Ministério da Cultura financiou “Museu das Putas” com dinheiro dos pagadores de impostos

Por Marcelo Faria, publicado no Ilisp: 

Em mais uma demonstração de como o dinheiro roubado dos pagadores de impostos é “bem utilizado” pelos políticos e burocratas estatais, a Fundação Nacional de Artes (Funarte), ligada ao Ministério da Cultura, pagou à APROSMIG (Associação das Prostitutas de Minas Gerais) uma “premiação artística” no valor de R$ 75 mil em junho de 2016.

De acordo com a página da APROSMIG no Facebook, a verba foi destinada para financiar o “Museu do Sexo das Putas”, uma “residência artística” que teve duração de seis dias. Como informa o site oficial do “evento”, a programação contou com um “Seminário-Roda de Conversa ‘Partilha de Sentidos – Por uma Nova História das Prostitutas de Minas Gerais’”, um “Encontro de Resistências: o Samba, o Hip Hop e as prostitutas”, o lançamento de um “Guia Turístico”, um ” Debate com movimentos feministas sobre prostituição” e foi encerrado com o samba “Orgia Cruel”.

 

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Você está pronto para ser impopular?

O cristianismo vive uma situação insólita: é tratado por seus inimigos como uma ideologia predominante e vilipendiado sem descanso por pertencer ao status quo.

O problema é que esta predominância não se traduz mais em impacto cultural na sociedade. Se o Ocidente é uma construção do cristianismo, sua destruição, como não poderia deixar de ser, ocorre exatamente através da ação do anticristianismo.

A globalização é anticristã, não no sentido escatológico apenas, mas na imputação do multiculturalismo como ideologia cool.

E, por óbvio, num mundo que exalta o multiculturalismo, uma crença que se propõe única e exclusivamente correta, se tornará impopular.

O cristianismo bíblico é impopular.

Se por um lado o aumento do número de evangélicos no país pode ao menos trazer esperança, por outro, é fato consolidado que este aumento não tem demonstrado ainda efeito qualitativo. As igrejas abarrotadas são, quase sempre, as que mercadejam prosperidade material.

Não conseguimos imaginar, portanto, que muitos destes novos convertidos permaneceriam se seus interesses não fossem prontamente atendidos. Mesmo que extrema, a analogia com a perseguição sempre se reveste de importância, afinal, se de uma hora para outra o cristianismo se tornasse proibido aqui e fosse punido com tortura e morte, quantos será que aguentariam?

Não é possível, portanto, quantificar o cristianismo brasileiro somente a partir dos frequentadores de igrejas, já que este método não permite distinguir servos de Deus de palermas interesseiros que estão lá atrás de carro zero.

O cristão verdadeiro é aquele que não negocia sua fé, e que não coaduna com princípios mundanos quando eles se distanciam das ordenanças bíblicas.

E, geralmente, numa realidade em que o pensamento intelectual, a inclinação acadêmica e a ocupação midiática são progressistas, o cristão verdadeiro adquire impopularidade. Lidar com isso é mais do que alguns podem suportar enquanto perseguição, de modo que abrem mão de princípios para serem aceitos nas rodas de amigos.

Por isso, encontramos cada vez mais, e menos desavergonhados, aquela espécie quase extraterrestre: o cristão de esquerda, ou seja, aquele que se diz cristão, ao mesmo tempo em que apoia uma ideologia que desde seu nascedouro só fez e faz afrontar e combater todo e qualquer cristianismo.

Inúmeros “cristãos” querem viver sem nenhuma coerência em relação às ordenanças bíblicas, sem qualquer renúncia ou arrependimento. Podem endossar listas e censos de evangélicos, mas não o são. Não abrem mão de sua própria visão de mundo e a nada renunciam. Não abrem mão da popularidade nos ambientes de predomínio progressista.

Viver o que Cristo ensinou hoje é impopular. Haverá tempo, e breve está, em que muitas de nossas posições serão proibidas e criminalizadas.

Cada um deverá decidir se continua ou apostata.

Você está pronto?

Por Renan Alves da Cruz

Publicado no portal Gospel Prime 

 

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Lutaremos contra os aborteiros do STF

Ministra Rosa Weber, do STF, que já deu mostras ser favorável ao aborto, relatará ação pró-aborto. Ou seja, mais polêmica à vista. Mais batalhas a serem travadas! Lutaremos contra os aborteiros do STF  e de outras plagas. Isso é natural quando se busca confrontar as hostes do mal. Estamos falando de uma batalha que vai além da politicagem do dia a dia, estamos falando de uma batalha que é antes de tudo, um imperativo a todo cristão empreendê-la e um chamamento a todo ser humano que preza pela vida, sua e das gerações vindouras.

Leiam o que informa o site de Veja

A ministra Rosa Weber foi escolhida relatora da ação apresentada pelo PSOL ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pede a  descriminalização do aborto ocorrido até a 12ª semana de gravidez. A ação, caso seja levada a julgamento, será analisada em plenário, pelos onze ministros da Corte. Weber já se manifestou contrária à criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação, alegando incompatibilidade com direitos fundamentais das mulheres.

Em novembro do ano passado, a Primeira Turma do STF, formada por cinco ministros, decidiu colocar em liberdade duas pessoas que haviam sido presas em flagrante supostamente realizando aborto em uma clínica clandestina do Rio de Janeiro. Os magistrados poderiam ter se limitado a revogar a prisão preventiva, sob argumento de que os acusados podem responder ao processo em liberdade – foi o entendimento de Marco Aurélio Mello e Luiz Fux.

Três ministros, no entanto, foram além. Acompanhando o voto do relator Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber decidiram que a prisão não deveria ser mantida porque a criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação é incompatível com direitos fundamentais das mulheres, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade física e psíquica, além de ferir o princípio da igualdade.

O corte do primeiro trimestre, equivalente às mesmas 12 semanas propostas na ação do PSOL, foi sugerido por Barroso porque é adotado na maioria das nações que permitem o aborto, como quase todos os países da União Europeia, Rússia, Suíça, Moçambique e Uruguai, entre outros.  “Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno”, escreveu o ministro na decisão.

Weber também votou a favor da liberação do aborto de anencéfalos, em 2012, e da pesquisa científica com células-tronco embrionárias, em 2008 – caso que provocou uma discussão sobre quais seriam os direitos do embrião e se sua vida estaria protegida pela Constituição. Dos ministros que ainda estão no Supremo, também votaram pela liberação do aborto de anencéfalos Mello, Fux, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello.

Voltamos

A decisão tomada em novembro, afronta a Constituição brasileira. Se a ideia avançar na Corte Suprema, continuará sendo contra a Constituição, contra o Código civil e contra a adesão do Brasil aos Tratados e Convenções Internacionais, mais especificamente, a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Pacto de San José que preconiza o seguinte:

Artigo 4º – Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.

Já no Código Civil de 2002, em seu Art. 2 e Lei 010.406-2002 tem-se o seguinte:

“Que a personalidade do homem começa a partir da concepção, sendo que, desde tal momento, o nascituro é considerado pessoa.” (…)

Tudo o que vai acima não é de competência do STF alterar, mas o Congresso. Ademais, uma simples consulta ao dicionário e descobrimos que o significado para concepção é: Ação ou efeito de gerar! Portanto, fica flagrante que o aborto, apresentado como um direito da mulher, não passa de salvo-conduto para assassinar um ser indefeso e inocente. Isso é asqueroso!! 

Não! Não podemos admitir isso! Não podemos nos calar! Não podemos nos curvar a Rosa Weber, Barroso e Cia.

Lutaremos de forma incansáveis contra os aborteiros!

Por Jakson Miranda

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Quer ganhar um exemplar do Manifesto do Nada na Terra do Nunca?

Quer ganhar um exemplar do primoroso livro Manifesto do Nada na Terra do Nunca do nosso amigo Lobão?

Antes de saber como ter em mãos, gratuitamente, o excelente Manifesto do Nada na Terra do Nunca, leia um aperitivo:

Por Maria Carolina Maia em Veja.com

A verborragia de Lobão já é parte do anedotário da música popular brasileira. Há quem aposte que ele solta o primeiro petardo do dia ainda na cama, ao se espreguiçar. Não é de se esperar, portanto, que um livro seu seja canção para ninar carneirinho. Não foi assim com 50 Anos a Mil (Nova Fronteira), volume autobiográfico que saiu em 2010 sem poupar nenhum personagem e vendeu 150 000 exemplares, nem será assim com Manifesto do Nada na Terra do Nunca (Nova Fronteira, 248 páginas, 39,90 reais), que chega às lojas na próxima semana com tiragem inicial 40 000 cópias, quatro vezes maior que a do livro anterior.

Aqui, ele volta a disparar sua munição contra políticos (em especial os petistas, “aloprados e bandidos”), a música brasileira (o rock nacional continua “errado”, Roberto Carlos é uma “múmia deprimida” e a MPB, uma “sigla de proveta”), artistas e intelectuais (subornados ou preguiçosos), o brasileiro medíocre (leia-o brasileiro médio) e os nossos vícios de sempre (“a precariedade, a corrupção, a breguice, a incompetência, o assistencialismo, o nepotismo, o peculato, a demagogia, o simplismo, o coronelato”).

“O Brasil dos estupros consentidos na surdina,/ dos superfaturamentos encarados como rotina,/ dos desabamentos e enchentes de hora marcada,/ dos hospitais públicos em abandono genocida,/ dos subsídios da Cultura a artistas consagrados,/ dos aeroportos em frangalhos, usuários indigentes,/ dos políticos grosseiros, como sempre, subornados,/ de cabelo acaju e seus salários indecentes,/ da educação sucateada pelo Estado/ em sua paralisia ideológica, omissa e incompetente”, escreve ele no prólogo, feito em forma de poema e intitulado Aquarela do Brasil 2.0.

Há munição também, e bastante, dirigida para a presidente Dilma Rousseff, que tem um capítulo “dedicado” especialmente a ela. Em “Vamos assassinar a presidenta da República?”, Lobão afirma, por exemplo, que quando guerrilheira Dilma lutava contra uma ditadura para instaurar outra em seu lugar. “Ditadura que a presidenta e sua corriola teimam por fazer crer ser “do bem”, assim como a de Cuba e da China, das quais são fãs de carteirinha, asseclas e parceiros”, diz.

E então, ficou instigado? Quer ler para ontem? Participe do sorteio Assine a Newsletter do Voltemos à Direita e concorra ao livro Manifesto do Nada na Terra do Nunca.  É cultura em alta voltagem!

Obs: Leia atentamente as regras do sorteio.

Por Jakson Miranda

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Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento

Convidamos você, leitor amigo, a dizer um sonoro NÃO ao Estatuto do Desarmamento. Por quê? Pela simples indagação: Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas?

É bem verdade que qualquer pessoa com idade superior a 25 anos, pode adquirir permissão legal para possuir uma arma de fogo em sua residência. No entanto, o procedimento esbarra em dois detalhes:

Primeiro, trata-se de um processo burocrático e como burocracia no Brasil é sinônimo de custo financeiro, a brincadeira não sai por menos de R$ 1.500, chutando baixo.

Segundo, o Art. 4º da Lei 10.826 estabelece a seguinte condição ao postulante: Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade (…).

Vocês entenderam bem! Eu ou você que por ventura desejarmos ter uma arma em casa como medida de precaução teremos que comprovar a um burocrata qualquer a EFETIVA NECESSIDADE para possuirmos uma arma.

A conclusão é obvia caros leitores. Pela longeva manutenção desse subjetivo dispositivo, as mais de 60 mil mortes ao ano não constitui EFETIVA NECESSIDADE.

O alto custo burocrático penaliza e desestimula a maioria dos cidadãos brasileiros que em muitos casos, têm salário mensal inferior aos R$ 1.500,00 necessários. São esses, por sinal, a principal vitima de toda sorte de crime. São esses, por sinal, que o aparato policial não consegue fornecer a devida segurança e proteção.

Ademais, se cada um é responsável pelo seu sustento e de sua família. Se cada um de nós é responsável pela manutenção dos bens que adquirimos, com os altos riscos de perca, por que, então, devemos delegar a terceiros a proteção de nossas vidas, da vida de nossos familiares e a proteção de nossos bens? Fica clara a falta de lógica!

Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas? Sem aprofundarmos muito nessa questão e diante do pouco que já expusemos aqui, a resposta simples que podemos oferecer é que tais governos almejam tão somente ter o cidadão refém dos bandidos e dependentes do Estado. Amedrontado com os primeiros e dócil em relação ao último, tal qual uma criança indefesa em meio ao desconhecido. Sinto informar, não é assim que se constrói uma sociedade fortalecida. O que se constrói daí é uma sociedade formada por covardes.

Covardes, por natureza, podem abrir mão de qualquer coisa para se safar: filhos, esposa, pais, mães, irmãos e amigos. Pode-se ter uma sociedade assim?

Assim, apoiamos a revisão ou total revogação do Estatuto do Desarmamento. Apoiamos a convocação feita pelo Dep. Onix Lorenzoni.

Que ações como essa se multipliquem e que possamos derrubar mais um dispositivo imposto pelo ideal esquerdista.

Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento!

Por Jakson Miranda

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Legalização da maconha no Uruguai faz crescer narcotráfico e homicídios

A legalização da maconha no Uruguai foi a realização de um sonho acalentado pelos “progressistas” da América Latina. No Brasil então, a turma entrou em puro êxtase. Suas teses finalmente seriam confirmadas, ter-se-ia um país aonde reinaria a paz e o amor.

Bem, não é isso que está acontecendo.

Leiam a matéria abaixo

O Diretor Nacional de Polícia do Uruguai, Mario Layera, disse nesta terça-feira que a legalização da maconha, aprovada em 2013, não implicou diretamente na queda do tráfico desta droga e que o narcotráfico aumentou o número de assassinatos.

“No ano passado tivemos os níveis históricos mais altos de confisco no país proveniente de outra região. Por isso, entendemos que o tráfico para o Uruguai não se ressentiu de maneira notável”, comentou Layera em entrevista à rádio El Espectador, sobre a vigência da lei.

Em dezembro, a Brigada de Narcóticos indicou que a droga mais confiscada em 2016 foi a maconha, chegando a 4,305 toneladas até 18 de dezembro, sendo que em 2015 havia sido de 2,52 toneladas.

Layera também sustentou que pelo tráfico de drogas constatado nos últimos tempos, houve um aumento “dos níveis de crimes e homicídios”.

“O aumento da taxa criminal, que medimos de 2005 em diante, foi crescendo com base nos fenômenos de oferta e consumo de drogas”, indicou.

Nos últimos anos a polícia verificou o aumento de assassinatos, principalmente de homens jovens, que em muitos casos se tratavam de ajustes de contas entre pessoas ligadas ao tráfico.

Layera também falou que há autoridades ameaçadas por conta das novas estratégias e medidas aplicadas para combater o crime organizado.

“Várias autoridades do Ministério do Interior foram ameaçadas além de juízes, procuradores e algumas personalidades dos Direitos Humanos”.

Voltamos

Contra fatos não há argumentos! Temos aí a fala de uma autoridade do país Hermano. Diante do exposto, causa-nos repugnância que notoriedades brasileiras, como Paula Lavigne publique vídeos consumindo a referida droga.

E o que dizer do garoto propaganda de Black-Block, Caetano Veloso? Tão logo o vídeo de sua ex-mulher veio a público, o “bom baiano” tratou logo de defender não somente a legalização da maconha, mas de todas as drogas! Uau!

É lamentável que essas figuras não comentem noticias que mostram a realidade uruguaia. Não estão preocupados com a quantidade de jovens perdidos, por levarem em consideração “depoimentos” favoráveis as drogas. Não estão preocupados com o numero de jovens mortos por estarem envolvidos com o narcotráfico.

Estão preocupados tão somente com seu umbigo. Com sua experiência. Quanta miséria, moral e espiritual! Isso é repugnante!

Por Jakson Miranda

 

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Dia Internacional da Mulher: O dia que não representa a mulher

Mais uma vez, urge falarmos o óbvio ululante! O dia Internacional da Mulher trata-se de um dia que não representa as mulheres!

É triste observarmos que algumas mulheres caiam na conversa mole das feministas. Pior, que ajam conforme os ditames das feministas.

Ao acreditar que um dia especifico do ano deve ser dedicado à “causa” feminina, as mulheres estão na verdade, abrindo mão de sua feminilidade e colocando em seu lugar, uma pauta política ideológica.

Na bela canção cantada por Zé Ramalho, Entre a Serpente e a Estrela há a seguinte passagem: “E ninguém tem o mapa, da alma da mulher”. De fato, Deus criou a mulher de uma forma única e complexa, com suas virtudes e imperfeições e um dos grandes desafios do homem (macho) que dificilmente será alcançado, é entender a alma e os pensamentos de uma mulher.

No entanto, as feminazis com o seu cada vez mais radical e abjeto movimento feminista, reduz toda essa complexidade a simples pautas reivindicatórias. Ou seja, se é-nos impossível entender uma mulher, para entender uma feminazi, basta ler o manual do seu movimento.

É evidente que as mulheres têm suas demandas. Qualquer ser humano tem. Cito aqui dois twitters do professor Olavo de Carvalho que vão ao cerne da questão: Se a mulher vive procurando indícios de que o marido a explora, com certeza ele começará a procurar indícios de que ela faz a mesma coisa com ele, e quase inevitavelmente os encontrará.

Entendo o que o professor Olavo de Carvalho quer nos dizer: Algumas coisas, inerentes ao ser humano, não devem ser politizadas, instrumentalizadas e manipuladas por este ou aquele grupo.

O Dia Internacional da Mulher tem sua origem na Segunda Internacional Socialista. Ops!! Por aí já começamos a ter indícios dos objetivos e natureza dessa data.   Honestamente, não consigo enxergar algo virtuoso em movimentos que têm a mesma gênese nas ideias que foram abraçados pelos piores genocidas da humanidade.

Enquanto escrevo esse texto, visualizo a homenagem que o Google faz ao Dia Internacional da Mulher. A imagem que aparece na tela do meu computador é a de uma mãe, sentada em uma poltrona, de frente para a filha pequena que segura um livro. Todas as imagens que o Google escolheu para o dia de hoje associam a mulher à maternidade.

Trata-se de uma homenagem que para este que vos escreve tem um significado especial. Há poucos dias fui abençoado com o nascimento do Rafael. Já fui igualmente abençoado pelo nascimento do Thierry e pelo presente que atende pelo nome de Ana Caroline. É-me impossível não ficar admirado e maravilhado frente ao cuidado, o amor e a dedicação que minha esposa tem pelo nosso bebê.

Na contramão da homenagem feita pela gigante da internet e do que observo dentro da minha casa, o movimento feminista foi ao longo dos anos incorporando pautas. Desde melhores condições no mercado de trabalho, ao suposto direito de abortar.

Essa é a real natureza do Dia Internacional da Mulher. Não á toa, o site de Veja traz a noticia, associada ao dia, de que em diversos países haverá uma greve geral feminina. Entre os promotores da tal greve o destaque fica por conta dos grupos que defendem o assassinato de bebês ainda no ventre materno. Quanto senso de humanidade! Quanta sensibilidade feminina! Quanto amor materno!

Não pensem que estou sendo reducionista, simplista ou machista pelas linhas precedentes acima.

Em entrevista à revista Veja, na edição 2363 de março de 2014, a escritora Camille Paglia, respondeu a pergunta aonde as mulheres deveriam buscar a felicidade da seguinte forma: Bem, achar que as mulheres profissionalmente bem-sucedidas são o ponto máximo da vida humana é ridículo. Vejo tantas delas sem filhos porque acreditam que podiam ter tudo: ser bem-sucedida e mãe aos 40 anos. Minha geração inteira deu de cara com a parede. Quando chegarmos aos 70, 80 anos, acredito que a felicidade não estará com as ricas e poderosas. Mas as mulheres de classe média que conseguiram produzir grandes famílias.

Não nos surpreende que nesse 8 de março quase ninguém fale sobre isso. Quase, porque não poderíamos deixar de homenagear todas as mulheres que além de terem que lidar com suas complexidades e responsabilidades do dia a dia, têm que lidar com as feminazis e suas cretinices.

Por Jakson Miranda

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Ser chamado de xucro pelos asquerosos é elogio!

A metodologia é objetiva: Se os canalhas estão lhe ofendendo é porque você os está desagradando.

Eu, pelo menos, sempre durmo com a consciência tranquila, quando convicto de que os asquerosos não compactuam comigo.

Se alguém de caráter duvidoso começa a espernear sobre valores e princípios que cultivo, me adjetivando de xucro, o que fazer além de celebrar?

Pior seria se os de duplo padrão moral estivessem a me aplaudir, pois, neste caso, me considerariam um igual.

Quando o asqueroso é um ególatra, a certeza se impõe. Ególatras são incapazes de uma visão panorâmica dos fatos, tão bloqueados que estão pela sombra imensa… de si mesmos.

Se prefiro ser xucro ou asqueroso? Xucro!

Xucro ou mentiroso? Xucro!

Poderíamos estender a lista indefinidamente. A depender do comparativo, é melhor ser xucro.

É sim muito melhor ser um xucro, mas independente e com a consciência apaziguada, do que encarar a humilhação de desdizer publicamente tudo o que já se disse, para afagar a barriga fastidiosa dos amigos graúdos.

A insânia dos indignos não deve demover os limpos. O choro dos vira-casaca não deve incomodar os comprometidos.

A soberba precede a queda.

E cairão. Na verdade, já caíram, mas não percebem. A sombra projetada pelo ego impede.

Mas hão de perceber. A ampla audiência, que um dia era admiração, pode permanecer alta por um tempo depois da ruína, mas refletindo a estupefação daqueles que, em breve, partirão. A relevância, que antes se refletia em influência, descai para a ridicularização.

Leva um tempo, mas a montanha-russa desce.

Os xucros podem não chegar tão longe. Podem não ter múltiplos empregos, serem criadores de verbetes, ou anteverem tudo antes de todos.

Mas eles não se venderam.

E nada há que pague isso. Até um xucro sabe.

Por Renan Alves da Cruz

 

 

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A paranoia da esquerda tapada

A disposição da esquerda de ofender a lógica é infatigável.

Vejam o nível de paranoia e cretinismo desta carta que um leitor enviou para a revista Carta Capital e que a revista teve a pachorra de PUBLICAR:

(…)

“Em um mês de mandato como prefeito da maior cidade do País, João Doria Jr. incorpora a palavra inglesa gray (cinza) a seu nome e trajetória, ao censurar e cobrir com tinta cinza as relevantes obras de arte realizadas nos muros da cidade. São perigosas ações, próprias do falsamente cristão-fascismo “malafaico-alkminista” que hoje vigora, principalmente nas grandes aglomerações urbanas. O povo é incitado pela mídia a fazer justiça com as próprias mãos e a menosprezar o convívio humano pacífico, a arte e a cultura, como se qualquer manifestação autônoma colocasse em risco o controle popular feito por pastores, contraventores e xerifes da ordem, em benefício de políticos inescrupulosos.”

Retomo:

Poderíamos tentar dissecar o sentido deste trecho, mas o troço, confessemos, é indissecável!

Como discutir, como rebater, como ENSINAR?

Ao ler algo assim, só podemos imaginar o nível de subracionalidade de quem consome este tipo de lixo panfletário e de quem edita esta porcaria.

Só pode ser cria de algum tipo de animal, só pode ser um filhotinho de Chauí!

É uma espiral de insanidades somadas, liquefazendo o cérebro dessa gente, numa doutrinação alquímica, que lhes transforma os miolos em merda.

De repente, quando você percebe, alguém está dizendo que Dória apaga pichações dos muros por ação do “cristão-fascismo Malafaico-Alkminista”.

Em que raio de planeta este imbecil consegue coligar Malafaia e Alckmin como representações máximas de uma estrutura dominante que Dória apaga pichações para manter?

No trecho final, a filosofagem ganha ares conclusivos: é uma forma de impedir a manifestação daqueles que se opõem ao controle feito por pastores!

Então, meu caro cidadão, fique sabendo que a esquerda governou o país por treze anos, quebrou o país com seus mensalões, petrolões e eletrolões, desviou bilhões, se mancomunando com os grandes empresários que eles, nos discursos, sempre amaram odiar, e agora no ápice da crise, a culpa de o país estar todo ferrado são os pastores evangélicos e as pichações apagadas pelo Dória. Coisas, que, sabe: “menosprezam o convívio humano pacífico”.

Este tipo de paspalho está sendo formado em nossas escolas, ensinado pelos nossos professores sindicalizados.

Nós estamos lidando com gente alienada, que perdeu o contato com a realidade, que se distanciou das necessidades e dos conceitos reais de convívio civilizacional. Estamos lidando com gente que culpa o Malafaico-Alkminismo pelas mazelas atuais. Gente que aprendeu um discurso e não consegue desviar os olhos do papel em que ele está escrito para olhar ao redor e ver o mundo real.

Sustentando uma esquerda oportunista e bem esperta há uma leva de esquerdistas tapados que destilam suas imbecilidades desavergonhados, enquanto comem sua alfafa de cada dia.

Neste caso a distinção é clara. O tapado é quem escreve, a outra categoria, a que publica.

Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

 

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O pós-futebol da esquerda consciente

O futebol, para boa parte da esquerda, é a máxima expressão popular-cultural de nossa brasilidade, de nossa malandragem, de nosso jeito indígeno-afro-latino de ser, dessa mameluquice linda que forma esse vasto Brasil.

Ademais, certos rompantes de conservadorismo da elite branca estão infectando os estádios e a velha e boa esquerda, sempre ansiosa em construir um mundo melhor (calando quem não concorda com ela), considera que é hora de agir e realizar uma revolução progressista no futebol, para “atender as novas demandas da sociedade plural”, como dizem em esquerdês.

Esqueça o futebol visto até hoje. A esquerda, através principalmente do jornalismo esportivo ideologizado (ponto para Gramsci!) o percebeu, e isso significa que ele não será mais o mesmo.

Vem aí um esporte em que todas as demandas das minorias perseguidas serão atendidas e nenhum reacionário da elite branca tacanha (que só presta para sustentar o país com os impostos que paga), terá espaço para exprimir seus conceitos reacionários e preconceituosos!

Atente-se às novas regras, para não ser incriminado pelos déspotas de plantão:

Regra 1 – Não mande ninguém no estádio, isso vale para o juiz, os bandeirinhas, o técnico, o atacante que perdeu o pênalti, os jogadores do time adversário e etc., tomar naquele lugar. E quando digo “naquele lugar”, estou me referindo à forma literal, poupada aqui em respeito às senhoras e crianças. Se disser, estará ofendendo aquela minoria (aumentada ou diminuída de acordo com a conveniência) que gosta de tomar lá, que faz por hobby, por necessidade ou compulsão.

Mencionar isso de forma ofensiva atinge diretamente essa categoria de pessoas. De modo que, no seu novo vocabulário, mandar alguém tomar naquele lugar a partir de agora é elogio. Qualquer expressão contrária representa a elite conservadora, branca, heterossexual, judaico-cristã de classe média, a qual você não deve pertencer.

Regra 2 –  A mesmo lógica vale para ordens de que o bandeirinha use seu instrumento de forma anatomicamente apropriada em si mesmo, quando ele marcar aquele impedimento duvidoso. Você tem que respeitar pessoas que utilizam objetos anatomicamente condizentes em si mesmas por vontade própria. Se ordenar a alguém que o faça como gesto punitivo, estará ofendendo quem enraba a si mesmo com ajuda de instrumentos. Se quiser ofender o bandeira o chame de coxinha fascista!

Regra 3 –  Se torcedor de Santos, Botafogo, Corinthians, Atlético Mineiro, Ceará, Figueirense e assemelhados, readeque seu vocabulário. Não chame seu time de alvinegro. Caracteriza superiorização racial. Por que o alvo aparece antes do negro?

Perceba que trata-se de uma herança escravocrata e que reproduzi-la é uma maneira de dar azo ao senhor de engenho que hiberna dentro da sociedade brasileira.  Antes que alguém o acuse de nazista (sim, essa gente adora fazer paralelos de preconceitos com o nazismo, embora sejam antissemitas, tal qual eram os nazistas), inverta a palavra ou a coloque em desuso.

Seu time agora é negro-alvi ou então precisa de outro apelido.

Regra 4 – Homofobia, pela nova classificação Jean Wyllistica, não é mais a anormal aversão, exprimida de forma agressiva e hostil, contra homossexuais, mas sim, não aceitar que eles tenham privilégios perante a lei. Portanto, se você chamar o juiz ou outro cidadão envolvido no jogo de “viado/veado”, “bicha”, “boiola” e variantes, você poderá ser enquadrado pelo olho que tudo vê.

E não adianta justificar que você está apenas provocando um heterossexual, que o uso não tem conteúdo discriminatório contra quem é gay, e que a menção em estádios de futebol faz parte do folclore do jogo (esquerdas adoram um folclore, mas este em especial deve ser rechaçado). Aplicá-lo agora é homofobia (e das fortes!).

Regra 5 – Todos os instintos primitivos que você queira extravasar (e a esquerda permite que isso aconteça numa partida de futebol), devem ser direcionados à polícia, que continua insistindo em estar lá garantindo sua segurança, mesmo sendo uma organização fascista e opressora. A eles todas as ofensas estão liberadas.

Regra 6 – Se vir algum reacionário insistente recusando-se a seguir as novas regras de convivência com a pluralidade e utilizando argumentos homofóbicos, diga que ele que é uma bicha enrustida. Nestes casos, mesmo que a princípio pareça contraditório, você pode usar a homossexualidade como uma ofensa.

Seguindo estas regras você não terá problemas.

Bom jogo. E que vença o melhor.

Por Renan Alves da Cruz

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