Nando Moura, nazismo e esquerdismo

Toda vez que alguém aponta a associação entre nazismo e esquerdismo – associação que é clara para quem tenha estudado o tema sem a venda cegante da doutrinação esquerdista na Academia -, o chilique é imediato. Como a esquerda detém o monopólio do discurso, contraditá-la se torna ação proibida.

Nando Moura tem usado seu canal no Youtube, com mais de 1 milhão de seguidores, para bater em alguns dos pilares esquerdistas vigentes numa sociedade idiotizada pelo progressismo.

Como historiador conservador, encaminho meus parabéns ao Nando Moura e espero que tantos outros se envolvam nessa batalha de recuperação efetiva dos fatos, conforme ocorreram, e não como interpretados por uma militância.

Compartilhe o vídeo do Nando Moura e nutra-se de conhecimento para estar pronto a defender a verdade.

Por Renan Alves da Cruz 

Projeto de Lei quer dar folgas mensais às mulheres durante a menstruação

Parabéns a você, leitor, que paga o salário do distinto deputado Carlos Bezerra (PMDB -MT), para que ele apresente projetos de leis como o 6784/16 que prevê que as mulheres ganhem 3 dias de folga por mês durante o período menstrual.

Se você olhar meu nome logo ali embaixo, na assinatura deste artigo, verá que não menstruo. Como qualquer homem que convive com uma mulher, sei que o período causa modificações físicas e emocionais. Sei que para algumas mulheres os efeitos são mais drásticos do que para outras.

Mas uma lei que ofereça folgas mensais sob essa justificativa é incompactuável! Até onde chegarão os melindres e a estatização da coitadez? Até onde vai o instinto encoitadecedor do Estado-babá?

Reportagem do jornal O Globo publica a seguinte declaração do deputado:

“O afastamento do trabalho durante a menstruação tem respaldo científico e é defendido por médicos, levando-se em conta as alterações sofridas pelo corpo feminino durante esse período. Cerca de 70% das mulheres têm queda da produtividade do trabalho durante a menstruação, causada pelas cólicas e por outros sintomas associados a elas, como cansaço maior que o habitual, inchaço nas pernas, enjoo, cefaleia, diarreia, dores em outras regiões e vômito”, opinou o parlamentar.

Mas é claro que não podemos exigir do deputado Carlos Bezerra células cinzentas suficientes para que ele enxergue além do populismo barato que busca obter com tal proposta. Como vamos exigir da nobre autoridade que reconheça que a aprovação da medida aumentará o desemprego entre mulheres e diminuirá a remuneração média, já que a empresa terá de se adequar à medida?

O que será preferível, no caso de profissões que são exercidas por ambos os sexos mediante igual remuneração: um homem que trabalha o mês inteiro, ou uma mulher que trabalhe três dias a menos?

No caso salarial, será justo pagar o mesmo tanto a homens e mulheres mesmo que elas trabalhem menos tempo?

Também não é cabível contornar a situação com uma recolocação das horas perdidas, já que muitas empresas teriam custos extras para disponibilizar a compensação das “horas menstruais”, afetando sua produtividade global.

Às mulheres que realmente padecem de desconfortos incontornáveis, não me cabe julgar a possibilidade de aguentarem ou não as intempéries, ademais, possuem ampla cobertura da lei para procurar um médico que decida ou não por seu afastamento do trabalho no período.

A aprovação de uma medida tão imbecil resultaria de imediato em desemprego e queda salarial entre o contingente feminino.

E quando isso acontecesse, a imprensa e os “intelectuais” não culpariam a cretinice legislativa do Brasil, mas sim o machismo-patriarcalista-judaico-cristão-falo-opressor.

Seria só mais uma forma de fabricar vitimismo extra para fornecer discurso às feminazis.

Por Renan Alves da Cruz 

“Por que podemos criticar o cristianismo, mas não o Islã?”, quer saber Richard Dawkins

Richard Dawkins dedicou boa parte da sua vida acadêmica à crítica ao cristianismo. Entretanto, ao se manifestar recentemente contra o Islã, teve uma palestra sua cancelada em Berkeley e enfrentou a fúria do politicamente correto, que despejou cisternas de ódio contra o cientista.

Leia trecho da matéria de Gabriel de Arruda Castro, na Gazeta do Povo:

Um evento com a presença do cientista Richard Dawkins na universidade de Berkeley foi cancelado por causa de declarações “ofensivas” dele contra muçulmanos, o que reacendeu o debate sobre a falta de liberdade de expressão em uma das mais conceituadas dos Estados Unidos. 

O evento havia sido agendado pela rádio KPFA, de Berkeley, para agosto. A ideia era que Dawkins falasse sobre seu livro de memórias, “Brief Candle in the Dark”. Mas o evento foi cancelado depois que alguns tuítes de Dawkins com críticas ao Islã foram enviados aos organizadores do evento.

Dawkins, o mais famoso expoente do chamado neoateísmo e autor do best-seller “Deus, um delírio”, tem um longo histórico de críticas à religião em geral, e ao Cristianismo especificamente.

Nos últimos anos, entretanto, com a ascensão de grupos terroristas muçulmanos, ele tem centrado boa parte de seus ataques no fundamentalismo islâmico. 

“Nós não sabíamos que ele tinha ofendido – em seus tuítes e outros comentários sobre o Islã – tantas pessoas. A KPFA não apoia discursos ofensivos”, disse a rádio, em um comunicado. 

Em um dos tuítes citados pela KPFA para justificar sua decisão, Dawkins afirma que o Islã é “a maior força para o mal no mundo de hoje”. 

Dawkins, por sua vez, criticou a decisão da rádio, que ele disse ser sem fundamento. 

“Eu sou conhecido como um crítico frequente do Cristianismo e nunca foi desconvidado por causa disso. Por que dar um passe livre para o Islã? Por que é aceitável criticar o Cristianismo mas não o Islã?”, disse ele. 

O autor também disse que, longe de atacar os praticantes do Islã, entende que os próprios muçulmanos são as primeiras vítimas da cultura do Islamismo militante. 

Retomo:

Considero este um dos acontecimentos mais icônicos dos últimos tempos no meio acadêmico: o momento em que Richard Dawkins, até então um dos mais enfáticos odiadores profissionais do cristianismo, percebeu e reconheceu publicamente que há uma bolha protetiva em relação ao Islã, e que o cristianismo oferece, civilizacionalmente, um contexto cultural superior.

Tal reconhecimento é constante por parte dos cristãos, que nem conseguem expressar sua incredulidade quando acusados de fundamentalismo num mundo que protege enfaticamente a opressiva cultura islâmica. Ademais, a beleza da ironia é perceber que essa verdade foi assumida e está sendo defendida pelo maior dos detratores do cristianismo.

Richard Dawkins agora percebe que fez fortuna batendo num inimigo que nunca o confrontou num campo que não o das ideias e o dá fé, que mesmo não tendo validade como análise científica, não se compara com ações tais quais o boicote e a ameaça. O cristianismo é um pilar civilizacional incomparável, tendo legado ao Ocidente todos os principais valores que nos protegem da barbárie.

As religiões não são todas iguais. Os religiosos não são todos iguais.

Só o cristianismo pode salvar o ocidente.

Por Renan Alves da Cruz 

 

 

 

Marmanjo no banheiro da sua filha? Agradeça ao Alckmin!

Artigo de Thiago Cortês, publicado no Reaçonaria: 

 

Se sua filha é aluna da rede de ensino público no Estado de São Paulo, ela estará sujeita a dividir, a partir de agora, o banheiro da escola com colegas do sexo masculino. Sim, qualquer um deles poderá levar o pênis para passear no banheiro que sua filha frequenta.

É este o resultado prático da pérfida e abusiva lei estadual nº 10.948, assinada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em 24 de maio passado.

Por meio dela, Alckmin “regulamentou o uso do banheiro nas escolas públicas do Estado de acordo com a identidade de gênero em que cada aluno se reconhece”.

Em bom português, o aluno que se identificar como mulher ou com alguma das dezenas de variações que o elástico e indefinível rótulo de transgênero oferece, poderá ir ao banheiro feminino para quebrar tabus enquanto urina ou defeca.

Um atentado contra a segurança e a privacidade das crianças e adolescentes, sancionado por Geraldo Alckmin – esta massa humana de covardia, tibieza de espírito e falta de coragem moral a quem entregamos São Paulo por absoluta falta de opção.

Para tentar justificar esta situação kafkiana inaugurada nas escolas paulistas, o governo Alckmin enviou um release mentiroso e vergonhoso à imprensa, afirmando, em tom triunfal, que o banheiro unissex é um “direito garantido aos alunos paulistas”.

O texto cita que “já chega a 365 o número de estudantes que usam o nome social” em São Paulo, como se isso justificasse alguma coisa. Mas é exatamente o contrário!

Ora, basta ponderar que são quatro milhões de crianças e adolescentes matriculados na rede estadual de ensino de São Paulo. Portanto, a lei de Alckmin submete milhões de estudantes aos caprichos de pouco mais de 300 indivíduos…

A gulosa militância LGBT

A medida levará ao constrangimento centenas de milhares de alunos e alunas que não pediram para dividir seus banheiros com colegas do sexo oposto.

Alckmin apresentou sua lei na semana que se comemora a Semana Internacional de Luta Contra a Homofobia. Um claro agrado à gulosa militância LGBT, que só estará satisfeita quando os héteros forem privados do direito a clubes e banheiros exclusivos.

O que combate a homofobia – bem entendida como atos de violência contra homossexuais, e não o desconforto natural e não-violento que muitos têm diante deles – são punições exemplares e não uma lei estúpida que transforma banheiros, que costumamos usar para defecar e urinar, em espaços para afirmação de novas identidades sexuais.

Geraldo Alckmin é incapaz de oferecer segurança aos estudantes e professores que são obrigados a frequentar suas escolas estaduais caindo aos pedaços, mas instalou nelas banheiros unissex para satisfazer meia dúzia de militantes que votam no PSOL.

Alckmin personifica o vácuo de ideias próprias e o medo das patrulhas que corrompeu praticamente toda a classe política. Graças ele, agora todo tipo de sujeito depravado terá franco acesso ao banheiro feminino nas escolas.

Vagões exclusivos para mulheres e banheiros para todos?

Em 2015 o então governo Dilma já havia instituído uma norma federal para banheiros de escolas e universidades, mas sem nenhuma regulamentação específica. Os estados, então, passaram a agir por contra própria em competição pela simpatia das militâncias.

É interessante notar o grau de esquizofrenia dos militantes que exigem vagões específicos para mulheres nos trens, promovendo uma segregação politicamente correta, ao passo que lutam por uma orgia de pênis e vaginas nos banheiros das escolas.

Apenas uma classe política radicalmente apartada da sociedade, ludibriada por fantasias politicamente corretas forjadas por militantes e jornalistas,  respirando em um ambiente de corrupção moral, pode se entregar a tamanhas contradições e falácias.

Geraldo Alckmin, a personificação do exposto acima, é o governador mais frouxo que São Paulo já teve e o seu lugar certamente não é na presidência, mas na lixeira da História.

Por Thiago Cortês, publicado no Reaçonaria: 

 

 

Totalitarismo LGBT

Na coleção de insânias que molda a vida no mundo politicamente correto do século XXI, relembro uma situação específica que explicita o quanto estamos subordinados a um novo jugo totalitário.

Durante um debate eleitoral em 2014, Levy Fidelix, então candidato à Presidência da República, pronunciou uma frase que se tornaria fator de discussão em âmbito nacional.

Fidelix disse: “Aparelho excretor não reproduz”, ganhando o ódio eterno da militância LGBT, da mídia progressista e de todo o establishment intelectual brasileiro.

O candidato foi alvo de protestos, “beijaços” notas de repúdios, acusações de homofobia e ações na justiça.

Mais do que isso. Sua figura recebeu o carimbo de intolerância legado a todo aquele que se pronuncia de modo discordante às pretensões e concepções do homoativismo.

Desde então a cartilha é seguida à risca. Uma matilha de farejadores grassa às redes sociais à procura de “manifestações homofóbicas” que, na novilíngua esquerdista, são quaisquer opiniões que difiram dos ditames totalitários da nova elite cultural brasileira: os progressistas.

Tolher opiniões é o ingrediente principal do totalitarismo, sistema que se impõe pela coerção, através da proibição do pensamento contrário ao sistema dominante.

O totalitarismo LGBT habilmente ocupou espaços e cotizou o ambiente acadêmico/cultural com outras minorias barulhentas e oportunistas, que se perfazem e subsistem com a própria militância como profissão. Neste balaio todo podemos incluir radicais esquerdistas de diversos matizes, todos empanturrados de marxismo cultural, tendo como princípios orientadores de ação o sufocamento das ideias que se opõe à sua ideologia.

Não por acaso, cristianismo e marxismo não se aglutinam. Os princípios norteadores de um são sempre afrontosos ao outro.

O rigor censório é tão extremado que uma manifestação como a de Fidelix, que diz que quando dois homens ou duas mulheres se relacionam sexualmente, o ato não possui caráter reprodutivo se torna uma afronta imensurável.

Para os relativistas não importa que a asserção de Fidelix seja irrelativizável! Eles não permitirão que alguém diga que o único sexo que naturalmente suscita procriação é entre homem e mulher. Qualquer um que disser que a prática homossexual não gera descendência, a despeito de estar amparado pela lógica racional e biológica, se torna um proscrito.

Afinal, o novo império totalitarista decide que verdades podem ser proclamadas, e o fato de casais homossexuais só poderem ter filhos por adoção ou através de intervenção científica não pode ser diferenciado dos casais heterossexuais, mesmo que somente estes tenham dado condição de subsistência à vida na Terra através da procriação.

Toda a tecnologia e ciência do Séc. XXI se torna inútil a partir do momento em que temos de nos calar ante a indiscutível condição biológica exigida para a reprodução.

Sistemas totalitários não estão abertos ao contraditório e sempre perseguem quem ousar discordar.

Sistemas totalitários sempre criam uma elite de poder, que se assenhora de privilégios e se esbalda no status adquirido.

Sistemas totalitários estipulam suas verdades e assolam todos aqueles que não as cumprirem conforme sua orientação.

Levy Fidelix sabe, eu sei e você também sabe, leitor, que o intuito dos praticantes do sexo homossexual não é gerar descendência, mesmo porque isso é impossível… mas eles não admitem que essa impossibilidade seja lembrada. É uma verdade, mas uma verdade proibida pelo novo sistema totalitário.

O ativismo LGBT gosta de se vitimizar, acusando os cristãos de persecução, considerando-se um movimento reativo, entretanto, é só ler as notícias que fica fácil perceber quem é que detém a influência na mídia e nas universidades e que está disposto a fazer qualquer coisa para calar as vozes discordantes.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Publicado no Gospel Prime

O perigoso protagonismo dos ególatras do STF

Os ministros do STF se tornaram figuras onipresentes no debate político brasileiro. Esta afirmativa carrega consigo uma perigosa constatação: O campo jurídico avançou sobre o político e adensou um ambiente já atribulado.

Tanto aqui no Voltemos à Direita como em outros portais alinhados ao pensamento direitista, a denúncia de que o STF avança sobre campos que ultrapassam o que deveria ser sua esfera de atuação são recorrentes.

O Supremo Tribunal Federal brasileiro continua empilhando excrescências. Há o triunvirato desatinado que libertou Dirceu, cuja análise fizemos no artigo O STF que soltou Dirceu é o mesmo que indultou os mensaleiros , há Barroso que faz da toga instrumento de militância progressista, há os ministros aborteiros, e etc.

Ives Gandra Martins concedeu uma entrevista à ISTO É. Ao ser questionado sobre os excessos de conflitos entre os ministros do tribunal, deu a seguinte resposta:

Esse problema decorre da transmissão das decisões pela televisão. Antes disso, raramente acontecia. Se um ministro lia o voto e outro concordava, ele dizia apenas “acompanho o relator”. Só se falava quando se divergia. Os julgamentos eram mais rápidos. Atualmente, mesmo para acompanhar o relator, todos têm que dar demonstração de cultura. Esse protagonismo fez com que o Supremo, que muitas vezes decidiu em conjunto, hoje decida isoladamente. São 11 ilhas.

Retomo:

Criamos uma estrutura que dotou estes onze ministros de uma egolatria incontida, ocasionando aberrações jurídicas tanto nos casos em que a lei é claramente aviltada em defesa de interesses políticos, quanto nas invasões não republicanas em temas que cabem ao Legislativo, cujos ministros sem voto arvoram-se em decidir.

Quanto mais “corda” a imprensa dá aos referidos ministros, inclusive os sugerindo para cargos no Executivo, mais concede a esta casta privilegiada a oportunidade de adentrar territórios indevidos.

O protagonismo assumido pelo Supremo Tribunal Federal é perigoso. Os ministros não são confiáveis e colocam quesitos externos acima do cumprimento da letra fria da lei.

Por Renan Alves da Cruz 

 

Para muçulmanas na Malásia, despacito é obscena. Enquanto isso no Brasil…

A música despacito é obscena, é o que dizem algumas muçulmanas de um partido político da Malásia. Por conta das reclamações as emissoras estatais do país não tocarão a famosa musica.

Particularmente, trata-se de um tipo sonoro que eu teria dificuldades em qualificá-lo como música. Mas daí a dizer que despacito é obscena? Se formos analisar a letra da música, despacito é sim obscena!

Despacito é obscena na letra e despacito é obscena em seu vídeo clip. E qualquer pessoa com um mínimo de decência fica ruborizada conhecendo o teor da letra e pior, vendo o vídeo.

É obvio que a decisão tomada pelo governo da Malásia pode ser interpretada como censura religiosa e se tal situação tivesse ocorrido aqui no Brasil, estaríamos sob um imenso berreiro repetindo a ladainha de que o “Estado é laico”.

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E por falar no Brasil… Se despacito na Malásia é obscena, aqui a música passa até por inocente ou até mesmo como uma ode latina de imensurável riqueza poética. Isto porque por aqui a coisa já degringolou de vez.

Vejam esse didático vídeo gravado pelo Youtuber Nando Moura.

Pois é. A impressão que temos é que no Brasil a palavra obsceno consta apenas em dicionários. Pode ser que daqui a alguns dias nem mesmo nos Aurélio encontraremos a definição exata para tanta imoralidade.

Por Jakson Miranda

Deus e o problema do mal

Publicado no Gospel Prime 

A existência do mal num mundo criado por um Deus bom é, quase sempre, a boia de salvação retórica da militância ateísta e antiteísta.

Se escoram em campos da ciência que desconsideram a existência de Deus por não poderem medi-lo pelo método científico, desprezando a premissa lógica de que, havendo um Deus onipotente, Ele não se obrigará a caber na régua de medição da ciência humana.

Mas quero abordar a existência do mal sob o prisma cristão. Todos padecemos de dores e males, como reflexo da sociedade ímpia em que estamos encaixados.

O mal não pode ser coibido e nem evitado por meios humanos. Faz parte da nossa existência aprender a conviver com ele e reconhecer que muitas vezes somos seus causadores.

Mas é impressionante como até no mal é possível ver o propósito redentivo do Autor de todas as coisas.

Pois no grande e vasto mistério do Senhor, até o mal serve para manifestação do seu amor.

O amor de Deus se manifesta no perdão. Na graça e em nosso não merecimento em recebê-la. É através da misericórdia que tão profundo amor é demonstrado.

Para tal é preciso haver o mal, para que o perdão possa ser manifestado.

Num mundo integralmente privado do mal, não receberíamos a maior prova de amor já realizada, que é a Dele para conosco, fornecendo a pecadores e praticantes do mal a possibilidade de perdão.

É claro que a estrondeante militância antiteísta se recusará a atinar com a imensidão desde conceito, tendo a mente subjugada por sua própria conceituação e subracionalidade melindrada, que prefere atribuir engenhosidade à soma de acasos do que admitir que não aceitam o padrão de vida estabelecido por quem tudo gerou, e que por isso se rebelam.

Mas é fato que num mundo sem mal, a conquista da salvação seria meritocrática, tomada como um pagamento justo, conquistado por nossas boas práticas, o que impediria a plena revelação do amor de Deus derramado aos homens.

Afinal, o fato de termos tendência ao erro é o que possibilita a admissibilidade de nossas fraquezas, pedindo por misericórdia e a recebendo, sem qualquer mérito, mediante nenhuma troca ou conchavo, mas apenas por nosso reconhecimento de dela necessitar.

Talvez só saibamos que Deus nos ama porque o mal existe.

Senão, como reconheceríamos a dimensão do perdão que nos foi dado?

Por Renan Alves da Cruz 

Pastoral Americana no Netflix: uma mostra do poder de destruição do esquerdismo

Já escrevi neste portal sobre o livro Pastoral Americana de Philip Roth. No artigo A Pastoral Americana, Philip Roth, e o comunismo como fator de decadência abordo mais sobre esta obra de Roth, o melhor escritor americano vivo e o mais injustiçado pelo Nobel depois de Jorge Luis Borges.

A obra foi adaptada para os cinemas e já está disponível no Netflix. Dirigido e protagonizado por Ewan McGregor, com impressionantes atuações da bela e competente Jennifer Connelly e da visceral Dakota Fanning, o filme, como quase sempre, fica distante de superar o livro, dada a preciosidade linguística e narrativa de Roth, entretanto, o resultado mesmo assim é excelente. Não sou um grande entendedor de cinema, mas acho que uma história com uma verve dramática tão intensa exige uma direção tradicional, que não apele a estruturas mirabolantes, receita que o diretor competentemente seguiu.

McGregor conseguiu fazer um filme belo, bem urdido, sem distar do conteúdo do livro e sem tirar a atenção da história e direcionar para sua direção.

Decisão acertada.

No artigo que publiquei sobre o livro, escrevi:

Pastoral Americana é um dos livros mais aclamados de Roth, e não por acaso. É a história de Seymour Levov, o Sueco, o homem que era aquele que todos os outros queriam ser e que todas as garotas queriam ter. Um astro dos esportes, popular, bonito, inteligente.

Todos os predicados possíveis.

A vida de Levov tinha tudo para ser perfeita no contexto do pós-guerra. Herdou a fábrica do pai, realizou-se financeiramente, casou-se com uma vencedora de um concurso de beleza e se tornou o invejado roteiro de sucesso que todo mundo optaria seguir se fosse o titereiro de seu próprio destino.

(…)

A vida perfeita de Sueco Levov desaba num encadeamento ordenado, que se traveste de caos. O mundinho aparentemente indelével encontra sua ruina a partir do envolvimento de sua filha com um grupo de extrema esquerda. Ela se embebeda de comunismo revolucionário e, destruindo o castelo de cartas dos Levov, protagoniza um ato terrorista.

A tentativa de compreender o que aconteceu com sua vida é o que sustenta conceitualmente a obra. Por que a filha pirou no comunismo mesmo tendo a melhor educação possível? Por que as promessas de vida perfeita, a qual ele estava adaptado e não preparado para qualquer ocorrência contrária, desfizeram-se de maneira tão imprecisa?

O filme consegue registrar com clareza o modo como o ingresso da filha de Levov na ideologia comunista começa a lhe tragar a capacidade de refletir com clareza a respeito das qualidades e sacrifícios de sua família e comunidade. O caldeirão de imposturas marxistas a torna insensível ao mundo e a si mesma, lhe dando a impressão, no entanto, de que os insensíveis são os outros. Todos.

Este é o supremo veneno do esquerdismo. Sua capacidade de sugar a inteligência e o raciocínio e de esfriarem completamente o coração e a alma daqueles que, ironia do destino, se autointitulam realizadores e monopolistas do bem.

Quantos pais dignos e trabalhadores não estão se matando de trabalhar para sustentar revolucionários mimados e vagabundos, que odeiam o capitalismo opressor, mas não sobrevivem uma hora sem wi-fi ou internet 4G no Iphone.

Hipócritas mentirosos!

Pastoral Americana está disponível no Netflix. Vale cada minuto.

Por Renan Alves da Cruz 

Vídeo de Alexandre Frota fazendo ligação para Wagner Moura repercute nas redes sociais

Um vídeo de Alexandre Frota fazendo ligação para Wagner Moura para contar a este último que Lula foi condenado a nove anos e seis meses de cadeia, repercutiu nas redes sociais. É claro que o vídeo de Alexandre Frota teve o intuito de provocar Moura e sentir o gostinho de tripudiar de um esquerdinha caviar.

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Wagner Moura e outros esquerdistas talentosos que são lorpas políticas

Frota não é amigo de Moura e isso fica claro no vídeo. Além de provocativa, foi uma atitude corajosa e não deixa de ser hilário imaginar o quanto que o esquerdinha deve ter ficado irritadinho com a ligação.

Vejam o vídeo

No vídeo de Alexandre Frota este, caso Wagner Moura não tivesse covardemente desligado, poderia ter dito ao “ex-capitão Nascimento” que em Los Angeles não tem mamata de Lei Rouanet e questionado o esquerdista porque ele escolheu um país capitalista para passar um tempo, ao invés de Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte.

Por Jakson Miranda