Comunista Manuela D’Ávila queria falar asneiras sem ser corrigida

Após um pequeno hiato, voltamos à labuta e não poderíamos deixar de falar sobre a comunista Manuela D’Ávila do PC do B e sua entrevista ao Roda Viva da TV Cultura.

Manuela, como é habitual entre aqueles que não conseguem responder a uma única pergunta de forma objetiva, saiu do programa e logo começou o mimimi de que fora interrompida 40 vezes. Quanta polêmica!

A comunista Manuela D’Ávila queria falar asneiras sem ser corrigida ou contraditada!

Em sua defesa, saiu, ora vejam! A nulidade que atende pelo nome de Marina Silva. Para a comunista verde melancia, nem homem nem mulher “pode sofrer interrupção de suas falas no ato de expor suas propostas e ideias, pelo bem de uma cultura de paz e pelo bem do país”.

O problema é que a pré-candidata pelo PC do B, falou muito à vontade sobre suas ideias e propostas que se resumiam em aumentar a participação do Estado na economia e taxar as grandes fortunas.

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No mais, a comunista Manuela D’Ávila foi questionada sobre a ideologia dela e de seu partido, o comunismo, responsável pela morte de milhões de pessoas na China e URSS para ficarmos nesses dois exemplos.

Ao ser instada a comentar sobre as práticas de Stálin e Mao, Manuela justificou os atos desses genocidas, afirmando que se tratava de um ciclo de “guerras e de mortes”. (Ah, bom. Se é assim, sim)

Como de praxe, Manuela não condenou a ditadura na Venezuela e atuou como advogada do preso e condenado Lula. Ou seja, hipocrisia e verborragia delirante, essas foram às impressões que a comunista Manuela D’Ávila deixou no programa.

Resumo da ópera, por serem civilizados, respeitosos, cordiais e até simpáticos, os entrevistadores não contestaram com mais veemência as platitudes esquizofrênicas emitidas pela comunista que no mínimo, deveria ser chamada de mentirosa, apoiadora e entusiasta de monstros assassinos.

Por Jakson Miranda

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