Esquerda reinstitui tribunais raciais. Quem são mesmo os nazistas?

O pensamento de esquerda é, em grande escala, o maior responsável pelo atraso moral e social do homem

Os tribunais raciais estão de volta. A esquerda segue institucionalizando o racismo, criando mais e mais categorizações que dividem a raça humana e segregam as pessoas.

Já escrevemos aqui sobre o Racismo Oficial brasileiro implantado através do cotismo. Mas apenas isso não bastou e agora temos o retorno triunfal dos pérfidos tribunais raciais.

Em seu blog, Rodrigo Constantino abordou o tema com propriedade:

Não foi por falta de aviso. Nós, liberais, sabíamos que as cotas raciais levariam à criação de tribunais raciais, especialmente num país como o Brasil. O motivo é simples: o estado garante um privilégio, e ninguém quer ficar de fora de uma boquinha grátis, de uma vantagem.

Como ela só é oferecida para determinado grupo, mas como o pertencimento a tal grupo é um tanto subjetivo, pois depende da “autoafirmação” e do fenótipo, a única saída para fraudes seria instituir um tribunal oficial para julgar quem pode e quem não pode ser considerado negro.

E cá estamos nós, com tribunais raciais criados em universidades para definir quem é e quem não é negro:

Averiguar traços do fenótipo e a cor da pele? Isso nos remete a qual regime mesmo? Se o leitor tem dúvidas, eis uma imagem do que faziam os nacional-socialistas seguidores de Hitler:

Isso não parece algo como “averiguar traços do fenótipo”? Claro, o “progressista” moderninho pode alegar que o nazismo era “do mal”, e queria fazer tal avaliação racial para exterminar uma raça tida como inferior, enquanto a esquerda hoje lança mão dos mesmos meios para ajudar os negros, historicamente discriminados.

Em primeiro lugar, os meios importam! São imorais, reforçam justamente aquilo que se pretendia eliminar, o conceito de raça humana, e gera constrangimento, concentra poder em burocratas “iluminados” etc. Em segundo lugar, é impossível saber se o indivíduo em questão vem de uma linhagem que foi explorada ou exploradora, pois mulatos chegaram a ter escravos, e nem todo branco era dono de escravos.

Para uma “reparação histórica”, cria-se novas injustiças, além de permitir o uso de mecanismos abjetos como a “averiguação da cor da pele” por um grupo de ungidos. Até mesmo esquerdistas como Helio Schwartsman, da Folha, reconhecem que uma cota com base na renda faria bem mais sentido, se o intuito é ajudar os desfavorecidos. Método mais objetivo, impessoal, e não pune um pobre branco em detrimento de um rico negro.

Por fim, estamos falando de um “fascismo do bem”. Justamente porque esses esquerdistas estão convencidos de que suas metas são maravilhosas, eles não se importam com os meios que utilizam. Eles podem fazer exatamente como os nazistas faziam, que os nazistas serão sempre os outros. Eles são “do bem”, e ponto. Mesmo que estejam segregando cada vez mais um povo miscigenado. Chegará o dia em que o policial terá que agir como nesse desenho sarcástico:

Se tudo é raça, se ela é o passaporte para o salvo-conduto de crimes e para privilégios nas universidades e nas carreiras, então claro que pertencer a uma raça “certa” passa a ter mais valor, enquanto não ser dessa raça significa problemas. Os defensores das cotas raciais estão alimentando o racismo, exatamente como avisamos que aconteceria lá atrás.

 

Voltamos: 

Vivemos uma severa involução, protagonizada e propositalmente propagada pela esquerda e seus acólitos midiáticos. O enfrentamento ao racismo verdadeiro, pleno, é aquele que investe na lógica de que tonalidade de cor de pele não deveria distinguir seres humanos. A esquerda, que se auto-intitula tão antirracista, faz exatamente o contrário, incentivando a ruptura social calcada exatamente no reforço da distinção baseada em tonalidade de pele.

O pensamento de esquerda é, em grande escala, o maior responsável pelo atraso moral e social do homem.

Por Renan Alves da Cruz 

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