Banda U2 defende aborto: What more in the name of love

A banda U2, uma das mais famosas bandas de rock, sempre foi apontada como uma banda cristã que canta músicas seculares.

Não foram poucas as vezes em que a banda encerrou seus shows cantando o salmo 40, e cantarolou a canção gospel Amazing Grace antes da música street have no name.

Até pouco tempo, eu tinha a firme convicção de que apesar de suas falhas, Bono Vox, frontman da banda, permanecia firme na fé. No entanto, essa convicção pouco a pouco vai perdendo força e compartilho da opinião daqueles que afirmam ser o líder da banda U2 um suposto cristão.

Para corroborar, o U2 passou a defender que a Irlanda legalize o aborto. Leia trecho de matéria publicada no Blog da Vida.

A Irlanda se aproxima de um dos momentos mais importantes de sua história com o referendo que pode eliminar de sua constituição a 8ª emenda, trecho que protege a vida humana desde a concepção, impedindo que o aborto seja legalizado no país. As últimas pesquisas de intenção de voto mostram um país tremendamente dividido, com destaque para a recente queda no número de apoiadores do aborto.

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O desespero diante da possibilidade de derrota, contudo, parece ter levado os abortistas a apelarem para que celebridades entrem na campanha. Para a surpresa de alguns, o U2, banda do supostamente cristão Bono Vox, entrou de cabeça na luta pelo fim da 8ª emenda, abrindo caminho para a morte em escala industrial de bebês em gestação – do mesmo modo como ocorre em vários outros países europeus moralmente decadentes.

Para Encerrarmos, faço duas perguntas:

O U2 defende o aborto com o argumento de que tal prática é em nome do amor?

O que mais se fará em nome do amor, (What more in the name of Love), hein? Bono Vox e Cia?

O triste é saber que apesar disso tudo o U2 possui belíssimas canções que não raro, podem ser consideradas como verdadeiros louvores. E honestamente, já lamentei as oportunidades que tive de ir a shows do grupo e não tive condições. Agora, por conta de suas posições, é certo que em suas vindas ao Brasil, eu possa ter novas oportunidades de ir aos shows, ter plena condição, mas me recusar a ir, e não lamentarei.

Lamento, sim, as inúmeras vidas perdidas por conta de práticas abortivas. What more in the name of love…

Por Jakson Miranda

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