Greve geral pode ser boa para milhares de brasileiros. Saiba por quê.

Hoje cedo publicamos um post sobre a greve geral de amanhã. Ato promovido pela CUT e outros sindicatos e claro, com o apoio entusiástico do PT e demais partidos de esquerda.

Não, amigos, fiquem tranquilos. Não vamos nos contradizer. Apenas queremos registrar que há motivos suficientes que nos levam a acreditar que a greve geral promovida pela esquerda, pode ser boa para milhares de brasileiros.

A razão é muito simples e pode ser resumida da seguinte forma:

Pensem que amanhã, para os que irão trabalhar, será um dia extremamente positivo e produtivo, sem aquele seu colega pançudo esquerdista o tempo todo falando de suas ideias furadas, trabalhando pouco porque não para de “debater” política.

Sem contar aqueles casos em que realmente não dá para ficar calado diante de tanta idiotice dita pelo petista que o ambiente fica carregado. Amanhã será um dia de paz!

Para centenas de milhares de alunos, de todos os níveis, amanhã será um dia a menos de doutrinação esquerdopata! Quem sabe amanhã esses alunos terão a oportunidade de ler um livro e conversar com alguém que realmente lhes ensine algo importante? Pensem no ganho para a formação desses brasileiros!

Se amanhã algum valente tiver a brilhante ideia de depredar prédios públicos e privados e enfrentarem a policia, segundo feira terão que ir trabalhar com a bunda dolorida por ter tomado um merecido cassetete. Imaginem a humilhação do pançudo e o regozijo zombeteiro dos demais colegas?  Isso não tem preço!

Aí está! A greve geral pode ser boa para milhares de brasileiros. Por motivos totalmente alheios à pauta petralha dos grevistas.

Por Jakson Miranda

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Na greve geral nesta sexta feira, só vai esquerdista?

Alguns setores e sindicatos estão aderindo à greve geral nesta sexta feira. Para os moradores dos grandes centros urbanos, será mais um dia de caos.

Para quem não lembra, há pouco mais de um mês, houve a convocação de uma greve geral, agendada para o dia 15 de março, uma quarta feira. Na ocasião, escrevemos o seguinte:

Por mais que a greve geral tenha sido convocada por grupos de esquerda e ligados ao PT, não deixamos de reconhecer sua legitimidade. O que lamentamos é que esse tipo de paralisação seja exclusividade da esquerda.

O principal motivo de paralisação tem como alvo a Reforma da Previdência e logo não é um assunto que diz respeito à oposição X governo, à direita ou à esquerda, mas, a sociedade como um todo, sem verniz ideológico ou partidário.

Não se discute a necessidade da reforma, porém, acredito que por mais necessária que seja esse não é o momento, e o caminho escolhido pelo governo não é o mais adequado.

E então, será que em pouco mais de um mês, continuamos apoiando uma greve geral, como ficou subtendida no post do dia 15? Reparem que nesse ínterim, a reforma da Previdência continua sendo discutida e a reforma Trabalhista já está em fase adiantada. Mesmo que a toque de caixa e com pouco dialogo com a sociedade, o governo acertou na reforma Trabalhista, em extinguir o fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Creio que esse fato por si só, é suficiente para ser comemorado, exceto pela esquerda e seus pançudos sindicalistas. Logicamente que todas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo senado.

Diante do exposto até aqui neste artigo, fica claro que se antes, nós do voltemos à direita entendiamos e víamos justificativas plausíveis para um antipetista e antiesquerdista aderir à greve naquele momento, tais justificativas desaparecem na greve geral nesta sexta feita.

Assim, o ato de amanhã tem apenas uns poucos interessados, cujos interesses estão longe dos interesses dos trabalhadores. E quem são esses interessados? Oras, é claro que são os sindicatos! É claro que são os esquerdistas!

E não, eles não estão se manifestando contra a corrupção. Estão se manifestando apenas com o objetivo de ganhar uma sobrevida para 2018 e nesse ponto, o governo Temer tem sido um belo cabo eleitoral à turma, conforme escrevemos no post do dia 15,

A greve geral de hoje, que de geral não tem nada, mas chama atenção, mostra-nos que a esquerda ainda tenta ganhar uma sobrevida e certa influência e só chegamos a isso porque o governo Temer, ao invés de seguir o clamor das ruas que derrubaram Dilma, melhor, ao invés de ouvir a “direita xucra”, resolveu seguir o caminho inverso. Chafurdando-se e afundando-se cada vez mais fundo no lamaçal em que a velha classe política reside.

E não será diferente na greve geral nesta sexta feira. Aliás, a única diferença que salta aos olhos, é assistirmos diferentes grupos, inclusive setores da igreja católica, como a CNBB, apoiarem tal greve, que nada tem de ato pelo Brasil, mas sim de excesso de pauta da esquerda. Em vídeo, o bispo da diocese de Santarém, no Pará, Dom Flávio Giovanele, convidou todos a se posicionarem firmemente em relação à reforma da previdência e trabalhista.

Giovanele é italiano e deve conhecer bem nossa CLT. Não porque ele seja um estudioso do assunto, mas sim, como todos sabemos, porque a inspiração para as leis trabalhistas no Brasil vieram do fascismo italiano.

De fato, sindicalismo e CLT são por demais fascistas e historicamente estão umbilicalmente ligados às esquerdas. Não obstante, aqui e acolá vem alguns tontos quererem ligar o fascismo à direita. Pra cima de mim, não!

Por fim, respondendo a pergunta: Na greve geral nesta sexta feira, só vai esquerdista? Sim. Esquerdistas, picaretas ou desinformados.

Por Jakson Miranda

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Reforma da Previdência ressuscita PT

A reforma da Previdência tem sido tema de intensos debates. Basta alguém puxar uma conversa qualquer, mesmo com desconhecidos, e o risco do papo pender para a questão das mudanças nas regras de aposentadoria é grande.

Nós, do Voltemos à Direita ainda não havíamos escrito sobre a questão de forma direta e explicita e o que me proponho a debater aqui está longe de ser a voz de um especialista. Logo, tratam-se mais de dúvidas e inquietações que compartilharei nesse espaço.

Para inicio de conversa adianto que reconheço a gravidade e necessidade de uma reforma da Previdência. Apenas um tolo irá colocar em dúvida a quebra do sistema previdenciário brasileiro. Todavia, uma das questões que deve ser levantada é: A reforma proposta pelo governo irá resolver o problema?

Estou cada vez mais convencido que o governo Temer está lidando com essa necessária reforma com uma visão extremamente equivocada. Tanto é verdade que o governo resolveu não incluir servidores municipais e estaduais na nova proposta. Por quê? Porque alguns parlamentares estavam resistentes à ideia uma vez que em suas bases, estavam sofrendo criticas e pressões.

Esse é um problema que já mencionei aqui. Michel Temer, ao invés de buscar apoio popular, prioriza o apoio político. Trata-se de uma postura que adotada desde primeiro dia do novo governo, serviu para angariar a antipatia da população pelo presidente e ressuscitar a esquerda moribunda. Ou seja, um possível fortalecimento do PT em 2018, será de total responsabilidade de Michel Temer e seus apoiadores.

A grande verdade é que por mais necessária, a proposta de reforma da previdência até agora não conseguiu convencer parcela significativa da população. Este que vos escreve não está convencido e não estou convencido porque a previdência não é o único problema do Brasil e não creio que seja o mais urgente.

A urgência de reformas no Brasil se arrasta por décadas.

É necessário que se tenha uma reforma tributaria, que simplifique a arrecadação e diminua o peso dos tributos no PIB.

É notório que a população não suporta mais o excessivo peso do Estado. Carga tributária beirando os 40% do PIB; 40 ministros que em rodas de conversa têm se tornados seguidores de Ali babá, isso sem enumerar os aspones de 2º e 3º escalões.

Possuímos uma legislação trabalhista arcaica, herança de Getúlio Vargas. Todos sabem que a CLT é inspirada no fascismo e é revelador sabermos que tal CLT nascida do fascismo, é defendida com unhas e dentes pelos grupelhos de esquerda. Estamos falando de uma legislação que pouco defende o trabalhador de um lado, e do outro, inibe o empregador.

Observe caro leitor e leitora, na minha lista de prioridades a reforma da Previdência estaria em último lugar e é fácil entender o porquê disso.

Quando os especialistas defendem a reforma da Previdência, nesse momento, balizam seus argumentos comparando o Brasil com outras nações. O curioso é que entram na lista majoritariamente, países de primeiro mundo como EUA, França e Alemanha. Nesse sentido, ninguém menciona as enormes diferenças produtivas e Per Capita do Brasil e esses países.

Dito de outra forma, estou convencido, e quero está redondamente engano, e se eu estiver alguém me corrija, mas a reforma da previdência uma vez aprovada, prejudicará o pobre trabalhador brasileiro.

A lógica do governo parece ser pautada pelo bom senso: o trabalhador entra no mercado de trabalho no máximo com 25 anos, contribui com a previdência por 49 e se aposenta com 65 anos. Oferecesse essa lógica a um alienígena, ele a aprovaria de olhos fechados. O problema é que a referida lógica esconde dois graves e sérios problemas.

O primeiro deles é que o salário médio do trabalhador brasileiro fica em torno de R$ 2.000. Com esse salário, é difícil para o pai de família ter alguma reserva financeira, financiar um imóvel ou mesmo pagar mensalmente uma previdência privada. Lembrando que com a velhice, vêm juntos os problemas de saúde e a necessidade de tomar medicamentos regularmente. Essa é a triste realidade de milhões de aposentados hoje e a reforma proposta por Temer não alterará nem melhorará esse quadro.

O segundo problema é que o Brasil, desde sempre, não consegue apresentar um desenvolvimento econômico continuo e duradouro, mas sim, os conhecidos voos de galinha. Isso significa ciclos de geração de emprego e ciclos com períodos de desemprego galopante, como o atual. Nesse sentido, são difíceis as chances de um trabalhador manter-se ininterruptamente por quarenta e nove anos no mercado de trabalho sem ser atingido pelo desemprego. O resultado é o risco de esse trabalhador precisar trabalhar até por volta dos 70 anos para pleitear os 100% de aposentadoria.

Qual a solução?

Como já afirmamos, acreditamos que o melhor caminho seria Temer ter priorizado a reforma Tributária e a diminuição do Estado. Não seria fácil, mas teria o apoio popular. Poderia dá errado, mas o contrário também é verdadeiro e o Brasil estaria mais bem capacitado para um novo ciclo de crescimento econômico. Conjuntamente à reforma Tributária, a reforma Trabalhista.

O efeito dessas duas reformas, bem sucedidas, seria vistoso: crescimento econômico, geração de emprego, maior arrecadação tributária e previdenciária. Nesse cenário, uma proposta de reforma previdenciária seria aceita sem grandes sobressaltos.

Na minha humilde visão e opinião, repito, Temer priorizou o que deveria ter ficado por último e errou. Seu erro pode ter como consequência dois funestos resultados: Uma reforma da  Previdência falha, cheia de arremedos e ineficiente no combate ao problema, e a volta do PT, quiçá Lula, em 2018.

Sabemos quem é quem na política, mas, entre a verdade e a propaganda, o eleitor é propenso a escolher a propaganda e fingir desconhecer a verdade.

Assim, o governo Temer tem sido um excelente e eficiente cabo eleitoral do PT. E a reforma da Previdência tem sido uma ótima propaganda para o PT. Não que os petistas e a esquerda esteja certa, mas, porque o governo Temer está errado.

E para você, qual Reforma é urgente e necessária? 

 

Por Jakson Miranda

 

 

Ministério da Cultura financiou “Museu das Putas” com dinheiro dos pagadores de impostos

Por Marcelo Faria, publicado no Ilisp: 

Em mais uma demonstração de como o dinheiro roubado dos pagadores de impostos é “bem utilizado” pelos políticos e burocratas estatais, a Fundação Nacional de Artes (Funarte), ligada ao Ministério da Cultura, pagou à APROSMIG (Associação das Prostitutas de Minas Gerais) uma “premiação artística” no valor de R$ 75 mil em junho de 2016.

De acordo com a página da APROSMIG no Facebook, a verba foi destinada para financiar o “Museu do Sexo das Putas”, uma “residência artística” que teve duração de seis dias. Como informa o site oficial do “evento”, a programação contou com um “Seminário-Roda de Conversa ‘Partilha de Sentidos – Por uma Nova História das Prostitutas de Minas Gerais’”, um “Encontro de Resistências: o Samba, o Hip Hop e as prostitutas”, o lançamento de um “Guia Turístico”, um ” Debate com movimentos feministas sobre prostituição” e foi encerrado com o samba “Orgia Cruel”.

 

Oposição convoca greve geral contra governo em vias de paralisia

Os grupos de oposição ao governo Temer convocaram para hoje uma greve geral. Trata-se de uma greve contra um governo em via de paralisia.

Por mais que a greve geral tenha sido convocada por grupos de esquerda e ligados ao PT, não deixamos de reconhecer sua legitimidade. O que lamentamos é que esse tipo de paralisação seja exclusividade da esquerda.

O principal motivo de paralisação tem como alvo a Reforma da Previdência e logo não é um assunto que diz respeito à oposição X governo, à direita ou a esquerda, mas, a sociedade como um todo, sem verniz ideológico ou partidário.

Não se discute a necessidade da reforma, porém, acredito que por mais necessária que seja esse não é o momento, e o caminho escolhido pelo governo não é o mais adequado.

Ainda nesse ponto, Temer e sua equipe falham em não dialogar com os principais interessados na questão: os trabalhadores.

Posso está enganado, mas, não me lembro de nenhuma campanha voltada a conscientizar o trabalhador sobre a importância das mudanças nas regras de aposentadoria. E o resultado não seria outro senão uma grande rejeição ao governo e uma enorme antipatia e oposição à reforma.

Ou seja, Temer trata a Reforma da Previdência como um arranjo político cujo fim é angariar votos e apoio entre seus pares, e esquece que o tema requer mesmo é um amplo acordo e pacto com a sociedade.

No escopo de uma questão tão espinhosa, vem a lista que o Procurador Geral da Republica, Rodrigo Janot, encaminhou ao Supremo. Embora parte dos nomes da lista de Janot seja nacionalmente conhecido, por ser quem são, o impacto no governo e em suas pretensões futuras de reforma é enorme, como bem espelhou a jornalista do Estadão Vera Magalhães, que escreveu o seguinte:

Alguns dos integrantes do primeiro escalão do governo Michel Temer estão em mais de um pedido de inquérito na lista de Rodrigo Janot – há cinco ministros no total. O Ministério Público Federal se fecha em copas diante da pergunta de um milhão de dólares: o próprio presidente está no rol daqueles que terão alguma providência pedida a partir das delações da Odebrecht? Resposta de todas as fontes: vamos aguardar o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, levantar o sigilo dos documentos.

Tal situação equivale, na prática, a fazer letra morta do critério anunciado pelo presidente para afastar ministros: saem temporariamente os denunciados, e definitivamente os réus. Com parte significativa da Esplanada atingida no peito por citações de envolvimento em esquema de propina ou caixa 2, o governo poderá ficar temporariamente paralisado.

De imediato, a inanição política e administrativa do Executivo coincidiria com o dia de paralisação nacional anunciado pela oposição. O risco é de que o Congresso, com a cúpula igualmente alvejada, também não se ocupe mais de nenhuma pauta que não diga respeito à própria sobrevivência. Reformas da Previdência e trabalhista devem entrar, num primeiro momento, em compasso de espera, cujo ritmo será ditado pela Lava Jato.

Voltamos

Não se trata de uma fórmula exata, mas, tudo isso somados se tornam ingredientes mais do que suficiente para que o trabalhador, mesmo sendo um antipetista e antiesquerdista convicto, engrosse as fileiras dos grevistas.

Estamos falando de um estado de coisas que cedo ou tarde iria acontecer e mais uma vez, nos encontramos na contingência de repudiarmos os imbecis que tentam colocar isso na conta da “direita xucra”. Não!

A greve geral de hoje, que de geral não tem nada, mas chama atenção, mostra-nos que a esquerda ainda tenta ganhar uma sobrevida e certa influência e só chegamos a isso porque o governo Temer, ao invés de seguir o clamor das ruas que derrubaram Dilma, melhor, ao invés de ouvir a “direita xucra”, resolveu seguir o caminho inverso. Chafurdando-se e afundando-se cada vez mais fundo no lamaçal em que a velha classe política reside.

O resultado não poderia ser outro.

Por Jakson Miranda

México tem a obrigação moral de apoiar muro

Não é que Trump está a fim mesmo de cumprir o que prometeu em campanha? A construção do muro, ou muralha, com a fronteira do México foi anunciada ontem pelo presidente republicano.

Os primeiros dias de Trump na Casa Branca e as primeiras medidas do seu governo têm me deixado em estado de graça, não pelas medidas em si, mas especialmente, pelo mimimi buliçoso da imprensa.

Ele, sempre ele, e vocês sabem de quem estou falando, passou agora a dizer que Trump está agradando a esquerda mundo afora. Ou o cara é um comediante ou acha que seus leitores são otários. Ora Trump é da extrema direita. Ora Trump agrada a esquerda. Que coisa mais coerente!

Vamos falar do muro!

Sem nenhuma surpresa e já fica claro que estamos batendo em cachorro morto, a imprensa tem abordado a questão de forma covarde. Se não faz isso com intuitos funestos, o faz por pura ignorância, resultante, esta ultima, da preguiça de ler, pesquisar ou raciocinar. A chance de ser a soma disso tudo é enorme.

Ok! Pode-se acreditar que a construção do muro não é a melhor saída para lidar com a imigração, logo vem a pergunta: Então o quê?

Acredito que qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, deseje para si e sua família uma vida de oportunidades: emprego, bons salários, segurança, enfim, uma vida tranquila. Infelizmente esse modelo de vida não é para todos.

Infelizmente, para uma esmagadora parcela da população de países como Brasil e México, para ficarmos apenas nesses dois casos, trata-se de uma perspectiva quase que inalcançável. Daí vem a tentação de tentar a sorte em outro lugar. Por que não a maior economia do mundo?

Muitos de nós já tivemos a oportunidade de conversar com alguém que já foi aos Estados Unidos ou que tem algum parente por lá. Na grande maioria dos casos, ninguém quer voltar ao Brasil, apesar das saudades.

Todavia, o processo de entrada é difícil. Isso é natural, pois estamos falando de um país com mais de 300 milhões de habitantes. Com chegadas diárias de novos e permanentes moradores. Nessa dinâmica, cabe ao governo americano colocar tudo na balança: Geração de empregos, transporte, educação, saúde, segurança, etc. tamanha complexidade de fatores obriga a tomada de medidas restritivas e cautela. Caso contrário, estaríamos falando de um governo irresponsável.

Observem bem que no parágrafo acima falei dos imigrantes que vão aos Estados Unidos seguindo todos os tramites legais exigidos por aquele país que cada vez mais se vê obrigado a aumentar as exigências.

E o que dizer das imigrações ilegais?

É impressionante! Os veículos de comunicação de massa não dão à questão sua devida importância. Se afirmarmos que isso é banditismo intelectual disfarçado de jornalismo não estaremos indo muito longe. Trata-se de imigração ILEGAL, ou seja, fora da lei, ilícito, logo, proibitivo.

É importante lembrar a essa gente que ainda fazemos parte de uma civilização e que somos exortados a nos tornarmos pessoas civilizadas, que seguem as regras do jogo, que esforçam-se para fazer o certo e seguir aquilo que a justiça determina que deve ser seguido. E pelo bem dessa civilização, é responsabilidade do Estado combater aquilo que a Constituição do país aponta como ilegal e proibitivo.

Donald Trump e sua equipe de governo acreditam que a construção de uma extensa muralha, será eficaz no combate a imigração ilegal via fronteira mexicana. Pelo visto, o eleitor norte americano enxergou essa opção como viável financeiramente e factível no combate aos ilegais. Há outra alternativa além do muro?

É obvio que para a família de mexicanos que está em dificuldades no seu país, o paraíso parece estar logo ali, basta atravessar a fronteira. A tentação é enorme! Para o brasileiro que não conseguiu pelas vias legais, para o guatemalteco, hondurenho, boliviano, peruano, enfim, só é preciso chegar ao México e atravessar a fronteira.

Nesse ponto, a realidade dos fatos urge vir à tona: Quantos conseguem chegar ao destino final? Não! Não é essa a interrogação que melhor se adequa a realidade fronteiriça entre México e Estados Unidos, mas, essa outra: Quantas pessoas morrem anualmente tentando atravessar a fronteira? Estamos falando de homens, mulheres e crianças. Estamos falando de vidas!

Segundo estimativas de pessoas que lidam com essa questão, entre 2000 e 2016, mais de 6 mil pessoas morreram nessa travessia. Falam isso levando em consideração corpos e ossadas encontradas e avaliam que o numero de vitimas pode ser exponencialmente maior.

Sob o ponto de vista ético e moral, é uma realidade humanamente inaceitável! São vidas perdidas e ninguém se responsabiliza por essas perdas. Preferem agora, o silêncio cúmplice em relação a isso, ou, a gritaria bocó contra as medidas de Trump.

Posso antever algum “expertinho” logo vir argumentar que o número de mortes por ano é relativamente baixo e, portanto, os riscos compensam. Será? Será que chegar como ilegal em qualquer país é sinônimo de felicidade e sucesso?

Somos forçados a lembrar que é justamente nessa população de ilegais que criminosos de diferentes matizes veem a oportunidade de ganhar a vida: Desde o trabalho de domesticas sem nenhum direito à exploração sexual.

De acordo com estimativas divulgadas pela Federação para Reforma da Imigração FAIR, entre 16 e 19 mil pessoas são TRAFICADAS para os EUA anualmente. São pessoas que são sujeitas a todo tipo de maus tratos e a todo tipo de exploração física e econômica.

Bem, se você acha que tudo isso não representa nada no computo geral, receio por sua ética, por seu senso de moralidade e por sua consciência.

Se tudo isso lhe deixou incomodado, certamente você irá concluir que alguma coisa precisa ser feita.

Cidadãos mexicanos são vitimas dessa ilusão e como representante de seus cidadãos, o governo do México tem a obrigação moral de apoiar o muro ou trazer à discussão, uma alternativa melhor.

Por Jakson Miranda

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Voltemos à direita desmascara famoso blogueiro de Veja

Antecipadamente, quero pedir desculpas aos nossos leitores. Mais uma vez, nós do Voltemos à Direita, nos encontramos na obrigação de escrever um texto falando sobre o blogueiro de Veja, Reinaldo Azevedo.

De antemão desejamos ao referido jornalista nossos sinceros pensamentos positivos quanto à sua saúde. Pedimos a Deus que dê a Reinaldo Azevedo, saúde, força e muitos anos de vida.

Feitas as considerações iniciais, vamos ao embate.

Já não é novidade que o pensamento do Voltemos à Direita e o de Reinaldo Azevedo estão muito distantes um do outro. Arriscamos dizer que os pensamentos do blogueiro de Veja, hoje, se encontram longe da maioria dos brasileiros que se identificam com a direita, o que é algo a se lamentar.

Reinaldo Azevedo optou por não ser uma das vozes da direita. Sim foi uma opção sua. E ao seguir o caminho escolhido, Reinaldo se diminuiu e começou a se destacar tão somente como um antipetista, nem tão antipetista assim, numa margem, e na margem oposta, um ferrenho apoiador do governo Temer.

Não somos contra o governo Temer, todavia, não nos forçamos a fazer malabarismo retórico para defender o atual governo.

Pois bem, para quem entrou no blog de Azevedo hoje, se deparou com artigos que dão a exata dimensão do seu ultragovernismo. Reinaldo Azevedo faz parte do governismo radical, embora ele negue.

Vamos lá.

Em um dos posts, Reinaldo Azevedo passou a defender o uso das Forças Armadas!

Temer faz o certo: Forças Armadas! Este blog na reunião! 

Isso mesmo, amigos. Reinaldo Azevedo reconhece que em casos excepcionais, é constitucional a intervenção militar.

Escreve ele:

Atenção! A atuação das Forças Armadas na manutenção da segurança e da ordem públicas é constitucional. Está no Artigo 142:
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.”

Quando que os militares são bem vindos e quando não são? Depende da opinião do blogueiro de Veja! Sobre isso, o Voltemos à Direita já colocou o valente em seu devido lugar, quando escrevemos o artigo Intervenção militar e o blá,blá,blá de Reinaldo Azevedo 

Que me desculpem os que ainda tomam Azevedo como referência e lhe dão audiência. Os artigos do jornalista não primam pela coerência e possuem enormes disparidades, ora a favor, ora contra, camufladas sob uma verborragia, que tem lá seu estilo, mas, extremamente cansativa com o tempo.

Em outro artigo, Reinaldo não cora ao defender o retorno da CPMF:

Você topa 0,1% de CPMF para Segurança? Não? Então o quê?

Leiam o que consta nesse artigo

Os brasileiros aceitariam pagar 0,1% sobre transações financeiras para garantir recursos permanentes para a segurança pública, com esse dinheiro sendo gerido por uma Autoridade Federal com mandato definido pelo Congresso e metas claramente estabelecidas?

Jesus!! Jesus!! Jesus!! O cara tá defendendo mais imposto! O cara tá defendendo a volta da CPMF!

Qual brasileiro aceita ter aumentada a carga tributária? Qual brasileiro quer ter de volta a CPMF?

Que fique claro, a CPMF, criada em 1996 no governo FHC, tinha o nobre objetivo de arrecadar recursos para a saúde pública. E então, resolveu o problema?

Tanto a CPMF resolveu o problema da saúde pública (leiam isso em tom irônico) que os parlamentares resolveram pelo seu fim, em 2011.

E o que dizia Reinaldo Azevedo em 2011? Vamos lá!

A picaretagem da volta da CPMF. O que eles já disseram 

Trecho do que ele afirmava nesse artigo

Que governo bacaninha! É de deixar qualquer ortodoxo sem imaginação babando na gravata. No dia em que anuncia a elevação do superávit primário em R$ 10 bilhões (APLAUSOS, APLAUSOS!!!) — e, portanto, nada de mais gastos com a Saúde —, dá a entender que pretende enfiar a mão no bolso da sociedade para financiar o setor. Quando se bate a carteira da população, os mercados não reagem mal. Já o anúncio do superávit maior causou uma verdadeira excitação no mercado…

E ainda em 2011 essa pérola

É assim que se fala: Alckmin defende ajuste no orçamento para custear saúde 

Alguém consegue nos dar uma explicação minimamente coerente para se criticar a CPMF em um momento e no outro apoiar? Alguém consegue nos explicar aonde está a coerência em aplaudir um ajuste no orçamento para custear a saúde em um momento e no outro, sugerir a volta da CPMF para custear os gastos com presídios?

Encerramos

O  Voltemos à Direita mais uma vez presta um serviço público ao colocar os pingos nos is no que escreve Reinaldo Azevedo.

Nosso orgulho não vai além disso: Denunciar as derrapagens retóricas que visam ludibriar a sociedade.

Quanto a constatação de que o principal blogueiro de Veja, pelo qual nutri por um tempo simpatia e admiração, não passa de um ilusionista retórico em decadência? Ah, isso não traz orgulho. Isso nos traz o sentimento de vergonha alheia. Pobre Reinaldo Azevedo.

Por Jakson Miranda

Crise nos estados: Fazenda não reconhece calamidade financeira

A crise nos estados, em particular nos estados de Minas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, tem dado o que falar.

Para o Ministério da Fazenda, a saída encontrada pelos governos desses estados, de decretarem situação de calamidade financeira, não tem respaldo legal.

Leiam essa reportagem

Estados enfrentam um caos nas finanças. Os governos de Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul decretaram estado de calamidade financeira e, com isso, esperam atrasar o pagamento de dívidas, mas não vai ser tão simples. O problema é que essa regra da calamidade só é prevista para desastres naturais. Para o Ministério da Fazenda, essa manobra não colou.

Especialistas dizem que a lei não prevê essa tal calamidade financeira. No entendimento dos estados, essa condição dá a eles a possibilidade de flexibilizar algumas regras da Lei de Responsabilidade Fiscal sem que eles sejam punidos. Flexibilizar, no caso, é não cumprir. Para o Ministério da Fazenda, não é bem assim.

(…)

O problema é que eles usaram uma regra que vale para situação de calamidade pública, que é quando o governo enfrenta um problema, um desastre natural, como uma enchente. Nesse caso, a lei prevê a possibilidade de suspensão temporária das punições. Segundo especialistas, situação de calamidade financeira é algo novo, que não está previsto em lei.

O advogado tributarista Marcos Joaquim diz que se esse conceito de calamidade pública for estendido para calamidade financeira, como querem os governadores, isso pode ter consequências perigosas.

“Calamidade financeira é uma carta que os estados pretendem para não cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal. Ela criará duas situações: uma: ações de improbidade contra o gestor público. Duas: ações daqui a cinco, dez, vinte anos  – são os famosos ‘esqueletos’ – de pessoas que vão se sentir prejudicadas diante deste pacote econômico que virá com base à calamidade financeira”, explicou o advogado.

Nem o Ministério da Fazenda reconhece os tais decretos de calamidade fiscal dos estados. Informou que não há norma tratando da possibilidade legal de permitir conduta com base nessa declaração de calamidade financeira.

Encerramos

É fato que os estados estão falidos. E diferentemente de uma empresa privada que pune o mau gestor com demissão ou coisa pior, na referida crise os únicos punidos serão os servidores e a população que necessita de serviços essenciais como a saúde.

Como que a crise nos estados chegou a esse nível? Como que se permitiu que tal crise fosse gerada? Essa é mais uma herança dos governos petistas no governo federal  que estimularam a irresponsabilidade fiscal dos governos estaduais.

Esse é o Brasil brasileiro.

Por Jakson Miranda

Por aposentadoria integral trabalhador terá que contribuir por 49 anos

Por aposentadoria integral trabalhador terá que contribuir por 49 anos, essa é a proposta que o governo encaminha ao Congresso para a reforma da Previdência.

Entende-se por aposentadoria integral o recebimento, quando aposentado, de 100% da sua média salarial.

Leia reportagem de Veja

Para receber 100% do  seu salário médio quando se aposentar, o trabalhador precisará contribuir para a Previdência por 49 anos, de acordo com o novo modelo proposto pelo governo nesta terça-feira. A reforma propõe que a regra de cálculo do benefício seja um piso de 51% da média de salários de contribuição do trabalhador, acrescido de 1 ponto porcentual por ano de contribuição. Na prática, o piso da taxa de reposição será de 76% da média de salários, uma vez que a idade mínima subirá para 25 anos. As informações foram dadas nesta terça-feira pelo secretário da Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano.

Com uma taxa de reposição mínima de 76%, se alguém tiver média de salário de 2.000 reais, e quando chegar à idade mínima de 65 anos, tiver contribuído por 25 anos, receberá 1.520 reais. Assim, com o mesmo salário médio de 2.000 reais, se o trabalhador tiver 30 anos de contribuição ao se aposentar, terá direito a 81% de reposição (51% mínimos + 30% por 30 anos). Nesse caso, com 30 anos, receberia 1.620 reais de benefício.

As novas regras valerão para homens com menos de 50 anos e mulheres abaixo de 45 anos. Quem estiver acima desta faixa, terá um regime especial de transição, ainda não detalhado.

Encerramos

Ok, ok. O Brasil está seguindo a tendência mundial de aumentar o tempo de contribuição do trabalhador. Ocorre que, a média salarial do brasileiro pode ser considerada baixa, tendo em vista que o Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo.

Dito de outra forma.

A reforma da Previdência deveria, obrigatoriamente, vir acompanhada de outras reformas, como a trabalhista e tributária, com o fim de alavancar a economia do país, oferecendo assim, aumento continuo da média salarial, estabilidade e oportunidade de crescimento profissional.

Na toada em que caminha e se encontra nossa economia, a referida reforma da Previdência é mais uma penalidade ao trabalhador brasileiro que hoje, sofre com o desemprego e amanhã, ao se aposentar, pode sofrer com as agruras causadas pelo Estado.

Por Jakson Miranda

Lava-Jato em ação: Cunha está preso

Eduardo Cunha está preso! Cunha agora está a caminho de Curitiba, preso pela Lava-Jato. E agora, Cunha?

Folha de São Paulo

O ex-deputado Eduardo Cunha foi preso em Brasília pela Polícia Federal nesta quarta-feira (19) e sua casa no Rio foi alvo de operação de busca e apreensão.

A prisão e a busca foram autorizadas pelo juiz federal Sergio Moro nesta terça-feira (18), que passou a tratar do caso do ex-parlamentar depois que ele perdeu o foro privilegiado com a cassação de seu mandato.

A casa de Cunha fica na Barra da Tijuca, na zona sul do Rio. O ex-deputado foi preso nos arredores do seu prédio em Brasília. A PF estava procurando o peemedebista desde o período da manhã.

Ele está sendo levado ao hangar da PF em Brasília e deve chegar em Curitiba entre 17h e 18h.

O ex-deputado é investigado sob suspeita de ter recebido propinas para liberar recursos da Caixa Econômica Federal, entre outros crimes.

Encerramos

É impressionante como a Operação Lava-Jato persegue e prende todos os políticos ligados ao PT. Isso é golpe!!!  (Risos)

Entendam que o que vai acima é uma ironia. Uma brincadeira.

Vamos ficar atentos aos desdobramentos dessa prisão. Cunha sabe muito e pode implodir Brasília.

Por Jakson Miranda

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