Indicada para o MEC, evangélica causa “polêmica”

(Artigo publicado em 21/03/2019)

A ignorância, infelizmente, é um dado concreto da realidade brasileira. E não estamos falando do humilde “peão” que trabalha 8 horas por dia e fica outras 4 horas preso no transporte coletivo. É cada vez mais notório que nos ciclos, ditos de “intelectuais” o número de ignorantes é assustador. E o que a indicada para o MEC tem a ver com tudo isso? Iolene Lima é evangélica e em um vídeo gravado em 2013 explica que a orientação pedagógica da escola aonde atuava tinha uma “cosmovisão cristã”. Vejam o vídeo.

Isso bastou para que alguns ditos intelectuais e sempre ela, a imprensa, propagassem seu preconceito e seu ódio contra a educadora indicada para o MEC.  E claro, deixaram um rastro de ignorância típica de quem não é capaz de ler uma linha sobre o que quer que seja. No máximo leram a “pedagogia do oprimido” e pararam por aí. Dentre esses iluminados está o escritor esquerdista Marcelo Rubens  Paiva. Em seu Twitter, Rubens Paiva escreveu:

O Estado se separou da Igreja em 1890, depois da Proclamação da República. O que deus tem ver com ensino de geografia e matemática?

Em artigo no  O Globo, a “especialista” em educação, Cora Rónai, disse o seguinte:  

As declarações de Iolene seriam pitorescas se não fossem catastróficas, e se não representassem tão vivamente o fundamentalismo religioso e a abissal ignorância que se vê em tantos setores e níveis do governo.

E assim segue o cotejo de ignorantes e preconceituosos. Basta alguém declaradamente cristão alçar um posto de destaque no governo que logo vem a grita: “fundamentalismo religioso“. Perguntar em tom de soberba o que Deus tem a ver com o ensino de geografia e matemática é um atestado de ignorância de causar vergonha. Demonstra total desconhecimento sobre o que disse um dos maiores pensadores da cristandade, St. Agostinho. Para Agostinho de Hipona, “Deus é como um grande geômetra. Ele é um grande praticante de geometria”. Nada matemático, hein?

Poderíamos ir além e citar centenas de pensadores cristãos, de padres a pastores, que movidos pela fé em Deus, deram grande contribuição às ciências. Mas, não é nosso propósito humilhar o sagaz escritor e pensador Marcelo Rubens Paiva. Sendo assim, finalizamos citando o livro “O que estão ensinando aos nossos filhos” do pastor Solano Portela (que horror!).

O apreço do cristianismo pelas Escrituras Sagradas tem resultado na ênfase ao ensino, entendimento e interpretação da leitura ao longo de toda história. A busca pela melhor e mais rápida metodologia de alfabetização deve estar no cerne dos interesses do educador cristão. O construtivismo tem conturbado essa área tão fundamental do saber. Especialmente porque postula o subjetivismo, em vez de uma educação objetiva;

Já sabemos qual caminho os sábios do O Globo e do twitter escolheram, né! Ah sim, Marcelo e Cora Rónai. A leitura do livro citado é bem simples. Vocês conseguem! Não ouso pedir-lhes para ler Eric Voegelin, vocês ainda não estão maduros suficiente para isso.

Por Jakson Miranda

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