A esquerda te enganou a respeito da ditadura militar

A julgar por aquilo que os “educadores” ensinam nas salas de aula brasileiras, o período militar no Brasil (1964-1985), foi uma ditadura vil, maligna e sangrenta que, com requintes de crueldade, perseguiu, matou e torturou milhões de pessoas.

Você pode ter sido vítima desta doutrinação. Pode até replicá-la sem saber.

E mesmo se não tiver caído na mentira, saiba que neste exato momento milhões de jovens estudantes brasileiros estão sendo submetidos a esta fraude histórica.

Se quer entender como funciona a esquerda, observe o modus operandi de um historiador esquerdista. Como também sou historiador, convivo com e leio alguns deles.

O historiador de esquerda dirá, por exemplo, que o nazismo é de direita (é claro, ninguém quer uma bucha dessa nas mãos). Pois bem, vários deles repetirão essa informação, geralmente calcados no fator nacionalismo, como sendo algo inerente à direita. A repetição então se tornou o que eles chamam de “consenso acadêmico”, de modo que se você pedir que qualquer deles lhe dê provas do que estão alegando – provas de que a ideologia nazista era de direita – eles o desqualificarão alegando que você é um louco burro que quer ir contra todo o consenso dos intelectuais acadêmicos.

E nesse escudo, os canalhas não lhe darão uma explicação plausível para o fato de que um regime altamente centralizador e estatólatra esteja no mesmo espectro político daqueles que defendem a diminuição do Estado e o livre-mercado.

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Esquerda acadêmica: brancos que odeiam brancos

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Este é o mesmo historiador que glorificará a Revolução Russa, mas não aceitará que você coloque os mortos da União Soviética na conta do socialismo. E se você tentar insistir, ele jogará mais um balde de “consenso acadêmico” formado por outros esquerdistas em sua cabeça, para que aprenda a não ficar questionando contradições de estimação da esquerda.

Em relação ao período militar brasileiro, a tática é tentar demonstrar o período – principalmente a quem não o viveu (ou seja, o jovenzinho lacrador de hoje em dia) – como uma Era das Trevas, de perseguição constante e controle orwelliano.

E se você disser que não concorda com o – de novo – “consenso acadêmico” de que foi um período de perseguição brutal, tentarão dizer que você é conivente com as mortes que ocorreram.

Mas é claro que eles não aceitarão ser acusados de conivência com as mortes causadas pelos grupos revolucionários e terroristas.

A narrativa de uma ditadura infernal serve para que a esquerda se apresente como o messias libertador que lutou contra a barbárie. Para isso, é preciso que os estudantes imaginem que milhares de pessoas foram destroçadas pela sanguinária ditadura militar brasileira.

Não por acaso, serão estes os mesmos que dirão que Lula tirou oitocentos trilhões de pessoas da pobreza. Neste vídeo o próprio Lula, aparentemente não ainda em seu estado etílico de praxe, revela como a esquerda lida com números e estatísticas.

A maior prova de que o período militar brasileiro não exterminou os seus opositores é a de que eles estiveram dominando o cenário político nacional nos últimos 30 anos.

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Mas é claro que essas coisas não podem ser questionadas, e se você o fizer será jogado no ostracismo intelectual reservado àqueles que pensam, estudam, buscam novas fontes e não se dobram aos consensos acadêmicos oportunistas.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 27/03/19

 

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Qual o caminho para resgatar a escola pública?

Creio que não é necessário debatermos de forma exaustiva a função de uma escola, seja ela uma escola privada ou escola pública: ensinar. Entretanto, é importante registrarmos o que entendemos por ensinar.

Estou convicto que a educação e portanto o ensino, não se restringe apenas em preparar crianças e jovens para o mercado de trabalho, cujo objetivo final é um ótimo emprego com salários altos e uma gama de oportunidades. Oportunidades que só não são infinita por conta da concorrência, característica própria do mercado de trabalho.

Sendo assim, minha concepção de educação envolve um continuo processo de transformação no e do indivíduo, possibilitando-lhe crescimento intelectual, moral e espiritual, logo, um indivíduo que a cada dia torna-se um ser mais capaz e melhor em conhecimento e atitudes.   

Quando falamos em educação pública e mais especificamente em escola pública, logo vem à mente um quadro desolador de indisciplina, professores mal formados e mal remunerados, cujas consequências são o desinteresse dos alunos em aprender e o desestímulo e incapacidade dos professores em ensinar.

Não digo que esse quadro não corresponda a realidade, todavia, arrisco em dizer que tal quadro não representa toda a realidade, sendo apenas a parte mais notória de um problema muito maior.

Nesse sentido, já está mais do que provado que as ideias do senhor Paulo Freire têm contribuído para o agravamento e vertiginosa queda na qualidade do ensino em nosso país. Todavia, embora comungue da ideia de que a meritocracia é um excelente instrumento, uma vez que desde cedo reclama a necessidade da criança e jovem desenvolverem o senso de responsabilidade e compromisso, sou levado a ponderar que o uso imparcial desse instrumento, possa não ser capaz de promover a necessária transformação que a educação é capaz de causar na vida de inúmeras crianças.

De fato, a meritocracia (sobre a meritocracia, é importante que o leitor leia os ótimos artigos publicados pelo colunista Renan Alves da Cruz) deve ser usada no sistema de ensino, inclusive na rede pública, tanto para professores quanto para alunos, mas, no caso desses últimos, creio que o bom senso de considerar caso a caso seja o mais adequado. Digo isso porque as unidades escolares localizadas nas periferias, constituem a única referência cultural para as crianças e jovens dessas localidades. Privar-lhes desse ambiente, tendo como instrumento definidor a meritocracia, pode tirar da educação sua verdadeira finalidade.

Até aqui, já deve está claro para o leitor que partimos da premissa de que a escola, por ser pública, atende a filhos de famílias cujas condições econômicas e culturais são dispares.

Há crianças cujos pais são financeiramente estabilizados, mas também e principalmente, há crianças cujos pais mal conseguem comprar o pãozinho do café da manhã. Examinando mais de perto a vida dessas crianças e jovens, descobre-se que uma grande parte, dolorosamente, não possuem pai nem mãe. Estamos falando de uma funesta e cruel realidade que deságua na escola pública!

Dito isto, finalizamos o presente artigo deixando como reflexão o questionamento: qual caminho a ser trilhado para se resgatar a escola pública? Trata-se de uma indagação cuja resposta tentaremos oferecer no próximo artigo.

Por Jakson Miranda

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Um obstetra revolucionário no debate sobre ideologia de gênero

Pois é, pois é, pois é… O Guga Noblat é um verdadeiro garoto prodígio. Além de dar opiniões políticas, o filhinho do notório Ricardo Noblat também entende como ninguém sobre o processo gestacional. É um obstetra exemplar!

Em uma discussão sobre ideologia de gênero, no programa Morning show, da Jovem Pan, Noblat saiu-se com esta:

Que fique em destaque o que disse esse farol da medicina moderna.

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto e close-up

Faremos agora um pequeno vislumbre fictício da situação. Claro, por se tratar de uma ficção, não há nenhuma relação com as opiniões do renomado jornalista Guga Noblat.

Vamos lá.

Imaginemos um casal, ansiosos por saber se o seu bebe será menino ou menina.

Entram no consultório do ginecologista/obstetra Dr. Noblaut.

Com semblante sério, Dr. Noblaut começa a fazer a ultrassom. A mãe da criança está nitidamente nervosa. O pai, de uma ansiedade indisfarçável.

Com um ar de satisfação, nosso doutor finaliza o ultrassom.

“Prontinho mamãe”! “Podem agendar retorno para o próximo mês”.

“Então, doutor, é menino ou menina”? Perguntam os pais, quase ao mesmo tempo.

“Ainda não dá pra saber”. Sentencia Dr. Noblaut.

“Mas doutor, já estou no sexto mês de gravidez”.

“Queríamos decorar o quarto do nosso bebê”.

Com um sorriso nos lábios, para não expressar seus reais sentimentos, Dr. Noblaut pensou: “Se for menina, irão pintar o quarto de rosa. Se for menino, pintará de azul”. “Que povo retrógrado”!

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Lésbicas machistas empoderadas

 

Para ator Paulo Gustavo, Cristo está morto   [/perfectpullquote]

Finalmente falou:

“Veja bem, papai e mamãe”. “Não conseguimos saber o sexo do seu bebê porque a genitália ainda não está formada”.

“Isso acontecerá apenas no décimo mês de gestação”.

“A medicina avançou”! Continuou de forma calma e professoral.

“Hoje sabemos que a criança pode nascer com a genitália de um sexo, mas com o cérebro formado no sexo oposto”.

“Tudo bem, doutor”. “Mas a gestação só vai até o nono mês”! Protestam os pais.

“Não, não”!

“Vocês estão equivocados”!

“Andaram ouvindo a ministra Damares Alves”?

“Leram alguma coisa do astrólogo Olavo de Carvalho”? Exasperou-se o doutor.

Meus estudos não se limitam apenas a essa sociedade. Fiz diversas especialidades e sei do que estou falando“.

“Vejo que vocês foram enganados”.

“A cultura ocidental, machista, patriarcal, conservadora, cristã, homofóbica, transfóbica e reacionária foi quem determinou esse período de nove meses de gestação”.

“Esqueçam isso”!

Sem dizer palavra, o marido e sua esposa saíram do consultório médico. Desapontados e espantados. 

Passado o susto, resolveram recorrer aos métodos tradicionais, sempre recomendados pelas avós. E não se arrependeram. Também não voltaram mais ao consultório do Dr. Noblaut. Até quiseram voltar, meses depois do parto. Mas, o valor da consulta estava infinitamente fora dos padrões da família.

É que o Dr. Noblaut se tornara um famoso obstetra e estava revolucionando o conceito, segundo seus novos clientes, que em sua esmagadora maioria, eram atrizes, ex-bbbs, cantoras famosas e toda essa gente bacana do show-business.

De tão famoso, Dr. Noblaut está sempre presente em um programa matinal de televisão, sempre pronto a derrubar velhos dogmas da sociedade. Qual mesmo o nome do programa? Enlacras? Acho que é isso…

Por Jakson Miranda

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Faça xixi sentado para agradar o feminismo

Eu não respeito o feminismo.

O feminismo é totalitário.

Sorte que não sou famoso. Sou apenas um professor de história conservador que expõe suas opiniões neste portal, contando com a gentileza de alguns de vocês que me leem.

Se eu fosse famoso, estaria sepultando minha carreira neste momento: cometendo o crime de falar mal do feminismo.

Digo que o feminismo é totalitário porque ele se apresenta às pessoas como defensor das mulheres, inclusive – e principalmente – de sua liberdade.

Entretanto, experimente usar essa LIBERDADE para se opôr a alguma pauta feminista! Os canhões serão virados contra você. Sem trocadilhos.

Já escrevi textos que especificam porque considero o feminismo uma farsa. Já expliquei o que dizer para irritar uma feminista. Também abordei o salvo-conduto dado às feministas para praticar o politicamente incorreto e mostrei a mentira vigente no movimento das atrizes de Hollywood.

O feminismo não atua em prol da mulher, atua em prol das feministas, e neste insólito propósito acaba frequentemente cometendo sandices.

Tom Hickman no livro Um rabisco de Deus, uma obra sobre a história da sexualidade, relata um insano tópico recentemente acrescentado ao cartel de escrotices: Feministas suecas estão exigindo que os homens urinem sentados.

No ano 2000, elas exigiam que os homens sentassem para usar o toalete, em parte por questões de higiene, mas fundamentalmente porque o fato de ficar em pé significava “triunfar em sua masculinidade e, portanto, rebaixar as mulheres”.

Feministas da Universidade de Estocolmo fizeram campanha para eliminar os mictórios do campi, e as escolas primárias começaram a se livrar do objeto preso à parede para acostumar os jovens com a nova ordem.

Pois é, meu querido idealista tolinho. E você achando que era uma luta por direitos.

E não pense que o caso se restringiu a Suécia. Alemanha e Espanha embarcaram na onda.

E aqui no Brasil? Se reparou no link que relata o caso na Alemanha, é um blog feminista, que exalta o caso.

É assinado por uma feminista, aliás, mais feia que defecar na mesa do jantar.

As feminazis brasileiras querem pelo menos o direito de urinar em pé, citando a insana Simone de Beauvoir para justificar suas peraltices.

Welcome to the real world, my friend.

Resultado de imagem para feministas

E você achando que era por direitos legítimos…

É um troço totalitário, que afronta tudo, inclusive a nossa biologia corporal, no maluco ímpeto de controlar até o jeito de as pessoas urinarem.

Você foi enganada pelo feminismo? Caia fora. Ainda dá tempo.

Ninguém é obrigado a passar vergonha a vida inteira.

 

Por Renan Alves da Cruz

Publicado em 06/01/19

 

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Politicamente incorreto de A a Z

Artigo de Flavio Quintela, publicado em A Gazeta do Povo 

 

Aborto e assassinato começam com a mesma letra e terminam ambos com um ser humano morto injustamente. A diferença é que no aborto a vítima é sempre morta pela própria mãe.

Boicote econômico não tem nada a ver com ser contra a liberdade de expressão; é apenas uma forma legítima e democrática de um consumidor tomar uma providência contra empresas que se envolvem com a promoção de agendas ideológicas e se esquecem de focar na venda de seus produtos.

Conhecimento, atualmente um item de luxo em nossa sociedade moderna, é um dos poucos remédios disponíveis para combater a doença do esquerdismo.

Democracia é algo bom somente quando o povo que a ela se submete possui um conjunto mínimo de valores morais comuns. Caso contrário, não passa de um instrumento de poder na mão de tiranos e ditadores.

Esquerda é um conjunto de ideias muito ruins e pessoas dispostas a colocá-las em prática. É como se um doido dissesse que a melhor maneira de se guiar por um túnel carregado de butano é acendendo uma vela e um monte de gente saísse por aí acendendo chamas vivas em espaços confinados lotados de gás de cozinha.

Farisaísmo é uma prática antiga, já condenada por Jesus Cristo, na qual a pessoa que se considera iniciada, iluminada ou justa emite julgamentos hipócritas a respeito dos outros ao seu redor. Sua vertente moderna é conhecida como esquerdismo caviar.

Gigante pela própria natureza. Pena que é uma natureza criminosa.

Homofobia é atacar violentamente uma pessoa por causa de sua opção sexual. Homofobia não é contar uma piada de gay, não é dizer que homossexuais vão para o inferno, não é se recusar a fazer um bolo de casamento para dois gays, não é usar as palavras “bicha” e “viado”. Algumas dessas coisas podem até ser reprováveis, mas não configuram homofobia.

Islamismo é aquela religião que detém o monopólio do terrorismo em nossos dias. Chamado por alguns desmiolados de “religião da paz”, o islamismo tem carta branca dos movimentos de esquerda para implementar sua intolerância. Nem Einstein conseguiria explicar feministas que defendem uma religião que trata as mulheres como seres inferiores.

Jornal Nacional é aquele programa de ficção transmitido em horário nobre pela maior emissora de televisão do país.

Ku Klux Klan é uma organização racista, que prega a supremacia branca, fundada pelos membros do Partido Democrata americano, o mesmo de Barack Obama e Hillary Clinton.

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8 memes que PROVAM a hipocrisia da esquerda

Ser de esquerda é ser hipócrita  [/perfectpullquote]

Lula, o político, é a figura pública mais perniciosa que já habitou este país chamado Brasil. É difícil conseguir dizer isso sobre alguém, mas sobre Lula é fácil: se tem algo de ruim acontecendo, é provavelmente culpa dele. Lula, à dorê, é um petisco gostosinho.

Meninos têm pênis e meninas têm vagina.

Negão era aquele sujeito de pele negra, alto e forte, que agora tem de ser chamado de cidadão afrobrasileiro de físico avantajado. Japa era o moleque que gabaritava todas as provas e tinha olho puxado, que agora tem de ser chamado de oriental. Alemão era o vizinho branco e magro que não sabia jogar futebol, que agora tem de ser chamado de homem-cis-opressor-patriarca-conservador-capitalista-demônio.

Omo é uma marca de sabão em pó que prefere defender a ideologia de gênero a fidelizar clientes.

PT, ou Partido dos Trabalhadores, é uma agremiação político-criminosa que governou o Brasil por 13 anos e que, nesse ínterim, quebrou todos os recordes de corrupção, assistencialismo barato, aparelhamento do Estado e desmantelamento das instituições democráticas. Conseguiu também eleger para a Presidência da República a pessoa mais despreparada e incapaz da história deste país, Dilma Rousseff.

Queermuseu é uma exposição “artística” de mau gosto, recheada de pornografia mal feita e de apologia à pedofilia, patrocinada pelo banco Santander e repudiada pela grande maioria da população.

Rogéria foi um artista e transformista homossexual que morreu neste ano, aos 74 anos, por conta de uma infecção generalizada. Juntamente com Clodovil, também já falecido, fazia parte de uma geração de homossexuais que não estava nem aí para a opinião pública, que não exigia tratamento especial e nem ficava pregando um orgulho besta e sem sentido por sua opção sexual. Se atuasse hoje, seria execrada pelos próprios ativistas gays.

Socialismo é um sistema baseado em mentiras, que consiste em tirar a riqueza de todos e colocar nas mãos do Estado. Este, por sua vez, a redistribui da seguinte forma: 95% na mão dos caciques e chefes do Partido, e 5% para assistencialismo porco e vagabundo. É também conhecido como o melhor sistema de distribuição de miséria já criado pelo homem.

Trump é o sobrenome do atual presidente dos Estados Unidos. Nesta mesma época, um ano atrás, a grande imprensa americana dizia que ele tinha menos de 7% de chance de ser eleito. A grande imprensa americana, assim como a brasileira, não serve para nada.

URSS era como os estudantes brasileiros das décadas de 1950 a 1990 conheciam a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, um experimento social que mostrou ao mundo o que realmente era o comunismo: o regime mais assassino e cruel da história.

Venezuela é um país que faz fronteira com o Brasil, governado por um doente mental e genocida, cujo regime totalitário e assassino é aplaudido pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann. De acordo com Lula, a Venezuela é um país que tem democracia até demais.

Washington é a capital federal dos Estados Unidos da América. Quem nasce nos Estados Unidos é americano; não é estadunidense, assim como nenhum brasileiro nascido na época em que nosso país se chamada “Estados Unidos do Brasil”. Estadunidense é uma palavra inventada por professores de Geografia com sérios distúrbios mentais.

Xucra é uma das formas gráficas variantes da palavra “chucra”, usada apenas por uma pessoa em todo o mundo, o colunista e tucano enrustido Reinaldo Azevedo.

YYZ é uma composição musical da banda Rush. Em suas apresentações ao vivo, a banda costuma inserir solos de bateria inacreditáveis de Neil Peart no meio da música. YYZ não tem absolutamente nenhum aspecto político.

Zabelê é filha de Pepeu Gomes e Baby do Brasil, antiga Baby Consuelo. Baby costumava exibir uma vasta pelagem axilar, quando tal prática ainda não fazia parte do manual de conduta do feminismo moderno.”

 

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Quem são os impostores dentro da direita?

A direita chegou ao poder.

Porém, antes mesmo de assumir, as rusgas inerentes à busca pelo poder estão a todo vapor.

Precisamos começar o processo de depuração.

Os egos estão aflorados. Brigas ocorrem e são tornadas públicas. Há traidores no ninho, vazando prints de conversas de whatsapp.

A partir de agora teremos maior facilidade para identificar os impostores dentro da direita. Muitos daqueles que diziam que estavam à serviço de um projeto político voltado à melhora do país começarão a tirar suas máscaras, demonstrando que suas ambições pessoais eram, na verdade, o cerne de seu envolvimento político. Alguns virarão as costas para Bolsonaro na primeira oportunidade. Outros permanecerão ao seu lado somente preparando o momento de dar o beijo de Judas.

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“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém.  [/perfectpullquote]

Nós do Voltemos à Direita fizemos campanha para Bolsonaro e para muitos dos candidatos de direita que se elegeram. Não conhecemos nenhum político pessoalmente, nem ninguém ligado a eles. Assim como milhões de brasileiros, usamos nosso espaço na internet para divulgar o que acreditamos ser o melhor para o Brasil. Muitos de vocês fizeram o mesmo através de redes sociais e conversas no dia a dia. Fazemos parte deste momento e desta mudança, por isso precisamos estar atentos aos lobos que estão em nosso meio.

Leia também: 

Elegemos Bolsonaro! E agora, qual os próximos passos da direita brasileira?

A direita que faz oposição a si mesma

“Ser de direita” não dá atestado de idoneidade ou caráter a ninguém. Alguns espertalhões (e espertalhonas!) perceberam o momento de virada política e surfaram na onda. Mas as máscaras estão começando a cair.

Há marcas externas que podem ser cobertas com uma boa sessão de maquiagem.

Mas não há maquiagem que disfarce o caráter de alguém. Não por muito tempo.

Finalizo recomendando este ótimo vídeo de Felipe Moura Brasil:

 

Por Renan Alves da Cruz 

Publicado em 12/12/2018

 

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Nando Moura mostra que Major Olímpio é um vacilão

O Major Olímpio bem que tentou, na reta final das eleições, embolar o meio de campo.  Suas posturas personalistas mostraram haver pouca ou nenhuma gratidão de sua parte para com Jair Bolsonaro, responsável direto por sua eleição ao Senado por São Paulo.

Sem Bolsonaro, Olímpio não teria sido eleito. Seu capital político talvez lhe garantisse uma vaga na Câmara, mas de forma alguma a vaga ao Senado seria possível sem a onda bolsonarista.

Ademais, Olímpio contrariou a orientação do PSL e de Bolsonaro, fragmentando a base ainda mesmo durante o segundo turno.

A chegada ao poder desmascarará muita gente. Nando Moura fez um duro, mas essencial alerta ao Major Olímpio, o qual subscrevo com ênfase.

É isso, Olímpio, não seja um vacilão.

Respeite seu eleitorado.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado em 30/11/2018

 

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5 motivos para conservadores assistirem The Walking Dead

The Walking Dead é um sucesso. Logo, você não precisa de justificativas conservadoras para assisti-lo.

Aliás, há riqueza na cultura popular. Riqueza de valores e, principalmente, a possibilidade de confrontação consigo mesmo ante as situações apresentadas. Se a cultura clássica possuí atemporalidade e se escora na beleza e transcendência, a cultura popular resume o presente e fornece possibilidade de autoanálise e formação de valores.

Em meio ao lixo cultural que nos sitia, há bons filmes, músicas e seriados excelentes. Temos aqui no portal análises de filmes mediante perspectiva conservadora como Match Point, A Bruxa, Corrente do mal, Três anúncios para um crime, Sniper Americano, Relatos Selvagens e etc.

Do mesmo modo, temos uma série de textos sobre Breaking Bad à luz do conservadorismo, além de textos avulsos sobre séries como Black Mirror, a própria The Walking Dead, The Crown e etc.

Além de nossa série sobre o Rock e a Direita que conta com análises de diversas músicas e artistas.

Portanto, esta não é uma análise destituída de reflexão prévia a respeito de como produções culturais nos trazem boas oportunidades de reflexão e enriquecimento.

Há uma palavra que em minha opinião resume The Walking Dead: BARBÁRIE.

Sendo conservadores, prezamos pelos valores que sustentam a sociedade, por consequência, militamos em prol de valores que nos impeçam de vivenciar a barbárie. Em The Walking Dead ela recai sobre o mundo através de um vírus desolador, transformando os mortos em zumbis famintos.

Mas muito se engana quem pensa que o cerne do seriado é algo tão tolo e fantasioso como meros zumbis atrás de carne humana.

The Walking Dead é sobre sobrevivência em tempo de barbárie.

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“Sendo conservadores, prezamos pelos valores que sustentam a sociedade, por consequência, militamos em prol de valores que nos impeçam de vivenciar a barbárie.” [/perfectpullquote]

Se você, como eu, é um conservador, listo cinco motivos para que você reserve em seu rol de compromissos um tempo para assistir as nove temporadas deste seriado.

1- A ruína apresentada em The Walking Dead mostra o quanto precisamos da estrutura civilizacional que construímos para que a barbárie não impere. O conservador respeita tradições consolidadas porque entende que elas asseguram nossa continuidade. Qualquer tragédia brusca que rompa o tecido da civilização nos entrega à barbárie.

2- A premissa de Rousseau, de que o homem nasce bom, mas é corrompido pela sociedade, é uma das principais muletas da esquerda para não responsabilizar as pessoas por seus atos, quando o que acontece é justamente o contrário. O mal é inerente à natureza humana. Retirado os freios impostos pela vida em sociedade, o homem tende à perversão. Em The Walking Dead, quando o mal se instala e as leis não existem mais, o lado bárbaro dos homens passa a aflorar. E isto ocorre porque, diferente do que Rousseau e a esquerda alegam, a sociedade não nos corrompe, mas civiliza.

3- A luta pela sobrevivência dos personagens no seriado implica o agrupamento. Ninguém consegue sobreviver sozinho por muito tempo. A formação de grupos, reorganização e escolha de líderes simula a formação dos humanos em sociedade. Neste processo de coletivização se torna nítido que o funcionamento do grupo depende da consciência e da responsabilização individual, num processo que naturalmente segrega os que tentam se aproveitar do grupo, ao mesmo tempo em que “empodera” aqueles que produzem mais e melhor. Este é um microcosmo brilhante da sociedade e do natural funcionamento meritocrático dela.

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“Diferente do que Rousseau e a esquerda alegam, a sociedade não nos corrompe, mas civiliza.”  [/perfectpullquote]

4- O desespero advindo do caos permite que ditadores com retórica apaixonada agreguem sob sua tutela os mais apavorados. Discursos inflamados e promessas fáceis permitem que genocidas em potencial sejam aclamados pelo povo desesperançado. Esta seara é muito explorada em The Walking Dead. A figura do ditador deplorável que engana as pessoas dizendo o que elas querem ouvir, cria uma estrutura de poder em torno de si, assume o controle do armamento de todos e passa a oprimir o povo. Qualquer um que tentar questioná-lo é executado sumariamente. Pensar por conta própria se torna crime capital, fazendo eco inclusive aos ditadores do mundo real. Pol Pot, por exemplo, executava gente que usava óculos, pois os considerava intelectuais. E, para ditadores, quem pensa por conta própria é uma ameaça.

5- O teor sociológico, antropológico e psicológico rascunhado em The Walking Dead é fecundo. Princípios inerentes à sociedade são colocados em xeque o tempo todo. Quanto tempo a caridade, a empatia, o respeito e a solidariedade resistiriam diante do terror pleno? O que faríamos para sobreviver se estivéssemos numa realidade de “nós contra eles”, sendo “eles” simplesmente um outro grupo de pessoas que também luta por água e comida? The Walking Dead se tornou um clássico da TV ainda em exibição. Italo Calvino define um livro como clássico quando ele nunca termina o que tem a dizer. Creio que o mesmo se dará com The Walking Dead. Mesmo se assistido muitos anos após sua produção fornecerá reflexões importantes à sociedade, seja qual for os desafios que ela esteja enfrentando.

Por Renan Alves da Cruz 

26/11/2018

 

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Conheça a PALAVRA PROIBIDA de ser dita às feministas

Você ofendeu alguma mulher hoje?

Você feriu alguma mulher hoje?

Você desempoderou alguma mulher hoje?

Você declarou posse sobre alguma mulher hoje?

Você deslacrou a lacração hoje?

Você se ofereceu para ajudar alguma mulher hoje?

Você usou linguagem do patriarcado com ela?

Vou repetir:

VOCÊ USOU LINGUAGEM DO PATRIARCADO COM ELA?

Não se faça de sonso, você sabe do que estou falando.

Você foi gentil?

Foi?

Para se mostrar superior, né, canalha?

Você cedeu seu lugar hoje?

A deixou entrar primeiro no elevador?

Não creio! Bandido, desgraçado!

Você achou uma mulher bonita hoje?

A objetificou, miserável?

Vou repetir:

VOCÊ A OBJETIFICOU?

A achou bonita como um objeto que queria sob sua posse, cretino?

Você achou uma mulher feia hoje?

Vou repetir:

ACHOU ALGUMA MULHER FEIA?

Você teve coragem de reforçar estereótipos opressores de aparência?

Maldito seja!

Só falta me dizer que chamou alguma daquela palavra com P.

Não se faça de inocente, sabe bem do que estou falando.

A palavra com P. Sequer consigo pronunciar. Uma das palavras mais antigas do mundo que vocês usam para degradar e humilhar as mulheres.

Você a usou hoje, não usou?

Canalha! Machista! Nefasto! Hediondo.

Suma daqui.

Não converso com homem que chama mulher de Princesa.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Nota do autor: Este artigo já havia sido publicado neste portal com o título: Como ofender uma mulher empoderada, entretanto, mesmo que ele seja indubitavelmente satírico, o facebook o excluiu e me penalizou por sua publicação, alegando que era ofensivo e feria as diretrizes da comunidade. O republico agora, com título diferente, mas com o mesmo conteúdo. O texto não é ofensivo, mas sim irônico. A questão é que, conforme já expliquei em textos como Empoderamento: a nova prisão da mulher modernaLésbicas machistas empoderadas, o feminismo “empoderado” possui um salvo-conduto que o torna incriticável, de modo que até uma simples ironia a respeito dele é tratada como ofensa. 

 

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O sucesso dos perversos

O Brasil está de ponta cabeça. Não só o Brasil, claro. A defesa do indefensável está ganhando contornos globais, entretanto, focando em nossa realidade mais próxima, é perceptível o quanto estamos submetidos a intensa propaganda de normalização do absurdo e legitimação da barbárie.

Aqueles que deveriam ser os pilares intelectuais da nação, os pensadores acadêmicos, em sua maioria, fazem desbragada campanha política em prol de um condenado por corrupção, membro de um partido que tentou fraudar a democracia brasileira mediante corrupção sistêmica.

A roubalheira não importa. A sujeira não os incomoda. O fedor não irrita seus narizes empedernidos. A única coisa que vale, e que enxergam à sua frente como a cenoura que move o burro, é a ânsia por derrotar o conservadorismo cristão e tudo o que ele representa à sociedade.

Para tal, não se incomodarão em mentir e alardear as mais torpes sandices sobre aqueles que tencionam derrubar, como, por exemplo, acusar de fascistas aqueles que eles mesmo perseguem usando táticas fascistas.

Por trás da aparência judiciosa o que se encontra é a psicopatia típica dos que perderam toda a capacidade de consciência. Fingem o tempo todo que acreditam na própria importância e na importância de sua “produção intelectual”, que na verdade já venderam a um partido e a uma militância corrompida.

São eles que defendem que bebês sejam assassinados ainda no ventre, culpando-os pela inconveniência de atrapalhar a prática contínua de sexo desajuizado das pessoas.

Mas como eles detém o “monopólio do bem”, é claro que o intolerante da discussão será você, por estar protegendo o bebê!

Neste caso, por conveniência, não é o mais fraco que merece proteção.

A aceitação do discurso hediondo não é algo novo. Há cinco séculos o poeta  português Luis Vaz de Camões escrevia um poema chamado “O desconcerto do mundo” em que questionava a aparente injustiça que há na prevalência do perverso diante do justo.

 

Os bons vi sempre passar

No mundo graves tormentos

E para mais me espantar

Os maus vi sempre nadar

Em mar de contentamentos

Cuidando alcançar assim

O bem tão mal ordenado

Fui mau, mas fui castigado

Assim que só para mim

Anda o mundo consertado

 

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O desconcerto do mundo não é o poema mais popular e conhecido de Camões. Entretanto, revela-se como uma atemporal reflexão a respeito do que acontece na terra dos viventes, conforme a análise individual de cada um sobre a injustiça abundante e o próprio merecimento.

No contexto apresentado, bondade e maldade estão associados a honestidade e desonestidade. O honesto viveria uma vida repleta de tribulações – como foi a própria vida de Camões, sem juízo de mérito sobre seu caráter.

Por outro lado, o perverso seria recompensado por sua perversidade. Vive em palacetes e se cerca de poder. Oprime e não é castigado. Pratica o mal e não é incomodado.

Há nos versos camonianos ecos do mesmo problema relatado nas reflexões de Salomão, relatadas em Eclesiastes:

Tudo isso vi quando me pus a refletir em tudo o que se faz debaixo do sol. Há ocasiões em que um homem domina sobre outros para a sua própria infelicidade.
Nessas ocasiões, vi ímpios serem sepultados e gente indo e vindo do lugar onde eles foram enterrados. Todavia, os que haviam praticado o bem foram esquecidos na cidade. Isso também não faz sentido.
Quando os crimes não são castigados logo, o coração do homem se enche de planos para fazer o mal.
O ímpio pode cometer uma centena de crimes e até ter vida longa, mas sei muito bem que as coisas serão melhores para os que temem a Deus, para os que mostram respeito diante dele.
Para os ímpios, no entanto, nada irá bem, porque não temem a Deus, e os seus dias, como sombras, serão poucos.
Há mais uma coisa sem sentido na terra: justos que recebem o que os ímpios merecem, e ímpios que recebem o que os justos merecem. Isto também, penso eu, não faz sentido.

Eclesiastes 8:9-14 – NVI

A prevalência do pecado e a aparente felicidade do ímpio também incomodaram o sábio Salomão. O contraponto com a luta que o justo enfrenta é sempre o parâmetro que não se pode entender.

No poema de Camões, o ato de prestar-se à pratica do mal traz castigo. Talvez a punição seja o grito da própria consciência que, no justo, mesmo diante da realidade de que todos pecaram e só podem ser reconciliados com Deus mediante à Graça proveniente Dele, não se cauterizou a ponto de ignorar os princípios éticos e morais.

Fora o juízo divino, que provém tão somente Dele, a pior punição que um homem pode enfrentar é a da própria consciência. O “Assim que só para mim anda o mundo consertado” é, maioria das vezes, o clamor da consciência pela retomada do caminho da justiça.

Mas se não há nenhum justo sequer, o que nos diferencia?

O fato de que alguns se condoem do fato de serem pecadores e maus, enquanto outros se orgulham.

O sentimento de injustiça é venenoso. Conforme Salomão, “Quando os crimes não são castigados logo, o coração do homem se enche de planos para fazer o mal.”

Os tempos são malignos. Já o eram há mais de dois milênios quando Salomão escreveu seu texto, e há quinhentos anos quando Camões escreveu o seu, e quando Gerard Nerval, o romancista francês que enlouquecer no ocaso da vida, disse que “A vida é um pardieiro de má reputação. Tenho vergonha de que Deus me veja aqui.”

A sensação de impunidade pode nos perverter o coração. O Brasil vive um momento calamitoso. A inversão de valores é patente. Vemos os que prezam pelos valores morais passarem no mundo graves tormentos; os maus, no entanto, vemos nadar em mares de contentamentos.

Que assim seja. Mas não nos tornemos como eles.

Mais vale o enfrentamento das dificuldades de uma vida limpa, que a fartura de uma vida imunda.

 

Por Renan Alves da Cruz

21/10/2018

 

Publicado originalmente no portal Gospel Prime

 

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