Admita: você só não gosta de Trump para parecer descolado com os amigos da facul

Artigo de Flávio Morgenstern, publicado no Senso Incomum: 

Hillary Clinton tinha preferência sobre Donald Trump em todos os países do mundo, exceto a Rússia. Por que Donald Trump é uma figura tão detestada? Pergunte para um transeunte aleatório, e qualquer pessoa é capaz de apostar que a resposta envolverá as palavras racismo, machismo, homofobia, xenofobia, preconceito e suas variantes. Sua retórica é agressiva. Ele é grosseiro e politicamente incorreto.

Por uma coincidência com precisão cirúrgica, são exatamente os termos com que um dos lados do espectro político, aquele mais em voga, acusa simplesmente tudo do outro lado. Uma pergunta simples pode ser reveladora: que concorrente de Hillary Clinton ou qualquer Democrata NÃO seria chamado precisamente pelas mesmas pechas?

Não se trata, evidentemente, de algo na política de Donald Trump. Em sua visão sobre o combate ao terrorismo. Sobre a OTAN. Sobre os empregos, os salários, a segurança, a economia, a visão de juízes para a Suprema Corte (fato que pode determinar a jurisprudência e eleições americanas pelas próximas três décadas), sobre sua visão para a educação, a saúde, o crescimento.

Nada disso tem nada de fascista – nenhum sinal de Estado total e militarismo exacerbado (Putin, aliás, preferia Trump exatamente por isso). O candidato “que odeia latinos” foi o único a visitar o México, país com população imigrante que votou em peso no republicano na Flórida, estado mais latino da América. Seu “machismo” mais explícito envolveu um comentário típico do que pessoas falam em privado, inclusive muitas mulheres (quando são pudicas como Marcela Temer, as mesmas pessoas reclamam da falta de palavrões). Nada comparável à rede de pedofilia de Anthony Weiner, marido da principal assessora de Hillary Clinton, por exemplo, embora isso não seja falado pela mídia.

Portanto, não se odeia Donald Trump por algo em Donald Trump. Odeia-se Donald Trump pelo que se é associado ao se falar em Donald Trump. Ou, dizendo em inglês, com a força maior de uma preposição no fim da frase, you don’t hate Trump by what he is, but by what you get associated with.

Se você não é a favor da política de open borders, de destruir as fronteiras dos países em prol de uma gestão transnacional (geralmente através de ONGs e a super ONG, a ONU), por burocratas não-eleitos, então você será associado com a “xenofobia”, o que nada tem a ver com o que você (ou Donald Trump) pensa.

Se você não é a favor do controle estatal da economia, a versão do capitalismo de Estado proposto por Hillary Clinton, para sua “igualdade de rendimentos entre homens e mulheres”, por exemplo, você também será associado com o machismo. Como se você espancasse toda mulher que visse pela frente e as tratasse como um cavalo e depositário de esperma.

Se você não é a favor de entupir a América de refugiados de países que promovem terrorismo, e cuja maior parte da população quer seguir e implantar apenas a shari’ah, e não a Constituição americana, você será associado com o fascismo. E a intolerância, o racismo, o supremacismo branco e o envenenamento da maçã da Branca de Neve, por alguma razão. Ou, na verdade, emoção dirigida por especialistas. São sentimentos forjados mandando no mundo.

E Donald Trump também é homofóbico. Nesse ponto simplesmente não se sabe por que raios, mas já que já falamos “racista, machista, misógino, sexista, xenófobo e islamofóbico”, basta meter “homofóbico” no meio que ninguém na rodinha vai parar para se perguntar: “Mas peraí?!”

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Não se trata, portanto, de pensar e pesquisar – aquele discurso pronto de desconfiar da mídia, que foi abandonado em troca da crença cega na mídia, com toda a mídia em uníssono repetindo suas impressões sobre o então candidato republicano –, trata-se apenas de repetir o mesmo discurso que está todo mundo dizendo, para não pegar mal com o seu grupinho.

Nunca ouse ser o primeiro da mesa cheia de jovens descolados, com diplomas universitários, que entendem de cervejas caras, baladas interessantes e conversam sobre suas viagens a Nova York, Londres e Paris, e diga: “Mas parece que o plano de Donald Trump não tem nada a ver com deportação em massa de muçulmanos nas ruas como estão dizendo…” Nunca, nunca diga isso. Não importa se é verdade: vai pegar mal.

Cacoetes para isso também são dados. Os eleitores de Trump são “paranóicos” e “brancos sem diploma” dos “estados rurais” com “preconceito”. Ninguém tem culpa de ser branco num país colonizado por brancos. Trata-se tão somente de um discurso que, aplicado à demografia brasileira, seria como “Quem não vota em Haddad e Freixo são negros do Nordeste ou da periferia sem diploma universitário que não falam como nós, riquinhos do Leblon e de Pinheiros”.

Como se preocupação de pobre fosse mesmo “micro-agressão” e “trigger warning”. E como se o “preconceituoso”, nesta situação, fossem os pobres.  A já famigerável técnica da rotulagem reversa: se todos odeiam Donald Trump, então é porque Donald Trump é odiável, e se os ataques a ele são violentos, é porque ele é extremamente violento para “causar” isso.

Não é substância o que está em jogo no discurso tão hegemônico, homogêneo, histérico e hipersensível a respeito de Donald Trump. É associação. E a famosa peer pressure, a pressão dos pares para que ninguém fuja muito do discurso mainstream.

O problema principal de quem cai nessa é que é a turma que acha, justamente, que não é o mainstream. Acha-se uma pessoa difícil de tapear por odiar Donald Trump ou qualquer um que a mídia o mande odiar, apenas porque seu grupinho de amigos descolados da facul exigem tal comportamento dele. Para ser um ser “pensante”.

 

Nando Moura, nazismo e esquerdismo

Toda vez que alguém aponta a associação entre nazismo e esquerdismo – associação que é clara para quem tenha estudado o tema sem a venda cegante da doutrinação esquerdista na Academia -, o chilique é imediato. Como a esquerda detém o monopólio do discurso, contraditá-la se torna ação proibida.

Nando Moura tem usado seu canal no Youtube, com mais de 1 milhão de seguidores, para bater em alguns dos pilares esquerdistas vigentes numa sociedade idiotizada pelo progressismo.

Como historiador conservador, encaminho meus parabéns ao Nando Moura e espero que tantos outros se envolvam nessa batalha de recuperação efetiva dos fatos, conforme ocorreram, e não como interpretados por uma militância.

Compartilhe o vídeo do Nando Moura e nutra-se de conhecimento para estar pronto a defender a verdade.

Por Renan Alves da Cruz 

Projeto de Lei quer dar folgas mensais às mulheres durante a menstruação

Parabéns a você, leitor, que paga o salário do distinto deputado Carlos Bezerra (PMDB -MT), para que ele apresente projetos de leis como o 6784/16 que prevê que as mulheres ganhem 3 dias de folga por mês durante o período menstrual.

Se você olhar meu nome logo ali embaixo, na assinatura deste artigo, verá que não menstruo. Como qualquer homem que convive com uma mulher, sei que o período causa modificações físicas e emocionais. Sei que para algumas mulheres os efeitos são mais drásticos do que para outras.

Mas uma lei que ofereça folgas mensais sob essa justificativa é incompactuável! Até onde chegarão os melindres e a estatização da coitadez? Até onde vai o instinto encoitadecedor do Estado-babá?

Reportagem do jornal O Globo publica a seguinte declaração do deputado:

“O afastamento do trabalho durante a menstruação tem respaldo científico e é defendido por médicos, levando-se em conta as alterações sofridas pelo corpo feminino durante esse período. Cerca de 70% das mulheres têm queda da produtividade do trabalho durante a menstruação, causada pelas cólicas e por outros sintomas associados a elas, como cansaço maior que o habitual, inchaço nas pernas, enjoo, cefaleia, diarreia, dores em outras regiões e vômito”, opinou o parlamentar.

Mas é claro que não podemos exigir do deputado Carlos Bezerra células cinzentas suficientes para que ele enxergue além do populismo barato que busca obter com tal proposta. Como vamos exigir da nobre autoridade que reconheça que a aprovação da medida aumentará o desemprego entre mulheres e diminuirá a remuneração média, já que a empresa terá de se adequar à medida?

O que será preferível, no caso de profissões que são exercidas por ambos os sexos mediante igual remuneração: um homem que trabalha o mês inteiro, ou uma mulher que trabalhe três dias a menos?

No caso salarial, será justo pagar o mesmo tanto a homens e mulheres mesmo que elas trabalhem menos tempo?

Também não é cabível contornar a situação com uma recolocação das horas perdidas, já que muitas empresas teriam custos extras para disponibilizar a compensação das “horas menstruais”, afetando sua produtividade global.

Às mulheres que realmente padecem de desconfortos incontornáveis, não me cabe julgar a possibilidade de aguentarem ou não as intempéries, ademais, possuem ampla cobertura da lei para procurar um médico que decida ou não por seu afastamento do trabalho no período.

A aprovação de uma medida tão imbecil resultaria de imediato em desemprego e queda salarial entre o contingente feminino.

E quando isso acontecesse, a imprensa e os “intelectuais” não culpariam a cretinice legislativa do Brasil, mas sim o machismo-patriarcalista-judaico-cristão-falo-opressor.

Seria só mais uma forma de fabricar vitimismo extra para fornecer discurso às feminazis.

Por Renan Alves da Cruz 

Existe extrema-direita, mas inexiste extrema-esquerda

Ultimamente tem se tornado uma constante falar de extremismos e nesse contexto, o termo extrema-direita tem sido um prato cheio na mesa dos comentaristas políticos.

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi um dos alvos preferenciais. A Trump somou-se um adjetivo ainda pior: populista. Sim, para a turma da Globo News e CNN, Trump é um populista da extrema-direita.

Logo, para a grande massa, e esse é o público alvo das grandes mídias, existe uma extrema-direita má, que deve ser rejeitada, odiada, descartada e ignorada.

No plano internacional, Donald Trump não é o único populista da extrema-direita. A francesa Marine Le Pen também faz parte da mesma legenda, assim como os apoiadores ingleses do brexit.

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No ambiente interno, não existe maior populista do que Jair Bolsonaro, que evidentemente, é um porta-voz dessa extrema-direita abjeta.

Jair Bolsonaro segue os passos de tantos outros populistas. De tantos outros políticos que no passado também empunharam a defesa da extrema-direita. Enéas Carneiro, antes de Bolsonaro, foi o nome mais conhecido e o mais folclórico. Não a toa, Enéas é um dos heróis de Bolsonaro. Foi o que se descobriu em uma matéria publicada pela BBC Brasil, repercutida pelo jornal Folha de São Paulo.

Logo no inicio da matéria mencionada acima, cujo titulo não abre espaço para dúvidas – O retorno de Enéas, ícone da extrema-direita e ‘herói’ de Bolsonaro é possível sentir o grau dessa extrema-direita brasileira. Leiam:

Visto como autoritário e truculento por muitos, um político se lança à Presidência prometendo restabelecer a ordem no Brasil. Aos berros, acusa PT e PSDB de serem faces da mesma moeda, defende os valores da família tradicional brasileira e questiona os interesses internacionais por trás da demarcação de reservas na Amazônia.

É algo realmente amedrontador! Não é possível que PSDB e PT sejam faces de uma mesma moeda! Não é possível que alguém em sã consciência defenda os valores da família tradicional! Isso só pode ser coisa de extremistas!!

Ok, ok, ok. É possível que o leitor dessas matérias esteja genuinamente convencido de que Enéas e Bolsonaro de fato sejam ícones dessa maldita extrema-direita. Ele não votará em Bolsonaro por conta disso e espera que até 2018, alguém da direita apareça. Caso esse nome não apareça, restará a esse leitor/eleitor, convencido pela grande mídia, votar em alguém identificado com a “centro-direita”.

Por outro lado, movido por uma intensa curiosidade, alguém pode querer saber quem é o nome da Extrema-esquerda. Boulos? Freixo? Luciana Genro? Marina Silva? Quem é o grande ícone da extrema-esquerda comunista?

Mas que coisa! Será que ninguém ensinou a você que o comunismo acabou com o fim da União Soviética? O que temos hoje é uma esquerda democrática, defensora das minorias, defensora de um país mais igualitário e justo!

Estamos vivendo um período de pura esquizofrenia. Mentiras são tomadas por verdades absolutas ao passo em que a Verdade é relativizada. Vivemos uma realidade que foi totalmente deformada e desvirtuada. Enquanto não abrirmos mão das politicagens e focarmos na mudança de mentalidade política, continuaremos reféns desses velhacos ilusionistas.

Por Jakson Miranda

“Por que podemos criticar o cristianismo, mas não o Islã?”, quer saber Richard Dawkins

Richard Dawkins dedicou boa parte da sua vida acadêmica à crítica ao cristianismo. Entretanto, ao se manifestar recentemente contra o Islã, teve uma palestra sua cancelada em Berkeley e enfrentou a fúria do politicamente correto, que despejou cisternas de ódio contra o cientista.

Leia trecho da matéria de Gabriel de Arruda Castro, na Gazeta do Povo:

Um evento com a presença do cientista Richard Dawkins na universidade de Berkeley foi cancelado por causa de declarações “ofensivas” dele contra muçulmanos, o que reacendeu o debate sobre a falta de liberdade de expressão em uma das mais conceituadas dos Estados Unidos. 

O evento havia sido agendado pela rádio KPFA, de Berkeley, para agosto. A ideia era que Dawkins falasse sobre seu livro de memórias, “Brief Candle in the Dark”. Mas o evento foi cancelado depois que alguns tuítes de Dawkins com críticas ao Islã foram enviados aos organizadores do evento.

Dawkins, o mais famoso expoente do chamado neoateísmo e autor do best-seller “Deus, um delírio”, tem um longo histórico de críticas à religião em geral, e ao Cristianismo especificamente.

Nos últimos anos, entretanto, com a ascensão de grupos terroristas muçulmanos, ele tem centrado boa parte de seus ataques no fundamentalismo islâmico. 

“Nós não sabíamos que ele tinha ofendido – em seus tuítes e outros comentários sobre o Islã – tantas pessoas. A KPFA não apoia discursos ofensivos”, disse a rádio, em um comunicado. 

Em um dos tuítes citados pela KPFA para justificar sua decisão, Dawkins afirma que o Islã é “a maior força para o mal no mundo de hoje”. 

Dawkins, por sua vez, criticou a decisão da rádio, que ele disse ser sem fundamento. 

“Eu sou conhecido como um crítico frequente do Cristianismo e nunca foi desconvidado por causa disso. Por que dar um passe livre para o Islã? Por que é aceitável criticar o Cristianismo mas não o Islã?”, disse ele. 

O autor também disse que, longe de atacar os praticantes do Islã, entende que os próprios muçulmanos são as primeiras vítimas da cultura do Islamismo militante. 

Retomo:

Considero este um dos acontecimentos mais icônicos dos últimos tempos no meio acadêmico: o momento em que Richard Dawkins, até então um dos mais enfáticos odiadores profissionais do cristianismo, percebeu e reconheceu publicamente que há uma bolha protetiva em relação ao Islã, e que o cristianismo oferece, civilizacionalmente, um contexto cultural superior.

Tal reconhecimento é constante por parte dos cristãos, que nem conseguem expressar sua incredulidade quando acusados de fundamentalismo num mundo que protege enfaticamente a opressiva cultura islâmica. Ademais, a beleza da ironia é perceber que essa verdade foi assumida e está sendo defendida pelo maior dos detratores do cristianismo.

Richard Dawkins agora percebe que fez fortuna batendo num inimigo que nunca o confrontou num campo que não o das ideias e o dá fé, que mesmo não tendo validade como análise científica, não se compara com ações tais quais o boicote e a ameaça. O cristianismo é um pilar civilizacional incomparável, tendo legado ao Ocidente todos os principais valores que nos protegem da barbárie.

As religiões não são todas iguais. Os religiosos não são todos iguais.

Só o cristianismo pode salvar o ocidente.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Bolsonaro votou de acordo com campanha petista pela saída de Temer da presidência?

Bolsonaro votou de acordo com campanha petista pela saída de Temer da presidência?  Ou, sua opção de votar pela investigação contra o presidente da República foi oportunista?

Antes, porém, vejam o vídeo em que o deputado anuncia seu voto.

 

 

O voto contra Temer era uma bandeira do PT e das esquerdas, logo para alguns, causou surpresa e mesmo revolta a decisão de Bolsonaro.

Bolsonaro deveria ter votado diferente para não se aliar ao PT? É o que pensa Rodrigo Constantino. Que o acusa de se aliar ao PT em favor da saída de Temer da presidência.

Bolsonaro fez o certo em apoiar a investigação contra Temer? É o que pensa esse que vos escreve.

Não pretendo aqui criar nenhuma polêmica com Constantino, articulista que admiro muito, logo, não encaro esse meu texto como uma espécia de refutação a quem quer que seja.

Sendo assim, não é demais lembrarmos que em qualquer país civilizado, a saída de Temer da presidência da República já teria ocorrido desde o momento que vieram à luz do dia suas conversas com Joesley Batista.

Por que então dar sobrevida a um governo moribundo? A quem interessa manter um governante na situação em que se encontra Michel Temer?

Leia também:

O que fortalece o PT não é a queda de Temer, mas sua permanência

Fim do governo Temer. Fim das ambições políticas de Aécio. E a direita com isso?

Ademais, aqueles que pensam em termos do aqui e agora, ou ainda, aqueles que tomam suas decisões baseadas unicamente em termos de resultados, imediatos ou  futuros, correm sério risco de não levar em consideração o que é certo e errado.

Nesse sentido, de que adianta alegarmos que possuímos um imensurável lastro de conservadorismo se utilizamos tal conservadorismo para mantermos no comando do país alguém que até outro dia estava ao lado dos petistas  e que agora paira sobre si, enorme suspeita de prática fora da legalidade no exercício do cargo?

Bolsonaro votou pela saída de Temer da presidência. O PT também. Assim como votaram pela saída de Temer, duzentos outros políticos, muitos coligados ao partido no qual o presidente é chefe.

Aonde está o erro dessa inusitada convergência? O erro está justamente em termos o PT encabeçando uma pauta que deveria ser essencialmente da direita. A direita das ruas e a direita do congresso. Se esses, a exceção de Bolsonaro e alguns outros, não seguiram caminho da correta oposição ao atual governo, a esquizofrenia não está em quem votou pela saída de Temer da presidência, mas, quem concorda em mantê-lo lá.

Na medicina, ainda não se sabe as causas da esquizofrenia. Todavia, a esquizofrenia gerada no meio político, tem duas causas conhecidas: imoralidade e oportunismo. Faz bem Jair Bolsonaro em fugir desse mal. Que ele, apesar de suas falhas e limitações, passíveis de críticas, não seja acometido por esse mesmo mal. Quanto a isso, só o tempo nos trará a resposta.

Por Jakson Miranda

7 motivo$ para defender Lula e o PT

Não, você não está louco. É isso mesmo. O Voltemos à Direita trocou de lado. Não vamos mais combater o petismo. Essa coisa de blog de direita não prospera na internet. Aderimos à defesa de Lula e vamos apresentar 7 importantes motivos que nos levaram a esta decisão:

1 – O Governo Lula foi essencial para que muita gente prosperasse e atingisse um novo status. O próprio Lula, sua família e colegas de partido são provas do sucesso dessa política de ascensão social.

2- Sérgio Moro julga o ex-presidente Lula com parcialidade, teimando em condenar Lula pelos crimes que ele cometeu.

3- O PT não fez nada diferente do que os outros partidos sempre fizeram. Só que como o PT é um partido maior e mais competente, fez o que todos faziam de maneira mais ampla… e competente.

4- Lula está sendo perseguido diuturnamente por uma mídia golpista que insiste em divulgar as notícias que o prejudicam.

5- Obama chamou Lula de “O Cara”. Se Obama disse, ninguém pode contrariar.

6- A criminalização do PT e de Lula ferem a democracia pelo qual o PT sempre lutou, apoiando regimes democráticos como Cuba e Venezuela.

7- Por último, e não menos importante, porque defender o PT é nosso dever patriótico, dever este que cumprimos sem esperar nada em troca, exceto que alguém do partido reconheça o trabalho feito aqui e nos consiga um patrociniozinho estatal, para manter a dignidade desta nossa luta.

Bom, é isso. Seguimos lutando contra o Golpe. Invejosos dirão que isso é uma tentativa de ironia. Não se apeguem nisso, companheiros petistas,  e entrem em contato conosco para acertarmos os valores.

Por Renan Alves da Cruz 

Quem vai vencer a eleição para presidente em 2018?

As peças do tabuleiro político não param de se mexer e à medida que se aproxima a eleição para presidente em 2018, mexe-se com maior intrepidez longe dos holofotes e do conhecimento do grande eleitorado. Quem vai apoiar quem? Quem vai ocupar esse ou aquele cargo? Quem será vice e quem será cabeça de chapa? São dúvidas que se levantam ao passo que mais uma peça é movimentada. Faz parte do jogo!

Obviamente que quem almeja um grande cargo eletivo, quem quer vencer uma eleição para presidente da República, precisa contar com apoiadores e visualizar nomes adequados aos diversos cargos e pastas a serem ocupados. É, pois, a lição de casa numero 1. Deixe-se de fazer tal lição e o postulante ao cargo será visto como um amador aventureiro. A lição numero 2 é não fazer das necessárias alianças, promíscuas politicagens.

É questão indiscutível ao tratar da história política recente do nosso Brasil que nenhuma das lições acima mencionadas foi feita. Pior. Ganharam a eleição para presidente, aqueles que a cada quatro anos, esmeraram-se deliberadamente em promíscuas politicagens, fazendo de cargos e pastas, meros cabides de emprego. O resultado está aí!

O problema é que o mesmo experimento pode ser executado mais e mais vezes pelo simples fato de já ter funcionado antes, ou seja, embora a sociedade esteja cansada e farta de tanta sujeira, os indivíduos que vão as urnas são suscetíveis. Na hora do voto, o que vem a mente para a grande maioria do eleitorado não são as ideias ou a discussão do último debate. Muito menos quem está apoiando quem e quem ocupará a Casa Civil. O que estará pairando na mente do eleitor concorde-se ou não, será o jingle mais fácil de ser lembrado.

Diante disso, a conclusão que se chega é de que o processo eleitoral não passa de um processo de manipulação. Conclusão essa reforçada quando nos lembramos de Duda Mendonça, João Santana ou Joseph Goebbels. Assim, o jingle é apenas uma das peças e talvez a mais notória, de uma grande máquina de lavagem cerebral.

O erro desse raciocínio, lógico, porém simplório, reside no fato de retirar do eleitor qualquer responsabilidade com o resultado final e as consequências advindas de suas escolhas. Sendo assim, os que apoiaram o regime nazista estão perdoados. Os que elegeram de Collor a Dilma Rousseff, não podem ser criticados, cobrados e confrontados diante das consequências negativas desses governos.

A questão é que as pessoas quiseram e continuarão querendo fazer parte de algo. De algum movimento. De algum agente de mudança. Todos querem contribuir com o advento de uma Belle Époque. Assim, o jingle apenas traduz o espírito coletivo do momento.

A maioria dos indivíduos quis contribuir com o caçador de marajás. A maioria dos indivíduos quis, orgulhosamente, ser representada pelo primeiro operário eleito presidente da República e após este, a primeira mulher eleita presidente da República.

E o que a maioria dos indivíduos estará querendo em outubro de 2018?

É óbvio que ninguém estará com disposição em fazer parte do pioneirismo de eleger presidente da República um condenado pela justiça. Não há nenhum novo porvir nisso.

Na realidade, até o momento, nenhum pré-candidato a presidente da República tem apontado para o futuro, restando à sociedade o ambíguo sentimento de incertezas e o anseio por algum projeto palpável.

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De Temer a Aécio Neves: A culpa é da direita xucra ou, tem que manter isso aí, viu?

Em meio a essas incertezas e anseios, todos se indagam: Quem vai vencer a eleição para presidente em 2018? Trata-se de uma indagação que só poderá ser respondida se soubermos o que quer a sociedade. Falando de um país subdesenvolvido como o Brasil, não se trata de um exercício por demais complexo de fazer. Queremos mais segurança e mais emprego. Queremos uma educação de melhor qualidade e um sistema de saúde eficiente.

Assim, vence a eleição para presidente o candidato que melhor souber vocalizar essas necessidades, ou seja, vence a eleição para presidente o candidato que fizer desses problemas e tantos outros, o Cabo das Tormentas rumo ao novo Eldorado.

Nesse sentido, atribui-se à esquerda a virtude, ou ilusão, de apontar para esse futuro.  Não à toa, ser de esquerda é ser “progressista”.

E a direita? Será que é tão difícil à direita vocalizar essas questões para um eleitorado majoritariamente conservador? De modo algum, desde que a direita saiba dialogar com esse público majoritário.

Não é suficiente que a direita e os políticos ou político que a representa, ganhe espaço apenas valendo-se do vácuo deixado pela esquerda. Só se vale unicamente de tal oportunismo quem não tem muito a oferecer.

Da economia à educação. Do combate à corrupção ao combate à violência. A direita tem muito a oferecer. Basta colocá-los dentro de um projeto e apresentá-lo de forma clara, confiante e esperançosa.

Por fim, vencer a eleição para presidente é abordar os problemas reais de pessoas reais, tocando as mentes e os corações de crianças, jovens e adultos. Estudantes, trabalhadores e aposentados.

À direita ou à esquerda, vencerá a eleição quem melhor trilhar esse caminho.

Por Jakson Miranda

Totalitarismo LGBT

Na coleção de insânias que molda a vida no mundo politicamente correto do século XXI, relembro uma situação específica que explicita o quanto estamos subordinados a um novo jugo totalitário.

Durante um debate eleitoral em 2014, Levy Fidelix, então candidato à Presidência da República, pronunciou uma frase que se tornaria fator de discussão em âmbito nacional.

Fidelix disse: “Aparelho excretor não reproduz”, ganhando o ódio eterno da militância LGBT, da mídia progressista e de todo o establishment intelectual brasileiro.

O candidato foi alvo de protestos, “beijaços” notas de repúdios, acusações de homofobia e ações na justiça.

Mais do que isso. Sua figura recebeu o carimbo de intolerância legado a todo aquele que se pronuncia de modo discordante às pretensões e concepções do homoativismo.

Desde então a cartilha é seguida à risca. Uma matilha de farejadores grassa às redes sociais à procura de “manifestações homofóbicas” que, na novilíngua esquerdista, são quaisquer opiniões que difiram dos ditames totalitários da nova elite cultural brasileira: os progressistas.

Tolher opiniões é o ingrediente principal do totalitarismo, sistema que se impõe pela coerção, através da proibição do pensamento contrário ao sistema dominante.

O totalitarismo LGBT habilmente ocupou espaços e cotizou o ambiente acadêmico/cultural com outras minorias barulhentas e oportunistas, que se perfazem e subsistem com a própria militância como profissão. Neste balaio todo podemos incluir radicais esquerdistas de diversos matizes, todos empanturrados de marxismo cultural, tendo como princípios orientadores de ação o sufocamento das ideias que se opõe à sua ideologia.

Não por acaso, cristianismo e marxismo não se aglutinam. Os princípios norteadores de um são sempre afrontosos ao outro.

O rigor censório é tão extremado que uma manifestação como a de Fidelix, que diz que quando dois homens ou duas mulheres se relacionam sexualmente, o ato não possui caráter reprodutivo se torna uma afronta imensurável.

Para os relativistas não importa que a asserção de Fidelix seja irrelativizável! Eles não permitirão que alguém diga que o único sexo que naturalmente suscita procriação é entre homem e mulher. Qualquer um que disser que a prática homossexual não gera descendência, a despeito de estar amparado pela lógica racional e biológica, se torna um proscrito.

Afinal, o novo império totalitarista decide que verdades podem ser proclamadas, e o fato de casais homossexuais só poderem ter filhos por adoção ou através de intervenção científica não pode ser diferenciado dos casais heterossexuais, mesmo que somente estes tenham dado condição de subsistência à vida na Terra através da procriação.

Toda a tecnologia e ciência do Séc. XXI se torna inútil a partir do momento em que temos de nos calar ante a indiscutível condição biológica exigida para a reprodução.

Sistemas totalitários não estão abertos ao contraditório e sempre perseguem quem ousar discordar.

Sistemas totalitários sempre criam uma elite de poder, que se assenhora de privilégios e se esbalda no status adquirido.

Sistemas totalitários estipulam suas verdades e assolam todos aqueles que não as cumprirem conforme sua orientação.

Levy Fidelix sabe, eu sei e você também sabe, leitor, que o intuito dos praticantes do sexo homossexual não é gerar descendência, mesmo porque isso é impossível… mas eles não admitem que essa impossibilidade seja lembrada. É uma verdade, mas uma verdade proibida pelo novo sistema totalitário.

O ativismo LGBT gosta de se vitimizar, acusando os cristãos de persecução, considerando-se um movimento reativo, entretanto, é só ler as notícias que fica fácil perceber quem é que detém a influência na mídia e nas universidades e que está disposto a fazer qualquer coisa para calar as vozes discordantes.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado no Gospel Prime

O perigoso protagonismo dos ególatras do STF

Os ministros do STF se tornaram figuras onipresentes no debate político brasileiro. Esta afirmativa carrega consigo uma perigosa constatação: O campo jurídico avançou sobre o político e adensou um ambiente já atribulado.

Tanto aqui no Voltemos à Direita como em outros portais alinhados ao pensamento direitista, a denúncia de que o STF avança sobre campos que ultrapassam o que deveria ser sua esfera de atuação são recorrentes.

O Supremo Tribunal Federal brasileiro continua empilhando excrescências. Há o triunvirato desatinado que libertou Dirceu, cuja análise fizemos no artigo O STF que soltou Dirceu é o mesmo que indultou os mensaleiros , há Barroso que faz da toga instrumento de militância progressista, há os ministros aborteiros, e etc.

Ives Gandra Martins concedeu uma entrevista à ISTO É. Ao ser questionado sobre os excessos de conflitos entre os ministros do tribunal, deu a seguinte resposta:

Esse problema decorre da transmissão das decisões pela televisão. Antes disso, raramente acontecia. Se um ministro lia o voto e outro concordava, ele dizia apenas “acompanho o relator”. Só se falava quando se divergia. Os julgamentos eram mais rápidos. Atualmente, mesmo para acompanhar o relator, todos têm que dar demonstração de cultura. Esse protagonismo fez com que o Supremo, que muitas vezes decidiu em conjunto, hoje decida isoladamente. São 11 ilhas.

Retomo:

Criamos uma estrutura que dotou estes onze ministros de uma egolatria incontida, ocasionando aberrações jurídicas tanto nos casos em que a lei é claramente aviltada em defesa de interesses políticos, quanto nas invasões não republicanas em temas que cabem ao Legislativo, cujos ministros sem voto arvoram-se em decidir.

Quanto mais “corda” a imprensa dá aos referidos ministros, inclusive os sugerindo para cargos no Executivo, mais concede a esta casta privilegiada a oportunidade de adentrar territórios indevidos.

O protagonismo assumido pelo Supremo Tribunal Federal é perigoso. Os ministros não são confiáveis e colocam quesitos externos acima do cumprimento da letra fria da lei.

Por Renan Alves da Cruz