Dilma Rousseff, de 67 anos, diz que a corrupção no Brasil é uma “senhora idosa”. Não duvido

Não é segredo que uma panela de aço em fogo baixo se expressa verbalmente melhor que Dilma Rousseff. A presidente já disse que toda criança tem uma figura oculta atrás de si, que é um cachorro, e já disse que viajou no tempo, indo de Brasília para o Acre.

Um novo capítulo pode ser acrescentado às crônicas da Dona Dilma: o dia em que ela, ainda, bambeante ante às manifestações de 2 milhões de brasileiros que tomaram às ruas para pedir sua queda, discursou novas mentiras aditivadas de absurdos.

A fala que mais se destacou, e que figurará na curta eternidade política a ela reservada, foi a de que a corrupção no Brasil é uma senhora idosa.

Dilma não deveria usar metáforas. Não possui timing intelectual para escolher analogias cabíveis. E, pressionada, acaba protagonizando os absurdos que já deixaram de ser exceção em seus pronunciamentos.

Pelos critérios normalmente utilizados, Dilma se enquadra na “terceira idade” ou “melhor idade”, como tem se convencionado dizer. Aos 67 anos, não é mais uma garotinha que mereça perdões infinitos por suas inconsequências.

É, com todo o respeito, uma senhora idosa.

Uma senhora idosa, que deveria, na idade que possui, ter acumulado mais sabedoria e juízo. É feita de gato e sapato por Lula, enquanto posa de gerentona marrenta.

O petismo é hoje uma ideologia fraquejante, em total descrédito ante a sociedade, e Dilma, alheia, debaixo de vaias, buzinaços e panelaços, presenteia o Brasil com a lapidar sentença:

A corrupção no Brasil é uma senhora idosa.

Dilma não sabe se expressar bem, pelo menos não no português vigente. Quis dizer o que disse? Não quis? Embolou-se sob pressão? Foi metafórica?

Foi literal?

Tenhamos um pouco de paciência, afinal, por mera coincidência, Dilma também é uma senhora idosa…

Por Renan Alves da Cruz

 

 

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