Homem negro cospe em deficiente cobrando a tal “dívida histórica”

A notícia é de meses atrás, mas é claro que você não viu nenhuma comoção a respeito. Mesmo que o homem agredido seja um sem-teto deficiente, como é branco, não está protegido pela carapaça protetiva dos progressistas bonzinhos.

Este é o resultado até previsível do que o pensamento de esquerda está promovendo, com seu separatismo mau caráter, que se traveste de discurso de união, paz e amor.

Rodrigo Constantino escreveu o seguinte sobre a ocorrência:

Um homem negro teria atacado um companheiro de ônibus, um sem-teto deficiente de 52 anos, por ser branco. Ele teria cuspido na cara do outro, culpando-o por ter transformado sua avó numa escrava. Marquis Evans-Royster, de 27 anos, achava que o outro era devedor dele por conta do passado de escravidão.

De acordo com a WJLA-TV, a vítima inicialmente ignorou os avanços e provocações do agressor. Então, o jovem negro começou a mexer nos bolsos da vítima, o que levou demais passageiros a intervir na situação. Foi aí que Evans-Royster teria cuspido na vítima, além de ter ameaçado jogar-lhe uma xícara com urina.

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O ataque só foi interrompido quando o motorista alertou que iria chamar a polícia. O suspeito saiu do ônibus então, sem pagar. O motorista contou que o agressor se referiu a todas as pessoas brancas como “malvadas”, e disse que dois passageiros brancos deveriam morrer.

Ao sair do veículo, o agressor ainda teria quebrado o retrovisor do ônibus, antes de fugir da cena. A polícia o prendeu quatro dias depois, numa estação local de metrô. Ele foi acusado de agressão racial e religiosa, roubo, e destruição de propriedade.

É claro que Evans-Royster pode ser apenas um maluco, ou um marginal que usa como pretexto a cartada racial. Mas ele pode muito bem ser fruto do meio, influenciado por uma narrativa cada vez mais racista da esquerda, especialmente de grupos como o Black Lives Matter, que gosta de demonizar todos os brancos, que seriam “demônios”.

O discurso de “reparação histórica” pode levar a esse tipo de situação no extremo. O rapaz jovem, por ser negro, sente-se no direito de tomar satisfação ou mesmo agredir o outro, por ser branco. Os indivíduos desaparecem da equação, com seus méritos, qualidades e defeitos, suas características todas, mais relevantes, restando apenas esta: a cor da pele.

 

Pois é, amigos, não se pode plantar bananas esperando colher mamões. Este é o resultado da guerra racial que a esquerda urdiu.

Como já escrevi aqui outras vezes, a esquerda fomenta sistematicamente o ódio que ela alega combater. Se você ainda não entendeu isso é porque não entendeu NADA!

Por Renan Alves da Cruz

 

2 comentários em “Homem negro cospe em deficiente cobrando a tal “dívida histórica””

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