Ministro da Educação, Mendonça Filho, é favorável ao Escola sem Partido

Mesmo sem tocar no tema, o Escola sem Partido esteve presente na entrevista que o ministro da Educação, Mendonça Filho, concedeu às páginas amarelas da revista Veja.

Para quem já leu a entrevista a mensagem é clara: O ministro é favorável a que tenhamos uma escola e educação sem viés doutrinário. Ou seja, Mendonça Filho é favorável ao Escola Sem Partido.

Leiam as perguntas e as respostas dadas pelo ministro.

Um dos seus últimos atos foi trocar integrantes do Conselho Nacional de Educação (CNE), instituição que tem em mãos a missão crucial de chancelar o primeiro currículo brasileiro. Por que fez isso?

O mais importante foi tirar o peso ideológico da configuração deixada pela gestão anterior. Havia uma unidade de pensamento afinada com o petismo e a lógica sindical. Agora, o perfil do conselho ficou mais técnico e representativo.

O senhor que substituir a ideologia passada por qual ideologia?

Por nenhuma outra ideologia. Pretendo mais equilíbrio, mais variedade. Havia gente muito engajada politicamente, e isso é ruim. Em educação, o conhecimento técnico é fundamental.

De todos os currículos de disciplinas apresentados, o de história foi o mais controverso. Ele muda ou fica como está?

A primeira versão tinha um viés ideológico absolutamente distorcido, além de deixar de fora capítulos como Grécia, Roma e Revolução Francesa. Expressava as convicções daqueles que a escreveram. A segunda versão avançou, mas ainda precisa ser aprimorada. Por isso vamos ouvir mais gente boa, para fazer uma peneira mais rigorosa.

Mas aqui também fica uma dúvida: é o caso então de trocar um viés ideológico por outro, trocar a visão de esquerda das coisas por um olhar de direita, de centro?

Não. As crianças devem ser apresentadas a todo tipo de ideologia, de Karl Marx a Adam Smith. Não se pode ter uma leitura única na escola, um panfleto dogmático. Em vez de panfleto, de qualquer cor, devemos oferecer a leitura dos grandes pensadores no original. E cada um escolhe seu caminho. Nosso objetivo, até onde for possível ir, é não deixar que a escola se torne domínio de determinada doutrina, mas que seja aberta e plural nas ideias. Do ponto de vista técnico, a meta é chegar a um currículo irrepreensível. Podem me cobrar depois.

Encerramos

Está aí, nas perguntas e respostas, mais uma prova de que a educação está ideologizada. Torcemos para que o ministro consiga colocar suas ideias em prática. Para que seu filho não seja doutrinado na escola, VOTE a favor das propostas do Escola sem Partido.

Infelizmente não foi tocado nesse ponto, mas bem que Mendonça Filho poderia trocar o patronato da educação brasileira. Poderia trocar por alguém mais culto e sem viés militante.

Por Jakson Miranda

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