Vagas exclusivas para mulheres em Confins… Qual a lógica?

Leiam o que Rodrigo Constantino publicou em seu blog e vejam se não é estarrecedor o que se passa no Brasil atual:

 

Um leitor me mandou uma foto de uma vaga reservada para mulheres no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, assim como a troca de mensagens que teve com a empresa responsável pela gestão. O que fica claro é como as empresas, sob a ditadura do politicamente correto, estão tendo de agradar às “minorias” e ceder diante da pressão de sua agenda, mesmo que não sejam capazes de explicar com coerência as medidas que adotam. Vejam e tirem suas próprias conclusões:

Pois é. No afã de atender aos seus “diversos públicos”, corre-se o risco de esquecer a… maioria. Visando a comodidade das mulheres, a administração criou um benefício sexista, que talvez nem mesmo feministas “raiz” curtam. Afinal, por acaso mulher precisa de regalias?

Não me levem a mal: sou a favor do cavalheirismo. Acho até que homens poderiam carregar as mulheres no colo! Mas daí a criar um espaço reservado no estacionamento para “elas”, usando essa explicação esfarrapada, e depois ainda afirmar que não há exclusividade, isso já é demais da conta.

Na era das “minorias oprimidas” poderosas, cada grupo que diz representar uma categoria de “vítima” vai pleitear seu privilégio, e todos – estado e empresas – terão de ceder. Haverá vagas para índios, negros, gays, trans e toda a comunidade LGBTXYZQT.

Um mosaico de vagas em arco-íris, tomando conta do estacionamento inteiro. E lá no final, fora praticamente do estacionamento, o desgraçado do homem branco cristão terá de deixar seu carro, que é para aprender a nunca mais ser o vilão da humanidade!

Itaú Cultural esquerdando loucamente

Que coisa este Itaú Cultural, hein!

Sou de Humanas. Farejo um texto escrito por um esquerdista patético de longe. Pela primeira frase, na verdade, já é possível determinar o grau. Sempre os mesmos clichês e jargões, geralmente acumulados em sequências ininteligíveis.

Quanto mais pretensioso e ilógico, mais patológico é o grau de esquerdismo.

Já havia escrito sobre essa faceta da esquerda no artigo A Paranoia da Esquerda Tapada, mas vou te contar uma coisa: o escritor dos textos do Itaú Cultural é de outra galáxia!

Quer exemplo mais típico de esquerdismo: Trabalhar para a mais capitalista das instituições, um banco, ganhando bastante do vil capital para, sob a máscara da cultura, odiá-lo.

Deve ser dura a vida de quem ganha capital para falar mal de quem ganha capital.

O blog Politicamente Incorreto elencou alguns dos textos trazidos à vida pelo Itaú Cultural num catálogo de exposição. Olhem o nível da piração:

A globalização do modelo econômico neoliberal, sob a égide do capital financeiro, e os sistemas oligárquicos, com seus desdobramentos corporativos, promovem a concepção das cidades como mesoesferas de governação nas quais a desterritorialização é força motriz dos processos urbanos. As artérias desses organismos agigantados das megalópodes irrigam o funcionamento dos meios maquinais de produção, levando e trazendo oxigenação das periferias para o centro, em uma lógica que tem o acesso restrito à mobilidade urbana como impeditivo primeiro à continuidade da pulsação vital.

A superposição dos circuitos legais aos ilegais, assim como as violências que se mobilizam, configura outro aspecto constitutivo da governabilidade neoliberal: as políticas do medo, que têm por objetivo controlar a conduta das pessoas. (Observatório Itaú Cultural, edição 22)
*
Cada fragmento determina as relações entre o público e o privado, assim como entre o legal e o ilegal, segundo um critério de conveniência bastante flexível. Tal relativa autonomia, que não exclui a responsabilidade do conjunto nem do poder central, faz parte dos acordos entre as elites, mas também da incapacidade do Estado para administrar uma crescente complexidade.(Observatório Itaú Cultural, edição 22)
*
Precisamos de uma inicial e rápida formulação a respeito da linguagem e do uso de assertivas formais (teorias, modelos e tipos) no processo de análise de políticas públicas. Usar as narrativas como método é diverso de tomar tudo como narrativa, usar dados estatísticos como recurso analítico é diverso de tomá-los como medidas-limite de relações sociais, fazer contas ou usar proporções numéricas nem sempre é usar teorias econômicas, mas tudo isso envolve o uso de linguagens com estruturações e procedimentos específicos.(Livro “Políticcas Culturais: conjunturas e territorialidades”, 2017)

Retorno: 

Entendeu algo?

Não? Bem vindo ao clube.

Terminologia de esquerda não existe para fazer sentido. É forma de congraçamento interno e etiqueta de identificação entre os próprios participantes da seita.

É para mostrar que não se venderam para a elite opressora.

Mesmo que quem coloque o pão na mesa sejam os banqueiros.

Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

Neymar merece cada centavo que recebe

Me esquivei de escrever sobre a venda do Neymar, mas o assunto me perseguiu…

Não produzirei, no entanto, nenhum grande tratado… É mais uma nota de opinião do que um artigo.

Neymar foi jogar no Paris Saint Germain, na maior contratação da história do futebol. As cifras chegam quase ao nível da incalculabilidade. São cerca de 4 reais por segundo, ou coisa parecida.

O que não faltou nestes dias foi gente lamentando o absurdo que é pagar isso para um jogador de futebol e todo aquele blablabla que você conhece… E os cirurgiões? Professores ganhando pouco enquanto ele está milionário? E os policiais? Bombeiro sim que é herói e deveria ganhar isso e etc!

Como se professores ganhassem pouco porque o Neymar ganha muito! Como se houvesse uma quantidade pré-estabelecida de recursos com destinação estanque, de modo que para dar mais para o Neymar eu teria que tirar dos professores ou policiais, ou bombeiros.

Professor ganha pouco sim. A culpa não é do Neymar. Meu apreço pelos policiais é indizível, embora tenha tentado verbalizá-lo um pouco no artigo Honrar e Interceder pela Polícia é um dever de todo cidadão, e creio que deveriam ganhar muito mais, só que isso também não é determinado pelo Neymar.

Não existe uma Taxa Neymar de aumento ou diminuição salarial no Brasil. Os problemas existem antes dele, e permanecerão depois que ele se aposentar, bilionário.

O que essas pessoas fazem é especial? Sim. Muito.

Mas não são únicas… Neymar é único. Você pode gostar ou não. Você poder achar o futebol digno dessa relevância ou não… Mas o fato é que é o esporte mais popular do mundo, e neste contexto, ele é o jogador mais valioso, pelo potencial esperado em relação a idade que possui e o talento que tem.

Aposto que você que critica o Neymar por sair do Barcelona pra ir ganhar um transatlântico de dinheiro a mais também deixaria sua empresa para outra se a mesma proporção de reajuste lhe fosse oferecida.

No Brasil, todo mundo fala como se fosse um faquir abnegado, satanizando quem comete a indignidade de gostar de ganhar dinheiro honesto.

O dono do clube francês é bilionário e quer comprá-lo. O Neymar é um profissional requisitado, cujo mundo totalitário dos progressistas abnegados não cassou ainda o direito de trocar de emprego para ganhar mais.

Guarde sua inveja. Engula seu despeito.

E que cada categoria profissional de grande importância permaneça, no uso dos meios legais, tentando obter maior valorização profissional/salarial.

Só não ache que quanto o Neymar ganha ou deixa de ganhar tem algo a ver com isso.

Por Renan Alves da Cruz 

 

O que fortalece o PT não é a queda de Temer, mas sua permanência

Partindo do pressuposto de que vocês, leitores, formulam suas posições políticas baseando-se em valores e ideais, e não em interesses próprios e conchavos, concluo que querem o melhor para o país.

Também é o que queremos.

Para tal, é preciso usar menos a emoção e os instintos, e um pouco mais o raciocínio.

Há muita gente que hoje decanta o governo Temer e o defende com unhas e dentes, mediante a alegação de que sua queda fortaleceria o PT e traria Lula de volta em 2018.

Entre os defensores desta tese há gente bem intencionada, calcada em princípios legítimos, mas do qual educadamente discordo. No mesmo balaio há também os novos chapas brancas, os porta-vozes do Planalto, os amigos de tucanos, que usam o espaço na imprensa para pagar favores aos poderosos. Estes empunham tal defesa pelos motivos mais ladinos.

Mas vamos a uma compreensão analítica desta ideia:

Este grupo entende que, mesmo enrolado nas delações e gravações, e mesmo tendo sido o líder maior do PMDB durante todo o período em que a corrupção abundou e o PMDB se fartou, tal qual o PT e o PP – como lembrou Jakson Miranda no artigo Lula e o PT não querem derrubar Temer – Temer deve ser blindado e isentado para concluir o mandato, levando adiante as reformas que o país precisa.

Esta visão, presumo, entende que a conclusão das reformas melhorará a economia e esta melhora refletirá no humor político do brasileiro.

Por outro lado, uma queda de Temer agora ressuscitaria a figura política de Lula, que se apropriaria do discurso de que todos são iguais e que com ele, pelo menos, havia comida na mesa. A grande massa cairia na lábia e Lula voltaria todo pomposo ao Planalto.

Se aplicarmos à hipótese um olhar analítico, fica fácil compreender a irrealidade desta previsão.

Em primeiro lugar, a recuperação da economia não pode ser garantida com prazo especificado. Quem poderá dizer que as coisas se estabilizarão antes das eleições de 2018? O cenário econômico precisaria ser alentador para que isto fosse tomado como um ponto crucial na análise.

Além disso, para manter o cargo, Temer está negociando flexibilizações das reformas. Como garantir que elas realmente impactarão a economia, se é impossível prever de que forma serão – ou mesmo se vão ser – aprovadas?

Sobre a ascensão de Lula, o contexto é ainda mais claro. É só analisar seu capital político sob a hipótese de queda e a de permanência.

Sim, se Temer cair, o PT usará a tese do golpe para defender que foi ilegitimamente apeado do poder, mas terá um inimigo ferrenho a combater neste caso: a percepção popular de que o partido praticou corrupção e que faz parte da “farinha do mesmo saco” em que estão todos os outros.

A ideia de que todos  serem tratados como corruptos fortalece o PT pode funcionar em alguns recônditos mais lulistas do país, mas até agora não demonstrou prova de que sustentaria uma eleição.

“Mas Lula aparece em primeiro lugar nas pesquisas”, alguém pode argumentar.

E é aí que está em ponto. LULA APARECE EM PRIMEIRO JUSTAMENTE PORQUE A BLINDAGEM A TEMER REFORÇA O SENTIMENTO DE QUE HÁ UMA ELITE PROTEGIDA NO PAÍS!

É isso o que o PT quer. Se Temer cair, o PT vai usar a queda a seu favor, mas é muito melhor pro partido que ele permaneça. Para que, com toda a cara de pau que lhe é peculiar, Lula diga que a elite política brasileira tirou o PT do poder alegando corrupção, mas protegeu suas velhas raposas, com uma mãozinha do STF, outra do PSDB, e etc.

A tese preferida do PT, a da conspiração das elites, ganhará força.

Sim, e chegaremos a 2018 com Temer no governo, as reformas acontecendo (ou não) e Lula, se não for tornado inelegível – e hoje não é possível saber se isso acontecerá – poderá estar surfando num discurso de vitimismo, que é o seu preferido, com o jeito velhaco de sempre, “provando” com “fatos”, que houve um grande golpe para tirar o PT do poder sob alegação de corrupção, mas que os perpetradores do golpe, também corruptos, se blindaram.

E aí, Lula, calejado neste tipo de enfrentamento, ganhará musculatura para disputar para valer em 2018.

Não é a queda de Temer que pode ressuscitar Lula, mas sua permanência.

Por Renan Alves da Cruz

Cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

Você percebe que no Brasil as coisas beiram o surreal, quando descobre que até escolas de samba recebem uma “ajudinha” do governo.  Não precisamos dizer que o Estado brasileiro é demasiado grande, presente em quase todos os setores da sociedade.

Também não precisamos mencionar os inúmeros problemas que o Estado brasileiro, por conta do seu gigantismo irresponsável, não consegue resolver. Saúde, educação, segurança, infraestrutura e por aí vai.

Some-se à irresponsabilidade de um Estado perdulário, a corrupção endêmica. O mensalão e o petrolão são os exemplos mais citados, mas não os únicos. Por aqui, é raro não se criar dificuldades a fim de vender facilidades. É o jeitinho brasileiro.

Dito isto, gerou notícia em todos os grandes jornais e nas redes sociais, a intenção da prefeitura do Rio de Janeiro de reduzir em 50% da verba destinada pela prefeitura às escolas de samba.

Como de praxe, muitos seguiram pelo viés preconceituoso disfarçado de crítica, argumentando que o prefeito tomara tal medida por conta de sua religião. Estaria Crivella confundido a gestão da prefeitura com sua igreja e crença religiosa.

Acredito que esse tipo de “crítica”, como já afirmamos, além de preconceituosa, desvia o foco da verdadeira questão que deveria estar em discussão: Afinal, cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

Leia também: 

Revista VEJA quer Freixo no Rio. Ou: Não existe esse negócio de imprensa isenta!

Ator global Carlos Vereza, declara voto em Crivella

As escolas de samba do Rio de Janeiro, por meio da Liesa, argumenta que o carnaval carioca atrai turistas de todo o mundo, gerando empregos e impulsionando a economia da cidade, além, claro, de valorizar a imagem da cidade perante o mundo.

Por ora, me abstenho de tecer algum comentário detalhado sobre a “valorização da imagem da cidade” perante o mundo por meio do carnaval. Restrinjo-me apenas em lembrar que todos nós já sabemos o que os gringos pensam sobre as mulheres brasileiras e especificamente, sobre o carnaval carioca.

Sobre a questão econômica, o argumento utilizado pela Liesa escorrega em uma observação clara e precisa: O repasse da prefeitura às escolas de samba é conhecido como subvenção que nada mais é do que auxílio pecuniário, ou, socorro. Oras, se o carnaval é rentável economicamente e gera empregos, porque então não se buscam recursos junto à iniciativa privada?

Finalmente, a medida anunciada pelo prefeito Marcelo Crivella, tenha ela fundo religioso, seja ela objetivando unicamente a contenção de custos, foi bem aceita pela população. Em uma enquete, 63% dos votantes não só apoiaram a medida do prefeito como defenderam que a prefeitura não repasse valor algum.

Assim, mais uma vez, aquilo que pensa a população, choca-se com o que quer e defendem certos promotores de “cultura”. Acertadamente, por enquanto, Crivella parece não vergar-se as pressões de renomados nomes. Acertadamente, tem o apoio da população!

Em sua opinião, Cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

 

Por Jakson Miranda

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Governo insaciável já arrecadou este ano R$ 900 bilhões de impostos e taxas

Se tem uma coisa que o governo gosta é de impostos e taxas e o Estado está insaciável! Quem paga a conta? Nós, pobres mortais. Não esqueçamos das filas em hospitais. Da insegurança generalizada. Do péssimo rendimento das escolas públicas e claro, da corrupção endêmica patrocinada pela companheirada, seja de qual partido for.

Isso é Brasil!

Leiam a reportagem, por Ludimilla Souza – Agência Brasil.

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou nesta segunda-feira (29) R$ 900 bilhões de tributos acumulados pagos pelos brasileiros desde o início de 2017. O valor se refere à arrecadação de todos os impostos, taxas e contribuições que vão para a União, os estados e os municípios.

A marca de R$ 900 bilhões chega 14 dias antes do que no ano passado. Para o presidente da ACSP, Alencar Burti, isso reflete a atual fase da economia. “Como a economia não está crescendo, o que impulsiona a arrecadação é o efeito da inflação, é o aumento de alguns impostos”. Ele considera, no entanto, que o aumento é positivo na medida em que o governo está procurando equalizar as finanças.

Leia tambémDeixar de pagar impostos? Nem depois de morto!

O Impostômetro foi implantado pela ACSP em 2005 para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar dos governos serviços públicos melhores. Outros estados aderiram ao projeto e hoje existem painéis com o Impostômetro em Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília. Em São Paulo, fica localizado na Rua Boa Vista, 51, no centro da capital.

Voltemos à Direita

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Greve geral pode ser boa para milhares de brasileiros. Saiba por quê.

Hoje cedo publicamos um post sobre a greve geral de amanhã. Ato promovido pela CUT e outros sindicatos e claro, com o apoio entusiástico do PT e demais partidos de esquerda.

Não, amigos, fiquem tranquilos. Não vamos nos contradizer. Apenas queremos registrar que há motivos suficientes que nos levam a acreditar que a greve geral promovida pela esquerda, pode ser boa para milhares de brasileiros.

A razão é muito simples e pode ser resumida da seguinte forma:

Pensem que amanhã, para os que irão trabalhar, será um dia extremamente positivo e produtivo, sem aquele seu colega pançudo esquerdista o tempo todo falando de suas ideias furadas, trabalhando pouco porque não para de “debater” política.

Sem contar aqueles casos em que realmente não dá para ficar calado diante de tanta idiotice dita pelo petista que o ambiente fica carregado. Amanhã será um dia de paz!

Para centenas de milhares de alunos, de todos os níveis, amanhã será um dia a menos de doutrinação esquerdopata! Quem sabe amanhã esses alunos terão a oportunidade de ler um livro e conversar com alguém que realmente lhes ensine algo importante? Pensem no ganho para a formação desses brasileiros!

Se amanhã algum valente tiver a brilhante ideia de depredar prédios públicos e privados e enfrentarem a policia, segundo feira terão que ir trabalhar com a bunda dolorida por ter tomado um merecido cassetete. Imaginem a humilhação do pançudo e o regozijo zombeteiro dos demais colegas?  Isso não tem preço!

Aí está! A greve geral pode ser boa para milhares de brasileiros. Por motivos totalmente alheios à pauta petralha dos grevistas.

Por Jakson Miranda

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Na greve geral nesta sexta feira, só vai esquerdista?

Alguns setores e sindicatos estão aderindo à greve geral nesta sexta feira. Para os moradores dos grandes centros urbanos, será mais um dia de caos.

Para quem não lembra, há pouco mais de um mês, houve a convocação de uma greve geral, agendada para o dia 15 de março, uma quarta feira. Na ocasião, escrevemos o seguinte:

Por mais que a greve geral tenha sido convocada por grupos de esquerda e ligados ao PT, não deixamos de reconhecer sua legitimidade. O que lamentamos é que esse tipo de paralisação seja exclusividade da esquerda.

O principal motivo de paralisação tem como alvo a Reforma da Previdência e logo não é um assunto que diz respeito à oposição X governo, à direita ou à esquerda, mas, a sociedade como um todo, sem verniz ideológico ou partidário.

Não se discute a necessidade da reforma, porém, acredito que por mais necessária que seja esse não é o momento, e o caminho escolhido pelo governo não é o mais adequado.

E então, será que em pouco mais de um mês, continuamos apoiando uma greve geral, como ficou subtendida no post do dia 15? Reparem que nesse ínterim, a reforma da Previdência continua sendo discutida e a reforma Trabalhista já está em fase adiantada. Mesmo que a toque de caixa e com pouco dialogo com a sociedade, o governo acertou na reforma Trabalhista, em extinguir o fim da obrigatoriedade do imposto sindical. Creio que esse fato por si só, é suficiente para ser comemorado, exceto pela esquerda e seus pançudos sindicalistas. Logicamente que todas as mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo senado.

Diante do exposto até aqui neste artigo, fica claro que se antes, nós do voltemos à direita entendiamos e víamos justificativas plausíveis para um antipetista e antiesquerdista aderir à greve naquele momento, tais justificativas desaparecem na greve geral nesta sexta feita.

Assim, o ato de amanhã tem apenas uns poucos interessados, cujos interesses estão longe dos interesses dos trabalhadores. E quem são esses interessados? Oras, é claro que são os sindicatos! É claro que são os esquerdistas!

E não, eles não estão se manifestando contra a corrupção. Estão se manifestando apenas com o objetivo de ganhar uma sobrevida para 2018 e nesse ponto, o governo Temer tem sido um belo cabo eleitoral à turma, conforme escrevemos no post do dia 15,

A greve geral de hoje, que de geral não tem nada, mas chama atenção, mostra-nos que a esquerda ainda tenta ganhar uma sobrevida e certa influência e só chegamos a isso porque o governo Temer, ao invés de seguir o clamor das ruas que derrubaram Dilma, melhor, ao invés de ouvir a “direita xucra”, resolveu seguir o caminho inverso. Chafurdando-se e afundando-se cada vez mais fundo no lamaçal em que a velha classe política reside.

E não será diferente na greve geral nesta sexta feira. Aliás, a única diferença que salta aos olhos, é assistirmos diferentes grupos, inclusive setores da igreja católica, como a CNBB, apoiarem tal greve, que nada tem de ato pelo Brasil, mas sim de excesso de pauta da esquerda. Em vídeo, o bispo da diocese de Santarém, no Pará, Dom Flávio Giovanele, convidou todos a se posicionarem firmemente em relação à reforma da previdência e trabalhista.

Giovanele é italiano e deve conhecer bem nossa CLT. Não porque ele seja um estudioso do assunto, mas sim, como todos sabemos, porque a inspiração para as leis trabalhistas no Brasil vieram do fascismo italiano.

De fato, sindicalismo e CLT são por demais fascistas e historicamente estão umbilicalmente ligados às esquerdas. Não obstante, aqui e acolá vem alguns tontos quererem ligar o fascismo à direita. Pra cima de mim, não!

Por fim, respondendo a pergunta: Na greve geral nesta sexta feira, só vai esquerdista? Sim. Esquerdistas, picaretas ou desinformados.

Por Jakson Miranda

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Reforma da Previdência ressuscita PT

A reforma da Previdência tem sido tema de intensos debates. Basta alguém puxar uma conversa qualquer, mesmo com desconhecidos, e o risco do papo pender para a questão das mudanças nas regras de aposentadoria é grande.

Nós, do Voltemos à Direita ainda não havíamos escrito sobre a questão de forma direta e explicita e o que me proponho a debater aqui está longe de ser a voz de um especialista. Logo, tratam-se mais de dúvidas e inquietações que compartilharei nesse espaço.

Para inicio de conversa adianto que reconheço a gravidade e necessidade de uma reforma da Previdência. Apenas um tolo irá colocar em dúvida a quebra do sistema previdenciário brasileiro. Todavia, uma das questões que deve ser levantada é: A reforma proposta pelo governo irá resolver o problema?

Estou cada vez mais convencido que o governo Temer está lidando com essa necessária reforma com uma visão extremamente equivocada. Tanto é verdade que o governo resolveu não incluir servidores municipais e estaduais na nova proposta. Por quê? Porque alguns parlamentares estavam resistentes à ideia uma vez que em suas bases, estavam sofrendo criticas e pressões.

Esse é um problema que já mencionei aqui. Michel Temer, ao invés de buscar apoio popular, prioriza o apoio político. Trata-se de uma postura que adotada desde primeiro dia do novo governo, serviu para angariar a antipatia da população pelo presidente e ressuscitar a esquerda moribunda. Ou seja, um possível fortalecimento do PT em 2018, será de total responsabilidade de Michel Temer e seus apoiadores.

A grande verdade é que por mais necessária, a proposta de reforma da previdência até agora não conseguiu convencer parcela significativa da população. Este que vos escreve não está convencido e não estou convencido porque a previdência não é o único problema do Brasil e não creio que seja o mais urgente.

A urgência de reformas no Brasil se arrasta por décadas.

É necessário que se tenha uma reforma tributaria, que simplifique a arrecadação e diminua o peso dos tributos no PIB.

É notório que a população não suporta mais o excessivo peso do Estado. Carga tributária beirando os 40% do PIB; 40 ministros que em rodas de conversa têm se tornados seguidores de Ali babá, isso sem enumerar os aspones de 2º e 3º escalões.

Possuímos uma legislação trabalhista arcaica, herança de Getúlio Vargas. Todos sabem que a CLT é inspirada no fascismo e é revelador sabermos que tal CLT nascida do fascismo, é defendida com unhas e dentes pelos grupelhos de esquerda. Estamos falando de uma legislação que pouco defende o trabalhador de um lado, e do outro, inibe o empregador.

Observe caro leitor e leitora, na minha lista de prioridades a reforma da Previdência estaria em último lugar e é fácil entender o porquê disso.

Quando os especialistas defendem a reforma da Previdência, nesse momento, balizam seus argumentos comparando o Brasil com outras nações. O curioso é que entram na lista majoritariamente, países de primeiro mundo como EUA, França e Alemanha. Nesse sentido, ninguém menciona as enormes diferenças produtivas e Per Capita do Brasil e esses países.

Dito de outra forma, estou convencido, e quero está redondamente engano, e se eu estiver alguém me corrija, mas a reforma da previdência uma vez aprovada, prejudicará o pobre trabalhador brasileiro.

A lógica do governo parece ser pautada pelo bom senso: o trabalhador entra no mercado de trabalho no máximo com 25 anos, contribui com a previdência por 49 e se aposenta com 65 anos. Oferecesse essa lógica a um alienígena, ele a aprovaria de olhos fechados. O problema é que a referida lógica esconde dois graves e sérios problemas.

O primeiro deles é que o salário médio do trabalhador brasileiro fica em torno de R$ 2.000. Com esse salário, é difícil para o pai de família ter alguma reserva financeira, financiar um imóvel ou mesmo pagar mensalmente uma previdência privada. Lembrando que com a velhice, vêm juntos os problemas de saúde e a necessidade de tomar medicamentos regularmente. Essa é a triste realidade de milhões de aposentados hoje e a reforma proposta por Temer não alterará nem melhorará esse quadro.

O segundo problema é que o Brasil, desde sempre, não consegue apresentar um desenvolvimento econômico continuo e duradouro, mas sim, os conhecidos voos de galinha. Isso significa ciclos de geração de emprego e ciclos com períodos de desemprego galopante, como o atual. Nesse sentido, são difíceis as chances de um trabalhador manter-se ininterruptamente por quarenta e nove anos no mercado de trabalho sem ser atingido pelo desemprego. O resultado é o risco de esse trabalhador precisar trabalhar até por volta dos 70 anos para pleitear os 100% de aposentadoria.

Qual a solução?

Como já afirmamos, acreditamos que o melhor caminho seria Temer ter priorizado a reforma Tributária e a diminuição do Estado. Não seria fácil, mas teria o apoio popular. Poderia dá errado, mas o contrário também é verdadeiro e o Brasil estaria mais bem capacitado para um novo ciclo de crescimento econômico. Conjuntamente à reforma Tributária, a reforma Trabalhista.

O efeito dessas duas reformas, bem sucedidas, seria vistoso: crescimento econômico, geração de emprego, maior arrecadação tributária e previdenciária. Nesse cenário, uma proposta de reforma previdenciária seria aceita sem grandes sobressaltos.

Na minha humilde visão e opinião, repito, Temer priorizou o que deveria ter ficado por último e errou. Seu erro pode ter como consequência dois funestos resultados: Uma reforma da  Previdência falha, cheia de arremedos e ineficiente no combate ao problema, e a volta do PT, quiçá Lula, em 2018.

Sabemos quem é quem na política, mas, entre a verdade e a propaganda, o eleitor é propenso a escolher a propaganda e fingir desconhecer a verdade.

Assim, o governo Temer tem sido um excelente e eficiente cabo eleitoral do PT. E a reforma da Previdência tem sido uma ótima propaganda para o PT. Não que os petistas e a esquerda esteja certa, mas, porque o governo Temer está errado.

E para você, qual Reforma é urgente e necessária? 

 

Por Jakson Miranda

 

 

Ministério da Cultura financiou “Museu das Putas” com dinheiro dos pagadores de impostos

Por Marcelo Faria, publicado no Ilisp: 

Em mais uma demonstração de como o dinheiro roubado dos pagadores de impostos é “bem utilizado” pelos políticos e burocratas estatais, a Fundação Nacional de Artes (Funarte), ligada ao Ministério da Cultura, pagou à APROSMIG (Associação das Prostitutas de Minas Gerais) uma “premiação artística” no valor de R$ 75 mil em junho de 2016.

De acordo com a página da APROSMIG no Facebook, a verba foi destinada para financiar o “Museu do Sexo das Putas”, uma “residência artística” que teve duração de seis dias. Como informa o site oficial do “evento”, a programação contou com um “Seminário-Roda de Conversa ‘Partilha de Sentidos – Por uma Nova História das Prostitutas de Minas Gerais’”, um “Encontro de Resistências: o Samba, o Hip Hop e as prostitutas”, o lançamento de um “Guia Turístico”, um ” Debate com movimentos feministas sobre prostituição” e foi encerrado com o samba “Orgia Cruel”.