Poema ufanismo sem fim!

Recebemos do nosso amigo Sérgio Alvarenga, da Direita Minas, um poema que sintetiza à perfeição o Brasil desses tempos. O titulo do poema, ufanismo sem fim, deixa claro que diante de tanta corrupção, ausência de educação, segurança, etc, ser patriota, não poucas vezes, soa como um grande ufanismo…

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Vamos ao poema!

Ufanismo sem fim

Como explicar tanta humilhação?

Para que tanta corrupção?

Sem ética ou pudor

Ceifam uma legião em estupor…

 

Reféns de uma quadrilha,

De covardes assaltantes,

Punguistas meliantes,

Uma nação sequestrada por infames…

 

Sem legislativo ou executivo,

Sem judiciário,

Uma espúria de senado,

Corrompidos desgraçados…

 

Tiram a vida, saúde e educação,

Tudo que dignifica uma nação,

Vivem sua desmedida ambição,

Referendados por castrada constituição…

 

Filas nos hospitais,

Lagrimas de pobres mortais,

Que veem pais, filhos e netos.

Tratados como abjetos…

 

Onde está a esperança?

Diante de tanta ignorância,

Somos obrigados a escolher

Quem fará o povo sofrer…

 

Muitos partidos,

Uma só armadilha,

Desta hoje pútrida nação,

São uma verdadeira quadrilha…

 

Valorizar a vida e a dignidade humana

É para poucos, apenas loucos

Não respeitam seus semelhantes,

Em sua covardia delirante…

 

Narcotraficantes, latifundiários,

Acobertados por um cúmplice judiciário,

Assassinos honorários,

De uma população de novos escravos…

 

Nenhum presidente irá resolver

O que só o povo pode fazer,

Não adianta escolher e votar

Só em quem irá apenas nos roubar…

 

Travestidos de excelência,

São pútridas excremências…

Acorda gigante adormecido

Vamos nos livrar dos bandidos…

 

Trago a herança de um país inteiro,

Que virou um puteiro,

Samba, futebol e carnaval,

Inércia, alienação e cara de pau…

 

Hoje nos resta a utopia,

De momentos inesquecíveis,

Momentos de nostalgia,

Que deveriam ser verossímeis…

 

Incríveis,

Dias que não chegarão,

Lutemos por dias de gloria,

Para que um dia usufruirão…

 

Toda uma legião,

Herdeiros de nosso sangue,

Continuarão, então,

Nossa luta que não é em vão.

Encerramos

Ao ler uma produção dessas, não há como não ficarmos esperançosos em relação à cultura brasileira. Ainda há fagulhas de talento e excelência… Ou será excesso de ufanismo crermos nisso?

Voltemos à Direita

Pabllo Vittar tem a voz de uma ratazana morrendo sim!

Publiquei um artigo chamado O que mais a militância gayzista quer e nele sentenciei que a voz de Pabllo Vittar se parece com a de uma ratazana morrendo.

E eu acho que parece mesmo. E por que não poderia achar?

Usei o argumento justamente como constatação de que a turma da lacração hoje está tão “empoderada”, para usar um termo esquerdóide, que mesmo alguém sem qualquer talento vocal como o senhor Pabllo Vittar é capaz de fazer sucesso por aqui como cantor.

Vivemos debaixo de um novo jugo totalitário que sequer posso achar que o sujeito canta mal! Agora, só porque ele é homossexual sou obrigado a achar super legal, senão sou homofóbico?

Enlouquecemos todos?

Freddie Mercury era homossexual e possuía uma das mais belas vozes, senão a mais bela, da história do rock, meu gênero musical preferido. Adoro Queen! Freddie Mercury é um mito vocal.

Agora, me desculpem, ou melhor, tomem vergonha na cara! Não vou achar que Pabllo Vittar canta bem só porque é lacrativo.

Canta sim como uma ratazana morrendo.

Não adianta chiar que não vou pedir desculpa.

E se pedir, pedirei às ratazanas.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

 

Cantor Seal desmascara Oprah Winfrey

O cantor Seal é dono de alguns dos hits mais tocados na década de 90, como “Crazy”, “Kiss from a Rose”, entre outros. Ou seja, é uma pessoa que faz parte do show business, é uma pessoa que conhece bem o show business e faz (fazia) parte do mundo vivido pela beautiful people hollywoodiana.

Como conhecedor das entranhas do mundo das estrelas, coube ao cantor Seal desmascarar a hipocrisia de Oprah Winfrey.

Após fazer um “discurso” “histórico” e “poderoso” (se tivesse soltado um peido teria sido considerado histórico e poderoso. Não duvide das formas de protesto de certas feministas) na premiação do Globo de Ouro, contra os abusos sexuais sofridos e relatados por diversas atrizes, a grande mídia logo tratou de apontar uma suposta candidatura de Oprah Winfrey à Casa Branca. Rápidos como coelhos, logo trataram de parir uma pesquisa que colocavam a celebridade dez pontos à frente de Donald Trump. Eis o ponto de euforia histérica da turma.

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Ratinho detona Globo: ‘tem muito viado’

Só não contavam com as declarações do cantor britânico. Disse Seal sobre o caso de assedio sexual e a apresentadora Oprah Winfrey: “Quando faz parte do problema há décadas mas de repente todos acham que é a solução“.

Vejam a foto e a frase que o cantor postou em uma rede social

 

Na primeira, Oprah beija carinhosamente o diretor Harvey Weinstein, acusado de assédio. Em seguida, a apresentadora e o diretor conversam animadamente.

Enfim, coube ao cantor Seal, desmascarar a hipocrisia de bilionária Oprah que nada mais é do que mais uma seguidora cega do politicamente correto, ou seja, detentora de um discursozinho pronto para o grande público, mas que por outro lado, possui um estilo de vida cujas atitudes em nada coadunam com aquilo que tagarela para os pobres incautos que  acreditam nos anjos de Los Angeles.

Por Jakson Miranda

Escreva um artigo sobre o julgamento de Lula e concorra a um livro

O julgamento de Lula já é um dos temas mais falados na internet. E a cada dia brotam novos textos. Alguns defendendo o petista, outros, o criticando. Até o julgamento, que ocorrerá no dia 24, muitos outros artigos serão escritos e publicados.

Apesar disso, sempre ficamos com aquela sensação de que há algo a mais a dizer. E se eu escrever um artigo sobre o Lula? Será que aquilo que penso não é o mesmo que muitos pensam, ou melhor, não solucionará a dúvida de muita gente?

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É pensando nessa pluralidade de ideias e com o objetivo de alargar ainda mais o debate, tanto àqueles que defendem o petista quanto àqueles que se opõem às suas ideias, nós, do voltemos à direita resolvemos criar um CONCURSO DE ARTIGOS SOBRE O JULGAMENTO DE LULA.

Para o pontapé inicial, criamos o seguinte tema: O JULGAMENTO DE LULA É…  A partir dessa premissa, muita coisa poderá ser dita, a favor ou contra o ex-presidente. A favor ou contra seu julgamento; condenação ou absolvição.

Como funcionará o concurso?

À medida que formos recebendo os artigos faremos a publicação no Voltemos à Direita, dando ampla divulgação em nossas redes sociais.

Os artigos deverão ser enviados para nosso e-mail voltemosadireita@gmail.com até o dia 20/01. (Não aceitaremos artigos após essa data).

Entre os dias 21 e 25 de janeiro, abriremos espaço para que o público vote e eleja o melhor artigo da série.

Ainda no dia 25, anunciaremos o texto/autor mais votado.

Na possibilidade de empate, caberá ao Voltemos à Direita desempatar e eleger o artigo vencedor.

Por fim, o autor do artigo vencedor receberá como premiação, o livro: Mentiram Para mim sobre o desarmamento.

E então? O julgamento de Lula já está dando o que falar. O que você tem a dizer? Pense, escreva, argumente, defenda seu ponto de vista e nos apresente um desfecho.

Nós, do Voltemos à Direita teremos a honra de publicar suas ideias!

Estamos aguardando. Boa sorte…

Por Jakson Miranda

Ratinho detona Globo: ‘tem muito viado’

O apresentador Ratinho, do SBT, que fala a linguagem do povão e por isso ainda hoje faz sucesso, detona as novelas da Globo. Para o apresentador, nas teledramaturgias da emissora carioca, ‘tem muito viado’.

Veja o video

Ao postar o vídeo, Ratinho atraiu para si as hordas dos intolerantes, e com certeza, será acusado de “homofobia”. Todavia, vamos pinçar o que disse Ratinho:

“… A Globo colocou viado até em filme de cangaceiro, gente. Naquele tempo não tinha viado não. Você acha que tinha viado naquele tempo? É muito viado! É viado as seis horas da tarde. É viado as oito da noite. É viado as nove da noite. É viado as dez da noite! Mas é muuito viado. Eu não sei o que tá acontecendo? Não tem tanto viado assim, ou tem? Será?”

A fala do apresentador do SBT é bastante esclarecedora porque, em essência, se  trata de uma colocação bem interessante. Primeiro, Ratinho questiona a Globo por ter inserido a temática gay em um filme de cangaceiro. Naquele tempo não tinha viado não. Pois é. Embora o homossexualismo remonte aos tempos bíblicos, é difícil imaginar que no bando de Lampião tivessem gays ou lésbicas. Será que Maria Bonita era na verdade um homem? Brincadeiras à parte, é difícil crer que no Nordeste do final do século XIX e início do XX as pessoas estivessem tão desesperadas de desejo por outras do mesmo sexo.

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Ratinho lembra ainda que em toda a programação da Globo há a inserção da temática gay: É viado as seis horas da tarde. É viado as oito da noite. É viado as nove da noite. É viado as dez da noite! Mas é muuito viado. Eu não sei o que tá acontecendo? Não tem tanto viado assim, ou tem”?

Aí centra-se o principal eixo da questão. Por mais que se advogue o respeito aos homossexuais, lembrando que cada um deve ser respeitado, independente do que faz entre quatro paredes, é exagerada a forma como a maior emissora do país aborda a questão em seus folhetins que pouco tratam da questão do respeito ao homossexual, optando por mostrar homens se pegando, mulheres se agarrando em cenas vergonhosas que beiram o sexo explicito.

Assim, fica visível o caráter obsessivo da Globo sobre essa questão e quanto mais insistir nisso, mais vai ficando claro que o Brasil está se cansando da Globo Lixo. O fundo do poço será o seu auge!

Por Jakson Miranda

Filme cristão é proibido na França

Ano passado postamos aqui o trailer do filme cristão ” A Estrela de Belém”. Na ocasião, usamos o seguinte titulo: A estrela de Belém promete ser boa animação para a criançada

Reveja o trailer

Pois bem, já há alguns dias saiu a informação de que o filme cristão foi proibido na França. Leia matéria do site Gospel Prime:

A cidade de Langon, no Estado de Gironde, como quase toda a França usa um padrão duplo nas questões religiosas. Ao mesmo tempo que permite orações muçulmanas nas ruas às sextas-feiras, fechando ruas e desviando o trânsito para garantir a “liberdade” de seus cidadãos, usa o argumento de Estado laico toda vez que a questão envolve o cristianismo.

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Uma animação norte-americana sobre o Natal, chamada “A Estrela do Natal” em francês (por aqui é A Estrela de Belém) foi proibida de ser apresentada para alunos das escolas públicas de Langon. O argumento é que ela era “cristã demais”.

O longa conta a história do nascimento de Jesus pela ótica dos animais que estariam envolvidos na jornada da Sagrada Família até Belém. Mais de 80 alunos de uma escola municipal assistiam ao filme no cinema Le Rio, quando alguns professores pediram que a exibição fosse interrompida, mesmo estando perto do fim.

Encerramos

Aqueles que Proibiram as crianças de verem o final de um filme cristão certamente não proibiriam a exibição de um filme sobre Maomé.

Aqueles que praticam uma desmascarada Cristofobia, não titubeiam em exibir para crianças em tenra idade, filmes e “aulas” em clara apologia à ideologia de gênero.

O que ocorre na França não é muito diferente do que ocorre no Brasil, quando o Ministério Público ordenou que uma rede de supermercados suspendesse a distribuição de uma cartilha cristã.

Proíbe-se filme cristão. Proíbe-se devocionais cristãos. Logo mais, o cristianismo como um todo será proibido, em nome da democracia e do respeito às diferenças.

Por Jakson Miranda

A Reforma Protestante também moldou a história do Brasil

Evangélicos do mundo inteiro comemoram os 500 anos da Reforma Protestante em 2017. As 95 teses de Lutero, afixadas na catedral de Wittenberg, causaram uma revolução que transcendeu as fronteiras da dissensão religiosa e moldaram a estrutura política, social e econômica da Europa.

A Reforma é o maior avivamento cristão pós Igreja Primitiva. O ato de Lutero e de outros corajosos reformadores que enfrentaram o até então inquestionável poderio do Bispo de Roma, demonstrou a fragilidade teológica de uma Igreja mais preocupada com as questões mundanas do que com as celestiais, dominada por um clã corrupto, voltada à política, mirando o aumento de suas posses e do seu poder.

A nova mensagem correu veloz pela Europa. Se algumas porfias permaneceram no campo da teologia, outros aspectos foram levados em consideração. Foi a oportunidade que alguns reis encontraram para diminuir o poder papal. Na Inglaterra do testosterônico Henrique VIII, se tornou a desculpa perfeita para uma ruptura que possibilitasse o confisco de terras da Igreja, para citar um exemplo.

A Inglaterra estabeleceu o Anglicanismo. O continente se dividiu, com nações que aderiram à Reforma e nações que permaneceram católicas.

Como reação à Reforma, o Concílio de Trento estabeleceu algumas mudanças no catolicismo. Boa parte delas são tentativas de reafirmar o poder da Igreja num cenário de baixa. É a chamada Contrarreforma.

Este contra-ataque da Igreja Católica influenciou diretamente na colonização do Brasil.

Portugal era um dos países que se mantiveram alinhados à Roma. O país, com fortíssima tradição católica até hoje, estava começando a colonizar as terras encontradas por Pedro Alvares Cabral.

No contexto da contrarreforma nasceu a Companhia de Jesus, ordem missionária católica que objetivava conquistar novos adeptos à crença, num momento em que a Reforma estava em franca expansão e boa parte da Europa se convertia ao protestantismo.

Tornou-se, portanto, um propósito tático investir nos selvagens (índios) das regiões recém-descobertas, pois estes povos, na visão dos europeus, não apresentavam o mesmo grau de civilização alcançado por eles, de modo que, se controlados e “adestrados”, poderiam se tornar novos católicos.

Neste caldeirão de acontecimentos que  Manuel da Nóbrega, o fundador da ordem dos jesuítas (Companhia de Jesus), recomendou à vinda ao Brasil do famoso Padre José de Anchieta, o responsável pela catequização dos índios brasileiros.

Anchieta era espanhol, mas havia se mudado muito jovem para Portugal para estudar na Universidade de Coimbra. O padre veio para o Brasil e realizou o trabalho de alfabetização e conversão dos índios ao catolicismo.

José de Anchieta permaneceu o resto de sua vida no Brasil trabalhando junto aos índios. Foi essencial, inclusive, na proteção deles dos próprios portugueses, quando o processo de escravização de índios começou a ganhar vulto.

A presença católica é responsável, por exemplo, pelo nome da cidade de São Paulo, dado por Anchieta, por ter realizado a primeira missa na “cidade” no dia 25 de Janeiro, que é o dia da conversão de Paulo, segundo a tradição católica.

A presença dos jesuítas no Brasil contrabalançou os propósitos econômicos dos portugueses no país. Sua ação carimbou a força da tradição católica brasileira. Sendo Portugal um país que não absorveu elementos da Reforma, isto se traduziu na consolidação da religião brasileira, majoritariamente católica até hoje e fortemente influenciada por seus símbolos e tradições, mesmo com o grande crescimento protestante no país a partir do século XX.

A chegada tardia dos primeiros protestantes ao Brasil não modificou a estrutura já moldada.

E essa estrutura foi incentivada e planejada como forma de reação à Reforma que descatolizou boa parte da Europa.

Assim, através de ações e reações, fatos e consequências, o Brasil como construído foi fruto da tática de defesa católica contra os reformistas.

Mostrando que a Reforma Protestante também moldou a história do Brasil.

 

Por Renan Alves da Cruz

A classe artística precisa se focar nos próprios problemas antes de dar lições ao mundo

Artigo de Marlus Apyus, publicado no Implicante: 

O que Robin Williams, Chorão, Prince, George Michael, Fausto Fanti, Champignon, Philip Seymour Hoffman, Peu, Amy Winehouse e Chris Cornell têm em comum?

Todos estes artistas tiveram o encurtamento de suas vidas narrado já na era das redes sociais. Mas a “glamourização” da morte na arte é antiga, vem de séculos, do “mal do século”, do romantismo, do sentimentalismo. Tornou-se pop quando o rock’n’roll teve toda uma leva de ídolos indo a óbito aos 27 anos. Mas não descansou ali no final dos anos 1960. Por mais impactante, triste e trágico, o suicídio de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, foi só mais um.

É um problema grave, mesmo que a classe artística tantas vezes prefira venerá-lo. E Dianna Theadora Kenny já tentou decifrá-lo, ainda que tenha se focado na música. Em 2015, a professora de psicologia da Universidade de Sydney tabulou sete décadas de óbitos de músicos famosos. Não é o levantamento definitivo sobre o assunto, mas conseguiu chegar a constatações alarmantes.

No geral, musicistas americanos que alcançam a fama vivem vinte e cinco anos a menos que a média da população. A situação chegou a melhorar nos anos 1980, mas a década seguinte seria trágica para a categoria: enquanto músicos morriam com menos de 50 anos, a população masculina já superava os 70 com tranquilidade. Na primeira metade da década atual, essa fatia artística vem proporcionalmente enfrentando 143% mais mortes acidentais (incluindo as overdoses), 189% mais suicídios, e 600% mais homicídios.

Os estudos de Kenny concluíram que “o clube dos 27 anos” é um mito, pois 56 foi o recorte que mais contabilizou casos no levantamento. Mas confirmou que o estilo musical faz toda a diferença.

Enquanto o blues, o jazz e o country permitem ao músico uma expectativa de vida até superior à medida na população americana, a coisa desanda quando entra no pop/rock e gêneros que dele descenderam. No punk, a morte chega para o artista entre 40 e 45 anos; no metal, entre 35 e 40; no rap e no hip hop, entre 25 e 30 anos. Nestes últimos, mais da metade dos óbitos teve por causa o homicídio – é o que faz com que um rapper viva menos da metade da vida de um jazzista.

Um quarto dos rockeiros morre acidentalmente, ou no recorte que inclui overdoses, mas no punk e no metal essa fatia supera os 30%. Um quinto dos metaleiros morre vítima de suicídio. No blues, o que preocupa são os óbitos ligados a problemas cardíacos (por volta de 28%). Mas a principal causa de morte da classe ainda é o câncer — entretanto, a doença se concentra em estilos nos quais a longevidade não cai tanto (jazz e folk).

Infelizmente, estudos mais abrangentes sobre o tema são raros. E mesmo este poderia ser mais amplo. Mas resta nítido que a classe artística, cada vez mais politizada e disposta a bandeirar causas alheias, possui graves problemas internos que se prolongam por décadas – ou séculos – sem solução.

Talvez por isso, mostre poder cada vez menor para formar opinião, e enfileire derrotas eleitorais recentes.

 

 

Taís Araújo não tem sido uma boa mãe

A atriz global Taís Araújo, casada com o também ator global Lázaro Ramos, é mãe de duas crianças, Maria Antônia e João Vicente, de dois e cinco anos respectivamente. Ultimamente, a atriz tem se notabilizado não por seu trabalho mas sim por suas opiniões.

Analisando as opiniões de Taís Araújo chegamos à conclusão romariana de que ela calada é poetisa. Não nos entendam mal, não queremos tolher seu direito de opinar, queremos apenas indicar que ao opinar sobre o que conhece ou tem o conhecimento distorcido erroneamente por algum tipo de ideologia, Thaís Araújo se expõe ao ridículo de ser contraditada pelos fatos.

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O lamentável disso tudo não é a atriz ser contraditada, é ela expor seus filhos a situações depreciativas.

Ao falar sobre sua filha há algum tempo atrás, Taís disse o seguinte:

“Tenho uma filha de 2 anos e oito meses que ama rosa, enlouquece com princesas, brinca de mãe e filho o dia todo e chora quando entra numa loja de brinquedos querendo ferro e tábua de passar! Socorro! Confesso que, cada vez que vejo esse movimento todo dela, me arrepio da cabeça aos pés”.

Temos aí um caso concreto de uma mãe que não está nem um pouco preocupada com a afetividade da filha. Para essa mãe, não importa o mundo idealizado por uma criança de dois anos, que “ama rosa” e acredita em “princesas”. O que importa, para Taís Araújo, é que aos dois anos, Maria Antônia já apresente traços de repúdio a um imaginário supostamente imposto por uma sociedade machista. Devemos questionar a sanidade mental e o equilíbrio emocional de alguém que “arrepia-se da cabeça aos pés” porque a filha gosta de brinquedos de meninas!

Não satisfeita, a atriz resolveu expor seu outro filho de cinco anos. Em uma palestra Taís Araújo saiu-se com essa:

“No Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e que blindem seus carros. A vida dele só não vai ser mais difícil do que a da minha filha”.

Obviamente que diante de tal disparate, não foram poucas as criticas que a atriz recebeu. Abaixo, o boxeador Esquiva Falcão falou sobre esse preconceito que a atriz afirma existir com seus filhos:

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Se Taís Araújo quer fazer prosperar a idiotice racial, isso é problema dela. Agora, expor seus dois filhos a esse tipo de vexame, é coisa de quem não está preparada para ser mãe.

Alguém, por favor, ajude essas crianças!!

Por Jakson Miranda

 

As Crônicas de Nárnia: Excelente livro para a garotada e cristão!

Vamos finalizar o ano começando uma boa leitura? A obra As Crônicas de Nárnia é uma excelente pedida.

Durante uma breve conversa com uma das minhas alunas de uma turma do 6° ano, descobri seu apego pela leitura. De um total de 38 alunos, ela é a única que está sempre com um livro em mãos e o que mais me surpreendeu, já leu clássicos como Memórias Póstumas de Brás Cubas e O Alienista.

Certo dia, quase ao final de mais uma aula, a mesma aluna me dá um papel onde estavam escritos o nome de alguns livros. Para cada professor, ela pedia que lhe indicassem alguns. Não tive dúvidas! Indiquei-lhe As Crônicas de Nárnia! Minha indicação, contudo, facilmente pode ser esquecida. Na biblioteca da escola não há um único exemplar da obra. Para crianças cujas famílias são em sua maioria de baixa renda, comprar um livro torna-se algo muito difícil.

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A situação descrita acima nos leva a perceber a ausência de bons livros infanto-juvenis. Pais um pouco mais atentos estão tendo dificuldades em presentear seus filhos com livros sem correrem o risco de estar dando um presente de grego.

Será que determinado livro é bom para iniciar meu filho na leitura? E se lá pela página 100 estiver narrando um caso de pedofilia? E se na 200, um beijo gay? Vai que na página 300 há algo que vá frontalmente contra tudo aquilo que tenho ensinado? São medos e dúvidas reais que pelo contexto atual, não é difícil ocorrer.

É por isso, que sempre que me pedem indicação de livros para adolescentes e crianças, não titubeio e indico As Crônicas de Nárnia! A obra de Lewis mergulha o leitor em batalhas épicas do bem contra o mal cujas histórias têm fascinado gerações. Não bastasse isso, podemos dizer que Nárnia é uma obra de ficção cristã. Sim, para quem não sabe C. S. Lewis é tido como um dos grandes teólogos do século XX e isso transborda de forma maravilhosa em suas ficções.

Em tempo: Esse texto tem por objetivo atender ao pedido de uma de nossas leitoras que nos enviou mensagem in Box pedindo sugestões, para seus filhos. Tá aí! Em breve traremos outras, pois, nem só de Nárnia vive o homem.

Por Jakson Miranda