Caracas, Bergoglio, ou, papa Francisco, se lembra da Venezuela em suas orações

Lendo atentamente a declaração de Bergoglio, constatamos que o papa se exime de criticar os responsáveis pela crise venezuelana

Jorge Mario Bergoglio tenta se apresentar como a autoridade maior da igreja católica, sob o título de Papa Francisco. O máximo que consegue é tornar-se a caricatura de um líder cristão.

Como papa, Bergoglio pede uma solução pacifica e democrática para a crise política na Venezuela e afirma que ora pelo fim da violência naquele país aonde já morreram 86 pessoas em protestos contra o governo de Nicolás Maduro.

Autoridades venezuelanas afirmaram que pelo menos quatro pessoas foram mortas e oito ficaram feridas durante protestos contra o governo na região central do país. A procuradora-chefe do país, Luisa Ortega Diaz, informou, no sábado, que as mortes ocorreram um dia antes, em confrontos em Barquisimeto, capital e cidade mais populosa do estado de Lara.

O prefeito Alfredo Ramos atribuiu as mortes a milícias armadas que apoiam o governo da Venezuela. Pelo menos 80 pessoas morreram desde que os protestos contra o governo eclodiram, há três meses.

Milhares de opositores do presidente Nicolás Maduro foram às ruas de Caracas no sábado, em uma marcha para mostrar apoio à procuradora. O governo está ameaçando tirá-la do cargo, embora a Constituição venezuelana diga que isso pode ser feito apenas pela legislatura, que agora é controlada pela oposição.

Ontem, o Papa Francisco pediu o fim das manifestações violentas e expressou solidariedade com as famílias dos mortos. O pontífice conduziu uma oração lembrando que o país vai comemorar aniversário de sua independência na próxima quarta-feira. “Eu direciono minhas orações a esta querida nação e expresso minha solidariedade com as famílias que perderam seus filhos nos protestos. Apelo para o fim da violência e para uma solução pacífica e democrática para a crise”, disse Francisco. 

Voltamos

Não obstante, o cargo papal e o titulo de Francisco, não foram suficientes para suprimir o que Bergoglio verdadeiramente é: um homem dividido entre sua crença em Cristo e a simpatia pelo marxismo.

Lendo atentamente a declaração de Bergoglio, constatamos que o papa se exime de criticar os responsáveis pela crise venezuelana. Ou seja, sua fala em nada se diferencia do que diria um político interessado em manter boas relações com o governo da Venezuela, mesmo que esse governo prenda arbitrariamente seus opositores e mate indiscriminadamente quem vai as ruas protestar.

Bergoglio faria o mesmo caso o governo fosse, hipoteticamente, o do americano Donald Trump?

Por falar em Donald Trump, partiu do seu governo criticas a situação venezuelana mais contundente do que ao bla, bla, bla do papa.

Disse a embaixadora americana Nikki Haley, na ONU:

“Na Venezuela, estamos à margem de uma crise humanitária. Manifestantes pacíficos foram feridos, detidos e inclusive assassinados por seu próprio governo. Os remédios não estão disponíveis, falta material nos hospitais e está cada vez mais difícil encontrar comida”, 

“Pelo bem dos venezuelanos e pela segurança na região, devemos trabalhar juntos para assegurar que o presidente Maduro detenha esta violência e opressão e restaure a democracia”.

Ainda assim, criticamos Trump por ainda não ter aplicado pesadas sansões contra a Venezuela.

Voltando a Bergoglio. Que fique claro, não duvidamos da sinceridade do papa quando este diz que se lembra da situação venezuelana em suas orações. Vejam:

A imagem acima é de outubro de 2016. De lá pra cá, como sabemos, a situação da Venezuela só piorou. E o que a imagem revela? Alguém precisa orar mais.

Por Jakson Miranda

SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS! 

 

Related Post

Comments

comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *