Saída da Unesco é um pé na bunda que o governo Trump dá na ONU globalista

Os Estados Unidos anunciaram hoje sua saída da Unesco, pseudo agência de educação e cultura da ONU. Se confirmada, uma vez que a previsão é que isso ocorra em 2018, será um pé na bunda do governo Trump na ONU globalista.

Leia também:

Admita: você só não gosta de Trump para parecer descolado com os amigos da facul

Hillary Clinton supera Donald Trump com folga e é a nova presidente dos EUA!

Leiam reportagem da Veja.com

Os Estados Unidos irão deixar a Unesco, a agência de educação e cultura da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2018, anunciou o Departamento de Estado americano em comunicado nesta quinta-feira. A medida será colocada em vigor em 1º de janeiro, e, entre as causas alegadas pela decisão, está “o contínuo viés anti-Israel” da organização.

A decisão americana de abandonar a agência, segundo informa a revista Foreign Policy, é amparada pelo desejo de cortes orçamentários no Departamento de Estado, e já havia sido tomada semana atrás, durante a Assembléia Geral das Nações Unidas em Nova YorkNão é a primeira vez que os Estados Unidos deixam a organização. Sob o governo de Ronald Reagan, o país suspendeu em 1984 seus laços com a Unesco, que foram retomados apenas por George W. Bush em 2002.

Voltamos

Um dos argumentos que os americanos usam para justificar sua saída da Unesco é o viés anti-Israel do orgão. De fato, isso é uma realidade inconcebível.

O segundo argumento utilizado são as dívidas da entidade.

Creio que o pé na bunda do governo Trump seria bem mais efetivo se entre os motivos elencados para a saída da Unesco, estivesse o viés progressista e multiculturalista. Os programas educacionais e culturais da Unesco fomentam tudo o que assistimos nos dias de hoje, que pouco ou nada versam sobre educação ou cultura.

Por Jakson Miranda

J. R. Guzzo e os cristãos que não sabem interpretar texto

Quando li o artigo Essa gente incômoda de J.R. Guzzo na Veja, confesso ter ficado positivamente surpreso.

Há muito tempo um veículo da grande imprensa não publicava algo favorável ou em defesa dos evangélicos. O texto de Guzzo, irônico, toca numa ferida bem própria da contemporaneidade: o ódio dos progressistas pelos evangélicos, justamente por não poderem controlá-los e doutriná-los conforme sua agenda.

Os evangélicos, portanto, se tornam “essa gente incômoda” do título, que se recusam a fazer o que os sedizentes donos do monopólio da virtude consideram adequado.

O texto de Guzzo, aliás, era a única coisa de aproveitável que havia naquela edição da revista.

Dias depois, li uma notícia que me deixou estupefato (e morrendo de vergonha).

Um monte de evangélicos estavam revoltados com J.R. Guzzo! Teve notinha de repúdio de Conselho Geral de pastores, vídeo revoltado de pastor-deputado, chilique de senador evangélico, fora os textos-resposta publicados em diversos sites evangélicos, acusando Guzzo de perseguição religiosa.

Gente… Que vergonha…

As pessoas não sabem interpretar textos simples. O texto de Guzzo era CRISTALINO na forma de demonstrar que estava ironizando justamente os progressistas de esquerda, revelando aquilo que eles manifestam de ódio por não conseguirem virar o jogo do evangelicalismo crescente no Brasil.

O troço virou uma celeuma e, de repente, até quem não leu o texto estava pedindo a cabeça do único colunista da Veja atual que mantém algum resquício de conservadorismo expresso nos textos.

Que vergonha destes muitos cristãos que fizeram este papelão… e que quando realmente tem sua crença aviltada, não dizem um pio.

Depois de algumas horas achando que o louco em tudo isso era eu, topei com um texto no Gospel Prime, de Gutierres Siqueira, chamado “Essa gente incômoda que não sabe ler ironias” e pude respirar aliviado por não estar sozinho.

O autor, aliás, fez uma pergunta que me deu até calafrios:

“Ora, se um simples texto em uma revista causa tanta incompreensão, como eles lidam com um texto tão difícil como o da Bíblia?”

Dá para refletir, não acham? Sempre correlacionei algumas hediondas heresias à má-intenção, mas acho que dá para colocar a burrice neste caldo também.

Até quando alguns cristãos farão apologia da incultura?

Semanas atrás publiquei o artigo Brigas de Galo na Rinha Teológica num portal evangélico, depois o republiquei aqui.

Recebi no site evangélico uma enxurrada de críticas porque pautei uma análise teológica em duas frases do conto Os teólogos de Jorge Luis Borges, um ficcionista brilhante, que era ateu.

Pediram minha cabeça ao site, disseram que eu estava escrevendo heresias porque recomendei aos leitores que lessem Borges…

Ninguém se importou com nada do que escrevi, muito menos se empenharam em entender que eu não estava usando Borges como guru teológico, pelo contrário, estava apontando justamente de que forma a teologia é enxergada numa visão externa.

Mas fui achincalhado, por gente que não lê, se orgulha disso e ainda quer impedir os outros.

Será que entendem moderadamente os textos bíblicos?

Será que se lerem 30 vezes o texto de Guzzo conseguirão entendê-lo?

Que vergonha, minha gente!

Perdoe-os, Guzzo, eles não entendem o que leem.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

O Relativismo Moral nas Escolas

Artigo de Pedro Henrique Alves, publicado no Instituto Liberal:

Um dos pilares primevos do socialismo moderno é o relativismo moral no seu nível mais boçal. Seguindo os últimos apontamentos de Marx, no livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado, o marxismo moderno entendeu que a verdadeira luta não seria travada, de maneira essencial, no campo econômico ou militar, mas sim no campo cultural e moral. Em Autoridade e família de Max Horkheimer, já começa a guinada do comunismo para a batalha cultural; o que fundaria, logo após o entendimento dessa realidade, a Escola de Frankfurt e as demais agremiações acadêmicas dos neo-marxistas.

O marxismo passa, então, a vislumbrar o terreno moral como sendo o alvo de suas críticas e ataques; afinal, como bem entendeu Max Horkheimer, György Lukács, Antonio Gramsci, Willian Reich, Jacques Derrida, Judith Butler, entre outros: para que a revolução aconteça na economia e sociedade é necessário minar o campo moral que sustenta a cultura ocidental e as ações conservadoras dos indivíduos. Não quebrando a hegemonia moral da corrente judaico-cristã no ocidente, torna-se impossível esperar uma revolução socialista na sociedade enquanto tal; afinal, essa supraestrutura moral mantém a sociedade “entorpecida” numa mentalidade tipicamente tradicional e “burguesa”.

Uma das áreas vislumbradas por Max Horkheimer como sendo o ponto crucial que mantém em pé a sociedade “burguesa” é a escola, com todo o seu ensino tradicional baseado na estrutura de mundo ocidental judaico cristão: Filosofia Grega, Direito romano, Moral Cristã. Unido à escola, o filósofo marxista também via a família e as igrejas cristãs como sendo detentoras dos pilares do Ocidente burguês. Família, Igreja e Escola eram, em si, autônomas, instituições desvinculadas do Estado. Sendo assim, tomar o Estado antes de minar essas três áreas era uma estratégia equivocada, afinal, essencialmente dizendo, essas três instituições não responderiam livremente ao Estado e nem adotariam uma moral alternativa segundo apontamentos ideológicos do marxismo; a não ser, obviamente, pelo aparato ditatorial — o que já naquela época estava se mostrado uma via fracassada. Horkheimer entende que é preciso criar ideias, teorias e mitos para minar essa manta moral tradicional do Ocidente para que as ideias revolucionárias do socialismo vingassem de maneira homogênea.

Nessa missão silenciosa e bem entendida por parte dos teorizadores socialistas, décadas se passaram de um marxismo que corroía como cupim as estruturas da sociedade ocidental — baseando suas ações detratoras nesses três pilares acima citados: Família, Igreja e Escola.

Nas famílias nós vimos as inversões de paradigmas morais, as novas conceituações de famílias multiformes, poli-amor, teoria de gênero e toda sorte de discursos de amor livre foi criado para desmoralizar a família em seu seio — principalmente a partir do final da década de 60 até hoje. A dita “família tradicional” foi descartada como retrógrada, dona de uma mentalidade engessada, protetora de uma moral parva, patriarcalista e segregacionista; o homem foi posto como um mal em si, a paternidade vista como o estandarte do “patriarcalismo opressor”, ser hétero passa quase a ser sinônimo de estuprador. A mãe, dona de casa, passa a ser vista como o símbolo da mulher submissa, sem voz e escrava do homem, sujeita a toda sorte de abusos e violências. Mentalidade essa que criou mitos, como o de que famílias estruturadas são, em suma, raridades; enquanto que as “defeituosas” são a hegemonia.

No campo da Igreja, por sua vez, várias infiltrações pseudoteológicas aconteceram, como a teologia da libertação. O pensamento relativista figurou não somente entre assuntos mais fronteiriços, mas chegou ao âmago das crenças fundantes do cristianismo. Dogmas como o do valor da vida, a ressureição de Cristo, e sua deidade, a missão eclesial da Igreja, entre outras coisas foram colocadas em dúvida. Os homens da Igreja começam a repetir as teorias e propagandas tipicamente comunistas em seus sermões e passam a fazer dos púlpitos o pátio sindical. A Igreja Romana — nas vertentes contaminadas pela ideologia esquerdista — deixara a salvação das almas de lado para propor a salvação política e social; não lhe interessava mais a união sensata entre boa vivência virtuosa no imanente em direção ao transcendente, agora, talvez, o transcendente sequer exista ou nem seja importante tal plano. A Igreja, contaminada pelas batalhas ideológicas, passou a fazer comícios em seus altares e manifestos em seus documentos; da caridade evangélica passou a praticar discursos de proletário vs burgueses.

Na escola, por fim, arguiu-se que o docente deveria descer de seu lugar hierárquico e criar uma relação de igualdade com os alunos, ao ponto que não haveria distinção fundamental do conhecimento científico do professor e o conhecimento “prático” do aluno; como se saber soltar pipa demandasse o mesmo trabalho mental e investigações laboratoriais que se pede a um biólogo ao analisar células ou a um filósofo ao discursar sobre o Ser. Deram aos estudantes o direito de aprender — mais ou menos — segundo as suas supremas vontades, afinal, afirmar que o aluno deve saber calcular e ainda por cima usar a crase é deveras perturbador para a mente sensível do homem moderno. O aluno não deve mais arcar com a sua incompetência e seus desleixos frente aos estudos e tarefas, afinal, quantos problemas psicológicos e sociológicos surgiriam após uma nota 3 em geometria, ou um 4 em história, não é mesmo? E com isso a “progressão continuada” apareceu como um método de misericórdia sacrossanta no meio pedagógico, ceifando dos alunos a oportunidade mais rica que um homem pode ter na escola: a de arcar com as consequências de seus maus atos e displicências, a oportunidade de ele ser responsável e dono do próprio destino.

A escola é o lugar perfeito para propagar suas ideias como dogmas; entre os três pilares citados acima, onde o Estado consegue agir de maneira mais arguta e livre. Dessa maneira a pedagogia passa a ser o campo de ação principal do marxismo; incutir o relativismo moral frente ao ensino judaico-cristão ocidental, denegrindo assim as suas bases pedagógicas — hierarquia, honradez, respeito, organização espacial e prática das virtudes morais —, passa a ser o carro chefe do esquerdismo. Não à toa o marxismo reina soberano nas universidades atualmente, a moral judaico-cristã simplesmente foi destruída nesse meio. Recomendo a leitura de Radicais na universidade, de Roger Kimball, para melhor aprofundamento.

Na escola, o relativismo moral adquire contornos nefastos para a criança e o adolescente, pois, é na escola onde eles aprenderão como devem agir num convívio social real e como as balizas morais e éticas são importantes para a convivência minimamente ordenada no cosmo comunitário. Como argumenta Eric Voegelin, sem uma estrutura moral que transcende a sociedade é inútil falar em ordem ou ética.

Pois bem, mas já que a moral é sempre relativa, como arrogam os desconstrucionistas, não se pode afirmar nada com certeza — pois a certeza é, per se, intolerante — resta aos jovens elevarem os seus egos ao status de vontade divina, tornando os seus desejos o modelo supremo do que é certo e errado: jovem locuta, causa finita est. Se não há um conjunto de regras exteriores que a nos ordenam num impulso natural ao que é certo em retração ao que é errado, então será a nossa vontade que deve reger o ambiente no qual vivemos, será nosso ego a lei, nosso ego o Direito natural, e os demais que se adequem. Absolutamente todos os ditadores eram regidos por essa mentalidade.

O jovem moderno tornou-se um deus, foi incutido nele a mais tenra mentalidade egocêntrica que existe: o aluno que não conhece substancialmente nada e se acha bom o suficiente para revolucionar a terra; o jovem que não sabe sequer usar vírgulas quer mudar a história humana. Ele é um deus num trono de papel machê.

O aluno torna-se um escravo modelável perante as retóricas do professor-catequista que lhe transfere um conhecimento militante inócuo baseado somente numa visão diminuta de mundo; ao mesmo tempo em que cria no aluno a sensação de onipotência, onde seus atos, ainda que violentos e criminosos encontram-se amparados pelos afagos ideológicos que os sustentam perante a opinião pública. Para o socialismo, é bom lembrar, o que importa é o fim a ser alcançado e não a validade ética dos meios utilizados. Prova disso é a professora Marcia Friggi que foi agredida com socos em Santa Catarina por um de seus alunos; ela abertamente defendeu a atitude da estudante Alana Gabrielle de Oliveira que, poucos dias antes da agressão sofrida por ela, havia jogado um ovo no deputado federal, Jair Bolsonaro; obviamente que a ovada é bem diferente de um soco, e que, guardando devidamente a proporcionalidade dos casos, a ovada também é um tipo agressão. Se fosse a professora Marcia Friggi a levar a ovada não teria sido uma agressão? Longe de mim defender o deputado Bolsonaro, minhas opiniões sobre ele, aliás, são bem desfavoráveis; no entanto, a coerência ainda é um bem a ser preservado diante de minha consciência individual. E, antes que acusações me sobrevenham, eu não considero Marcia Friggi a culpada, óbvio que não é. Eu a considero tão vítima quanto um jovem islâmico que foi coaptado por uma mentalidade religiosa e política que o embebedou numa ideologia extremista e ilusória. Marcia Friggi só defende tal aparato ideológico, pois um dia ela mesma foi uma aluna doutrinada no sistema que acima denuncio.

Sob essa pedagogia amorfa, os docentes incutem nos jovens os anseios revolucionários que constantemente se transformam em ações violentas e criminosas; entretanto, quando um aluno joga um livro no rosto da professora e depois lhe soca o supercílio, ele está justamente exercendo seu dever de revolta contra o status quo que representa o docente dentro da sala de aula. É a prática daquilo que lhe é ensinado, é o estágio para os Black Blocs ou o MST.

Ou seja, reclamar do aluno agressor, sob a perspectiva revolucionária, é uma hipocrisia latente dos socialistas. Ora, a revolução sempre supõe a quebra de leis e destruição de certas propriedades e paradigmas; o aluno, instigado pelo impulso imoral que lhe foi transmitido, atacou a sua professora perante os aplausos da plateia revolucionária. Não à toa dizem que a revolução devora seus filhos.

Como se lia nos manifestos dos “black blocs” em 2013: “não se fazem omeletes sem quebrar ovos”, aludindo que a revolução requer que coisas sejam quebradas, como as vidraças na Av. Paulista ou faces de docentes. Dirão, porém, que o ato do aluno não foi revolucionário, mas criminoso; aí eu pergunto: qual exatamente é a diferença dos atos revolucionários dos socialistas e os atos tradicionalmente criminosos?

É deplorável a situação de uma professora ter seu supercílio aberto por um aluno criminoso; mas numa análise mais crítica e sincera, devemos ser frios e realistas, isso é consequência imediata de anos e mais anos de ideias parvas que relativizaram princípios basais da sociedade. Diariamente disseram aos jovens que a moral ocidental é uma opressão e um meio de escravidão, mas depois que eles agem de maneira rude e criminosa irão condená-los por não possuírem justamente a consciência moral que lhes fora negada? Relativizaram tudo, desde o valor intrínseco da vida fetal, até as bases hierárquicas de uma escola; agora se espantam com a ética imbecil que nutriram décadas a fio nas mentes juvenis?

O problema da retirada da hierarquia do meio social é esse: quando se quer evocar a posição e respeitabilidade de uma pessoa ou profissão, quando se quer proclamar uma injustiça ou uma imoralidade na sociedade, essa reivindicação encontra os risos irônicos daqueles jovens que aprenderam que nada está acima deles, que eles não devem satisfação a ninguém.  Criamos uma geração que aprendeu que não há limites para seus apetites, desejos e vontades; que não são eles que devem arcar com as consequências de seus atos. Internalizaram nesses jovens a justificativa de seus fracassos. Eles agem de maneira parva por mil motivos: ambiente degradado, opressão capitalista, mau tratamento familiar, uma bronca que ele tomou aos 4 anos e internalizou no inconsciente, uma nota tacanha que lhe frustrou profundamente na 2ª série, um sorvete que lhe foi negado aos cinco anos; enfim, tudo justifica os seus atos vadios, menos os seus caracteres vazios e transviados, menos as suas inépcias em assumir os seus erros de maneira honrada. Aliás, o que seria a “honra” senão uma expressão moral da burguesia?

Os intelectuais ensinaram aos jovens que seus crimes não são culpa deles, e sim da sociedade que assim os formaram. Agora essa mesma corja de “inteligentinhos” se espanta com as barbáries advindas de suas teorias. Quem planta mandioca não colhe morangos.

 

“Aluno Inteligente” de Stephen King e a atração doentia pelo nazismo

Trabalhando como professor de história, enfrento diariamente o desafio de despertar interesse pelo passado em crianças e jovens que consideram a matéria inútil. Já perdi a conta das vezes em que ouvi deles as reclamações de que saber aquelas coisas velhas não lhes serve para nada e não terá serventia alguma em suas carreiras futuras.

Meu trabalho, basicamente, consiste em fornecer uma roupagem interessante aos acontecimentos – mesmo aos que eu próprio considero chatíssimos – de modo a fazê-los se interessar. É uma tarefa que exige criatividade, disposição e muita, muita, muita paciência.

Ademais, há temas que nós professores de história não precisamos “sambar” para atrair nosso quórum. O tema traz em seu bojo a atração.

Em história antiga, por exemplo, o que mais suscita a atenção é falar sobre o Egito, os mitos, deuses, pirâmides, tumbas, múmias… A molecada fica babando. Em Grécia, Roma, Feudalismo, Renascimento, Revolução Industrial há alguns picos de interesse, mas a maior parte do tempo temos que tirar o coelho da cartola para interessá-los.

Ademais, nada coloca a plateia tão ansiosa quanto a II Guerra Mundial. Mais precisamente, Hitler e o Nazismo.

É incrível. Mesmo aquele aluno que só vem para dormir, ou aquele outro, que o cachorro, o gato, o papagaio, a codorna e a tartaruga de estimação lhe comem todos os trabalhos, chegam não somente ansiosos, mas também com algum conhecimento prévio sobre o assunto.

O nazismo mexe com o lado mais sombrio da natureza humana. Não há como negar. Se você tiver um pacote de tv por assinatura com canais específicos de história, curiosidades e etc, verá que é exibido algum documentário especial sobre Hitler, nazismo, nazistas, neonazismo, suástica, campos de concentração ou temas correlatos praticamente todos os dias. E é claro que essa oferta acontece por haver uma demanda. Sei que os colegas de História gostam de repetir em seus saraus esquerdosos que seus alunos estão ultrainteressados na Revolução Cubana ou que a turma está exultante porque vão assistir um documentário sobre Marx, mas a verdade é que só o nazismo consegue fazer essa mágica.

Não há motivo para insistir em negação politicamente correta: as pessoas têm curiosidade pelo que aconteceu lá. Não apenas a experiência dos professores de História e a programação do History Channel provam isso, mas também a observação de uma banca de revistas aleatória que você escolher. Aposto que haverá mais de um título com algum dos assuntos correlatos ao nazismo que citei acima, estampado na capa, no marketing mais chamativo possível.

Stephen King, que dedicou sua carreira literária a espreitar os monstros – reais e imaginários – que assolam os pensamentos humanos, escreveu uma novela sobre esta fascinação. Está no livro Quatro Estações, publicado em 1982, bem acompanhado de outras 3 histórias esplêndidas, correspondendo cada uma a uma estação do ano. A história “Aluno Inteligente” representa o verão.

O Verão da Corrupção.

Você pode não ter lido ou nunca sequer ter ouvido falar no livro Quatro Estações, mas se tiver a minha faixa de idade – casa dos trinta – deve conhecer ao menos uma das histórias desta excelente coletânea.

Talvez você já tenha dedicado duas horas de sua vida a um filme chamado Um Sonho de Liberdade, com Tim Robbins e Morgan Freeman, sobre um banqueiro que vai preso pelo assassinato da esposa, sem nunca se conformar com o resultado desta condenação.

Um Sonho de Liberdade foi escolhido o melhor filme de todos os tempos pelo portal IMDB, o principal portal de cinema do mundo, por voto popular, à frente de, nada mais, nada menos, O Poderoso Chefão.

Não votei, mas concordo com a escolha. É o melhor filme que já vi.

Se você conhece Um Sonho de Liberdade, conhece outra novela do livro Quatro Estações, a saber: Rita Hayworth e a Redenção de Shawshank. É a história em que o filme dirigido por Frank Darabont se baseou.

Ok. Não conhece Um sonho de Liberdade? Você ainda tem mais uma chance.

O filme Conta Comigo, de muitas e muitas reprises na Sessão da Tarde, em que um grupo de amigos se embrenha na mata para tentar achar um menino desaparecido.

Muitos da minha geração têm um carinho especial por este filme. Aborda como poucos o que é ser criança e o que é crescer… e o fato de que é num instantinho que essa mudança acontece. Conta Comigo é baseado na novela O Corpo do livro Quatro Estações.

A própria Aluno Inteligente ganhou adaptação cinematográfica. Um filme de 1997, chamado O Aprendiz, que não é ruim, mas fica abaixo dos outros mencionados e não consegue transpor para a tela a dimensão da história de King.

Falta falar da história em si, eu sei. Falei de professores de história, de nazismo, de outros filmes… mas você que caiu aqui esperando uma análise ou resenha da história já deve estar estressado. Ela vêm, mas num próximo post… Este se alongou demais. O dinamismo da internet me obriga a fracioná-lo, mas não se preocupe, assine nossa Newsletter e você receberá a continuação em seu email. E outros artigos também. Quem sabe você não lê outras coisas e acaba gostando e ficando de vez!

Há outros textos meus analisando obras de Stephen King aqui, que você pode acessar:

A Autoestrada, de Stephen King, uma novela sobre a intromissão do Estado 

Stephen King e o crítico imbecil 

Até mais, com a análise da história desta vez… Prometo!

Por Renan Alves da Cruz 

 

A continuação deste artigo está disponível AQUI. 

Universidade com Partido

Artigo de Percival Puggina:

A concessão do título de Doutor Honoris Causa ao réu condenado Luiz Inácio Lula da Silva pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB) seria caricatura de um ato acadêmico sério, não fosse retrato fiel da universidade brasileira.

O que aconteceu ali se reproduz no nosso ensino superior, em pluralidade de formas e manifestações, com a apropriação do espaço docente por fazedores de cabeça a serviços de simpatias e paixões partidárias e ideológicas. As exceções não são significativas e não alteram o cenário geral. Nem prejudicam os objetivos, que são buscados mesmo quando, para alcançá-los, é necessário expor-se ao ridículo, como neste caso.

O juiz Evandro dos Reis ao deferir tutela de urgência em ação popular e suspender a concessão do título, apontou vício de iniciativa do proponente, observância incompleta ou irregular das formalidades requeridas para a concessão, ilegalidade da concessão e desvio de finalidade na oferta do laurel. De fato, a solenidade de entrega ao agraciado ocorreria em ato incluído na agenda política “Lula pelo Brasil”. Em outras palavras, tudo foi pensado e feito para usar a UFRB como palco das pautas e objetivos do Partido dos Trabalhadores, cujos militantes aparelham e exercem domínio tirânico no mundo acadêmico brasileiro.

A entrega do título foi cancelada, mas o ato político permaneceu, sendo transferido para a porta da UFRB, onde o presidente Vagner Freitas, da CUT, afirmou que “Sem Lula, eleição é fraude”. E acrescentou: “Companheirada, vamos levar isso como mantra, trazer no nosso coração e dizer a quatro pontos nesse pais sem lei”. A companheirada de fora aplaudiu em uníssono com a companheirada de dentro.

O fato ficará marcado na história da decadência da universidade brasileira, que perdeu rumo e prumo, confiada a facções militantes. Já não se contentam com disseminar o mesmo vírus ideológico. Querem mais; querem, realmente, tomar as instituições e colocá-las a serviço das causas e pautas da … companheirada. Quem usa a Educação para tais fins só pode ser contra o Escola Sem Partido. E essa é a razão de sua necessidade.

 

 

Doutrinação no curso de história da USP

Falamos muitos vezes aqui no Voltemos à Direita sobre doutrinação nas universidades e de como a coisa atinge uma proporção oceânica nos Cursos de Humanas.

Contamos nossas experiências e demos voz para que algumas pessoas expressassem o que vivenciaram, como nos artigos: Esquerdismo Miojo, 3 minutos (de doutrinação) e pronto e Crônicas de um Jovem de Direita

Cito estes casos, dentre tantos outros que poderia elencar, para demonstrar que o problema é generalizado, e não meramente pontual.

O Blog Politicamente Incorreto, hospedado na Gazeta do Povo, publicou o seguinte relato de Marcos Candeloro, estudante da USP:

Em frente ao edifício da reitoria da Universidade de São Paulo, as pessoas se concentravam para a Assembleia Geral. No estacionamento, veículos de comunicação aguardavam os desdobramentos da noite, impedidos de avançar por militantes mascarados. Era novembro de 2011 e havia duas semanas que a greve dos professores, as manifestações na Paulista e a invasão da reitoria arrebataram as principais manchetes nacionais. Os estudantes se revoltavam contra o acordo firmado entre reitoria e Polícia Militar, que se tornaria responsável pelo policiamento da perigosa Cidade Universitária.

Aquele foi meu terceiro e mais difícil ano na graduação em História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Naquela altura, já eram evidentes as consequências relacionadas às minhas posturas políticas e acadêmicas. Fui escarnecido e quase reprovado ao fundamentar no conservador Edmund Burke minha dissertação sobre a Revolução Francesa. Minha negação em assinar um protesto contra a presença da PM no campus transformou, de imediato, alguns amigos em inimigos. Por pouco não apanhei de uma horda raivosa de feministas pacifistas quando, quase que por acidente, classifiquei como loucura a acusação, presente num coletivo, de que a disciplina História Industrial era burguesa e machista.

Cheguei muito próximo de meu limite. Estava eu errado em não me ajustar, ser tão diferente? Afinal, em meu currículo não constava um “professor doutor” antes do nome. Vivia a agonia do desajustado, do deslocado.

A Assembleia prosseguia quando, subitamente, fui tomado por um ímpeto que me levou à lista dos inscritos: o primeiro tema rejeitado por votação consistia em um convite de Heródoto Barbeiro para um breve debate televisivo. Não houve qualquer ponderação, apenas rejeição. Indignado, decidi retomar o convite e argumentar em seu favor. Tratava-se de um respeitado comunicador, além da oportunidade sem igual de estabelecer diálogo com o contribuinte que sustentava aquela insanidade.

À minha esquerda, a mesa organizadora anunciou minha participação. Diante de meus pés, uma multidão de dois mil alunos e docentes. Destinei os dois primeiros minutos à urgência em finalmente abandonar a torre de marfim acadêmica. Para mim, “era evidente e grave o descompasso acadêmico, em quase todas as suas expressões, com o resto do mundo. Se, afinal, tratava-se de um movimento legítimo, por que não dar a cara a tapa?”. Foi a última frase que completei antes de ser silenciado por coléricas vaias. Catedráticos, alguns dos quais meus professores, gritavam e urravam em consonância com a multidão. Diante de mim, a elite intelectual uspiana desmanchava-se raivosamente em uma pantomima simiesca.

A mesa organizadora, de má vontade e sem muito sucesso, pediu respeito e silêncio. Retomei a argumentação sem saber bem o porquê, talvez por inércia. Esforcei-me para concluir a proposta, mas fui histericamente interrompido por dois ou três indivíduos zurrando que ir aos estúdios televisivos era coadunar com o grande capital (não, não estou brincando). Em poucos instantes uma nova rodada de vaias foi iniciada. Devolvi educadamente o microfone aos organizadores, dei às costas e segui para o estacionamento apinhado de veículos de imprensa. O sorriso foi inevitável ao finalmente constatar que a USP estava perdida numa esquizofrenia utópica. Fui tomado pelo alívio compreensivo de que, de fato, aquele não era meu lugar. Percebi que o curso de história da USP não formava acadêmicos. Formava militantes.

Finalizo: 

Marcos Candeloro viveu in loco aquilo que temos dito há muito tempo. É bom que este texto seja divulgado e que cada conservador brasileiro entenda o poder que tem esse inimigo que enfrentamos.

Muitos destes formandos estão dentro das salas de aula, ensinando nossas crianças.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Professora agredida por aluno aplaudiu agressão contra Bolsonaro

Lamentavelmente uma professora foi agredida por um aluno de 15 anos. Como também sou professor e conheço de perto as agruras da profissão, que vão da agressão física às constantes e rotineiras agressões verbais, me solidarizo com a dor que a senhora Marcia Friggi está sentindo.

Na verdade, o texto que eu havia imaginado era bem diferente deste. O título passaria longe do que vai acima. Fui obrigado a alterar radicalmente o roteiro do meu texto ao saber que a referida professora aplaudiu a agressão de que foi vítima o deputado federal Jair Bolsonaro.

Por outro lado, eu poderia reforçar a ideia de que a professora agredida sentiu na pele o que é ser agredido. Mas não é por esse caminho que vou seguir.

Leia também:

Discurso de Ana Julia é elogiado pela revista Veja que também elogiou as ocupações de escolas

Sou professor e apoio o projeto Escola sem Partido

Valho-me do caso, para mais uma vez, denunciar o quanto a classe docente sofre de uma severa lavagem cerebral.

A professora agredida certamente está nesse momento clamando por justiça e dificilmente alcançará, visto que, seu agressor é um menor de quinze anos.

Marcia Friggi em suas redes sociais, achou positivo o fato de Jair Bolsonaro ter sido alvo de uma agressão infinitamente mais branda do que a sofrida por ela. Ambos os casos são repugnantes.

Na entrevista abaixo, no entanto, fica claro que a professora Marcia tenta justificar a agressão sofrida por Bolsonaro a quem ela chama de neonazista.

Digo tudo isso porque chega a ser de uma graça deprimente constatar, como já disse, a lavagem cerebral dos meus colegas de profissão, que não se dão conta da esquizofrenia em que estão mergulhados.

Oras, fica-nos fácil concluir que a professora agredida tem verdadeira repulsa a um dos poucos políticos no Brasil que apoiam a redução da maioridade penal. De outra forma, Marcia Friggi dá indícios de ser mais uma entusiasta daqueles que querem que o ECA permaneça como está.

Jair Bolsonaro diria que o moleque que a agrediu mereceria cadeia. Maria do Rosário, que o menor não passa de uma vítima da sociedade opressora.

A professora Marcia prefere a segunda opção. E mesmo dilacerada e agredida, não mudará de opinião e enquanto a opinião da classe docente não mudar, seremos alvos de socos, pontapés e xingamentos. São os rebentos da revolução pondo na prática aquilo que leem nas redes sociais e escutam nas salas de aula.

Do que reclamas? Viva a revolução!

Por Jakson Miranda

A direita sempre deve ser contra a politicagem

A direita sempre deve ser contra a politicagem, agindo assim, jamais será alvo de sugestão a qualquer tipo de proximidade com a esquerda.

Essa é a conclusão que chegamos ao terminar a leitura de um longo desabafo de uma leitora do nosso blog. E esse depoimento está longe de ser uma voz isolada e está longe de retroceder o número dos que começam a entender a real natureza da guerra cultural, ideológica e política que estamos travando no Brasil e no mundo.

Vejamos

Olá. Então, comentei hoje no Youtube, num dos vídeos onde pude observar uma mãe indignada com a doutrinação, a lavagem cerebral do discurso esquerdista doentio que está tomando conta em diversas escolas brasileiras…. Eu faço licenciatura (na área de exatas, porém, temos disciplinas na área de pedagogia, como toda licenciatura exige). E olha, tive que me virar como “esquerdista” para “passar no semestre”, caso contrário, levaria um zero, pois estaria indo contra a corrente do que a apostila da faculdade, o conteúdo que a disciplina e as aulas elaboradas pelos professores introduziam. Ou seja, ou você respondia de acordo com o quê você lia, ou você se ferrava.”

É asqueroso o que se passa no meio universitário! Digo isso por experiência própria e em nosso blog há alguns relatos do período em que fomos alvos de um elevado grau de doutrinação bestializada.

Eu apoio a direita, não sou uma pessoa extremista, aliás, considero-me até flexível (muitas vezes me considerava uma pessoa “em cima do muro”, até vivia na corda bamba em relação à política brasileira, mas hoje, sou convicta do que quero para o meu país – eu sempre soube, apesar de que, muitas vezes acabamos nos deixando influenciar por outras ideias e ouvindo os dois lados da moeda). Mesmo assim, a direita é o quê prevalece no meu modo de ver e viver a vida. Aliás, sempre foi, hoje, sendo mais “velha”, dei-me conta disto (amadureci mais a minha visão acerca da realidade em que vivemos e o meu “crescimento” ao saber política, não politicagem – algo que muitos esquerdistas adoram fazer). Querendo ou não, acabamos optando por uma das vertentes (esquerda ou direita), por mais flexíveis que possamos ser como pessoas, a fim de não sermos influenciados por uma onda de politicagem que nos levem ao pior grau possível de vergonha futura (exemplo: um voto em vão, um gasto de sola de sapato num domingo de manhã, com uma esperança jogada na lata de lixo, depois de quatro anos de planejamento e expectativas para um Brasil melhor)”.

É isso aí! Não tem como o individuo passar por um processo de amadurecimento e ganho de experiência e continuar defendendo a politicagem praticada pela esquerda, ou seja, quanto mais doutrinação esquerdista, mais politicagem. Quanto mais reflexão, mais firme será o posicionamento à direita contra a politicagem.

Infelizmente, o povo brasileiro, de um modo geral, é muito ignorante. A dominância esquerda, que adora pregar o famoso preconceito aos de direita (ah, a “classe burguesa”, “o povo que detesta pobre”, “o pessoal homofóbico”, “os machistas”, “os opressores” e o que for de pior somos nós, os que apoiam A Direita). Virou uma bagunça nacional o cenário político-econômico-social (que está tudo conectado, uma vez que um está desequilibrado, os demais caem juntos). A desordem virou presidência. É vergonha todo dia nos noticiários brasileiros. Não importa se você liga a televisão ou lê sites, jornais de papel… Mesma coisa. Se você quer colocar ordem ao caos, já é considerado “coxinha”. Pois então, que sejamos muito coxinhas mesmo, uma das comidas brasileiras mais amadas do Brasil. Somos “certinhos”? Beleza, precisamos colocar ordem nessa bagunça vergonhosa, precisamos estar de um dos lados da moeda, entre esquerda ou direita, não dá mais para ficar em cima do muro, não saber em quem votar, deixar “na mão de Deus”… Tenhamos que se posicionar politicamente. O que o povo de esquerda mais soube fazer até agora, o povo seguidor do Lula foi, justamente, a tal da politicagem. E isto não é fazer, exercer a política”.

Aqueles que continuam em cima do muro na luta contra a corrupção, contra a politicagem, contra o baguncismo e cinismo criminoso das esquerdas, merecem os lulas, dilmas, haddads e tantas outras ratazanas que o PT oferece a cada eleição. Parabéns pelos resultados que estamos colhendo!

Leia também:

Novo Currículo do Ensino Médio: Opinião de um professor de direita

Assédio Ideológico nas escolas

Finalizamos esse texto manifestando nossa alegria em recebermos em nosso site, depoimentos e desabafos como o que enviou Camila. Isso nos dá forças e a certeza de que estamos no caminho certo, certos de que na luta contra a politicagem e picaretagem, não estamos sozinhos.

O voltemos à direita é contra a politicagem e lutará para que a direita continue seguindo por esse caminho. É isso que nos enobrece e nos diferencia.

Por Jakson Miranda 

Janot defende ideologia de gênero nas escolas e promove preconceito religioso

Será contra a ideologia de gênero nas escolas qualquer pessoa sensata sabedora de que certas demandas cabem aos pais e não a escola. Dito isto, ponderamos que embora apoiemos a saída do presidente Michel Temer e isso passa nesse momento, pela denuncia que a PGR irá fazer, sabemos quem é Rodrigo Janot. O arquivo do nosso blog está aí e são inúmeras as criticas que já fizemos ao Procurador-Geral da República.

O Procurador-Geral da República Rodrigo Janot é da mesma cepa de Dias Toffoli, Lewandowski e Gilmar Mendes, ou seja, muitas das vezes não servem ao judiciário, mas o utilizam de acordo com suas preferências pessoais, políticas e ideológicas.

E não se enganem, a pauta “progressista” não sai da agenda dessa turma.

Nessa esteira, sabemos que há atualmente uma verdadeira jihad contra os princípios cristãos que moldam nossa sociedade e nesse caso, poucos se importam em promover, de forma velada ou não, preconceito religioso.

De fato, há preconceito religioso no Brasil e não se trata de preconceito religioso contra umbandistas, budistas, muçulmanos ou hinduístas, o que seria e é uma atitude reprovável, mas, o alvo preferencial da discriminação religiosa, ora vejam! É contra os cristãos. Preferencialmente os cristãos evangélicos.

Os exemplos de preconceito contra a religião cristã evangélica no Brasil são inúmeros e vai desde o discurso ateu esquerdista de um professor na sala de aula, ou seja, preconceito religioso na escola, a associação entre a defesa dos princípios bíblicos e o obscurantismo, intolerância, ignorância e por aí vai.

Leia também:

Rodrigo Janot e STF: Vergonha em dose dupla

Viagem a 2030: Ideologia de Gênero no Brasil

Neymar e a Cristofobia do COI

Os que unem forças para perseguir os cristãos e os valores que o cristianismo apregoa compõem uma verdadeira “salada”. Vão desde esquerdistas, ateus, radicais islâmicos e seguidores do movimento LGBT. Notem a incoerência das ideias de cada um dos grupos citados acima. Registramos ainda que há uma enorme diferença entre os seguidores do movimento LGBT e o individuo homossexual.

Como sabemos, são muitas as armas e os ardis que a turma utiliza. Nesses tempos, uma das preferências dessa gente é propagar, sobre o falso verniz da “diversidade”, a ideologia de gênero. E eles não se intimidam e buscam a todo custo inserir a ideologia de gênero nas escolas. Não se trata de discutir, em sala de aula, preconceitos, mas sim, doutrinar nossas crianças em favor da escolha de uma identidade de gênero.

Pois bem, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, está fazendo exatamente o que afirmamos no titulo deste post: promove preconceito religioso em favor da ideologia de gênero nas escolas!

Oportunamente, a noticia não foi muito divulgada e aparentemente, não houve grande discussão nas redes sociais, mas, a informação veiculada pelo Extra não deixa dúvidas quanto ao que pensa Rodrigo Janot em relação a religião cristã e o que pensa Janot em relação a ideologia de gênero.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) começou uma ofensiva contra leis municipais que proíbem o ensino de “ideologia de gênero” nas escolas mantidas pelas prefeituras. Até agora, já foram apresentadas sete ações contra as cidades do Novo Gama (GO), Cascavel (PR), Paranaguá (PR), Blumenau (SC), Palmas (TO), Tubarão (SC) e Ipatinga (MG). O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entende que tais leis têm fundo religioso e estimulam o sofrimento, violência, marginalização e evasão escolar de homossexuais.

Nesse trecho da matéria fica escancarado que o Procurador-Geral da República associa a religião e no caso implicitamente refere-se  a religião cristã, à violência contra homossexuais.

Vejam essa outra

… Segundo ele, cada uma das sete leis “é obscurantista, porque almeja proscrever o próprio debate sobre uma realidade humana”.

O que afirmamos? Fazer uma correlação entre religião e obscurantismo é ou não é preconceito e intolerância?

Em resumo, Rodrigo Janot defende a ideologia de gênero nas escolas valendo-se do repugnante argumento de que a referida ideologia é a única e melhor solução em favor do respeito às diferenças. Não enxerga assim, que a ideologia de gênero nas escolas nada mais é do que uma violenta e arbitrária imposição contra crianças e jovens em processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral.

Por Jakson Miranda

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS! 

A mãe do juiz: uma breve meditação sobre o Dia das mães

A mãe do juiz: uma breve meditação sobre o Dia das mães. Por Jáder Borges.

Semanalmente, no “país do futebol” uma senhora é difamada e elogiada ao contrário por ter dado à luz um filho que erra imperdoavelmente no gramado. Tal senhora, sem culpa alguma, é quem termina pagando o pato por causa do filho que tem.

Mas, para a alegria dela e de muitas outras mães, existiu na historia uma mãe de juiz que até hoje vem sendo lembrada por sua atuação, determinação e fé em Deus.

O que será que as mães de hoje e as futuras mamães podem aprender com Ana, mãe de Samuel, o último juiz de Israel nos tempos bíblicos? Acredito que muita coisa:

1. ORAR E PERSEVERAR.

Em tempos atribulados, com crises e desencontros nacionais, uma mulher estéril começa a buscar a Deus incessantemente pelo milagre de um filho.

Ana observa a degradante situação de Israel e pede um filho ao Senhor para, em seguida, devolvê-lo para a Causa dele, confiando que Deus poderia utilizá-lo como seu instrumento para despertar uma nação desobediente. A seriedade de se colocar alguém no mundo foi regada com muita oração e prudência.

2. EDUCAR A CRIANÇA NOS CAMINHOS DO SENHOR.

De acordo com o relato bíblico, Ana não passou muito tempo com o pequeno Samuel porque este logo cedo foi morar nos aposentos do Templo para aprender os ofícios de Sacerdote.

Porém, penso no aproveitamento do tempo que ela teve quando visitava o filho. Mais tarde, já homem feito, vamos encontrar Samuel equilibrado e profundamente comprometido com as realidades do seu tempo. Vamos encontrar também um homem de oração, que não deixava de orar pelo seu povo: “quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós”…( l Samuel 12:23). Salientamos também que ele era reconhecido incontestavelmente como “profeta” por todos, de Norte a Sul do país.

Com quem Samuel aprendera a orar? Talvez com um bom número de pessoas, mas creio que o exemplo mais marcante ele encontrou na sua mãe, que não só orava por ele mas também com ele, e ensinava-lhe as maravilhosas histórias do poder e da atuação de Deus.

3. AJUDAR OS FILHOS A CAMINHAR NA VERDADE E PERCEBER O PECADO.

A influência da mãe sobre a vida da criança é muito grande, e neste período de formação e informação a criança absorve bastante os ensinamentos e exemplos dela.

Uma mãe aberta ao dialogo e à compreensão da evolução da criança nas suas curiosidades e perguntas naturais do desenvolvimento, vai estar preservando o saudável crescimento to do pequeno que Deus lhe confiou, livrando-o das péssimas orientações e influências daqueles que têm a mente poluída e impregnada de pecados.

O filho crescerá em estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lucas 2:52 ), e ela será muito feliz com tudo isso.

Portanto, “mamãe”, e “futura mamãe”, tratem de decorar e praticar (literalmente, no caso de vocês) o versículo que se encontra na terceira epístola por João, e vocês ainda experimentarão muitas alegrias nesta vida:

 “Não tenho maior alegria do que esta a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (3 João, verso 4)

De coração agradeço a dona Alzira Lins Borges, minha mãe, que sempre orou por mim, e com o seu exemplo de vida ajudou-me a encontrar o Caminho, a Verdade e a Vida.

Sim, Jesus vive no seu coração.

Opinião do Voltemos à Direita

A história narrada pelo autor lembra-nos do Brasil atual que necessita urgentemente de retos juízes, probos políticos e de um povo obediente ao juiz supremo: Cristo Jesus!

Feliz dia das mães.

Por Jakson Miranda

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS!