Dízimos e os intrometidos no dinheiro alheio

Prezados, meu artigo desta semana no portal Gospel Prime: 

Todo intelectual, ou metido a tal, enquadra os evangélicos numa categoria semi-irracional, por despenderem 10% de seus ganhos, para que “Edir e os outros” vivam como sultões, com iates, jatos, coleção de carros, mansões, retiro de férias em Miami e templos salomônicos.

Primeiro, creio que não preciso nem dizer que nem todo pastor é Edir, mas este não é o ponto que quero abordar.

A questão aqui é: os evangélicos não querem e nem precisam de administradores para seu dinheiro. Nunca vi um – e sendo evangélico, conheço muitos – pedindo a algum iluminado que o ajudasse a decidir como o dinheiro que ele trabalhou para ganhar deveria ser gasto.

(…)

Se um evangélico quer dar 10% de seu dinheiro para uma igreja, ele tem o inalienável direito de fazê-lo. Se quiser dar vinte ou trinta, ninguém tem nada a ver com isso. Se ele com isso pensa estar comprando uma vaga no céu, a despeito da heresia, mesmo isso não lhe tira o direito, e se o faz para bancar o sustento da  igreja que congrega, quem pode arvorar-se à condição de repreendê-lo?

(…)

Cada um que gaste dez, vinte, trinta ou quantos por cento quiser de seu dinheiro, ganho legitimamente, no que quiser! Os evangélicos tem o mesmo direito. Há quem gaste com partidos políticos, com times de futebol, cinema, teatro, viagens, cigarro, bebidas, amantes, amigos, livros, roupas, sapatos, etc. Cada qual gaste com o que lhe aprouver, e, segundo seus próprios valores, julgue o custo-benefício e a motivação de suas escolhas.

Os evangélicos não precisam que ninguém se preocupe com o modo como gastam seu dinheiro.

Se precisarmos de opinião, pode deixar que a gente pede.

Leia a íntegra AQUI. 

 

Por Renan Alves da Cruz

 

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