A redoma da mídia brasileira a Lula, o inmensalável e impetrolável

Tentar entender o que aconteceu com o jornalismo brasileiro demandaria mais que um texto, no mínimo um estudo. Passa por inúmeros fatores, muitos dos quais abordados aqui no Voltemos à Direita, e em outros portais e blogs que buscam desmascarar o esquerdismo atuante nas redações.

O colunismo de jornal é terra fértil. E na tv, a gritaria para calar uma Rachel Sheherazade que se destaque é própria do stalinismo. A ausência quantitativa de nomes que empunhem o pensamento conservador é o que dá aos mais destacados a oportunidade de não serem expelidos de uma vez por todas.

Os remanescentes, portanto, ainda permanecem porque há demanda. Porém, há longo prazo, não duvide de que, Berzoini e os seus, desenvolverão formas de promover uma “limpa”.

Acesse o site de um jornal brasileiro de grande circulação. Uma Folha, um O Estado de São Paulo ou um O Globo. Acesse a área de colunistas e se não os conhecer, tendo mínima habilidade interpretativa, com um ou no máximo dois textos, desvelará suas inclinações.

Conte quantos, para manter a disputa no dualismo básico, pendem à direita ou à esquerda.

Se você acredita na fábula da “isenção jornalística” ficará impressionado.

É hediondo que Lula permaneça como o intocável, o incorruptível, o inmensalável e impetrolável; como pré-candidato honorário a 2018, a tendência é que o serviço se torne mais ostensivo.

E quem sabe, para delírio orgásmico de nosso jornalismo militante, o PT prossiga em seu projeto de poder, estuprando as instituições democráticas.

Quem sabe o Brasil não se torne, enfim, um sultanato, sob a batuta de Lula, o libertador.

 

 Por Renan Alves da Cruz

 

 

 

 

 

 

Um comentário em “A redoma da mídia brasileira a Lula, o inmensalável e impetrolável”

  1. Realmente os jornalecos estão à serviço do rei (com coroa de abacaxi). Devemos continuar sendo otimistas, pois é só o que nos resta. Gostaria de acreditar que a educação nos trará uma nova ‘leva’ de brasileiros dispostos a mudar o país, porém essa tal de “pátria educadora” parece mais piada de salão. Vamos seguir em frente compartilhando informações, batendo panelas, gastando sola de sapato nos asfaltos das ruas pelo país afora. Nossa frágil democracia requer vigilância constante…

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