O homem contra Deus

A Bíblia informa-nos que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, não obstante, esse homem criado, resolve voltar-se contra Deus, esquecendo pouco a pouco, sua natureza e necessidade transcendente. Ou seja, desde sua origem, a natureza humana é voltada, instintivamente, a satisfazer suas necessidades, que agrupam-se na seguinte ordem: espirituais, fisiológicas e culturais. É nesse processo que o homem encontra prazer em coisas mais elevadas, como as artes, a política, filosofia, etc.

Nessa jornada a partir de certo momento da História, fica mais em evidencia a luta do homem contra Deus. Troca-se o culto a Deus, pelo culto do homem pelo homem. O Antropocentrismo do inicio da Idade Moderna, em clara oposição ao Teocentrismo de séculos anteriores, é um notório exemplo dessa inversão.

Não obstante, aqui pondero que mesmo no Humanismo, Deus não estava morto. Apenas havia perdido espaço. Apenas havia sido ferido. O Criador continuava vivo, ativo, ou seja, mesmo que em menor grau, o homem, em seu íntimo, continuava a preocupar-se com sua vida espiritual. É esse aspecto que permite o sucesso da  Reforma Protestante.

Assim, na batalha do homem contra Deus, coube ao Existencialismo decretar a morte de Deus. Mesmo que nesse Movimento houvesse pensadores cristãos, como Kierkegaard, as mentes que ofereceram maior expressão ao Existencialismo foram sem sombra de dúvidas o velho Nietzsche e Jean-Paul Sartre. O primeiro, lembrado pela Times quando a revista lança a pergunta: Is God Dead?

Se Deus está morto, então tudo está permitido. O homem é seu próprio senhor.

Aqui vão alguns exemplos das “benéficas” consequências do Movimento. Maio de 68, Woodstock, drogas, sexo, lutas por autoafirmação. Esse era o lema. AUTOAFIRMAÇÃO! Os novos senhores tiveram um pequeno tropeço, medo e desalento: o surgimento do vírus da AIDS. Mas, nada que diminuísse a grandeza do homem.

Sua grandeza é tal, que não cabe neste planeta. É preciso chegar as alturas, conquistar o espaço.

Todavia, o resultado é que de lá para cá, o hedonismo foi se aperfeiçoando. Ganhou uma roupagem pós-moderna, pós-contemporânea, ou, pós alguma coisa que ajude o homem a se sentir mais pleno e realizado.

Sociologia, psicanálise, prozac, diazepan, rivotril, um cigarro de maconha aqui, uma cheirada de pó acolá. Qualquer coisa que oferecesse e oferecer ao homem o sentimento de paz e liberdade são validos, exceto, voltar-se para Deus, afinal, Ele mantém o homem preso, alienado, com desejos reprimidos e com muitas ameaças de condenação eterna ao menor tropeço. Essas são as armas que o homem saca em sua luta contra Deus.

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Por que não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

Enfim, o homem está livre! E ganha como prêmio por essa liberdade e busca desenfreada por prazer, o ônus de estarmos, atualmente, experimentando um dos períodos de maior declínio moral da história.

Nesse cenário, se alguma família tem por objetivo levar uma vida moralmente decente e pretende assistir a um filme, em família, são obrigados a ler minuciosamente a sinopse do filme e mesmo assim, podem ser surpreendidos lá pelas tantas, com cenas pra lá de sensuais.

Novelas? As cenas de sexo pipocam a cada minuto. Hormônios incontroláveis! Sim, não só nas telas, mas incrivelmente na vida real, tornou-se comum o sexo por acaso, com direito a “dicas para não haver gafes”, antes, durante e depois do ato. Isso realmente traz felicidade? É isso que buscam essas pessoas, tão somente prazer sexual?

“Oras, não há problemas em dois jovens responsáveis fazerem sexo.”

“Não me venha posar de puritano”.

“Não sejas hipócrita”!

“Onde está a maldade no ato sexual, feito por duas pessoas que se amam?”

São algumas das frases que com certeza alguns proferirão, ou pensarão sarcatiscamente. Onde está a maldade no relacionamento sexual? No relacionamento sexual, nenhuma, desde que, praticada por pessoas casadas. Fora do casamento, portanto, há maldade no relacionamento sexual, disso temos absoluta certeza!!!

Vejamos

Centenas de famílias são destruídas por conta do adultério. Quando a família não é desfeita, tem-se, por conta da traição, um relacionamento de aparências ou, não totalmente feliz, incompleto. O processo de reestruturação é doloroso e não ocorre da noite para o dia, com remédios ou psicanálise. leva anos!!

O número de jovens que tiveram seus planos interrompidos ou adiados por conta de uma gravidez indesejada é assustador. O número de crianças nascidas e criadas por pessoas totalmente inexperientes e despreparadas é igualmente assustador.

Para mitigar isso, tenta-se aprovar a descriminalização do aborto. Que solução, hein?! Mesmo com o governo distribuindo preservativos de forma indiscriminada, os casos de AIDS continuam altos, isso sem mencionar as demais DSTs. Falta informação. Dizem as autoridades. Não, não falta!

Agora, pisamos mais um degrau na baixeza moral. Crescem os escândalos protagonizados por fotos e vídeos íntimos divulgados nas Redes Sociais, sites e blogs. Jovens, por não suportarem a humilhação a qual são expostas, cometem suicídio, deixando familiares e amigos (sinceros) destruídos, perplexos.

Não há maldade nisso tudo? Não há maldade em abortar? Não há maldade no fato de uma criança ser educada por pais ineptos? Quando estes, com um pouco mais de paciência, poderiam casar-se e conceber um filho num lar sadio?

Não há maldade em vidas serem interrompidas,  resultado da maléfica influencia e apelo em torno da sensualização e exposição nunca antes vistas?

É certo que Hitler relativizou a moral para extrapolar na maldade, idem para Stalin e tantos outros. Mas hoje, o homem comum, não só relativiza a moral, mas também, enxerga virtudes no mal. Consultem vossas consciências!

Falta-nos resgatarmos uma sociedade orientada por princípios morais, que lembrem aos indivíduos que os mesmos não são meros animais insaciáveis por prazer.

Ok, mas o que podemos fazer para resgatarmos essa sociedade?

Bem, devo lembrar-lhes que Deus não está morto. Deus vive!  Seu Livro tem a receita. Seu Livro dar-nos a receita para estruturar famílias, orientar jovens, consolar pais e mães. Como também, aceitar mães solteiras e oferecer-lhe apoio a fim de que, consigam preparar-se e construir uma família.

O homem agir contra Deus deu no que deu. É necessário, portanto, cessar essa luta e trilhar o caminho inverso, pois, reiteramos, não precisamos de mais psicologias, sociologias, antropologias ou qualquer outra Ciências Humanas, precisamos sim, MAIS de DEUS!!

Por Jakson Miranda

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Eu vi por dentro: a imprensa no Brasil está podre e só tem esquerdista

Sou jornalista há 17 anos, com passagens por Bandeirantes, Record, Folha de S.Paulo e outros grandes veículos de mídia. Ou melhor, era. Há poucos meses, surgiu uma oportunidade ótima e joguei tudo para o alto sem pensar duas vezes. Sim, a mudança também foi motivada por um salário melhor e pela estabilidade, já que a profissão é MUITO instável e os cortes nas redações, constantes. Mas o principal motivo é que eu vi por dentro o tamanho da podridão no jornalismo no Brasil. A imprensa está doente. Condenada à irrelevância e ao descrédito em pouquíssimo tempo. E as causas mortis serão um misto de esquerdismo, desonestidade intelectual, ideologização barata, educação ruim, preguiça e burrice, tudo junto e misturado.

O jornalismo brasileiro atualmente é um lixo em qualquer segmento: econômico, esportivo, internacional, cultural, o que você escolher. E sempre pelas mesmas razões. Em primeiro lugar, hoje os repórteres não sabem escrever. Sério. Eu, que já fui editor, tive o desprazer de ver profissionais formados soltarem um EXCESSÃO num texto. Eles também não leem nada, afinal o São Google tá aí pra isso (contém ironia). Cultura geral? Esquece. Já ouvi gente perguntar “Quem é esse cara?” quando falei de Nelson Gonçalves, Alice Cooper, Ulysses Guimarães…

Mas o pior não é isso. Nem a preguiça que os novos jornalistas sentem quando você pede a eles para sair ir à rua e fazer uma reportagem, com texto e apuração completa, em vez de chupinhar tudo da internet ou escrever aquelas desgraças tipo “fulano lacrou e gerou memes nas redes”. O problema é mesmo a doutrinação ideológica. É fato: 99% dos jornalistas são da esquerda PT/PSOL, aquele tipinho tosco que defende Nicolás Maduro, acha que houve golpe no Brasil e chama Dilma Rousseff de mãe.

E eles escancaram a militância sem medo de levar puxão de orelhas dos chefes, sempre tão esquerdistas quanto os repórteres. Seja ilustrando reportagens com fotos esquisitas de políticos que disputam eleições com petistas (quem nunca viu aquela do José Serra atirando, só para citar um exemplo?), ou escrevendo matérias do tipo “internautas se revoltam” com o que alguma personalidade não alinhada à esquerda escreveu nas redes sociais, a intenção é uma só: atingir o “inimigo” e posar de militante entre os amigos na mesa do boteco.

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Para mostrar que não é exagero, vou narrar só três dos muitos casos vividos nas redações em que trabalhei. São todos 100% reais. Eu não teria porque mentir, afinal não trabalho mais na área. E este é um nome fake, então não vou chatear meus amigos que são citados (Sim, sou amigo de algumas dessas pessoas. Acho que elas são ingênuas, ou que não têm orientação para saber o que é ética e compromisso com a verdade. Há muita gente legal, divertida, de bom coração, prestativa… Mas que não faz jornalismo decente e é politicamente iludida).

1 – Dia 1º de janeiro de 2002. Dia de posse de Lula. Lembro até hoje: a redação inteira de um jornal famoso onde fui repórter (inclusive jornalistas de esporte, de celebridades…) parou de trabalhar para ver a cerimônia. O clima era de emoção. Alguns chegaram a ponto de tacar o f*** e foram trabalhar de roupa vermelha e broche do PT. Mas o ponto máximo foi a transmissão da faixa e o Hino Nacional. Teve gente que chorou SEM MEDO DE SER FELIZ, enquanto outros bateram palmas, assoviaram e gritaram BRASIIIILLLLLLLLLLLLL!!!!.

2 – Neste mesmo local, um amigo meu que era jornalista de política foi à minha mesa para conversar. Motivo? Ele fez uma série de reportagens sobre corrupção do PT em uma cidade da Grande São Paulo. A primeira delas foi publicada. As outras, não. Ordens da direção do jornal, que estava nas mãos de um figura hoje bem famoso na imprensa petista, amiguinho de ideologia de Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif e afins. Uma ou duas semanas depois, SUR-PRE-SA: anúncio de página inteira desta prefeitura em um dos espaços publicitários mais caros do jornal. Que tal? Para piorar: o meu camarada não ficou nem chateado. .

3 – Esta foi recente: na época do impeachment da Dilma, o pau comeu num daqueles protestos da esquerda. No portal de internet onde eu trabalhava, fizeram uma reportagem denunciando que estudantes foram agredidos pela polícia, naquele tom de “denúncia” que a gente conhece. Quem foi um dos militantes que disseram ter apanhado da PM? Um REPÓRTER do portal. E ele foi ENTREVISTADO. Usaram um nome diferente do que ele assinava as matérias no site e fizeram uma foto dele DE COSTAS. Deu pra entender? Vou repetir: o repórter do portal foi entrevistado como um militante de esquerda (e ele é mesmo!), e para disfarçar a parcialidade colocaram um nome diferente e uma imagem sem o rosto. É brincadeira?

Poderia citar muitos outros exemplos, que estão se tornando mais e mais frequentes nos últimos tempos. Parece que a cada dia a situação fica pior. No jornalismo, todo mundo sabe que 100% de imparcialidade não existe, mas os novos profissionais nem tentam buscar o equilíbrio. “Nós estamos do lado certo, pronto e acabou. E quem discordar é direita radical, racista, homofóbico, blablablá”. É só acompanhar o que repórteres como os da GloboNews, ou da ESPN, escrevem no Twitter. E depois ler e ver as matérias delas. Está tudo ali, na cara.

Todo mundo aqui sabe como o pessoal de esquerda é autoritário, né? Agora imagina esta “filosofia” em um ambiente de trabalho. É óbvio que quem deseja ver o Lula na cadeia ou tira sarro do Partido do Socialismo e Liberdade (risos) no mínimo não tem AQUELA SIMPATIA da maioria dos chefes. Culpa de: a) as faculdades de jornalismo, que como todas de humanas, são um centro de lavagem cerebral pró-esquerdismo; b) a profissão hoje é coisa para rico. As faculdades são caríssimas e quem não fez colegial em Nova York ou fala três idiomas tem raras chances, principalmente com as poucas vagas disponíveis no mercado. O resultado é uma geração de legítimos representantes da esquerda caviar dominando as redações e escrevendo sobre política com bottom “Fora Temer” na roupa (sim, isso eu também vi…).

O autor prefere, por enquanto, manter o anonimato.

Publicado pelo portal Reaçonaria

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O que há de tão especial em Breaking Bad?

Lembro-me da primeira vez que me perguntei o que tornava Breaking Bad tão especial.

Estava conversando com amigos e percebi que eles nutriam pelo seriado que conta a saga de Walter White o mesmo respeito que eu sentia. A figura de White, imortalizada na atuação primorosa de Bryan Cranston, nos suscitava uma reverência sem par no cortejo de personagens da ficção recente.

E, quando no alter ego de Heisenberg, quase lhe batíamos continência.

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Sou um conservador e estou falando também de um grupo de amigos que compartilham os mesmos valores e princípios.

Ademais, como aconteceu de maneira global, num dos maiores sucessos de público e crítica dos últimos tempos, lá estávamos nós, admirando a robustez criminosa de Heisenberg / White.

Havia lido algumas resenhas sobre a série, algumas críticas que iam além da mera análise descritiva de episódios. Vi algumas filosofadas vazias e também topei com tentativas forçadas de entendimento psicológico. A maior parte clichê óbvios de análise que repetia a interpretação advinda dos críticos mais rasos.

As teorias mais repetidas eram de que as pessoas se identificavam com Walter White porque tinham vidas tediosas e infelizes e, como não tinham a mesma coragem dele, projetavam no personagem suas ambições secretas; outra, atribuía-lhe um charme canalha atrativo, que na verdade, não acompanha o personagem… É atributo de alguns outros famosos vilões que acabam heroicizados. Não Walter White.

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Acabei deixando o assunto de lado, mas me prometi que um dia reassistiria o seriado com um olhar mais atento, tentando discernir, através do meu viés cultural e analítico que parte do prisma conservador, o que há de tão especial na saga de Walter White.

Breaking Bad é um seriado perene. Vivemos a Era da Rapidez e da Insaciedade. Tudo é rápido, desesperado e pouco desfrutado. Há limites de caracteres, impedindo que se aprofunde ideias. As páginas das redes sociais recebem novas atualizações segundo a segundo e somos reféns desta dinâmica.

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As pessoas não esperam mais uma semana pelo próximo episódio do seu programa favorito. Fazem maratonas de 10, 12, 20 horas. Tudo para acabar logo e começar o próximo, e depois o outro, e depois o seguinte.

Digo que Breaking Bad é perene porque já é possível perceber que se diferenciou. Que daqui há trinta anos haverá grupos de fãs ainda discutindo sua relevância e impacto. Será um daqueles acontecimentos culturais que suscitam cultos em torno de sua mitologia, não por fruto de fanatismo adolescente, mas por representar um marco transgeracional, cujo legado acabará permanecendo.

Há elementos técnicos e atuações brilhantes em Breaking Bad. Os roteiros mantém nível altíssimo e a direção consegue dosar momentos frenéticos com outros de lentidão extrema. A história é contada com vagar e este é um dos trunfos, justamente por afrontar a velocidade extrema de tudo o que ronda a vida no século XXI. O seriado funciona tão bem por todas estas qualidades, mas ainda acredito que todas elas, mesmo que dignas das mais altas notas, não seriam o suficiente para que o impacto positivo fosse tão grande.

Sem mais delongas, o que acredito é que o sucesso de Breaking Bad, além de tudo o que foi elencado, traduz um momento histórico… uma necessidade sócio-cultural desprezada, cujo público órfão encontrou em Walter White seu improvável porta-voz.

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Se você está lendo um texto meu pela primeira vez, caiu aqui vindo do Google após digitar Breaking Bad e não está entendendo onde quero chegar, tentando estragar algo tão legal com essa linguagem robotizada de “momentos históricos” e “necessidades sócio-culturais”, prometo que não vou estragar sua visita com uma continuidade nesta linha, mas era preciso esclarecer, até porque sou historiador, e escrevo aqui sob uma perspectiva conservadora… então preciso usar estes termos como marcos de orientação, entretanto, prometo tentar manter a linguagem e a análise num nível mais “passeio com a primeira namoradinha numa quermesse” do que no “abram os livros de sociologia na página 133”.

Chegou a hora, portanto, de lhe responder o que há de tão especial em Breaking Bad. Você provavelmente clicou no link para saber que resposta darei à pergunta do título. E eu lhe responderei, ademais, já lhe adiantando que de forma até simplória, sem aprofundamento.

Por uma razão simples: Breaking Bad é especial porque não tentou impor uma filosofia ou corrente de pensamento, ou defesa de grupo, ou discurso politicamente correto como “moral da história”.

E o que isso quer dizer?

Bom, aí o assunto é mais amplo. Envolve uma conversa maior, um leque mais vasto de análise e aprofundamento.

Se você estiver disposto, assine nossa newsletter e receba em seu email os próximos textos.

Breaking Bad é sensacional demais, merece uma série e não apenas um artigo.

No próximo, vamos analisar a Primeira Temporada.

Obrigado por ter vindo até aqui. Espero que siga adiante conosco.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

Por que assistir o filme Lion Uma jornada para casa no dia das mães?

De forma inquestionável, chego à conclusão que o filme Lion foi um dos grandes injustiçados da premiação do Oscar 2017. Isso acontece porque não é de hoje que a premiação do Oscar segue um viés ridiculamente político.

Há tempos que eu havia decidido indicar o filme Lion para o dia das mães, pois entendo que se trata de um filme cujo conteúdo não tem data melhor para ser visto por toda família do que no dia em que se comemora, de forma mais enfática, a mãe, seja ela biológica ou não.

Por falar em família, registro aqui que minha critica ao filme arrebatador de multidões, Vingadores – Guerra Infinita Por que não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita? tem suscitado um intenso debate em nossa página: as pessoas se dividem entre aqueles que dizem que tenho problemas mentais e aqueles que dizem que sou um religioso fundamentalista. Afirmam isso porque sustentei o argumento de que para combater o mal que Thanos representa não precisamos de super-heróis e sim, de indivíduos normais, mas que trilhem o caminho que os leve à Cristo.

Bem, comecei o parágrafo acima falando de família e terminei falando de super-heróis. Fiz isso porque não são poucos os super-heróis cujo passado, fictício, remete a relações familiares conturbadas. Tony Stark, ou Homem de Ferro, é um exemplo disso. Portanto, trata-se de personagens, que embora tenham algumas virtudes, estão sempre envoltos em crises existenciais e em busca de um sentido para a vida. Não são esses os modelos que queremos para nossos filhos, certo?! Pronto, os haters podem continuar me atacando, embora, sem nenhum contra argumento plausível.

Por que assistir o filme Lion no dia das mães

Lion – Uma jornada para casa narra exatamente isso, a jornada que o personagem Saroo empreende de volta para casa depois de aos cinco anos de idade se perde de sua família, na populosa Índia. O que seria, normalmente uma sentença de morte ou, uma sentença de ver sua situação de pobreza e penúria ser piorada através da exploração infantil. Todavia, em um lance do destino, já que o acaso e a sorte não são capazes de dá sentido aos fatos da vida, Saroo é adotado por uma estruturada família australiana.

Sim, a criança é amada, é acolhida e ganha uma nova vida, levando-o quase a esquecer de seus cinco anos vividos no país asiático, em suma, suas origens.

Estou tentando ter o cuidado de indicar o filme sem avançar nos spoliers, o que torna a escrita bem limitada. Pelo que já antecipamos Lion – Uma jornada para casa pode passar a impressão de ser um filme “mais do mesmo”, que narra a história de uma criança pobre, adotada por uma família rica, que após anos, volta para os braços de sua família pobre. Embora mostre sim, a extrema pobreza na Índia, não é disso que o filme fala.

Em síntese, como bem definiu a critica de cinema Isabela Boscov, Lion é feito para comover. E comove, antes de mais nada, pela largueza com que quer compartilhar a história desse personagem de bravura leonina.

Em outras palavras, estamos diante de uma genuína e literal história de cinema que apesar dos erros na condução da narrativa, não esconde sua beleza e não nos impede de ficarmos verdadeiramente emocionados.

Cada minuto das duas horas, ao final, valem a pena. E se no derradeiro minuto, você, caro leitor e leitora, não estiver com a voz embargada e os olhos lacrimejantes, receio por seu senso de sensibilidade e desconfio que você esteja assistindo a muitos filmes de super-heróis. (risos).

Sigam a dica, aproveitem o filme e tenham a certeza de que seja você mãe de barriga ou de vida; seja mãe desde sempre ou escolhida, o fato é que os tipos podem mudar, mas, a intensidade do amor, nunca!

Feliz dia das Mães!

Por Jakson Miranda

Por que não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

O filme Vingadores – Guerra Infinita simplesmente alcançou o recorde de possuir, até aqui, a maior bilheteria de estreia do cinema de todos os tempos. Apenas no Brasil, o filme já arrecadou mais de R$ 40 milhões.

Cumprindo minhas obrigações paternas, fui assistir ao blockbuster baseado em personagens da Marvel. Com um elenco recheado de estrelas hollywoodianas e eximia produção, é compreensível que o filme lidere as bilheterias mundo afora.

Ao sair da sala de cinema, minha esposa, que nos aguardava do lado de fora, indagou-me se eu havia gostado do filme. Não, não gostei. Foi minha resposta. E por que não gostei?

Talvez eu possa ser visto por muitos como um esquisitão, mas, os super-heróis tanto da Marvel quanto da DC Comics não fizeram parte da minha infância e juventude. Das histórias em quadrinhos, meus personagens favoritos eram Chico Bento e Cascão. Assim, me surpreende o fascínio que tantos jovens e adultos nutrem por super-heróis como superman, Batman, Capitão América ou Thor.

Mesmo assim, não faço grandes objeções para assistir produções do gênero.

Então, por que recomendo vocês a não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

Vamos lá! Ao assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita com um olhar mais atento e treinado, é inescapável identificarmos a enorme quantidade, de forma implícita ou não, de mensagens não cristãs. Logo, para um cristão, torna-se um filme desconfortável.

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Nesse sentido, a mensagem não cristã que claramente aparece no filme e que permeia toda a trama, diz respeito às tais “Joias do Infinito” surgidas com o “Big Bang” e possuidoras de fortes poderes sobre o universo: espaço (azul) mente (amarela), poder (roxo), tempo (verde), realidade (vermelha) e alma (laranja). Assim, em muitas passagens do filme, encontramos falas sobre o “equilíbrio do cosmos” E “equilíbrio do universo”.  Aonde se encaixa, nessas tais “joias”, a existência de um Deus Trino, onipresente e onipotente?

Mocinhos X vilão

Logicamente que não seria um filme de super-heróis se não houvesse o embate dos mocinhos lutando em defesa da humanidade contra uma poderosa e perigosa ameaça que no caso do filme Vingadores – Guerra Infinita , responde pelo nome de Thanos. É Thanos o grande vilão da história.

O problema é que Thanos é um monstro que tenta ter em mãos, literalmente, as já citadas “Joias do Infinito”, cuja finalidade, com o poder conferido por elas, é exterminar metade da humanidade e assim, evitar que todos perecem com a escassez de recursos. É um necessário e misericordioso mal, com um verniz malthusiano, em nome de um bem maior: a preservação da espécie.

Não obstante, é na figura do vilão que o filme desperta uma boa discussão, afinal, podemos ver em Thanos, uma analogia ao papel do Estado, cada vez mais gigante, cada vez mais poderoso e com uma fome insaciável por mais poder; tornando-se o responsável por dar de forma arbitrária a última palavra sobre quem tem o direito de viver e quem foi o escolhido para morrer.

Também é possível enxergarmos em Thanos figuras como Hitler e tantos outros genocidas que sempre justificaram e justificam seus atos em nome de um bem maior. No filme, esse mal é combatido pelos super-heróis.

Em essência, são os super-heróis os responsáveis por defender os mais fracos: são fortes, corajosos e possuem os meios materiais e habilidades que a grande maioria dos meros mortais não possui, ou seja, têm poderes sobre humanos. Também faz parte desses poderes o senso de justiça, bondade, gratidão, amor e um estoico comportamento ético e moral que sobrepuja todas as suas fraquezas humanas.

Portanto, na descrição de um super-herói, descobrimos que suas qualidades são quase inatingíveis pela grande maioria da população. E esse dado contribui para reforçar minha desaprovação pelo filme Vingadores – Guerra Infinita e mais ainda, não recomendar vocês a assisti-lo

Não recomendo  o filme e saí do cinema com essa certeza porque o mal que Thanos representa e que está longe de ser uma mera ficção pode ser combatido por todos os indivíduos que compõem nossa sociedade, desde que, todos, possuam coragem, justiça, gratidão, amor, senso ético e moral, logo, prontos para defender os fracos e indefesos.

Mas como isso é possível se já foi falado que ser um super-herói é algo inalcançável à grande maioria?  Na sala ao lado em que se passava o filme da Marvel passava outro, cujo personagem central deixou-nos, dentre muitos outros, o seguinte ensinamento: Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo.

Jesus Cristo é nosso verdadeiro herói. Foi Ele quem morreu e ressuscitou por nós. E embora Seu padrão moral, Seu amor e Sua bondade sejam inalcançáveis por nós, o Espírito Santo de Deus, através do apóstolo Paulo, nos exorta a imitá-lo.

É desta forma e não de outra, que conseguiremos vencer o mal representado por Thanos, Hitler, principados e todos os dominadores deste mundo.

Mas infelizmente, é isso que jovens e adultos já vazios dos padrões de Deus e cheios do relativismo do nosso tempo, deixam de aprender e apreender ao assistirem ao filme Vingadores – Guerra Infinita. Ao assistirem, ficam ainda mais distantes da Verdade porque alimentam o imaginário de que algumas virtudes estão tão naturalmente distantes que são apenas para alguns poucos afortunados.

Nesse sentido, não recomendo o filme Vingadores – Guerra Infinita.

Por Jakson Miranda

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Banda U2 defende aborto: What more in the name of love

A banda U2, uma das mais famosas bandas de rock, sempre foi apontada como uma banda cristã que canta músicas seculares.

Não foram poucas as vezes em que a banda encerrou seus shows cantando o salmo 40, e cantarolou a canção gospel Amazing Grace antes da música street have no name.

Até pouco tempo, eu tinha a firme convicção de que apesar de suas falhas, Bono Vox, frontman da banda, permanecia firme na fé. No entanto, essa convicção pouco a pouco vai perdendo força e compartilho da opinião daqueles que afirmam ser o líder da banda U2 um suposto cristão.

Para corroborar, o U2 passou a defender que a Irlanda legalize o aborto. Leia trecho de matéria publicada no Blog da Vida.

A Irlanda se aproxima de um dos momentos mais importantes de sua história com o referendo que pode eliminar de sua constituição a 8ª emenda, trecho que protege a vida humana desde a concepção, impedindo que o aborto seja legalizado no país. As últimas pesquisas de intenção de voto mostram um país tremendamente dividido, com destaque para a recente queda no número de apoiadores do aborto.

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Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita

Música gospel na MPB: louvor e adoração com poesia

O desespero diante da possibilidade de derrota, contudo, parece ter levado os abortistas a apelarem para que celebridades entrem na campanha. Para a surpresa de alguns, o U2, banda do supostamente cristão Bono Vox, entrou de cabeça na luta pelo fim da 8ª emenda, abrindo caminho para a morte em escala industrial de bebês em gestação – do mesmo modo como ocorre em vários outros países europeus moralmente decadentes.

Para Encerrarmos, faço duas perguntas:

O U2 defende o aborto com o argumento de que tal prática é em nome do amor?

O que mais se fará em nome do amor, (What more in the name of Love), hein? Bono Vox e Cia?

O triste é saber que apesar disso tudo o U2 possui belíssimas canções que não raro, podem ser consideradas como verdadeiros louvores. E honestamente, já lamentei as oportunidades que tive de ir a shows do grupo e não tive condições. Agora, por conta de suas posições, é certo que em suas vindas ao Brasil, eu possa ter novas oportunidades de ir aos shows, ter plena condição, mas me recusar a ir, e não lamentarei.

Lamento, sim, as inúmeras vidas perdidas por conta de práticas abortivas. What more in the name of love…

Por Jakson Miranda

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Série Rock de Direita: Manowar – Battle Himns

Na série Rock de Direita divulgamos bandas e artistas de Rock que lançaram músicas com temática conservadora ou que remetam a algum princípio direitista.

Se você for esquerdista, antes de dar chilique dizendo que o Rock é contestador, logo é de esquerda, leia o artigo Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita que ele já refutará a maior parte daquilo que você defecará pela boca a respeito deste assunto.

Há dezenas de músicas que já estão pré-listadas para figurar neste humilde compêndio, mas quando refleti a respeito de qual teria a honra de “abrir os trabalhos”, logo soube que não poderia ser outra que não a épica Battle Hymns, do Manowar.

Manowar é manowar…

The other bands play… Manowar KILL

Juro que não conheço NADA a respeito da visão política dos membros do Manowar. Sei que tiveram problemas com feministas ao longo dos anos, o que com certeza conta pontos a favor, já que o feminismo, enquanto movimento, não se preocupa com os direitos de todas as mulheres, senão respeitaria a decisão das que optaram se dedicarem à família. O feminismo só defende as feministas…

É claro que o Manowar tem todo aquele estilão “macho inflexível” e imagino que isso tenha sido parte do problema.

Mas reforço não saber se os membros do Manowar são conservadores.  Como disse no artigo em que expliquei esta série, nem sempre isso importa… Importa mais o valor que a música transmite.

Considero Battle Hymns – Hino de Batalha – o maior Hino da história do metal. É o Metal por excelência. O ápice do metal épico. Já estive em muitos shows, mas esta foi uma das músicas que mais me emocionou assistir ser tocada ao vivo.

O Manowar pode ter se tornado folclórico pelo estilo, as roupas, as capas dos álbuns, e etc., mas ninguém pode questionar a grandiosidade de uma música como Battle Hymns.

A letra fala sobre uma batalha épica. Dez mil soldados lado a lado, valentes e orgulhosos, dedicados a morrer por sua pátria, em defesa de seus ideais e de sua nação.

O instrumental e a interpretação acachapante de Eric Adams transmitem toda a amplitude e emoção de um acontecimento de tão grande importância.  Você pode não falar inglês e não entender a letra, mas a conjunção do crescente melódico com a impostação de voz faz com que você saiba que se trata de um Hino de Batalha!

Isto é lindo. A grandiloquência de conseguir visualizar aqueles milhares de soldados lutando por seus valores.

Agradeça aos que lutaram e morreram para que tivéssemos, aqui no Ocidente, a liberdade que temos hoje. Por bravos tais quais os descritos nesta canção que não fomos todos islamizados. Se você que me lê é mulher, graças a estes soldados que você não está vestindo uma burca.

Segue Battle Hymns, do Manowar, ao vivo, com legendas em português.

É de arrepiar…

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Por Renan Alves da Cruz

Prática do “aborto pós-nascimento”” ganha defensores no meio acadêmico

Texto de Jônatas Dias Lima, publicado na Gazeta do Povo: 

A ideia de matar recém-nascidos tende a causar repulsa em qualquer sociedade civilizada, mas a crescente aceitação acadêmica do chamado “aborto pós-nascimento” mobiliza entidades pró-vida e defensores dos direitos da infância para o risco de uma relativização radical do direito à vida. Motivados pela tese de que uma pessoa só pode ser considerada como tal quando tem consciência de si, os entusiastas dessa visão consideram o homicídio infantil legítimo e fazem seguidores.

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Embora a base conceitual para esse pensamento venha de autores do século 20, as tentativas mais recentes de legitimar a eliminação de bebês ganharam divulgação internacional em 2012, quando a dupla de filósofos italianos Alberto Giublini e Francesca Minerva, docentes da Universidade de Melbourne, Austrália, publicaram o artigo “After-birth abortion: why should the baby live?” (em português, “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?”), no Journal of Medical Ethics, um reconhecido periódico científico na área da Bioética. Os pesquisadores partem do princípio de que não há diferenças relevantes entre o feto e o recém-nascido. Portanto, se há aceitação do aborto, não faz sentido criminalizar a eliminação de um bebê, apenas por este ter deixado o útero materno.

Uma das justificativas seriam as estatísticas de diagnósticos de síndrome de Down. Os pesquisadores lembram que apenas 64% dos casos registrados na Europa são detectados em exames pré-natais, o que resulta no nascimento de centenas de bebês portadores da síndrome. Segundo a lógica da dupla, se o problema fosse detectado com a criança ainda no útero, o aborto comum seria uma opção, mas nos casos em que isso não é possível, os pais deveriam ter o direito de matar a criança logo após o parto.

Giublini e Minerva, no entanto, deixam claro que não apoiam o infanticídio apenas do que chamam de pessoas “sem potencial de vida saudável”. Para eles, o direito de decidir sobre a vida de uma criança que ainda não tem cons-ciência de si caberia exclusivamente aos pais e aos médicos.

Um levantamento feito em outubro em universidades americanas dos estados de Minnesota, Flórida e Ohio, mostrou haver em todas as cidades estudantes que concordam com o aborto pós-nascimento.

“Eles justificam sua posição dizendo que alguém só é plenamente humano quando se torna consciente sobre si mesmo, o que só ocorre por volta dos 4 anos”, relata a uma publicação local Kristina Garza, dirigente de uma das ONGs responsáveis pelo levantamento.

Embora preocupante, o resultado não aponta necessariamente uma tendência de apoio popular à ideia. Uma pesquisa feita em 40 países em abril deste ano, pelo Pew Research Center, mostrou forte rejeição ao aborto, em qualquer etapa.

Estudo foi motivo de repúdio

As reações ao estudo de Giublini e Minerva foram intensas. Artigos criticando e rebatendo o texto foram publicados em jornais da Europa e dos Estados Unidos, e houve centenas de manifestações na internet, o que levou os autores a publicarem um pedido de desculpas. Eles lamentaram que o debate tenha saído dos círculos acadêmicos e afirmaram que não estavam propondo políticas públicas, mas fazendo apenas “um exercício de pura lógica”.

Cerca de um ano depois, em maio de 2013, o mesmo periódico publicou uma coletânea com 31 comentários de eticistas de todo o mundo sobre o infanticídio. Alguns deles voltaram a defender a prática como um ato aceitável. O próprio editor da revista, Julian Savulescu, assume seu lado no debate e abre a edição vinculando o assunto a outro tema controverso da bioética. Para ele, a discussão sobre a moralidade do infanticídio “é importante e digna de atenção acadêmica, porque toca em uma área de preocupação que algumas sociedades tiveram a coragem de enfrentar honesta e abertamente: a eutanásia”.

Internautas se revoltam contra campanha de revista pela legalização do aborto

A campanha que a revista TPM lançou em novembro, em defesa da legalização do aborto, têm resultado em diversas reações de repulsa nas redes sociais. Para se antepor a hashtag #precisamos falar sobre aborto, lançada pela publicação, usuários do Twitter e do Facebook lançaram a hashtag #precisamos falar sobre assassinato de bebês e passaram a postar fotos de si mesmos com cartazes exibindo a frase. A página de resposta à TPM, criada no dia 19 de novembro Facebook, e que tem como nome a mesma hashtag, alcançou em uma semana cerca de cinco mil seguidores.

“Uma coisa é discutir o aborto com base em estatísticas verdadeiras, agora o que a revista está fazendo é mera propaganda do aborto como se ele fosse um tipo de ‘solução’ para a gravidez”, diz Guilherme Ferreira, diretor local da CitizenGo, uma plataforma de petições online. Ele lembra que o aborto é crime no Brasil, em qualquer circunstância, sendo apenas não punido em casos específicos. “O que a revista está fazendo é apologia, não se trata de debate democrático”, diz.

Para defender a causa, a publicação alega que o aborto é “a questão feminina mais urgente e menos discutida no país”, embora o assunto seja tema de frequentes audiências públicas no Congresso Nacional, foi discutido por juristas e parlamentares na formulação do projeto do novo Código Penal, em 2013, e surgiu como tema em debates transmitidos pela tevê entre candidatos à presidência, nas eleições de outubro.

Projetos de lei pretendem garantir proteção legal ao bebê em gestação

Em agosto de 2013, a comissão especial do Senado responsável pelo projeto do novo Código Penal emitiu seu relatório final, mantendo o aborto como crime. Os senadores rejeitaram a proposta de descriminalizar a prática até a 12ª de gestação. O projeto do novo Código Penal segue em tramitação no Senado.

Também tramita no Congresso o Projeto de Lei 478/2007, chamado de Estatuto do Nascituro, que pretende dar proteção jurídica ao bebê, desde a concepção. O projeto foi aprovado na Comissão de Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados, aguarda por votação, desde de junho de 2013, na Comissão de Constituição e Justiça.

Outra projeto relacionado ao tema é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 164/2012, que pretende incluir na Constituição Federal as palavras “desde a concepção” no artigo 5º, quando há menção à inviolabilidade da vida humana.

23 notas de Olavo de Carvalho sobre Jair Bolsonaro

Selecionadas e organizadas por Pedro Henrique Medeiros. 

Publicado no portal Mídia sem Máscara

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está dispostos a votar, é o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

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11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da Pepública e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;
1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.
Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.
Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

 

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Por Renan Alves da Cruz 

 

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