Anticapitalismo e emburrecimento

Ver o mercado de livros de direita aquecido é a demonstração de que começamos a engatinhar rumo a um país melhor. Ver jovens consumindo livros que destroem os conceitos implantados por doutrinadores marxistas disfarçados de professores, traz as próximas gerações a esperança de um país melhor, mais culto, livre das amarras dessa ideologia fraudulenta de esquerda.

Fabio Giambiagi, autor de CAPITALISMO: MODO DE USAR, da Ed. Elsevier, falou à edição 2438 de Veja. Destaco o trecho:

“Um estudante típico vai sair da escola com a cabeça cheia de minhocas, submetido a uma intensa pregação de anos e anos contra o lucro e contra o sistema capitalista. Aos 18 anos, vai cair na vida sem ter a mínima noção de quanto deve poupar por mês para se aposentar, ou de quanto deve separar a partir de 22 ou 23 anos para poder dar uma entrada para adquirir uma casa própria aos 30 anos. Quando descobrir como o mundo funciona, já estará endividado e pendurado no cheque especial. Seria muito melhor se, em vez de ter aulas baseadas em um marxismo de quinta categoria, ele fosse preparado para a vida”.

Sou professor de história e sei o que os “colegas” tem feito com seus jovens alunos. A doutrinação nas escolas, principalmente na área de humanas, é excrescente.

O discurso mais assassino da história humana recebe uma modelagem mentirosa, a fim de se tornar deglutível, e fazer a cabeça da molecada.

Tive o professor engraçadinho e moderno de geografia, no cursinho, que chamava o capitalismo de capetalismo; tive o de história, canastrão e trejeitoso, que discursava a favor do cotismo como se estivesse declamando Shakespeare.

Tive, na faculdade, a professora igualitária que não se preocupava com faltas ou notas, apenas em criar uma consciência marxista, a professora “amigona” e feminista, o petista desolado migrando para o psolismo…

Ninguém de direita.

Mas cá estamos.

Afinal, a literatura mesmo nos ensina:

Às vezes o bem triunfa.

 

Por Renan Alves da Cruz 

 

Leia Também:

 

Pedagogia inútil

Doutrinação nas escolas: O curioso caso dos livros de história “oficial”

Quem patrocina a imoralidade? O funk e o sagrado

Parabéns, “professores” vândalos. Seus alunos já aprenderam!

O copo de Melanchton e a “Pátria Educadora”

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *