GOVERNO ESTUDA LIBERAR SAQUE DO FGTS

O governo Bolsonaro estuda liberar saque do FGTS ainda esse ano. Segundo Paulo Guedes, a intenção da equipe econômica é que se libere até 35% do saldo das contas ativas o que será suficiente para injetar na economia um valor aproximado de R$ 42 bilhões!

O Ministério da Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). 

A liberação de saque do FGTS será somada a outras medidas

Enxergo que liberar o saque do FGTS  pode ser uma excelente alternativa para dar um impulso à economia. Ou seja, milhões de trabalhadores que estão com uma graninha “retida” no FGTS pegarão parte do valor e investirão na reforma da casa, na compra de um bem, ou mesmo, no empreendedorismo.

São medidas que obviamente podem promover a geração de empregos e assim, criar um circulo virtuoso de crescimento econômico.

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É certo que muitos irão criticar a medida. De fato, liberar saque do FGTS por si só pode ser uma medida inócua e até mesmo arriscada. Não é esse o caso pois a essa iniciativa somarão a aprovação da previdência, privatizações e mais a frente, a reforma tributária.

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Volto a dizer, até o final de 2020 estaremos em um outro patamar econômico.

Por Jakson Miranda

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA ENTRE AS MAIS COMENTADAS NO TWITTER

Frequentemente reformas duras propostas pelo governo são rechaçadas pela população. Não é o que ocorre com a Reforma da Previdência.

Em uma sociedade como a nossa, que até pouco tempo estava acostumada a “privilégios” e “direitos” é virtuoso que isso seja rechaçado em prol de um Brasil melhor.

É com essa percepção popular, contrária a “direitos” e “privilégios” que hoje o plenário da Câmara começa a discutir e encaminhar a votação da reforma da previdência.

Observa-se não só pelas redes sociais mais nos grupos de conversas no mundo real, é um forte apoio às mudanças propostas pelo governo. No twitter, a hashtag #1TrilhaoSemPrivilegios ocupa as primeiras posições.

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Que frise-se. Tudo isso é resultado da conscientização de que da forma que está não podemos continuar. Ou o Brasil cresce e oferece oportunidades a todos ou ficará estagnado, com alguns poucos usufruindo direitos e privilégios. E essa quebra passa pela reforma da previdência.

Há alguns dias trouxemos a informação de que a Bovespa havia batido mais um recorde e registramos que com a aprovação da reforma, outros recordes virão.

Até o final de 2020, não tenho dúvidas, estaremos em outro patamar de crescimento. Aí sim, muitos outros índices históricos serão alcançados pela Bovespa.

É obvio que aqueles que se opõem à Nova Previdência fazem presença, no mundo real e nas redes sociais. Todavia, fazer oposição a algo obriga o opositor a oferecer uma alternativa melhor. Não precisamos dizer que esses que se opõem estão na esquerda, certo? Também não precisamos lembrar que eles não têm nada melhor a oferecer.

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Por Jakson Miranda

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BOVESPA BATE RECORDE E CHEGA A 104 MIL PONTOS

A Bolsa de valores de São Paulo – Bovespa fechou o dia com alta de 0,44% e chegou aos 104 mil pontos.

Isso significa que registrou-se até aqui, a maior alta da história da Bovespa em termos de pontuação.

Isso foi possível porque os investidores se animaram com a aprovação na Comissão da Reforma da Previdência. Ou seja, podemos ter um vislumbre do crescimento que irá proporcionar quando a nova previdência for aprovada pelo plenário.

Desde que Bolsonaro assumiu, no inicio do ano, a Bovespa vem batendo seguidos recordes. Primeiro, chegou aos 100 mil pontos. Ontem, aos 103 mil e hoje, já chegou aos 104.

Vale destacar que outras mudanças virão em especial a reforma tributária.

Marcos Cintra, o secretário da Receita, pretende finalizar os últimos detalhes do texto em breve. A ideia é mandar a proposta à Câmara logo após a aprovação da reforma da Previdência.

Apenas um desinformado ou alguém com má fé dirá que o governo não está trabalhando. “Não está fazendo nada” é o que alguns teimam em dizer.

Pelo contrário, o governo Bolsonaro está fazendo e muito. E todos sabiam que esse primeiro ano seria dedicado para colocar a casa em ordem.

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Até o final de 2020, não tenho dúvidas, estaremos em outro patamar de crescimento. Aí sim, muitos outros índices históricos serão alcançados pela Bovespa.

Por Jakson Miranda

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MERCOSUL E UNIÃO EUROPEIA FECHAM ACORDO: BOLSONARO COMEMORA!

Mercosul e União Europeia finalmente chegaram a um acordo. Algo que já estava próximo no decorrer dessa semana, foi formalizado no dia de hoje.

Estamos falando de uma discussão que estava sendo tratada desde 1999, ou seja, foram 20 anos de fracassos nas negociações. 

O tratado, que abrange bens, serviços, investimentos e compras governamentais, vinha sendo discutido há duas décadas por europeus e sul-americanos. A rodada final de negociações foi iniciada por técnicos na semana passada. Diante do avanço nas tratativas, os ministros do Mercosul e da União Europeia foram convocados e, desde quinta-feira, 27, estão fechados em reuniões em Bruxelas.

O acordo entre Mercosul e União Europeia representa um marco. É o segundo maior tratado assinado pelos europeus – perde apenas para o firmado com o Japão, segundo integrantes do bloco – e o mais ambicioso já acertado pelo Mercosul, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Pelas Redes Sociais, o presidente Jair Bolsonaro comemorou o desfecho, mencionando o insucesso das rodadas anteriores, em gestões passadas, nosso presidente classificou o acordo como HISTÓRICO.

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Por Jakson Miranda

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HERANÇA MALDITA: 90% dos países crescem mais que o Brasil

Os governos petistas nos deixaram uma herança maldita sem precedentes. Para corroborar com essa certeza visível a olho nu, afinal são 13 milhões de desempregados, dados divulgados pelo FMI indicam que 90% dos países vão crescer mais que o Brasil.

Nem mesmo os supostos anos “dourados” do ex-presidente Lula, hoje um condenado e preso, se salvam. São quarenta anos na rabeira da economia global!

Pesa contra os governos petistas o fato de que entre 1991 e 2000 tenhamos enfrentado a inflação. Foi um período de ajustes.

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Os que torcem pelo quanto pior, melhor

Já nos governos Lula, nenhuma mudança significativa foi feita, o condenado,governou por oito anos baseado em um populismo barato e na corrupção endêmica.

O que temos de 2011 a 2020 é resultado daquilo que foi feito pelo líder petista e tocado adiante pela “presidANTA”. É a HERANÇA MALDITA!

O engraçado é que agora a cobrança recai sob o atual governo que “nada fez” em 100 dias de governo.

Por Jakson Miranda

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Não consigo apoiar a greve dos caminhoneiros

Em seu sexto dia seguido, a greve dos caminhoneiros tem afetado a vida de milhões de brasileiros. E mesmo assim, a população tem demonstrado se não um apoio efetivo, ao menos uma simpática compreensão.

O problema é que pouco se sabe sobre a pauta de reivindicações dos grevistas. Na verdade, são tantas que talvez nem os próprios grevistas devam saber por qual objetivo concreto estão em greve.

As reivindicações vão desde redução do diesel ao valor do frete que as empresas pagam aos motoristas, mas também há aqueles que reclamam do valor do pedágio e ainda, tem os que querem simplesmente fazer campanha.

“Começou com os autônomos. Mas como a situação está ruim para todos, as empresas (e os motoristas contratados por elas) também aderiram. E aí surgem várias associações, várias pessoas querendo representar. Tem também alguns que são pré-candidatos (às eleições de 2018)”, diz o caminhoneiro Ivar Schmidt, um dos principais líderes dos protestos de caminhoneiros de 2015, que afirma não estar à frente das movimentações atuais. 

Já nas manifestações de 2015, ocasião em que a greve dos caminhoneiros não provocou tanto estrago, escrevi o artigo Protesto dos Caminhoneiros e a aposta na política errada nele, observei o seguinte:

Honestamente, não sou a pessoa mais indicada a falar favoravelmente a qualquer tipo de greve. Não porque eu seja contra as reivindicações de melhorias de trabalho, mas, porque sei que a grande maioria dos sindicatos no Brasil, são franjas do petismo, e sabemos no que isso dá. Quando não são franjas do petismo, as associações sindicais têm ao menos dois outros pecados: Carrega uma visão corporativista, o que nem sempre é bom e enxergam o Estado como principal solucionador dos seus problemas, deixando, porém,  muita das vezes, de exigir do Estado aquilo que realmente deveria ser exigido.

Acrescentei ainda

Trata-se de um protesto cuja questão central são as condições de trabalho dos caminhoneiros? Pelas reivindicações noticiadas pela Folha, sou mais uma vez, obrigado a discordar. Por quê? Oras, o setor está pedindo mais e mais regulações do Estado, quer a intervenção pesada do governo. Uma ajudinha aqui e outra acolá. No fim, isso em nada contribuirá para a melhoria das condições de trabalho do setor.

Aquele contexto político era diverso do atual, quando o atual governo já vive clima de fim de feira. O que indica não ter mudado é a natureza dos protestos.

Em excelente editorial do jornal conservador Gazeta do Povo, somos levados a refletir sobre certos direitos que todos possuímos em uma sociedade democrática,

Não se nega que os caminhoneiros autônomos, quem primeiro levantou a voz sobre os preços do diesel, possam ter razão em algumas de suas reivindicações. Talvez a política de reajuste quase diário dificulte o cálculo do frete em um mercado já fortemente onerado e depreciado pelo aumento da oferta, decorrente da política de subsídios do governo Dilma Rousseff (PT). Entende-se que as pessoas estejam bravas, que a retomada da economia patine, mas há um sem-número de alternativas legítimas para defender as próprias pautas em uma democracia.

E finaliza de forma brilhante,

Os caminhoneiros rejeitaram a redução apenas da Cide proposta pelo governo federal, rejeitaram o gesto de boa vontade da Petrobras, que diminuiu o valor do diesel em 10% por 15 dias, rejeitaram a aprovação do fim do Pis/Cofins pela Câmara e agora parecem ter rejeitado a proposta de ontem. Prometem suspender o movimento apenas se o Senado aprovar o pacote da Câmara e o presidente Temer o sancionar. Não cedem um milímetro em suas reivindicações e fazem ouvidos moucos ao chamamento à razoabilidade. Confirmam, assim, que seu movimento nunca teve nada de democrático. Pelo contrário, é mais do velho autoritarismo e do corporativismo à brasileira.

Diante dos motivos expostos, não consigo apoiar a greve dos caminhoneiros.  Além disso, prezo pelos meus direitos, de ir e vir e isso me leva a ser  solidário àqueles que não aderiram à greve e que gostariam, mas tiveram esse direito suprimido de forma autoritária, de continuar trabalhando.

Por Jakson Miranda

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No dia do Trabalho, Temer aumenta Bolsa Família

Atualmente, o Brasil do fome zero e do Bolsa Família, conta com mais de 13 milhões de desempregados. É uma multidão que não enxerga nenhuma expectativa de futuro a curto prazo. No famoso dia do trabalho, restará a esses desempregados sonharem com um trabalho… ou com o benefício do Bolsa Família.

Depois de uma mini reforma trabalhista que não alterou o quadro da geração de empregos, esperava-se que o presidente Michel Temer viesse em rede nacional e emitisse ao menos algumas palavras de esperança a esses treze milhões de desafortunados.

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Joaquim Barbosa é de esquerda. É só isso que sei!

No mundo ideal, talvez o presidente anunciasse alguma medida digamos mais radical, como por exemplo, a redução do papel do Estado na economia para assim, deixar as empresas e empresários mais confiantes em investir no país.

No mundo real, no entanto, tudo indica que o presidente anunciará mesmo é mais um aumento do Bolsa Família.

O presidente Michel Temer (MDB) vai aproveitar o feriado do Dia do Trabalho, no 1º de maio, para anunciar um reajuste do programa Bolsa Família. Trata-se do segundo reajuste na conta do benefício desde que Temer chegou ao Palácio do Planalto, em maio de 2016. A previsão é que o reajuste fique próximo à reposição da inflação de 2017, algo inferior aos 3%. Em miúdos, significa que o poder de compra será apenas mantido. Mas para o governo o que importa é o simbolismo. 

Se você não tem emprego, meu amigo, não se preocupe e não acorde cedo para procurar um. Recorra ao Bolsa Família.

É o Estado onerando ainda mais o trabalhador para manter sua forte presença na economia. É mais uma vez, a prática da sabia verdade de que o Estado nos amputa uma das pernas, ou as duas, e nos presenteia com um par de muletas.

Por Jakson Miranda

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As diferenças entre os nossos políticos e os da Noruega

Na Noruega, país com o maior IDH do mundo, os políticos não são remunerados.

Os que gostam de soluções fáceis para problemas difíceis já sacariam da cartucheira a certeza: “oras, então tiremos o salário dos nossos políticos para virarmos uma Noruega.”

Porém, se você tiver alguns neurônios, nem precisa muitos, somente alguns a mais que o Tico Santa Cruz, por exemplo, você com certeza será capaz de entender que aqui por nossas bandas o buraco não faz verão, ou, se preferir, uma andorinha só fica muito mais embaixo, para aglutinar alguns de nossos ditados.

O Brasil não será Noruega a despeito do que fizermos com o salário dos políticos.

Cortar o salário seria uma boa solução?

João Dória, por exemplo, se tornou prefeito de São Paulo, mas não fica com o ordenado que recebe. É um homem rico, empresário consolidado, para quem o valor é ninharia. Desde que empossado doa o salário, já que não pode se recusar a receber.

A lógica do político não assalariado é esta: atrair homens de situação financeira resolvida, que tenham gana ou talvez vaidade de se sobressair na função de gestor público. Figuras que, economicamente plenas, sejam menos cobiçosas às corruptelas nossas de cada dia.

Mas até que ponto, num país como o Brasil, isto seria crível? Será que teríamos quadros suficientes para preencher todos os espaços da vida pública com sujeitos encerrados em tal situação?

Quantos empresários de sucesso teriam condição de largar seus negócios e se dedicar pro bono ao serviço político, sem interesse de se locupletar?

Como isso se daria nas cidades pequenas? Haveria cidadãos locais em todos os municípios com tais requisitos e com abnegação suficiente para assumir a responsabilidade, tanto no caso de prefeitos quanto de vereadores?

Ou somente estaríamos aditivando a corrupção, com os políticos tomando propina de cada contratinho fechado, da mais vistosa obra viária ao edital de cuidado com arborização… um pouquinho de cada um, para compensar, pois sabe como é, né… Nem relógio trabalha de graça…

A solução então seria continuar pagando os salários e os benefícios colossais aos políticos?

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Há quem defenda que parar de pagar os políticos afastaria o interesse de bons quadros intelectuais de se envolver na política… Ou seja, o nível pioraria…

Entretanto, há de se pensar. Há como o nível piorar?

A classe política brasileira recebe salários exponenciais e benefícios surreais. A verba destinada a sustentar a paquidérmica política brasileira é estelar.

E mesmo assim eles continuam roubando!

Ou seja, temos medo de parar de pagar os políticos e eles roubarem por isso.

Mas estamos pagando uma fortuna e eles estão roubando mesmo assim.

Será que isso tem a ver com o fato de o Brasil ser Brasil e a Noruega ser a Noruega?

Penso que políticos devem receber um bom salário, que seja suficiente para exercerem a função sem roubar. Mas os benefícios são exagerados. Deveriam ser revistos.

Mas isso jamais acontecerá, pois quem votaria a proposta de redução seriam os próprios políticos…

Uma redução drástica dos penduricalhos seria essencial, assim como o fim da aposentadoria especial. Político sequer deveria se aposentar em função do cargo, já que se candidatar é uma opção volitiva. A aposentadoria deveria ser restrita ao trabalho original do proponente.

Quem não achasse justo que não se candidatasse.

A aposentadoria especial para políticos é uma excrescência.

O judiciário também precisaria de uma revisão severa nos rendimentos, que acabasse com os penduricalhos e os auxílios clamorosos, mas esta abordagem para fica para outro artigo.

Mas o que resolveria mesmo o caos político do país  – perdoem o clichê – seria acabar com a maldita impunidade. Político condenado por corrupção tinha de ser preso e excluído vitaliciamente da vida pública.

Assim como o estuprador pensaria duas vezes antes de estuprar e o ladrão antes de roubar se as penas fossem mais severas e cumpridas, o político pensaria duas vezes antes de roubar.

Aí só entrariam mesmo os que estivessem cientes e satisfeitos com o bom salário que a carreira política proporciona.

Isto irá acontecer? Não.

É só olhar para o nosso STF, para os políticos e para o POVO QUE OS ELEGE, que temos esta certeza.

Quem sabe num futuro longínquo…

Não estarei aqui para ver, a não ser que a criogenia avance bastante nos próximos anos, mas deixo minha torcida.

Quem sabe um dia, muito muito distante, os noruegueses queiram descobrir qual o segredo de sucesso do Brasil.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir!

Para aquele que entende pelo menos o bê-a-bá da ideologia política, há a disposição um vasto dicionário de adjetivos para qualificar o pensamento e a veia prática do esquerdismo.

Psicopatia, mentira, falsidade, imoralidade, destruição, segregação são alguns destes termos.

Mas confesso que a palavra que mais associo à esquerda é HIPOCRISIA.

Não há nada mais esquerdista do que exigir, verberar, reivindicar – e quantos verbos semelhantes você quiser utilizar – dos outros aquilo que o próprio não faz.

Esta é a essência máxima do pensamento de esquerda: a consideração de posse de um suprapoder de imposição de normas que devem ser seguidas por todos os outros, exceto por quem as impõe.

O ativista/pensador/militante de esquerda sempre mira que suas ações são em defesa do povo, e que este povo não quer tal defesa porque foi alienado e não sabe do que e de quem precisa ser defendido… Assim, cabe às sumidades decidir quais são as causas e determinar que todos os outros as sigam, para o seu próprio bem.

E é claro que esse sistema, que atesta ser igualitário, SEMPRE cria uma casta privilegiada, cujo padrão de vida causa inveja aos paxás, enquanto o restante dos “defendidos”, no caso 99,99% da população é ostracizada.

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Esquerdistas: os masoquistas do bem 

Assim, o esquerdismo sempre defenderá uma sociedade ideal na qual todos serão iguais, mas essa igualdade será restrita aos outros. Os proporcionadores da revolução estarão acima, para cuidar de tudo, já que trazem a nobreza embainhadas consigo.

É por isso que o esquerdista passa a vida defendendo que todos dividam suas posses, mas ele nunca reparte as dele; é por isso que ele verbera a necessidade da tomada dos meios de produção, desde que, claro, os meios de produção tomados não sejam os dele.

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É por isso que o MST só invade as terras que lhes convém, e nunca as fazendas imensas de quem lhes apoia a causa.

Porque, na verdade, o objetivo não é realizar uma reforma agrária indistinguível, mas sim, atacar alvos específicos.

Os muitos alqueires dos aliados não interessam aos sem-terra.

Também é devido à hipocrisia que o esquerdista não abre mão de sua herança, nem de deixar seus bens para sua família, mas quer que todos nós o façamos.

Bem como abominam a meritocracia, a não ser quando o mérito é deles…

É por isso que o esquerdismo nunca funcionou e não funcionará. Ele não entrega o que promete. Sempre cria uma elite superior que oprimirá quem está abaixo, mesmo que esta opressão seja travestida de realização do bem, mesmo que seja em nome da igualdade ou de qualquer outra palavra bonita.

Todo esquerdista é, portanto, um tirano em potencial, querendo lhe impor aquilo que ELE acha que é o melhor para você (e principalmente para ele), sob pena de morte caso você discorde.

Por Renan Alves da Cruz 

Saiba quanto os deputados torram POR DIA em verba de gabinete

Os deputados brasileiros torram uma fortuna diária com suas verbas de gabinete.

E é importante que você saiba quanto é este montante, afinal é VOCÊ que está pagando!

Respire fundo e se prepare. Evite pensar nas suas contas a pagar, nos boletos a vencer e na conta beirando o limite bancário. Não pense nisso agora, vá por mim, é melhor pra você!

Suas excelências, parlamentares brasileiros, gastam meio milhão POR DIA em verbas de gabinete.

POR DIA.

Lucio Vaz detalhou o direcionamento destes números absurdos em artigo publicado em A Gazeta do Povo:  

Despesas de deputados com combustível, aluguel de carros e aviões, passagens aéreas, divulgação, consultorias, hospedagem, alimentação, táxi, pedágio, enfim, tudo, já consumiram R$ 1,5 bilhão dos cofres públicos desde 2009, quando foi criada a “cota para o exercício da atividade parlamentar” – mais conhecida como “verba de gabinete”. Em oito anos, os deputados gastaram, em média, R$ 515 mil por dia.

O R$ 1,5 bilhão é mesmo valor que foi empenhado (reservado) este ano no programa Minha Casa, Minha Vida para atendimento a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil. Só nesta legislatura, os gastos dos deputados somaram R$ 522 milhões. O valor mensal da cota é definido de acordo com o estado de origem do parlamentar – quanto mais longe de Brasília, maior é a verba.

As maiores despesas no atual mandato foram com divulgação parlamentar e passagens aéreas: R$ 123 milhões e R$ 122 milhões, respectivamente (veja infográfico no fim deste post). Desde 2009, os dois itens superam a cada dos R$ 300 milhões. As passagens são necessárias porque permitem o deslocamento dos parlamentares dos seus estados até Brasília. Para a divulgação das suas atividades, eles contratam produtoras de vídeos, agências de publicidade, pagam cotas mensais a veículos de comunicação e blogueiros, imprimem jornais, cartilhas.

Apenas uma produtora de vídeos, a Incine Vídeo Web, já faturou R$ 2,3 milhões nesta legislatura, em contratos com 24 deputados. A sede da empresa, no Setor Comercial Sul de Brasília, ocupa duas salas com cerca de 30 metros quadrados cada (veja vídeo abaixo). Ali trabalham editores de vídeos, videografistas, editores, produtores. Cinco equipes de TV estão permanentemente no Congresso. No total, são 32 profissionais. Eles acompanham os parlamentares nas comissões, plenário e até em audiências nos ministérios. A empresa também atende emissoras de TV regionais e associações de classe. A empresa Nacom, do mesmo ramo, faturou R$ 1,2 milhão desde 2015.

O deputado que mais gastou com a divulgação do seu mandato foi o líder do PRB, Cleber Verde (MA), um total de R$ 770 mil. A maior parte – R$ 289 mil – foi investida no jornal Folha do Trabalho, distribuída no seu estado com matérias de vários parlamentares (veja foto abaixo). Além desse produto, a empresa oferece um folheto informativo individual para os parlamentares. De 2009 até hoje, a divulgação das atividades do deputado já custou R$ 1,85 milhão aos cofres públicos.

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) gastou R$ 1,58 milhão no mesmo período, mas com outro foco. Todo o dinheiro foi gasto com duas gráficas: a Balcolor (R$ 940 mil) e a Três Pontas (R$ 612 mil). “Eu imprimo cartilhas com o Estatuto do Idoso. É a minha área de atuação”, explica o deputado. Ele atua junto a aposentados, que preferem o material impresso a mensagens pela internet.

Nas despesas com passagens aéreas, a liderança neste mandato é de Paulo Pereira da Silva (SD-SP), com R$ 688 mil, e desde 2009 é de Wladimir Costa (SD-PA) – o deputado que tatuou o nome do presidente Michel Temer no braço –, com R$ 1,5 milhão. Entre as empresas aéreas, a TAM lidera no faturamento geral, com R$ 139 milhões – 9% do total da verba de gabinete –, seguida pela Gol, com R$ 102 milhões.

Leia também: Salário dos políticos, quanto deveria ser? 

O deslocamento dos deputados nos estados acontece por terra, água e ar. O aluguel de carros consumiu R$ 69 milhões na atual legislatura. Mais R$ 43,8 milhões foram gastos com combustível. Flaviano Melo (PMDB-AC) foi quem mais gastou com combustível: R$ 171 mil. Givaldo Carimbão lidera o fretamento de veículos, com R$ 316 mil.

O aluguel de aviões gerou gastos de mais R$ 7,3 milhões neste mandato. Quem mais gastou nesse item foi Átila Lins (PSD-AM), com R$ 701 mil. Considerando despesas feitas a partir de 2009, quem mais faturou foram as empresas Tope Line (R$ 951 mil) e a Ceará Táxi Aéreo (R$ 912 mil).

O fretamento de embarcações custou apenas R$ 107 mil na atual legislatura e R$ 455 mil desde 2009. O maior usuário foi o Delegado Éder Mauro (PSD-PA), com R$ 66 mil. Gastou R$ 44 mil com sete locações da lancha Focker 280 de Jerre Adriano.

Os deputados não deixam escapar nada. Tiveram reembolsos de R$ 2,88 milhões com despesas de táxis, pedágio e estacionamento. Quem mais faturou – R$ 691 mil – foi o Centro de Gestão de Meios de Pagamentos, que gerencia pagamentos a concessionárias de rodovias e estacionamentos em nove estados. O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) gastou R$ 62 mil com a Sipetaxi DF – empresa que recebeu um total de R$ 631 mil de deputados entre 2009 e 2017.

A manutenção de escritórios de apoio nos estados é outra despesa pesada. Foram R$ 57 milhões nesta legislatura e R$ 156 milhões desde 2009. O campeão de gastos é Vinícius Gurgel (PR-AP), com R$ 509 mil. Na terceira posição aparece outro deputado do Amapá, André Abdon (PP-AP), com R$ 455 mil. Uma coincidência entre os dois: eles alugaram imóveis de candidatos a vereador e prefeito nas eleições de 2016. Gurgel gastou R$ 439 mil com a locação de casas de aliados políticos, enquanto Abdon teve uma despesa de R$ 146 mil.

Edenilton Pereira aluga uma casa para Gurgel na Avenida Castelo Branco, nº 525, no centro da cidade de Ferreira Gomes (AP). Como as locações começaram em 2011, ele já recebeu R$ 144 mil do deputado. O aluguel está em R$ 3 mil. No ano passado, Edenilton, registrado como “Giro” no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi candidato a prefeito pelo PR no município, mas acabou renunciando.

Rômulo Nascimento foi candidato a prefeito em Porto Grande (AP), também pelo PR, e conseguiu 2.320 votos, mas ficou apenas na terceira colocação. Ele aluga um imóvel para Gurgel desde março de 2013 no valor de R$ 5 mil – o suficiente para alugar um apartamento de três quartos no Plano Piloto em Brasília. O imóvel de Rômulo fica na Rodovia Perimetral Norte, nº 1.942, salas A, B e C, em Porto Grande. Somando os aluguéis de 2011 e 2012, de menor valor, o total pago pelo deputado pelas locações chega a R$ 275 mil.

Maraína Martins, eleita vereadora pelo PR em Macapá (AP), com 4.707 votos, recebeu R$ 20 mil de Gurgel pelo aluguel de uma casa em 2015 no valor de R$ 2 mil.

Rômulo Nascimento também alugou uma sala (H) para André Abdon, por R$ 2 mil, entre fevereiro de 2015 e outubro de 2016 – justamente o mês da eleição – no mesmo endereço do imóvel locado para Gurgel. Recebeu um total de R$ 42 mil.

O deputado Abdon também alugou imóvel de Rarison Santiago (PRP), vereador mais votado em Santana (AP), pagando um total de R$ 60 mil, no mesmo período, até outubro de 2016. Por coincidência, o deputado alugou uma casa de Alzivan Alves (PRP), eleito vereador em Ferreira Gomes, com término do contrato no mês da eleição. Foram cinco meses de locação num total de R$ 15,5 mil.

A candidata a vereadora Irmã Joelma (PP) alugou imóvel para o deputado em Laranjal do Jari (AP), entre fevereiro de 2015 e junho de 2016. Fez apenas 79 votos e não foi eleita. Mas é grata a Abdon, como demonstra constantemente nas redes sociais.

Questionada sobre o aluguel de imóveis de vereadores, a assessoria de Abdon limitou-se a responder que “esses aluguéis já tiveram seus contratos encerrados ano passado. Nenhum está mais em vigência”. Gurgel não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem.

Os dados sobre a “Cota para o exercício da atividade parlamentar” estão disponíveis na página da Câmara na Internet. Mas o portal não permite fazer totalizações. Os dados desta reportagem foram obtidos com a utilização de filtros e buscas disponibilizados pela ONG Operação Política Supervisionada (OPS), que fiscaliza os gastos realizados com as verbas de gabinete da Câmara e do Senado.

A OPS conta com a ajuda de colaboradores, espalhados pelo Brasil, para o levantamento de informações necessárias para a conclusão de fiscalizações, como por exemplo, o envio de fotos de endereços suspeitos em diversas cidades do país. O trabalho de fiscalização é coordenado por seu fundador, Lúcio Batista, o Lúcio Big.

Segundo relata Big, já foram economizados mais de R$ 5,5 milhões do dinheiro público graças a estas fiscalizações e às exigências feitas diretamente aos parlamentares para que devolvam o dinheiro público indevidamente utilizado.

Retomo: 

Os números informados por Lúcio Vaz são avassaladores. Inquestionáveis. Temos uma verdadeira máquina de torrar dinheiro que funciona a todo vapor, sem pausa. A cada dois dias vão um milhão, a cada quatro dias vão dois milhões, a cada semana três milhões e meio!

E não para!

É por isso que o Brasil é assim.

Assim como?

Assim…

Por Renan Alves da Cruz