Babás de terroristas!

Você conhece o tipo. O esquerdista sabido, moderninho e engajado, que carrega consigo o rançoso discurso do professor de humanas que o cooptou.

Ele sempre terá uma ladainha pronta para defender os grupos de estimação da esquerda. Como um daqueles bonecos que repetem sempre a mesma frase quando apertamos suas costas.

Se o assunto em questão for terrorismo, pronto. Tocou no ponto fraco. Adoram um terrorista, um cidadão que, como disse Chesterton, não era um homem, era uma causa. Alguém que preferia um momento culminante a qualquer outra coisa.

O terrorista é heroico para as esquerdas. O cara que se explode ou que mata dezenas em nome de uma causa vira ídolo. Já que os ativistas daqui, logo que termina o protesto em dia útil na Paulista, voltam para o condomínio, para pegar o carro que o papai deu para ir pra balada e fumar maconha.

Tive uma professora que dizia, cheia de orgulho, ter saído para comemorar no 11 de setembro…

A coluna de Pondé na Folha põe alguns pingos nos is:

Uma das coisas mais fofas, hoje em dia, é gente que acha que se pode dialogar com terrorista. Quando ouço alguém falando isso, sempre tenho vontade de dizer para ele: leva um para casa! Dá Nescau, que ele vai gostar.
“Vítima do imperialismo americano ou sionista!”, “resistência à opressão!”. Tudo lindo quando você está tomando vinho num restaurante da zona oeste de São Paulo ou uma cerveja no boteco da faculdade.

Não. Terrorista ri dessa moçada boba e gosta de usá-la quando posa de vítima para ganhar fotos de jornalistas que pensam que o mundo é mesmo uma questão de “justiça social”. Impressionante como, mesmo discutindo a “inexistência do fato puro”, muitos acham que esse “fato puro” mora no Oriente Médio ou nalgum desses lugares que têm terroristas aos montes.

Muitos intelectuais são responsáveis por nossa ignorância sobre o que é a psicologia do terrorista. O terrorista gosta de matar quem ele gosta de matar. Ponto.

Temos agora as babás de terroristas. Gente que quer ouvi-los, entendê-los, atendê-los…

Gente que diz entender as agruras incontornáveis dos oprimidos, enquanto anda de bike na Paulista, na hora em que gente que precisa ganhar a vida está trabalhando.

Sim. Tem gente que sai pra comemorar a morte de milhares de inocentes, perpetrada por um psicopata.

Gente que justifica que o terrorista fez o que fez porque foi provocado.

Leva pra casa pra tomar um nescau!

Ou fumar um baseado…

 

Por Renan Alves da Cruz

 

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