Fidel Castro está morto! Outro crápula que a esquerda tornou herói!

Fidel Castro está morto. Saiu da vida e entrou para a história.

Falando como cristão, espero que tenha tido tempo e oportunidade de se arrepender.

Não desejo, sinceramente, que queime no fogo do inferno sentado no colo do capeta. Seu destino pós-vida, seja ele qual for, será o adequado, provindo do julgamento do Justo Juiz. Não torço, ademais, por seu mal.

Espero que tenha se arrependido de ter sido um dos maiores crápulas não apenas da história do século do qual foi um dos protagonistas, mas sim, um assassino mentiroso, um demagogo imundo, que nada deve aos que se assemelharam a ele em ignomínia, em toda a história humana.

Fidel Castro foi um cancro maldito que apodreceu tudo o que orbitou ao seu redor.

Falando como professor de história, sinto já o cansaço prévio do que vem a seguir. A canonização irrestrita que será documentada nos livros didáticos brasileiros, instrumentos essenciais à doutrinação esquerdista vigorante, mostrando Fidel Castro como um messias multiforme, cavalgando em seu cavalo branco em prol da justiça.

Fidel é apenas mais um crápula que a esquerda tornou herói, e que, não fosse a funcional máquina de propaganda, estaria relegado a vala funda dos que tramaram o mal e envergonharam o gênero humano com sua sordidez psicopática.

Hoje você provavelmente verá muito vagabundo dizendo que “Fidel partiu, mas seu legado vive”, e coisas semelhantes.

Por mais que por vias tortas, não deixa de ser uma verdade. Os crimes que o bilionário Fidel cometeu, regando sua árvore de dinheiro com o sangue de cubanos inocentes, executando inúmeros e estacionando o progresso de seu povo na história, permanece causando poluções em oportunistas e idiotas úteis.

O legado de Fidel vive. A Venezuela atual é um legado de Fidel. O PSOL, o PC do B, PCO, PSTU, essa canalhada toda, apenas para citar a situação brasileira, não deixam de ser, dentre outros, legados de Fidel.

Fidel Castro está morto. Sofreu sua esperada metamorfose.

Em vida um assassino canalha.

Nos livros um herói.

Por Renan Alves da Cruz 

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