Saiba como ganhar o livro Lava Jato: o juiz Sergio Moro e os bastidores

Dificilmente passe-se um dia sem que o nome do juiz Sergio Moro seja noticia. Não é para menos, pois, seu nome está intrinsecamente ligado à maior operação de combate a corrupção no Brasil, a Lava Jato.

Daqui a 50, 70, 100, 200 anos, a Operação Lava Jato constará nos bons livros de história. Historiadores gabaritados interpretarão o Brasil sob a ótica do antes de depois da operação. Na verdade, o juiz Sergio Moro e a Lava Jato já está sendo estudados e lidos concomitantemente as suas ações de combate à corrupção. Já é história!

Alguns livros já foram publicados a respeito. A jornalista Joice Hasselmann deu sua contribuição. Porém, um livro que nos chamou atenção foi o publicado pelo também jornalista Vladimir Netto, com o sugestivo titulo: Lava Jato: o juiz Sergio Moro e os bastidores da operação que abalou o Brasil.

Leiam critica do livro publicado na Folha de S. Paulo

Para quem já perdeu o fio da meada e desistiu de acompanhar o noticiário trepidante da Operação Lava Jato, o livro lançado na semana passada pelo jornalista Vladimir Netto oferece uma boa reconstituição dos primeiros dois anos da investigação.

“Lava Jato” mostra como as autoridades avançaram rápido, começando pelos negócios de uma rede de doleiros, até a descoberta de um vasto esquema de corrupção em que políticos e empreiteiras se uniram para desviar recursos da Petrobras e de outras estatais.

Repórter da TV Globo que participa da cobertura do caso desde o início, Netto recheia a narrativa com detalhes saborosos que ajudam a manter o interesse do leitor.

Ele descreve de forma eletrizante cada operação policial, mostra a tensão do dia em que os agentes entraram na casa do empresário Marcelo Odebrecht para prendê-lo e flagra o deputado Eduardo Cunha tentando esconder um celular no bolso enquanto a polícia vasculhava sua casa.

Mas o livro não traz novidade para quem continua seguindo a história nos jornais ou na TV. Quem estiver em busca de respostas para os muitos mistérios que os investigadores ainda não esclareceram ficará decepcionado.

Netto não esconde sua admiração pelo juiz Sergio Moro, que conduz os processos da Lava Jato em Curitiba, e pelos procuradores e policiais federais que estão na linha de frente da investigação.

Moro exibe “rigor e coragem” ao conduzir o caso “com maestria”, diz o jornalista, que o descreve no livro como integrante de uma geração “que trabalha com afinco em busca de resultados”.

O ministro Teori Zavascki, responsável pelos inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal), é apresentado como um ser infalível: “Busca sempre a razão, pesa prós e contras e estuda os detalhes de cada processo para tomar decisões bem fundamentadas”. (…)

Voltamos

Vale destacar que a gigante Netflix comprou os direitos do livro para gravar uma série, dirigida pelo cineasta Alexandre Padilha. Motivos não faltam para a leitura do livro!

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Por Jakson Miranda

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As opiniões políticas de um artista valem tanto quanto as críticas de arte de um político

Artigo de Rodrigo Silva, publicado no Spotniks

Foi o grande Kevin Spacey, protagonista de uma das séries políticas mais influentes do nosso tempo, quem disse:

– A opinião de um ator sobre política não importa merda alguma.

Vencedor de dois Oscar, três Screen Actors Guild Awards e um Sundance; indicado cinco vezes ao Emmy e oito vezes ao Globo de Ouro, Kevin pode se considerar uma exceção.

Em geral, por alguma razão, artistas acreditam que possuem certa clarividência, como se fossem mensageiros de um mundo novo, utópico, desejável, e julgam residir um andar acima dos reles mortais, feito eu e você, num bloco muito específico desse grande condomínio que é a opinião pública: no conjunto dos salvadores da humanidade, na pretensiosa cobertura daqueles que se dão muita importância.

No fundo, o que move figuras como Gregório Duviver e Monica Iozzi não é a mera busca pela verdade e o empirismo, é o mesquinho exibicionismo narcísico de quem julga se importar com o próximo mais que o próximo. É muito além de uma perseguição a uma compreensão acurada da realidade, é uma síndrome de messianismo, como se houvesse uma luta do bem contra o mal travada nesse exato instante, entre aqueles que monopolizam o amor contra aqueles que tiranizam o mundo, entre os que se importam com o bem-estar dos injustiçados contra os que só se importam em praticar suas injustiças.

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Artistas não raramente julgam carregar o fardo de um estandarte da Verdade. Por darem à luz imitações da vida humana, por habitarem cenários alternativos que devem respeito apenas às suas leis e aos seus incentivos, por construírem narrativas e feitiços, acreditam enxergar o mundo real do avesso. Mais do que isso: supõem que a mera perseguição à beleza lhes garante ingresso cativo no reino dos sábios.

E é por isso que quando questionam visões políticas, influenciam eleições apoiando determinados candidatos ou fazem lobby pela aprovação de projetos de lei, artistas se comportam quase como se esperassem pela aclamação popular, por um grande agradecimento coletivo dos cidadãos de segunda classe, pelo tempo dispendido na revelação de suas percepções.

É perfeitamente compreensível, aliás, que se questione suas motivações. Ao contrário dos cidadãos de segunda classe, pagadores líquidos de impostos, artistas movimentam um mercado que abocanha generosas fatias de dinheiro público e ao final de história, realizam tamanho lobby pela concentração do papel do Estado na sustentação de suas indústrias quanto outros metacapitalistas de almanaque, do setor petroquímico ao de veículos automotores – tudo sob a justificativa de que fornecem um artigo fundamental ao desenvolvimento humano.

E qual é o partido mais interessado em inchar o Estado norte americano e abraçar o lobby de Hollywood? Pois é, ele mesmo: o Partido Democrata.

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Segundo uma pesquisa do Los Angeles Times, que usou um algoritmo e relatórios específicos para classificar os doadores por cada setor, 9 em cada 10 dólares doados pela indústria do entretenimento em Hollywood aos candidatos presidenciais de 2016 de ambos os partidos possuíram o mesmo caminho: a campanha da democrata Hillary Clinton. Entre seus doadores estavam Dana Walden, chefe do Fox Television Group, Patrick Wachsberger, co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e Michael Lombardo, presidente de programação da HBO.

Em 2012, nomes como Jeffrey Katzenberg, diretor executivo da DreamWorks, Harvey Weinstein, co-fundador da Miramax Films e co-presidente da The Weinstein Company, Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, David Cohen, vice-presidente executivo da Comcast, Josh Berger, executivo da Warner Bros, Michael Lynton, CEO da Sony Entertainment, Ari Emanuel, CEO da agência WME, Peter Chernin, ex-presidente da News Corp e atual CEO do The Chernin Group, e Richard Plepler, co-presidente da HBO, já haviam doado quantias milionárias à campanha de outro democrata: Barack Obama.

E os grandes chefões dos estúdios não são os únicos a apoiar o Partido Democrata. Longe disso. Dos 60 roteiristas, atores, diretores e produtores nomeados para a edição do Oscar que premiou 12 Anos de Escravidão com a principal estatueta, 23 contribuíam para um candidato ou um comitê partidário desde 1989. E de acordo com um padrão de longa data de Hollywood, a maioria dessas doações têm sido dirigidas ao Partido Democrata.

Como aponta a Open Secrets, a principal organização de monitoramento das doações eleitorais nos Estados Unidos, a indústria do cinema, da televisão e da música (e aqui considerando todos os seus membros – grandes chefões, roteiristas, diretores, atores, músicos, etc) doou $37.127.743 aos democratas em 2008, ano da eleição de Barack Obama, e $34.156.214 em 2012, ano de sua reeleição. Em 2008, apenas 18% das doações da indústria havia sido dirigida ao Partido Republicano – em 2012, esse número subiu para 21%. Em geral, nos últimos 26 anos, Hollywood foi a 13ª indústria com maior peso nas doações eleitorais americanas, depositando um total de $247.820.485 nos fundos do Partido Democrata, que abocanhou 75% do valor total doado durante o período. Em 2015, a indústria foi a 19ª, entre mais de 80, a mais gastar com lobby em Washington.

Nas últimas eleições, segundo a mesma Open Secrets, Hillary Clinton recebeu $7,581,975 da indústria da música, da tv e do cinema. Faz ideia de quanto Trump levou na mesma campanha? Pífios $193,441, quase quarenta vezes menos. Até Bernie Sanders, que sequer chegou a disputar as eleições, recebeu quase oito vezes mais doações que o nova iorquino.

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E é por isso que nem toda opinião de um artista, seja ele gringo ou não, deve ser encarada sem considerar os interesses da indústria que ele defende (e aqui e aqui nós temos duas listas de artistas brasileiros que vivem opinando sobre política e que já receberam dinheiro público). Atualmente, os pagadores de impostos americanos desembolsam 1,5 bilhão de dólares todos os anos direto para as contas dos grandes estúdios em Hollywood.

E é aí que reside o grande problema.

Quando Meryl Streep abre a boca enquanto representante de uma indústria bilionária, após acumular 65 milhões de dólares em sua carreira (o que a coloca entre as 0,0025% das pessoas mais ricas do mundo), num teatro suntuoso, num dos metros quadrados mais caros da América, após uma chegada triunfal de limousine, cercada de homens e mulheres milionários vestidos com as roupas mais caras do planeta, provando algumas das comidas e bebidas mais exclusivas que se tem notícia, para dizer o quanto ela se importa com o próximo – e de modo excepcional com a desigualdade -, para justificar por que sustenta o seu discurso partidário, quanto disso faz sentido?

Qual é a preocupação real de Streep com as mulheres quando ela aplaude de pé, de forma veemente, a vitória do diretor Roman Polanski, como fez no Oscar 2003, mesmo sabendo que Polanski é um fugitivo e criminoso confesso do estupro de uma garota de 13 anos (fato, aliás, que lhe ausentou da cerimônia de premiação, sob o risco de ser preso em solo americano)? Como se comportar como uma defensora dos direitos humanos e aplaudir de forma tão efusiva um cidadão que se defende, como fez em 1979 numa entrevista ao escritor Martin Amis, dizendo:

“Se eu tivesse matado alguém, isso não seria tão apelativo para a imprensa, sabe? Mas… foder, sabe, e as garotinhas. Os juízes querem foder com garotinhas. Jurados querem foder com garotinhas. Todos querem foder garotinhas!”

Quando uma atriz como Jennifer Lawrence acumula 46 milhões de dólares num único ano, como fez em 2016, recebendo mais do que 99% dos homens no planeta (incluindo quase todos os atores e os demais profissionais masculinos de sua indústria), o que lhe dá o direito de questionar desigualdade de gênero? Se é injusto receber menos que um par de atores homens, quanto Lawrence acredita ser justo o que ela recebe em comparação com os demais seres humanos do planeta?

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Quem paga caro por isso? Eles mesmos: os artistas que se negam a dançar a mesma música. É o caso de Kurt Russell, estrela de Os Oito Odiados. Como ele mesmo contou ao jornalista americano Bill O’Reilly, comportar-se como um liberal clássico em Hollywood (“o lugar mais progressista do mundo”, segundo o comediante – e progressista – Bill Maher) aparentemente é quase o mesmo que assumir-se membro de alguma organização terrorista internacional:

“Kurt Russell: Eu tenho dito que há pessoas que não trabalhariam comigo por medo das minhas visões políticas.

Bill O’Reilly: Sério? Quais são as suas visões políticas?

Kurt Russell: Um governo constitucionalmente limitado. Eu acredito nisso.”

Kurt, no entanto, não se sente especial por suas posições ideológicas. Numa entrevistarecente para Whoopi Goldberg, o americano revelou o que mais lamenta na indústria:

– A última coisa que eu gosto de assistir são artistas ou atores falando sobre política.

Kurt Russel está certo. A opinião política de um artista vale tanto quanto a crítica de arte de um político.

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O coelhinho não foi crucificado

Quem foi crucificado, o coelhinho?

Estamos vivendo dias muito importantes, tanto para católicos como evangélicos. Logo, para um país como o Brasil, de absoluta maioria cristã, não deveria haver muita discussão quanto à simbologia e significado da páscoa.

E o entanto, a percepção que ganha corpo, ano a ano, é que para essa maioria, para grande parte de cristãos, tanto católicos, quanto evangélicos, a páscoa não passa de mais um feriado.

Quantos não abreviaram o dia de trabalho na quinta-feira e estão agora “curtindo” o “feriadão”? É feriado? É páscoa? Ovos de chocolate? Coelhinho da páscoa? Afinal, o que é a páscoa?

A triste realidade é que a confusão é geral. Entre as crianças e pasmem, entre os adultos. Leiam abaixo uma pequena ilustração fictícia, mas, muito próxima de uma ilustração real do ponto em que podemos ter alcançado:

– Papai, o que é Páscoa?

– Ora, Páscoa é… Bem… É uma festa religiosa!

– Igual ao Natal?

– É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.

– Ressurreição?

– É, ressurreição… Marta vem cá!

– Sim?

– Explica pra esse garoto o que é ressurreição, pra eu poder ler o meu jornal.

– Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido! Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado… Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?

– Mais ou menos… Mamãe, Jesus era um coelho?

– O que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas… Coelho?! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino vai à igreja! … Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola?

– Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?

– É filho, Jesus e Deus são a mesma Pessoa. Você vai estudar isso na EBD. É a Trindade! Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.

– O Espírito Santo também é Deus?

– É sim.

– E Minas Gerais?

– Sacrilégio…!!!

– É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo?

– Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus! É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar na EBD a professora explica melhor!

– Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?

– Eu sei lá?!? É uma tradição… É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.

– Coelho bota ovo?

– Chega!! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais…

– Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?

– Era… Era melhor, sim…

– Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia ele morreu?

– Isso eu sei: na Sexta-feira Santa!!

– Que dia, e que mês?

– (???) Sabe que eu nunca pensei nisso?? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa, e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia!

– Um dia depois!

– Não… Três dias depois!

– Então, morreu na Quarta-feira!

– Não, morreu na Sexta-feira Santa… Ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na Sexta mesmo, e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de EBD!

– Papai, porque amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?

– É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.

– O Judas traiu Jesus no Sábado?

– Claro que não! Se Jesus morreu na Sexta…!

– Então por que eles não malham o Judas no dia certo?

– Ui…

– Papai, qual era o sobrenome de Jesus?

– Cristo. Jesus Cristo.

– Só?

– Que eu saiba sim, por quê?

– Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?

– Ai coitada!

– Coitada de quem?

– Da sua professora de Escola Bíblica Dominical!

Voltamos

Como bem disse o Reverendo Hernandes Dias Lopes, A cada ano, vende-se uma páscoa sem conteúdo e sem significado. Agradável ao paladar, mas sem nenhuma provisão para a alma. É hora de devolver a páscoa ao seu verdadeiro dono, Jesus, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!

O que todos devem ter em mente é que o coelhinho não foi crucificado e muito menos, ressuscitou.

Ovos de chocolate podem ser deliciosos, mas, não se comparam às delicias da salvação em Cristo Jesus!

Por Jakson Miranda

 

Matar o bebê Hitler ou abortar o Anticristo?

Um conhecido meu, esquerdista, entusiasta defensor do aborto, me disse há alguns anos ter uma questão provocadora, uma espécie de charada.

Já alerto que ele não tinha qualquer parâmetro teológico ou escatológico. Seu ideário sobre o assunto era uma soma de pressupostos hollywoodianos.

A questão era:

O que aconteceria se um cristão descobrisse o nascimento iminente do anticristo e tivesse a oportunidade de impedi-lo, através de um aborto?

O problema pretendia-se dúbio. Como pensava que os cristãos morriam de medo do anticristo, queria que eu respondesse que abortaria, para logo verberar: Então o aborto é sujeito a julgamentos? Há parâmetros que vocês mesmo estipulam para dizer quem pode abortar ou não? Hipócritas!

Respondendo que não abortaria, ele, com máximo cinismo, já que não cria no que me acusaria de legitimar, diria: Então deixaria nascer alguém que acabaria com a humanidade só para não ceder em um único aborto? Esse é o amor dos cristãos?

Na época não lhe dei muita atenção, apenas considerei que estavam desenvolvendo formas cada vez mais apelativas para defender o assassínio de bebês. Tentei explicar que a visão que ele tinha da figura do anticristo estava distorcida. Percebendo que não ia me amarrar em sua teia, preferiu desistir.

Mas não esqueci daquela proposição e dos significados subtextuais em seu bojo.

O campo das impossibilidades é fértil para a produção de análises hipotéticas. O escritor americano Stephen King, um dos meus preferidos, já lidou duas vezes em sua obra com a questão da legitimação do assassinato. Em Zona Morta, um personagem debate a decisão de matar ou não alguém que ele sabe ser um futuro tirano.

Em dado momento, começa a se questionar se, sabendo tudo o que sabemos hoje sobre Hitler, caso tivéssemos uma máquina do tempo, se seria um gesto nobre voltar à Europa do fim do século XIX para matar Hitler, enquanto ainda bebê, poupando o mundo do que ele viria a perpetrar.

Em outro livro, Novembro de 63, a viagem no tempo acontece, e no caso, para deter Oswald, o (esquerdista radical) assassino de John Kennedy.

Pensei que a literatura tivesse se limitado à ficcionalização destes casos mais extremos e, confesso, encontro neles alguma relevância reflexiva. É claro que, como cristão e historiador, tenho perspectivas particulares sobre a construção do presente pelo molde do passado, e da ação soberana de Deus em todas as coisas, num mundo vil e imperfeito porque tomado pelo pecado iniciado em Adão e perpetuado por todos a partir dele, exceto o único que jamais pecou, e que a todos redimiu.

Mas realmente fiquei surpreso quando descobri que o desafio proposto por aquele meu conhecido esquerdista encontrava eco também numa obra da literatura, não sendo ele, portanto, o único gênio da raça a estar perdendo tempo com isso. Topei com a mesma patacoada no livro Renascido de F. Paul Wilson (o F. é de Francis), autor não muito conhecido de ficção de terror e suspense. Tem até uma boa obra do gênero chamada O Fortim, que recomendo a quem apreciar o gênero.

O livro de Wilson lida com a fascinação que desperta a figura do anticristo. Na trama, um cientista, trabalhando paralelamente ao projeto Manhattan – que gerou a bomba atômica – desenvolve um projeto de clonagem.

Como teste,  clona a si mesmo.

E este clone, por não ter alma, se torna o meio de ação para viabilizar o nascimento do anticristo.

As sementes progressistas que Wilson solta no decorrer do texto não o estragam, pelo menos até o momento crucial em que o grupo de católicos responsável por conter a ameaça do mal tem de decidir se o abortam ou se o deixam viver.

E neste momento o chilique abortista aparece, e mesmo uma obra de ficção nonsense se empresta ao imperdoável, deixando de objetivar ser arte, para ser militância e imposição ideológica.

Renascido não é um bom livro, não é sequer um livro relevante, seja como literatura de entretenimento ou como marco do gênero em que se situa.

Mas revela uma faceta interessante dos abortistas:

Eles estão doidos para nos fazer abrir uma exceção.

Eu não cedo ao abortismo, não negocio minhas convicções, não me deixo enovelar por devaneios e fantasismos. A defesa do aborto é uma daquelas coisas que me suscitam vergonha alheia, que evidenciam a falência moral do gênero humano, o lodaçal a que chegamos em virtude do relativismo.

Todos os que são a favor do aborto já nasceram, como disse Reagan. Evocar “liberdade” ou “propriedade” do corpo da mulher é uma daquelas tolices que, repetidas à exaustão, anestesiam a capacidade intelectual das pessoas.

Um feto não invade a propriedade ou priva a liberdade de quem quer que seja. O feto não pertence ao MST e invade um útero desapropriado a seu bel-prazer. Há todo um aquilo-nisso e um isso-naquilo, com centenas de formas preventivas, que o geram.

Um pouquinho de controle e responsabilidade, senhoritas, e nada “invadirá” sua liberdade e propriedade.

Não é possível voltar no tempo e alterar o curso da história matando um tirano, nem prever o destino e a índole das crianças que nascerão.

Fato é que, sem qualquer acanhamento, os abortistas agora chamam até o anticristo na conversa, para legitimar sua disposição de assassinar crianças inocentes…

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Ministério da Cultura financiou “Museu das Putas” com dinheiro dos pagadores de impostos

Por Marcelo Faria, publicado no Ilisp: 

Em mais uma demonstração de como o dinheiro roubado dos pagadores de impostos é “bem utilizado” pelos políticos e burocratas estatais, a Fundação Nacional de Artes (Funarte), ligada ao Ministério da Cultura, pagou à APROSMIG (Associação das Prostitutas de Minas Gerais) uma “premiação artística” no valor de R$ 75 mil em junho de 2016.

De acordo com a página da APROSMIG no Facebook, a verba foi destinada para financiar o “Museu do Sexo das Putas”, uma “residência artística” que teve duração de seis dias. Como informa o site oficial do “evento”, a programação contou com um “Seminário-Roda de Conversa ‘Partilha de Sentidos – Por uma Nova História das Prostitutas de Minas Gerais’”, um “Encontro de Resistências: o Samba, o Hip Hop e as prostitutas”, o lançamento de um “Guia Turístico”, um ” Debate com movimentos feministas sobre prostituição” e foi encerrado com o samba “Orgia Cruel”.

 

Você está pronto para ser impopular?

O cristianismo vive uma situação insólita: é tratado por seus inimigos como uma ideologia predominante e vilipendiado sem descanso por pertencer ao status quo.

O problema é que esta predominância não se traduz mais em impacto cultural na sociedade. Se o Ocidente é uma construção do cristianismo, sua destruição, como não poderia deixar de ser, ocorre exatamente através da ação do anticristianismo.

A globalização é anticristã, não no sentido escatológico apenas, mas na imputação do multiculturalismo como ideologia cool.

E, por óbvio, num mundo que exalta o multiculturalismo, uma crença que se propõe única e exclusivamente correta, se tornará impopular.

O cristianismo bíblico é impopular.

Se por um lado o aumento do número de evangélicos no país pode ao menos trazer esperança, por outro, é fato consolidado que este aumento não tem demonstrado ainda efeito qualitativo. As igrejas abarrotadas são, quase sempre, as que mercadejam prosperidade material.

Não conseguimos imaginar, portanto, que muitos destes novos convertidos permaneceriam se seus interesses não fossem prontamente atendidos. Mesmo que extrema, a analogia com a perseguição sempre se reveste de importância, afinal, se de uma hora para outra o cristianismo se tornasse proibido aqui e fosse punido com tortura e morte, quantos será que aguentariam?

Não é possível, portanto, quantificar o cristianismo brasileiro somente a partir dos frequentadores de igrejas, já que este método não permite distinguir servos de Deus de palermas interesseiros que estão lá atrás de carro zero.

O cristão verdadeiro é aquele que não negocia sua fé, e que não coaduna com princípios mundanos quando eles se distanciam das ordenanças bíblicas.

E, geralmente, numa realidade em que o pensamento intelectual, a inclinação acadêmica e a ocupação midiática são progressistas, o cristão verdadeiro adquire impopularidade. Lidar com isso é mais do que alguns podem suportar enquanto perseguição, de modo que abrem mão de princípios para serem aceitos nas rodas de amigos.

Por isso, encontramos cada vez mais, e menos desavergonhados, aquela espécie quase extraterrestre: o cristão de esquerda, ou seja, aquele que se diz cristão, ao mesmo tempo em que apoia uma ideologia que desde seu nascedouro só fez e faz afrontar e combater todo e qualquer cristianismo.

Inúmeros “cristãos” querem viver sem nenhuma coerência em relação às ordenanças bíblicas, sem qualquer renúncia ou arrependimento. Podem endossar listas e censos de evangélicos, mas não o são. Não abrem mão de sua própria visão de mundo e a nada renunciam. Não abrem mão da popularidade nos ambientes de predomínio progressista.

Viver o que Cristo ensinou hoje é impopular. Haverá tempo, e breve está, em que muitas de nossas posições serão proibidas e criminalizadas.

Cada um deverá decidir se continua ou apostata.

Você está pronto?

Por Renan Alves da Cruz

Publicado no portal Gospel Prime 

 

Lutaremos contra os aborteiros do STF

Ministra Rosa Weber, do STF, que já deu mostras ser favorável ao aborto, relatará ação pró-aborto. Ou seja, mais polêmica à vista. Mais batalhas a serem travadas! Lutaremos contra os aborteiros do STF  e de outras plagas. Isso é natural quando se busca confrontar as hostes do mal. Estamos falando de uma batalha que vai além da politicagem do dia a dia, estamos falando de uma batalha que é antes de tudo, um imperativo a todo cristão empreendê-la e um chamamento a todo ser humano que preza pela vida, sua e das gerações vindouras.

Leiam o que informa o site de Veja

A ministra Rosa Weber foi escolhida relatora da ação apresentada pelo PSOL ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pede a  descriminalização do aborto ocorrido até a 12ª semana de gravidez. A ação, caso seja levada a julgamento, será analisada em plenário, pelos onze ministros da Corte. Weber já se manifestou contrária à criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação, alegando incompatibilidade com direitos fundamentais das mulheres.

Em novembro do ano passado, a Primeira Turma do STF, formada por cinco ministros, decidiu colocar em liberdade duas pessoas que haviam sido presas em flagrante supostamente realizando aborto em uma clínica clandestina do Rio de Janeiro. Os magistrados poderiam ter se limitado a revogar a prisão preventiva, sob argumento de que os acusados podem responder ao processo em liberdade – foi o entendimento de Marco Aurélio Mello e Luiz Fux.

Três ministros, no entanto, foram além. Acompanhando o voto do relator Luís Roberto Barroso, Edson Fachin e Rosa Weber decidiram que a prisão não deveria ser mantida porque a criminalização do aborto até o primeiro trimestre de gestação é incompatível com direitos fundamentais das mulheres, entre eles os direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade física e psíquica, além de ferir o princípio da igualdade.

O corte do primeiro trimestre, equivalente às mesmas 12 semanas propostas na ação do PSOL, foi sugerido por Barroso porque é adotado na maioria das nações que permitem o aborto, como quase todos os países da União Europeia, Rússia, Suíça, Moçambique e Uruguai, entre outros.  “Durante esse período, o córtex cerebral – que permite que o feto desenvolva sentimentos e racionalidade – ainda não foi formado, nem há qualquer potencialidade de vida fora do útero materno”, escreveu o ministro na decisão.

Weber também votou a favor da liberação do aborto de anencéfalos, em 2012, e da pesquisa científica com células-tronco embrionárias, em 2008 – caso que provocou uma discussão sobre quais seriam os direitos do embrião e se sua vida estaria protegida pela Constituição. Dos ministros que ainda estão no Supremo, também votaram pela liberação do aborto de anencéfalos Mello, Fux, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello.

Voltamos

A decisão tomada em novembro, afronta a Constituição brasileira. Se a ideia avançar na Corte Suprema, continuará sendo contra a Constituição, contra o Código civil e contra a adesão do Brasil aos Tratados e Convenções Internacionais, mais especificamente, a Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Pacto de San José que preconiza o seguinte:

Artigo 4º – Direito à vida. 1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.

Já no Código Civil de 2002, em seu Art. 2 e Lei 010.406-2002 tem-se o seguinte:

“Que a personalidade do homem começa a partir da concepção, sendo que, desde tal momento, o nascituro é considerado pessoa.” (…)

Tudo o que vai acima não é de competência do STF alterar, mas o Congresso. Ademais, uma simples consulta ao dicionário e descobrimos que o significado para concepção é: Ação ou efeito de gerar! Portanto, fica flagrante que o aborto, apresentado como um direito da mulher, não passa de salvo-conduto para assassinar um ser indefeso e inocente. Isso é asqueroso!! 

Não! Não podemos admitir isso! Não podemos nos calar! Não podemos nos curvar a Rosa Weber, Barroso e Cia.

Lutaremos de forma incansáveis contra os aborteiros!

Por Jakson Miranda

Quer ganhar um exemplar do Manifesto do Nada na Terra do Nunca?

Quer ganhar um exemplar do primoroso livro Manifesto do Nada na Terra do Nunca do nosso amigo Lobão?

Antes de saber como ter em mãos, gratuitamente, o excelente Manifesto do Nada na Terra do Nunca, leia um aperitivo:

Por Maria Carolina Maia em Veja.com

A verborragia de Lobão já é parte do anedotário da música popular brasileira. Há quem aposte que ele solta o primeiro petardo do dia ainda na cama, ao se espreguiçar. Não é de se esperar, portanto, que um livro seu seja canção para ninar carneirinho. Não foi assim com 50 Anos a Mil (Nova Fronteira), volume autobiográfico que saiu em 2010 sem poupar nenhum personagem e vendeu 150 000 exemplares, nem será assim com Manifesto do Nada na Terra do Nunca (Nova Fronteira, 248 páginas, 39,90 reais), que chega às lojas na próxima semana com tiragem inicial 40 000 cópias, quatro vezes maior que a do livro anterior.

Aqui, ele volta a disparar sua munição contra políticos (em especial os petistas, “aloprados e bandidos”), a música brasileira (o rock nacional continua “errado”, Roberto Carlos é uma “múmia deprimida” e a MPB, uma “sigla de proveta”), artistas e intelectuais (subornados ou preguiçosos), o brasileiro medíocre (leia-o brasileiro médio) e os nossos vícios de sempre (“a precariedade, a corrupção, a breguice, a incompetência, o assistencialismo, o nepotismo, o peculato, a demagogia, o simplismo, o coronelato”).

“O Brasil dos estupros consentidos na surdina,/ dos superfaturamentos encarados como rotina,/ dos desabamentos e enchentes de hora marcada,/ dos hospitais públicos em abandono genocida,/ dos subsídios da Cultura a artistas consagrados,/ dos aeroportos em frangalhos, usuários indigentes,/ dos políticos grosseiros, como sempre, subornados,/ de cabelo acaju e seus salários indecentes,/ da educação sucateada pelo Estado/ em sua paralisia ideológica, omissa e incompetente”, escreve ele no prólogo, feito em forma de poema e intitulado Aquarela do Brasil 2.0.

Há munição também, e bastante, dirigida para a presidente Dilma Rousseff, que tem um capítulo “dedicado” especialmente a ela. Em “Vamos assassinar a presidenta da República?”, Lobão afirma, por exemplo, que quando guerrilheira Dilma lutava contra uma ditadura para instaurar outra em seu lugar. “Ditadura que a presidenta e sua corriola teimam por fazer crer ser “do bem”, assim como a de Cuba e da China, das quais são fãs de carteirinha, asseclas e parceiros”, diz.

E então, ficou instigado? Quer ler para ontem? Participe do sorteio Assine a Newsletter do Voltemos à Direita e concorra ao livro Manifesto do Nada na Terra do Nunca.  É cultura em alta voltagem!

Obs: Leia atentamente as regras do sorteio.

Por Jakson Miranda

Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento

Convidamos você, leitor amigo, a dizer um sonoro NÃO ao Estatuto do Desarmamento. Por quê? Pela simples indagação: Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas?

É bem verdade que qualquer pessoa com idade superior a 25 anos, pode adquirir permissão legal para possuir uma arma de fogo em sua residência. No entanto, o procedimento esbarra em dois detalhes:

Primeiro, trata-se de um processo burocrático e como burocracia no Brasil é sinônimo de custo financeiro, a brincadeira não sai por menos de R$ 1.500, chutando baixo.

Segundo, o Art. 4º da Lei 10.826 estabelece a seguinte condição ao postulante: Para adquirir arma de fogo de uso permitido o interessado deverá, além de declarar a efetiva necessidade (…).

Vocês entenderam bem! Eu ou você que por ventura desejarmos ter uma arma em casa como medida de precaução teremos que comprovar a um burocrata qualquer a EFETIVA NECESSIDADE para possuirmos uma arma.

A conclusão é obvia caros leitores. Pela longeva manutenção desse subjetivo dispositivo, as mais de 60 mil mortes ao ano não constitui EFETIVA NECESSIDADE.

O alto custo burocrático penaliza e desestimula a maioria dos cidadãos brasileiros que em muitos casos, têm salário mensal inferior aos R$ 1.500,00 necessários. São esses, por sinal, a principal vitima de toda sorte de crime. São esses, por sinal, que o aparato policial não consegue fornecer a devida segurança e proteção.

Ademais, se cada um é responsável pelo seu sustento e de sua família. Se cada um de nós é responsável pela manutenção dos bens que adquirimos, com os altos riscos de perca, por que, então, devemos delegar a terceiros a proteção de nossas vidas, da vida de nossos familiares e a proteção de nossos bens? Fica clara a falta de lógica!

Quais os objetivos de um governo em empreender uma verdadeira batalha para tirar do cidadão de bem o direito a posse de armas? Sem aprofundarmos muito nessa questão e diante do pouco que já expusemos aqui, a resposta simples que podemos oferecer é que tais governos almejam tão somente ter o cidadão refém dos bandidos e dependentes do Estado. Amedrontado com os primeiros e dócil em relação ao último, tal qual uma criança indefesa em meio ao desconhecido. Sinto informar, não é assim que se constrói uma sociedade fortalecida. O que se constrói daí é uma sociedade formada por covardes.

Covardes, por natureza, podem abrir mão de qualquer coisa para se safar: filhos, esposa, pais, mães, irmãos e amigos. Pode-se ter uma sociedade assim?

Assim, apoiamos a revisão ou total revogação do Estatuto do Desarmamento. Apoiamos a convocação feita pelo Dep. Onix Lorenzoni.

Que ações como essa se multipliquem e que possamos derrubar mais um dispositivo imposto pelo ideal esquerdista.

Diga NÃO ao Estatuto do Desarmamento!

Por Jakson Miranda

Legalização da maconha no Uruguai faz crescer narcotráfico e homicídios

A legalização da maconha no Uruguai foi a realização de um sonho acalentado pelos “progressistas” da América Latina. No Brasil então, a turma entrou em puro êxtase. Suas teses finalmente seriam confirmadas, ter-se-ia um país aonde reinaria a paz e o amor.

Bem, não é isso que está acontecendo.

Leiam a matéria abaixo

O Diretor Nacional de Polícia do Uruguai, Mario Layera, disse nesta terça-feira que a legalização da maconha, aprovada em 2013, não implicou diretamente na queda do tráfico desta droga e que o narcotráfico aumentou o número de assassinatos.

“No ano passado tivemos os níveis históricos mais altos de confisco no país proveniente de outra região. Por isso, entendemos que o tráfico para o Uruguai não se ressentiu de maneira notável”, comentou Layera em entrevista à rádio El Espectador, sobre a vigência da lei.

Em dezembro, a Brigada de Narcóticos indicou que a droga mais confiscada em 2016 foi a maconha, chegando a 4,305 toneladas até 18 de dezembro, sendo que em 2015 havia sido de 2,52 toneladas.

Layera também sustentou que pelo tráfico de drogas constatado nos últimos tempos, houve um aumento “dos níveis de crimes e homicídios”.

“O aumento da taxa criminal, que medimos de 2005 em diante, foi crescendo com base nos fenômenos de oferta e consumo de drogas”, indicou.

Nos últimos anos a polícia verificou o aumento de assassinatos, principalmente de homens jovens, que em muitos casos se tratavam de ajustes de contas entre pessoas ligadas ao tráfico.

Layera também falou que há autoridades ameaçadas por conta das novas estratégias e medidas aplicadas para combater o crime organizado.

“Várias autoridades do Ministério do Interior foram ameaçadas além de juízes, procuradores e algumas personalidades dos Direitos Humanos”.

Voltamos

Contra fatos não há argumentos! Temos aí a fala de uma autoridade do país Hermano. Diante do exposto, causa-nos repugnância que notoriedades brasileiras, como Paula Lavigne publique vídeos consumindo a referida droga.

E o que dizer do garoto propaganda de Black-Block, Caetano Veloso? Tão logo o vídeo de sua ex-mulher veio a público, o “bom baiano” tratou logo de defender não somente a legalização da maconha, mas de todas as drogas! Uau!

É lamentável que essas figuras não comentem noticias que mostram a realidade uruguaia. Não estão preocupados com a quantidade de jovens perdidos, por levarem em consideração “depoimentos” favoráveis as drogas. Não estão preocupados com o numero de jovens mortos por estarem envolvidos com o narcotráfico.

Estão preocupados tão somente com seu umbigo. Com sua experiência. Quanta miséria, moral e espiritual! Isso é repugnante!

Por Jakson Miranda