Consciência Negra: A esquerda, seus assassinos e o preconceito racial

Ao impor, por força de lei o dia da “consciência negra“, a esquerda radical ou não, presta-se a celebrar, não a luta pelo fim da escravidão, não a luta contra o preconceito. A celebração que se busca fazer anualmente, no dia 20 de novembro, é enaltecer os feitos de um assassino e tirano.

A Lei 12.519, de 10 de novembro de 2011, institui o dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Zumbi dos Palmares tinha escravos e capitães-do-mato a seu serviço. Zumbi dos Palmares, não somente assassinou seu tio, mas também, assassinava qualquer negro que tentava fugir do seu quilombo.

Homenagear assassinos, esconder seus crimes para que sejam vistos como grandes lideres e heróis, é algo que a esquerda comunista faz com maestria, e Zumbi dos Palmares é um exemplo inequívoco disso. Assim como Che Guevara, Mao, Fidel Castro, etc.

De forma antidemocrática e anti-Inconstitucional, criou-se o dia da “consciência negra”. Antidemocrático porque vai contra a ideia de que todos são iguais perante a sociedade e as leis. Anti-Inconstitucional porque, sendo o preconceito crime, fomenta, ano a ano, a divisão e o ódio de cor.

Como resta evidente, o dia da “consciência negra” em nada combate o preconceito, antes, o reforça.

Nas escolas de São Paulo e Brasil afora, o modelo de negro ideal, a ser enaltecido e festejado, é, repito, um assassino, escravagista e tirano, enquanto que deliberadamente ou não, esquece-se que um dos maiores expoentes da nossa literatura, senão o maior, Machado de Assis, era negro, neto de escravos alforriados e por seu trabalho, talento e dedicação, alcançou fama e sucesso, sendo aclamado, ainda em vida, por negros, mulatos e brancos.

Zumbi dos Palmares é estudado nas escolas. Machado de Assis, não. Zumbi, é o revolucionário. Machado de Assis, não. E assim, caminhamos para um profundo emburrecimento de jovens que nada mais fazem do que criar uma pseudo “consciência” que só serve para invadir escolas e aceitar qualquer porcaria como manifestação cultural, porque pobre, porque da periferia, porque negro.

Então, como lutar contra o preconceito? Que tal seguir o simples e direto ensinamento dado por um famosíssimo ator negro, Morgan Freeman.  O que ele disse? Revejam o vídeo, já conhecido, mas certamente, boicotado pela militância negra.

 

Por Jakson Miranda

 

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3 comentários em “Consciência Negra: A esquerda, seus assassinos e o preconceito racial”

  1. Muito bom artigo. Concordo com tudo que foi dito. Mas fiquei com dúvida no termo “anti-inconstitucional”, onde acredito que o correto seria remover o “anti”. Favor avaliar. Abraço!

    • Boa tarde, Murilo. Obrigado pela leitura e pelo oportuno comentário. Aceitamos e faremos a alteração.

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      Abraço,
      Jakson

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