A esquerda te enganou a respeito da ditadura militar

A julgar por aquilo que os “educadores” ensinam nas salas de aula brasileiras, o período militar no Brasil (1964-1985), foi uma ditadura vil, maligna e sangrenta que, com requintes de crueldade, perseguiu, matou e torturou milhões de pessoas.

Você pode ter sido vítima desta doutrinação. Pode até replicá-la sem saber.

E mesmo se não tiver caído na mentira, saiba que neste exato momento milhões de jovens estudantes brasileiros estão sendo submetidos a esta fraude histórica.

Se quer entender como funciona a esquerda, observe o modus operandi de um historiador esquerdista. Como também sou historiador, convivo com e leio alguns deles.

O historiador de esquerda dirá, por exemplo, que o nazismo é de direita (é claro, ninguém quer uma bucha dessa nas mãos). Pois bem, vários deles repetirão essa informação, geralmente calcados no fator nacionalismo, como sendo algo inerente à direita. A repetição então se tornou o que eles chamam de “consenso acadêmico”, de modo que se você pedir que qualquer deles lhe dê provas do que estão alegando – provas de que a ideologia nazista era de direita – eles o desqualificarão alegando que você é um louco burro que quer ir contra todo o consenso dos intelectuais acadêmicos.

E nesse escudo, os canalhas não lhe darão uma explicação plausível para o fato de que um regime altamente centralizador e estatólatra esteja no mesmo espectro político daqueles que defendem a diminuição do Estado e o livre-mercado.

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Este é o mesmo historiador que glorificará a Revolução Russa, mas não aceitará que você coloque os mortos da União Soviética na conta do socialismo. E se você tentar insistir, ele jogará mais um balde de “consenso acadêmico” formado por outros esquerdistas em sua cabeça, para que aprenda a não ficar questionando contradições de estimação da esquerda.

Em relação ao período militar brasileiro, a tática é tentar demonstrar o período – principalmente a quem não o viveu (ou seja, o jovenzinho lacrador de hoje em dia) – como uma Era das Trevas, de perseguição constante e controle orwelliano.

E se você disser que não concorda com o – de novo – “consenso acadêmico” de que foi um período de perseguição brutal, tentarão dizer que você é conivente com as mortes que ocorreram.

Mas é claro que eles não aceitarão ser acusados de conivência com as mortes causadas pelos grupos revolucionários e terroristas.

A narrativa de uma ditadura infernal serve para que a esquerda se apresente como o messias libertador que lutou contra a barbárie. Para isso, é preciso que os estudantes imaginem que milhares de pessoas foram destroçadas pela sanguinária ditadura militar brasileira.

Não por acaso, serão estes os mesmos que dirão que Lula tirou oitocentos trilhões de pessoas da pobreza. Neste vídeo o próprio Lula, aparentemente não ainda em seu estado etílico de praxe, revela como a esquerda lida com números e estatísticas.

A maior prova de que o período militar brasileiro não exterminou os seus opositores é a de que eles estiveram dominando o cenário político nacional nos últimos 30 anos.

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Mas é claro que essas coisas não podem ser questionadas, e se você o fizer será jogado no ostracismo intelectual reservado àqueles que pensam, estudam, buscam novas fontes e não se dobram aos consensos acadêmicos oportunistas.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 27/03/19

 

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4 comentários em “A esquerda te enganou a respeito da ditadura militar”

  1. O que seria implantado no Brasil e os militares evitaram, cumprindo sua função, nos igualaria à Alemanha Oriental, Cuba, Coreia, etc. A Coreia, onde o conflito continua até hoje, é um país dividido. Cuba é de onde os cidadãos não tem o direito de ir e vir; vez por outra pessoas fogem e são repatriados (Cesari Batisti achou asilo aqui; Os cubanos do pan foram entregues ao regime cubano). A Alemanha Oriental é o país onde havia o muro e os alemães orientais cansados de viverem “felizes” lá, tentavam pular o muro e eram abatidos a tiros.
    No Brasil, quem não é intelectual, da imprensa, artista ou foi terrorista, sequestrador e assaltante de bancos não teve o que reclamar da “ditadura” pois viveram uma época de segurança e prosperidade.

    O Bolsonaro que comemorar o 31 de março. Deve, pois os prejudicados pela ditadura só falam, no processo, do seu prejuízo. É como o noticiário: falam o nome do acusado, seu cargo e o que ele supostamente fez e complementa: ele diz que é inocente. Quer dizer, não tem contrapartida. O espectador não dá importância a palavra “supostamente” ou “inocente” e já passa a considerar a pessoa indicada como bandido.

  2. Cresci na “ditadura” e na escola cantava os hinos Nacional e da Bandeira. Não lembro de nada do que os professores da esquerda querem colocar na mente dos jovens. Havia ordem e respeito e não essa falta de pudor e violência que se espalha por todos os cantos. Não acredito em nada do que fala da ditadura

  3. Minha professora de história disse q os grupos de luta armada morreram para q nos tivessemos a liberdade q não existia no regime militar. É tem mais: Ela disse q Mao na China deu educação aos camponeses q a elite burguesa impedia. Um colega meu tentou dizer pra ela q na China teve mortes de fome e no Kner vermelho gente morreu de fome. Sabe o q ela disse pra ele? Que a culpa disso tudo era dos Estados Unidos que fizeram na época embargo econômico, e que sem dinheiro americano, as pessoas ficaram doentes e com fome. Ela confunde a turma toda com isso!!!

    • Essa é a triste realidade em várias escolas e faculdades. É necessário expor as contradições da referida professora, cobrá-la que apresente os fartos divergentes do discurso dela. Caso ela não adote essa postura, a coordenação da escola deve ser acionada pelos pais.

      Obrigado pelo depoimento.

      Grande abraço

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