Um exemplo clássico de analfabeto funcional

O Brasil é uma verdadeira fábrica, funcionando a todo vapor, de um tipico ser: O analfabeto funcional, que atua como douto comentarista daquilo que leu e nada entendeu.

A nova edição de revista Veja, traz nas páginas amarelas dessa semana, uma entrevista com Wemerson da Silva Nogueira, professor de biologia da rede publica de ensino do Espírito  Santo.

Um professor da rede pública de ensino ser entrevistado por uma das principais revistas do país já é um grande feito. Mas esse não é o principal feito do professor, que leciona para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Após ganhar o prêmio Educador nota 10, Wemerson chegou à final do Global Teacher Prize, prêmio de melhor professor do mundo.

Caso houvesse ganhado o prêmio, infelizmente não ganhou, o professor capixaba poderia se tornar objeto de estudo de especialistas de diferentes áreas do conhecimento. Teses e artigos seriam escritos sobre sua façanha. Um enigma a ser entendido, afinal, como é possível um país como o Brasil, cuja educação é de péssima qualidade, ter o melhor professor do mundo?

Nessa seara, nosso país atravessa um tenebroso ciclo vicioso: As faculdades de pedagogia enfiam Paulo Freire goela abaixo dos futuros professores e esses, vomitam as ideias construtivistas em sala de aula. Resultado: anualmente, centenas de milhares de alunos terminam o Ensino Médio sem saberem desenhar um “O” com um copo. São os conhecidíssimos analfabetos funcionais.

Muitos desses analfabetos funcionais, comprovando o grande nível do nosso ensino superior, matriculam-se em faculdades de diferentes campos e o tenebroso ciclo continua. Outros estão por aí, palpitando sobre tudo e passando atestado de burrice.

Após o termino da leitura da entrevista, fui passando as páginas da revista e por um pouco, nutri certa esperança de dias melhores na educação. Foi quando me deparei com o espaço que a revista abre à comentários feito por leitores à edição anterior.

Que decepção!

Ao comentar outra entrevista, da semana anterior, dada pelo xeque xiita Rodrigo Jalloul, brasileiro e uma autoridade islâmica, um leitor da revista fez o seguinte comentário:

Para muitos brasileiros, islã é Estado Islâmico; é muito errado. Na Idade Média, os “bons” católicos organizaram as Cruzadas, cuja finalidade era matar os que tinham aderido à pregação de Maomé. Hoje, o Estado Islâmico dá o “troco”, um pouco tardio, ao que nós fizemos há muito tempo”.

É ou não é um exemplo clássico de analfabetismo funcional? É ou não é um exemplo clássico de burrice? De babaquice!

Não citarei o nome do douto que desenrolou palavra após palavra, um novelo monumental de ignorância. Se tal argumento viesse de um aluno adolescente do 7° ano que sabidamente houvesse faltado à aula de história sobre as Cruzadas, seria até compreensivo.

Mas a perplexidade é que não se trata de um aluno adolescente do 7°, mas provavelmente de um adulto. Possivelmente formado e que certamente dispõe de meios para ler algo a respeito e suprir essa vergonhosa defasagem escolar, ou seria um caso de doutrinação asno-marxista?

Causa-nos ainda mais perplexidade, Veja dá espaço a esse tipo de asnice justamente, depois da entrevista de um professor!

Será que a revista endossa o comentário do “leitor”? Não há filtros para barrar comentários vigaristas?

É isso, meus amigos! Outra consequência do nosso quadro educacional são os analfabetos funcionais atuando em profícua união com os vigaristas intelectuais.

Nesse caso, a tarefa mais difícil é diferenciar um analfabeto de um vigarista. Se bem que, cabe ao tempo tal trabalho. Com o tempo, um analfabeto funcional pode reverter sua situação. Já vigaristas, serão irremediavelmente vigaristas. E continuarão distorcendo os fatos e a História. Até passarem pelo vexame de serem desmascarados publicamente.

Por Jakson Miranda

Como melhorar a educação brasileira (V): Os problemas são insolúveis?

Se nos artigos anteriores abordamos a desnecessidade de aplicar inovações mirabolantes na educação pública brasileira, começamos a partir de agora a debater o segundo aspecto levantado no primeiro artigo desta série: Os profundos problemas educacionais brasileiros são insolúveis?

Começaremos agora a desmistificar esta premissa, repetida muitas vezes, e, como pretendemos demonstrar, de maneira infundada.

É necessário, antes de qualquer coisa, reconhecer a situação devastadora do sistema público de ensino brasileiro. Como já manifestei anteriormente, sou ex-professor da rede pública e, mais do que verborragias pedagógicas, pretendo fazer deste trabalho um campo analítico a partir do que vivenciei na prática.

Falaremos sim de pedagogia mais à frente, do senhor Paulo Freire e de sua inequívoca responsabilidade ante a situação, ademais, o propósito aqui não é desfilar bibliografia, mas sim, oferecer soluções práticas e aplicáveis, a partir da experiência adquirida no trato diário com o problema.

Assim, friso que reconheço o nível de desgaste de um sistema urdido para minar o talento e desestimular o aluno produtivo, numa estrutura que, como abordamos nos artigos anteriores, retirou a autoridade do professor e desabilitou o viés meritocrático das avaliações.

O problema, é claro, se agiganta na proporção em que a maioria dos professores que atuam junto aos estudantes, ao invés de instrumentos de ensino, se tornam indutores doutrinários, repetindo ladainhas de atraso, incutindo conceitos de elitismo e servilismo que, depois de incrustrados, retiram do aluno o senso de responsabilidade individual.

Somamos a isso o desleixo dos governos, a má aplicação da verba destinada (afinal, não falta dinheiro, falta gerenciamento apropriado da fortuna que é desperdiçada no ralo do ensino brasileiro), o sindicalismo chulo e retrógrado, e o caldeirão efervesce, rescendendo à merda obtida.

Entretanto, o maior erro que aquele que se propõe a endireitar esta barafunda pode cometer é ceder ao enredamento daqueles que, por interesse na manutenção do atual estado de coisas ou mesmo inocência pouco inteligente, bradam a impossibilidade de reversão do quadro.

A situação é mutável. Na verdade, o mais revoltante é a constatação de que as mudanças necessárias, em certas instâncias, exigiriam não mais que o cumprimento das leis existentes.

Muita coisa, por outro lado, se aprumaria com a desburocratização do sistema público. Situações que oferecem facilidade de solução acabam ganhando proporções diluvianas nas mãos de um estado paquidérmico no tamanho e na lentidão.

Há problemas na gestão administrativa e pedagógica da educação, na formação dos profissionais  atuantes e na desleal estabilidade, que, na verdade, quando escudada pelos sindicatos, transcende o conceito de estabilização, ganhando um status de permanência sem a exigência de contrapartidas. Há problemas de má gestão financeira e aberrações logísticas.

Há problemas originados por diretores, coordenadores, pais relapsos, pais mimadores, professores ruins, professores vagabundos, professores doutrinadores… etc…

Mas há talento. Quando lembro de que Albert Einstein trabalhou numa repartição pública, penso em quantos professores talentosos estão tendo suas carreiras desperdiçadas, refestelados em sua estabilidade perpétua, tramando formas mirabolantes de assinar o ponto fora do horário sem serem incomodados.

Os problemas podem ser resolvidos. Não do dia para a noite, nem por uma única pessoa ou categoria. Não com apenas força, muito menos com a recorrente frouxidão com que nos acostumamos no trato deste assunto.

No próximo artigo afunilaremos a conversa.

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Por Renan Alves da Cruz

Como melhorar a educação brasileira – Parte IV: Ainda a meritocracia…

Prosseguindo em nossa série sobre a educação brasileira, retomamos o tema da meritocracia, iniciado AQUI.

No artigo anterior, escrevi o seguinte:

O aluno pobre aprende dentro da própria escola que sua condição justifica maus resultados.

Este tipo de atuação “pedagógica”, que, na verdade, transcende a utilidade do ambiente escolar para exercer militância ideológica, frauda e solapa as possibilidades de desenvolvimento e ascensão de inúmeros jovens brasileiros, que, sob orientação de professores militantes, são incitados a exigir compensações advindas daquele detestável ente abstrato: o sistema.

É preciso combater com todas as nossas forças o modelo pedagógico Paulo-Freiriano, para que os professores compreendam que devem ir além de discursos politiqueiros e, efetivamente, cobrarem resultados de suas turmas.

Devem se comprometer a ensinar com empenho, reconhecendo as dificuldades e inclinações de cada um, sem, no entanto, transformar discursos de vitimismo social em muletas.

Deveria ser obrigação do professor esclarecer que bons resultados geram recompensas. Este conceito precisa voltar à escola, substituindo o que temos hoje, no caso, professores que ensinam alunos pobres que melhorar de vida não depende deles, mas sim da sociedade que tem de lhes pagar pelo malgrado.

Logo, na grande maioria dos casos, é sepultada a grande oportunidade que estes jovens têm de entender o quanto ter uma vida melhor passa pelos nossos próprios esforços e que, embora vivamos sim numa conjuntura desiludida, é possível ascender e empreender.

O ciclo iniciado aí vai desaguar na violência urbana.

A esquerda alega que o jovem migra para a criminalidade quando o “sistema” lhe ostenta coisas que ele não pode ter.

Contudo, isto ocorre porque dentro da escola eles foram ensinados a achar que o mundo lhes deve aquilo, porque são credores de uma dívida histórica, e que quando partem para o crime estão roubando dos outros o que deveria lhes ser de direito!

Por isso, a criminalidade, diferente do que dizem sociólogos às pencas, não é resultado direto de ausência de educação, muitas vezes é resultado do excesso da doutrinatória educação esquerdista brasileira, que planta na cabeça dos jovens suas sementes nefastas por décadas a fio.

A equação é simples: Quando aprendem que não precisam de notas para passar de ano, muitos internalizam o conceito, e acham que não precisam trabalhar para obter o resultado ansiado.

O conservador que opina sobre educação geralmente é acusado de defender arcaísmos. Muitos argumentam contra a reprovação e contra a “rotulação”, através de notas. Ninguém mais pode ficar triste, ninguém pode se sentir inferiorizado.

Por isso, muitas escolas hoje em dia, em seus campeonatos esportivos, dão medalhas a todos os participantes; e a mediocridade é premiada, como escrevi neste artigo.

Não defendemos uma escola arcaica, reduzida a metodologias de cinquenta anos atrás. Pelo contrário, apoio o uso de novas tecnologias em aula, e creio que elas, bem usadas, com certeza mais ajudam do que atrapalham. Há infográficos maravilhosos na internet, que servem para esclarecer um sem número de assuntos.

Assim, advogar uma retomada, não significa reduzir uma aula a uma combinação estanque de giz e lousa, mas sim deplorar a mistura de baile funk e sarau de emaconhados que tomou conta do ambiente estudantil brasileiro.

A meritocracia não implica em inflar os bons e desprezar os ruins. É construir no bom aluno o senso de orgulho de sua conquista, incentivá-lo a se tornar um agente de auxílio aos outros colegas com maiores dificuldades, criando nestes um objetivo, um norte atingível, que os estimule a melhorar cada vez mais, ansiando também pela sua recompensa, adquirida e conquistada por seu mérito.

A pedagogia em voga no Brasil deplora a meritocracia. Tudo o que defendo aqui é o oposto do que está sendo ministrado nas universidades brasileiras por e para pedagogos.

Entretanto, o método utilizado hoje em dia é o deles, não o meu.

Método que, creio que ninguém duvida, não está funcionando.

Por Renan Alves

 

Invasores de escolas podem pagar custos do ENEM 2

Invasores de escolas, cheios de ódio e mimimi, prejudicaram milhares de estudantes que se inscreveram no ENEM.

Por conta das invasões, somente agora alguns milhares de alunos farão a prova do ENEM o que, obviamente, gera custos ao governo, ou seja, os delinquentes invadem escolas e a conta é paga pelo contribuinte.

Felizmente o governo resolveu agir com bom senso e com vistas a não penalizar o pagador de impostos que trabalha arduamente. A Advocacia Geral da União (AGU) abriu processo administrativo no âmbito do Inep, órgão do MEC que organiza o Enem, para que sejam calculados e comprovados os custos da nova aplicação do exame.

E o que fará a AGU com esses dados? Leiam essa reportagem do Diário do Poder

A Advocacia Geral da União (AGU) abriu processo administrativo no âmbito do Inep, órgão do MEC que organiza o Enem, para que sejam calculados e comprovados os custos da nova aplicação do exame, neste último fim de semana, estimados em mais de R$10 milhões. A AGU pretende “individualizar as condutas” e cobrar esse custo das entidades estudantis que patrocinaram as invasões às escolas. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As invasões foram patrocinadas por entidades como UNE e Ubes (estudantes secundaristas), há décadas “aparelhadas” pelo PCdoB.

Invasões em 404 escolas de 21 estados impediram mais de 240 mil alunos de prestar exame do Enem, nos dias 5 e 6 de novembro.

Alunos das próprias escolas raramente participam das invasões. Filmagens não são permitidas para não desmascarar os “estudantes”.

Encerramos

Fazemos coro para que a AGU faça isso mesmo. Fazemos coro para que a justiça não se cale e não se curve aos grupelhos em questão e que as entidades que promoveram e incentivaram invasões de escolas, paguem cada centavo não só relativo à prova do ENEM, mas também, a possíveis depredações que tenham causado nos prédios públicos.

Os invasores de escolas devem aprender que seus atos autoritários têm consequências na esfera jurídica.

Por Jakson Miranda

 

Estudantes invasores e professores instigadores… E você se pergunta por que nossa educação é uma porcaria!

A coluna de Luiz Felipe Pondé na Folha desta semana está imperdível.

Pondé andou falando algumas barbaridades nos últimos tempos. Disse que se tivesse de escolher entre Bolsonaro e Jean Wyllys, votaria em Wyllys. Também disse ser contra o Escola sem Partido, mesmo reconhecendo que a doutrinação existe e é grave.

Pensei que havíamos o perdido para o lado canhoto da força, com falas que pareciam torná-lo um Leandro Karnal menos pomposo.

Porém, apesar de termos algumas diferenças abissais em nossa observação de como a direita deve atuar, reconheço que o filósofo estava inspirado nesta semana:

Alguns trechos:

Sei que muitos inteligentinhos vão ficar nervosinhos, mas, no que se refere a esta onda de invasões que tomou conta das escolas, os professores que apoiam e os estudantes autoritários que realizam o fazem, antes de tudo, porque uns não querem dar aulas e os outros não querem ter aulas. Casamento perfeito sob a “bênção” do blá-blá-blá da “luta pela educação”. Uma das formas mais cínicas de ser um professor ruim é sê-lo em nome de um mundo melhor. Você pode passar a vida inteira sendo esse professor ruim e enrolar todo mundo. Para isso, basta dizer que “acredita na educação para formar cidadãos do futuro”.

Antes, um pequeno reparo: claro que a educação no Brasil é um lixo. Mas a politização dos estudantes e dos professores é uma das causas para ela ser um lixo. Um modo chique de torná-la um lixo, dizendo que a está salvando. Como violentar alguém dizendo que está fazendo aquilo porque ela gosta.

(…)

Umas das melhores formas de matar a educação é dar a ela missões demais. Outra é dizer que ela forma “cidadãos do futuro”. Como são do “futuro”, ninguém sabe direito o que são. Desconfio de quem diz “eu acredito na educação”. Para mim, soa como dizer “eu acredito em energia ruim” –ou seja, não quer dizer nada.

(…)

Outro problema com essas ocupações é que são levadas a cabo por uma parte mínima dos alunos se dizendo representar a totalidade dos alunos. Representa nada. O movimento estudantil sempre foi uma excelente escola para você virar um daqueles “políticos de Brasília”: alienado do resto do mundo, mentiroso e manipulador de sonhos. Essas invasões sequestram a escola dos outros, apenas.

Há pouco tempo, recebi um e-mail de um aluno de mestrado de uma grande universidade em que ele contava como um professor de sociais deu aos alunos duas opções de trabalho para nota: a primeira, ir a uma manifestação contra o Temer (e, assim, “fazer política” de fato); a outra, não ir e fazer prova oral. O que você escolheria se não estivesse a fim de estudar?

 

É mais do que tempo de começarmos a avaliar qual o grau de responsabilidade dessa professorada tacanha e oportunista nos rumos da educação brasileira. Estamos sempre cheios de cuidados no trato do assunto “professor”, como se criticá-los fosse como cuspir nos anjos.

É preciso dimensionar o nível de prejuízo a longo prazo causado por imbecis do calibre deste que Pondé menciona no último parágrafo.

Quantos professores não estão tornando alunos militantes de sua causa sindical?

Quantos alunos não estão sendo feitos de trouxas, acreditando que o que é bom para os professores é necessariamente bom para a educação.

O fato de a mídia aplaudir este tipo de totalitarismo, como Jakson Miranda mostrou AQUI, mostra como precisamos ser seletivos em relação a informação que consumimos e aos formadores de opinião que permitimos formar as nossas.

O governo Temer precisa sustentar as medidas instituídas, e avançar em outras.

E os vândalos devem ser reprimidos em favor da maioria pacífica.

E, Pondé, sério mesmo, que mesmo depois de ter escrito o que escreveu, você ainda é contra o Escola sem Partido?

 Por Renan Alves da Cruz 

 

Reforma educacional – Temer cederá aos invasores?

A reforma educacional, ou, a reforma do ensino médio, tornou-se um dos temas “polêmicos” do governo Temer na educação.

Ademais, é saudável quando um governo é pautado por discussões de projetos: reforma educacional, reforma da previdência, PEC 241 e por aí vai.

Há os que são a favor e há os que são contra.  Em um país democrático, ou, que se pretende democrático, as pautas políticas são ganhas ou perdidas no campo do confronto de ideias.

Aos que optam por trilhar o caminho do protesto a regra básica numero 1 é a do respeito aos outros que não concordam com a manifestação, e o ponto essencial dessa regra é o das liberdades individuais.

Nesse sentido, é impensável aceitar como democrático ou legal o ato de ocupar escolas. Melhor, o ato de invadir escolas. Pois, como bem disse Alexandre Garcia, as escolas devem está ocupadas em ensinar e os alunos, ocupados em aprender.

Assim, as invasões são práticas encabeçadas por uma minoria, que impede todos os outros de frequentarem normalmente as aulas.  É antes uma atitude autoritária e antidemocrática e é também, uma estratégia de chantagem.

E o que deve fazer o governo? Agir com pulso firme, com autoridade e não ceder um milímetro sequer aos chantagistas.

E o que se propõe que o governo Temer faça? De acordo com nota da colunista Mônica Bérgamo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, proporá que Temer não leve adiante a MP da reforma educacional.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tentará negociar com o governo a retirada da MP que trata da reforma do ensino médio. O assunto passaria a ser discutido no âmbito de um projeto de lei que já tramitava no Parlamento.

O jornalista Kennedy Alencar, faz coro à ideia:

Nesse contexto, outro sinal de bom senso seria retirar do Congresso a medida provisória que propõe uma reforma do ensino médio e fazer esse debate por meio de um projeto de lei, como reivindicam os estudantes.

Encerramos

A questão que fazemos é: O governo Temer cederá aos invasores de escolas? Caso aceite a ideia, esdrúxula, Temer estará legitimando a chantagem e sofrerá derrotas após derrotas.

É bom lembrar que esse mesmo governo, no seu inicio, cedeu a chantagem dos artistas em relação ao MinC.

Só que diferente da questão do MinC, voltar atrás na MP que trata da reforma educacional, será um sinal de fraqueza e de falta de rumo.

Petistas e afins estão salivando com essa hipótese. Rodrigo Maia, do DEM, tem se mostrado uma nulidade ao governo e em especial ao seu partido. Mais parece um cavalo de Tróia a serviço das esquerdas.

A quem tu serves Maia?

Por Jakson Miranda

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Discurso de Ana Julia é elogiado pela revista Veja que também elogiou as ocupações de escolas

O discurso de Ana Julia, pelo que andei pesquisando, só foi elogiado pelos que sempre elogiaram a baderna, a barbárie e o autoritarismo, ou seja, petistas e seguidores da esquerda.

No caso das escolas ocupadas, o que se tem é a imposição de pequenos grupelhos contra a vontade da maioria. E se a ocupação fosse apoiada pela maioria dos alunos? Oras, não deixaria de ser uma imposição. Não deixaria de ser autoritária.

Para quem não viu o discurso de Ana Julia, uma criança de 16 anos, pode pensar que perdeu uma grande aula, isso porque a grande imprensa tratou a fala da jovem, como se fossem palavras advindas de um coração puro e uma mente inocente.

Por falar em grande imprensa, falemos da revista Veja.

Não é nenhuma novidade que a revista vem dando uma guinada à esquerda. A cada semana, essa guinada fica mais evidente.

E a revista abordou tanto o discurso de Ana Julia, quanto as escolas ocupadas. Em matéria assinada por Bruna Narcizo (fiquemos de olho na moça), não deixou margem para dúvidas.

Logo no titulo, encontramos o posicionamento da revista: A lição de Ana Julia. Por aí, a revista deixa subtendido, e esse é o objetivo, um constrangedor paradoxo, de sermos ensinados por uma menina ainda na pré-adolescência.

Você é professor e é contrário às ocupações? Ana Julia deu-lhe uma lição!

Você é deputado, juiz, governador, senador? Ana Julia deu-lhe uma lição!

Você é pai, mãe? Ana Julia ensinou-lhe o que é ser cidadão!

Depois dessa sutil mensagem, vem a matéria propriamente dita. Na página 79 da edição 2502 ano 49, tem-se o seguinte:

Quando se fala em educação, há sempre um clamor por debate, participação, foco, prioridade nacional – e, quando a estudantada resolve enfim entrar em cena, dispara-se uma corrente de espanto. Deveria ser o contrário. É BOM PARA O PAÍS QUE EM VINTE DIAS, MILHARES DE SECUNDARISTAS TENHAM OCUPADO MAIS DE 1000 ESCOLAS EM 21 ESTADOS”.

Querem mais? Leiam outro trecho da matéria

O ponto alto da participação dos estudantes deu-se com BRILHO na semana passada, quando Ana Julia Ribeiro, de 16 anos, aluna de uma escola estadual de Curitiba, teve autorização para discursar na Assembleia Legislativa paranaense”.

(…)

A fala firme e às vezes abertamente fragilizada pela emoção de Ana Julia, espalhou-se pelas redes sociais”.

Voltamos

Essa é a cara da revista Veja!

Com toda sua estrutura e vocação ao jornalismo investigativo, a revista não se preocupou em averiguar quem é a verdadeira Ana Julia e provar que seu discurso nada teve de espontâneo, apartidário ou inocente.

Quem é Ana Julia? Está logo abaixo a chave do “segredo”.

Na quarta-feira (26), a adolescente Ana Júlia Pires Ribeiro, de 16 anos, fez um discurso a favor das invasões das escolas no Paraná. Foi em Curitiba que um estudante, também de 16 anos, foi assassinado depois consumo de drogas. A estudante, que se disse “apartidária”, é filha do militante petista fanático Júlio César Pires, ligado à senadora Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR), que diariamente faz manifestações exaltadas a favor das invasões das escolas.

Finalizamos

Ainda acreditamos na isenção da repórter, Bruna Narcizo, e da revista Veja, e por termos essa crença, temos a plena convicção de que na próxima semana, nos deparemos com uma bela reportagem abordando o discurso de um professor (vejam o vídeo abaixo), que falou na mesma Assembleia por onde passou Ana Julia.

P.S. Acreditamos que a EDUCAÇÃO possa transformar nossos jovens e temos a esperança de que daqui a alguns anos, Ana Julia relembre das ocupações apenas como um ato político de quem pouco entendia de política e democracia. Essa é nossa esperança.

Nossa suspeita, é que daqui a alguns anos, Ana Julia seja mais uma estrelinha política do PT.

Por Jakson Miranda

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Líder de ocupação em escola passa vergonha

Líder de ocupação em escola passa vergonha ao ser entrevistada. Foi esse o resultado de uma entrevista em que a jovem acreditou que iria mostrar todo o seu conhecimento à mídia manipuladora e opressora. (risos)

Acredito que nem todos tomaram conhecimento do vídeo que segue abaixo nesse post.

Mas, tenho absoluta certeza, que a esmagadora maioria dos que nos leem, sabem da baixíssima massa cinzenta dos esquerdosos.

De tanta doutrinação, o que antes era cinza, foi tomado pelo vermelho.

Pois bem, um repórter, fazendo seu papel da forma que deve ser feito, ou seja, questionar com base nos fatos, resolveu entrevistar uma jovem líder dos “estudantes” que ocuparam a IFSC. Alguém tem dúvidas quanto ao resultado?

Acertou quem deduziu que a comunistazinha passou atestado de ignorância.

Acertou quem deduziu que a comunistazinha não sabe ir além do rosário que lhe é passado.

Vejam

Quando confrontada com o que OBRIGATORIAMENTE deveria saber, já que está reivindicando algo, a “estudante” alega que está sendo constrangida! Hilário!!!

Por Jakson Miranda

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Seu amigo, sem saber, pode ser papagaio de algum esquerdista

Por conta da crise politica, tornou-se comum, para o bem ou para o mal, você e aquele seu amigo discutirem os rumos do país.

Por conta disso, entramos na seguinte seara: Seu amigo, sem saber, pode ser papagaio de algum esquerdista.

Veja os indícios

Com seus dogmas ideológicos, que nada deixam a desejar a nenhuma religião, o pensamento de esquerda, ou, para ser mais específico, a esquerda brasileira e suas teses, embora surradas, têm encontrado eco entre os diferentes setores da nossa sociedade. Atinge desde o mais simples trabalhador a presidentes de multinacionais. Desde o mais culto ao mais ignorante.

E o conjunto de temas não se restringem à esquerda politica e suas nuances econômicas.

Ética, moral, costumes, religião. Há sempre aquele “pensador”, dando uma de isento, mas o que defende mesmo é a esquerda liberal.

Enfim, o número daqueles que abraçam as ideias de Marx é grande. Há aqueles, pouco instruídos, que embora nunca tenham lido um livro sequer na vida, lutam conscientemente pela revolução.

Há, todavia, um número absurdo de indivíduos que não se encaixam na categoria “idiota útil”, porém, invariavelmente defendem teses esquerdistas.

É nessa área cinzenta que se encontra seu amigo.

São pessoas que rechaçam o PT, PSOL, Marx, Lênin e Che Guevara. Nunca ouviram falar de uma tal de esquerda reformista, esquerda liberal ou qualquer troço dessa natureza. Não obstante, não são poucas as vezes em que se veem defendendo algumas ideias que ganhariam o aplauso entusiasmado da turma.

Acredito que um erro crasso entre essas pessoas, é polarizar a política brasileira entre o PT representando a esquerda e o PSDB representando a direita.

É bem verdade que alguns “intelectuais” e formadores de opinião papagueiam essa ideia, no entanto, o fazem isso por má fé mesmo.

Não é o caso daquele seu amigo que você encontra na igreja, no trabalho ou na pelada de fim de semana. Como acontece isso?

Imagine a situação em que o grupo se dispõe a falar mal do PT e da corrupção. Todos concordam nesse ponto. Na sequência, alguém toma a palavra e lembra que na época do PSDB – FHC era a mesma coisa. Que o governo do Estado também não é muito confiável e por aí vai. Todos concordam com isso e o fazem com aquele ar de que não há o que fazer. Tanto o PT de esquerda, quanto o PSDB, da direita, são igualmente corruptos.

Que tal conversar com esse amigo? Que tal ensinar-lhe que tanto PT quanto o PSDB compartilham da mesma ideologia?

Um segundo erro comum, é a visão imediatista. Quem sabe esse não é o caso do seu amigo? Ele critica duramente o PT, desconfia da Marina Silva e não nutre nenhuma simpatia por Jean Wyllys ou Maria do Rosário.

Todavia, é grande a probabilidade de que mesmo com o PT afundado em diversos crimes de corrupção, esse seu amigo opte por votar em Lula. (caso remoto de Lula ser candidato) Por quê? Para ele, nos oito anos de Lula, o Brasil cresceu e todos experimentaram conquistas sociais, compraram o carro em 60 vezes, o filho entrou na faculdade de pedagogia e todos em casa, têm um telefone celular de ultima geração, apesar do saneamento básico na rua não existir.

A sequência de papagaiadas é avassaladora. Acompanhe:

Seu amigo, desconfia de Marina Silva, mas aceita as ideias politicamente corretas quanto ao “aquecimento global”. Não nutre nenhuma simpatia por Jean Wyllys, todavia, qual o problema os homossexuais terem “direito” ao casamento? É a favor da posse de armas, mas, tadinho daquele “di menor”, roubou porque é uma vitima da sociedade.

Em todos esses casos, tenha certeza, seu amigo está pensando a curto prazo, tanto em relação ao passado quanto em relação ao futuro.

Sente com ele. Explique-lhe que uma volta de Lula colocará o Brasil ainda mais ladeira abaixo. Explique-lhe que o casamento não é um “direito” porque não se trata de uma concessão do Estado.

O “di menor” só rouba porque confia na complacência de alguns e na impunidade da nossa justiça, ou seja, seu ato não tem nenhuma relação com sua condição social.

O meio ambiente deve ser defendido, porém, o que há hoje é uma ditadura verde e Marina Silva é apenas a face melancia dessa ditadura. Por que melancia, perguntará seu colega? Porque ela é verde por fora e vermelha por dentro.

Um conselho. Seja sincero em sua resposta, mesmo que a criatura fica “chateadinha”.

Por fim, há aqueles que se querem cultos e isentos. Devem ser próximos de alguém da esquerda caviar. Esses, não compactuam com a corrupção, mas, não votam de FORMA ALGUMA em Bolsonaro. Não votam de FORMA ALGUMA em um candidato do PSDB, mesmo que esse candidato seja um peixe fora d´água no partido, como o prefeito eleito de São Paulo, João Dória.

São esses, enfim, que em sua sapiência, se pavoneiam histéricos e afirmam de boca cheia e ar triunfante que a “direita não é assim tão boazinha”, afinal, governou o país via ditadura militar por mais de vinte anos.

Será que essa gente tem cérebro para mensurar a distância oceânica que separa o conservadorismo de uma ditadura?

Sejamos pacientes como nossos alvoroçados amigos. Talvez não passem de papagaios de algum comunista disfarçado de autoridade.

Por Jakson Miranda

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Como melhorar a educação brasileira III: Meritocracia

Este artigo faz parte da série “como melhorar a educação brasileira”

Os trechos que o antecedem podem ser acessados AQUI e AQUI

No artigo anterior começamos a trabalhar a ideia de que, ao contrário do que muitos pensam, não precisamos de inovações mirabolantes no que tange à educação. Pelo contrário, precisamos retomar valores importantes, que foram descartados pela pedagogia progressista e que podem fazer a diferença na qualidade educacional.

Falamos enfaticamente no artigo anterior sobre a necessidade de recolocar o professor como autoridade dentro da sala de aula, investido de suporte para imprimir ordem e respeito dentro do ambiente escolar.

Hoje, abordaremos outra medida necessária, que não é nenhuma inovação, mas sim uma retomada:

A meritocracia dentro da sala de aula.

Meritocracia, em síntese, é o reconhecimento da produção de cada um, com concessão de méritos equivalentes aos resultados apresentados.

Hoje o que temos é o inverso. O bom aluno não é premiado pelo seu desempenho, e vê que aqueles que não apresentaram bons resultados, ou pior do que isso, não se esforçaram para demonstrar resultado algum, são colocados no mesmo patamar dele.

O que desestimula os bons a manterem o mesmo nível de esforço.

A tara da esquerda por igualdade falsa e desmesurada esfacelou o mérito dentro do ambiente escolar brasileiro, e o resultado deste esquartejamento é visto todo dia em nossas escolas.

Quando falo em “tara por igualdade falsa e desmesurada” estou questionando a falácia esquerdista, que teima em advogar a igualdade de tratamento para quem apresenta resultados diferentes, enquanto despreza o mais leal e legítimo sentido de igualdade, que é a cessão de iguais condições para que os sujeitos produzam.

A escola vicia o aluno mais pobre a crer que sua pobreza serve de muleta para, mesmo estudando na mesma escola, com o mesmo professor e mesmos livros (cedidos pelo MEC), mesma merenda e mesma carga horária, apresentar resultados inferiores aos dos outros alunos.

Este vitimismo trava as potenciais ascensões. O aluno pobre aprende dentro da própria escola que sua condição justifica maus resultados.

Minha maior indignação enquanto professor de escola pública era o fato de não haver diferença entre dar 10, 7 ou 0 para um aluno.

Perceber que o aluno que, no primeiro ano do Ensino Fundamental II, se esforçava o ano inteiro para tirar boas notas, mudava a postura no ano seguinte, quando percebia que não tivera benefício algum em relação aos que nada haviam feito.

Bem como, os maus alunos, percebendo que nada lhes fora cobrado a mais do que os que tiraram dez o ano todo, davam de ombros e pioravam ainda mais seu rendimento, cientes de que, neste ciclo impune, não fazer nada valia mais a pena.

Some isto ao que tratamos no antigo anterior, o professor alijado de autoridade, e o que temos?

Alunos que, volitivamente, optam por não aprender e não respeitar o professor. Temos então a receita perfeita não apenas para a fragilidade do aprendizado, refletida em todos os índices internacionais, como também o boom de casos de desrespeito, agressão verbal e até física aos professores.

Como então trazer de volta a meritocracia à sala de aula?

Responderemos esta questão no próximo artigo desta série.

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Por Renan Alves da Cruz