A direita sempre deve ser contra a politicagem

A direita sempre deve ser contra a politicagem, agindo assim, jamais será alvo de sugestão a qualquer tipo de proximidade com a esquerda.

Essa é a conclusão que chegamos ao terminar a leitura de um longo desabafo de uma leitora do nosso blog. E esse depoimento está longe de ser uma voz isolada e está longe de retroceder o número dos que começam a entender a real natureza da guerra cultural, ideológica e política que estamos travando no Brasil e no mundo.

Vejamos

Olá. Então, comentei hoje no Youtube, num dos vídeos onde pude observar uma mãe indignada com a doutrinação, a lavagem cerebral do discurso esquerdista doentio que está tomando conta em diversas escolas brasileiras…. Eu faço licenciatura (na área de exatas, porém, temos disciplinas na área de pedagogia, como toda licenciatura exige). E olha, tive que me virar como “esquerdista” para “passar no semestre”, caso contrário, levaria um zero, pois estaria indo contra a corrente do que a apostila da faculdade, o conteúdo que a disciplina e as aulas elaboradas pelos professores introduziam. Ou seja, ou você respondia de acordo com o quê você lia, ou você se ferrava.”

É asqueroso o que se passa no meio universitário! Digo isso por experiência própria e em nosso blog há alguns relatos do período em que fomos alvos de um elevado grau de doutrinação bestializada.

Eu apoio a direita, não sou uma pessoa extremista, aliás, considero-me até flexível (muitas vezes me considerava uma pessoa “em cima do muro”, até vivia na corda bamba em relação à política brasileira, mas hoje, sou convicta do que quero para o meu país – eu sempre soube, apesar de que, muitas vezes acabamos nos deixando influenciar por outras ideias e ouvindo os dois lados da moeda). Mesmo assim, a direita é o quê prevalece no meu modo de ver e viver a vida. Aliás, sempre foi, hoje, sendo mais “velha”, dei-me conta disto (amadureci mais a minha visão acerca da realidade em que vivemos e o meu “crescimento” ao saber política, não politicagem – algo que muitos esquerdistas adoram fazer). Querendo ou não, acabamos optando por uma das vertentes (esquerda ou direita), por mais flexíveis que possamos ser como pessoas, a fim de não sermos influenciados por uma onda de politicagem que nos levem ao pior grau possível de vergonha futura (exemplo: um voto em vão, um gasto de sola de sapato num domingo de manhã, com uma esperança jogada na lata de lixo, depois de quatro anos de planejamento e expectativas para um Brasil melhor)”.

É isso aí! Não tem como o individuo passar por um processo de amadurecimento e ganho de experiência e continuar defendendo a politicagem praticada pela esquerda, ou seja, quanto mais doutrinação esquerdista, mais politicagem. Quanto mais reflexão, mais firme será o posicionamento à direita contra a politicagem.

Infelizmente, o povo brasileiro, de um modo geral, é muito ignorante. A dominância esquerda, que adora pregar o famoso preconceito aos de direita (ah, a “classe burguesa”, “o povo que detesta pobre”, “o pessoal homofóbico”, “os machistas”, “os opressores” e o que for de pior somos nós, os que apoiam A Direita). Virou uma bagunça nacional o cenário político-econômico-social (que está tudo conectado, uma vez que um está desequilibrado, os demais caem juntos). A desordem virou presidência. É vergonha todo dia nos noticiários brasileiros. Não importa se você liga a televisão ou lê sites, jornais de papel… Mesma coisa. Se você quer colocar ordem ao caos, já é considerado “coxinha”. Pois então, que sejamos muito coxinhas mesmo, uma das comidas brasileiras mais amadas do Brasil. Somos “certinhos”? Beleza, precisamos colocar ordem nessa bagunça vergonhosa, precisamos estar de um dos lados da moeda, entre esquerda ou direita, não dá mais para ficar em cima do muro, não saber em quem votar, deixar “na mão de Deus”… Tenhamos que se posicionar politicamente. O que o povo de esquerda mais soube fazer até agora, o povo seguidor do Lula foi, justamente, a tal da politicagem. E isto não é fazer, exercer a política”.

Aqueles que continuam em cima do muro na luta contra a corrupção, contra a politicagem, contra o baguncismo e cinismo criminoso das esquerdas, merecem os lulas, dilmas, haddads e tantas outras ratazanas que o PT oferece a cada eleição. Parabéns pelos resultados que estamos colhendo!

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Novo Currículo do Ensino Médio: Opinião de um professor de direita

Assédio Ideológico nas escolas

Finalizamos esse texto manifestando nossa alegria em recebermos em nosso site, depoimentos e desabafos como o que enviou Camila. Isso nos dá forças e a certeza de que estamos no caminho certo, certos de que na luta contra a politicagem e picaretagem, não estamos sozinhos.

O voltemos à direita é contra a politicagem e lutará para que a direita continue seguindo por esse caminho. É isso que nos enobrece e nos diferencia.

Por Jakson Miranda 

Janot defende ideologia de gênero nas escolas e promove preconceito religioso

Será contra a ideologia de gênero nas escolas qualquer pessoa sensata sabedora de que certas demandas cabem aos pais e não a escola. Dito isto, ponderamos que embora apoiemos a saída do presidente Michel Temer e isso passa nesse momento, pela denuncia que a PGR irá fazer, sabemos quem é Rodrigo Janot. O arquivo do nosso blog está aí e são inúmeras as criticas que já fizemos ao Procurador-Geral da República.

O Procurador-Geral da República Rodrigo Janot é da mesma cepa de Dias Toffoli, Lewandowski e Gilmar Mendes, ou seja, muitas das vezes não servem ao judiciário, mas o utilizam de acordo com suas preferências pessoais, políticas e ideológicas.

E não se enganem, a pauta “progressista” não sai da agenda dessa turma.

Nessa esteira, sabemos que há atualmente uma verdadeira jihad contra os princípios cristãos que moldam nossa sociedade e nesse caso, poucos se importam em promover, de forma velada ou não, preconceito religioso.

De fato, há preconceito religioso no Brasil e não se trata de preconceito religioso contra umbandistas, budistas, muçulmanos ou hinduístas, o que seria e é uma atitude reprovável, mas, o alvo preferencial da discriminação religiosa, ora vejam! É contra os cristãos. Preferencialmente os cristãos evangélicos.

Os exemplos de preconceito contra a religião cristã evangélica no Brasil são inúmeros e vai desde o discurso ateu esquerdista de um professor na sala de aula, ou seja, preconceito religioso na escola, a associação entre a defesa dos princípios bíblicos e o obscurantismo, intolerância, ignorância e por aí vai.

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Neymar e a Cristofobia do COI

Os que unem forças para perseguir os cristãos e os valores que o cristianismo apregoa compõem uma verdadeira “salada”. Vão desde esquerdistas, ateus, radicais islâmicos e seguidores do movimento LGBT. Notem a incoerência das ideias de cada um dos grupos citados acima. Registramos ainda que há uma enorme diferença entre os seguidores do movimento LGBT e o individuo homossexual.

Como sabemos, são muitas as armas e os ardis que a turma utiliza. Nesses tempos, uma das preferências dessa gente é propagar, sobre o falso verniz da “diversidade”, a ideologia de gênero. E eles não se intimidam e buscam a todo custo inserir a ideologia de gênero nas escolas. Não se trata de discutir, em sala de aula, preconceitos, mas sim, doutrinar nossas crianças em favor da escolha de uma identidade de gênero.

Pois bem, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, está fazendo exatamente o que afirmamos no titulo deste post: promove preconceito religioso em favor da ideologia de gênero nas escolas!

Oportunamente, a noticia não foi muito divulgada e aparentemente, não houve grande discussão nas redes sociais, mas, a informação veiculada pelo Extra não deixa dúvidas quanto ao que pensa Rodrigo Janot em relação a religião cristã e o que pensa Janot em relação a ideologia de gênero.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) começou uma ofensiva contra leis municipais que proíbem o ensino de “ideologia de gênero” nas escolas mantidas pelas prefeituras. Até agora, já foram apresentadas sete ações contra as cidades do Novo Gama (GO), Cascavel (PR), Paranaguá (PR), Blumenau (SC), Palmas (TO), Tubarão (SC) e Ipatinga (MG). O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entende que tais leis têm fundo religioso e estimulam o sofrimento, violência, marginalização e evasão escolar de homossexuais.

Nesse trecho da matéria fica escancarado que o Procurador-Geral da República associa a religião e no caso implicitamente refere-se  a religião cristã, à violência contra homossexuais.

Vejam essa outra

… Segundo ele, cada uma das sete leis “é obscurantista, porque almeja proscrever o próprio debate sobre uma realidade humana”.

O que afirmamos? Fazer uma correlação entre religião e obscurantismo é ou não é preconceito e intolerância?

Em resumo, Rodrigo Janot defende a ideologia de gênero nas escolas valendo-se do repugnante argumento de que a referida ideologia é a única e melhor solução em favor do respeito às diferenças. Não enxerga assim, que a ideologia de gênero nas escolas nada mais é do que uma violenta e arbitrária imposição contra crianças e jovens em processo de desenvolvimento físico, intelectual e moral.

Por Jakson Miranda

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A mãe do juiz: uma breve meditação sobre o Dia das mães

A mãe do juiz: uma breve meditação sobre o Dia das mães. Por Jáder Borges.

Semanalmente, no “país do futebol” uma senhora é difamada e elogiada ao contrário por ter dado à luz um filho que erra imperdoavelmente no gramado. Tal senhora, sem culpa alguma, é quem termina pagando o pato por causa do filho que tem.

Mas, para a alegria dela e de muitas outras mães, existiu na historia uma mãe de juiz que até hoje vem sendo lembrada por sua atuação, determinação e fé em Deus.

O que será que as mães de hoje e as futuras mamães podem aprender com Ana, mãe de Samuel, o último juiz de Israel nos tempos bíblicos? Acredito que muita coisa:

1. ORAR E PERSEVERAR.

Em tempos atribulados, com crises e desencontros nacionais, uma mulher estéril começa a buscar a Deus incessantemente pelo milagre de um filho.

Ana observa a degradante situação de Israel e pede um filho ao Senhor para, em seguida, devolvê-lo para a Causa dele, confiando que Deus poderia utilizá-lo como seu instrumento para despertar uma nação desobediente. A seriedade de se colocar alguém no mundo foi regada com muita oração e prudência.

2. EDUCAR A CRIANÇA NOS CAMINHOS DO SENHOR.

De acordo com o relato bíblico, Ana não passou muito tempo com o pequeno Samuel porque este logo cedo foi morar nos aposentos do Templo para aprender os ofícios de Sacerdote.

Porém, penso no aproveitamento do tempo que ela teve quando visitava o filho. Mais tarde, já homem feito, vamos encontrar Samuel equilibrado e profundamente comprometido com as realidades do seu tempo. Vamos encontrar também um homem de oração, que não deixava de orar pelo seu povo: “quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós”…( l Samuel 12:23). Salientamos também que ele era reconhecido incontestavelmente como “profeta” por todos, de Norte a Sul do país.

Com quem Samuel aprendera a orar? Talvez com um bom número de pessoas, mas creio que o exemplo mais marcante ele encontrou na sua mãe, que não só orava por ele mas também com ele, e ensinava-lhe as maravilhosas histórias do poder e da atuação de Deus.

3. AJUDAR OS FILHOS A CAMINHAR NA VERDADE E PERCEBER O PECADO.

A influência da mãe sobre a vida da criança é muito grande, e neste período de formação e informação a criança absorve bastante os ensinamentos e exemplos dela.

Uma mãe aberta ao dialogo e à compreensão da evolução da criança nas suas curiosidades e perguntas naturais do desenvolvimento, vai estar preservando o saudável crescimento to do pequeno que Deus lhe confiou, livrando-o das péssimas orientações e influências daqueles que têm a mente poluída e impregnada de pecados.

O filho crescerá em estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lucas 2:52 ), e ela será muito feliz com tudo isso.

Portanto, “mamãe”, e “futura mamãe”, tratem de decorar e praticar (literalmente, no caso de vocês) o versículo que se encontra na terceira epístola por João, e vocês ainda experimentarão muitas alegrias nesta vida:

 “Não tenho maior alegria do que esta a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (3 João, verso 4)

De coração agradeço a dona Alzira Lins Borges, minha mãe, que sempre orou por mim, e com o seu exemplo de vida ajudou-me a encontrar o Caminho, a Verdade e a Vida.

Sim, Jesus vive no seu coração.

Opinião do Voltemos à Direita

A história narrada pelo autor lembra-nos do Brasil atual que necessita urgentemente de retos juízes, probos políticos e de um povo obediente ao juiz supremo: Cristo Jesus!

Feliz dia das mães.

Por Jakson Miranda

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Proibir o ensino do criacionismo nas escolas é uma fraude histórica

Imagino o assunto surgindo naqueles jantares chiques de intelectuais progressistas.

Apoia-se a liberação da maconha, o aborto, a transexualidade e o cometimento de crimes em nome da justiça social.

Conversa vai, conversa vem, o tópico criacionismo x evolucionismo acaba citado. Em jantares chiques o tema não é faccioso. O estado é laico. Deus está morto. O máximo que se aceita para os mais ponderados é um budismo de boca, ou um estudozinho mequetrefe da cabala.

Cabala é chique.

Discursarão ser inimaginável, em pleno século XXI, que os “fundamentalistas” queiram impor sua “mitologia” dando a ela status de ciência. Os darwinistas que nunca leram Darwin, e endeusam Dawkins sem saber sequer o título de um dos seus livros, recitarão entusiasticamente: A-B-SUR-DO.

Pois bem, saiamos do jantar chique e entremos no mérito.

Demarcarei o território argumentativo com alguns pontos principais:

Não. Não defendo que escolas públicas façam proselitismo de uma religião.

Sim, defendo o papel enobrecedor da religião (no caso em questão, o cristianismo) como molde civilizacional e norte moral.

Não, não advogo que a Teoria do Projeto Inteligente substitua a Teoria da Evolução, enquanto conteúdo.

Sim, considero que apresentar somente uma das duas, lhe dando caráter definitivo, é uma fraude intelectual, histórica e científica.

Em primeiro lugar, devemos considerar que quem tem dinheiro para pagar uma escola particular, se considerar a questão basilar, pode optar por ótimos colégios voltados às duas correntes. A despeito da pesada campanha de descrédito impingida aos adeptos da teoria criacionista, há colégios religiosos do mais alto nível que a tomam como legítima e a ensinam. Por outro lado, os mais “laicos” tem opções com a mesma qualidade.

O assunto resvala então para as escolas públicas, que, estima-se, atendem 85% da demanda educacional brasileira.

Temos, portanto, a formação intelectual de 50 milhões de estudantes sob responsabilidade das escolas públicas.

Como então, em nome do laicismo, da ciência, do racionalismo, ou do que quer que se evoque como justificativa, privaremos esses estudantes do conhecimento e da representatividade do pensamento cristão na formação do pensamento e da cultura ocidental?

O cerne da questão não é o conteúdo da crença, mas sim a honestidade intelectual. Não dar ao ensino do criacionismo o peso histórico que ele conquistou ao longo da história humana é um exercício de impostura!

Sou historiador, como já escrevi aqui em outras oportunidades, e dou aulas de história. Já trabalhei no setor público e conheço o material ofertado aos alunos.

Quando tomava em mãos uma daquelas porcarias de livros didáticos que me eram oferecidos nas escolas públicas, tinha que me esforçar para não gorfar a última refeição.

Nas raras ocasiões em que uma teoria não evolucionista é citada, é num quadro de curiosidades, como uma excentricidade curiosa da Era pré-Cristã. Oras, não é preciso uma multidão de neurônios para entender que estamos fraudando a história!

O pensamento cristão moldou a formação do Ocidente e estamos, em nome de todas essas justificativas cretinas que a esquerda inventou, desprezando seu papel histórico e cultural. Afinal, a despeito das incontáveis predições que garantiam o fim do cristianismo num futuro próximo, ele continua firme e relevante.

Eu não acho que o cristianismo tenha que ser “pregado” numa sala de aula. Isso, aliás, deporia contra ele, pois se o fosse, estou certo, seria malfeito. Nunca aprendi nada de bom sobre o cristianismo na escola, foi só porrada, e me mantenho cristão.

A questão não é defender uma supremacia de crença em detrimento de outras, mas apenas atacar uma impostura que tem sido tão disseminada a ponto de encontrar eco até em alguns conservadores. Na busca pela “isenção”, acabam replicando o que a esquerda ecoa.

E, meu caro, quando você que não é esquerdista concorda com alguma tese muito cara a esquerda, há algo errado. A esquerda evoca há anos o impedimento do ensino do cristianismo nas escolas por um motivo: Porque projeta construir uma hegemonia em que a supressão de valores historicamente ligados ao cristianismo não tenha espaço. E isso não quer dizer que pessoas que não são cristãs não tenham valores, mas sim que alguns tópicos conservadores que a Igreja não negocia, impedem a sovietização do Brasil.

A esquerda não gosta de liberdade. Não a permite. Quando assume uma posição intransigente sobre algo que não pode, sob hipótese alguma ser ensinado a crianças, é porque sabe que isto deporá contra seu projeto de poder.

Um pai que possa pagar escolhe um colégio com linha de pensamento mais indicada à sua posição filosófica, ideológica e religiosa. Aos que não tem esta opção, resta apenas o ensino público, portanto, precisam que um educador forneça aos seus alunos a base histórica e conceitual das duas teorias. Pode sim explicitar que uma pretende-se mais religiosa (embora haja parte da comunidade científica voltada a teoria do Projeto Inteligente), e que a outra pretende-se mais científica. O que não pode é abster-se de apresentar o criacionismo.

Sou criacionista e sempre ensinei o que era a Teoria da Evolução. Porém, também ensinei o contraponto. E sempre disse aos meus alunos que não estava lá na hora em que as coisas aconteceram e que as opiniões se dividiam. Que eu lhes fornecia as duas e cada um era livre para escolher a que preferisse. Será algo tão difícil?!?

A grita vem sempre da mesma direção. No mesmo tom. O ESTADO É LAICO! O ESTADO É LAICO! O ESTADO É LAICO!

Sim, mas a história da humanidade não vai se acondicionar a tais vontades, a bel-prazer dos insatisfeitos.

Não há chilique em prol de laicidade que retire do pensamento judaico-cristão seu papel de viga mestra da moral e da ética ocidental. E os colegas historiadores que se recusam a este reconhecimento não passam de fraudes.

Nem discuto mais com aqueles que, babando, atestam que o cristianismo se resumiu à Inquisição e às Cruzadas. Se eu começasse a listar neste momento os benefícios e herdades que a sociedade judaico cristã legou à Sociedade Ocidental, precisaria de uns quatrocentos anos para terminar.

Quando alguém te disser: “O cristianismo tem em sua conta a Inquisição e as Cruzadas. E o que fez de bom?”, responda, com um sorriso cínico de complacência:

“Todo o resto.”

Conheço ateus que colocaram os filhos em escolas católicas, porque consideraram que o senso de disciplina e o código moral do cristianismo eram a melhor opção de formação de caráter.

Professores e intelectuais da academia, não tenham medo de dividir o ensino evolucionista com o criacionista. Se a Teoria da Evolução for verdadeira, saberá se defender por si mesma.

Ou o medo da disputa é tão grande que é preciso excluir o oponente com antecedência?

Por Renan Alves da Cruz

Um exemplo clássico de analfabeto funcional

O Brasil é uma verdadeira fábrica, funcionando a todo vapor, de um tipico ser: O analfabeto funcional, que atua como douto comentarista daquilo que leu e nada entendeu.

A nova edição de revista Veja, traz nas páginas amarelas dessa semana, uma entrevista com Wemerson da Silva Nogueira, professor de biologia da rede publica de ensino do Espírito  Santo.

Um professor da rede pública de ensino ser entrevistado por uma das principais revistas do país já é um grande feito. Mas esse não é o principal feito do professor, que leciona para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Após ganhar o prêmio Educador nota 10, Wemerson chegou à final do Global Teacher Prize, prêmio de melhor professor do mundo.

Caso houvesse ganhado o prêmio, infelizmente não ganhou, o professor capixaba poderia se tornar objeto de estudo de especialistas de diferentes áreas do conhecimento. Teses e artigos seriam escritos sobre sua façanha. Um enigma a ser entendido, afinal, como é possível um país como o Brasil, cuja educação é de péssima qualidade, ter o melhor professor do mundo?

Nessa seara, nosso país atravessa um tenebroso ciclo vicioso: As faculdades de pedagogia enfiam Paulo Freire goela abaixo dos futuros professores e esses, vomitam as ideias construtivistas em sala de aula. Resultado: anualmente, centenas de milhares de alunos terminam o Ensino Médio sem saberem desenhar um “O” com um copo. São os conhecidíssimos analfabetos funcionais.

Muitos desses analfabetos funcionais, comprovando o grande nível do nosso ensino superior, matriculam-se em faculdades de diferentes campos e o tenebroso ciclo continua. Outros estão por aí, palpitando sobre tudo e passando atestado de burrice.

Após o termino da leitura da entrevista, fui passando as páginas da revista e por um pouco, nutri certa esperança de dias melhores na educação. Foi quando me deparei com o espaço que a revista abre à comentários feito por leitores à edição anterior.

Que decepção!

Ao comentar outra entrevista, da semana anterior, dada pelo xeque xiita Rodrigo Jalloul, brasileiro e uma autoridade islâmica, um leitor da revista fez o seguinte comentário:

Para muitos brasileiros, islã é Estado Islâmico; é muito errado. Na Idade Média, os “bons” católicos organizaram as Cruzadas, cuja finalidade era matar os que tinham aderido à pregação de Maomé. Hoje, o Estado Islâmico dá o “troco”, um pouco tardio, ao que nós fizemos há muito tempo”.

É ou não é um exemplo clássico de analfabetismo funcional? É ou não é um exemplo clássico de burrice? De babaquice!

Não citarei o nome do douto que desenrolou palavra após palavra, um novelo monumental de ignorância. Se tal argumento viesse de um aluno adolescente do 7° ano que sabidamente houvesse faltado à aula de história sobre as Cruzadas, seria até compreensivo.

Mas a perplexidade é que não se trata de um aluno adolescente do 7°, mas provavelmente de um adulto. Possivelmente formado e que certamente dispõe de meios para ler algo a respeito e suprir essa vergonhosa defasagem escolar, ou seria um caso de doutrinação asno-marxista?

Causa-nos ainda mais perplexidade, Veja dá espaço a esse tipo de asnice justamente, depois da entrevista de um professor!

Será que a revista endossa o comentário do “leitor”? Não há filtros para barrar comentários vigaristas?

É isso, meus amigos! Outra consequência do nosso quadro educacional são os analfabetos funcionais atuando em profícua união com os vigaristas intelectuais.

Nesse caso, a tarefa mais difícil é diferenciar um analfabeto de um vigarista. Se bem que, cabe ao tempo tal trabalho. Com o tempo, um analfabeto funcional pode reverter sua situação. Já vigaristas, serão irremediavelmente vigaristas. E continuarão distorcendo os fatos e a História. Até passarem pelo vexame de serem desmascarados publicamente.

Por Jakson Miranda

Como melhorar a educação brasileira (V): Os problemas são insolúveis?

Se nos artigos anteriores abordamos a desnecessidade de aplicar inovações mirabolantes na educação pública brasileira, começamos a partir de agora a debater o segundo aspecto levantado no primeiro artigo desta série: Os profundos problemas educacionais brasileiros são insolúveis?

Começaremos agora a desmistificar esta premissa, repetida muitas vezes, e, como pretendemos demonstrar, de maneira infundada.

É necessário, antes de qualquer coisa, reconhecer a situação devastadora do sistema público de ensino brasileiro. Como já manifestei anteriormente, sou ex-professor da rede pública e, mais do que verborragias pedagógicas, pretendo fazer deste trabalho um campo analítico a partir do que vivenciei na prática.

Falaremos sim de pedagogia mais à frente, do senhor Paulo Freire e de sua inequívoca responsabilidade ante a situação, ademais, o propósito aqui não é desfilar bibliografia, mas sim, oferecer soluções práticas e aplicáveis, a partir da experiência adquirida no trato diário com o problema.

Assim, friso que reconheço o nível de desgaste de um sistema urdido para minar o talento e desestimular o aluno produtivo, numa estrutura que, como abordamos nos artigos anteriores, retirou a autoridade do professor e desabilitou o viés meritocrático das avaliações.

O problema, é claro, se agiganta na proporção em que a maioria dos professores que atuam junto aos estudantes, ao invés de instrumentos de ensino, se tornam indutores doutrinários, repetindo ladainhas de atraso, incutindo conceitos de elitismo e servilismo que, depois de incrustrados, retiram do aluno o senso de responsabilidade individual.

Somamos a isso o desleixo dos governos, a má aplicação da verba destinada (afinal, não falta dinheiro, falta gerenciamento apropriado da fortuna que é desperdiçada no ralo do ensino brasileiro), o sindicalismo chulo e retrógrado, e o caldeirão efervesce, rescendendo à merda obtida.

Entretanto, o maior erro que aquele que se propõe a endireitar esta barafunda pode cometer é ceder ao enredamento daqueles que, por interesse na manutenção do atual estado de coisas ou mesmo inocência pouco inteligente, bradam a impossibilidade de reversão do quadro.

A situação é mutável. Na verdade, o mais revoltante é a constatação de que as mudanças necessárias, em certas instâncias, exigiriam não mais que o cumprimento das leis existentes.

Muita coisa, por outro lado, se aprumaria com a desburocratização do sistema público. Situações que oferecem facilidade de solução acabam ganhando proporções diluvianas nas mãos de um estado paquidérmico no tamanho e na lentidão.

Há problemas na gestão administrativa e pedagógica da educação, na formação dos profissionais  atuantes e na desleal estabilidade, que, na verdade, quando escudada pelos sindicatos, transcende o conceito de estabilização, ganhando um status de permanência sem a exigência de contrapartidas. Há problemas de má gestão financeira e aberrações logísticas.

Há problemas originados por diretores, coordenadores, pais relapsos, pais mimadores, professores ruins, professores vagabundos, professores doutrinadores… etc…

Mas há talento. Quando lembro de que Albert Einstein trabalhou numa repartição pública, penso em quantos professores talentosos estão tendo suas carreiras desperdiçadas, refestelados em sua estabilidade perpétua, tramando formas mirabolantes de assinar o ponto fora do horário sem serem incomodados.

Os problemas podem ser resolvidos. Não do dia para a noite, nem por uma única pessoa ou categoria. Não com apenas força, muito menos com a recorrente frouxidão com que nos acostumamos no trato deste assunto.

No próximo artigo afunilaremos a conversa.

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Por Renan Alves da Cruz

Como melhorar a educação brasileira – Parte IV: Ainda a meritocracia…

Prosseguindo em nossa série sobre a educação brasileira, retomamos o tema da meritocracia, iniciado AQUI.

No artigo anterior, escrevi o seguinte:

O aluno pobre aprende dentro da própria escola que sua condição justifica maus resultados.

Este tipo de atuação “pedagógica”, que, na verdade, transcende a utilidade do ambiente escolar para exercer militância ideológica, frauda e solapa as possibilidades de desenvolvimento e ascensão de inúmeros jovens brasileiros, que, sob orientação de professores militantes, são incitados a exigir compensações advindas daquele detestável ente abstrato: o sistema.

É preciso combater com todas as nossas forças o modelo pedagógico Paulo-Freiriano, para que os professores compreendam que devem ir além de discursos politiqueiros e, efetivamente, cobrarem resultados de suas turmas.

Devem se comprometer a ensinar com empenho, reconhecendo as dificuldades e inclinações de cada um, sem, no entanto, transformar discursos de vitimismo social em muletas.

Deveria ser obrigação do professor esclarecer que bons resultados geram recompensas. Este conceito precisa voltar à escola, substituindo o que temos hoje, no caso, professores que ensinam alunos pobres que melhorar de vida não depende deles, mas sim da sociedade que tem de lhes pagar pelo malgrado.

Logo, na grande maioria dos casos, é sepultada a grande oportunidade que estes jovens têm de entender o quanto ter uma vida melhor passa pelos nossos próprios esforços e que, embora vivamos sim numa conjuntura desiludida, é possível ascender e empreender.

O ciclo iniciado aí vai desaguar na violência urbana.

A esquerda alega que o jovem migra para a criminalidade quando o “sistema” lhe ostenta coisas que ele não pode ter.

Contudo, isto ocorre porque dentro da escola eles foram ensinados a achar que o mundo lhes deve aquilo, porque são credores de uma dívida histórica, e que quando partem para o crime estão roubando dos outros o que deveria lhes ser de direito!

Por isso, a criminalidade, diferente do que dizem sociólogos às pencas, não é resultado direto de ausência de educação, muitas vezes é resultado do excesso da doutrinatória educação esquerdista brasileira, que planta na cabeça dos jovens suas sementes nefastas por décadas a fio.

A equação é simples: Quando aprendem que não precisam de notas para passar de ano, muitos internalizam o conceito, e acham que não precisam trabalhar para obter o resultado ansiado.

O conservador que opina sobre educação geralmente é acusado de defender arcaísmos. Muitos argumentam contra a reprovação e contra a “rotulação”, através de notas. Ninguém mais pode ficar triste, ninguém pode se sentir inferiorizado.

Por isso, muitas escolas hoje em dia, em seus campeonatos esportivos, dão medalhas a todos os participantes; e a mediocridade é premiada, como escrevi neste artigo.

Não defendemos uma escola arcaica, reduzida a metodologias de cinquenta anos atrás. Pelo contrário, apoio o uso de novas tecnologias em aula, e creio que elas, bem usadas, com certeza mais ajudam do que atrapalham. Há infográficos maravilhosos na internet, que servem para esclarecer um sem número de assuntos.

Assim, advogar uma retomada, não significa reduzir uma aula a uma combinação estanque de giz e lousa, mas sim deplorar a mistura de baile funk e sarau de emaconhados que tomou conta do ambiente estudantil brasileiro.

A meritocracia não implica em inflar os bons e desprezar os ruins. É construir no bom aluno o senso de orgulho de sua conquista, incentivá-lo a se tornar um agente de auxílio aos outros colegas com maiores dificuldades, criando nestes um objetivo, um norte atingível, que os estimule a melhorar cada vez mais, ansiando também pela sua recompensa, adquirida e conquistada por seu mérito.

A pedagogia em voga no Brasil deplora a meritocracia. Tudo o que defendo aqui é o oposto do que está sendo ministrado nas universidades brasileiras por e para pedagogos.

Entretanto, o método utilizado hoje em dia é o deles, não o meu.

Método que, creio que ninguém duvida, não está funcionando.

Por Renan Alves

 

Invasores de escolas podem pagar custos do ENEM 2

Invasores de escolas, cheios de ódio e mimimi, prejudicaram milhares de estudantes que se inscreveram no ENEM.

Por conta das invasões, somente agora alguns milhares de alunos farão a prova do ENEM o que, obviamente, gera custos ao governo, ou seja, os delinquentes invadem escolas e a conta é paga pelo contribuinte.

Felizmente o governo resolveu agir com bom senso e com vistas a não penalizar o pagador de impostos que trabalha arduamente. A Advocacia Geral da União (AGU) abriu processo administrativo no âmbito do Inep, órgão do MEC que organiza o Enem, para que sejam calculados e comprovados os custos da nova aplicação do exame.

E o que fará a AGU com esses dados? Leiam essa reportagem do Diário do Poder

A Advocacia Geral da União (AGU) abriu processo administrativo no âmbito do Inep, órgão do MEC que organiza o Enem, para que sejam calculados e comprovados os custos da nova aplicação do exame, neste último fim de semana, estimados em mais de R$10 milhões. A AGU pretende “individualizar as condutas” e cobrar esse custo das entidades estudantis que patrocinaram as invasões às escolas. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As invasões foram patrocinadas por entidades como UNE e Ubes (estudantes secundaristas), há décadas “aparelhadas” pelo PCdoB.

Invasões em 404 escolas de 21 estados impediram mais de 240 mil alunos de prestar exame do Enem, nos dias 5 e 6 de novembro.

Alunos das próprias escolas raramente participam das invasões. Filmagens não são permitidas para não desmascarar os “estudantes”.

Encerramos

Fazemos coro para que a AGU faça isso mesmo. Fazemos coro para que a justiça não se cale e não se curve aos grupelhos em questão e que as entidades que promoveram e incentivaram invasões de escolas, paguem cada centavo não só relativo à prova do ENEM, mas também, a possíveis depredações que tenham causado nos prédios públicos.

Os invasores de escolas devem aprender que seus atos autoritários têm consequências na esfera jurídica.

Por Jakson Miranda

 

Estudantes invasores e professores instigadores… E você se pergunta por que nossa educação é uma porcaria!

A coluna de Luiz Felipe Pondé na Folha desta semana está imperdível.

Pondé andou falando algumas barbaridades nos últimos tempos. Disse que se tivesse de escolher entre Bolsonaro e Jean Wyllys, votaria em Wyllys. Também disse ser contra o Escola sem Partido, mesmo reconhecendo que a doutrinação existe e é grave.

Pensei que havíamos o perdido para o lado canhoto da força, com falas que pareciam torná-lo um Leandro Karnal menos pomposo.

Porém, apesar de termos algumas diferenças abissais em nossa observação de como a direita deve atuar, reconheço que o filósofo estava inspirado nesta semana:

Alguns trechos:

Sei que muitos inteligentinhos vão ficar nervosinhos, mas, no que se refere a esta onda de invasões que tomou conta das escolas, os professores que apoiam e os estudantes autoritários que realizam o fazem, antes de tudo, porque uns não querem dar aulas e os outros não querem ter aulas. Casamento perfeito sob a “bênção” do blá-blá-blá da “luta pela educação”. Uma das formas mais cínicas de ser um professor ruim é sê-lo em nome de um mundo melhor. Você pode passar a vida inteira sendo esse professor ruim e enrolar todo mundo. Para isso, basta dizer que “acredita na educação para formar cidadãos do futuro”.

Antes, um pequeno reparo: claro que a educação no Brasil é um lixo. Mas a politização dos estudantes e dos professores é uma das causas para ela ser um lixo. Um modo chique de torná-la um lixo, dizendo que a está salvando. Como violentar alguém dizendo que está fazendo aquilo porque ela gosta.

(…)

Umas das melhores formas de matar a educação é dar a ela missões demais. Outra é dizer que ela forma “cidadãos do futuro”. Como são do “futuro”, ninguém sabe direito o que são. Desconfio de quem diz “eu acredito na educação”. Para mim, soa como dizer “eu acredito em energia ruim” –ou seja, não quer dizer nada.

(…)

Outro problema com essas ocupações é que são levadas a cabo por uma parte mínima dos alunos se dizendo representar a totalidade dos alunos. Representa nada. O movimento estudantil sempre foi uma excelente escola para você virar um daqueles “políticos de Brasília”: alienado do resto do mundo, mentiroso e manipulador de sonhos. Essas invasões sequestram a escola dos outros, apenas.

Há pouco tempo, recebi um e-mail de um aluno de mestrado de uma grande universidade em que ele contava como um professor de sociais deu aos alunos duas opções de trabalho para nota: a primeira, ir a uma manifestação contra o Temer (e, assim, “fazer política” de fato); a outra, não ir e fazer prova oral. O que você escolheria se não estivesse a fim de estudar?

 

É mais do que tempo de começarmos a avaliar qual o grau de responsabilidade dessa professorada tacanha e oportunista nos rumos da educação brasileira. Estamos sempre cheios de cuidados no trato do assunto “professor”, como se criticá-los fosse como cuspir nos anjos.

É preciso dimensionar o nível de prejuízo a longo prazo causado por imbecis do calibre deste que Pondé menciona no último parágrafo.

Quantos professores não estão tornando alunos militantes de sua causa sindical?

Quantos alunos não estão sendo feitos de trouxas, acreditando que o que é bom para os professores é necessariamente bom para a educação.

O fato de a mídia aplaudir este tipo de totalitarismo, como Jakson Miranda mostrou AQUI, mostra como precisamos ser seletivos em relação a informação que consumimos e aos formadores de opinião que permitimos formar as nossas.

O governo Temer precisa sustentar as medidas instituídas, e avançar em outras.

E os vândalos devem ser reprimidos em favor da maioria pacífica.

E, Pondé, sério mesmo, que mesmo depois de ter escrito o que escreveu, você ainda é contra o Escola sem Partido?

 Por Renan Alves da Cruz 

 

Reforma educacional – Temer cederá aos invasores?

A reforma educacional, ou, a reforma do ensino médio, tornou-se um dos temas “polêmicos” do governo Temer na educação.

Ademais, é saudável quando um governo é pautado por discussões de projetos: reforma educacional, reforma da previdência, PEC 241 e por aí vai.

Há os que são a favor e há os que são contra.  Em um país democrático, ou, que se pretende democrático, as pautas políticas são ganhas ou perdidas no campo do confronto de ideias.

Aos que optam por trilhar o caminho do protesto a regra básica numero 1 é a do respeito aos outros que não concordam com a manifestação, e o ponto essencial dessa regra é o das liberdades individuais.

Nesse sentido, é impensável aceitar como democrático ou legal o ato de ocupar escolas. Melhor, o ato de invadir escolas. Pois, como bem disse Alexandre Garcia, as escolas devem está ocupadas em ensinar e os alunos, ocupados em aprender.

Assim, as invasões são práticas encabeçadas por uma minoria, que impede todos os outros de frequentarem normalmente as aulas.  É antes uma atitude autoritária e antidemocrática e é também, uma estratégia de chantagem.

E o que deve fazer o governo? Agir com pulso firme, com autoridade e não ceder um milímetro sequer aos chantagistas.

E o que se propõe que o governo Temer faça? De acordo com nota da colunista Mônica Bérgamo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, proporá que Temer não leve adiante a MP da reforma educacional.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tentará negociar com o governo a retirada da MP que trata da reforma do ensino médio. O assunto passaria a ser discutido no âmbito de um projeto de lei que já tramitava no Parlamento.

O jornalista Kennedy Alencar, faz coro à ideia:

Nesse contexto, outro sinal de bom senso seria retirar do Congresso a medida provisória que propõe uma reforma do ensino médio e fazer esse debate por meio de um projeto de lei, como reivindicam os estudantes.

Encerramos

A questão que fazemos é: O governo Temer cederá aos invasores de escolas? Caso aceite a ideia, esdrúxula, Temer estará legitimando a chantagem e sofrerá derrotas após derrotas.

É bom lembrar que esse mesmo governo, no seu inicio, cedeu a chantagem dos artistas em relação ao MinC.

Só que diferente da questão do MinC, voltar atrás na MP que trata da reforma educacional, será um sinal de fraqueza e de falta de rumo.

Petistas e afins estão salivando com essa hipótese. Rodrigo Maia, do DEM, tem se mostrado uma nulidade ao governo e em especial ao seu partido. Mais parece um cavalo de Tróia a serviço das esquerdas.

A quem tu serves Maia?

Por Jakson Miranda

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