CASO NEYMAR: O QUE PENSA UM CRISTÃO CONSERVADOR?

Minha vontade era a de não abordar aqui, o caso Neymar. Mas, devido a repercussão do tema e pelo nosso compromisso com os valores cristão conservador, acreditamos ser importante fazermos uma reflexão sobre todo o imbróglio.

Antes de tudo, registro que “o que pensa um cristão conservador” refere-se tão somente a este escrevinhador. Não é minha intenção, portanto, dizer COMO os conservadores de modo geral devam pensar.

Nesse sentido, vai um primeiro desabafo. Me causa extremo desconforto constatar o quanto centenas de pessoas saem em defesa do jogador e atacam acidamente Najila Trindade. Minha constatação é que ambos, Neymar e Najila, estão errados! Logo, não irei trilhar aqui o caminho de afirmar que Neymar é culpado. Ou o contrário disso. Isso caberá à justiça.

Meu ponto de vista é outro.

Como cristão e conservador, não aceito a banalização do sexo. Neymar queria sexo. A moça queria sexo. Eles não são casados. Esse é o erro!

E não venham me taxar de moralista. Qualquer pessoa com um mínimo de estudo e bom senso chegará facilmente à conclusão que a chamada “liberdade sexual”, “sexo livre”, “revolução sexual” e todos os seus derivados, não trouxeram nada de positivo para sociedade.

Em seu artigo UMA GERAÇÃO VICIADA EM SEXO nosso colunista e editor Renan Alves da Cruz mostrou que uma pesquisa feita pela Universidade de Stanford apontou que 3 de cada 4 homens não tiveram FREIOS MORAIS em aceitar fazer sexo com UMA DESCONHECIDA!

…retrato de uma sociedade que deificou a sexualidade e a transformou num anelo constante. Estavam dispostos a, mesmo diante dos mais diversos riscos envolvidos, praticar sexo com mulheres desconhecidas, sem qualquer reflexão mais aprofundada sobre sentimentos e consequências. (…) A ânsia sexual corrompe de tal forma os valores que sequer o raciocínio lógico, a despeito das implicações morais, reage normalmente.

Bem, senhoras e senhores, o caso Neymar encaixa-se a perfeição no que vai acima.

Como cristão e conservador, que lido diariamente com jovens adolescentes, tento, sempre que possível, mostrar-lhes o mal que existe em uma relação sexual fora do matrimônio. Lógico que minha fala, para a grande maioria desses jovens é irrelevante. Eles continuarão seguindo o que diz o funk que escutam e seguindo o exemplo de artistas que proclamam o “poder da bunda” e jogadores de futebol endinheirados.

No caso Neymar, é bom lembrar que o jogador, nas olimpíadas de 2016, chegou a ostentar em sua cabeça uma faixa onde se lia “100% Cristo”. Tratamos do caso no artigo NEYMAR E A CRISTOFOBIA DO COI

Foi nessa perspectiva, que por esses dias escrevemos no Twiiter:

Assim, o caráter de Neymar é falho o que faz dele um covarde. Covarde porque aos 27 anos ainda não está preparado para assumir um casamento. Covarde ao recorrer a “modelos” para satisfazer seu apetite sexual, ou seja, não tem personalidade suficiente para viver sua solteirice de forma santa.

Reitero, não é moralismo. Apenas tenho a convicção de que o cristianismo é exigente. Também o é o conservadorismo. O contrário disso é concordar com todo o relativismo existente em nossa sociedade. Com o recorrente costume de sair em defesa de homens e mulheres que agem seguindo apenas seus instintos depravados.

Por Jakson Miranda

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Os Simpsons na mira da patrulha politicamente correta

A matilha politicamente correta não descansa. Todo dia há um novo linchamento virtual acontecendo contra alguém que ousou emitir uma opinião, piada ou expressão considerada inapropriada pelos virtuosos inquisidores do século XXI.

Chegou a vez do longevo e já cult seriado “Os Simpsons” ser a nova bola da vez.

A polícia do pensamento considera o personagem Apu, sim, ele mesmo, o dono do mercadinho Kwik E Mart, um estereótipo ofensivo.

Ricardo Bordin publicou um artigo no Instituto Liberal mostrando o absurdo da situação:

Sim, é ele mesmo: Apu Nahasapeemapetilon, o dono do mercadinho Kwik E Mart, pai de oito filhos, casado com Manjula e sempre a todos fazendo rir durante os episódios do seriado Os Simpsons. Bom, nem a todos: há um movimento na América para banir o personagem porque, segundo consta, ele seria ofensivo aos imigrantes da Ásia Meridional devido a seu sotaque característico, e o comportamento estereotipado do indiano poderia, assim, desencadear racismo contra imigrantes e seus descendentes.

O comediante indiano Hari Kondabolu, por exemplo, hoje com 35 anos, alega que cresceu  nos Estados Unidos assistindo às desventuras dos Simpsons, e que Apu serviu como estopim para muitas zoações no colégio por parte de seus colegas americanos. Alguns dos “bullies” costumavam imitar os trejeitos do personagem na sua frente; outros repetiam frases típicas do comerciante, como “Hello, Mr Homer”, ou então “Obrigado, volte sempre”.

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O “traumatizado” rapaz, a propósito, está produzindo um documentário sobre o racismo por trás da imagem do referido personagem, intitulado “The Problem With APu“. Nele, serão retratados outros descendentes de imigrantes indianos que vivem na América e o efeito nefasto de Apu sobre suas infâncias e adolescências.

Interessante notar: o comediante em questão fez fama e dinheiro nos Estados Unidos por meio, justamente, da estratégia de emitir críticas a outros produtores de conteúdo de comédia, apontando, em suas obras e trabalho, supostas menções preconceituosas contra grupos étnicos desfavorecidos pela sociedade (as famigeradas “minorias oprimidas”), exatamente como agora procede contra Os Simpsons. Basicamente, seus shows de stand-up comedy resumem-se a reclamar do privilégio dos brancos e cobrar melhor tratamento para todos os demais – pouco importando, no caso, se os fatos sustentam suas teses.

(…)

O que torna ainda mais ridícula a barulheira  dos queixosos no caso em tela é que os roteiristas de Os Simpsons não costumam perdoar ninguém: debocham de tudo e todos, e não deixam barato nem mesmo para a FOX, emissora detentora dos direitos de transmissão. No que tange a zombar de etnias, o alvo preferencial é sempre o próprio povo americano. Ou seja, se isto caracteriza xenofobia ou coisa que o valha, então a espiral do silêncio imposta pelos “progressistas” está muito próxima de atingir seu epicentro nos Estados Unidos.

Pois é, amigos, Ricardo Bordin demonstrou bem a hipocrisia. E assim caminha a humanidade progressista e tolerante do século XXI, passando seu trator censório sobre tudo e todos.

Nos manifestemos, enquanto ainda temos essa possibilidade.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

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Breaking Bad: Walter White não, Heisenberg!

A dualidade Walter White / Heisenberg é uma das coisas mais primorosas da ficção recente. A atuação de Bryan Cranston é ímpar e consegue conceder peso dramático às implicações intrínsecas ao fato de que o pacato professor de química se embrenhou numa floresta de densas trevas e o homem que saiu do outro lado havia mudado.

(CONTÉM SPOILERS)

Quando descobre o câncer, Walter começa seu torneio de carteado com a morte. Seus freios morais estão gastos. A vida o traiu.

Começa então a grande virada.

White resiste um pouco, mas a grande verdade é que está começando a curtir o florescente gangsterismo. A reticência inicial começa a dar vazão a uma expressão mais firme e assoberbado. Se antes, quando se olhava no espelho se sentia tal qual um masturbador de bebês, a consolidação de sua estratégia produtiva de metanfetamina lhe concede um hausto fresco de oxigênio vivificante.

Walt sabe que pode até perder o torneio de cartas com a morte, mas na rodada atual, no truco, ele tem o zap.

Jesse Pinkman é o passaporte de entrada, mas não pensa grande. É tolo, imaturo e se contenta com pouco. Walt cansou de se contentar com merrecas a vida toda. Se lhe resta pouco tempo, que sejam tempos áureos, e se terá que manter Pinkman agastado ao seu negócio, ele terá que entender que Mr. White não quer mais ser peixe pequeno.

Mas Walter White não é ninguém, e sabe disso, e sabe também que nunca será. É preciso alguém mais forte, mais homem, mais impetuoso, mais implacável.

É preciso um Heisenberg.

Walter White é um homem de família, acomodado, tentando concluir dignamente suas responsabilidades suburbanas, tolerando uma mulher irritante e o desprezo do filho, que o considera um fraco.

Um homem doente, achacado de suas últimas forças pela quimioterapia.

Por isso que ele precisa de Heisenberg.

Walt raspa o cabelo, antes que a maldita quimioterapia tome esta decisão em seu lugar. Cranston oferece feições mais firmes após o serviço da navalha, perdendo a expressão apatetada inerente ao velho Walter White.

Heisenberg possui uma careca testosterônica. É um gangster.

Nessa condição percebe a necessidade de contatar algum importante distribuidor. Manda Jesse, o menino Jesse, conseguir fazer essa ligação. E é claro que Pinkman não tem traquejo para algo de tamanha grandeza. Chega diante do traficante Tuco porejando fraqueza e acaba no hospital.

Heisenberg, o cabeça da nova operação, terá que assumir a negociação.

E Tuco, embora psicopata, sabe que não pode abrir de um produto daquela qualidade, com uma pureza nunca vista antes.

A cena definitiva da 1ºtemporada é a ida de Walt ao quartel general do traficante para pegar o que lhe pertence: o dinheiro da droga que Tuco roubou de Jesse.

Mas quem entra não é Walt, é Heisenberg…

E Heisenberg pode não ser experiente no ramo, mas não tem mais nada a perder.

Quando sai com o que lhe pertence, a verdade fica clara. Aquilo vai acontecer. É de verdade, é para valer.

Ser Heisenberg, um fora da lei, é tão importante para Walt que a partir do momento que assume essa personalidade, a quimioterapia deixa de afetá-lo.

 

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Por Renan Alves da Cruz 

 

 

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Dica de livro #04: Mr. Mercedes – Stephen King

Não concordo com Rousseau. Não creio que o homem nasça bom, mas seja corrompido pela sociedade. Penso o exato contrário: o homem nasce mau e é balizado pelas regras de civilidade da sociedade, ficando seu mal em potencial acondicionado ao sistema que o insere.

Há pessoas, no entanto, que transbordam o mal presente em si com virulência incontrolada. São aqueles que não são contidas por leis, normas ou qualquer indicativo de consciência. A maioria se caracteriza no campo da psicopatia. Uns se revelam muito jovens, outros podem demorar a vida inteira, mas quando agem, transtornam o mundo ao seu redor.

Mr. Mercedes lida com um caso desse tipo. Um sujeito comete uma barbárie inominável. Atropela propositalmente um grupo de pessoas que esperava a madrugada inteira numa fila de uma feira de empregos que aconteceria no dia seguinte. Gente pobre e desempregada que topou enfrentar uma madrugada fria na rua à procura de uma oportunidade de trabalho e uma vida melhor.

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Num auge psicopático a vida dessas pessoas é ceifada por um maníaco dirigindo um ostentoso Mercedes.

Bill Hodges, um policial aposentado em depressão, o acompanhará na jornada em busca do assassino, enquanto você, eu e todo mundo tentaremos entender como é que algumas pessoas são capazes de fazer o que fazem…

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Editora: Suma de Letras

Ano: 2016

400 páginas

 

Por Renan Alves da Cruz 

Caio Coppolla, Rock, Roadie Crew e conservadorismo

Sou roqueiro.

O que já foi um motivo de perseguição, hoje, com a situação de depravação e degradação da música atual, é um atestado de sanidade, clareza intelectual e bom gosto. Se nos anos 70 e 80 muitos pais arrancavam os cabelos ante a possibilidade de que seus filhos se aproximassem do rock, hoje em dia, diante da oferta, a notícia é motivo de alívio.

Sou leitor assíduo de uma revista de rock e heavy metal há muitos anos. A melhor do segmento no Brasil. Se chama Roadie Crew. Uma qualidade editorial impecável, em evolução constante, com acurácia gráfica, textos bem redigidos e entrevistas relevantes.

Nunca li a Roadie Crew por causa de qualquer questão ideológica. Me tornei leitor em 2011 e desde então leio a revista todo mês, tenho pilhas e mais pilhas dela em casa, das mais antigas, às mais novas, e não consigo nem imaginar me desfazer delas. São itens de coleção para mim É uma afinidade construída ao longo do tempo, calcada no meu gosto pelo rock e na apreciação pela revista, que realmente é a melhor do ramo no país, com entrevistas relevantes, resenhas dos lançamentos e respeito ao legado e história do gênero musical, muito diferente de algumas de suas concorrentes que fazem apenas dublagens preguiçosas de material estrangeiro.

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Sendo uma revista que entrevista roqueiros, lida por vezes com questões políticas, quando as mesmas acabam inseridas em algum contexto desenvolvido pelos próprios artistas. Na época da eleição de Donald Trump, por exemplo, a paranoia era evidente e isso era demonstrado pelos próprios músicos nas entrevistas. A revista procurava manter posição de neutralidade.

Diante do quadro de corrupção que se instalou no país, por vezes a carta do editor mencionava a situação calamitosa, mas novamente sem puxar muita sardinha para nenhum lado.

No entanto, a partir de 2017 a Roadie Crew passou a flertar levemente com uma postura um pouco mais à direita nos editoriais brilhantemente redigidos por Airton Diniz. Nada ostensivo, colocado nas entrelinhas, mas demonstrado. Era uma posição sendo marcada.

A posição que o Rock, por sua verve contestadora deve assumir. Já que o mainstream hoje é dominado pela esquerda progressista, o Rock que quer continuar sendo Rock precisa desafiar o status vigente.

A coroação desse posicionamento veio na edição 240, em que o editorial, apresentando a reportagem especial que marcava a edição – os maiores lançamentos de 2018 –  ampliou o leque para mencionar Caio Coppolla como destaque enquanto comentarista político.

O editorial pontuou:

“Mas aqui na Carta do Editor, tenho a liberdade que preciso para ampliar minhas escolhas e posso até mesmo criar uma categoria especial para enquadrar alguém cujo trabalho me impressionou profundamente. E faço isso incluindo Caio Coppolla entre os melhores comunicadores (ou cronista, ou comentarista, ou seja lá o que for em termos de comunicação, escrita, falada, televisada, etc.), de quem tomei conhecimento da existência através de suas participações em programas jornalísticos da Jovem Pan. Sua clareza de ideias, facilidade de comunicação e preparo intelectual, chamou tanto minha atenção que fiz questão de assistir aos seus vídeos no Youtube, e conhecer suas páginas nas diversas redes sociais. É (quase) um garoto ainda, e com sua inteligência privilegiada só poderia gostar de um tipo de música: ROCK! Seu vídeo ‘Sou Conservador…’ no Youtube é uma aula imperdível e ensina com precisao o que significa realmente ser ‘conservador’. Isso tem que ser assistido por todas aquelas pessoas que estranharam o nome da página do grupo: ‘O Roqueiro Conservador’ criada no facebook e que causou impacto e irritou muito ‘progressista’ distraído.”

Pois é, meus amigos, não consigo nem exprimir a alegria que a leitura dessas linhas me proporcionou. Fazemos parte de um movimento reativo. Estamos quebrando a hegemonia cultural da esquerda progressista no ambiente cultural brasileiro. Como autor de um texto sobre o Rock e a Direita, explicando exatamente os pontos de confluência entre o pensamento conservador e o Rock, procurei o grupo do facebook citado para conhecer os colegas roqueiros e direitistas.

O discurso progressista ainda ecoa com força no ambiente artístico/cultural, entretanto, deixou de ser um monopólio. Há uma reação em curso. Fazemos parte dela. A Roadie Crew faz parte, a Jovem Pan faz parte, Caio Coppolla faz parte.

É muito, muito bom estar em tão qualificada companhia.

Por Renan Alves da Cruz

 

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Dica de Livro #03: Brasileiro é otário? – Rodrigo Constantino

Jeitinho brasileiro. Malandragem. Levar vantagem em tudo. Conhecer alguém que conhece alguém. Quebrar um galho!

A obra de Rodrigo Constantino, observando a situação do Brasil atual, demonstra como tais características do brasileiro, muitas vezes aplaudidas como parte do seu molejo cultural, se embrenharam em todos os níveis, se tornando não apenas uma desonrosa característica, mas também estando no cerne da corrupção, do coronelismo e de tantos outros males que assolam o país.

Rodrigo Constantino escreve em linguagem coloquial, facilitando a compreensão e transmitindo de maneira quase despretensiosa uma importante constatação a respeito da realidade brasileira: somos vítimas de nossa própria “identidade cultural”, a partir do momento em que assumimos o estilo macunaímico como modelo nacional.

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Rodrigo também é autor do excelente Esquerda Caviar, que é um dos principais manuais recentes de identificação da hipocrisia esquerdista em todos os seus níveis de operação.

Não somos malandros. Somos otários. Enriquecendo mais e mais um Estado paquidérmico que nada nos devolve, a não ser mais obrigações e imposições absurdas.

Ano: 2016 / Páginas: 280
Editora Record – Idioma: português

Brasileiro É Otário?

 

Por Renan Alves da Cruz 

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BOICOTE, com união é possível

No Brasil, ainda impera nas grandes empresas a ideia de que tudo podem. Principalmente nas campanhas de publicidade que fazem. Muitas vezes, agem como se o consumidor não tivesse discernimento ou fosse obrigado a consumir aquela marca ou produto. De fato, a ação do boicote ainda é pouco utilizada por nós brasileiros.

Ato que requer uma iniciativa individual, mas uma vez compartilhada, tal ação pode resultar em um movimento coletivo.  O boicote tem por característica a recusa em consumir determinado produto de determinada marca.

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Sobre o boicote ao O Boticário

A princípio o boicote pode ser entendido como uma punição financeira, cujo objetivo é o de denunciar e envergonhar seus alvos. Não é uma proposição equivocada, todavia, a denúncia e o constrangimento não são os principais objetivos do boicote.

Quando determinada empresa resolve seguir uma linha de afronta a valores compartilhados pela grande maioria da população de uma sociedade, essa marca ofende a sociedade como um todo e constrange indivíduos em particular.

O Brasil constitui uma sociedade de maioria cristã. Defendemos a vida. Defendemos a família monogâmica, composta por homem, mulher e filhos. Somos conservadores e repudiamos a revolução cultural fortemente presente nos meios acadêmicos, midiáticos e escolares. Como cristãos e conservadores, defendemos uma série de outros valores e repudiamos uma série de práticas “modernas”.

Portanto, para que serve o boicote?

Diante de ações publicitárias que descaradamente afrontam nossos princípios, o boicote tem por objetivo algo que vai além da punição financeira ou vergonha pública. É antes disso, uma tomada de posição a fim de exigir dos autores e propagadores da afrontosa publicidade, RESPEITO AOS VALORES QUE PROFESSAMOS. 

Nessa concepção, devemos buscar cada vez mais nossa união em defesa de nossas crenças. Assim sendo, em determinadas situações, devemos encarar como obrigação abrirmos mão de egos e pontuais divergências. Caso contrário, o inimigo se sentirá cada vez mais forte e despudorado.

A direita precisa saber que a guerra ainda não acabou. Boicote, com união é possível!

Por Jakson Miranda

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Menor que McDonald’s, Burger King “desafia” Bolsonaro

O Burger King não está entre as franquias mais valiosas do mundo, porém, aqui no Brasil, a rede de fast food resolveu “desafiar” o presidente Jair Bolsonaro em anúncio de recrutamento para comercial.

Como é possível ler em alguns sites, a campanha é uma resposta ao veto feito pelo presidente Jair Bolsonaro ao comercial do BB.

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Quem somos nós para dizer o que o Burger King deve ou não fazer.

Mas, considero fácil “desafiar” alguém que nada mais é do que o Presidente da República de um país democrático. Complicado mesmo é chegar ao topo do ranking, desafiar e desbancar marcas que verdadeiramente lhe fazem concorrência.

Fica a dica, “King”!

Por Jakson Miranda 

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Nazismo mata! Comunismo também.

Há poucos dias resolvi assistir alguns filmes na netflix. Fazia tempo que não aderia a tal prática. Minha intenção era relaxar, descansar… Bem, até que consegui descansar, mas, os assuntos políticos e ideológicos me perseguem até mesmo na escolha dos filmes. E lá vou eu assistir a filmes que têm como temática as ações comunistas e do exercito nazista ao redor do mundo.

A despeito da discussão sobre o nazismo ser de direita ou esquerda (ainda escreverei a respeito), o que precisamos ter em mente é que tanto o comunismo quanto o nazismo possuem como norma primaria de suas ações a maldade. Foram regimes inescrupulosos que não nutriam nenhuma empatia pelo ser humano.

Sobre esse fato, não há verniz contemporizador que possa mudá-lo. Isso é história.

O primeiro filme da minha escolha foi a película produzida pela estrela de Hollywood Angelina Jolie. First They Killed My Father. Em resumo, o filme conta a história da pequena Loung Ung e sua família, fugindo do regime comunista do Khmer Vermelho implantado no Camboja por Pol Pot. Segundo estimativas, entre 1975 e 1979, mais de 1 milhão de pessoas tenham morrido no país asiático. Essa é a herança comunista!

No filme, ficam claras algumas características dos regimes totalitários: A doutrinação e o trabalho forçado. Somados a esses dois elementos, o uso inescrupuloso de crianças, tanto no trabalho forçado quanto na frente de batalha e a consequente separação de famílias. Pais são mortos ou simplesmente são obrigados a deixar seus filhos sob os cuidados do regime e por fim, a fome.

Conclusão: O comunismo mata!

Leia nosso artigo: Qual a ideologia da Direita Conservadora?

O segundo filme foi mais emotivo. Agnus Dei. Se você ainda não viu, caro leitor e leitora vejam. Agnus Dei relata mais um horror, agora, perpetrado por comunistas na Polônia.

Após se verem livres do nazismo, os poloneses enfrentaram outro mal, o comunismo. O filme retrata a horrenda experiência pela qual passaram algumas freiras no interior do convento em que viviam: foram estupradas por soldados soviéticos. Como consequência, muitas engravidaram.

Muitas reflexões poderiam ser feitas sobre esse acontecimento real transposto para a sétima arte, como o conflito espiritual por exemplo, afinal, onde estava Deus que permitiu tais atrocidades? Mas, particularmente, não é essa interrogação que sobressai e sim seu oposto.

Extraio como aprendizado o quão sublime, inexplicável e superior é o amor pela vida. Nessa ótica, o filme é um desconcertante contraponto aos abortistas. Afinal, É POSSÍVEL AMAR UMA CRIANÇA GERADA DE UMA FORMA TÃO VIOLENTA! As freiras polonesas são prova disso.

Na sequencia de Agnus Dei, arrisquei-me a assistir ao filme Karol: O homem que se tornou Papa. Este, acessível no Youtube.

São pouco mais de três horas de filme em torno da entrada de Karol Józef Wojtyła no seminário católico, sua ordenação e por fim, sua escolha para o papado. É a história do papa polonês João Paulo II. Sobressai-se neste filme, a vida do cidadão comum em um Estado dominado por forças estrangeiras e totalitárias. Karol: O homem que se tornou Papa está ambientado em uma Polônia dominada pelos nazistas e após estes, os soviéticos.

A despeito das crenças religiosas de cada um de nós, é possível se emocionar e se alegrar com a parte final do filme e seu clímax: o anúncio de que Karol tornara-se papa.

Sobre os regimes nazistas e comunistas, em determinada parte do filme há uma fala entre Karol e outro personagem que sintetiza à perfeição o que o nazismo e o comunismo representam:

“Nós venceremos com amor, não com armas… Os nazistas desaparecerão, porque o mal devorará a si mesmo. Mas, se o amor não triunfar, os nazistas voltarão com um nome diferente”.

Nazismo e comunismo são apenas nomes diferentes para um mesmo mal: A eliminação do homem pelo homem, em nome da utopia de se construir uma sociedade perfeita.

Por Jakson Miranda

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A esquerda te enganou a respeito da ditadura militar

A julgar por aquilo que os “educadores” ensinam nas salas de aula brasileiras, o período militar no Brasil (1964-1985), foi uma ditadura vil, maligna e sangrenta que, com requintes de crueldade, perseguiu, matou e torturou milhões de pessoas.

Você pode ter sido vítima desta doutrinação. Pode até replicá-la sem saber.

E mesmo se não tiver caído na mentira, saiba que neste exato momento milhões de jovens estudantes brasileiros estão sendo submetidos a esta fraude histórica.

Se quer entender como funciona a esquerda, observe o modus operandi de um historiador esquerdista. Como também sou historiador, convivo com e leio alguns deles.

O historiador de esquerda dirá, por exemplo, que o nazismo é de direita (é claro, ninguém quer uma bucha dessa nas mãos). Pois bem, vários deles repetirão essa informação, geralmente calcados no fator nacionalismo, como sendo algo inerente à direita. A repetição então se tornou o que eles chamam de “consenso acadêmico”, de modo que se você pedir que qualquer deles lhe dê provas do que estão alegando – provas de que a ideologia nazista era de direita – eles o desqualificarão alegando que você é um louco burro que quer ir contra todo o consenso dos intelectuais acadêmicos.

E nesse escudo, os canalhas não lhe darão uma explicação plausível para o fato de que um regime altamente centralizador e estatólatra esteja no mesmo espectro político daqueles que defendem a diminuição do Estado e o livre-mercado.

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Esquerda acadêmica: brancos que odeiam brancos

Este é o mesmo historiador que glorificará a Revolução Russa, mas não aceitará que você coloque os mortos da União Soviética na conta do socialismo. E se você tentar insistir, ele jogará mais um balde de “consenso acadêmico” formado por outros esquerdistas em sua cabeça, para que aprenda a não ficar questionando contradições de estimação da esquerda.

Em relação ao período militar brasileiro, a tática é tentar demonstrar o período – principalmente a quem não o viveu (ou seja, o jovenzinho lacrador de hoje em dia) – como uma Era das Trevas, de perseguição constante e controle orwelliano.

E se você disser que não concorda com o – de novo – “consenso acadêmico” de que foi um período de perseguição brutal, tentarão dizer que você é conivente com as mortes que ocorreram.

Mas é claro que eles não aceitarão ser acusados de conivência com as mortes causadas pelos grupos revolucionários e terroristas.

A narrativa de uma ditadura infernal serve para que a esquerda se apresente como o messias libertador que lutou contra a barbárie. Para isso, é preciso que os estudantes imaginem que milhares de pessoas foram destroçadas pela sanguinária ditadura militar brasileira.

Não por acaso, serão estes os mesmos que dirão que Lula tirou oitocentos trilhões de pessoas da pobreza. Neste vídeo o próprio Lula, aparentemente não ainda em seu estado etílico de praxe, revela como a esquerda lida com números e estatísticas.

A maior prova de que o período militar brasileiro não exterminou os seus opositores é a de que eles estiveram dominando o cenário político nacional nos últimos 30 anos.

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Mas é claro que essas coisas não podem ser questionadas, e se você o fizer será jogado no ostracismo intelectual reservado àqueles que pensam, estudam, buscam novas fontes e não se dobram aos consensos acadêmicos oportunistas.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 27/03/19

 

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