Homenagem do Voltemos à Direita a Marcelo Freixo

Marcelo Freixo, em estilo, me lembra muito Fernando Haddad, que desossou a cidade de São Paulo durante sua gestão. O carioca do PSOL é um esquerdista da mesma estirpe. Esconde por trás do jeitinho de bom moço e do político-corretês enfadonho, a virulência perigosa dos totalitários mimados.

O Rio não elegeu um Winston Churchill para prefeito, mas, dado o cenário, Marcelo Crivella não padece das vicissitudes perigosas de seu xará à esquerda. A cidade está numa situação de calamidade e precisa de uma gestão consciente e responsável, coisa que não se pode esperar de um psolista.

Aliás, qualquer pessoa que consiga conciliar socialismo e liberdade numa frase, sem corar, é digna de cautelosa desconfiança.

Como escrevi recentemente, um partido chamado Socialismo e Liberdade soa para mim como… sei lá… um partido nazista judaico…

Observar o mimimi dos revolucionários do Projac e dos maconheirinhos engajados da Zona Sul dimensiona bem a importância de solapar as pretensões destes hipócritas diplomados.

É dia de luto para os black-blocs, para os “intelectuais” e acadêmicos, que na construção da estratégia da esquerda, são os principais prospectadores de iniciáticos para a seita psolista. Dia de luto também a “esquerda paz e amor” que, no próprio domingo da eleição já estava num show de Gil e Caetano cantando odiar Crivella.

Também para Gregório Duvivier, o retrato mais bem acabado da cretinice dessa esquerda, que não teve vergonha de publicar na Folha de São Paulo um texto que mescla exotismo involuntário com infantilidade mal curada, provavelmente escrito sob efeito da erva que Duvivier adora admitir-se usuário, onde, num futuro próximo, Crivella transformou a cidade numa enorme Igreja Universal, em que todas as coisas foram rebatizadas com nomes bíblicos e o futebol é jogado não mais chutando bolas, mas santas.

É com isso que estamos lidando.

Felizmente esta esquerda, mentirosa e tacanha, apanhou feio no pleito. A população brasileira não é majoritariamente formada por artistas progressistas e marxistas de “facul”.

Freixo, este artigo é dedicado a você, por nos fazer sorrir de novo.

Receba essa homenagem do Voltemos à Direita.

Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

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