DAVI ALCOLUMBRE E A GASTANÇA SEM FIM DO SENADO FEDERAL

(Post publicado em 28/06/19)

Torcemos pela eleição de Davi Alcolumbre para presidente do senado com a esperança de que sua vitória contra Renan Calheiros representasse mais um ponto de inflexão de mudança na política nacional.

Lógico que derrotar Renan Calheiros por si só já é algo a ser comemorado, todavia, Davi Alcolumbre está longe de representar a mudança que todos nós gostaríamos de testemunhar. No comando da casa, Alcolumbre tem feito dobradinha com Rodrigo Maia em enfrentar o Executivo, melhor, em fazer politicagem no andamento de pautas importantes para o país.

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E quem ousa dizer que o presidente do senado está preocupado com os rumos do Brasil? Muito pelo contrário! Ainda estamos enfrentando os efeitos da herança maldita deixada pelo PT e ao que tudo indica Davi Alcolumbre e seus pares não estão nem um pouco preocupados com a ENORME quantidade de recursos destinados para manter os privilégios das “vossas excelências”.

É bom refrescar a memória e registrar que nossos representantes estão entre os políticos mais caros do mundo.

“Cada senador custa R$ 596 mil por mês aos cofres públicos. O gasto anual com cada um deles chega a R$ 7 milhões. Considerando as despesas de todos os senadores, são R$ 580 milhões por ano. A maior parte é gasta com assessores que abarrotam os seus gabinetes. Chegaram a ser 2,5 mil na legislatura recém encerrada, sendo 90% deles de livre nomeação. Alguns senadores tiveram mais de 80 assessores.”

E não há a menor menção de que tal situação mude.

Nesses primeiros meses da nova legislatura, os senadores já rodaram em carros oficiais 360 mil quilômetros!

“O contrato de locação para carros oficiais de senadores prevê a disponibilidade de 83 Sentra e dois Azera, no valor total de R$ 3,35 milhões por ano. O diretor-geral e o secretário-geral da Mesa Diretora também contam com a mordomia. Como seis senadores renunciaram ao direito, o Senado paga pela utilização de 77 veículos, a um custo anual de R$ 3,1 milhões.”

Não é preciso dizer para quem vai a conta de toda essa farra, certo? O mais impressionante é pensarmos na quantidade de casas populares que poderiam ser construídas anualmente com esses R$ 3,1 milhões. 60 casas populares?

É triste. Mais do que triste, é revoltante!

Estamos com uma taxa de milhões de desempregados. Uma grande parte desses desempregados pagam aluguel, pagam passagem de ônibus coletivo, precisam se alimentar, se vestir, cuidar da saúde, etc, etc.

O povo sofre, enquanto Davi Alcolumbre e demais senadores se acham no direito de usufruir de uma série de privilégios, inclusive, o privilégio de receber polpudos salários e em troca, oferecerem um trabalho medíocre.

Por Jakson Miranda

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