Atrizes de 3%, série brasileira da Netflix, admitem militância esquerdista da trama

Os “artistas” brasileiros continuam colocando seus fetiches ideológicos acima da qualidade.

Em entrevista ao programa Morning Show, as atrizes Maria Flor e Fernanda Vasconcellos explicaram o sentido da série 3%. Não há dúvida de que se trata de uma bobajada ensaiada para ser repetida sempre que a pergunta surgir. Veja:

Mais uma chance desperdiçada. Assisti a primeira temporada da série, entretanto o caráter militante me fez desistir. À direita ou à esquerda, creio que quando o discurso ideológico suplanta a ficção, a tal “arte” perde a razão de ser. Vira panfleto.

Os hipócritas brasileiros são mestres nisso. Em receber a grana ianque, mas incutir no conteúdo seu boquetinho ideológico, para purgar a culpa.

O seriado 3% então está aí para questionar a meritocracia…

Fica a pergunta: será que a escolha dos atores, o acerto de pagamentos e a divisão dos lucros permanece debaixo do mesmo conceito ideológico?

Ou na hora do “vamos ver” dos contratos o assunto é diferente?

Será que a seleção não priorizou, dentro das características dos personagens, os melhores para a representação? Será que se utilizaram dessa feia prática meritocrática, de escolher o elenco de acordo com a qualidade dos atores?

Uma série de televisão que coloca a veia militante acima de qualquer coisa, automaticamente prescinde do público que não concorda com seu pretexto.

Se este for o objetivo, meus caros, parabéns! Plenamente atingido. Não assisto mais e passo a fazer propaganda negativa.

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Outrora, quando o politicamente correto não dava as cartas, um ácido e brilhante escritor chamado Kurt Vonnegut escreveu: “se querem realmente magoar seus pais e não têm coragem de se tornar gays, o mínimo que podem fazer é entrar para as artes”.

Hoje em dia alguém pode ser algemado por dizer coisa parecida. Mas confesso que quando penso na classe artística brasileira, sempro me lembro desta frase.

Por que será?

Por Renan Alves da Cruz 

 

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