Governo Bolsonaro e a imprensa: o terceiro turno começou

(Artigo publicado em 22/02/2019)

O governo Bolsonaro está chegando ao seu segundo mês. Logo, começa a traçar os projetos que serão debatidos e votados pelo Congresso. Nesse momento, dois ganham destaque: a Reforma da Previdência e o Pacote anticrime do ministro Sergio Moro.

Muita coisa ainda será feita, proposta, aliás, muita coisa JÁ está sendo feita e aqui, faço menção ao trabalho do ministério da Educação, e as ações da ministra Damares. Em síntese, quem votou em Jair Bolsonaro pensando em mudanças reais, não está arrependido, essas mudanças estão acontecendo.

Por outro lado, todos nós sabíamos que após as eleições de outubro teríamos um terceiro turno. Eis que ele chegou!

Com a esquerda partidária agonizando, coube a esquerda midiática esquecer uma vez mais o jornalismo e aderir a mais vil, mentirosa e covarde campanha contra o governo.

É esse ativismo virulento e superficial da mídia que quer fazer-nos crer que há uma crise no governo. Pior, sugere-nos de forma nada sutil que o ex-ministro Bebianno não merecia ser exonerado.

Aqui vão as questões objetivas de toda a situação:

Quais as causas dessa suposta crise do governo?

Do que o presidente Bolsonaro está sendo acusado? Compra de votos? Desvio de verbas públicas?

Verdadeiramente, as suspeitas que vieram à tona sobre os candidatos laranjas no PSL é algo grave e deve ser investigado com profundidade. Nesse particular, o então ministro não conseguiu dar uma explicação plausível e muito menos se afastar das suspeitas. Pior, tudo indica que no desenrolar das coisas, Bebianno levaria de forma inapropriada e imprudente o presidente da República para o epicentro das suspeitas.

Nesse contexto, a imprensa optou por apoiar o ministro e atuar contra o governo. Vou além e confesso que NÃO vejo como coincidência que a “crise” tenha sido plantada um pouco antes das proposta de Reforma da Previdência e do pacote anticrime chegarem ao Congresso. Ou seja, ao expor mensagens de whatsapp do presidente que não levam a nada e a partir daí tentar desestabilizar o governo, o principal alvo não é Jair Bolsonaro mas o futuro do Brasil.

Dito isto, reconhecemos que o presidente Bolsonaro e sua equipe erraram. Erraram porque Bebianno deveria ter sido exonerado logo após suas primeiras explicações furadas sobre os problemas de campanha de alguns candidatos do PSL.

Por Jakson Miranda

 

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