Ideologia de gênero nas escolas

É nefasto, para ser educado, ler que algumas escolas metidas a modernosas estão pondo em prática o absurdo de estipular dias em que os meninos devem ir à aula vestidos de meninas e as meninas de meninos.

Que maldita pedagogia é essa, que não percebe a confusão que está criando na cabeça de crianças de seis, sete e oito anos?

Por trás de tamanho absurdo, há com certeza uma psicologia ativista servindo a uma agenda determinada, transformando crianças pequenas em cobaias.

Luiz Felipe Pondé, em sua coluna na Folha, delata e desanca a laia responsável por essa patacoada, explicando que tentar enfurnar na cabeça de uma criança um suposto combate a violência de gênero é, numa análise fria, uma violência potencialmente maior.

As escolas viraram laboratórios de “experiências” em muitas áreas. Em vez de ensinar as capitais dos Estados e dos países, querem ensinar as crianças como elas devem se sentir (o que é “correto” sentir) diante das coisas. Muita dessa gente nem tem “moral” para pregar para os outros. Não confio em ninguém que posa de “correto”.

Vamos ao primeiro exemplo. Tenho ouvido falar que em muitas escolas virou costume fazer um dia em que meninos vão vestidos de meninas e meninas vão vestidas de meninos.

Na cabeça desse povo, esse dia deve ser dedicado ao combate à violência de gênero. O que esses professores não sacam é que um pedido desse para crianças é em si uma violência de gênero e uma covardia, levando-se em conta que são crianças e que não têm como se defender dos delírios de teóricos bobos. E o pior é que pais inteligentinhos acham essa bobagem a última palavra em “ética”. Risadas?

Outro dia ouvi de um menino de sete anos da classe C que sua professora pensava que ele era uma travesti porque tinha dito na classe que no dia X os meninos deviam ir vestidos de meninas e vice-versa. Mas, como ele não era uma travesti, recusou-se a ir vestido de mulher e me falou: “Eu não fui porque não sou travesti”.

Não é preciso ser um Einstein para entender o reboliço na cabeça do garoto mencionado por Pondé. Que é um abuso irresponsável. Que um menino de sete anos não tem maturidade para compreender que tem que se vestir de menina, sendo um menino, porque adultos moderninhos o querem como cobaia.

Enquanto professores submeterem suas aulas a brincadeiras laboratoriais da esquerda psicótica, a educação brasileira continuará patinando nas últimas posições dos rankings globais e formaremos mais gerações desprovidas de valores.

Crianças são crianças. Respeitem a inocência infantil enquanto ela permanece. Já não basta que nós, adultos, tenhamos que engolir as nojentices dessa esquerda delirante, sustentada por fomentos do governo atual?

As escolas estão deseducando as crianças. Simples assim.

 

Por Renan Alves da Cruz

 

Leia também: 

 

Bolsonaro é condenado por Homofobia. Estamos sob a lei da mordaça

Contra o Aborto

Viva o aparelho excretor reprodutor!

Sobre o boicote ao O Boticário

A Dupla face imoral da esquerda

Jean Wyllys foge de debate com Malafaia

Parada Gay, imprensa e tolerância reversa

Um comentário em “Ideologia de gênero nas escolas”

  1. Somente através do gênero e da raça possui-se identidade, unidade familiar e coesão social.
    Espontaneamente o sabiá não corteja pomba, ou o elefante a zebra …. assim também o coração não realiza funções cerebrais ou hepáticas.
    As raças e os gêneros não são construções sociais, porém da natureza, de Deus.

    A sobrevivência das espécies é inerente à cultura dos ecossistemas e depende da conservação de ambos.

    https://lh4.googleusercontent.com/-Nvk5U5Y0Fls/U1VXNfW0p8I/AAAAAAACq70/0B0ZBcEH-qIpoj4EDqkiDUyuogKHs-6_wCL0B/w459-h563-no/4dcd33a2-936f-4a30-a42b-92179cc97e04.jpg Extrema cautela com sofismas e falsos conceitos – eles são mais funestos que a desinformação.

    https://verbotenesarchiv.files.wordpress.com/2015/04/sex-grooming-uk-1.jpg

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *