir o “inimigo” e posar de militante entre os amigos na mesa do boteco.

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Para mostrar que não é exagero, vou narrar só três dos muitos casos vividos nas redações em que trabalhei. São todos 100% reais. Eu não teria porque mentir, afinal não trabalho mais na área. E este é um nome fake, então não vou chatear meus amigos que são citados (Sim, sou amigo de algumas dessas pessoas. Acho que elas são ingênuas, ou que não têm orientação para saber o que é ética e compromisso com a verdade. Há muita gente legal, divertida, de bom coração, prestativa… Mas que não faz jornalismo decente e é politicamente iludida).

1 – Dia 1º de janeiro de 2002. Dia de posse de Lula. Lembro até hoje: a redação inteira de um jornal famoso onde fui repórter (inclusive jornalistas de esporte, de celebridades…) parou de trabalhar para ver a cerimônia. O clima era de emoção. Alguns chegaram a ponto de tacar o f*** e foram trabalhar de roupa vermelha e broche do PT. Mas o ponto máximo foi a transmissão da faixa e o Hino Nacional. Teve gente que chorou SEM MEDO DE SER FELIZ, enquanto outros bateram palmas, assoviaram e gritaram BRASIIIILLLLLLLLLLLLL!!!!.

2 – Neste mesmo local, um amigo meu que era jornalista de política foi à minha mesa para conversar. Motivo? Ele fez uma série de reportagens sobre corrupção do PT em uma cidade da Grande São Paulo. A primeira delas foi publicada. As outras, não. Ordens da direção do jornal, que estava nas mãos de um figura hoje bem famoso na imprensa petista, amiguinho de ideologia de Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif e afins. Uma ou duas semanas depois, SUR-PRE-SA: anúncio de página inteira desta prefeitura em um dos espaços publicitários mais caros do jornal. Que tal? Para piorar: o meu camarada não ficou nem chateado. .

3 – Esta foi recente: na época do impeachment da Dilma, o pau comeu num daqueles protestos da esquerda. No portal de internet onde eu trabalhava, fizeram uma reportagem denunciando que estudantes foram agredidos pela polícia, naquele tom de “denúncia” que a gente conhece. Quem foi um dos militantes que disseram ter apanhado da PM? Um REPÓRTER do portal. E ele foi ENTREVISTADO. Usaram um nome diferente do que ele assinava as matérias no site e fizeram uma foto dele DE COSTAS. Deu pra entender? Vou repetir: o repórter do portal foi entrevistado como um militante de esquerda (e ele é mesmo!), e para disfarçar a parcialidade colocaram um nome diferente e uma imagem sem o rosto. É brincadeira?

Poderia citar muitos outros exemplos, que estão se tornando mais e mais frequentes nos últimos tempos. Parece que a cada dia a situação fica pior. No jornalismo, todo mundo sabe que 100% de imparcialidade não existe, mas os novos profissionais nem tentam buscar o equilíbrio. “Nós estamos do lado certo, pronto e acabou. E quem discordar é direita radical, racista, homofóbico, blablablá”. É só acompanhar o que repórteres como os da GloboNews, ou da ESPN, escrevem no Twitter. E depois ler e ver as matérias delas. Está tudo ali, na cara.

Todo mundo aqui sabe como o pessoal de esquerda é autoritário, né? Agora imagina esta “filosofia” em um ambiente de trabalho. É óbvio que quem deseja ver o Lula na cadeia ou tira sarro do Partido do Socialismo e Liberdade (risos) no mínimo não tem AQUELA SIMPATIA da maioria dos chefes. Culpa de: a) as faculdades de jornalismo, que como todas de humanas, são um centro de lavagem cerebral pró-esquerdismo; b) a profissão hoje é coisa para rico. As faculdades são caríssimas e quem não fez colegial em Nova York ou fala três idiomas tem raras chances, principalmente com as poucas vagas disponíveis no mercado. O resultado é uma geração de legítimos representantes da esquerda caviar dominando as redações e escrevendo sobre política com bottom “Fora Temer” na roupa (sim, isso eu também vi…).

O autor prefere, por enquanto, manter o anonimato.

Publicado pelo portal Reaçonaria

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Escola sem Partido: uma necessidade urgente

Aqueles que são contra o projeto “Escola sem Partido” alegam que não há doutrinação nas escolas. É impossível não retrucar: “Se não há doutrinação, porque tanto esforço para barrar um projeto que seria então inócuo?”.

Afinal, qual o grande perigo embutido num projeto que se propõe a combater um problema que eles alegam não existir? Entraríamos num círculo vicioso retórico de argumentação para tentar entender o medo despertado pelo combate a um não-problema, de modo que a tática usada por eles foi lutar contra o que o projeto não é.

O espantalho criado alega que o Escola sem Partido quer cercear os professores, com o propósito de supressão do debate e a imposição de uma agenda conservadora.

O engraçado é que a tal “supressão do debate” é o estado atual da educação brasileira. Há uma proposta ideológica dominante, que não permite a inclusão de pressuposições ideológicas diferentes. Quando alguém defende que o professor não pode, em nome de suas convicções pessoais, impedir que haja a verdadeira pluralidade de ideias, a gritaria começa.

E não é hilário? O projeto que defende que o aluno tenha acesso a pluralidade que hoje lhe é negada, recebe acusações de ser ditatorial. E é acusado pelos mesmos ditadores que querem vetar a pluralidade.

Um professor cristão não pode usar seu espaço de aula para fazer pregação religiosa. Tampouco um umbandista, ou um ateu.

Um professor conservador não pode usar seu espaço de aula como propaganda partidária.

Tampouco um esquerdista.

Apontar isso não é aviltar contra a liberdade de expressão do professor, e este é o cerne da questão: quando está dentro da sala de aula, o professor tem um componente curricular a seguir, de modo que sua liberdade de expressão está restrita ao currículo. Não é cabível que professores se considerem acima de qualquer legislação para usar tempo de aula em meneios político-ideológicos.

Ao mesmo tempo, os professores de disciplinas de humanas, que possuem conteúdos que abarcam conceitos políticos e ideológicos, devem cuidar de apresentá-los de forma isenta e plural.

Afinal, que “debate” está sendo proposto quando somente o marxismo é ensinado, ou quando é ensinado como ideologia correta, sem a possibilidade de margem discordante?

Entretanto, o doutrinador nunca reconhece que doutrina. Após ter se deleitado por anos em sua condição inquestionável, é certo que não abrirá mão da situação sem lutar com todas as suas forças pela manutenção do status privilegiado.

Por isso há o hercúleo esforço de prevalecer a mentira. Algumas delas, na verdade. Se destacando a que diz que o “Escola sem Partido” intenta realizar doutrinação à direita.

É canalhice de primeira linha: negar a doutrinação vigente e indisfarçável, acusando ainda aqueles que a querem combater de planejar perpetrá-la.

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Escola sem Partido: Um caso concreto 

Doutrinação nas escolas: o curioso caso dos livros de “história oficial” 

Repetindo o discurso de perseguição à exaustão, tentam ludibriar a opinião pública, para que se ergam contra uma pretensa arbitrariedade censória contra os professores, que não existe.

Não poder doutrinar lhes avilta porque o uso do professor como ferramenta de alienação está no cerne de seu pensamento. De forma que muitos pensam efetivamente que doutrinar é educar.

E que o debate amplo e irrestrito compete em debater e discutir todas as maneiras pela qual a esquerda está certa e quem a contraria está errado.

Quem não doutrina não tem motivo algum para temer um projeto contra doutrinação. Simples. Pedagogicamente claro.

Ademais, vale tudo para prevalência da mentira, inclusive usar os estudantes como escudo. Estudantes que foram doutrinados…

Que se tornaram incapazes de perceber o que há fora da caverna.

Por ironia do destino, podemos aplicar a eles a sentença de Voltaire: “é difícil libertar os tolos das correntes que eles veneram”.

A efígie de Paulo Freire não pode ser a marca determinante de nossa pedagogia, inquestionável e indestrutível. Parcial e ideologizada.

Os conservadores não defendem o “Escola sem Partido” porque querem tomar a educação de assalto.

Defendemos porque é o certo.

E, como disse Roger Scruton, nós, os conservadores, somos chatos, mas estamos certos.

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado originalmente no portal Gospel Prime

 

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Cuidado mineiros, Dilma e Aécio querem seu voto!

Dilma e Aécio Neves querem a todo custo o foro privilegiado; se essa estrovenga de foro privilegiado continuar a existir.

Para o atual senador Aécio Neves, será o tudo ou nada se até outubro ainda estiver vivo politicamente. E Aécio tentará se manter ou no senado ou uma vaga de Deputado Federal. Se não conseguir nem um, nem outro, será o fim de sua carreira…

Já Dilma Rousseff não esconde de ninguém: quer mesmo uma vaga de deputada federal. Para o PT, a ex-presidente pode arregimentar até 600 mil votos e levar consigo outros correligionários.

Com o fechamento da delação premiada de Antonio Palocci e Renato Duque, a ex-presidente, porém, gostaria que as eleições tivessem ocorrido ontem.

Do alto de sua arrogância em 2014, o tucano repudiou ser associado à direita: Para a direita não adianta me empurrar que eu não vou,  Fez bem, para nós! Mas de fato, nas eleições daquele ano, Dilma e Aécio estavam em polos opostos. De lá para cá, no entanto, o tempo se encarregou de os aproximar. Ambos são farinha do mesmo saco. Ou alguém tem dúvidas?

Cuidado, mineiros, Dilma e Aécio querem seu voto!

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Mesmo tendo sido governador do estado por duas vezes e eleito senador, o político tucano perdeu a eleição em 2014 justamente em Minas Gerais. Passou-se a dizer que os mineiros conheciam bem Aécio Neves. E se alguma coisa mudou em quatro anos, foi que o Brasil também passou a conhecer melhor o senhor Aécio Neves.

Sobre Dilma Rousseff, sua trajetória, ou tragédia política, fala por si. Ela terá em Minas um excelente cabo eleitoral: o governador Fernando Pimentel!

Meu voto é que Dilma e Aécio, de mãos dadas, tomem um tremendo de um chute na bunda (metafórico) daqueles que irão às urnas.

Tanto o senador quanto a petista se merecem. Ambos são duas faces de uma mesma moeda furada.

Ou os mineiros e Minas Gerais pensam diferente?

Por Jakson Miranda

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