Alckmin: “PT não gosta de pobre, gosta do poder”

O grande trunfo petista, desde a primeira eleição de Lula, talvez tenha sido a inculcação nos incautos, da ideia de que o partido tem nos pobres a sua prioridade.

A reeleição da pedaladora do planalto, (ignoremos a urna eletrônica e Dias Toffolli), só foi possível graças à manutenção desta falácia, nutrida pela maior parte da imprensa mainstream e pelos intelectuais de aluguel à serviço do projeto de poder.

É bom que o PSDB esteja aproveitando a baixa onda de Dilma para dar também seus jabs. Alckmin pode ter dito algo óbvio para quem descortinou o petismo para além do messianismo lulocêntrico, mas há ainda toneladas de massa de manobra a ser desalienada.

O pobre só serve ao PT quando adestrado, senão é elite golpista.

Designação que nunca teve caráter econômico. Um mendigo que não se apaixone pela retórica petista, já é erigido à tal categoria.

Cássio Cunha Lima, também tucano, segundo informa a coluna Painel, avalia o afastamento de Dilma da presidência com otimismo cimentado na realidade:

“Já são 18 delatores a acusar o PT. Se 18 cardeais fizerem delação, até o papa cai”.

O PT naufraga veloz. As crostas do Poderoso Chefão e da Gerentona não estão resistindo à dureza dos icebergs.

Perderão, em breve, aquilo que tanto prezam: o poder.

 

Por Renan Alves da Cruz

 

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