7 citações épicas que você precisa conhecer!

Poucas coisas são mais instigantes e admiráveis do que uma notável citação bem construída e sagaz.

Boas citações são sintéticas e, sobretudo, precisas. São capazes de suscitar uma reflexão mais profunda do que muitos capítulos de um outro texto qualquer. Poucas se eternizam e conseguem ser dotadas de qualidades atemporais.

Nós do Voltemos à Direita compilamos algumas citações épicas para seu deleite. Mais do que refletir a respeito delas, compartilhe-as, permitindo que outros também sejam atingidos pelo seu poder de influência.

O pessoal da página Liberalismo da Zoeira mitou ao criar esta arte para a magnífica frase de Janusz Korwin-Mikke. Ouvimos falar que a associação dos macacos ficou ofendida com a comparação.

 

 

Do portal Pensador esta tétrica realidade apontada pelo escritor de ficção científica Orson Scott Card, sintetizando a nossa incapacidade endêmica de escolher governantes.

 

É claro que não podia faltar o Bob Fields! Parabéns ao Instituto Liberal pela lembrança importante, mostrando que a esquerda é caviar há bastante tempo.

 

Essa do Olavão é do tipo “postei e saí correndo”. Que comece o mimimi…

 

 Este humilde compilador precisa confessar que sempre que lê esta frase sente vontade de aplaudir Tocqueville…

 

Didático sem ser sentencioso. Magnífico…

 

Uma do Reagan, daquelas que fritam a cabecinha dos esquerdinhas…

 

Gostaram?

Nos enviem frases e citações impactantes que publicaremos em futuras compilações

 

Por Renan Alves da Cruz

 

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A “alta cultura” do Príncipe Joãozinho deve causar vergonha a D. Luiz Phillippe

Cotado para ser vice de Jair Bolsonaro na disputa presidencial, Dom Luiz Phillippe carrega em suas veias o sangue azul da família real. Podemos Conhecer um pouco mais sobre Luiz Phillippe na entrevista que ele deu ao youtuber Nando Moura. Obviamente que D. Luiz Phillippe não é o único a possuir sangue azul. Seu primo, D. João Henrique de Orleans e Bragança, é trineto de D. Pedro 2° e é conhecido como príncipe Joãozinho.

 

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, no dia 31/07, D. Joãozinho se disse triste com a possibilidade de seu primo ser vice de Bolsonaro. Ainda nessa entrevista, o Príncipe deu mostras de sua “alta cultura”.

Vejam:

 “Meu corpo é analfabeto!” brada o ator Eber Inácio, 50, ao concluir uma poesia sobre o abecedário. E então ele abaixa a calça e fica pelado na frente da lareira acesa na casa do empresário e príncipe dom João Henrique de Orleans e Bragança.

Outra performance do sarau organizado no sábado (28) para convidados da Flip foi “Mulher Cavala”, de Betina Kopp. “A minha mulher cavala é a minha cara à tapa. E ela só quer seguir. Montar e ser montada. Livre, leve, firme e forte”, recita a atriz ao som da música eletrônica de seu celular. Depois, saltita entre os presentes – como se cavalgasse. 

Encerramos

Honestamente, não sei se o príncipe Joãozinho considera isso que vai acima como a expressão de uma alta cultura. Também não sei de dom Luiz Phillippe de Orleans e Bragança sente vergonha ou se ficou triste com as opções culturais do primo.

Mas, tenho quase que absoluta certeza que D. Pedro 2° diante dessa realidade, deve estar se revirando em seu túmulo. Não foi esse o Brasil do futuro que ele imaginou.

Por Jakson Miranda

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Uma geração viciada em sexo

A universidade de Stanford realizou uma experiência sobre comportamento sexual com homens e mulheres. Contratou jovens atraentes para abordar desconhecidos e convidá-los para praticar sexo casual.

Nenhuma mulher aceitou. 75% dos homens aceitaram.

Há algo aterrador nestes dados: 3 em cada 4 homens abordados não tiveram nenhum freio moral em aceitar o convite de uma desconhecida para a prática sexual.

Talvez não todos, mas provavelmente alguns destes homens eram casados, noivos ou namorados de alguém, e não objetaram em se relacionarem sexualmente com desconhecidas, baseados somente numa atração imediata.

Outros, mesmo solteiros, demonstraram um intento sexual incontrolável, típico retrato de uma sociedade que deificou a sexualidade e a transformou num anelo constante. Estavam dispostos a, mesmo diante dos mais diversos riscos envolvidos, praticar sexo com mulheres desconhecidas, sem qualquer reflexão mais aprofundada sobre sentimentos e consequências.

Ficaram de tal forma enfeitiçados que não cogitaram que tão fácil oferecimento poderia se tratar de alguma espécie de logro: uma tentativa de assalto com uso de algum efeito dopante que os faria acordar completamente depenados num quarto de motel, por exemplo. Ou, no caso dos comprometidos, uma armadilha urdida por companheiras ciumentas e desconfiadas.

A ânsia sexual corrompe de tal forma os valores que sequer o raciocínio lógico, a despeito das implicações morais, reage normalmente.

Leia também

A corrente do mal e nossa sociedade “sexocêntrica”

Empoderamento: a nova prisão da mulher moderna

As feministas reagiram à pesquisa com a imoralidade esperada. O fato de nenhuma mulher aceitar fazer sexo com um desconhecido atraente, ao invés de ser digno de aplauso, foi visto como uma demonstração da imposição cultural do patriarcado, que impede que as mulheres se sintam “resolvidas” o bastante para se relacionar sexualmente com alguém que nunca tinham visto antes.

O que é qualidade se torna defeito e o que se mostra como uma falha de caráter se torna ambição. Liberalidade sexual passa a ser um requisito de aprovação em círculos de amigos, junto com uma cartilha de posturas progressistas que devem ser propaladas.

O feminismo comprova assim sua caricatura, pois enquanto critica mulheres que se recusam a fazer sexo com desconhecidos por excesso de moralismo, considerando que a postura ideal a uma mulher “liberada” seria aceitar, ao mesmo tempo critica e ameaça homens que tomam a iniciativa de abordar mulheres com intenções sexuais, até com o rótulo de estupradores.

Ou seja, evidencia-se mais uma vez a hipocrisia cavalar contida na cartilha militante: se o homem que aborda for atraente, a “mulher empoderada” deve aceitar; se for feio, deve acusá-lo de machismo e importunação.

Enquanto isso, a pornografia está a um clique de qualquer um. As redes sociais se tornam canais de exibicionismo, chegando aos extremos de, em certos casos, serem elas mesmas as fontes de produção pornográfica.

Alimentando a insaciedade de uma geração viciada em sexo, erotizada, que não sabe dividir frações, citar filósofos ou falar cinco capitais de Estados, mas é expert em obter e repassar “nudes” pelo whatsapp.

Por Renan Alves da Cruz

 

Publicado no portal Gospel Prime

 

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12 motivos para HOMENS assistirem Match Point, de Woody Allen

Não me obrigue a ser grosseiro. Este texto é só para homens. Teremos um papo testosterônico por aqui a respeito do filme Match Point, de modo que peço a gentileza que se retire se você não se enquadra nesta categoria.

Para efeito explicativo esclareço que o termo “homem” refere-se à condição de nascimento dentro do sexo masculino. Nada de bobajada de gênero por aqui, ok.

Meu texto, minhas regras.

Bom, meus amigos, não tratamos aqui de um lançamento. O filme é de 2005 e, pelo menos quando escrevo, está disponível no Netflix.

É um dos meus filmes preferidos de Woody Allen. Não é possível, neste momento, prever a continuidade da carreira do cineasta ante as acusações de abuso que recaíram sobre ele.

Ademais, é preciso ter em consideração que Woody Allen foi um grande cineasta. Erros que cometeu, não importa quão asquerosos, não podem sepultar sua obra.

O contrário também é verdadeiro: O fato de ter nos legado uma grande obra cinematográfica não o exime de pagar por seus desvios.

Match Point é a história de Chris Wilton, um homem que se torna amante da cunhada, interpretada por Scarlett Johansson. Wilton é professor de tênis e, como numa final de Grand Slam, terá seu destino decidido do mesmo modo que uma bolinha devolvida que, ao tocar na fita na rede, sobe por um tempo, sem deixar claro em que lado da quadra cairá, num suspense envolvente.

Há um motivo para estas 12 razões estarem restritas aos homens, e o explico já no primeiro:

1- Match Point permite que você observe as escolhas de Wilton e a partir delas e de sua autoanálise, verifique se sua ética masculina e seu posicionamento como homem não estão maculados;

2- Nós homens sabemos que mesmo casados/comprometidos temos oportunidades de nos relacionar, sair, pegar, ficar, ou qualquer outro termo que você queira usar, com outras mulheres. Você não precisa ser bonito para isso. Nem rico. É claro que os que são possuem maiores oportunidades. Mas mesmo se você não for também pode fazê-lo se quiser, se não de graça, pagando. Este é um motivo: a compreensão de que o adultério está ao seu alcance;

3- Esta perspectiva às vezes pode lhe parecer agradável. Você possui um instinto de caçador e, mesmo que ele hiberne a maior parte do tempo, às vezes ele desperta, e alguns “e se” surgem em sua cabeça;

4- Muitas vezes as circunstâncias da vida fazem com que a hipótese de ter uma aventura extraconjugal pareça justa, afinal você trabalha tanto, se esforça tanto e nem sempre acha que é reconhecido como deveria. Muitos homens passam por isso e superam. Você não é o único, então não se faça de coitado;

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5- Afinal, my friend, trair é um ERRO. Não empilhe justificativas mequetrefes que te tirem das costas o peso de fazer algo errado. Traições são erros. Deficiência de caráter. Falha moral;

6- Sua mulher provavelmente passou por momentos em que também teve chance de pisar na bola com você, mas priorizou a família e o laço que vocês construíram;

7- Se você fizer, depois não há volta;

8- Match Point te mostrará que o acobertamento de um erro sempre o induzirá a cometer outros;

9- Você tem que decidir se é um homem ou um moleque. Tem que decidir quais os impulsos que te governam e não permitir que a cabeça de baixo seja mais imperativa que a de cima;

10- Lembre-se de que, a despeito de descobrirem ou não, você sempre terá que lidar com sua consciência;

11- As consequências de um ato como este podem ser muito mais complicadas do que você imagina;

12- Mesmo se for com uma Scarlett Johansson?, você pode estar se perguntando. Se fizer esta pergunta, retorne ao motivo 9.

 

Falando em Scarlett… é claro que ela está linda no filme. Match Point foi feito antes dela embarangar, como disse Rodrigo Constantino…  Se quiser, conte isso como um motivo para assisti-lo também… Estamos apenas entre homens aqui… fica sendo nosso segredo.

Mas seja homem de verdade, amigo, e nunca estrague o que você tem de mais valioso.

Por Renan Alves da Cruz

 

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A ideia esquerdista de Ludwig Von Mises

Ludwig Von Mises é sem dúvida alguma, um dos principais, senão o principal nome do liberalismo. “Mais Mises, menos Marx”, é o que encontramos na estampa de algumas camisetas.

No cenário político e econômico do Brasil de hoje, alguém identificado com a direita é quase que automaticamente simpático ao liberalismo econômico de Mises. Não, meus amigos; não tenho a pretensão de tentar refutar Ludwig Von Mises. Pelo menos por enquanto… (risos).

Adiante.

É inegável que estamos atravessando um dos períodos mais significativos da nossa História. Ao mesmo tempo em que políticos e ideias ditas de direita ganham destaque e ensaiam um avanço, a bem da verdade é que o progressismo está longe de ser ameaçado.

Cada vez mais países adotam pautas favoráveis às ideias progressistas: totalitarismo LGBT, ideologia de gênero, relativismo moral, legalização de drogas, pedofilia, eugenia, enfim, é enorme a plêiade de inserções incompatíveis com aquilo que a civilização judaico-cristã construiu ao longo de dois mil anos de história.

É exatamente isso! Aquilo que possuímos e entendemos como “civilização” ou, “padrão civilizacional“, não seria possível sem os seguidores de Cristo. Suas práticas, crenças e valores moldaram a Europa e de lá, espalhou-se pelo mundo. Infelizmente, hoje, estamos na iminência ou até mesmo já dando os primeiros passos em uma Era pós-cristã. Nessa sociedade, o cristianismo nada mais é do que sinônimo de dogmas e fundamentalismos.

Por outro lado, não é surpresa e novidade para ninguém que o ataque a tal modelo civilizacional foi e continua sendo a principal força motriz da esquerda progressista e revolucionária.

Leia também:

Qual o problema com o comunismo? Por que não sou comunista?

O cristianismo que o mundo tolera

E o que Ludwig Von Mises tem a ver com tudo isso?

No livro intitulado Liberalismo, ao abordar a chegada dos europeus a outros continentes, Mises faz o seguinte comentário:

A ideia básica da política colonial era tirar vantagem da superioridade militar da raça branca sobre todas as outras raças. Munidos de todas as armas e equipamentos que sua civilização lhes colocou à mão, os europeus trataram de subjulgar povos mais fracos para lhes roubar a propriedade e para escravizá-los. Procura-se atenuar e encobrir o motivo real da política colonial, com a desculpa de que seu único objetivo era tornar possível aos povos primitivos compartilhar das bênçãos da civilização europeia”. 

E prossegue

Se, como acreditamos, fosse de fato superior às das tribos primitivas da África ou às civilizações asiáticas, ainda que estas últimas sejam respeitáveis, como o são em seu modo de ser, a civilização europeia deveria ser capaz de provar sua superioridade por inspirá-las a adotarem-na como padrão, por vontade própria. Poderia haver demonstração mais cabal de sua esterilidade do que a prova de que a civilização europeia não tem meios de difundir-se, senão pelo fogo e pela espada?”

Finalizamos

Não é preciso dizer muito. As palavras escritas por Ludwig Von Mises falam por si e cada uma delas cabe à perfeição na boca de qualquer esquerdista que luta pela “revolução” por um “mundo melhor“.

Seu argumento em nada difere do que consta nos livros didáticos usados para doutrinação ideológica.

Ludwig Von Mises NÃO tentou argumentar que APESAR de possuírem um padrão de civilização superior, os conquistadores europeus optaram pelo conflito. Não! Para o pensador liberal optou-se pelo conflito porque os valores da civilização europeia leia-se Ocidental, é estéril, sendo igual ou mesmo inferior a qualquer outra, inclusive àquelas que praticavam a antropofagia.

Isso nada mais é do que multiculturalismo. Nesse particular, Ludwig Von Mises está em um firme e afetuoso abraço com a esquerda revolucionária.

Por Jakson Miranda

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Empoderamento: a nova prisão da mulher moderna

A palavra da moda é “empoderamento”. Um termo de forte componente ideológico, geralmente encaixado num contexto elogioso, exprimido como uma espécie de tomada de poder contra uma opressão.

“Empoderamento feminino” talvez seja seu uso mais comum. O feminismo o tem como definição de estimação. A imprensa progressista passou a adotá-lo de forma sistemática. E, de repente, a palavra estava inserida no vocabulário. A “mulher empoderada” passou a ser uma figura digna de admiração. É independente, resolvida, desapegada, desafiadora e antitradicional.

Ou seja, você nunca verá o termo associado a uma dona de casa, mãe em tempo integral, satisfeita com essa situação.

Mulheres belas, recatadas e do lar, de acordo com esta cartilha, não são empoderadas.

Mesmo se forem felizes desta forma.

Ou seja, o poder oriundo deste “empoderamento” só está autorizado pela patrulha politicamente correta a se manifestar dentro de termos pré-determinados. A realização da mulher dentro do padrão conservador, na figura de mãe de família, recebe o selo de desaprovação, em prol de uma militância ostensiva que, ao se nomear feminista, passa a querer determinar como as mulheres devem se portar e o que devem fazer para serem felizes e poderem receber o carimbo aprovativo de empoderamento.

Emitem um discurso raivoso contra o machismo, o patriarcado, o conservadorismo, a cristandade e suas pretensas prisões.

Mas o que oferecem em troca?

Liberdade?

Não. Apenas sua prisão.

A prisão empoderada.

Leia também: 

Como irritar uma mulher empoderada

Primeiro o gayzismo, depois o feminismo 

O empoderamento se tornou a prisão oficial da mulher moderna. Sob o pretexto da liberdade, a mulher passa a ser pressionada a se descolar do sistema considerado tradicional. O casamento passa a ser motivo de repúdio, ter filhos um fardo, a vida sexual monogâmica uma tolice e o sucesso profissional se torna o Santo Graal.

Constrói-se então um pacote de conquistas e repulsas que a mulher “ideal” dentro deste contexto deve empunhar. A felicidade da mulher se torna elemento secundário, já que a função primaz é exprimir uma ideologia.

Sob a justificativa de livrar a mulher da opressão, a colocam debaixo de intensa pressão.

No discurso, a mulher empoderada é liberada, feliz, realizada, completa. O empoderamento é o estado de evolução social a ser atingido. Se torna, portanto, papel de toda mulher empoderada enfrentar o “machismo” e o “patriarcado”, estando inclusos nos alvos a serem atacados as mulheres que não querem se empoderar.

Surge então a ditadura do empoderamento. A mulher que mantém-se fundada em princípios familiares é tratada como alienada e serva do “sistema”, o ente evocado recorrentemente por quem exerce militância como meio de vida. O “sistema” como estrutura conservadora opressora precisa existir como inimigo. Quanto mais impalpável é descrito, mais poderoso parece.

A ditatura do empoderamento não aceita oposição. Sua busca por liberdade, como é inerente à esquerda, é sempre pela “liberdade” de praticarem somente o que ela ordena.

De modo que o tal empoderamento não passa de uma fragorosa derrota para aqueles que realmente acreditam nos direitos das mulheres, em sua felicidade e liberdade, pois não é positivo em qualquer sentido um movimento que alega lutar contra a opressão, agir ele próprio como um embrutecido agente opressor.

Não por acaso tantas mulheres tem repelido o tal movimento feminista, percebendo o quanto seu extremismo ofende, exclui e pressiona mulheres que volitivamente não acedem à cartilha.

A feminilidade resiste contra o ogrismo feminista. A beleza, candidez e inteligência das mulheres não merece a pressão, o ódio, a chatice e a imposição ditatorial de regras do feminismo empoderado.

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Série Rock de Direita: Alice Cooper – Nothing’s Free

Nesta série divulgamos bandas e artistas de Rock que lançaram músicas com temática conservadora ou direitista em algum nível.

Se você for esquerdista, antes de dar chilique dizendo que o Rock é contestador, logo é de esquerda, leia o artigo Série Rock de Direita: a surpreendente verdade que não te contaram sobre o Rock e a Direita que ele já refutará a maior parte daquilo que você defecará pela boca a respeito deste assunto.

Alice Cooper foi durante a década de 70 um dos principais terrores dos conservadores americanos. Apostando no Shock Rock, homem com nome de mulher, era considerado um desencaminhador da juventude. Os pais proibiam os filhos de ouvi-lo e isso fazia com que eles quisessem ouvi-lo cada vez mais. Alice viveu os anos dourados do lema “sexo, drogas e rock ‘n roll” e marcou profundamente toda uma geração posterior de roqueiros que se inspiraram em sua temática teatral e voltada ao horror.

A vida de Alice Cooper foi então modificada quando se tornou cristão em meados dos anos 90. Diferente de alguns que preferiram deixar a carreira – e não há nisso nenhum juízo de valor -, Alice permaneceu mas decidiu usar a notoriedade que tinha para levar ao público sua nova mensagem…

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Série Rock de Direita: Manowar – Battle Hymms 

Banda U2 defende o aborto: What more in the name of love

E funcionou. Alice permanece sendo respeitadíssimo por toda a indústria musical, mesmo sendo hoje cristão, conservador e professor de ensino bíblico. Permanece fazendo shows com seu personagem (Alice Cooper é seu personagem, seu nome real é Vincent Damon Furnier), e é considerado por muitos do segmento um dos caras mais legais do rock.

Tenho profundo respeito e admiração por Alice Cooper por isso.

Espero que ele continue por longos anos representando o rock, o conservadorismo e o cristianismo de maneira exemplar como tem feito até agora.

A música Nothing’s Free consegue conciliar uma temática bem metaleira com uma cosmovisão cristã. Fala da adoração ao diabo e da ideia de realizar um pacto com ele. Sobre esta música, Alice deu a seguinte declaração à Revista Roadie Crew nº227:

“Existe a fascinação pelo oculto, pelo diabo, mas ele é a fonte de tudo que está errado (…) Nada é de graça. O modo como mostram o diabo é aquela coisa produzida por Hollywood que é aquele cara amedrontador, grande, mas ele é aquele cara mais boa pinta (…) Então, essa imagem de Satã ser assustador é a versão hollywoodiana, pois a versão bíblica é muito diferente. Ele é o pai das mentiras, o grande enganador, e vai lhe dizer tudo o que você quiser ouvir, mas no final nada é de graça.”

Alice Cooper é o cara que consegue ser cristão, conservador, falar de bíblia numa entrevista para a maior revista de Metal do país, lida e dirigida por pessoas que são, em sua maioria, anticristãos ou ateus, e mesmo assim ser querido por todo mundo!

Que surjam muitos outros como ele:

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Por Renan Alves da Cruz 

 

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O homem contra Deus

A Bíblia informa-nos que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, não obstante, esse homem criado, resolve voltar-se contra Deus, esquecendo pouco a pouco, sua natureza e necessidade transcendente. Ou seja, desde sua origem, a natureza humana é voltada, instintivamente, a satisfazer suas necessidades, que agrupam-se na seguinte ordem: espirituais, fisiológicas e culturais. É nesse processo que o homem encontra prazer em coisas mais elevadas, como as artes, a política, filosofia, etc.

Nessa jornada a partir de certo momento da História, fica mais em evidencia a luta do homem contra Deus. Troca-se o culto a Deus, pelo culto do homem pelo homem. O Antropocentrismo do inicio da Idade Moderna, em clara oposição ao Teocentrismo de séculos anteriores, é um notório exemplo dessa inversão.

Não obstante, aqui pondero que mesmo no Humanismo, Deus não estava morto. Apenas havia perdido espaço. Apenas havia sido ferido. O Criador continuava vivo, ativo, ou seja, mesmo que em menor grau, o homem, em seu íntimo, continuava a preocupar-se com sua vida espiritual. É esse aspecto que permite o sucesso da  Reforma Protestante.

Assim, na batalha do homem contra Deus, coube ao Existencialismo decretar a morte de Deus. Mesmo que nesse Movimento houvesse pensadores cristãos, como Kierkegaard, as mentes que ofereceram maior expressão ao Existencialismo foram sem sombra de dúvidas o velho Nietzsche e Jean-Paul Sartre. O primeiro, lembrado pela Times quando a revista lança a pergunta: Is God Dead?

Se Deus está morto, então tudo está permitido. O homem é seu próprio senhor.

Aqui vão alguns exemplos das “benéficas” consequências do Movimento. Maio de 68, Woodstock, drogas, sexo, lutas por autoafirmação. Esse era o lema. AUTOAFIRMAÇÃO! Os novos senhores tiveram um pequeno tropeço, medo e desalento: o surgimento do vírus da AIDS. Mas, nada que diminuísse a grandeza do homem.

Sua grandeza é tal, que não cabe neste planeta. É preciso chegar as alturas, conquistar o espaço.

Todavia, o resultado é que de lá para cá, o hedonismo foi se aperfeiçoando. Ganhou uma roupagem pós-moderna, pós-contemporânea, ou, pós alguma coisa que ajude o homem a se sentir mais pleno e realizado.

Sociologia, psicanálise, prozac, diazepan, rivotril, um cigarro de maconha aqui, uma cheirada de pó acolá. Qualquer coisa que oferecesse e oferecer ao homem o sentimento de paz e liberdade são validos, exceto, voltar-se para Deus, afinal, Ele mantém o homem preso, alienado, com desejos reprimidos e com muitas ameaças de condenação eterna ao menor tropeço. Essas são as armas que o homem saca em sua luta contra Deus.

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Para alguns, o único deus é o Estado

Por que não assistir ao filme Vingadores – Guerra Infinita?

Enfim, o homem está livre! E ganha como prêmio por essa liberdade e busca desenfreada por prazer, o ônus de estarmos, atualmente, experimentando um dos períodos de maior declínio moral da história.

Nesse cenário, se alguma família tem por objetivo levar uma vida moralmente decente e pretende assistir a um filme, em família, são obrigados a ler minuciosamente a sinopse do filme e mesmo assim, podem ser surpreendidos lá pelas tantas, com cenas pra lá de sensuais.

Novelas? As cenas de sexo pipocam a cada minuto. Hormônios incontroláveis! Sim, não só nas telas, mas incrivelmente na vida real, tornou-se comum o sexo por acaso, com direito a “dicas para não haver gafes”, antes, durante e depois do ato. Isso realmente traz felicidade? É isso que buscam essas pessoas, tão somente prazer sexual?

“Oras, não há problemas em dois jovens responsáveis fazerem sexo.”

“Não me venha posar de puritano”.

“Não sejas hipócrita”!

“Onde está a maldade no ato sexual, feito por duas pessoas que se amam?”

São algumas das frases que com certeza alguns proferirão, ou pensarão sarcatiscamente. Onde está a maldade no relacionamento sexual? No relacionamento sexual, nenhuma, desde que, praticada por pessoas casadas. Fora do casamento, portanto, há maldade no relacionamento sexual, disso temos absoluta certeza!!!

Vejamos

Centenas de famílias são destruídas por conta do adultério. Quando a família não é desfeita, tem-se, por conta da traição, um relacionamento de aparências ou, não totalmente feliz, incompleto. O processo de reestruturação é doloroso e não ocorre da noite para o dia, com remédios ou psicanálise. leva anos!!

O número de jovens que tiveram seus planos interrompidos ou adiados por conta de uma gravidez indesejada é assustador. O número de crianças nascidas e criadas por pessoas totalmente inexperientes e despreparadas é igualmente assustador.

Para mitigar isso, tenta-se aprovar a descriminalização do aborto. Que solução, hein?! Mesmo com o governo distribuindo preservativos de forma indiscriminada, os casos de AIDS continuam altos, isso sem mencionar as demais DSTs. Falta informação. Dizem as autoridades. Não, não falta!

Agora, pisamos mais um degrau na baixeza moral. Crescem os escândalos protagonizados por fotos e vídeos íntimos divulgados nas Redes Sociais, sites e blogs. Jovens, por não suportarem a humilhação a qual são expostas, cometem suicídio, deixando familiares e amigos (sinceros) destruídos, perplexos.

Não há maldade nisso tudo? Não há maldade em abortar? Não há maldade no fato de uma criança ser educada por pais ineptos? Quando estes, com um pouco mais de paciência, poderiam casar-se e conceber um filho num lar sadio?

Não há maldade em vidas serem interrompidas,  resultado da maléfica influencia e apelo em torno da sensualização e exposição nunca antes vistas?

É certo que Hitler relativizou a moral para extrapolar na maldade, idem para Stalin e tantos outros. Mas hoje, o homem comum, não só relativiza a moral, mas também, enxerga virtudes no mal. Consultem vossas consciências!

Falta-nos resgatarmos uma sociedade orientada por princípios morais, que lembrem aos indivíduos que os mesmos não são meros animais insaciáveis por prazer.

Ok, mas o que podemos fazer para resgatarmos essa sociedade?

Bem, devo lembrar-lhes que Deus não está morto. Deus vive!  Seu Livro tem a receita. Seu Livro dar-nos a receita para estruturar famílias, orientar jovens, consolar pais e mães. Como também, aceitar mães solteiras e oferecer-lhe apoio a fim de que, consigam preparar-se e construir uma família.

O homem agir contra Deus deu no que deu. É necessário, portanto, cessar essa luta e trilhar o caminho inverso, pois, reiteramos, não precisamos de mais psicologias, sociologias, antropologias ou qualquer outra Ciências Humanas, precisamos sim, MAIS de DEUS!!

Por Jakson Miranda

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Eu vi por dentro: a imprensa no Brasil está podre e só tem esquerdista

Sou jornalista há 17 anos, com passagens por Bandeirantes, Record, Folha de S.Paulo e outros grandes veículos de mídia. Ou melhor, era. Há poucos meses, surgiu uma oportunidade ótima e joguei tudo para o alto sem pensar duas vezes. Sim, a mudança também foi motivada por um salário melhor e pela estabilidade, já que a profissão é MUITO instável e os cortes nas redações, constantes. Mas o principal motivo é que eu vi por dentro o tamanho da podridão no jornalismo no Brasil. A imprensa está doente. Condenada à irrelevância e ao descrédito em pouquíssimo tempo. E as causas mortis serão um misto de esquerdismo, desonestidade intelectual, ideologização barata, educação ruim, preguiça e burrice, tudo junto e misturado.

O jornalismo brasileiro atualmente é um lixo em qualquer segmento: econômico, esportivo, internacional, cultural, o que você escolher. E sempre pelas mesmas razões. Em primeiro lugar, hoje os repórteres não sabem escrever. Sério. Eu, que já fui editor, tive o desprazer de ver profissionais formados soltarem um EXCESSÃO num texto. Eles também não leem nada, afinal o São Google tá aí pra isso (contém ironia). Cultura geral? Esquece. Já ouvi gente perguntar “Quem é esse cara?” quando falei de Nelson Gonçalves, Alice Cooper, Ulysses Guimarães…

Mas o pior não é isso. Nem a preguiça que os novos jornalistas sentem quando você pede a eles para sair ir à rua e fazer uma reportagem, com texto e apuração completa, em vez de chupinhar tudo da internet ou escrever aquelas desgraças tipo “fulano lacrou e gerou memes nas redes”. O problema é mesmo a doutrinação ideológica. É fato: 99% dos jornalistas são da esquerda PT/PSOL, aquele tipinho tosco que defende Nicolás Maduro, acha que houve golpe no Brasil e chama Dilma Rousseff de mãe.

E eles escancaram a militância sem medo de levar puxão de orelhas dos chefes, sempre tão esquerdistas quanto os repórteres. Seja ilustrando reportagens com fotos esquisitas de políticos que disputam eleições com petistas (quem nunca viu aquela do José Serra atirando, só para citar um exemplo?), ou escrevendo matérias do tipo “internautas se revoltam” com o que alguma personalidade não alinhada à esquerda escreveu nas redes sociais, a intenção é uma só: atingir o “inimigo” e posar de militante entre os amigos na mesa do boteco.

Leia também: 

A Imprensa de esquerda e as redes sociais 

A rápida virulência contra Temer mostra a força do esquerdismo na mídia

A Revolução anticristã

Para mostrar que não é exagero, vou narrar só três dos muitos casos vividos nas redações em que trabalhei. São todos 100% reais. Eu não teria porque mentir, afinal não trabalho mais na área. E este é um nome fake, então não vou chatear meus amigos que são citados (Sim, sou amigo de algumas dessas pessoas. Acho que elas são ingênuas, ou que não têm orientação para saber o que é ética e compromisso com a verdade. Há muita gente legal, divertida, de bom coração, prestativa… Mas que não faz jornalismo decente e é politicamente iludida).

1 – Dia 1º de janeiro de 2002. Dia de posse de Lula. Lembro até hoje: a redação inteira de um jornal famoso onde fui repórter (inclusive jornalistas de esporte, de celebridades…) parou de trabalhar para ver a cerimônia. O clima era de emoção. Alguns chegaram a ponto de tacar o f*** e foram trabalhar de roupa vermelha e broche do PT. Mas o ponto máximo foi a transmissão da faixa e o Hino Nacional. Teve gente que chorou SEM MEDO DE SER FELIZ, enquanto outros bateram palmas, assoviaram e gritaram BRASIIIILLLLLLLLLLLLL!!!!.

2 – Neste mesmo local, um amigo meu que era jornalista de política foi à minha mesa para conversar. Motivo? Ele fez uma série de reportagens sobre corrupção do PT em uma cidade da Grande São Paulo. A primeira delas foi publicada. As outras, não. Ordens da direção do jornal, que estava nas mãos de um figura hoje bem famoso na imprensa petista, amiguinho de ideologia de Paulo Henrique Amorim, Luís Nassif e afins. Uma ou duas semanas depois, SUR-PRE-SA: anúncio de página inteira desta prefeitura em um dos espaços publicitários mais caros do jornal. Que tal? Para piorar: o meu camarada não ficou nem chateado. .

3 – Esta foi recente: na época do impeachment da Dilma, o pau comeu num daqueles protestos da esquerda. No portal de internet onde eu trabalhava, fizeram uma reportagem denunciando que estudantes foram agredidos pela polícia, naquele tom de “denúncia” que a gente conhece. Quem foi um dos militantes que disseram ter apanhado da PM? Um REPÓRTER do portal. E ele foi ENTREVISTADO. Usaram um nome diferente do que ele assinava as matérias no site e fizeram uma foto dele DE COSTAS. Deu pra entender? Vou repetir: o repórter do portal foi entrevistado como um militante de esquerda (e ele é mesmo!), e para disfarçar a parcialidade colocaram um nome diferente e uma imagem sem o rosto. É brincadeira?

Poderia citar muitos outros exemplos, que estão se tornando mais e mais frequentes nos últimos tempos. Parece que a cada dia a situação fica pior. No jornalismo, todo mundo sabe que 100% de imparcialidade não existe, mas os novos profissionais nem tentam buscar o equilíbrio. “Nós estamos do lado certo, pronto e acabou. E quem discordar é direita radical, racista, homofóbico, blablablá”. É só acompanhar o que repórteres como os da GloboNews, ou da ESPN, escrevem no Twitter. E depois ler e ver as matérias delas. Está tudo ali, na cara.

Todo mundo aqui sabe como o pessoal de esquerda é autoritário, né? Agora imagina esta “filosofia” em um ambiente de trabalho. É óbvio que quem deseja ver o Lula na cadeia ou tira sarro do Partido do Socialismo e Liberdade (risos) no mínimo não tem AQUELA SIMPATIA da maioria dos chefes. Culpa de: a) as faculdades de jornalismo, que como todas de humanas, são um centro de lavagem cerebral pró-esquerdismo; b) a profissão hoje é coisa para rico. As faculdades são caríssimas e quem não fez colegial em Nova York ou fala três idiomas tem raras chances, principalmente com as poucas vagas disponíveis no mercado. O resultado é uma geração de legítimos representantes da esquerda caviar dominando as redações e escrevendo sobre política com bottom “Fora Temer” na roupa (sim, isso eu também vi…).

O autor prefere, por enquanto, manter o anonimato.

Publicado pelo portal Reaçonaria

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O que há de tão especial em Breaking Bad?

Lembro-me da primeira vez que me perguntei o que tornava Breaking Bad tão especial.

Estava conversando com amigos e percebi que eles nutriam pelo seriado que conta a saga de Walter White o mesmo respeito que eu sentia. A figura de White, imortalizada na atuação primorosa de Bryan Cranston, nos suscitava uma reverência sem par no cortejo de personagens da ficção recente.

E, quando no alter ego de Heisenberg, quase lhe batíamos continência.

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Sou um conservador e estou falando também de um grupo de amigos que compartilham os mesmos valores e princípios.

Ademais, como aconteceu de maneira global, num dos maiores sucessos de público e crítica dos últimos tempos, lá estávamos nós, admirando a robustez criminosa de Heisenberg / White.

Havia lido algumas resenhas sobre a série, algumas críticas que iam além da mera análise descritiva de episódios. Vi algumas filosofadas vazias e também topei com tentativas forçadas de entendimento psicológico. A maior parte clichê óbvios de análise que repetia a interpretação advinda dos críticos mais rasos.

As teorias mais repetidas eram de que as pessoas se identificavam com Walter White porque tinham vidas tediosas e infelizes e, como não tinham a mesma coragem dele, projetavam no personagem suas ambições secretas; outra, atribuía-lhe um charme canalha atrativo, que na verdade, não acompanha o personagem… É atributo de alguns outros famosos vilões que acabam heroicizados. Não Walter White.

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Acabei deixando o assunto de lado, mas me prometi que um dia reassistiria o seriado com um olhar mais atento, tentando discernir, através do meu viés cultural e analítico que parte do prisma conservador, o que há de tão especial na saga de Walter White.

Breaking Bad é um seriado perene. Vivemos a Era da Rapidez e da Insaciedade. Tudo é rápido, desesperado e pouco desfrutado. Há limites de caracteres, impedindo que se aprofunde ideias. As páginas das redes sociais recebem novas atualizações segundo a segundo e somos reféns desta dinâmica.

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Wagner Moura e outros esquerdistas talentosos que são lorpas políticas

As pessoas não esperam mais uma semana pelo próximo episódio do seu programa favorito. Fazem maratonas de 10, 12, 20 horas. Tudo para acabar logo e começar o próximo, e depois o outro, e depois o seguinte.

Digo que Breaking Bad é perene porque já é possível perceber que se diferenciou. Que daqui há trinta anos haverá grupos de fãs ainda discutindo sua relevância e impacto. Será um daqueles acontecimentos culturais que suscitam cultos em torno de sua mitologia, não por fruto de fanatismo adolescente, mas por representar um marco transgeracional, cujo legado acabará permanecendo.

Há elementos técnicos e atuações brilhantes em Breaking Bad. Os roteiros mantém nível altíssimo e a direção consegue dosar momentos frenéticos com outros de lentidão extrema. A história é contada com vagar e este é um dos trunfos, justamente por afrontar a velocidade extrema de tudo o que ronda a vida no século XXI. O seriado funciona tão bem por todas estas qualidades, mas ainda acredito que todas elas, mesmo que dignas das mais altas notas, não seriam o suficiente para que o impacto positivo fosse tão grande.

Sem mais delongas, o que acredito é que o sucesso de Breaking Bad, além de tudo o que foi elencado, traduz um momento histórico… uma necessidade sócio-cultural desprezada, cujo público órfão encontrou em Walter White seu improvável porta-voz.

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Se você está lendo um texto meu pela primeira vez, caiu aqui vindo do Google após digitar Breaking Bad e não está entendendo onde quero chegar, tentando estragar algo tão legal com essa linguagem robotizada de “momentos históricos” e “necessidades sócio-culturais”, prometo que não vou estragar sua visita com uma continuidade nesta linha, mas era preciso esclarecer, até porque sou historiador, e escrevo aqui sob uma perspectiva conservadora… então preciso usar estes termos como marcos de orientação, entretanto, prometo tentar manter a linguagem e a análise num nível mais “passeio com a primeira namoradinha numa quermesse” do que no “abram os livros de sociologia na página 133”.

Chegou a hora, portanto, de lhe responder o que há de tão especial em Breaking Bad. Você provavelmente clicou no link para saber que resposta darei à pergunta do título. E eu lhe responderei, ademais, já lhe adiantando que de forma até simplória, sem aprofundamento.

Por uma razão simples: Breaking Bad é especial porque não tentou impor uma filosofia ou corrente de pensamento, ou defesa de grupo, ou discurso politicamente correto como “moral da história”.

E o que isso quer dizer?

Bom, aí o assunto é mais amplo. Envolve uma conversa maior, um leque mais vasto de análise e aprofundamento.

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Breaking Bad é sensacional demais, merece uma série e não apenas um artigo.

No próximo, vamos analisar a Primeira Temporada.

Obrigado por ter vindo até aqui. Espero que siga adiante conosco.

Por Renan Alves da Cruz