Com o voto dos três porquinhos, STF liberta José Dirceu

Os três porquinhos venceram e o STF libertou José Dirceu. Obviamente que me refiro aos três porquinhos não em alusão a fabula cujos personagens, Heitor, Cícero e Prático, aguçam o apetite do lobo mau. Não!

Os três porquinhos aqui nesse texto são para lembrar que sempre há personas que atuam para deixar nosso Brasil enlameado, chafurdado e cada vez mais parecido, em aparência e cheiro, com um chiqueiro mal cuidado, totalmente entregue aos porcos.

Leiam reportagem do UOL, por Felipe Amorim

Os ministros da 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram nesta terça­ feira (2) revogar a ordem de prisão do juiz Sergio Moro e determinar a libertação do ex­-ministro José Dirceu, preso preventivamente desde 2015 e já condenado duas vezes na Operação Lava Jato.

A decisão foi tomada pelo voto favorável de três dos cinco ministros da 2ª Turma: Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. O relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, e o ministro Celso de Mello, votaram por manter Dirceu preso.

Os ministros também decidiram que o juiz Sergio Moro possa determinar outras medidas cautelares menos graves que a prisão, como o uso de tornozeleira eletrônica, por exemplo.

Os argumentos usados para libertar Dirceu foram de que, por ele já ter sido condenado em dois processos, seria improvável que ele conseguisse interferir nas investigações por meio, por exemplo, da ocultação de provas ou intimidação de testemunhas.

Além disso, os ministros consideraram também que os crimes pelos quais ele foi acusado não são recentes, o que enfraqueceria o argumento da necessidade de mantê­-lo preso preventivamente como forma de evitar que ele voltasse a praticar crimes.

Encerramos

STF liberta José Dirceu, liberta Bumlai, liberta Genu e por aí vai. Logo, logo, libertará Palocci e quem sabe, Eduardo Cunha? Nada mais natural, pois no Brasil, as coisas são bem claras e definidas: Há os que querem justiça de um lado, e do outro, os que querem se valer das leis e da justiça para pautar suas relações de compadrio e poder.

Esse é o nosso Brasil!

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