Estudantes da USP e a PM: Jéssica, Por que não estudas?

Hoje, sexta-feira, algumas franjas do PT resolveram realizar o que eles chamaram de Dia Nacional de Manifestações e Paralisações. A Folha de São Paulo informa que todos os Estados registraram manifestações. Segundo o jornal:

Dia Nacional de Paralisação e Manifestações foi organizado por sindicatos ligados a CUT, CTB, Conlutas, CSB, Intersindical e Nova Central e movimentos sociais como MST. Segundo a direção da CUT, em todos os Estados e DF houve algum tipo de ato, protesto, manifestação ou paralisação.

Não há um número consolidado de quantos trabalhadores e militantes aderiram aos protestos, mas desde o início desta sexta estradas foram bloqueadas, montadoras e fábricas foram fechadas, agências bancárias interromperam atendimento, além de manifestações.

Em outras palavras: É o PT agindo contra as medidas tomadas pelo governo do PT. Tudo indica que a grande maioria dos trabalhadores resolveu mesmo trabalhar, enquanto os “militantes” resolveram atrapalhar o direito de ir e vir das pessoas.

Mas, não é nesse ponto que quero focar esse meu texto.

Consta que em São Paulo, alguns estudantes da USP também resolveram aderir ao tal protesto. Seria uma nova matéria? Algum trabalho de campo? Vai saber. Tudo é possível dentro da pedagogia freiriana, ou na dialética marxista. O fato concreto é que houve tumulto e confronto com a PM.

Vejam esse vídeo

É evidente que se houve excessos por parte da PM, os responsáveis devem ser punidos, porém, quero destacar que o vídeo deixa claro a truculência dos “estudantes”. Não? A jovem que é derrubada por um policial chama-se Jéssica. Fica claro que o policial tenta recolher a mochila de um detido e ela o impede, causando toda a reação do policial. Ainda dá para ouvir nitidamente alguém falar: “Bate nele. Bate nele”. Como é que é? Bater em um policial em exercício de suas funções? Só conheço um tipo de gente que enfrenta policial: bandido!

Já fui abordado duas vezes pela policia de São Paulo. Eles fizeram o serviço deles e eu colaborei. Não fui detido e muito menos agredido e tudo acabou bem. Tivesse a moça colaborado e entregue a mochila (por que ela não queria que a policia ficasse de posse da mochila de um detido?) teria evitado o tumulto.

Seu lugar, Jéssica e demais colegas, é na sala de aula ou em casa, estudando.

Vejam esse depoimento publicado pelo G1:

Para Carlos Alberto Camargo, 27 anos, estudante do 2º ano de ciências sociais na USP, a agressão sofrida nesta sexta-feira pode desencadear uma represália por parte da corporação. “Não sei como será daqui para frente. Tenho receio de que meu rosto seja exposto e os policiais fiquem atrás de mim”, disse ao G1.

Ainda abalado e sofrendo dores por conta da agressão sofrida pelos policiais, ele lembra como tudo começou. “No momento a gente estava gritando palavra de ordem sobre a morte de um menino no Grajaú. Estava de costas, falando que a PM era assassina. Aí os ânimos se exaltaram e os policiais jogaram spray de pimenta. Aí me acertaram com cassetete na cabeça”, afirmou ele.

Uma das instituições mais agredidas por essa gente é a PM. Para eles, a PM é assassina e não o PCC ou o Comando Vermelho. Para eles, a PM representa o Estado repressivo e não o Estado de direito.

Uma rápida pesquisa e descobriremos que esses jovens não fazem o que fazem ou dizem o que dizem por que estudantes e sim porque são diariamente doutrinados. Impregnados pelas idéias de Gramsci e Foucault, acham justo enfrentar a PM e acusá-la de truculenta.

Mas isso não me surpreende. O meu recado é: Jéssica, por que não estudas?

 

Por Jakson Miranda

 

 

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