Marco Aurélio Cunha desesquerdiza jornalistas militantes da ESPN ao vivo

Marco Aurélio Cunha, coordenador da seleção feminina de futebol, foi o convidado do programa Bola da Vez da ESPN.

É claro que os jornalistas progressistas da ESPN não perderiam a grata oportunidade de fazer média com o feminismo, fator que impressiona hoje em dia no jornalismo brasileiro: esse desejo incontrolável de agradar femimonstras.

Sem pestanejar, Marco expôs a hipocrisia de quem reclama que o futebol masculino recebe mais investimento que o feminino, mas só coloca na grade de programação o futebol masculino, que atrai audiência, anunciantes e mantém o emprego de todo mundo.

A página do facebook Caneta Desesquerdizadora, sempre atenta, não deixou a mitada passar em branco, dando publicidade à desesquerdizada.

Marco Aurélio Cunha desesquerdiza ESPN ao vivo

A URSSN (ESPN Brasil) resolveu colocar seus esquerdosos para entrevistar Marco Aurélio Cunha, atual coordenador de Futebol Feminino da CBF, e falar sobre "igualdade no futebol" e a demissão da treinadora da seleção. Resultado: Caneta Desesquerdizadora ao vivo!

Publicado por Caneta Desesquerdizadora em Quarta-feira, 18 de outubro de 2017

É claro que nós do Voltemos à Direita, que temos todo aquele carinho que você já conhece pela ESPN, não deixaríamos passar em branco também.

Leia mais: 

ESPN Brasil: esquerdismo rasteiro em doses cavalares

A indignação seletiva da ESPN Brasil  

Como conhecemos a hipocrisia da esquerda, sabemos bem que a ESPN não vai mudar seu enfoque e nem tolher sua falsidade. Ficamos, portanto, à espera de novos corajosos que desmascarem suas incoerências e hipocrisias.

Por Renan Alves da Cruz 

Neymar merece cada centavo que recebe

Me esquivei de escrever sobre a venda do Neymar, mas o assunto me perseguiu…

Não produzirei, no entanto, nenhum grande tratado… É mais uma nota de opinião do que um artigo.

Neymar foi jogar no Paris Saint Germain, na maior contratação da história do futebol. As cifras chegam quase ao nível da incalculabilidade. São cerca de 4 reais por segundo, ou coisa parecida.

O que não faltou nestes dias foi gente lamentando o absurdo que é pagar isso para um jogador de futebol e todo aquele blablabla que você conhece… E os cirurgiões? Professores ganhando pouco enquanto ele está milionário? E os policiais? Bombeiro sim que é herói e deveria ganhar isso e etc!

Como se professores ganhassem pouco porque o Neymar ganha muito! Como se houvesse uma quantidade pré-estabelecida de recursos com destinação estanque, de modo que para dar mais para o Neymar eu teria que tirar dos professores ou policiais, ou bombeiros.

Professor ganha pouco sim. A culpa não é do Neymar. Meu apreço pelos policiais é indizível, embora tenha tentado verbalizá-lo um pouco no artigo Honrar e Interceder pela Polícia é um dever de todo cidadão, e creio que deveriam ganhar muito mais, só que isso também não é determinado pelo Neymar.

Não existe uma Taxa Neymar de aumento ou diminuição salarial no Brasil. Os problemas existem antes dele, e permanecerão depois que ele se aposentar, bilionário.

O que essas pessoas fazem é especial? Sim. Muito.

Mas não são únicas… Neymar é único. Você pode gostar ou não. Você poder achar o futebol digno dessa relevância ou não… Mas o fato é que é o esporte mais popular do mundo, e neste contexto, ele é o jogador mais valioso, pelo potencial esperado em relação a idade que possui e o talento que tem.

Aposto que você que critica o Neymar por sair do Barcelona pra ir ganhar um transatlântico de dinheiro a mais também deixaria sua empresa para outra se a mesma proporção de reajuste lhe fosse oferecida.

No Brasil, todo mundo fala como se fosse um faquir abnegado, satanizando quem comete a indignidade de gostar de ganhar dinheiro honesto.

O dono do clube francês é bilionário e quer comprá-lo. O Neymar é um profissional requisitado, cujo mundo totalitário dos progressistas abnegados não cassou ainda o direito de trocar de emprego para ganhar mais.

Guarde sua inveja. Engula seu despeito.

E que cada categoria profissional de grande importância permaneça, no uso dos meios legais, tentando obter maior valorização profissional/salarial.

Só não ache que quanto o Neymar ganha ou deixa de ganhar tem algo a ver com isso.

Por Renan Alves da Cruz 

 

O pós-futebol da esquerda consciente

O futebol, para boa parte da esquerda, é a máxima expressão popular-cultural de nossa brasilidade, de nossa malandragem, de nosso jeito indígeno-afro-latino de ser, dessa mameluquice linda que forma esse vasto Brasil.

Ademais, certos rompantes de conservadorismo da elite branca estão infectando os estádios e a velha e boa esquerda, sempre ansiosa em construir um mundo melhor (calando quem não concorda com ela), considera que é hora de agir e realizar uma revolução progressista no futebol, para “atender as novas demandas da sociedade plural”, como dizem em esquerdês.

Esqueça o futebol visto até hoje. A esquerda, através principalmente do jornalismo esportivo ideologizado (ponto para Gramsci!) o percebeu, e isso significa que ele não será mais o mesmo.

Vem aí um esporte em que todas as demandas das minorias perseguidas serão atendidas e nenhum reacionário da elite branca tacanha (que só presta para sustentar o país com os impostos que paga), terá espaço para exprimir seus conceitos reacionários e preconceituosos!

Atente-se às novas regras, para não ser incriminado pelos déspotas de plantão:

Regra 1 – Não mande ninguém no estádio, isso vale para o juiz, os bandeirinhas, o técnico, o atacante que perdeu o pênalti, os jogadores do time adversário e etc., tomar naquele lugar. E quando digo “naquele lugar”, estou me referindo à forma literal, poupada aqui em respeito às senhoras e crianças. Se disser, estará ofendendo aquela minoria (aumentada ou diminuída de acordo com a conveniência) que gosta de tomar lá, que faz por hobby, por necessidade ou compulsão.

Mencionar isso de forma ofensiva atinge diretamente essa categoria de pessoas. De modo que, no seu novo vocabulário, mandar alguém tomar naquele lugar a partir de agora é elogio. Qualquer expressão contrária representa a elite conservadora, branca, heterossexual, judaico-cristã de classe média, a qual você não deve pertencer.

Regra 2 –  A mesmo lógica vale para ordens de que o bandeirinha use seu instrumento de forma anatomicamente apropriada em si mesmo, quando ele marcar aquele impedimento duvidoso. Você tem que respeitar pessoas que utilizam objetos anatomicamente condizentes em si mesmas por vontade própria. Se ordenar a alguém que o faça como gesto punitivo, estará ofendendo quem enraba a si mesmo com ajuda de instrumentos. Se quiser ofender o bandeira o chame de coxinha fascista!

Regra 3 –  Se torcedor de Santos, Botafogo, Corinthians, Atlético Mineiro, Ceará, Figueirense e assemelhados, readeque seu vocabulário. Não chame seu time de alvinegro. Caracteriza superiorização racial. Por que o alvo aparece antes do negro?

Perceba que trata-se de uma herança escravocrata e que reproduzi-la é uma maneira de dar azo ao senhor de engenho que hiberna dentro da sociedade brasileira.  Antes que alguém o acuse de nazista (sim, essa gente adora fazer paralelos de preconceitos com o nazismo, embora sejam antissemitas, tal qual eram os nazistas), inverta a palavra ou a coloque em desuso.

Seu time agora é negro-alvi ou então precisa de outro apelido.

Regra 4 – Homofobia, pela nova classificação Jean Wyllistica, não é mais a anormal aversão, exprimida de forma agressiva e hostil, contra homossexuais, mas sim, não aceitar que eles tenham privilégios perante a lei. Portanto, se você chamar o juiz ou outro cidadão envolvido no jogo de “viado/veado”, “bicha”, “boiola” e variantes, você poderá ser enquadrado pelo olho que tudo vê.

E não adianta justificar que você está apenas provocando um heterossexual, que o uso não tem conteúdo discriminatório contra quem é gay, e que a menção em estádios de futebol faz parte do folclore do jogo (esquerdas adoram um folclore, mas este em especial deve ser rechaçado). Aplicá-lo agora é homofobia (e das fortes!).

Regra 5 – Todos os instintos primitivos que você queira extravasar (e a esquerda permite que isso aconteça numa partida de futebol), devem ser direcionados à polícia, que continua insistindo em estar lá garantindo sua segurança, mesmo sendo uma organização fascista e opressora. A eles todas as ofensas estão liberadas.

Regra 6 – Se vir algum reacionário insistente recusando-se a seguir as novas regras de convivência com a pluralidade e utilizando argumentos homofóbicos, diga que ele que é uma bicha enrustida. Nestes casos, mesmo que a princípio pareça contraditório, você pode usar a homossexualidade como uma ofensa.

Seguindo estas regras você não terá problemas.

Bom jogo. E que vença o melhor.

Por Renan Alves da Cruz

Real Madrid retira cruz de escudo para não desagradar muçulmanos

O escudo do Real Madrid foi alterado por causa de um acordo comercial com o grupo varejista Marka, dos Emirados Árabes Unidos, que recebeu direitos exclusivos para “produzir, distribuir e vender produtos do Real Madrid”, em países como Dubai, Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Bahrein e Omã.

Como são predominantemente muçulmanos, o tradicional símbolo cristão, foi eliminado para não ferir “sensibilidades culturais”. O vice-diretor da Marka, Khaled al-Mheiri, afirmou: “Temos de levar em conta que em partes do Golfo as pessoas são sensíveis a produtos que tem a cruz”.

A empresa acredita que as vendas de produtos do Real Madrid podem ser alteradas com a mudança. O acordo renderá aos cofres do time cerca de 50 milhões de euros nos próximos cinco anos.

O símbolo cristão faz parte do escudo do time desde 1920. Ele já foi retirado outras vezes por causa do mercado islâmico. Em 2014, o Real removeu a pequena cruz de seu escudo quando passou a usar camisas com patrocínio do Banco Nacional de Abu Dhabi.

Na mesma época, o Barcelona, que também possui uma cruz no escudo, anunciou que se recusaria a alterá-lo. O time já teve patrocínio de instituições do Oriente Médio, como a Qatar Aiways e o United Arab Bank, mas sempre manteve o escudo original, criado em 1910.

Por Jarbas Aragão.

Publicado no portal Gospel Prime

 

Juca Kfouri associa torcedores violentos a Jair Bolsonaro

Vivemos tempos perigosos. Tempos em que os calhordas falam e a turba aplaude.

Tempos em que o que é apresentado como fato não precisa se submeter a lógica ou a verdade.

Neste caldeirão podemos adicionar a relapsa declaração do jornalista Juca Kfouri, no programa Linha de Passe do dia 12/12/2016, que, segundo penso, mereceria um processo na justiça impetrado pelo deputado Jair Bolsonaro.

Tamanha covardia demonstra, pelo menos, que o crescimento do deputado assusta MUITO esta esquerda dissimulada, que tentará desmontá-lo a qualquer custo, não importa que artifícios e mentiras tenham que usar.

Sem qualquer embasamento fático, o jornalista coligou Jair Bolsonaro a um acontecimento completamente desconexo à atuação do deputado e aos princípios evocados por seus apoiadores.

A saber, conforme viralizou nas redes sociais, no último domingo, após o rebaixamento do Internacional/RS para a segunda divisão do campeonato brasileiro, um grupo de torcedores do fluminense, onde dois aparecem no vídeo e um terceiro empunha a câmera, agindo como estúpidos, cretinos, boçais, imbecis e o que mais se queira nomear, encontrou um trio de torcedores do time porto alegrense no metrô, dentre os quais um que tinha idade para ser pai do mais exaltado do grupo.

Os covardes então humilharam e agrediram verbalmente os torcedores do Internacional, que,  estoicamente, não revidaram às provocações.

O vídeo com as agressões destes boçais pode ser visto aqui.

Depois de postado na internet, o vídeo viralizou. O fluminense publicou uma nota oficial de solidariedade aos torcedores do Inter e os imbecis, depois de identificados, postaram pedidos de desculpas e, percebendo que não seria fácil aguentar o tranco, depois de sua cretinice ter se tornado público, cancelaram as contas nas redes sociais.

A atitude destes “torcedores” foi deplorável. Repudiamos a violência provocada por estes covardes, que quando se juntam em bandos, ficam machões e corajosos. O arquivo do Voltemos à Direita está aí para provar que já nos posicionamos contra isso.

Os fatos foram estes: Uns bostas hostilizaram torcedores de outro time num metrô. Todo mundo repudiou o ato.

Eis que, por coincidência ou não,  no mesmo programa em que, meses atrás, o também jornalista esportivo de esquerda José Trajano disse que Danilo Gentili fazia apologia ao estupro, motivo que levou Gentili a interpelá-lo judicialmente, o senhor Juca Kfouri, comentando o vídeo, afirmou o seguinte:

“Não vou longe em dizer, e em assumir o que vou dizer, que provavelmente são desses que saem por aí gritando o nome de Bolsonaro.” 

Veja o vídeo com a declaração:

Não é uma mera imprecisão, que qualquer jornalista, no risco do seu dever, está sujeito a cometer. Foi uma ilação peçonhenta, com o emblema próprio do jornalismo militante que a claque petista adotou nos últimos tempos.

Juca Kfouri sugeriu que gostar ou apoiar Jair Bolsonaro se configura como premissa para a prática de violência.

Afinal, se alguém aborda de maneira intrusiva, agressiva e humilhante um desconhecido, segundo Juca Kfouri, este só pode ser o tipo de gente que “grita o nome de Bolsonaro”.

É ASQUEROSO!

Espero sinceramente que Jair Bolsonaro siga o exemplo de Danilo Gentili e leve Kfouri à justiça para que ele explique como prova a associação entre apoiar Jair Bolsonaro e hostilizar desconhecidos inocentes na rua.

Eu apoio Jair Bolsonaro, Juca Kfouri. Quer dizer então que sou o tipo de gente que agride desconhecidos no metrô?

O fato, meus amigos, é que essa esquerda mancomunada teme Bolsonaro, pois sabe que o povo cansou, que a população economicamente ativa não aguenta mais proteção a vagabundo e esmolismo estatal.

Bolsonaro ascende no cenário político. Os mentirosos e calhordas farão tudo contra ele.

Por Renan Alves da Cruz

 

* Diferente do que publicamos, o programa em que o Juquinha proferiu a sandice foi o Linha de Passe, e não o Bola da Vez. O artigo foi alterado para a devida correção em 20/12/2016. Agradecemos encarecidamente ao leitor Fábio Ribas pelo alerta. 

 

 

 

O que aprendi com o futebol e com a literatura

Sou apaixonado por futebol e literatura.

Como torcedor passional de um time de futebol e frequentador assíduo de estádios, aprendi a ganhar e a perder, e que algumas derrotas são mais dolorosas que outras… enquanto algumas vitórias também são mais saborosas.

Aprendi que nem sempre o melhor vence, e que nem sempre o pior perde.

E que nem sempre o resultado final é justo.

Saber ganhar e perder, no que podemos considerar como a Era do Mimimi, se impõe como uma necessidade patente, que quando mais cedo aprendida, mais rápido molda o caráter e promove o amadurecimento.

As metáforas da vida podem encontrar sentido onde menos se espera.

O leque de aquisições valorais que adquiri com a literatura, por certo, assume a condição de imensurável. Sou um leitor voraz, graças a Deus, desde a infância. Leio como necessidade. Leio como me alimento, como me hidrato e como durmo.

Hoje, por exigência profissional, moral e volitiva, me debruço sobre campos diversos do aprendizado, leio ao mesmo tempo sempre um livro de filosofia, um de ciência política, um de apologética – meu campo preferido da teologia –, um evangélico e um de história – minha área de atuação.

Lendo paralelamente cinco livros de áreas de aprendizado, me seria, dentro de um contexto normal, impossível ler literatura, ou, na melhor das hipóteses, algo para se fazer dentro de certos intervalos para deleite próprio, como um hobby.

Ademais, sacrifico outras áreas da vida, reconhecendo muitas vezes ser custoso, para que, a despeito dos livros que estou lendo e estudando, leia, sem exceções, dois livros de literatura ao mesmo tempo.

Não abro mão disso! Não abro mão de ler, sem pausa, dois livros de literatura simultaneamente.

Como esta simultaneidade se amplia aos outros cinco de não ficção, além de jornais, revistas e blogs, tenho de dedicar diariamente à leitura um período de três a cinco horas.

O que exige sacrifício. Exige diminuir meu tempo de descanso, de lazer e de sono, já que não posso me eximir de trabalhar para obter meu sustento.

Não pense que escrevo este artigo como uma ostentação intelectual, para demonstrar ser mui sábio por ler muitos livros ao mesmo tempo. Pelo contrário. A absorção de tudo o que leio seria muito melhor se fosse focada e direcionada.

Meu propósito é confessar que de literatura não abro mão.

Pois o que aprendi com ela, jamais encontrei em livros acadêmicos ou na mais profunda filosofia.

E não estou advogando em defesa somente dos clássicos e da alta literatura. Na verdade, leio mais ficção popular do que clássicos.

O ponto elevado da literatura é proporcionar ao leitor, com maior propriedade que qualquer outra dimensão artística, a possibilidade de se perguntar: “e se?”

“E se fosse eu?”

“E se fosse com alguém que amo?”

“E se fosse no lugar em que estou?”

“E se fosse com a minha família?”

Assim como aprendi valores de vitória e derrota com o futebol, com a literatura exercitei e exercito a minha cosmovisão.  Toda a minha visão de mundo, minha posição moral, minha ética, meus princípios… tudo colocado à prova na constância das páginas que viro, através das proposições fornecidas.

Em cada história que leio, para cada trama, em cada decisão de personagem, para cada guinada de enredo, há sempre uma análise, um aprendizado, uma troca muda de lugar, em que rumino sobre o que eu faria.

E isto, meus amigos, suplanta qualquer filosofia. É mais vivaz do que qualquer teoria, em qualquer campo. É a vida em toda a sua alçada.

Devo muito à literatura.

Ensaio diariamente para a vida lendo livros.

Por isso que, sob nenhuma circunstância, abro mão da literatura.

Publiquei aqui no Voltemos à Direita – e continuarei publicando – resenhas de alguns livros que li, afinal, este também é um portal de cultura.

Estes são os textos menos acessados do portal. Ganho 10, 20, 30 vezes mais acessos falando mal do PT e batendo na esquerda.

Mas não deixarei de divulgar boa ficção para estes poucos corajosos.

Abro mão de alguns cliques.

Mas, como já disse, de literatura não.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

Neymar e a Cristofobia do COI

Não é novidade para ninguém que a Cristofobia vem sendo exercida com força cada vez maior, não só entre países de maioria islâmica, mas também e com igual força, no “mundo ocidental”.

É uma Cristofobia que vai desde políticas públicas, a manifestações culturais e pasmem! Esportivas.

A mais recente manifestação de perseguição religiosa aos cristãos ocorreu por conta da faixa na cabeça que o jogador Neymar usou na entrega da medalha olímpica, onde era possível lê “100% Jesus”.

neymar

Para o COI (Comitê Olímpico Internacional) esse tipo de manifestação é proibido por lei, todavia, segundo o Estadão, a entidade tratou a questão de forma amena.

As regras do COI são claras: nenhum sinal político, comercial ou religioso deve fazer parte da cerimônia de medalhas nos Jogos Olímpicos. No sábado, quando Neymar subiu ao pódio para receber sua medalha de ouro, a faixa “100% Jesus” chamou a atenção de muitos membros do Comitê Olímpico Internacional.

Ao Estado, o diretor-executivo da entidade, Christoph Dubi, informou que uma carta será enviada à delegação brasileira para protestar e relembrar os dirigentes que tais procedimentos não são aceitáveis. “Faremos uma carta”, disse. Mas uma punição não está sendo prevista.

Bem, se está na regra do COI que não pode haver nenhum tipo de manifestação política ou religiosa no pódio, então, a regra deve ser seguida. Portanto, não se trata de perseguição religiosa. Essa é a conclusão fácil que qualquer um pode chegar lendo o trecho da reportagem acima.

Por que então, tratamos a questão envolvendo Neymar, como Cristofobia?

Primeiro, é um absurdo que o COI queira impedir manifestações religiosas quando a própria olimpíada em si carrega simbologias religiosas. Os jogos olímpicos da modernidade não extirparam as simbologias dos jogos olímpicos praticados na Grécia Antiga. Para ficar no exemplo mais notório, peguemos a “pira olímpica”, leiam:

Símbolo dos Jogos Olímpicos da Modernidade, a Chama Olímpica faz parte de um ritual realizado desde a Grécia Antiga. O fogo sempre teve caráter sagrado para os gregos:  para eles, a história humana começa a partir da desobediência do titã Prometeu, que contrariou a ordem de Zeus, o deus supremo, e roubou os fogos dos deuses para dar aos homens, junto com as ciências e artes.

O fogo permanecia aceso nos altares de seus principais templos, como o Templo de Hera, que recebia as competições dos Jogos Olímpicos na Antiguidade. 

Quer dizer que a “chama acessa” fazendo referência aos deuses gregos é a manifestação OFICIAL do COI, que deve ser reverenciada e quiçá, louvada. Já uma simples faixa é terminantemente proibida?

Bastava essa observação para provar que se ensaiou uma perseguição religiosa ao jogador da seleção brasileira. E a situação se agrava ainda mais quando confrontamos as regras do COI com a Constituição brasileira que não veda a ninguém, exercer seus direitos, entre eles, a livre manifestação de credo religioso ou ideias de natureza filosófica ou políticas.

Não para por aí.

Só a faixa “100% Jesus”, está proibida? A regra vale também para as atletas muçulmanas que disputaram seus jogos usando a “hijab”? Não há regras proibindo que a lei islâmica seja aplicada em disputas como o vôlei de praia?

Também não li e não vi nenhuma manifestação de reprimenda do COI em relação à atleta norte-americana Ibtihaj Muhammad que recebeu sua medalha usando o referido véu.

islã

 

Comparem, meus amigos, as duas imagens e tirem suas conclusões. A peça que as atletas muçulmanas usam, pode ser opcional nos Estados Unidos, ou no Brasil, mas, é antes de tudo, uma LEI islâmica. Em muitos países, a mulher que não usar, é duramente punida.

Neymar, em sua comemoração, usou a faixa por sua livre e espontânea vontade.

É ou não é Cristofobia?

Por Jakson Miranda

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A polêmica envolvendo Djokovic: homens e mulheres devem receber o mesmo valor?

Novak Djokovic é um sujeito difícil de se odiar. Excelente jogador, simpático, carismático e, como demonstrou quando eliminado nas Olimpíadas, lutador.

Seu choro, depois de uma batalha épica contra o ótimo tenista argentino Juan Martin Del Potro, viralizou e demonstrou que ser o melhor do mundo não o fez abdicar de jogar cada partida como se fosse a última, como se sua vida dependesse de vencê-la.

Choca, porém, ver que os múltiplos adjetivos do sérvio não o protegeram do que a imprensa mundial chama agora de “mancha” em sua carreira.

Para eles, Djoko está ainda “dando a volta por cima” depois do seu “momento infeliz”.

E, na Era do Mimimi, o grande pecado é ser politicamente incorreto e pronunciar algo que irrite a patrulha.

A saber, durante a realização do Torneio de Indian Wells no começo deste ano, um dos diretores do evento afirmou que os tenistas homens, citando nominalmente, Rafael Nadal e Roger Federer,  “carregavam o peso do esporte”, tomando por base a diferença de público nos jogos entre homens e mulheres.

Os jogos masculinos atraem maior público e geram maior receita aos organizadores.

A declaração despertou a ira das feministas e dos cultores do politicamente correto.

Perguntado sobre o assunto, Djokovic deu uma resposta educada, azeitada à realidade e perfeitamente compreensível a quem possui mais de dois neurônios em funcionamento:

Eu as aplaudo por isso. Digo isso honestamente. Lutaram pelo que mereciam e conseguiram. Por outro lado, o mundo da ATP deveria lutar por mais (dinheiro) porque as estatísticas mostram que temos muito mais espectadores nos jogos de homens. Essa é uma das razões pelas quais penso que deveríamos ganhar mais.  

Foi o suficiente: Djokovic se tornara então um machista. Virou um proscrito até pedir desculpas.

Serena Williams, a líder do ranking feminino, alegou:

Eu acho que ele pode ter sua opinião. Mas se ele tivesse uma filha… Ele tem um filho agora. Queria que ele falasse para a filha dele: “Meu filho merece mais dinheiro que você porque ele é um menino”. Eu só acho que eu nunca colocaria as minhas crianças em sexo contra outro sexo. Não é justo comparar.

Percebam a sujeira da inversão. Embora Djokovic tenha sido claro ao dizer que o motivo de sua defesa por salários diferentes era o faturamento, devido ao número de expectadores, Serena Williams reduziu a questão a “merecer mais dinheiro porque é menino”.

Vivemos numa época em que não é preciso ser lógico, é preciso repetir os mantras dos donos do monopólio do bem.

Assim, dizer que por atrair mais público e patrocínios, é lícito que o torneio masculino pague mais ao vencedor, se torna uma ofensa.

Djokovic teve de se desculpar, e mesmo assim, ainda hoje, meses depois, parece arredio toda vez que o assunto é trazido à tona.

Teve que se reunir com ex-jogadoras que lhe passaram sermão e o ensinaram que não importa se o torneio masculino atrairá 100 mil pessoas e o feminino 40 mil. Ele tem de defender que o pagamento seja igual!

No Brasil acontece algo semelhante. Todo mundo está se lixando para o futebol feminino, até que comece uma olimpíada. Quando começa, ficam todos indignados com a diferença salarial entre Neymar e Marta, como se, sob qualquer prisma racional, houvesse comparação entre o futebol masculino, que é o esporte mais popular do mundo, e o feminino, que é semi-amador.

Você pode não simpatizar com Neymar e pode até achar que ele ganha mais do que merece, entretanto, tem que admitir que se alguém está pagando  – e há outros times oferecendo o mesmo tanto e até mais para que ele troque de equipe – é porque tê-lo no time dá retorno financeiro.

Em que planeta, Marta ou qualquer jogadora de futebol feminino dá o mesmo retorno financeiro que um Neymar?

Será que quem advoga este tipo de coisa realmente pensa que a resposta do mercado deve ser ignorada em nome dessa hipocrisia politicamente correta?

Ou, para falar o inverso, que um modelo masculino, em nome da isonomia salarial, tenha que receber o mesmo que uma top model?

Infelizmente Djokovic teve que se retratar. Sofreu uma pressão absurda da própria ATP, dos patrocinadores, da imprensa, da patrulha politicamente correta… enfim…

Mas estava certo. Em nenhum momento inferiorizou as mulheres ou desrespeitou quem quer que fosse.

O tênis feminino é bom de se ver, de alto nível, com jogadoras competentes e, como bônus, ainda lindas, como Victoria Azarenka, Angelique Kerber, Caroline Wozniacki, Garbine Muguruza, Ana Ivanovic, Eugene Bouchard … jogadoras fantásticas que têm elevado o interesse e a audiência do esporte por sua capacidade.

 

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É a maneira certa de crescer, meninas. E não com mimimi

Aliás, o mundo está tão chato que até elogiar a beleza das jogadoras hoje em dia é proibido pela patrulha… São tão limitados que não conseguem conceber que exista talento onde há beleza, sem que uma coisa seja resultado direto da outra…

Por Renan Alves da Cruz 

 

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O Brasil surpreende o mundo: a última sandice de Veja

Esta não será a primeira vez que vamos criticar a revista Veja e logicamente que não será a última.

Em sua recente edição que chegará às bancas de revista e aos lares dos assinantes, a revista vem estampada com esta capa:

veja mundo

Ou a capa da revista não passa de uma homenagem a Joselito Muller, ou a revista se entregou de vez a mais pura sandice.

Será que é esta mesma a realidade que nós brasileiros conhecemos e vivenciamos?

Não nego que o Brasil possa surpreender o mundo. Todo mundo!  Eu mesmo, nativo dessas terras, estou surpreso. E quem não está?

Qual outro país resolve receber uma olimpíada num momento de crise econômica?

O que o Brasil pode mostrar ao mundo a não ser meio mundo de políticos e empresários afundados em denúncias de corrupção?

Qual nosso cartão de visitas para os gringos que não seja um sistema de saúde precário, um sistema educacional vergonhoso e uma segurança pública lastimável?

Se bem que, quem vai se importar com isso ao chegar por aqui? Somos o país do samba. De bunda à mostra e topless.

E o que dizer do Rio, a cidade sede?

Será que o Rio (simbolizado pelo Cristo Redentor) merece está no topo do pódio? É essa a impressão que o mundo terá quando souber e já sabe que nesta mesma cidade a bandidagem pratica tiro ao alvo contra civis e militares?

A bem da verdade é que o mundo não está nada surpreendido. O mundo já está é cansado de saber que no Brasil, governo e imprensa, fazem de tudo para que se acredite no que eles dizem e não no que todos estão vendo. Salvo engano, Veja tem se esforçado para entrar de vez nesse time.

Reitero, ou Veja está na verdade pregando uma pegadinha. Fazendo troça ou homenageando Joselito, ou quer vender gato por lebre.

Por fim, sinto-me agredido diante de tal capa e esse deve ser o sentimento de milhões. É ultrajante que Veja a estampe justamente no momento em que mais um policial foi barbaramente morto pelos “manos” de uma comunidade da cidade “maravilhosa”.

Por Jakson Miranda

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O metrô no Rio e o milagre das inaugurações de obras públicas

A linha 4 do metrô no Rio foi inaugurado com a presença do presidente interino, Michel Temer.

Todavia, a fala mais reveladora, dita pelas autoridades presentes, coube ao prefeito Eduardo Paes.

Leiam reportagem do Globo.com

Paes lembrou que a linha 4 não estava no dossiê de candidatura do Rio para sediar os Jogos, portanto não era uma promessa olímpica.  

– O que se está fazendo hoje é um milagre. Fazer 16 quilômetros entre em cinco anos e meio é um gesto de heróis – disse Paes se referindo aos governadores atuais e ao ex, Sérgio Cabral, que não esteve na cerimônia.

Foram seguidos atrasos e dificuldades financeiras durante seis anos para concluir a tempo a ligação de 16 km entre Ipanema e Barra da Tijuca. Um plano de contingência chegou a ser anunciado pela Prefeitura, com a utilização de BRTs. O acesso às seis estações será permitido a partir de segunda-feira apenas para torcedores com ingressos dos Jogos , família olímpica e pessoas credenciadas pela organização. Todas devem ter o RioCard Rio 2016.

A obra custou R$ 9,7 bilhões, sendo R$ 8,5 bilhões de recursos do governo estadual, o restante da Concessionária Rio Barra. O custo inicial era de R$ 7,5 bilhões. Há dois meses, já após decretar calamidade pública nas suas finanças, o governo estadual conseguiu um empréstimo de R$ 900 milhões para finalizar a obra e para continuar a da estação Gávea,  prevista para ficar pronta somente em 2018.

Durante os Jogos a linha 4 metrô ficará aberta até 2h nos dias 5, 6, 12, 13 e 21 de agosto, e até 1h nos outros dias, para que os torcedores consigam voltar das últimas competições do Parque Olímpico. As linhas 1 e 2 também terão os horários estendidos de acordo com os dias. O metrô será aberto para população em setembro, depois da Paralimpíada. O tempo de viagem entre as estações  Botafogo e Jardim Oceânico é estimado em 23 minutos.

Encerramos

Poderíamos questionar que tipo de milagre é esse, que sempre está atrasado? Já imaginou se essa fosse a norma do Altíssimo?

É certo que os heróis sempre chegam com a solução no último instante. Todavia, não contam com uma estrutura conhecida por Estado e atuam com seus próprios recursos e não com os recursos de outrem.

Por outro lado, como evidencia a matéria, estamos falando de fato de um verdadeiro milagre. Sim, pelos motivos errados, Eduardo Paes falou a coisa certa. Vejamos.

Trata-se de um verdadeiro milagre quando alguma obra pública no Brasil é efetivamente entregue. Isso porque, os inúmeros atrasos, aumento de custos, desvios de verbas, mau planejamento, conseguem escapar à racionalidade de qualquer pessoa, claro, estamos falando de qualquer pessoa nascida no Brasil. Desse modo, deve-se encarar como um milagre que a obra tenha sido entregue e ninguém tenha sido responsabilizado pelos atrasos ou pelo aumento dos custos que denotam falta de responsabilidade de quem toca o empreendimento e de quem contrata.

Enfim, é um milagre encontrar gestores públicos sérios, responsáveis e comprometidos. Ou seja, é um milagre quando prefeitos, governadores e presidentes, não se valem de obras públicas para se locupletarem ou fazerem de suas gestões, meras politicagens.

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Por Jakson Miranda

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