Prática do “aborto pós-nascimento”” ganha defensores no meio acadêmico

Texto de Jônatas Dias Lima, publicado na Gazeta do Povo: 

A ideia de matar recém-nascidos tende a causar repulsa em qualquer sociedade civilizada, mas a crescente aceitação acadêmica do chamado “aborto pós-nascimento” mobiliza entidades pró-vida e defensores dos direitos da infância para o risco de uma relativização radical do direito à vida. Motivados pela tese de que uma pessoa só pode ser considerada como tal quando tem consciência de si, os entusiastas dessa visão consideram o homicídio infantil legítimo e fazem seguidores.

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Embora a base conceitual para esse pensamento venha de autores do século 20, as tentativas mais recentes de legitimar a eliminação de bebês ganharam divulgação internacional em 2012, quando a dupla de filósofos italianos Alberto Giublini e Francesca Minerva, docentes da Universidade de Melbourne, Austrália, publicaram o artigo “After-birth abortion: why should the baby live?” (em português, “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?”), no Journal of Medical Ethics, um reconhecido periódico científico na área da Bioética. Os pesquisadores partem do princípio de que não há diferenças relevantes entre o feto e o recém-nascido. Portanto, se há aceitação do aborto, não faz sentido criminalizar a eliminação de um bebê, apenas por este ter deixado o útero materno.

Uma das justificativas seriam as estatísticas de diagnósticos de síndrome de Down. Os pesquisadores lembram que apenas 64% dos casos registrados na Europa são detectados em exames pré-natais, o que resulta no nascimento de centenas de bebês portadores da síndrome. Segundo a lógica da dupla, se o problema fosse detectado com a criança ainda no útero, o aborto comum seria uma opção, mas nos casos em que isso não é possível, os pais deveriam ter o direito de matar a criança logo após o parto.

Giublini e Minerva, no entanto, deixam claro que não apoiam o infanticídio apenas do que chamam de pessoas “sem potencial de vida saudável”. Para eles, o direito de decidir sobre a vida de uma criança que ainda não tem cons-ciência de si caberia exclusivamente aos pais e aos médicos.

Um levantamento feito em outubro em universidades americanas dos estados de Minnesota, Flórida e Ohio, mostrou haver em todas as cidades estudantes que concordam com o aborto pós-nascimento.

“Eles justificam sua posição dizendo que alguém só é plenamente humano quando se torna consciente sobre si mesmo, o que só ocorre por volta dos 4 anos”, relata a uma publicação local Kristina Garza, dirigente de uma das ONGs responsáveis pelo levantamento.

Embora preocupante, o resultado não aponta necessariamente uma tendência de apoio popular à ideia. Uma pesquisa feita em 40 países em abril deste ano, pelo Pew Research Center, mostrou forte rejeição ao aborto, em qualquer etapa.

Estudo foi motivo de repúdio

As reações ao estudo de Giublini e Minerva foram intensas. Artigos criticando e rebatendo o texto foram publicados em jornais da Europa e dos Estados Unidos, e houve centenas de manifestações na internet, o que levou os autores a publicarem um pedido de desculpas. Eles lamentaram que o debate tenha saído dos círculos acadêmicos e afirmaram que não estavam propondo políticas públicas, mas fazendo apenas “um exercício de pura lógica”.

Cerca de um ano depois, em maio de 2013, o mesmo periódico publicou uma coletânea com 31 comentários de eticistas de todo o mundo sobre o infanticídio. Alguns deles voltaram a defender a prática como um ato aceitável. O próprio editor da revista, Julian Savulescu, assume seu lado no debate e abre a edição vinculando o assunto a outro tema controverso da bioética. Para ele, a discussão sobre a moralidade do infanticídio “é importante e digna de atenção acadêmica, porque toca em uma área de preocupação que algumas sociedades tiveram a coragem de enfrentar honesta e abertamente: a eutanásia”.

Internautas se revoltam contra campanha de revista pela legalização do aborto

A campanha que a revista TPM lançou em novembro, em defesa da legalização do aborto, têm resultado em diversas reações de repulsa nas redes sociais. Para se antepor a hashtag #precisamos falar sobre aborto, lançada pela publicação, usuários do Twitter e do Facebook lançaram a hashtag #precisamos falar sobre assassinato de bebês e passaram a postar fotos de si mesmos com cartazes exibindo a frase. A página de resposta à TPM, criada no dia 19 de novembro Facebook, e que tem como nome a mesma hashtag, alcançou em uma semana cerca de cinco mil seguidores.

“Uma coisa é discutir o aborto com base em estatísticas verdadeiras, agora o que a revista está fazendo é mera propaganda do aborto como se ele fosse um tipo de ‘solução’ para a gravidez”, diz Guilherme Ferreira, diretor local da CitizenGo, uma plataforma de petições online. Ele lembra que o aborto é crime no Brasil, em qualquer circunstância, sendo apenas não punido em casos específicos. “O que a revista está fazendo é apologia, não se trata de debate democrático”, diz.

Para defender a causa, a publicação alega que o aborto é “a questão feminina mais urgente e menos discutida no país”, embora o assunto seja tema de frequentes audiências públicas no Congresso Nacional, foi discutido por juristas e parlamentares na formulação do projeto do novo Código Penal, em 2013, e surgiu como tema em debates transmitidos pela tevê entre candidatos à presidência, nas eleições de outubro.

Projetos de lei pretendem garantir proteção legal ao bebê em gestação

Em agosto de 2013, a comissão especial do Senado responsável pelo projeto do novo Código Penal emitiu seu relatório final, mantendo o aborto como crime. Os senadores rejeitaram a proposta de descriminalizar a prática até a 12ª de gestação. O projeto do novo Código Penal segue em tramitação no Senado.

Também tramita no Congresso o Projeto de Lei 478/2007, chamado de Estatuto do Nascituro, que pretende dar proteção jurídica ao bebê, desde a concepção. O projeto foi aprovado na Comissão de Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados, aguarda por votação, desde de junho de 2013, na Comissão de Constituição e Justiça.

Outra projeto relacionado ao tema é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 164/2012, que pretende incluir na Constituição Federal as palavras “desde a concepção” no artigo 5º, quando há menção à inviolabilidade da vida humana.

23 notas de Olavo de Carvalho sobre Jair Bolsonaro

Selecionadas e organizadas por Pedro Henrique Medeiros. 

Publicado no portal Mídia sem Máscara

1- Objetivamente, o Jair Bolsonaro é o único político de direita que tem chance de eleger-se presidente em 2018. Boicotá-lo, sob qualquer pretexto que seja, não é ‘dividir’ a direita: é matá-la no berço.

2- Só pessoas totalmente lesadas das faculdades mentais não entendem que a segurança vem antes da economia. Isso inclui toda a classe política brasileira, com exceção do Bolsonaro. Eis por que vou votar nele e aos outros não darei sequer um minuto de atenção.

3- Mostrem-me UM político — de direita ou de esquerda — que em todas as cidades seja recebido com o entusiasmo e o carinho que cercam o Jair Bolsonaro, e admitirei que estou errado.

4- A recepção entusiástica dada ao deputado Jair Bolsonaro por onde quer que ele passe mostra que, se a presente geração tem uma missão histórica, é a de realizar, sem extinguir uma só instituição democrática, o que os militares de 1964, extinguindo várias, não fizeram: extirpar o comunismo da vida política nacional, integralmente e para sempre.

5- Podem dizer o que queiram do Bolsonaro, mas alguém duvida de que, para os trabalhadores, ele seria um presidente melhor do que FHC, Lula e Dilma?

6- Se o Olavo de Carvalho chegou, num certo momento, a condensar simbolicamente o espírito da revolta popular, é natural e compreensível que os interessados em abortar esta última e transformá-la em outra coisa se assanhem em destruir esse símbolo tanto quanto a encarnação propriamente política do movimento, isto é, a candidatura Jair Bolsonaro.

7- Até que o deputado Bolsonaro tome a iniciativa de me decepcionar em alguma coisa, o que ele não fez e espero que não faça, continuarei a vê-lo como o ÚNICO líder popular que representa as aspirações dos memoráveis protestos de Março de 2015.

8- Nenhum problema dura para sempre, mas alguns duram mais que a gente. Se um lado está dispostos a votar, é o outro a matar ou morrer, adivinhem quem vence. Por isso, antes de votar no Bolsonaro, avalie o quanto está disposto a arriscar para mantê-lo no cargo.

9- Já avisei e repito: Declaro-me eleitor do Bolsonaro enquanto estiver seguro de que ele não tem rabo preso com nenhum esquema globalista. Se descobrir que tem algum, voto em branco.

10- Vou votar no Bolsonaro porque acho que essa é a minha obrigação, não porque acredite que isso vá mudar alguma coisa. Toda política eleitoral, nas presentes condições, segue o lema do Montherlant: “Service inutile.”

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O ódio de Reinaldo Azevedo pelos Bolsonaros ultrapassou o limite da crítica racional 

11- Nenhuma direita será possível no Brasil sem derrubar o mito da “luta contra a ditadura”. Antes bolsonarette do que arruinaldette.

12- Nunca fui cabo eleitoral do Bolsonaro, mas, depois da entrevista dele com o Marco Antonio Vil, aceito, a título de merecida reparação moral, até serviço de homem-sanduíche, espremido entre duas placas: VOTE EM BOLSONARO.

13- Mesmo considerando que o Bolsonaro é incomparavalmente mais culto do que o Lula (ninguém chega a capitão sem ter cursado escola militar), admitamos a premissa vulgar de que ele não tem cultura. Segue-se inevitavelmente a pergunta: Se a esquerda tem o direito de elegar um presidente inculto e ainda considerar isso um mérito, por que a direita não pode fazer o mesmo? Negá-lo é submeter-se à guerra assimétrica.

14- Desistam, fofoqueiros e intrigantes. Não só vou votar no Bolsonaro, como vou trazer para ele mais votos do que vocês, sem fazer um só minuto de propaganda e sem pedir nem aceitar nenhum carguinho em troca.

15- Quantas vezes preciso avisar que o meu voto vai para o Bolsonaro?

16- Aviso, para os devidos fins, que pretendo votar em Jair Bolsonaro para a Presidência da Pepública e acho que todos os brasileiros deveriam fazer o mesmo, mas isso não é motivo para eu adotar uma retórica de cabo eleitoral e, a pretexto de eleger um presidente, contribuir para estragar a língua portuguesa mais um pouco.

17- O que mais admiro no Bolsonaro é a humildade com que ele busca o aprendizado. Com um por cento disso o Lula não teria sido o bosta que foi.

18- “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

19- Repito: “Unidade da direita” é apoiar o Jair Bolsonaro. O resto é carreirismo porco.

20- O Bolsonaro é o único político brasileiro que não apenas não roubou nada, mas não tem sequer amigo ladrão.

21- Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

22- Pensem o que bem desejem do Jair Bolsonaro, mas contestem, se puderam, as seguintes afirmações;
1 – Ele é um dos RARÍSSIMOS políticos que jamais se envolveram em qualquer esquema de corrupção.
2 – Ele é o ÚNICO presidenciável que dá mais ênfase à segurança pública do que à economia, isto é, o único que tem senso das proporções no julgamento das urgências nacionais.
3 – Ele é o ÚNICO presidenciável que jamais cortejou a elite esquerdista hegemônica, muito menos a mídia.
4 – Ele é o ÚNICO presidenciável que não modera o seu discurso pelos cânones da etiqueta esquerdista.
Provem que algum outro candidato tem essas qualidades, e talvez eu o considere um concorrente à altura do Bolsonaro.

23- Perguntam-me o que penso do deputado Jair Bolsonaro.
Quando eu era pequeno, meu pai fazia comigo a seguinte gozação:
— Pai, em quem você vai votar para presidente?
— Adhemar de Barros.
— E para governador?
— Adhemar de Barros.
— E para deputado?
— Adhemar de Barros.
E assim por diante.
Pois eu, sem gozação nenhuma, digo que votaria em Jair Bolsonaro para todos os cargos. Há muitos homens valentes neste país, mas ele é o mais valente de todos. Posso discordar dele num ou noutro ponto, mas tenho a certeza de que é um homem honrado e nunca decepcionará seus eleitores.

 

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Arrume um emprego por ser LACRADOR!!!

Competência? Mérito? Conhecimento? Habilidade? Não seja reaça, meu amigo! O que o mundo corporativo tolerante e politicamente correto quer é que você seja um lacrador!

De que importa sua formação, pós-graduação, especialização e experiência?

O que vale mesmo é ser trans-alguma coisa, qualquer coisa, transhomem que gosta de mulher, transmulher que gosta de homem, transmulher que gosta de transhomem, transhomem que gosta de transmulher.

Só não ouse ser hétero.

Ser cotista também conta muitos pontos.

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Totalitarismo LGBT

E ser de qualquer minoria, mesmo que seja uma minoria que é uma maioria, mas que o politicamente correto posicionou na novilíngua como minoria.

Siga a cartilha e não terá problemas pra conseguir emprego:

Não entendeu? Assista este vídeo do canal Hipócritas:

Quer dar uma guinada profissional? Já sabe. Atualize o currículo. Há alguma lacração escondida aí, não? Qualquer elementinho lacrativo já conta… Se não estiver pensando em nada, talvez seja uma boa hora para experimentar coisas novas, o que acha?

Saia do armário. Está super em voga no mercado de trabalho.

Por Renan Alves da Cruz 

 

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5 motivos para conservadores assistirem “Três anúncios para um crime.”

Três anúncios para um crime mereceu todos os prêmios que recebeu. As atuações são vibrantes e o resultado expresso na tela é notável.

O filme narra a busca de Mildred Hayes por justiça. Sua filha foi assassinada e a polícia local não encontrou o assassino.

Como forma de manifesto, Mildred aluga três outdoors na estrada próxima à sua casa e publica neles uma cobrança ao chefe de polícia, que desencadeará um rebuliço na pequena cidade de Ebbing, Missouri.

Sem spoilers, mediante uma perspectiva conservadora, elencamos cinco motivos para que você assista Três anúncios para um crime:

1 – Porque defendemos que a justiça SEMPRE deve ser feita, e entendemos que somente com uma estrutura civilizacional sólida, calcada em valores morais não relativizados, é possível que a justiça triunfe;

2- Porque compreendemos a vocação e a responsabilidade que a polícia possui na manutenção da ordem e que a ocorrência de desvios éticos ou comportamentais em seu meio são fruto de falhas de caráter individuais, e não uma deficiência estrutural da corporação;

3- Porque as atuações de Frances McDormand, Woody Harrelson e Sam Rockwell são coisa digna de sair do cinema para pagar o ingresso de novo;

4- Porque, mesmo dotado de intensa carga dramática, há um humor ácido permeando todo o filme, muitas vezes politicamente incorreto, bem encaixado na história, principalmente na personagem mais irônica: Mildred Hayes;

5- Porque a vida tem reviravoltas e isso faz parte do seu charme. Este aprendizado acompanha a maturidade e poupa dor e sofrimento a todos nós;

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Wagner Moura e outros esquerdistas talentosos que são lorpas políticas

Os Oito Odiados e a consolidação de Tarantino 

O que você faria se tivesse uma filha estuprada e assassinada e ninguém fizesse nada?

O que você faria se fosse o investigador responsável por este crime e tivesse sua capacidade e lisura questionada publicamente perante toda a cidade?

Assista o filme antes de responder.

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Marco Feliciano critica Pabllo Vittar: No que se transformou o pastor deputado?

O deputado federal Marco Feliciano, que ascendeu à política com apoio dos cristãos evangélicos entrou em mais uma polêmica.

Desta vez, Marco Feliciano chamou atenção para a meteórica fama de Pabllo Vittar.

Aproveite e leia também nosso artigo sobre o ativismo gay da globo e Freddie Mercury?

Pois bem. Feliciano gravou um vídeo em que alerta a sociedade conservadora acerca da manipulação que os grandes veículos de mídia fazem para eleger seus “queridinhos”. Eleger, diga-se de passagem, não apenas no show business, mas também, no Congresso Nacional. Em ano de eleição e com a pauta que se conhece desses veículos da imprensa nacional, todo cuidado é pouco.

Em sua fala, o deputado federal Marco Feliciano indaga se é coincidência um homem travestido de mulher cantar e estampar a cara em latas de refrigerantes. Sim, ele se referia à voz de ratazana morrendo Pabllo Vittar. Pronto! A polêmica foi criada!

Pabllo Vittar não pode ser criticado! E quem o criticar, logo é acusado de estar utilizando-se de um discurso nazista. Isso mesmo amigos, foi o que disse, no programa morning show, da Jovem Pan, o jornalista Claudio Tognolli. Diante do quadro, Feliciano sentiu-se ofendido e desafiou a radio a convidá-lo e sobretudo, deixa-lo falar!

No que se transformou o deputado federal pastor Marco Feliciano?

O desafio feito por Feliciano foi aceito e o deputado esteve nesta quarta-feira, ao vivo no programa da Jovem Pan.

Vi o programa na integra e recomendo que todos assistam. Nele, Feliciano dá mostras do que se transformou.

Por um tempo, nutri uma certa desconfiança em relação a atuação do deputado Marco Feliciano. Todavia, tenho observado um contínuo amadurecimento político do parlamentar.

Pelo que apresentou no programa morning show, Marco Feliciano está se transformando em um político lúcido, coerente, perspicaz, sensato, firme e corajoso. E o mais importante, deu provas de que está se transformando num bom debatedor, acumulando boa bagagem intelectual e cultural.

Quem diria, hein?!

Obviamente que estamos falando de uma caminhada de um parlamentar e pastor evangélico. Suscetível a quedas, desvios e receios, como qualquer um de nós. Porém, estou convencido de que o deputado federal Marco Feliciano já pode ser colocado no rol daqueles que representam com dignidade os valores conservadores.

Por Jakson Miranda

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Como ofender uma mulher empoderada!

Você ofendeu alguma mulher hoje?

Você feriu alguma mulher hoje?

Você desempoderou alguma mulher hoje?

Você declarou posse sobre alguma mulher hoje?

Você deslacrou a lacração hoje?

Você se ofereceu para ajudar alguma mulher hoje?

Você usou linguagem do patriarcado com ela?

Vou repetir:

VOCÊ USOU LINGUAGEM DO PATRIARCADO COM ELA?

Não se faça de sonso, você sabe do que estou falando.

Você foi gentil?

Foi?

Para se mostrar superior, né, canalha?

Você cedeu seu lugar hoje?

A deixou entrar primeiro no elevador?

Não creio! Bandido, desgraçado!

Você achou uma mulher bonita hoje?

A objetificou, miserável?

Vou repetir:

VOCÊ A OBJETIFICOU?

A achou bonita como um objeto que queria sob sua posse, cretino?

Você achou uma mulher feia hoje?

Vou repetir:

ACHOU ALGUMA MULHER FEIA?

Você teve coragem de reforçar estereótipos opressores de aparência?

Maldito seja!

Só falta me dizer que chamou alguma daquela palavra com P.

Não se faça de inocente, sabe bem do que estou falando.

A palavra com P. Sequer consigo pronunciar. Uma das palavras mais antigas do mundo que vocês usam para degradar e humilhar as mulheres.

Você a usou hoje, não usou?

Canalha! Machista! Nefasto! Hediondo.

Suma daqui.

Não converso com homem que chama mulher de Princesa.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

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Pabblo Vittar tem a voz de uma ratazana morrendo 

Lésbica, feminista e cristã? 

 

 

A assustadora verdade que não te contaram sobre os juízes ativistas de esquerda

No artigo Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir abordei o que considero o traço mais evidente do discurso esquerdista: a hipocrisia.

O esquerdista é, em essência um hipócrita, que dá peso diferente às situações conforme sua conveniência pessoal e/ou ideológica. O que vale para os outros não vale para ele. O que em algumas situações é deplorável, em outras, de acordo com quem faz, é louvável.

Se você é um lacrador pode tudo! Pode bater em mulher, zoar gays, demitir funcionário e não pagar, papar menininha de 14 anos…

Se você, no entanto, não se curva aos ditames progressistas, sequer precisa chegar perto de qualquer destes atos para ser imediatamente tachado de fascista.

A esquerda, porém, possui muitas competências. Uma delas, executada com perfeição, foi a ocupação de espaços em cargos e posições chaves na sociedade: política, academia, mídia e judiciário.

No judiciário a atuação é repugnante. Juízes esquerdistas vestem a toga do ativismo para contrariar a Carta, tomando decisões fundamentadas em ideologia, muitos reconhecendo desavergonhadamente o modus operandi e sendo reverenciados pela “coragem”, ao invés de impedidos de julgar.

O excelente canal do youtube Hipócritas tem produzido esquetes excelentes, denunciando de forma bem humorada toda a hipocrisia da turma da lacração. Já publicamos aqui no Voltemos à Direita seu vídeo Nota de esclarecimento de um Banco Qualquer, que mostra como funciona a imposição ideológica, tomando por base a exposição nojenta financiada pelo Banco Santander.

Neste outro vídeo, o foco está sobre o juiz de esquerda e seu duplo padrão. Veja:

Já escrevi aqui porque o humor deve ser uma arma cada vez mais utilizada pela direita, e recomendo que você leia o texto, para entender como o trabalho de canais como Hipócritas e Spider Consense é um excelente aditivo ao trabalho que os conservadores estão realizando no país.

A mídia diz todo dia que vivemos tempos perigosos, mas quando o faz, atribui as práticas lesivas a Trump e Bolsonaro.

Vivemos sim tempos muitos perigosos, mas isto porque nossos tribunais estão infestados de juízes ignóbeis, a serviço de uma agenda destrutiva, cujo alvo é o sepultamento total dos valores que construímos e que nos trouxeram até aqui.

Como conservadores, acreditamos sim que mudanças apropriadas devem ocorrer na sociedade, mas de forma gradativa, sem bruscas rupturas que possam destruir o tecido da sociedade que construímos.

Mas nada disso importa. O mocismo politicamente correto se tornou tão grande e tão tentacular que permite que juízes se imponham à Constituição do país para servir à agenda que consideram correta!

Os tempos são perigosos justamente em virtude dos revolucionários hipócritas, que exigem de nós aquilo que eles próprios não fazem. Dos professores doutrinadores que esmerdalham a cabeça de crianças com suas taras insanas, impedindo-as de manter sua inocência até a idade apropriada para se inteirarem de questões de cunho sexual.

E também por causa da mídia mentirosa que usa seu poder de influência para detratar quem pensa fora da agenda progressista vigente.

Resta o âmbito da justiça para recorrermos.

Daí a importância estratégica de manter juízes ativistas em ação, para que julguem segundo a cartilha dos grupelhos.

É um ciclo vicioso, produzido sob medida para coibir quem foge ao padrão que eles impõe.

Um ciclo produzido para nos solapar.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Esquerda reinstitui tribunais raciais. Quem são mesmo os nazistas?

Os tribunais raciais estão de volta. A esquerda segue institucionalizando o racismo, criando mais e mais categorizações que dividem a raça humana e segregam as pessoas.

Já escrevemos aqui sobre o Racismo Oficial brasileiro implantado através do cotismo. Mas apenas isso não bastou e agora temos o retorno triunfal dos pérfidos tribunais raciais.

Em seu blog, Rodrigo Constantino abordou o tema com propriedade:

Não foi por falta de aviso. Nós, liberais, sabíamos que as cotas raciais levariam à criação de tribunais raciais, especialmente num país como o Brasil. O motivo é simples: o estado garante um privilégio, e ninguém quer ficar de fora de uma boquinha grátis, de uma vantagem.

Como ela só é oferecida para determinado grupo, mas como o pertencimento a tal grupo é um tanto subjetivo, pois depende da “autoafirmação” e do fenótipo, a única saída para fraudes seria instituir um tribunal oficial para julgar quem pode e quem não pode ser considerado negro.

E cá estamos nós, com tribunais raciais criados em universidades para definir quem é e quem não é negro:

Averiguar traços do fenótipo e a cor da pele? Isso nos remete a qual regime mesmo? Se o leitor tem dúvidas, eis uma imagem do que faziam os nacional-socialistas seguidores de Hitler:

Isso não parece algo como “averiguar traços do fenótipo”? Claro, o “progressista” moderninho pode alegar que o nazismo era “do mal”, e queria fazer tal avaliação racial para exterminar uma raça tida como inferior, enquanto a esquerda hoje lança mão dos mesmos meios para ajudar os negros, historicamente discriminados.

Em primeiro lugar, os meios importam! São imorais, reforçam justamente aquilo que se pretendia eliminar, o conceito de raça humana, e gera constrangimento, concentra poder em burocratas “iluminados” etc. Em segundo lugar, é impossível saber se o indivíduo em questão vem de uma linhagem que foi explorada ou exploradora, pois mulatos chegaram a ter escravos, e nem todo branco era dono de escravos.

Para uma “reparação histórica”, cria-se novas injustiças, além de permitir o uso de mecanismos abjetos como a “averiguação da cor da pele” por um grupo de ungidos. Até mesmo esquerdistas como Helio Schwartsman, da Folha, reconhecem que uma cota com base na renda faria bem mais sentido, se o intuito é ajudar os desfavorecidos. Método mais objetivo, impessoal, e não pune um pobre branco em detrimento de um rico negro.

Por fim, estamos falando de um “fascismo do bem”. Justamente porque esses esquerdistas estão convencidos de que suas metas são maravilhosas, eles não se importam com os meios que utilizam. Eles podem fazer exatamente como os nazistas faziam, que os nazistas serão sempre os outros. Eles são “do bem”, e ponto. Mesmo que estejam segregando cada vez mais um povo miscigenado. Chegará o dia em que o policial terá que agir como nesse desenho sarcástico:

Se tudo é raça, se ela é o passaporte para o salvo-conduto de crimes e para privilégios nas universidades e nas carreiras, então claro que pertencer a uma raça “certa” passa a ter mais valor, enquanto não ser dessa raça significa problemas. Os defensores das cotas raciais estão alimentando o racismo, exatamente como avisamos que aconteceria lá atrás.

 

Voltamos: 

Vivemos uma severa involução, protagonizada e propositalmente propagada pela esquerda e seus acólitos midiáticos. O enfrentamento ao racismo verdadeiro, pleno, é aquele que investe na lógica de que tonalidade de cor de pele não deveria distinguir seres humanos. A esquerda, que se auto-intitula tão antirracista, faz exatamente o contrário, incentivando a ruptura social calcada exatamente no reforço da distinção baseada em tonalidade de pele.

O pensamento de esquerda é, em grande escala, o maior responsável pelo atraso moral e social do homem.

Por Renan Alves da Cruz 

Saiba o que o esquerdismo quer de você e porque não descansará até conseguir!

Para aquele que entende pelo menos o bê-a-bá da ideologia política, há a disposição um vasto dicionário de adjetivos para qualificar o pensamento e a veia prática do esquerdismo.

Psicopatia, mentira, falsidade, imoralidade, destruição, segregação são alguns destes termos.

Mas confesso que a palavra que mais associo à esquerda é HIPOCRISIA.

Não há nada mais esquerdista do que exigir, verberar, reivindicar – e quantos verbos semelhantes você quiser utilizar – dos outros aquilo que o próprio não faz.

Esta é a essência máxima do pensamento de esquerda: a consideração de posse de um suprapoder de imposição de normas que devem ser seguidas por todos os outros, exceto por quem as impõe.

O ativista/pensador/militante de esquerda sempre mira que suas ações são em defesa do povo, e que este povo não quer tal defesa porque foi alienado e não sabe do que e de quem precisa ser defendido… Assim, cabe às sumidades decidir quais são as causas e determinar que todos os outros as sigam, para o seu próprio bem.

E é claro que esse sistema, que atesta ser igualitário, SEMPRE cria uma casta privilegiada, cujo padrão de vida causa inveja aos paxás, enquanto o restante dos “defendidos”, no caso 99,99% da população é ostracizada.

Leia também: 

Ser de esquerda é ser hipócrita 

Esquerdistas: os masoquistas do bem 

Assim, o esquerdismo sempre defenderá uma sociedade ideal na qual todos serão iguais, mas essa igualdade será restrita aos outros. Os proporcionadores da revolução estarão acima, para cuidar de tudo, já que trazem a nobreza embainhadas consigo.

É por isso que o esquerdista passa a vida defendendo que todos dividam suas posses, mas ele nunca reparte as dele; é por isso que ele verbera a necessidade da tomada dos meios de produção, desde que, claro, os meios de produção tomados não sejam os dele.

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É por isso que o MST só invade as terras que lhes convém, e nunca as fazendas imensas de quem lhes apoia a causa.

Porque, na verdade, o objetivo não é realizar uma reforma agrária indistinguível, mas sim, atacar alvos específicos.

Os muitos alqueires dos aliados não interessam aos sem-terra.

Também é devido à hipocrisia que o esquerdista não abre mão de sua herança, nem de deixar seus bens para sua família, mas quer que todos nós o façamos.

Bem como abominam a meritocracia, a não ser quando o mérito é deles…

É por isso que o esquerdismo nunca funcionou e não funcionará. Ele não entrega o que promete. Sempre cria uma elite superior que oprimirá quem está abaixo, mesmo que esta opressão seja travestida de realização do bem, mesmo que seja em nome da igualdade ou de qualquer outra palavra bonita.

Todo esquerdista é, portanto, um tirano em potencial, querendo lhe impor aquilo que ELE acha que é o melhor para você (e principalmente para ele), sob pena de morte caso você discorde.

Por Renan Alves da Cruz 

O retorno dos idiotas do bem

Artigo de Luis Felipe Pondé, publicado na Gazeta do Povo: 

E os idiotas do bem atacam de novo. Você não sabe o que é um idiota do bem? Explico: é alguém que tem certeza de participar do grupo que salva o mundo. Mas essa categoria contemporânea tem subespecificações. Hoje, vamos analisar uma delas.

Você sabia que tem gente por aí apoiando a proibição de propagandas de bebidas alcoólicas nos meios de comunicação?

Um dos traços desse subtipo de idiotas do bem é gozar com leis que incidem sobre hábitos e costumes. No caso do álcool, se eles pudessem, votariam a favor do retorno da Prohibition – a lei seca americana que deu impulso ao crime organizado.

O que está por detrás dessa ideia de proibir a propaganda de álcool é uma mentalidade totalitária. Uma coisa que rapidamente esquecemos é que toda forma de repressão vê a si mesma como uma forma do bem instituído na norma.

Daqui a pouco se proibirá a publicidade de carros (causam acidentes), aviões (caem), batom (dá vontade de beijar a boca das mulheres e isso pode ser anti-higiênico), churrascaria (colesterol), café (causa ansiedade), xampus (os cabelos reais nunca são tão lindos quanto os das propagandas), bolas de futebol (os meninos podem cair e quebrar a perna), livros (existem livros que propõem coisas absurdas), telefonia celular (já se fala em pessoas viciadas em celulares), televisão (crianças podem ver coisas erradas na televisão), computadores (a internet é incontrolável), turismo (pessoas podem pegar infecção intestinal viajando), água (pode estar contaminada), metrô (pode descarrilar), ônibus (capotam)… A lista é cansativa, como tudo que brota da alma dos idiotas do bem quando resolvem salvar o mundo de nós mesmos.

O ódio à espécie humana é comum em quem é intolerante à contingência. Às vezes, a intolerância vem disfarçada de amor ao próximo e à sociedade. A “sujeira” humana é insuportável para os idiotas do bem que sonham com um mundo em que apenas eles possam viver e tudo seja limpinho. O objetivo é estabelecer um controle absoluto de tudo na vida, matá-la em nome desse controle. A contingência, inimiga mortal das almas pequenas, é o foco de leis como essa: proibindo a publicidade de bebidas alcoólicas, os idiotas do bem entendem que controlarão o uso de álcool.

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Recomendo fortemente para essas almas pequenas a leitura do maravilhoso Antifrágil, de Nassim Nicholas Taleb. O conceito de “antifrágil” não é sinônimo de forte ou robusto, ou inquebrável. A ideia de Taleb é que, quando se acua excessivamente a contingência, ela “se vinga”. Sistemas muito puros ou controlados estariam condenados a essa vingança da contingência. A “saída” é ser meio “sujo”, meio “incerto”, “educado pela contingência”, aprendendo a conviver com ela.

Taleb identifica, como seria de se esperar, a modernidade como sofrendo desse mal: nas palavras do próprio autor, “o intervencionismo ingênuo moderno”. Como, aliás, já ficava claro nas propostas utópicas de filósofos como Francis Bacon (1561-1626) para sua “Nova Atlântida”, o foco da ciência seria “atar a natureza” para que ela nos entregasse nossas melhores condições de vida.

Sem cairmos numa defesa ingênua da vida natural “livre”, trata-se de entender que o controle excessivo da vida a torna insuportável. Quem muito se lava padece de bactérias superpoderosas. O mundo contemporâneo, na mesma medida em que se masturba com a autoimagem de “livre”, sofre de uma profunda compulsão de controle da contingência em todos os níveis. Ser antifrágil é aprender que “pequenos” e contínuos efeitos da contingência são assimiláveis e formadores da sobrevivência, enquanto que a negação pura e simples desses efeitos prepara a vingança da contingência.

O mundo, cada vez mais, é habitado por jovens assustados, ansiosos, inseguros nos afetos, com medo de ter filhos (mente-se muito sobre isso tudo), que temem uma vida que, ao contrário do que lhes foi prometida, está sempre além de nossa capacidade de previsão e controle. Jovens inseguros e ansiosos: eis a vingança da contingência.

Por Luis Felipe Pondé