Hashtag #CaetanoPedofilo vai para o topo do Twitter – cantor processa o MBL

Pois é, meus amigos. O velho esquerdista Caetano Veloso recorre à justiça burguesa e processa o MBL. Por qual motivo? O Movimento Brasil Livre repercutiu nas redes sociais a informação de que Veloso já com 40 anos de idade, teve relação sexuais com Paula Lavigne, então, com 13 anos, fato que, pela legislação atual se trata sim, de crime de pedofilia.

A própria Lavigne admitiu que perdeu sua virgindade, aos 13, com Caetano Veloso.

Contra fatos não há argumentos. Então, por que o artista baiano processa o MBL? Segundo Paula Lavigne, o MBL promove incitação ao ódio e ofensa.

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Alguém aí me aponte aonde está a incitação ao ódio? Aonde está a ofensa que justifique uma ação penal?

À época do ocorrido, segundo a Folha, um quarentão e uma criança, manterem relação sexuais não era tipificado como crime.

À época do casamento de Caetano e Lavigne, em 1986, contudo, não havia a atual previsão de crime nas relações sexuais entre maiores e menores de 14 anos —a discussão era caso a caso, a cargo do juiz, com base no comportamento do/da menor.

Em 2009, o Código Penal recepcionou o que já se tornava comum na jurisprudência e passou a prever como estupro de vulnerável a relação entre um/uma maior de idade e um/uma menor de 14 anos, mesmo que com consentimento.

Fica-nos a suspeita de que a matéria da Folha tenta livrar Caetano Veloso do crime de pedofilia. Notem no entanto que embora não houvesse a “previsão de crime”, já se tornava comum na jurisprudência entender tais relações como crime.

De fato, mesmo não sendo por muito tempo, contemplada na jurisprudência, a relação sexual de um senhor de quarenta anos com uma criança de treze, é sem sombra de dúvidas, algo imoral, abjeto e asqueroso.

Então, ficamos assim: Caetano Veloso processa o MBL porque este mentiu ou por ter repercutido a cristalina verdade?

Por Jakson Miranda

 

Marco Aurélio Cunha desesquerdiza jornalistas militantes da ESPN ao vivo

Marco Aurélio Cunha, coordenador da seleção feminina de futebol, foi o convidado do programa Bola da Vez da ESPN.

É claro que os jornalistas progressistas da ESPN não perderiam a grata oportunidade de fazer média com o feminismo, fator que impressiona hoje em dia no jornalismo brasileiro: esse desejo incontrolável de agradar femimonstras.

Sem pestanejar, Marco expôs a hipocrisia de quem reclama que o futebol masculino recebe mais investimento que o feminino, mas só coloca na grade de programação o futebol masculino, que atrai audiência, anunciantes e mantém o emprego de todo mundo.

A página do facebook Caneta Desesquerdizadora, sempre atenta, não deixou a mitada passar em branco, dando publicidade à desesquerdizada.

Marco Aurélio Cunha desesquerdiza ESPN ao vivo

A URSSN (ESPN Brasil) resolveu colocar seus esquerdosos para entrevistar Marco Aurélio Cunha, atual coordenador de Futebol Feminino da CBF, e falar sobre "igualdade no futebol" e a demissão da treinadora da seleção. Resultado: Caneta Desesquerdizadora ao vivo!

Publicado por Caneta Desesquerdizadora em Quarta-feira, 18 de outubro de 2017

É claro que nós do Voltemos à Direita, que temos todo aquele carinho que você já conhece pela ESPN, não deixaríamos passar em branco também.

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Como conhecemos a hipocrisia da esquerda, sabemos bem que a ESPN não vai mudar seu enfoque e nem tolher sua falsidade. Ficamos, portanto, à espera de novos corajosos que desmascarem suas incoerências e hipocrisias.

Por Renan Alves da Cruz 

Bispo da diocese de Apucarana ataca Rede Globo e pede união com evangélicos

Uma mensagem do Bispo da diocese de Apucarana, Paraná, Dom Celso Antonio Marchiori, tem se espalhado pela internet e sido compartilhada entre grupos de igrejas evangélicas.

Na mensagem, o bispo da igreja católica critica de forma ácida e direta a Rede Globo, chamando-a de demônio.

Leiam matéria

As palavras de Dom Celso Antonio Marchiori, Bispo de Apucarana, PR, alertando católicos e evangélicos sobre o perigo das novelas e da programação da Rede Globo, rapidamente se espalharam pela internet. “Quero fazer um apelo a todos os católicos a nos unir contra este espírito diabólico contra a família e a religião, que inclusive a Rede Globo está espalhando”, exortou.

“Cuidado com as novelas! Nós católicos não deveríamos mais assistir nenhuma novela da Rede Globo, aliás, nós não deveríamos assistir mais a Rede Globo porque a Rede Globo é como um demônio dentro de nossas casas”, disparou o pastor da Igreja de Apucarana acompanhado de palmas efusivas dos fiéis que estavam presentes à missa em honra à padroeira do Brasil.

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O bispo alertou até para os programas de aparência religiosa. “É uma rede manipuladora de opinião. Está nos manipulando”. Dom Celso disse que se reuniu com pastores evangélicos e convocou que se unissem contra o que chamou, “ditadura da Rede Globo que nos manipula e destrói”.

Ouçam o aúdio de Dom Celso Antonio Marchiori, Bispo da diocese de Apucarana, PR

Encerramos

Estou certo de que nesse momento o bispo da diocese de Apucarana merece ser ouvido, assim como tantas outras lideranças, católicas ou evangélicas, que estão se levantando contra a onda de ataques à família. É simples, tanto católicos quanto evangélicos têm um objetivo em comum que é a defesa da família e dos valores cristãos. Trata-se de um momento em que as diferenças entre as duas instituições cristãs devem ser vistas como algo menor, em detrimento de um mal demoníaco que não enxerga limites para atingir seus objetivos.

Por Jakson Miranda

Show do esquerdão: humor como arma na Guerra Cultural

Bons canais de humor direitistas estão surgindo no youtube e nosso papel, como propagadores do conservadorismo, é divulgá-los, afinal, como já disse no artigo NOTA DE ESCLARECIMENTO DE UM BANCO QUALQUER, o humor é uma arma fundamental na Guerra Cultural.

Vídeos de humor só são bons se nos fizerem rir. Não adianta ser pretenso humor e só defender uma ideia e posição política sem arrancar risadas da plateia… e, posso lhes garantir, ri demais assistindo este vídeo.

Subscrevam o canal Spider Consense. Desmascara a hipocrisia esquerdista da forma mais engraçada possível.

Segue o vídeo O Show do esquerdão:

Por Renan Alves da Cruz

 

 

Saída da Unesco é um pé na bunda que o governo Trump dá na ONU globalista

Os Estados Unidos anunciaram hoje sua saída da Unesco, pseudo agência de educação e cultura da ONU. Se confirmada, uma vez que a previsão é que isso ocorra em 2018, será um pé na bunda do governo Trump na ONU globalista.

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Leiam reportagem da Veja.com

Os Estados Unidos irão deixar a Unesco, a agência de educação e cultura da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2018, anunciou o Departamento de Estado americano em comunicado nesta quinta-feira. A medida será colocada em vigor em 1º de janeiro, e, entre as causas alegadas pela decisão, está “o contínuo viés anti-Israel” da organização.

A decisão americana de abandonar a agência, segundo informa a revista Foreign Policy, é amparada pelo desejo de cortes orçamentários no Departamento de Estado, e já havia sido tomada semana atrás, durante a Assembléia Geral das Nações Unidas em Nova YorkNão é a primeira vez que os Estados Unidos deixam a organização. Sob o governo de Ronald Reagan, o país suspendeu em 1984 seus laços com a Unesco, que foram retomados apenas por George W. Bush em 2002.

Voltamos

Um dos argumentos que os americanos usam para justificar sua saída da Unesco é o viés anti-Israel do orgão. De fato, isso é uma realidade inconcebível.

O segundo argumento utilizado são as dívidas da entidade.

Creio que o pé na bunda do governo Trump seria bem mais efetivo se entre os motivos elencados para a saída da Unesco, estivesse o viés progressista e multiculturalista. Os programas educacionais e culturais da Unesco fomentam tudo o que assistimos nos dias de hoje, que pouco ou nada versam sobre educação ou cultura.

Por Jakson Miranda

J. R. Guzzo e os cristãos que não sabem interpretar texto

Quando li o artigo Essa gente incômoda de J.R. Guzzo na Veja, confesso ter ficado positivamente surpreso.

Há muito tempo um veículo da grande imprensa não publicava algo favorável ou em defesa dos evangélicos. O texto de Guzzo, irônico, toca numa ferida bem própria da contemporaneidade: o ódio dos progressistas pelos evangélicos, justamente por não poderem controlá-los e doutriná-los conforme sua agenda.

Os evangélicos, portanto, se tornam “essa gente incômoda” do título, que se recusam a fazer o que os sedizentes donos do monopólio da virtude consideram adequado.

O texto de Guzzo, aliás, era a única coisa de aproveitável que havia naquela edição da revista.

Dias depois, li uma notícia que me deixou estupefato (e morrendo de vergonha).

Um monte de evangélicos estavam revoltados com J.R. Guzzo! Teve notinha de repúdio de Conselho Geral de pastores, vídeo revoltado de pastor-deputado, chilique de senador evangélico, fora os textos-resposta publicados em diversos sites evangélicos, acusando Guzzo de perseguição religiosa.

Gente… Que vergonha…

As pessoas não sabem interpretar textos simples. O texto de Guzzo era CRISTALINO na forma de demonstrar que estava ironizando justamente os progressistas de esquerda, revelando aquilo que eles manifestam de ódio por não conseguirem virar o jogo do evangelicalismo crescente no Brasil.

O troço virou uma celeuma e, de repente, até quem não leu o texto estava pedindo a cabeça do único colunista da Veja atual que mantém algum resquício de conservadorismo expresso nos textos.

Que vergonha destes muitos cristãos que fizeram este papelão… e que quando realmente tem sua crença aviltada, não dizem um pio.

Depois de algumas horas achando que o louco em tudo isso era eu, topei com um texto no Gospel Prime, de Gutierres Siqueira, chamado “Essa gente incômoda que não sabe ler ironias” e pude respirar aliviado por não estar sozinho.

O autor, aliás, fez uma pergunta que me deu até calafrios:

“Ora, se um simples texto em uma revista causa tanta incompreensão, como eles lidam com um texto tão difícil como o da Bíblia?”

Dá para refletir, não acham? Sempre correlacionei algumas hediondas heresias à má-intenção, mas acho que dá para colocar a burrice neste caldo também.

Até quando alguns cristãos farão apologia da incultura?

Semanas atrás publiquei o artigo Brigas de Galo na Rinha Teológica num portal evangélico, depois o republiquei aqui.

Recebi no site evangélico uma enxurrada de críticas porque pautei uma análise teológica em duas frases do conto Os teólogos de Jorge Luis Borges, um ficcionista brilhante, que era ateu.

Pediram minha cabeça ao site, disseram que eu estava escrevendo heresias porque recomendei aos leitores que lessem Borges…

Ninguém se importou com nada do que escrevi, muito menos se empenharam em entender que eu não estava usando Borges como guru teológico, pelo contrário, estava apontando justamente de que forma a teologia é enxergada numa visão externa.

Mas fui achincalhado, por gente que não lê, se orgulha disso e ainda quer impedir os outros.

Será que entendem moderadamente os textos bíblicos?

Será que se lerem 30 vezes o texto de Guzzo conseguirão entendê-lo?

Que vergonha, minha gente!

Perdoe-os, Guzzo, eles não entendem o que leem.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Revista Veja, obrigado por odiar Jair Bolsonaro

Não há anormalidade alguma no fato de a Revista Veja considerar Jair Bolsonaro uma ameaça.

Estranho seria, e me preocuparia, se a revista estivesse o apoiando.

Resultado de imagem para ameaça Bolsonaro

Agradeço inclusive à Veja por me certificar de que as coisas se encontram dentro da normalidade, e que o candidato conservador permanece despertando a fúria dos progressistas e se opondo às suas pautas.

Se em lugar de “Ameaça”, a revista tivesse escrito “Esperança”, certamente Bolsonaro não teria mais os predicados que fazem com que nós, conservadores, o apoiemos.

O interessante é que não se consegue pinçar do texto nenhuma real ameaça proporcionada pelo candidato. É um texto caricato, escrito por uma jornalista estulta e que tentou dar base fática ao que não passa de militância pessoal sua (apoiada pela revista).

Há mentiras, mas se tratando de Veja analisando a direita, elas também são esperadas. Creio que a mais perigosa é a que insinua que Flávio Bolsonaro cria jargões viralizantes com incentivo ao ódio, que são repercutidos por seguidores do deputado. O exemplo que a porca reportagem fornece é “Comunista tem que morrer, gays e feminazis também”.

Esta é uma acusação grave, lesiva e falsa, e creio que os Bolsonaros deveriam processar a Revista e a jornalista por ela. A liberdade de imprensa é um valor essencial, que deve ser resguardado, ademais, este trecho da reportagem acusa os Bolsonaros de crime, e um crime que não praticaram.

No mais, há muita lenga-lenga, conclusões baseadas em meias verdades, situações tiradas de contexto e mentiras puras e simples.

Jair Bolsonaro deve se orgulhar de ser considerado uma ameaça pela Veja. O periódico hoje dista pouco, no campo da militância progressista, de uma Carta Capital, por exemplo. Ao assumir o comando, André Petry, que sempre foi uma das vozes mais à esquerda da revista nas últimas décadas, imprimiu seu tom ao conteúdo geral.

O resultado está aí para todo mundo ver.

Não é de hoje que alertamos sobre o processo de esquerdização da Veja, que hoje parece irreversível.

Todos os artigos a seguir, produzidos aqui em diferentes momentos, mostram esta guinada:

A horrorosa edição de retrospectiva da revista Veja

A decadência da Revista Veja

Veja e PSDB contra Jair Bolsonaro

Revista Veja: Alfred Kinsey ficaria orgulhoso

Revista Veja e a Teoria Queer

Kalleo Coura, o garotinho esquerdista da Veja

Veja começa a campanha contra Bolsonaro

 

O que Veja produz hoje em dia é jornalismo parcial, partidário, militante, incapacitante, desinformador e desinteressante.

Jair Bolsonaro não é perfeito, é um candidato que responde a antigos anseios da sociedade brasileira, cansada da proteção aos bandidos e de financiar privilégios a minorias específicas.

Bolsonaro merece os parabéns. Não é sem mérito que alguém desperta tanto fúria na esquerda progressista.

E tudo continua normal. A direita segue seu caminho e a esquerda assustada, a chama de ameaça.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

 

Nota de esclarecimento de um banco qualquer

O humor é uma das armas mais efetivas de combate na Guerra Cultural.

Não é a única, mas é utilíssima, atingindo um contingente de público muitas vezes inatingível de outras formas.

Livros de Roger Scruton, Olavo de Carvalho e Theodore Dalrymple nem sempre cairão nas mãos do grande público. O humor, ademais, consegue driblar certas conjunturas, servindo para demonstrar a hipocrisia e psicopatia do pensamento de esquerda.

No youtube o Hipócritas Canal está utilizando o humor como meio de divulgação do duplo padrão moral da esquerda, e fazemos questão de ajudar a divulgar o vídeo a seguir, que demonstra a visão ideologizada por trás dos últimos acontecimentos, em que bancos financiam exposições infladas de depravações e aberrações, normatizando práticas como zoofilia e pedofilia.

O Banco soltou uma nota oficial se vitimando, usando termos politicamente corretos.

Mas o que queria dizer era isso aqui:

Por Renan Alves da Cruz 

“Aluno Inteligente” de Stephen King e a atração doentia pelo nazismo (II)

Pois bem. Cá estamos novamente!

Este artigo foi iniciado com uma introdução necessária sobre o interesse dos estudantes de história pelo nazismo e com um pouquinho do universo Stephen King no cinema. Hoje, como prometido, vestirei meu elmo enferrujado de resenhista para falar especificamente da história “Aluno Inteligente”.

Se você não leu a introdução, clique AQUI e fique alinhado ao conteúdo completo desta análise.

Vamos lá!

Todd Bowden é um Golden boy. O menino que os outros querem ser. O sonho de metade das garotas da escola. Louro, alto, bonito. Boas notas, educado, família de bom poder aquisitivo, esportista laureado, etc, etc, etc.

Desde o princípio, os predicados de Todd são enfatizados, e a contraposição deles à sua real natureza são um dos pontos mais altos do livro. Todd é um psicopata em construção. Seu interesse pelo lado pérfido do nazismo ultrapassou a fronteira da curiosidade natural e mergulhou na fixação doentia. O garoto é fascinado pelos campos de concentração.

O interesse é tamanho e realizado com tanta acuidade que Todd estuda a vida dos principais nazistas responsáveis pelo andamento das coisas, não apenas gente como Hitler, Goebbels e Mengele, mas também o segundo escalão. Em seu vício, passa a conhecê-los, respirá-los, cheirá-los como a uma carreira de pó.

Estamos nos idos da década de 70. Os israelenses estão com sangue nos olhos caçando nazistas fugitivos. O Mossad está na espreita, à procura de qualquer informação que remeta a um alta patente foragido.

Todd Bowden sabe disso tudo quando pega um ônibus com um velho e, encarando-o, acessa seu vasto arquivo memorioso e a informação vem pelando:

É Kurt Dussander, o carrasco responsável pelo campo de Patin.

Todd não pestaneja. Segue o velho e se cerca de todas as certezas e proteções possíveis antes de abordá-lo.

O velho nega. Diz que é Arthur Denker. Todd diz que ele é Dussander. “Não sou”, retruca, “sou Arthur Denker”.

Dussander – Denker – Dussander – Denker – Dussander – Denker – Dussander – Denker.

Quando o velho finalmente cede, forçado pelo menino à confissão, recebe o seguinte ultimato em troca de silêncio: o menino quer saber TUDO o que aconteceu nos campos. Quer detalhes. Quer saber como gritavam, como cheiravam, como morriam…

A partir daí as vidas de Dussander e Todd se ligam de maneira indesenlaçável. A atração pelo mal passa a alimentá-los num parasitismo infernal, onde ambos são vítimas e carrascos um do outro. Cada qual com sua chantagem – Dussander teme ser entregue, Todd teme ter sua anormalidade descoberta – mergulham nos abismos mais pútridos da existência humana, alimentando o monstro insaciável que cultivam dentro de si.

Como pano de fundo, é importante notar a tapadice dos pais de Todd, que mimam e idolatram o garoto, no melhor estilo “meu filho único que tem tudo”, querendo ser amigões do moleque ao invés de exercer com austeridade o papel que lhes cabe. É possível perceber neles um traço paternal muito presente em fins do século XX e começo do XXI, cada vez mais endossado pelas mídias sociais, que é o filho tornado adorno de pais infantilizados.

Numa jogada repleta de significância, Dussander nunca chama Todd pelo nome. Algo que o garoto nunca consegue aceitar. Mas Dussander despersonaliza pessoas desde o campo de concentração, não será Todd que o mudará. É algo descontrolado, que nenhum dos dois domina. Todd não consegue domar Dussander como planejara e percebe enfim que ao encontrá-lo selou também seu próprio destino.

O nazismo precisa ser estudado, repetido, devassado, tal qual o comunismo, seu coirmão genocida, que hoje ainda é permitido mundo afora, e protagoniza cenas de totalitarismo nos locais em que rasteja. Sou contra, inclusive, à proibição do Mein Kampf, o livro de Hitler, que nosso Estado tutelador proibiu de circular. Ideias não se combatem na ignorância do seu conteúdo, mas no conhecimento das suas fraquezas.

As barbáries precisam ser ensinadas, para não serem repetidas.

Entretanto, repudio o culto à memorabilia nazista, que permanece uma febre, pois não consigo desligá-lo da aprovação do ideário. O comércio desse tipo de material alimenta e é fomentado por saudosistas do nazismo.

Há muita ficção escrita com o nazismo sob pano de fundo. O marketing da curiosidade permanece inabalável. E não diminuirá, a não ser que a humanidade perpetre algo pior num curto espaço de tempo. De outro modo, o centenário da ascensão de Hitler dará novo fôlego ao que foi realizado pelos arquitetos do III Reich. Aparecerão bons, razoáveis e péssimos livros que abordam a questão, entretanto, poucos conseguirão tocar nas especificidades conseguidas por King.

Muita gente se pergunta onde estava Deus quando estas coisas aconteceram. Onde Ele estava quando Hitler inflamou a Alemanha com seu discurso? Onde estava quando os judeus foram levados aos campos? Onde estava quando a barbárie descaiu sobre o mundo civilizado?

Você pode ter se feito estas perguntas. Pode ter achado as respostas. Pode ter desistido de entender. Pode ter desistido de Deus.

Stephen King é somente um ficcionista, mas fornece um belo contributo a estes questionamentos através do personagem de Morris Heisel, que surge bem no fim da história, trazendo a concepção de que os desígnios divinos, embora não entendidos, no fim são perfeitos.

Numa escala de 0 a 10, “Aluno Inteligente” é nota 11.

Uma história perturbadora, para quem quer entender o nível de depravação moral da natureza humana.

Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

 

 

O Relativismo Moral nas Escolas

Artigo de Pedro Henrique Alves, publicado no Instituto Liberal:

Um dos pilares primevos do socialismo moderno é o relativismo moral no seu nível mais boçal. Seguindo os últimos apontamentos de Marx, no livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado, o marxismo moderno entendeu que a verdadeira luta não seria travada, de maneira essencial, no campo econômico ou militar, mas sim no campo cultural e moral. Em Autoridade e família de Max Horkheimer, já começa a guinada do comunismo para a batalha cultural; o que fundaria, logo após o entendimento dessa realidade, a Escola de Frankfurt e as demais agremiações acadêmicas dos neo-marxistas.

O marxismo passa, então, a vislumbrar o terreno moral como sendo o alvo de suas críticas e ataques; afinal, como bem entendeu Max Horkheimer, György Lukács, Antonio Gramsci, Willian Reich, Jacques Derrida, Judith Butler, entre outros: para que a revolução aconteça na economia e sociedade é necessário minar o campo moral que sustenta a cultura ocidental e as ações conservadoras dos indivíduos. Não quebrando a hegemonia moral da corrente judaico-cristã no ocidente, torna-se impossível esperar uma revolução socialista na sociedade enquanto tal; afinal, essa supraestrutura moral mantém a sociedade “entorpecida” numa mentalidade tipicamente tradicional e “burguesa”.

Uma das áreas vislumbradas por Max Horkheimer como sendo o ponto crucial que mantém em pé a sociedade “burguesa” é a escola, com todo o seu ensino tradicional baseado na estrutura de mundo ocidental judaico cristão: Filosofia Grega, Direito romano, Moral Cristã. Unido à escola, o filósofo marxista também via a família e as igrejas cristãs como sendo detentoras dos pilares do Ocidente burguês. Família, Igreja e Escola eram, em si, autônomas, instituições desvinculadas do Estado. Sendo assim, tomar o Estado antes de minar essas três áreas era uma estratégia equivocada, afinal, essencialmente dizendo, essas três instituições não responderiam livremente ao Estado e nem adotariam uma moral alternativa segundo apontamentos ideológicos do marxismo; a não ser, obviamente, pelo aparato ditatorial — o que já naquela época estava se mostrado uma via fracassada. Horkheimer entende que é preciso criar ideias, teorias e mitos para minar essa manta moral tradicional do Ocidente para que as ideias revolucionárias do socialismo vingassem de maneira homogênea.

Nessa missão silenciosa e bem entendida por parte dos teorizadores socialistas, décadas se passaram de um marxismo que corroía como cupim as estruturas da sociedade ocidental — baseando suas ações detratoras nesses três pilares acima citados: Família, Igreja e Escola.

Nas famílias nós vimos as inversões de paradigmas morais, as novas conceituações de famílias multiformes, poli-amor, teoria de gênero e toda sorte de discursos de amor livre foi criado para desmoralizar a família em seu seio — principalmente a partir do final da década de 60 até hoje. A dita “família tradicional” foi descartada como retrógrada, dona de uma mentalidade engessada, protetora de uma moral parva, patriarcalista e segregacionista; o homem foi posto como um mal em si, a paternidade vista como o estandarte do “patriarcalismo opressor”, ser hétero passa quase a ser sinônimo de estuprador. A mãe, dona de casa, passa a ser vista como o símbolo da mulher submissa, sem voz e escrava do homem, sujeita a toda sorte de abusos e violências. Mentalidade essa que criou mitos, como o de que famílias estruturadas são, em suma, raridades; enquanto que as “defeituosas” são a hegemonia.

No campo da Igreja, por sua vez, várias infiltrações pseudoteológicas aconteceram, como a teologia da libertação. O pensamento relativista figurou não somente entre assuntos mais fronteiriços, mas chegou ao âmago das crenças fundantes do cristianismo. Dogmas como o do valor da vida, a ressureição de Cristo, e sua deidade, a missão eclesial da Igreja, entre outras coisas foram colocadas em dúvida. Os homens da Igreja começam a repetir as teorias e propagandas tipicamente comunistas em seus sermões e passam a fazer dos púlpitos o pátio sindical. A Igreja Romana — nas vertentes contaminadas pela ideologia esquerdista — deixara a salvação das almas de lado para propor a salvação política e social; não lhe interessava mais a união sensata entre boa vivência virtuosa no imanente em direção ao transcendente, agora, talvez, o transcendente sequer exista ou nem seja importante tal plano. A Igreja, contaminada pelas batalhas ideológicas, passou a fazer comícios em seus altares e manifestos em seus documentos; da caridade evangélica passou a praticar discursos de proletário vs burgueses.

Na escola, por fim, arguiu-se que o docente deveria descer de seu lugar hierárquico e criar uma relação de igualdade com os alunos, ao ponto que não haveria distinção fundamental do conhecimento científico do professor e o conhecimento “prático” do aluno; como se saber soltar pipa demandasse o mesmo trabalho mental e investigações laboratoriais que se pede a um biólogo ao analisar células ou a um filósofo ao discursar sobre o Ser. Deram aos estudantes o direito de aprender — mais ou menos — segundo as suas supremas vontades, afinal, afirmar que o aluno deve saber calcular e ainda por cima usar a crase é deveras perturbador para a mente sensível do homem moderno. O aluno não deve mais arcar com a sua incompetência e seus desleixos frente aos estudos e tarefas, afinal, quantos problemas psicológicos e sociológicos surgiriam após uma nota 3 em geometria, ou um 4 em história, não é mesmo? E com isso a “progressão continuada” apareceu como um método de misericórdia sacrossanta no meio pedagógico, ceifando dos alunos a oportunidade mais rica que um homem pode ter na escola: a de arcar com as consequências de seus maus atos e displicências, a oportunidade de ele ser responsável e dono do próprio destino.

A escola é o lugar perfeito para propagar suas ideias como dogmas; entre os três pilares citados acima, onde o Estado consegue agir de maneira mais arguta e livre. Dessa maneira a pedagogia passa a ser o campo de ação principal do marxismo; incutir o relativismo moral frente ao ensino judaico-cristão ocidental, denegrindo assim as suas bases pedagógicas — hierarquia, honradez, respeito, organização espacial e prática das virtudes morais —, passa a ser o carro chefe do esquerdismo. Não à toa o marxismo reina soberano nas universidades atualmente, a moral judaico-cristã simplesmente foi destruída nesse meio. Recomendo a leitura de Radicais na universidade, de Roger Kimball, para melhor aprofundamento.

Na escola, o relativismo moral adquire contornos nefastos para a criança e o adolescente, pois, é na escola onde eles aprenderão como devem agir num convívio social real e como as balizas morais e éticas são importantes para a convivência minimamente ordenada no cosmo comunitário. Como argumenta Eric Voegelin, sem uma estrutura moral que transcende a sociedade é inútil falar em ordem ou ética.

Pois bem, mas já que a moral é sempre relativa, como arrogam os desconstrucionistas, não se pode afirmar nada com certeza — pois a certeza é, per se, intolerante — resta aos jovens elevarem os seus egos ao status de vontade divina, tornando os seus desejos o modelo supremo do que é certo e errado: jovem locuta, causa finita est. Se não há um conjunto de regras exteriores que a nos ordenam num impulso natural ao que é certo em retração ao que é errado, então será a nossa vontade que deve reger o ambiente no qual vivemos, será nosso ego a lei, nosso ego o Direito natural, e os demais que se adequem. Absolutamente todos os ditadores eram regidos por essa mentalidade.

O jovem moderno tornou-se um deus, foi incutido nele a mais tenra mentalidade egocêntrica que existe: o aluno que não conhece substancialmente nada e se acha bom o suficiente para revolucionar a terra; o jovem que não sabe sequer usar vírgulas quer mudar a história humana. Ele é um deus num trono de papel machê.

O aluno torna-se um escravo modelável perante as retóricas do professor-catequista que lhe transfere um conhecimento militante inócuo baseado somente numa visão diminuta de mundo; ao mesmo tempo em que cria no aluno a sensação de onipotência, onde seus atos, ainda que violentos e criminosos encontram-se amparados pelos afagos ideológicos que os sustentam perante a opinião pública. Para o socialismo, é bom lembrar, o que importa é o fim a ser alcançado e não a validade ética dos meios utilizados. Prova disso é a professora Marcia Friggi que foi agredida com socos em Santa Catarina por um de seus alunos; ela abertamente defendeu a atitude da estudante Alana Gabrielle de Oliveira que, poucos dias antes da agressão sofrida por ela, havia jogado um ovo no deputado federal, Jair Bolsonaro; obviamente que a ovada é bem diferente de um soco, e que, guardando devidamente a proporcionalidade dos casos, a ovada também é um tipo agressão. Se fosse a professora Marcia Friggi a levar a ovada não teria sido uma agressão? Longe de mim defender o deputado Bolsonaro, minhas opiniões sobre ele, aliás, são bem desfavoráveis; no entanto, a coerência ainda é um bem a ser preservado diante de minha consciência individual. E, antes que acusações me sobrevenham, eu não considero Marcia Friggi a culpada, óbvio que não é. Eu a considero tão vítima quanto um jovem islâmico que foi coaptado por uma mentalidade religiosa e política que o embebedou numa ideologia extremista e ilusória. Marcia Friggi só defende tal aparato ideológico, pois um dia ela mesma foi uma aluna doutrinada no sistema que acima denuncio.

Sob essa pedagogia amorfa, os docentes incutem nos jovens os anseios revolucionários que constantemente se transformam em ações violentas e criminosas; entretanto, quando um aluno joga um livro no rosto da professora e depois lhe soca o supercílio, ele está justamente exercendo seu dever de revolta contra o status quo que representa o docente dentro da sala de aula. É a prática daquilo que lhe é ensinado, é o estágio para os Black Blocs ou o MST.

Ou seja, reclamar do aluno agressor, sob a perspectiva revolucionária, é uma hipocrisia latente dos socialistas. Ora, a revolução sempre supõe a quebra de leis e destruição de certas propriedades e paradigmas; o aluno, instigado pelo impulso imoral que lhe foi transmitido, atacou a sua professora perante os aplausos da plateia revolucionária. Não à toa dizem que a revolução devora seus filhos.

Como se lia nos manifestos dos “black blocs” em 2013: “não se fazem omeletes sem quebrar ovos”, aludindo que a revolução requer que coisas sejam quebradas, como as vidraças na Av. Paulista ou faces de docentes. Dirão, porém, que o ato do aluno não foi revolucionário, mas criminoso; aí eu pergunto: qual exatamente é a diferença dos atos revolucionários dos socialistas e os atos tradicionalmente criminosos?

É deplorável a situação de uma professora ter seu supercílio aberto por um aluno criminoso; mas numa análise mais crítica e sincera, devemos ser frios e realistas, isso é consequência imediata de anos e mais anos de ideias parvas que relativizaram princípios basais da sociedade. Diariamente disseram aos jovens que a moral ocidental é uma opressão e um meio de escravidão, mas depois que eles agem de maneira rude e criminosa irão condená-los por não possuírem justamente a consciência moral que lhes fora negada? Relativizaram tudo, desde o valor intrínseco da vida fetal, até as bases hierárquicas de uma escola; agora se espantam com a ética imbecil que nutriram décadas a fio nas mentes juvenis?

O problema da retirada da hierarquia do meio social é esse: quando se quer evocar a posição e respeitabilidade de uma pessoa ou profissão, quando se quer proclamar uma injustiça ou uma imoralidade na sociedade, essa reivindicação encontra os risos irônicos daqueles jovens que aprenderam que nada está acima deles, que eles não devem satisfação a ninguém.  Criamos uma geração que aprendeu que não há limites para seus apetites, desejos e vontades; que não são eles que devem arcar com as consequências de seus atos. Internalizaram nesses jovens a justificativa de seus fracassos. Eles agem de maneira parva por mil motivos: ambiente degradado, opressão capitalista, mau tratamento familiar, uma bronca que ele tomou aos 4 anos e internalizou no inconsciente, uma nota tacanha que lhe frustrou profundamente na 2ª série, um sorvete que lhe foi negado aos cinco anos; enfim, tudo justifica os seus atos vadios, menos os seus caracteres vazios e transviados, menos as suas inépcias em assumir os seus erros de maneira honrada. Aliás, o que seria a “honra” senão uma expressão moral da burguesia?

Os intelectuais ensinaram aos jovens que seus crimes não são culpa deles, e sim da sociedade que assim os formaram. Agora essa mesma corja de “inteligentinhos” se espanta com as barbáries advindas de suas teorias. Quem planta mandioca não colhe morangos.