Cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

Você percebe que no Brasil as coisas beiram o surreal, quando descobre que até escolas de samba recebem uma “ajudinha” do governo.  Não precisamos dizer que o Estado brasileiro é demasiado grande, presente em quase todos os setores da sociedade.

Também não precisamos mencionar os inúmeros problemas que o Estado brasileiro, por conta do seu gigantismo irresponsável, não consegue resolver. Saúde, educação, segurança, infraestrutura e por aí vai.

Some-se à irresponsabilidade de um Estado perdulário, a corrupção endêmica. O mensalão e o petrolão são os exemplos mais citados, mas não os únicos. Por aqui, é raro não se criar dificuldades a fim de vender facilidades. É o jeitinho brasileiro.

Dito isto, gerou notícia em todos os grandes jornais e nas redes sociais, a intenção da prefeitura do Rio de Janeiro de reduzir em 50% da verba destinada pela prefeitura às escolas de samba.

Como de praxe, muitos seguiram pelo viés preconceituoso disfarçado de crítica, argumentando que o prefeito tomara tal medida por conta de sua religião. Estaria Crivella confundido a gestão da prefeitura com sua igreja e crença religiosa.

Acredito que esse tipo de “crítica”, como já afirmamos, além de preconceituosa, desvia o foco da verdadeira questão que deveria estar em discussão: Afinal, cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

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Ator global Carlos Vereza, declara voto em Crivella

As escolas de samba do Rio de Janeiro, por meio da Liesa, argumenta que o carnaval carioca atrai turistas de todo o mundo, gerando empregos e impulsionando a economia da cidade, além, claro, de valorizar a imagem da cidade perante o mundo.

Por ora, me abstenho de tecer algum comentário detalhado sobre a “valorização da imagem da cidade” perante o mundo por meio do carnaval. Restrinjo-me apenas em lembrar que todos nós já sabemos o que os gringos pensam sobre as mulheres brasileiras e especificamente, sobre o carnaval carioca.

Sobre a questão econômica, o argumento utilizado pela Liesa escorrega em uma observação clara e precisa: O repasse da prefeitura às escolas de samba é conhecido como subvenção que nada mais é do que auxílio pecuniário, ou, socorro. Oras, se o carnaval é rentável economicamente e gera empregos, porque então não se buscam recursos junto à iniciativa privada?

Finalmente, a medida anunciada pelo prefeito Marcelo Crivella, tenha ela fundo religioso, seja ela objetivando unicamente a contenção de custos, foi bem aceita pela população. Em uma enquete, 63% dos votantes não só apoiaram a medida do prefeito como defenderam que a prefeitura não repasse valor algum.

Assim, mais uma vez, aquilo que pensa a população, choca-se com o que quer e defendem certos promotores de “cultura”. Acertadamente, por enquanto, Crivella parece não vergar-se as pressões de renomados nomes. Acertadamente, tem o apoio da população!

Em sua opinião, Cabe ao Estado repassar verbas para escolas de samba?

 

Por Jakson Miranda

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Petista Tico Santa Cruz poderia ter ficado sem essa

O petista Tico Santa Cruz quer posar de intelectual, polemista e ativista. Todo esquerdista quer para si um quinhão da intelectualidade, do ativismo e da incitação a polêmicos debates.

São tão intelectuais que não percebem a colossal distância entre inteligência e as ideias que propagam.  Como diz a piada, fanático petista, comunista, socialista e marxista é igual a zumbi, além de não pensar, quer comer o cérebro de quem pensa. Tico Santa Cruz tem se esforçado muito para se enquadrar nessa categoria.

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A última do garoto é de causar vergonha alheia em qualquer um. Nossa torcida é que desta vez ele tenha aprendido. Na presa em querer mostrar uma inexistente superioridade petista frente à crise política do governo de Michel Temer, Tico Santa Cruz saiu-se com essa:

A imagem pode conter: texto

Ele deve ter achado uma sacada genial! Um cala a boca naqueles que defenderam o impeachment de Dilma.

Imagina-se Tico Santa Cruz esfregando as mãos, preparando-se para ardorosos debates com aqueles que defenderam a saída de Dilma e agora defendem a permanência de Temer. Tico só não contava com o nocaute espetacular desferido contra o que ele acabara de escrever.

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Participe do sorteio do livro “A Filosofia da Adúltera” de Luiz Felipe Pondé. Clique AQUI e siga as instruções!

Por Jakson Miranda

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Sorteio do livro “A filosofia da Adúltera” de Luiz Felipe Pondé

Quer ganhar um exemplar do ótimo livro “A filosofia da Adúltera” de Luiz Felipe Pondé? O Voltemos à Direita está sorteando um exemplar do livro.

Para quem ainda não leu o livro, essa é uma excelente oportunidade! Leiam o que escreveu nosso editor Renan Alves da Cruz a respeito do livro:

Acabo de finalizar a leitura deste provocador livro de Luiz Felipe Pondé, filósofo a quem admiro profundamente.

Quem já conhece Pondé e seu estilo não se surpreenderá com a ironia contumaz, sua assinatura indescolável. Neste título, elenca os pensamentos e a obra de Nelson Rodrigues para discutir a sociedade. O humor ácido permeia os textos, que curtos, permitem uma digestão rápida.

Embora seja um dos livros mais acessíveis de Pondé, não recomendo como introito a quem não conheça sua obra. Recomendo neste caso suas excelentes colunas semanais na Folha de São Paulo (saem às segundas feiras), para que uma prévia aclimatação ao estilo permita maior apreciação de A Filosofia da Adúltera.

Outro bom e acessível título de Pondé é o Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, que, tal qual os outros títulos da coleção, escritos por Leandro Narloch, merecem uma atenção especial.

Indico. Se você ainda não conhece, dê um jeito nisso rapidamente. Aos que sabem o quanto Pondé pode ser bom, divertido, plausível e desafiador, recomendo que exercitem sua filantropia e encaminhem outros à leitura dele.

Sobre o sorteio. Para participar do sorteio, clique AQUI e siga as instruções.

Por Jakson Miranda

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Um desafio a todos aqueles que odeiam Bolsonaro

Há muita gente no Brasil que ama odiar Bolsonaro. Repetem acusações infundadas urdidas nos submundos mentais canábicos de professores esquerdo-sonsos e em vídeos editados inchados de más intenções.

Neste vídeo fazemos um desafio a todos aqueles que odeiam Bolsonaro.

 

Será que são capazes pelo menos disso?

 

Por Renan Alves da Cruz

 

 

A perenidade das Ascensões e Quedas

O que seria da literatura, da ficção em qualquer mídia e da própria História enquanto área de debruço sem o charme atrativo das Ascensões e Quedas?

Pense num bom livro, um bom filme, um bom seriado ou mesmo, se você é do tipo, uma novela televisiva. Pense naquilo que consegue tragar sua atenção e te deslocar de onde está para o centro dos fatos.

Duvido que conseguirá listar muita coisa que não se escore numa trama de ascensão e queda, ou a boa e velha vingança.

Pegue, por exemplo, O Conde de Monte Cristo, um destes primores raros que conseguem ser estupendos também no cinema além do livro. Uma história requintada de vingança com todos os ingredientes imagináveis. Uma montanha russa de quedas e recomeços. Uma trama imortal.

De tão requintada a exaustivamente requentada. Toda semana estreia um novo filme ou seriado que reescreve Alexandre Dumas. E não digo isto em tom de crítica. Histórias de ascensões e quedas são clichês mutantes. Ser um clichê não é sempre demeritório. A palavra ganhou uma acepção de desprezo, entretanto esquecemos que um clichê só é erigido a esta condição por funcionar. Se ele ainda oferece condições para ser incrementado, fornecendo mutabilidade, tende a ser atrativo.

Tenho um carinho especial por Ascensões e Quedas. Não consigo pensar num argumento ficcional mais persuasivo do que uma boa reviravolta, seja ela engendrada por uma mente genial ou pelas mãos suaves do destino.

Meu apreço por este formato começou com um livro por quem tenho até hoje uma incomparável admiração que, sei reconhecer, transcende o reconhecimento de sua qualidade literária e atinge também o campo da memória afetiva.

Quando era um pré-adolescentes, depois de esgotar toda a literatura juvenil das três bibliotecas razoavelmente próximas de minha casa, temi que não tivesse mais o que ler. Os livros adultos pareciam tão chatos e longos, desprazerosos… Morria de medo de ler um livro adulto e desgostar da leitura pra sempre. Ler era meu principal passatempo. Queria mantê-lo assim.

Quem conseguiu realizar a ponte para mim foi a Dama Agatha Christie. Li todos os seus mais de oitenta romances, e, ao final, comecei a repeti-los… E o medo voltou. E se tentasse ler outro livro em que não tivesse Hercule Poirot ou Miss Marple ou algum outro engenhoso detetive e não me adaptasse?

A libertação veio com um livro de aparência despretensiosa, chamado O Oportunista, de Piers Paul Read.

É deste livro que quero falar hoje. Como você deve imaginar, era um livro de Ascensão e Queda, e também um livro de vingança.

E é até hoje, mesmo de tantos outros títulos lidos, o meu livro preferido. Aquele que, para voltar aos clichês, eu levaria para uma ilha deserta se tivesse de escolher um.

Foi o livro que me mostrou que não havia o que temer. Havia milênios de bons livros escritos no mundo e mesmo que eu tivesse cem vidas, não seria o bastante para ler todos. Eu não precisava (e nem deveria) me ater a um único autor, ou gênero, ou estilo. Eu era um apaixonado por livros, decidida e imutavelmente.

Desde então, já li o Oportunista sete vezes. É o livro que mais reli na vida. Mais ou menos a cada 3 anos no máximo o tomo e saboreio de novo, e sempre parece melhor, mais rico, mais vasto, mais completo. Não é o melhor livro que li na vida. Sei disso. Mas, se é que você me entende, é o melhor livro que li na vida!!!

Ok, talvez você não entenda, e se assim for, tanto melhor. Há sentimentos que não podem ser expressos. Ou talvez eu não tenha a capacidade para fazê-lo, afinal não sou Piers Paul Read…

Read não é um escritor muito conhecido por aqui. Teve uma meia dúzia de livros publicados, mas não a obra completa. Seus livros abundam em sebos, não raro encontrados nos saldões de 1, 2 ou 3 reais. Sua obra mais conhecida é Os Sobreviventes, um relato do caso real dos jogadores de rúgbi que sobreviveram a uma queda de avião nos Andes comendo os corpos dos colegas mortos.

Mas O Oportunista é, sem sombra de dúvidas, seu livro mais interessante. É a história Rise and Fall de Hilary Fletcher, o filho de um pároco inglês que vive à sombra da rica e tradicional família Metherall, primeiro fazendo de tudo para ser como eles, depois odiando-os a todo custo e dedicando-se a destruí-los.

Piers Paul Read consegue trabalhar o contexto social sem recair na velha lengalenga militante. Ricos não são vilões pelo simples fatos de serem ricos, com equivalente heroísmo direcionado à pobreza. A virtude aqui não se contabiliza em Libras. As caríssimas escolas tradicionais inglesas não corrigem um caráter debilitado, bem como o pedigree familiar não é parâmetro seguro de condenação ou salvação.

Num belo desfile clássico, condes, barões e baronetes transpiram a estrutura inglesa, sem, no entanto, o cheiro de mofo de tradições insolentes. O autor consegue dotá-las de sua inequívoca altissonância histórica.

O trecho mais marcante talvez seja o que demarca a angústia do jovem Hilary Fletcher para conseguir um traje de gala para ser inserido nos eventos da alta roda. A bonança esperada após a tempestade pode não se concluir se o traje, mesmo de gala, for inapropriado.

Hilary Fletcher terá que escolher entre continuar sendo humilhado ou se tornar senhor de seu destino.

E descobrir qual das escolhas, se é que isso é possível, lhe trará a tão sonhada paz.

Os coadjuvantes brilham como os trajes de gala que Hilary tanto invejava. A lisura fleumática de Edward Metherall, Lady Clare Metherall, sua esposa esnobe que, numa manobra típica da mais pura esquerda caviar, discursa consciência social enquanto se enraba de dinheiro, Mark Metherall, o decadente amigo de infância e Harriet Metherall, sua paixão inconclusa.

Hilary os amará e odiará. Os tentará salvar e destruir, muitas vezes sem saber o que está fazendo, muitas vezes fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.

Também não poderia passar ao largo desta resenha, tendo eu já feito apontamentos próprios a respeito, à crítica bem humorada à tal arte moderna. Os trechos em que Hilary, já adulto e tornado artista, assume deliberadamente que está apenas sujando telas com tinta e ganhando dinheiro de tontos metidos a entendidos beira à hilariedade!

Em O Oportunista é possível gargalhar dessa espalhafatosa anti-arte moderna, bem como perceber o sem número de oportunidades que os hipócritas usam a tal “justiça social” como desculpa esfarrapada para uma espécie de auto-aburguesamento.

Piers Paul Read diz num trecho: “não se deve subestimar a habilidade de um degenerado” e é sensacional perceber o quanto esta sentença solta despretensiosamente na obra revela sobre sua essência.

Amo demais este livro. É a Ascensão e Queda de Hilary Fletcher. E mostra que às vezes as quedas podem ser as ascensões e as ascensões podem ser as quedas.

O que seria da literatura, da ficção em qualquer mídia e da própria História enquanto área de debruço sem o charme atrativo das Ascensões e Quedas?

O que seria de mim se não tivesse, em minha tenra adolescência, topado com um exemplar de O Oportunista?

Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

 

Patrulha de esquerda tenta censurar filme sobre Olavo de Carvalho

O diretor Josias Teófilo resolveu gravar um filme sobre Olavo de Carvalho. Trata-se na verdade de um documentário. Quando se anunciou a empreitada escrevemos aqui no blog que a esquerda entraria em desespero. E realmente entraram!

No desespero, mostram realmente quem são. Mostram que não estão nem aí para o debate, para a democracia, para a liberdade e diversidade. Tentam a todo custo boicotar o filme. E tão boicote não passa de um tipo de censura digna das piores ditaduras.

Porém, os tempos realmente estão mudados! Não é que a revista Época publicou um artigo da colunista Ruth de Aquino em defesa do filme sobre Olavo de Carvalho?!

Leiam o artigo e entendam melhor o caso

Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. Boicotam um filme no Festival de Cinema de Pernambuco. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam o cineasta maldito, matam o contraditório, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho na sala escura, rouba o projetor e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada.

É uma paródia do poema “No caminho com Maiakóvski” (1968), de Eduardo Alves da Costa. Ajuda a ilustrar a pataquada de diretores de sete filmes que retiraram seus curtas do festival. Começaria no dia 23 de maio para celebrar 21 anos de vida. O motivo maior do boicote foi um documentário de 81 minutos, O jardim das aflições, sobre o filósofo de direita Olavo de Carvalho. Os revoltados afirmaram, em nota, que a escolha “favorece um discurso partidário alinhado a grupos que compactuaram e financiaram o golpe ao Estado democrático de direito ocorrido no Brasil em 2016”. O festival foi adiado por causa da debandada. A seleção era de nove filmes. Não seria isso o que se chama diversidade?

“Não é possível ter debate, só entre esquerdistas”, me disse o diretor Josias Teófilo. Ele revelou que sua vida ficou “insustentável” em Brasília depois de resolver filmar Olavo de Carvalho. “Grandes festivais disseram que eu não era bem-vindo e que nunca mais eu conseguiria dirigir nada. Esse documentário foi feito com crowdfunding porque seria impossível tentar a Lei Rouanet. Vivemos a tirania da coletividade sobre o indivíduo. Quem está fora desse establishment de esquerda só encontra má vontade no campo do cinema.”

A patrulha, de esquerda ou de direita, não é só burra, primária e insuportável. É perigosa. Favorece o obscurantismo, a ignorância. Na chamada esquerda brasileira, há grupos numerosos, especialmente no PT, que fazem distinção entre “a censura do bem” e a “censura do mal”. “As ditaduras do bem”, como Cuba e Venezuela, e “as do mal”, de direita. É de uma insensatez frenética e fanática a forma como tantos intelectuais relativizam prisões, torturas, arbitrariedades, corrupção, censura, preconceito sexual, força do Estado… desde que o regime seja de esquerda.

“Esses cineastas que boicotaram o Festival de Pernambuco conseguem ser piores que Mao e Hitler, que assistiam aos filmes antes de censurar. Leonid Brejnev proibiu um filme de Tarkovski, mas assistiu antes. Esse grupo aí não viu e não gostou”, disse o diretor Josias Teófilo. “O jardim das aflições é muito mais metafísico que político. Fala de Aristóteles e Platão. O documentário traz uma mensagem a favor da individualidade. Discorre sobre a morte. Não tem motivo esse desespero todo. Mandei mensagens simpáticas aos colegas revoltados, agradecendo pela divulgação. Eu não podia pagar assessoria de imprensa.”

Olavo de Carvalho tem 70 anos, vive hoje em Petersburg, uma cidade americana de 30 mil habitantes com 80% deles negros. Dá curso on-line de filosofia para 3 mil alunos. É apontado como um dos mentores do conservador Movimento Brasil Livre (MBL), embora recuse esse título e critique “a direita emergente”. É fervoroso opositor do PT e de Dilma. E crítico do governo Temer, que considera ilegítimo. “Como vice, Temer não tem rabo preso, ele é um rabo preso”, disse ao repórter João Fellet, da BBC Brasil, em sua casa.

Militou no Partido Comunista durante a ditadura, foi amigo de José Dirceu, escondeu armas. Já se envolveu com esoterismo e astrologia. Mas se aproximou da Igreja Católica. Hoje, reza antes de dormir. Mantém uma espingarda sobre a cama para defesa pessoal e tem 30 rifles de caça. Olavo de Carvalho é um provocador, um polemista, a favor da “democracia plebiscitária”.

Uma das diretoras que se retiraram da mostra em Pernambuco, Gabi Saegesser, do curta Iluminadas, disse que “O jardim das aflições vai contra qualquer possibilidade de diálogo”, ao falar sobre “um dos maiores representantes do conservadorismo de direita”. Para a cineasta, a presença do título na programação “é como se o festival desrespeitasse a visão política e social de outros filmes”. Não é só Olavo o alvo do boicote. Há outro filme, o longa de Rodrigo Bittencourt sobre as origens do Plano Real. Entre os diretores rebelados, estão Savio Leite, Cíntia Domit Bittar, Eva Randolph, Leo Tabosa.

Na arte, como na política e na vida, o Brasil passa por um momento delicado de torcidas e patotas que urram a favor e contra, distorcem a realidade e tentam calar o outro com discurso de ódio ou de vitimização. Tapar os ouvidos e os olhos a quem discorda de você é um atestado de fraqueza e autoritarismo. Você pode ou não acreditar que Lula não tem nenhuma influência sobre o PT. A cabeça é sua ainda. A aflição também.

Encerramos

Não tem jeito! Gostem ou não; façam mimimi, esperneiem, façam biquinho; mas o fato é que o filme sobre Olavo de Carvalho entrará para a história do cinema brasileiro como o retrato do momento em que milhares de brasileiros viram no filósofo uma fonte revigorante de luta contra Lula, o PT e a esquerda radical e criminosa que pairava impune sobre nosso país.

Por Jakson Miranda

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A mãe do juiz: uma breve meditação sobre o Dia das mães

A mãe do juiz: uma breve meditação sobre o Dia das mães. Por Jáder Borges.

Semanalmente, no “país do futebol” uma senhora é difamada e elogiada ao contrário por ter dado à luz um filho que erra imperdoavelmente no gramado. Tal senhora, sem culpa alguma, é quem termina pagando o pato por causa do filho que tem.

Mas, para a alegria dela e de muitas outras mães, existiu na historia uma mãe de juiz que até hoje vem sendo lembrada por sua atuação, determinação e fé em Deus.

O que será que as mães de hoje e as futuras mamães podem aprender com Ana, mãe de Samuel, o último juiz de Israel nos tempos bíblicos? Acredito que muita coisa:

1. ORAR E PERSEVERAR.

Em tempos atribulados, com crises e desencontros nacionais, uma mulher estéril começa a buscar a Deus incessantemente pelo milagre de um filho.

Ana observa a degradante situação de Israel e pede um filho ao Senhor para, em seguida, devolvê-lo para a Causa dele, confiando que Deus poderia utilizá-lo como seu instrumento para despertar uma nação desobediente. A seriedade de se colocar alguém no mundo foi regada com muita oração e prudência.

2. EDUCAR A CRIANÇA NOS CAMINHOS DO SENHOR.

De acordo com o relato bíblico, Ana não passou muito tempo com o pequeno Samuel porque este logo cedo foi morar nos aposentos do Templo para aprender os ofícios de Sacerdote.

Porém, penso no aproveitamento do tempo que ela teve quando visitava o filho. Mais tarde, já homem feito, vamos encontrar Samuel equilibrado e profundamente comprometido com as realidades do seu tempo. Vamos encontrar também um homem de oração, que não deixava de orar pelo seu povo: “quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós”…( l Samuel 12:23). Salientamos também que ele era reconhecido incontestavelmente como “profeta” por todos, de Norte a Sul do país.

Com quem Samuel aprendera a orar? Talvez com um bom número de pessoas, mas creio que o exemplo mais marcante ele encontrou na sua mãe, que não só orava por ele mas também com ele, e ensinava-lhe as maravilhosas histórias do poder e da atuação de Deus.

3. AJUDAR OS FILHOS A CAMINHAR NA VERDADE E PERCEBER O PECADO.

A influência da mãe sobre a vida da criança é muito grande, e neste período de formação e informação a criança absorve bastante os ensinamentos e exemplos dela.

Uma mãe aberta ao dialogo e à compreensão da evolução da criança nas suas curiosidades e perguntas naturais do desenvolvimento, vai estar preservando o saudável crescimento to do pequeno que Deus lhe confiou, livrando-o das péssimas orientações e influências daqueles que têm a mente poluída e impregnada de pecados.

O filho crescerá em estatura e graça diante de Deus e dos homens (Lucas 2:52 ), e ela será muito feliz com tudo isso.

Portanto, “mamãe”, e “futura mamãe”, tratem de decorar e praticar (literalmente, no caso de vocês) o versículo que se encontra na terceira epístola por João, e vocês ainda experimentarão muitas alegrias nesta vida:

 “Não tenho maior alegria do que esta a de ouvir que meus filhos andam na verdade” (3 João, verso 4)

De coração agradeço a dona Alzira Lins Borges, minha mãe, que sempre orou por mim, e com o seu exemplo de vida ajudou-me a encontrar o Caminho, a Verdade e a Vida.

Sim, Jesus vive no seu coração.

Opinião do Voltemos à Direita

A história narrada pelo autor lembra-nos do Brasil atual que necessita urgentemente de retos juízes, probos políticos e de um povo obediente ao juiz supremo: Cristo Jesus!

Feliz dia das mães.

Por Jakson Miranda

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Música gospel na MPB: louvor e adoração com poesia

É provável que alguém logo vire a cara à simples ligação entre a música gospel e a MPB. Para alguns, é inadmissível que músicas voltada para adoração a Deus sejam enquadradas na mesma categoria que abriga musicas do “mundo”.

Já para os fervorosos entendidos da MPB, um pecado imperdoável sugerir que a mesma MPB de Chico Buarque e Caetano Veloso, aceite canções “indignas” de Chico e Veloso.

Recado aos incautos: Há música gospel nacional de qualidade infinitamente superior a muitos “artistas” adorados e idolatrados da MPB.

Hoje, deixo vocês com um pequeno aperitivo.

Encerramos

Impossível não se emocionar com o conjunto da obra, filme e canção, não?

Estamos falando de música gospel? Diante de uma melodia tão bem trabalhada e de letras singelas e edificantes, que nos falam de esperança e restauração; amor e graça. Defini-la simplesmente como gospel seria de um reducionismo injustificável.

A canção então cai, é musica popular brasileira de primeiríssima qualidade.

É disso que nossa cultura precisa!

Por Jakson Miranda

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Avisem os índios que estamos no século XXI

E não é que os índios resolveram invadir o Congresso. Agora vai! Ou ia…! Ia, não fosse o opressor homem branco e seus monstros que soltam fogo pela boca e competem em estrondo com o “deus” trovão. Não fosse isso, a armada indígena, devidamente paramentada e treinada para a guerra, com suas lanças e flechas, teria expulsado esses malditos seres vindos D´além mar.

A narrativa acima seria perfeitamente adequada se estivesse falando sobre algo ocorrido no século XV. Vá lá… XVI… Sejamos generosos e digamos que tenha ocorrido no século XVII. O nonsense é que não ocorreu em nenhum desses períodos, mas sim, em pleno século XXI. Isso mesmo, amigos, os índios estão se armando, em pleno século XXI, com arcos, flechas e lanças.

Leiam reportagem de Veja.

Índios armados de lanças e flechas e policiais militares, com escudos, cassetetes e bombas de gás, entraram em confronto durante manifestação em frente ao Congresso Nacional por avanços na política para os indígenas, principalmente na demarcação de terras, que está suspensa no governo do presidente Michel Temer (PMDB).

Flechas foram atiradas contra o prédio do Legislativo e várias lanças foram apreendidas pelos policiais militares. O confronto começou, no entanto, quando, por volta das 15h30, os indígenas desceram correndo o gramado em frente ao Congresso e foram impedidos pela PM de acessarem a Câmara e o Senado.

Em maior número – eram cerca de 4.000, segundo os organizadores do protesto; 2.000, de acordo com a PM -, os indígenas conseguiram furar o bloqueio e começaram a pular dentro do espelho d’água. A PM usou bombas de gás lacrimogêneo. O cheiro chegou a ser sentido dentro do Legislativo. Caixões pretos de papelão foram lançados em direção ao prédio.

Após a confusão, os índios voltaram a ocupar o gramado em frente ao Congresso e fecharam as pistas nos dois sentidos da Esplanada dos Ministérios. O grupo deixou cerca de 200 caixões no local, segundo eles, para simbolizar o “genocídio dos povos indígenas”, em uma crítica à bancada ruralista no Congresso.

Os indígenas participam do Acampamento Terra Livre 2017, mobilização nacional para cobrar direitos e políticas públicas para os povos tradicionais. O protesto começou em frente ao Teatro Nacional, de onde os indígenas saíram em marcha em direção ao Congresso usando roupas típicas, levando objetos tradicionais de suas tribos e faixas como dizeres como “Não ao retrocesso dos direitos indígenas” e “Retire os madeireiros das terras indígenas”.

Encerramos

Pois é… Escrevi o texto acima e após o seu término fiquei em dúvida. Olhando as imagens do confronto entre os índios e a PM, já que os nativos estavam armados com flechas e lanças, juro a vocês que tentei localizar algum índio “ÍNDIO”. Oras se é para ser índio, tem que ser original! E nesse quesito, não vi um sequer usando tanga, saiote ou os cintos lhes cobrem o sexo, feitos de penas de animais, folhas de plantas, entrecasca de árvores, sementes ou miçangas. (brincadeirinha!)

Estavam todos usando roupas e outros adereços do homem “civilizado”.

Falando a verdade, é muito provável que os índios já saibam que estamos no século XXI, o problema é que entre eles, há sempre um antropólogo ou “especialista” branco, lhes dizendo o contrário, e os manda protestar usando armas de 500 anos atrás.

No Brasil, dia após dia, acontece algum evento que nos prova que não estamos indo de mal a pior, mas sim, de pior a pior, rumo à louca, caótica e inevitável insensatez que a todos confunde e a tudo destrói.

Por Jakson Miranda

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Saiba como ganhar o livro Lava Jato: o juiz Sergio Moro e os bastidores

Dificilmente passe-se um dia sem que o nome do juiz Sergio Moro seja noticia. Não é para menos, pois, seu nome está intrinsecamente ligado à maior operação de combate a corrupção no Brasil, a Lava Jato.

Daqui a 50, 70, 100, 200 anos, a Operação Lava Jato constará nos bons livros de história. Historiadores gabaritados interpretarão o Brasil sob a ótica do antes de depois da operação. Na verdade, o juiz Sergio Moro e a Lava Jato já está sendo estudados e lidos concomitantemente as suas ações de combate à corrupção. Já é história!

Alguns livros já foram publicados a respeito. A jornalista Joice Hasselmann deu sua contribuição. Porém, um livro que nos chamou atenção foi o publicado pelo também jornalista Vladimir Netto, com o sugestivo titulo: Lava Jato: o juiz Sergio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil.

Leiam critica do livro publicado na Folha de S. Paulo

Para quem já perdeu o fio da meada e desistiu de acompanhar o noticiário trepidante da Operação Lava Jato, o livro lançado na semana passada pelo jornalista Vladimir Netto oferece uma boa reconstituição dos primeiros dois anos da investigação.

“Lava Jato” mostra como as autoridades avançaram rápido, começando pelos negócios de uma rede de doleiros, até a descoberta de um vasto esquema de corrupção em que políticos e empreiteiras se uniram para desviar recursos da Petrobras e de outras estatais.

Repórter da TV Globo que participa da cobertura do caso desde o início, Netto recheia a narrativa com detalhes saborosos que ajudam a manter o interesse do leitor.

Ele descreve de forma eletrizante cada operação policial, mostra a tensão do dia em que os agentes entraram na casa do empresário Marcelo Odebrecht para prendê-lo e flagra o deputado Eduardo Cunha tentando esconder um celular no bolso enquanto a polícia vasculhava sua casa.

Mas o livro não traz novidade para quem continua seguindo a história nos jornais ou na TV. Quem estiver em busca de respostas para os muitos mistérios que os investigadores ainda não esclareceram ficará decepcionado.

Netto não esconde sua admiração pelo juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato em Curitiba, e pelos procuradores e policiais federais que estão na linha de frente da investigação.

Moro exibe “rigor e coragem” ao conduzir o caso “com maestria”, diz o jornalista, que o descreve no livro como integrante de uma geração “que trabalha com afinco em busca de resultados”.

O ministro Teori Zavascki, responsável pelos inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal), é apresentado como um ser infalível: “Busca sempre a razão, pesa prós e contras e estuda os detalhes de cada processo para tomar decisões bem fundamentadas”. (…)

Voltamos

Vale destacar que a gigante Netflix comprou os direitos do livro para gravar uma série, dirigida pelo cineasta Alexandre Padilha. Motivos não faltam para a leitura do livro!

Interessou-se? Quer saber como ganhar o livro Lava Jato: o juiz Sergio Moro e os bastidores?

É simples! Participe do nosso sorteio e concorra a um exemplar inteiramente novo deste livro.

Leia atentamente as regras e condições do sorteio.

Por Jakson Miranda

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